A seguinte semana foi pura felicidade. Bella e Edward passaram mais tempo na cama que fora, e quando desciam ao primeiro andar, parecia que a vida conspirava para lhes enviar só coisas boas. Ela teve a primeira prova de vestidos, Rosalie terminou de limpar a estufa e lhe disse que gostaria muito de ajudá-la a replantar, e Alice pintou quatro aquarelas mais, uma das quais realmente parecia um cavalo.
Mais tarde Bella descobriu que supunha ser uma árvore, mas pelo visto não tinha ferido os sentimentos da menina.
De fato, a única coisa para pôr a cereja da perfeição em sua vida teria sido se Edward se prostrasse a seus pés, beijasse todos e cada um dos dedos e a declarasse seu amor eterno. Entretanto, Bella tentava não pensar muito no fato de que ele ainda não havia dito que a queria.
E, para ser justos, ela tampouco tinha reunido a coragem suficiente para dizer a ele. Embora era otimista. Sabia que Edward gostava de sua companhia e ninguém podia duvidar que eram extremamente compatíveis na cama. Só tinha que ganhar seu coração, e não deixava de repetir que jamais tinha fracassado em nada que realmente se propusesse conseguir.
E realmente queria conseguir isto. Inclusive tinha começado a redigir suas próprias listas, embora a mais ativa era: 'Como conseguir que Edward se dê conta de que me quer'.
Quando não estava pensando em por que seu marido ainda não havia dito que a amava ou estava fazendo algo para conseguir que a amasse, dedicava o tempo a revisar as páginas financeiras do periódico. Pela primeira vez em sua vida, tinha o controle sobre suas economias e não queria meter os pés pelas mãos.
Pelo visto, Edward passava o dia procurando formas de levar Bella à cama. Ela apresentava a resistência justa, e só o fazia porque ele seguia escrevendo listas para coagi-la, embora sempre fossem terrivelmente divertidas.
Uma noite, enquanto ela estava no escritório repassando seus investimentos, Edward lhe apresentou a que mais a frente ela declararia como sua favorita:
CINCO FORMAS PARA QUE BELLA POSSA IR DO ESCRITÓRIO AO QUARTO
1. Caminhar depressa.
2. Caminhar muito depressa.
3. Correr.
4. Sorrir com doçura e pedir a Edward que a leve.
5. Coxeando.
Bella arqueou as sobrancelhas quando leu o último ponto. Edward se encolheu de ombros.
-Me acabaram as idéias.
-Dá-te conta de que agora terei que subir coxeando, não é?
-Eu adoraria te levar nos braços.
-Não, não. Jogou a luva. Não tenho outra opção. Devo subir coxeando ou perderei minha honra para sempre.
-Hmm, sim - disse ele esfregando o queixo pensativo. - Entendo.
-Embora se vê que perco o equilíbrio, tome a liberdade de me ajudar a apoiar os pés.
-Melhor dizendo, o pé.
Bella tentou assentir com elegância, mas o pícaro sorriso que desenhou arruinou o efeito. Levantou-se, foi coxeando até a porta, virou-se para seu marido e perguntou:
-Fica permitido mudar de perna?
Ele meneou a cabeça.
-Não seria um coxear decente.
-É obvio - murmurou ela. - Hmm. Pode ser que precise me apoiar em ti de vez em quando.
Ele cruzou o quarto e abriu a porta.
-Será um prazer te ajudar no que for.
-Pode que precise me apoiar muito em ti de vez em quando. - A expressão de Edward ficava a meio caminho entre um sorriso e um olhar lascivo.
-Será um prazer ainda maior.
Bella avançou pelo corredor, mudou de pé quando acreditava que Edward não a olhava e perdeu o equilíbrio quando passou do tapete ao chão nu. Agitou os braços no ar e gritou rindo enquanto tentava se manter de pé. Edward foi para o seu lado e colocou seu braço em cima dos ombros.
-Assim é melhor? - Perguntou muito sério.
-Muito melhor - ela seguiu avançando.
-É seu castigo por mudar de pé.
-Nunca faria algo assim - mentiu ela.
-Sei - disse com uma expressão de 'não pode me enganar'. - Tome cuidado ao virar a esquina.
-Nunca me ocorreria... OH! - Gritou quando se golpeou contra a parede.
-Vá, vá. Isso tem um preço.
-Seriamente? - Perguntou muito interessada. - Qual?
-Um beijo. Possivelmente dois.
-Só aceito se forem três.
Ele suspirou.
-Sabe como conseguir o que quer, milady.
Ela se levantou sobre a ponta do pé e lhe deu um beijo no nariz.
-Um.
-Parece que esse só conta como meio.
Deu-lhe um beijo nos lábios, mostrando a língua para brincar com o canto de seus lábios.
-Dois.
-E o terceiro?
-Não haveria terceiro se não soubesse como conseguir o que quero - ela assinalou.
-Sim, mas agora o espero, assim será melhor que seja bom.
Bella desenhou um lento sorriso diante daquele desafio.
-É uma sorte – murmurou - que tenha aprendido tanto sobre beijos nesta semana.
-Uma sorte para mim - ele respondeu sorrindo enquanto abaixava a cabeça. O beijo foi quente e apaixonado, e ele o sentiu em cada nervo do corpo. Principalmente o sentiu entre as pernas, que começou a endurecer de tal forma que teve que se separar dela e dizer: - Será melhor que suba depressa.
Bella riu e avançaram mancando, saltaram, tropeçaram e correram pelo corredor. Quando chegaram à escada, riam com tanta vontade que ela tropeçou e caiu de costas sobre o último degrau.
-Ai! - Exclamou.
-Está bem?
Ambos se voltaram envergonhados para Esme, que estava no salão com Leah, olhando-os intrigada.
-Bella, parecia que estava coxa – disse. - E logo parecia que... Bom, francamente, não sei o que parecia.
Bella ruborizou.
-Ele... eh... eu... eh...
Edward nem se incomodou em tentar explicá-lo.
Esme sorriu.
-Entendo perfeitamente. Vamos, Leah. Acredito que nossos recém casados querem intimidade.
-Recém casados... Uf! - Espetou a mulher. - Se quer saber minha opinião, acho que se comportam como um casal de pássaros desenquadrados.
Bella observou como a senhora mais velha saía do salão, seguida por Esme.
-Bom, ao menos não está gritando «-fogo» a cada cinco minutos.
Edward piscou.
-Tem razão. Acho que os incidentes da cozinha lhe tiraram o fogo da cabeça.
-Graças a Deus.
-Por desgraça, ou possivelmente por sorte, dependendo de como o olhe, não me aconteceu o mesmo.
-Não te entendo.
-Quero dizer - disse ele, arrastando as palavras, - que estou ardendo.
Os olhos e a boca de Bella desenharam três "o" perfeitos.
-Assim será melhor que suba seu corpo até o quarto antes que te viole aqui mesmo.
Ela sorriu com picardia.
-Seria capaz?
Ele se inclinou para frente e, de repente, parecia o libertino que diziam que era.
-Eu não ofereceria nenhuma provocação, milady, a menos que esteja disposta a fazer frente as consequências.
Bella se levantou e pôs-se a correr. Edward a seguiu, agradecido que sua mulher tivesse decidido deslocar-se com os dois pés.
Várias horas depois, Bella e Edward estavam na cama, apoiados em várias almofadas enquanto saboreavam um delicioso jantar que tinham mandado subir ao quarto. Nenhum dos dois estava em condições de aparecer na cozinha.
-Codorna? - Perguntou Edward, segurando uma peça.
Bella comeu diretamente de seus dedos.
-Hmm. Deliciosa.
-Aspargos?
-Vou acabar ficando muito gorda.
-Seguirá sendo bela - colocou a ponta do aspargo entre os lábios.
Bella mastigou e suspirou satisfeita.
-Monsieur Stefan é um gênio.
-Por isso o contratei. Toma, prova um pouco de pato assado. Prometo que você adorará.
-Não, não, basta. Não posso comer nada mais.
-Ah, é uma covarde - burlou-se Edward, com o prato e a colher na mão. - Não pode se deter agora. Tento te converter em uma pessoa licenciosa. Além disso, monsieur Stefan lhe fará uma manha de criança se não comer o creme. É a sua obra mestra.
-Não sabia que os cozinheiros tivessem obra de arte.
Ele desenhou um sedutor sorriso.
-Confie em mim.
-De acordo, cedo. Provarei um pedacinho - abriu a boca e deixou que Edward lhe desse uma colherada de creme. - Mãe de Deus! – Exclamou. - Está divina.
-Imagino que irá querer um pouco mais.
-Se não me der outra colherada, o matarei.
-E o diz com rosto séria - disse com admiração.
Ela lançou um olhar de relance.
-Não brinco.
-Toma, o prato inteiro. Odeio me interpor entre uma mulher e sua comida.
Bella fez uma pausa em seu processo de devorar até a última gota de creme para dizer:
-Normalmente, ofenderia-me por esse comentário, mas estou em um estado muito sublime para fazê-lo agora mesmo.
-Não quero especular sobre se esse estado sublime se deve a minha destreza e resistência masculinas ou a uma singela bandeja de creme.
-Não penso te responder. Não quis ferir seus sentimentos. - Ele pôs os olhos em branco.
-É muito amável.
-Por favor, diga a monsieur Stefan que faça creme mais frequentemente.
-Cada semana. É minha sobremesa favorita.
Bella fez uma pausa, com a colher na boca.
-OH - disse com uma expressão de culpabilidade. - Creio que deveria compartilhar contigo.
-Não se preocupe. Comerei esta torta de morango - comeu um pedaço. - Diria que monsieur Stefan quer um aumento.
-Por que diz isso?
-A torta de morango não é a sua favorita? É incrivelmente amável de sua parte ter preparado nossas duas sobremesas preferidas. - Bella adotou uma expressão séria.
-Por que está tão séria, de repente? - Perguntou Edward enquanto lambia um pouco de morango dos lábios.
-Estou frente a um dilema moral muito grave.
Ele olhou a seu redor.
-Eu não vejo nenhum.
-Será melhor que coma o resto do creme - disse Bella enquanto lhe oferecia a bandeja, onde ficava um terço. - Me sentirei culpada durante semanas se não as compartilhar.
Ele sorriu.
-Já sabia que me casar com a filha do vigário teria seus benefícios.
-Sei - suspirou ela. - Nunca fui capaz de ignorar alguém necessitado.
Edward meteu uma colherada de creme na boca com um entusiasmo considerável.
-Não sei se isto seria estar necessitado, mas pretendo pensar que o faço por seu bem.
-Os sacrifícios que alguém tem que fazer por sua mulher - ela disse entre dentes.
-Toma, acabe a torta de morango.
-Não poderia - respondeu ela com uma mão levantada. - Parece um sacrilégio depois do creme.
Ele se encolheu de ombros.
-Como queira.
-Além disso, sinto-me um pouco estranha.
Edward deixou o mingau e a olhou. Piscava muito depressa e tinha a pele de um estranho tom apagado.
-Não tem bom aspecto.
-OH, Meu Deus - queixou-se, aferrando-se ao estômago enquanto adotava uma postura fetal.
Ele retirou os pratos da cama.
-Bella? Querida?
Ela não respondeu; só choramingou enquanto tentava formar uma bola com o corpo. Tinha as sobrancelhas empapadas em suor e respirava de forma entrecortada.
Edward entrou em pânico. Bella, que fazia alguns segundos estava rindo e brincando, parecia como se estivesse..., como se... Deus Santo, parecia que estava morrendo.
Fez-lhe um nó na garganta, cruzou o quarto e puxou o sino. Depois correu até a porta, a abriu e gritou:
-Leah!
Sua tia estava um pouco louca, mas sabia um par de coisas sobre enfermidades e como as curar, e a Edward não ocorria outra coisa a fazer.
-Bella - disse, com urgência, enquanto corria para o seu lado. - O que houve? Por favor, me diga algo.
-São como espadas ardendo - disse ela com os olhos fechados pela dor. - Espadas ardendo na tripa. Meu Deus, meu Deus. Faça-as desaparecer.
Edward tragou saliva, assustado, e aproximou uma mão do estômago, que também estava revolto. Atribuiu ao terror; estava claro que não estava ocorrendo pela mesma agonia que sua mulher.
-Oooh! - Gritou Bella, que começou a ter convulsões.
Edward se levantou e correu para a porta.
-Que venha alguém agora mesmo! - Gritou, justo quando Leah e Esme apareceram correndo pela esquina.
-O que está acontecendo? - Perguntou Esme sem fôlego.
-É Bella. Está doente. Não sei o que há . Estava bem e de repente...
Aproximaram-se da cama. Leah jogou uma olhada à patética postura de Bella e disse:
-Envenenaram-na.
-O quê? - Perguntou Esme horrorizada.
-Isso é absurdo - disse Edward ao mesmo tempo.
-Já vi antes - disse Leah. - Envenenaram-na. Estou certa.
-O que podemos fazer? - Perguntou Esme.
-Teremos que limpá-la. Edward, traga-a ao lavabo. - Ele olhou para sua tia com receio. Fazia bem confiar a saúde de sua mulher a uma anciã que estava um pouco senil? Mas não sabia outra coisa fazer e, embora Bella não estivesse envenenada, a sugestão de Leah tinha sentido. Estava claro que tinha que lhe tirar o que havia no estômago.
Pegou Bella tentando que os gritos de agonia não lhe afetassem. Ela se revolveu com violência em seus braços e seus espasmos faziam Edward estremecer.
Olhou Leah.
-Creio que está piorando.
-Ande pressa!
Correu até o lavabo e afastou o cabelo de Bella do rosto.
-Chisss, querida, tudo ficará bem - sussurrou.
Leah segurou uma pluma.
-Abra a boca.
-Que demônios vai fazer com isso?
-Faça o que te digo.
Edward abriu a boca de Bella e observou horrorizado como Leah colocava a pluma pela garganta de sua mulher. Bella teve várias ânsias antes de vomitar.
Por um instante, ele afastou o olhar. Não pôde evitá-lo.
-Já acabou?
Leah o ignorou.
-Uma vez mais, Isabella – disse. - É uma garota muito forte. Pode fazê-lo. Esme, traz algo para que lave a boca quando tiver terminado.
Voltou a lhe colocar a pluma na garganta e Bella expulsou os últimos restos de seu estômago.
-Isso - disse Leah. Pegou o copo de água que Esme tinha na mão e o aproximou da boca de Bella. - Enxágüe e cospe-o.
A jovem quase não podia cuspir e deixou que a gravidade esvaziasse a água da boca.
-Não me obrigue a voltar a fazê-lo - suplicou.
-Ao menos fala - disse Leah. - É um bom sinal.
Edward esperava que tivesse razão, porque nunca tinha visto ninguém tão pálido como Bella estava nesse instante. Deixou que Esme limpasse a boca com um pedaço de pano úmido e em seguida a devolveu à cama.
Sua prima pegou a bacia com mãos tremulas e disse: - Farei com que alguém se encarregue disto - e saiu correndo do quarto.
Edward pegou a mão de Bella, virou-se para Leah e perguntou:
-Não pensa que a tenham envenenado, não é?
Sua tia assentiu com força.
-O que comeu? Algo que você não tenha provado?
-Não, exceto pelas...
-As o quê?
-O creme, mas eu também o provei.
-Sei. E como se encontra?
Edward ficou olhando alguns segundos enquanto aproximava a mão ao estômago.
-Não muito bem, na verdade.
-Vê?
-Mas o meu não se parece com os dores de Bella. É uma dor suportável, como se tivesse comido algo em más condições. Nada mais.
-E só as provou?
Edward assentiu, e em seguida empalideceu.
-Bella comeu quase toda a bandeja – sussurrou. - No mínimo, dois terços.
-Se tivesse comido tudo, certamente estaria morta - disse Leah. - Menos mal que decidiu compartilhá-lo.
Ele quase não podia acreditar na ausência de emoção em sua voz quando disse:
-Deve ser envenenamento da comida. É a única explicação.
Leah se encolheu de ombros.
-Apostaria todo meu dinheiro.
Ele a olhou com incredulidade.
-É impossível. Quem ia querer fazer algo assim?
-Se quer saber minha opinião, diria que foi Rosalie - respondeu Leah. - Todos sabem o que fez com as mãos da condessa.
-Mas aquilo foi um acidente - disse Edward, que se negava a acreditar em sua tia. Rosalie podia ser travessa, mas nunca faria algo assim. - Além disso, Rosalie e Bella fizeram as pazes.
Leah se encolheu de ombros outra vez.
-Sim?
Justo então, apareceu Esme, arrastando Rosalie, que estava chorando.
Edward se virou para sua prima, tentando manter seu olhar livre de qualquer tipo de acusação.
-Não fui eu - choramingou Rosalie. - Nunca o faria. E sabe. Agora gosto de Bella. Nunca lhe faria mal.
Edward queria acreditar. De coração, mas a garota já tinha provocado muitos acidentes.
-Possivelmente é algo que pôs em marcha na semana passada, antes que Bella e você arrumassem suas diferenças - disse ele devagar. - Possivelmente esqueceu...
-Não! – Gritou Rosalie. - Não fui eu. Juro.
Esme rodeou os ombros de sua filha com um braço.
-Eu acredito, Edward.
Ele olhou os olhos vermelhos de sua prima e se deu conta de que Esme tinha razão. A garota dizia a verdade e ele se sentia um canalha por ter duvidado dela, embora só fosse um segundo. Rosalie podia não ser perfeita, mas nunca envenenaria ninguém. Suspirou.
-Certamente, foi só um acidente. Possivelmente monsieur Stefan utilizou leite azedo para o creme.
-Azedo? - Repetiu Leah. - Para lhe fazer tanto dano, teria que estar quase podre.
Edward sabia que tinha razão. Bella havia ficado doente de repente. Era possível que aquelas convulsões fossem consequência de algo tão benigno como o leite azedo? Mas que outra coisa podia ser? Quem ia querer envenenar sua mulher?
Esme deu um passo à frente e acariciou o braço de Edward com a mão.
-Quer que fique com ela?
Ele não respondeu em seguida, porque ainda seguia perdido em seus pensamentos.
-Perdoa, o quê? Não. Não, ficarei eu.
Esme inclinou a cabeça.
-De acordo. Mas, se necessitar ajuda...
Edward ao final centrou o olhar em sua prima e lhe dedicou toda sua atenção.
-Agradeço isso, Esme. Pode ser que tome a palavra.
-Não duvide em despertar - disse. E em seguida levou sua filha pela mão e se dirigiu para a porta. - Vamos, Rosalie. Bella não poderá descansar com tanta gente ao redor.
Leah também se dirigiu para a porta.
-Voltarei em uma hora para ver como está – disse. - Mas parece que superou o pior.
Edward olhou sua mulher, que tinha dormido. Tinha melhor aspecto que fazia dez minutos, mas isso não era muito; só poderia estar pior se tivesse começado a cuspir sangue. Ainda tinha a pele translúcida e pálida, mas respirava a um ritmo normal e, pelo visto, não tinha mais dores.
Pegou-lhe a mão e a aproximou da boca enquanto sussurrava uma oração. Ia ser uma noite muito longa.
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Olá, cumpri minha palavra. Aí o capítulo. Não me batam! *levanta a bandeira branca*
Quero agradecer a gby00, mypallotx3, patylayne, Ludmilaaa, Priis Cullen, Missin, Polly, adRii Marsters, GESS, Missin e a Lu pelos reviews. (P.S: Ri demais com o review do capítulo 16/15 de patylayne).
Só quero pedir desculpas novamente pelo meu tremendo atraso com a atualização desta fic. A minha única defesa é que de uns tempos pra cá mau tive tempo para sentar em frente do pc e para piorar a situação na semana passada fiquei sem internet, não tinha jeito de enviar o cap. para o site.
Até o próximo capítulo, e não esqueçam de deixar a review de vocês. ツ
