otas da Historia:

Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs. 100% Beward

Obs. Pov. Edward

Obs. Historia para maiores de 18 anos


Capítulo 21

Agradeci ao empregado que me trouxe café, tomei um longo gole, enquanto esperava pelos pais de Rosalina.

Quando os Hussein entraram, os saudei e os esperei se sentarem para voltar ao meu lugar.

- Sheikh Al Rashid, Ahlan-Wa-Sahlan! É uma honra tê-lo em nossa casa.

- Shukran. É um prazer estar aqui.

- O prazer é nosso Sheikh.

- Claro. Creio que estão curiosos para saber o motivo da minha visita repentina.

Ambos se olharam e sorriram.

- Na verdade, já imaginávamos que viria.

- Imaginavam?

- Sim, veio por Rosalina, não foi? - murmurou a mulher com um olhar sonhador e só pude mirá-la de boca aberta.

-Sabemos que já tem uma noiva, mas não nos importa que tenha mais de uma esposa... Contudo, deve se casar com Rosalina primeiro, ela deve sempre ser a primeira.

A esposa assentiu e continuei os fitando como se tivesse alguma coisa errada com eles. E de fato havia, ou não estariam falando aqueles absurdos.

- Vejo que houve um mal entendido. Não pretendo me casar com Rosalina.

- Como não? Por que veio então?

- Para falar sobre Rosalina e Hassan.

- Não há nada o que falar. O bastardo pediu a sua mão e neguei. Minha filha vai fazer um grande casamento.

- Ela terá um grande casamento com Hassan. Afinal, ele é o filho do Sheikh.

- Mas não o filho verdadeiro. É um moleque de ruas.

- Quem lhe disse isso?

- Acha mesmo que não pesquisei sobre a família quando a Sra. Amani apareceu com a proposta de casar a minha filha com o Sheikh Al Rashid?

- Mandou investigar a minha família?

- É claro! Eu queria saber com quem estaria lidando. Agora, vai se casar com Rosalina ou não?

- Eu já sou casado. Casei-me na América com a minha esposa. O casamento aqui seria só para oficializar tudo diante de meu povo.

- Entendo, então não há nada mais para se falar. - ele começou a se levantar e bufei.

- Há muito a se falar. O meu irmão e Rosalina se amam. Eu vim aqui para resolvermos a situação.

- Não há nada a resolver rapaz, me foi prometido que a minha filha se casaria com o Sheikh e não o seu irmão adotado. Ele nem sequer é um Al Rashid.

- Ele é! O meu pai o adotou legalmente... Hassan é tanto Al Rashid quanto eu.

- Não o suficiente.

- L'na, homem teimoso.

- Não sabe o quanto Sheikh. A minha filha não se casará com um indigno. Não a criei para ser uma segunda esposa, a criei para ser uma princesa.

Era inútil tentar dialogar com aquele homem.

Parece que teria que ir para o plano B.

- Entendo... Parece que nada do que eu lhe diga o fará mudar de ideia.

- Exatamente! - com um suspiro me levantei.

- Então creio que devo ir...

- Acho que é o melhor. Ma'as-salama Sheikh.

- Ah, antes de ir seria possível que eu me despedisse de Rosalina?

- Não! - respirei fundo antes que eu esganasse o homem.

- Argook, Rosalina foi a minha ikhet pelo tempo em que esteve conosco.

O homem infeliz já negava quando a mulher se levantou sorrindo.

- Ibrahim, ele só quer dizer adeus.

- Não vejo motivos Fatinah.

- Sabe como ela está triste, isso pode animá-la e dará um fim a tudo, também.

- L'na, está bem. - ele grunhiu e se voltou para mim com uma carranca. - Mas será rápido, sim?

-É claro!

Voltei a me sentar enquanto a esposa foi em busca de Rosalina.

Assim que estava sozinho com o velho, ele tomou o seu lugar parecendo cada vez mais irritado, eu sorri, o que só o irritou mais ainda.

- Me diga Sheikh, se o seu irmão é tão Al Rashid quanto você, por que ele não é o Sheikh? Ele é o mais velho.

- Ele não quis.

- Como pode não querer? Ele seria o Sheikh agora.

- Meu irmão é um bom homem, e acreditava que o título era meu por direito, assim como a maior parte da herança.

- E no que você acredita? - sorri.

- Que o meu irmão é um tolo. Ele pode ter se recusado ao título, mas metade de tudo que eu tenho, será dele.

- Acredito que você que seja o tolo rapaz.

- Bem, se o Senhor não entende o valor de se ter uma família, então é mais tolo do que eu. Se o meu irmão me pedir amanhã para ser o Sheikh, eu lhe daria o lugar sem pestanejar.

- A sua esposa não gostaria!

- Isabella e eu nos casamos por amor, não por títulos e status.

Ele ficou vermelho, e se calou.

Pouco depois, Rosalina entrou na sala e me deu um sorriso triste.

- Edward... Huh... Meu Sheikh. - rindo fui até ela e peguei as suas mãos entre as minhas.

- Rosalina, que bom vê-la, todos sentem tanto a sua falta...

- Oh, sinto a falta deles também, hmmm, como estão todos? - ela olhou de esguelha para o seu pai.

- Tristes... Alguns bem mais do que outros. - ela engoliu em seco.

- Diga a ele que sinto muito... Diga-lhe que as palavras de meu pai não são as minhas, que ele sabe o que vai dentro de meu coração hoje e sempre...

- Rosalina! - gritou o seu pai e ela se calou.

- Eu direi, mas só se você não aceitar a minha proposta...

- Que proposta? – o seu pai se levantou vindo para perto de nós, imagino que para arrancar a moça de mim e escondê-la, então tratei de falar rápido.

- Venha comigo Rosalina, cuidarei de você e assim poderá se casar com Hassan.

- L'na rapaz ardiloso. Não ouse ouvi-lo menina ou a deserdarei... Aí será tão indigna quanto o seu bastardo.

- Venha Rosalina, sei que peço muito, mas é sobre a sua felicidade que estamos falando.

O seu pai nos afastou, a puxando para longe de mim.

- Saia de minha casa, não é bem vindo aqui, nem você, nem o seu irmão bastardo.

O ignorei, olhando para Rosalina, notei que ela estava pálida e tinha um olhar perdido.

- Edward...

- Sei que peço muito, mas se trata de sua felicidade. Se quiser vir comigo cuidarei de tudo.

- Rosalina, vá para o seu quarto. Fatinah tire-a daqui agora.

A sua mãe começou a puxá-la, enquanto o seu pai me empurrava para fora.

- Espere. - gritou Rosalina e todos a encaramos.

- Filha venha... - ela negou e se afastou da mãe.

- Eu amo Hassan, quero me casar com ele.

- Ele é um indigno, filha.

- Não! Ele é o homem que eu amo. - ela segurou as mãos de sua mãe e beijou a sua testa.

- Rosalina...

Afastando-se de sua mãe, ela veio para o meu lado.

- Eu vou com você...

- L'na não vai a lugar algum, menina ingrata. Se sair por aquela porta, será tão indigna quanto o seu bastardo. Não terá mais família, nem nada meu.

Ela me olhou e lhe estendi a mão.

- Sabe que Hassan não liga para nada disso.

Ela assentiu e colocou a sua mão sobre a minha.

- Rosalina...

- Ma'as-salama. - sussurrou e saímos.

Assim que estávamos do lado de fora ela me olhou assustada.

- Vai dar tudo certo.

- Eu... Eu abandonei a minha família.

- Quer voltar? Eu vim porque acreditei que amasse Hassan. Mas se quiser desistir e voltar...

- Não eu o amo, eu amo Hassan, mas... Eu...

Imaginava como ela deveria estar perdida. Mas se ela escolheu a nós, ao invés de seus pais, iriamos mostrar que valeu a pena a sua decisão.

A guiei para o carro e assim que entramos, ela me olhou com tristeza.

- Ainda pode voltar, Rosalina...

- Não, nunca mais poderei...

- Não precisa se preocupar com nada, cuidaremos de você. Isabella e eu seremos os seus irmãos e terá Hassan, é claro.

Aquilo a fez sorrir.

- Como ele está?

- Triste, acredita que a perdeu para sempre. - ela suspirou.

- Ontem quando viemos contar aos meus pais, o meu pai foi muito cruel com ele... Amani contou tantas coisas horríveis...

- Espere, Amani?

- Sim, ela veio a casa e conversou com os meus pais.

- Ele disse que investigou a minha família... - resmunguei e ela negou.

- Ele pesquisou o nome Al Rashid, mas ele não sabia da história de Hassan, pelo menos até Amani vir até aqui em casa.

- Maldita mulher! Como pude ser tão tolo e ter confiado nela?

- Ela enganou a todos nós. Antes que você e Bella chegassem, ela era a mais doce e gentil das mulheres. Sempre falando bem sobre os seus sobrinhos queridos.

- Hmmm ela era mais falsa do que eu imaginava.

- Sim muito... Sei que só fui por um dia, mas como estão todos?

- Bem, na medida do possível. Isabella passou a noite com Hassan, enquanto eu planejava o seu rapto.

Ela riu.

- E o que aconteceu com o plano?

- Hassan estava ocupado com um copo de uísque, então Isabella tomou o seu lugar como voz da razão e me disse que eu deveria conversar com os seus pais antes de tomar medidas tão drásticas.

Ela sorriu mais verdadeiramente dessa vez.

- Sabe, eu amo os meus pais e vou sentir falta deles, mas estou ansiosa para fazer parte de sua família.

- Você já é Rosalina.

- O engraçado é que ontem eu planejava escapar, armei milhões de planos para fugir e ir ao encontro de Hassan, mas tive medo.

- Do quê?

- De você reprovar e me mandar de volta. Ou que Hassan não me amasse o suficiente para me aceitar sem nada...

Bufei e apertei as suas mãos entre as minhas.

- Todos absurdos.

- Eu sei agora. Shukran sheik.

- Chega de formalidades ikhet, me chame de Edward ou Khay.

- Khay.

Ambos sorrimos.

Ao chegar a casa, saí e estendi a mão para Rosalina, colocando-a no meu braço, vi que estava um pouco trêmula.

- Calma Ikhet.

- Estou tentando.

Rindo, entramos em casa.

- Por que preciso me arrumar? Quem vem nos visitar, Bella?

- Alguém muito importante. Tem certeza que essa é a sua melhor roupa?

- L'na sim, sim é tão boa quanto às outras, quem vem afinal?

Ri ouvindo Isabella e Hassan discutindo, Rosalina sorriu.

- Você está muito bonito Khay.

- Shukran Ikhet. Deixe-me arrumar o seu turbante.

O ouvi rindo e ao entrarmos na sala arqueei uma sobrancelha ao ver Isabella cutucando as costelas de Hassan.

- Essa... Não é... Minha cabeça... - falou entre risos.

- Oh, Desculpe me, eu me enganei.

- Obrigada Bella por ficar comigo.

- Você ficou comigo quando perdi a minha mãe.

- É o que os irmãos fazem.

- Sim irmãos!

- Detesto interromper, mas olhe o que os irmãos fazem também.

- Mar-haba Hassan.

- Rosalina?!

Ele sussurrou olhando entre nós e o seu olhar se fixou em mim.

- O que você fez Khay?

- Resolvi o problema.

- Por Allá, não me diga que sequestrou a moça.

- Por que? Se eu tivesse teria sido uma péssima ideia assim?

- Com certeza!

- Viu? Eu te disse!

- Que Allá me proteja, agora tenho duas vozes da razão.

- Ainda não disse... O que fez?

- Bem, eu conversei com os pais dela, mas quando não deu certo, eu a convenci a largar tudo e vir comigo.

- Rosalina, deixou sua casa, por mim?

- Você vale à pena Hassan...

Ele suspirou e foi até ela, segurando o seu rosto entre as mãos, beijou-a na boca, e com vontade.

Senti Isabella agarrando a minha mão e sorrindo, a levei para outro cômodo. Assim que estávamos sozinhos, ela deu um gritinho e me abraçou.

- Conseguiu!

- Eu disse que não voltaria sozinho.

- Estou tão orgulhosa de você Edward... ...pelo que fez por Hassan.

- Ele merece mais, fiz pouco em comparação a tudo o que ele já fez por mim.

- Tem um irmão maravilhoso. E ele tem sorte em tê-lo também.

- E como foram as coisas hoje?

- Hassan foi um pouco difícil, mas deu tudo certo no final.

- Sabe do que precisamos agora?

- Do quê?

- De uma cama e uma icharb. - movi as sobrancelhas, ela riu e saiu correndo em direção as escadas.

Sorrindo a segui, já imaginando a minha Ghazal com uma icharb e nada mais.

[...]

Ouvi uma batida na porta e ajeitei os lençóis cobrindo o corpo nu de Isabella, vesti calças e meu robe, então abri a porta.

Hassan me olhava profundamente, sorri saindo do quarto e fechando a porta.

- Quer conversar?

- Na'am.

- Vamos para a sala de mamãe.

Ele assentiu e caminhamos em silêncio. Ao chegarmos tomamos assentos e nos encaramos.

- Shukran Khay. Rosalina me disse o que fez.

- Fiz por você, irmão. - ele sorriu.

- É um bom irmão. Mesmo sendo precipitado, às vezes.

- Só por que quis sequestrar a moça? - ele riu.

- Isso também. Mas o que prometeu a ela...

- Eu falei sério.

- Eu sei que falou. Mas e se ela agiu por impulso e se ela se arrepender...

- Pelo amor de Allá, pare de ser tão... Hassan.

- Como?

- Hassan, eu te amo, mas às vezes você é um chato. A moça te ama, ela largou tudo por você, só seja feliz. Mande as preocupações pró lixo e aproveite!

- Parece fácil...

- É fácil, basta querer.

- Eu quero, quero a ela mais do que tudo.

- Então case com ela. Já sei! Poderemos nos casar no mesmo dia e fazer uma festa gigantesca. O que acha?

- Que você é louco!

- Então é um sim.

- Sim. Eu quero me casar com ela. Quero ser feliz.

- Ótimo, agora com tudo resolvido, vamos dormir.

- Sim, amanhã preciso ir com Rosalina ao centro, ela veio sem nada para casa.

- Ah é, eu esqueci-me disso. Use o dinheiro que precisar e lhe dê tudo o que ela quiser, sim?

- Eu darei.

Abraçamo-nos e fomos cada um para o seu quarto.

Ao chegar ao meu, não encontrei Isabella na cama.

- Ghazal?

Ouvi um barulho vindo do banheiro e corri para lá, entortei o nariz ao vê-la com a cabeça na privada vomitando e fui até ela, segurei o seu cabelo longe do rosto.

Ela ficou ali por alguns minutos e quando tudo acabou, ela se afastou, foi até a pia e lavou o rosto e a boca, depois escovou os dentes.

Então, sem dizer nada foi para o quarto. Segui-a um tanto confuso.

- Isabella? - ela se sentou na cama e me olhou enquanto mordia o lábio inferior.

- Sim?

- O que foi aquilo? Você está doente?

- Eu... - ela respirou fundo e me olhou torcendo as mãos. - São hmmm enjoos. Eu tenho tido há alguns dias...

- Você está bem? O que tem?

- Eu... Eu não queria dizer até ter certeza, porque pode ser só uma suspeita, mas não sei se tem farmácias aqui e eu preciso de uma pra confirmar...

- L'na, fale logo mulher. - ela estava me apavorando ali.

- Acho que estou grávida...

Olhei para ela com a boca aberta, em seguida para a sua barriga plana.

Grávida...

Então ela não estava doente, só grávida.

- Nuch Kour Allá.

Eu não iria perder a minha Ghazal, só teria mais dela para amar.

- O que isso quer dizer? É uma coisa boa ou ruim? - rindo fui até ela me ajoelhando entre as suas coxas e beijei o seu estômago.

- É perfeito...

- Mesmo?

- Mulher, eu já me casei. O que não tem de maravilhoso nisso? - ela sorriu e vi uma lágrima deslizando por sua bochecha e me apressei em secá-la.

- Há quanto tempo sabe?

- Poucos dias, mas não tenho certeza... Eu precisava de um médico ou um teste de gravidez que seria mais rápido e...

Levantei-me como um raio e fui atrás de roupas.

- Edward, aonde vai?

- Atrás de um bendito teste, não vou me aguentar de curiosidade até termos certeza.

Ela assentiu e quando estava vestido, fiquei sobre ela e a beijei.

- Te amo Ghazal!

- E eu a você Edward...

Dei mais uma bitoca nela e saí do quarto.

Era tarde e provavelmente eu acordaria algumas pessoas na minha ânsia de saber.

Mas seria impossível me pararem agora. Eu precisava saber se seria pai ou não...


N/A: Oláaaaaaaaaaaaaaaaa povo pervoooo!

Como estão povo pervo?

Mais uma semana sem note, mas tô aguentando kkk

Eita que a Ghazal pode estar grávida O.o

O que acham?

E Hassan e Rosalina *.*

Muito love esse casal, hein?

Ah, respondendo a pergunta de uma leitora. Como entrar no meu grupo do facebook. Só ir ao face e me procurar que eu add. Paulinha Halle, e no meu perfil aki do site tem o link do meu face, me manda um oi q add ;)

Agora momentinho Árabe.

LALALALA SALAMA LALA ALALA SAMA LALA HEY \O/

Enfim, as palavras usadas no capítulo de hoje foram:

"Ahlan-Wa-Sahlan" significa Bem vindo.

"Shukran" significa Obrigado.

"Ma'as-salama" significa Adeus.

"ikhet" significa irmã.

"Argook" significa Por favor.

"Mar-haba" significa Olá

"Na'am" significa Sim

"Nuch Kour Alla" significa Graças a Deus

Essas foram às palavras usadas hoje.

Bem, acabou o momentinho árabe.

LALALALA SALAMA LALA ALALA SAMA LALA HEY \O/

Bem perva agora me vou, espero que tenham gostado.

Amando os coments como sempre, vocês arrazam \o/

Fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...