Oláááá!Tudo belezinha com vocês?Espero que estejam todos bem!O cap de hoje muda o rating dessa fic!Não quero palavras toscas ou sexo explicíto, isso nunca vai ser minha meta!Mas confesso que ficou um pouquinho picante!Então quem não quiser ler essa parte, não sinta-se desconfortável, serão poucas vezes que escreverei assim!Pelo menos vou tentar, se Ichi deixar!^_^
Espero que curtam!Já vou dizendo que sou péssima nessas coisas!Então deem sua opnião!

AH!Estou de mal... não recebi nenhum review no cap anterior!Sinto-me abandonada!;_; Mas tudo bem...tudo bem... eu tenho Ichi pra me consolar!Ó_Ó Ainda estou esperando reviews de vcs!Senão vou fazer greve e postar só no outro site!kkkkkkk


-Tem calda pra muitos sorvetes ai Ichi! – Rukia resolveu atentar o noivo que caminhava com segurança apertando a mão da jovem. Um risinho da baixinha lhe fez olhar para a dona.

-Não queria morango com calda? Pois vai ter! E não vai se arrepender! – Riu alto fazendo com que os poucos clientes que passava por perto se assustarem. O que seria tão engraçado?


Como imaginei minha primeira vez? Hum! Difícil dizer. Achei que levaria mais tempo para acontecer, mas creio que hoje eu vá saber finalmente como é ser de alguém que se ama! O apartamento de Lisa estava uma desordem total, como sempre. Tivemos que ir recolhendo as peças de roupas que estavam espalhados pela sala. O que Lisa fazia naquela bagunça? Mas fiquei super vermelha quando, no meio de uma blusinha encontrei uma... Hum... Acho que sabem o que quero dizer.

-Kia? Algum problema?Ah!Parece que sua amiga teve uma noite interessante por aqui! Com quem ela mora mesmo? – Ichi não estava nada surpreso com aquela... Coisa! Mas isso é estranho pra mim. Aliás, tudo está estranho aqui. O que estava pensando quando aceitei essa loucura?

-Kensei! Era um colega de sala da época do colégio! Rapaz muito interessante! – Ele arqueou aquela sobrancelha encantadora. Será que está com ciúmes? Sorri da cara de bobo que ele fez.

-Unf!Sei!Conheço esses tipos! Bem a calda já deve ter esfriado para o sorvete, vamos? – Porque sinto que não vamos tomar sorvete? É claro que não vamos tomar sorvete Kia sua idiota. Será que isso é certo? Bem ele é meu noivo. Minha mãe me disse que isso é muito comum hoje em dia. A Ran me ensinou umas... Coisas não muito agradáveis. Certo, estou com medo. Pronto. Mas e agora?

-Você não vem? – Aquele sorriso malicioso estava aumentando ou é só impressão minha. Acho que estou ficando paranóica. Vamos lá então. Dirigimo-nos até a pequena cozinha que era atrelada a copa. A mesinha de dois lugares estava repleta de morangos, sorvete de vários sabores, e a calda num pote grande e bem cheio. É, não tomaremos sorvete mesmo.

-Está calada amor! Não quer mais? – Tomar sorvete ou... Fazer amor?

-Cla-ro!Bem... Quero começar com o de creme!Amo saborear cada um individualmente! – Isso, assim ele não percebe meu nervosismo idiota! Ai, Kia onde você se meteu! A última vez que ficamos sozinhos, eu quase morri de vergonha! Não sei fazer-me da mulher fatal. Nunca fiz nada disso, droga!

-Hum que delicia! Então deixa que eu sirvo você! – O vi pegar a colher para sorvete e devagar de forma... Estranhamente muito sensual... Isso é sorvete, certo? Quer dizer que olhar lascivo é esse?


Inoue estava muito irritada. Ainda não havia conseguido falar nada, já que Masaki tomou a palavra e ainda não tinha terminado seu longo sermão de mãe. Estavam todos sentados na sala dos Kurosaki, somente as gêmeas não faziam presença. Masaki interrogava a ruiva de forma que esta só conseguisse dizer sim ou não, sem espaços para completar suas frases e questionamentos. Ishi, Rangiku, Neliel e Renji eram expectadores daquele embate. A impressão era de um interrogatório policial, onde quem estava levando há pior até aquele instante, era a modelo.

-Mas... Kurosaki-san... Ele ainda é meu noivo! Nunca terminamos... Foi ele que...

-Inoue-chan! Meu filho disse que terminou com você, e tenho certeza que ele deixou claro nisso! Filho meu não deixa nenhuma mulher esperando! Ele não foi ensinado a trair as pessoas! Sei que ele errou muito com você, mas tem que entender que desde que chegaram ao Japão, o namoro de vocês já estava praticamente acabado! Rukia chegou em excelente momento, e sei que serão muito felizes! Assim como você também será quando encontrar alguém especial como minha menina e te fazer feliz! – Falou cortante e direta a jovem mulher. Estava empertigada frente a frente com a ruiva que estava boquiaberta.

-Só pode estar brincando! Não quer que eu fique de braços cruzados enquanto vejo MEU NOIVO sendo levado por essa... Essa prostituta que... – O tapa foi certeiro e rápido. Masaki não titubeou ante o espanto de todos os presentes. Inoue levou automaticamente a mão até a face machucada. Nem por milênios passaria em sua cabeça que aquela mulher a sua frente era tão enérgica e decidida. Agora sabia de onde vinha o gênio irritadiço do ruivo.

-Nunca mais fale de minha nora assim, tudo bem? Creio que já tenha falado tudo o que queria não? Agora por favor, se não for para conviver pacificamente com minha família, queira sair por aquela porta e nunca mais voltar, entendeu criança? Tenho muita consideração com você por seu doce irmão Inoue, mas não vou permitir que maltrate minha pequena protegida na minha frente! Se queria machucar alguém, escolheu a pessoa errada! Kia é muito mais que minha nora! Ela é a menina mais doce que já conheci e minha excelente aprendiz, então, por favor, retrate-se quando puder! Por favor, saia! – Levantou-se e abriu a porta aguardando a modelo sair de seu próprio torpor e vergonha diante de tantos olhares. Inoue levantou-se e já mencionava falar algo, mas Masaki a cortou com o olhar ameaçante. Já imaginava o que a garota iria falar, e mostrou de forma silenciosa que já sabia de tudo o que aconteceu entre ela o filho. Não seria isso que a faria voltar atrás da própria decisão. Vencida e humilhada, olhou cabisbaixa para Renji, que de forma mecânica virou o rosto para o outro lado. Sim, ela perdeu completamente aquela batalha, mas jamais desistiria de sua vingança.

-Então diga a Kurosaki-kun quando voltar, que quero conversar com ele, caso ele seja homem o bastante para me encarar sem a ajuda da mamãe! – Sorriu vitoriosa e antes de conseguir sair ouviu a réplica da poderosa mulher que defendia sua cria.

-Claro! Mas creio que ele e Kia só voltem amanhã! Afinal, devem estar comemorando o noivado da melhor maneira possível! Deixarei o recado, querida! – Finalizou sorridente com voz suave e olhar terno. Quem não conhecia Masaki não a reconheceria, mas ela podia ser uma mãe dedicada, amante da arte do chá, líder de bairro, mas não era nem de longe covarde e passiva. Sabia levar e dar numa briga. Essa era Kurosaki Masaki. A ruiva grunhiu irritada e cascavelando o altíssimo salto saiu das vistas de todos daquela pacata rua.

-É isso ai tia Masaki! Você é demais!Ai, como eu queria que a Kia tivesse visto isso!Masaki é demais! – Rangiku não agüentou mais ficar calada e gritava com o triunfo da ruiva mãe do medico. Ishin de braços cruzados só mantinha um pouco de distância da esposa, pois sabia que quando a matriarca dos Kurosaki estava nervosa, não era bom momento chegar perto dela.

-Ah!Ensina Nel a ser assim tia? Você é incrível!Nossa ninguém vai acreditar! – Neliel ficou encantada com a postura rígida, mas sem perder o charme da jovem mãe. Somente uma pessoa não comemorava naquela algazarra. Abarai estava quebrado. Sentia o mundo ao redor girar. Jamais imaginava uma cena daquelas. Masaki a favor de Rukia? Era o fim. Teria sido completamente diferente se a ruiva tivesse conseguido falar com Rukia. Com certeza ela não aceitaria continuar noiva de alguém que sequer terminou direito a relação que tinha. Mas tudo tinha saído errado. Graças à intervenção de Masaki.

-E você vai nos explicar direitinho o que estava fazendo perto daquela ruiva, Renji! – Quase saltou para trás quando viu a loira com olhar inquisitivo frente a ele. Agora a atenção de todos se voltaram para eles. O que faria para se livrar disso?

-Bem... E-u estava vindo e... – O que falaria? Estava um pouco assustado. Tinha lidado com guerrilhas com homens armados até os dentes, mas jamais passou por isso em sua vida. Sentiu o olhar ameaçador da bela ruiva de cabelos laranja. Masaki sempre foi muito observadora em tudo a sua volta. Ela era organizadora de eventos, e não era a toa que sua fama se estendia a toda Karakura e arrabaldes. Sentia que algo estava errado entre o ruivo e não perderia tempo para descobrir.

-Quero esperar que não tenha sido você, meu querido Abarai-kun, que trouxe essa mulher para nossa casa! Por que se foi, fico extremamente decepcionada com sua atitude! Depois de tudo que Rukia fez por você, o mínimo que poderia fazer é desejar-lhe felicidade e zelar para que ela e meu filho sigam bem em sua nova jornada! – Sentenciou um pouco ríspida. Mas o cenho franzido logo deu lugar ao sorriso mais lindo que Renji já viu na vida. Masaki aproximou-se dele e o abraçou efusivamente. Mas sabia que isso era um mero aviso ao rapaz para que ficasse esperto, pois estava sendo observado pela detalhista Kurosaki.


-Mas o que? – Ichigo pegou uma boa quantidade de sorvete de creme e descaradamente jogou no colo da morena. Pasma com o a ação do rapaz, não percebeu quando este literalmente avançou sobre ela para abocanhar sem o mínimo de vergonha o sorvete pousado na menina. O vestido ficou com a parte da cintura completamente melada. Após terminar de lamber o que comeu, o ruivo levantou os olhos cor de ouro para a garota que estava vermelha da cabeça aos pés.

-Agora é minha vez de escolher o sabor! – Antes do protesto da baixinha tolheu um pouco de calda morna e derramou no pescoço alvo da jovem. Ela deu um sobressalto e quando ia levantar para fugir daquele estranho banquete, teve as mãos presas por mãos fortes e masculinas. Ichigo meneou a cabeça e a fez sentar novamente com um pouco de pressão, suficiente para imobilizá-la, mas não o bastante para machucá-la. Assim iniciou seu labor, lambendo o rastro que a calda havia feito na morena. O gemido foi inevitável por parte da pequena. Tinha que admitir que estava muito excitante toda aquela brincadeira. Terminou e sem prévio aviso ajudou a moça a tirar a vestido que já não serviria mais para participar da diversão. Ela ficou rubra e foi literalmente comida com o olhar excitado do rapaz. Palavras já não cabiam mais ali, era transpirar sedução e paixão.

-Começo a gostar desse maldito coelho! – Ante o comentário Rukia abaixa o olhar e percebe que estava com o conjunto de chappie que havia comprado há alguns meses. Ficou com vergonha da infantilidade que tinha. Afinal, qualquer mulher teria usado uma lingerie fina e delicada para um momento desses.

-E-u... – Teve os lábios selados pelo beijo do doutor. O sabor de creme com chocolate estava presente. A primeira sensação foi uma leve sensação térmica, já que o gelo do sorvete com a mornura da calda impregnava os lábios adocicados do rapaz.

-Qual sabor queria mesmo, Kia? – A rouquidão com que saiu essa frase fez Rukia arrepiar-se dos pés a cabeça. Olhou acanhada para o potinho com sorvete de morango e os frutos pousados ao lado. Voltou-se para o rapaz e viu o sorriso deste crescer vertiginosamente como se fosse a devorar naquele momento.

-I-chi-go! – Remeteu ao outro significado do rapaz de belos cabelos laranja. Ele não demorou em atendê-la e pegou uma boa colherada daquele saboroso sorvete e deixou pendida a frente da morena. Esta ficou com o olhar duvidoso sem entender o que significava aquele movimento.

-Onde o quer, Kia? Pode escolher qualquer parte que quiser! – Se estava vermelha, já não sabia mais que cor adquirir com tamanha e indiscreta proposta. Apertou o encosto da cadeira e mordeu o lábio inferior sem saber o que responder.

-Que tal eu escolher então? – O médico estava achando muito divertido brincar com a namorada. Por ele a teria tomado no mesmo instante em que entrou no apartamento, mas sabia que era a primeira vez dela, e queria fazer com que fosse inesquecível. Pousou a colher na mesa que estava ao lado, arrancou a camisa e desabotoou a calça, escorregando-a até o chão. Tomou a colher e passou o sorvete no peitoral nu ante os olhos violetas arregalados e cheios de surpresa. Rukia não conseguia sequer respirar direito.

-Até aqui está bom, ou quer mais? – A colher esparramou sorvete até o umbigo do rapaz. Um rastro rósea de sorvete derretia vagarosamente naquele tórax malhado. Rukia mais uma vez mordeu o lábio e arrancou um pouquinho de sangue deste. Estava envergonhada, mas muito tentada com tudo aquilo. Olhou mais uma vez para aqueles olhos dourados e assentiu. Segurou os cabelos com as duas mãos, e baixou até pouco abaixo do pescoço do rapaz, na altura do osso externo. Com delicadeza e cuidado lambeu a longitude até o umbigo sem parar nem mesmo para respirar. O gemido languido do rapaz a fez perceber que estava gostando muito de sua atuação. Resolveu ousar. Levantou-se após terminar, e arrebatou a colher do namorado, pegou a calda para esparramá-la sobre o pescoço e o tórax do rapaz. Descartou a colher na mesa, e ousadamente sentou-se no colo dele, deixando uma perna de cada lado deste para estar de frente com ele. Começou pelo pescoço e foi descendo devagar até metade do peito. As mãos de Ichigo não resistiram e experimentou a maciez escondida na pequena calcinha que a morena trajava. Acariciou as nádegas com carinho e extrema delicadeza. Subiu a mão até as costas desta fazendo uma deliciosa massagem em seu trajeto. A morena não resistiu e arquejou o corpo para trás, pendendo a cabeça com a incrível excitação que sentiu em tão só ser tocada por aquelas mãos grandes e cálidas. Ichigo pegou com a mão um pouco de calda e esparramou no corpinho da menina. Esfregou a barriga com movimentos circulares e lambuzou o colo da morena. Um pouco mais selvagem lambeu e mordeu cada pedaço de pele ao qual tinha acesso. As mãos trabalhavam para tirar a irritante alça de sutiã que não queria colaborar com aquele prazeroso momento. Rukia apertava os olhos e tentava inutilmente segurar os gemidos que aumentavam a cada novo contato da boca, língua, mãos e cabelos do rapaz. Os espetados alaranjados quando entravam em contato com seu pescoço a fazia gemer alto e sem controle. Depois da épica batalha com o fecho, Ichigo pode contemplar aqueles rosados montículos arredondados que lhe eram oferecidos. A respiração irregular da baixinha fazia essas pequenas montanhas subirem e descerem para desespero do rapaz. A menina já sentia algo muito rígido crescer embaixo de si. Estava praticamente em cima dele e o contato era inevitável. O doutor não a deixou pensar muito e iniciou seu tratamento e cuidado aos seios desta. Lambidas, mordidas e caricias com uma das mãos, já que a outra estava responsável em segurar o corpinho pela cintura para não cair, deixavam a morena extremamente excitada e descontrolada. Nem o gelo do sorvete era capaz de abrandar o fogo que percorria todo o corpo do casal. O trabalho do ruivo era sutil, mas cheio de carícias muito bem localizado que a faziam querer mais contato. A morena teve um sobressalto quando sentiu seu órgão ser invadido pela mão do rapaz. Mais precisamente o dedo. Ela o olhou assustada e percebeu que aquilo fazia parte daquele estranho ritual.

-Só estou te preparando, amor! Se quiser paro! – Com a voz embargada, Ichigo esperou a resposta da namorada, e com os vários meneios negativos dela continuou seu labor sem abandonar os lábios e seios da menina. Gritinhos foram começando a invadir o lugar. Ichigo deixou mais um dedo trabalhar e entretia a morena com beijos e palavras de amor. Rukia nem sequer percebeu quando foi levantada e teve a ultima peça que vestia tirada com rapidez. O rapaz a segurou com força pela cintura e com destreza tirou também a boxer que usava. Nada mais os separavam agora. Ainda pendida no ar, com apenas os dedinhos dos pés tocando o chão, Rukia viu o questionamento nos olhos dourados do rapaz. Ela assentiu com um sorriso, e fechou com força as pálpebras, segurando com firmeza os ombros do rapaz. E assim foi decida com delicadeza e lentidão. Gritou tão alto que o ruivo teve que conter o desejo voraz que o estraçalhava por dentro. Sabia que tinha que ser delicado e devagar com a noiva, mas estava muito difícil controlar-se. Aguardou a jovem se acostumar com o tamanho e a invasão dentro de si. Lágrimas rolaram dos olhos apertados de Kia. Ichigo estava completamente dentro da moça. Quando sentiu o aperto no ombro suavizar iniciou uma dança lenta e ritmada com o quadril. Os gemidos da morena o faziam perder a compostura e quando percebeu já estava levantando e sentando o pequeno corpo ao seu. Rukia era incrivelmente deliciosa. Mais do que qualquer chocolate que já tenha saboreado – sua comida preferida. Ficaram nessa dança cada vez mais rápida e selvagem até que ambos alçaram juntos o clímax daquele enlace. Ichigo fazia sua, a noiva que tanto amava.

-Te amo Kia! Minha querida baixinha! – Ichigo apertou-a num abraço cálido e reconfortante.

-Eu também Ichi! – Lutava para suavizar a respiração sôfrega que saia de seus pulmões. Ainda estavam enlaçados, mas já não havia lugar para dor ou sofrimento. Eram um só agora, e ninguém lhes tiraria esse momento.


-Hime? O que aconteceu? Estava correndo? – Senna ajudava a amiga que lutava para soltar algo, mas a respiração descompassada da ruiva não deixava nada legível sair. Senna pegou um copo de conhaque e deu para a modelo beber. Foi o suficiente para ter seu controle de volta.

-E-u que-ro ma-tá-la... Não... Eu irei matá-la, Senna-chan! Precisa me ajudar! Preciso daquele seu amigo! Quero que ele destrua essa pirralha sem vergonha! – Inoue estava descabelada e os olhos vermelhos com a maquiagem desfeita. Estava acabada como Senna nunca havia visto antes.

-Você fala de... Nnoitra? Mas é realmente necessário, Hime? Sabe que ele não é muito sociável e que só pega trabalhos para... Matar! – Senna olhava atônita a amiga com ar reprovativo, mas faria qualquer coisa para ajudar aquela que considerava irmã.

-Certeza absoluta, Senna-chan! Quero-a morta!MORTA!MORTAAAA! – Gritou desesperada aquela que um dia teve um sorriso doce e confiante.


É isso pessoas!Como disse não ficou pesado e nem muito melô (não sou chegada kkkkkk), mas creio que foi interessante para nosso casal!Amei escrever Masaki assim!Apesar dela ter aparecido poucas vezes no mangá/anime, ela tem uma aparência forte e cativante!Por isso estou fazendo ela defender o filho com unhas e dentes!kkkkk
Inoue não vai deixar barato!E agora teremos um personagem novo que não vai deixar meu doce casal em paz!É a coisa vai ficar feia!Espero que tenham curtido esses dois capítulos de sorvete com chocolate!Ichi gostou!^_^ Aho que eu também gostei!kkkkkkkk Boa semana a todos e até o próximo cap!Ah, só pra constar: Acham que Ichi vai deixar a Kia em paz daqui pra frente?Creio que não! ^_^ Beijokas,
JJ