- Só se ele usar a patinha...

- Vai ser bom!

Puta merda!

Estava mais que difícil roubar doce de criança de que trazer meu Ed taradão de volta.

Já fazia quase uma hora que a banheira estava cheia e eu tentava fazer com que Ed me levasse a loucura sobre a pia de mármore, mas a cada "ah" que eu soltava, ele entendia como "ai" e retrocedíamos a estaca zero.

- Melhor pararmos aqui...

- Aqui onde? – Voltei a beijá-lo no pescoço sentindo sua ereção contra meu ventre. Eu precisava era dele em mim...

- Doidinha! – Ed me beijou e logo se afastou.

A estúpida sensação de vazio se apoderou de mim, meu corpo chorou por tudo e reagi.

- NÃO!

- Bella, você ainda está se recuperando...

- Meu corpo sim, mas e meu coração? – E ali eu deixei que ele soubesse que eu o amava e sentia falta dos "velhos tempos", que nem eram tão velhos assim...

Edward abriu minhas pernas sem dó, colando nossas bocas e deixando que seus maravilhosos dedos me enlouquecessem.

Não demorei para percorrer aquele peitoral delicioso e alcançar seu pau em minhas mãos. Ed tentava se segurar de alguma forma para não me descer daquela pia e me comer ali mesmo, mas era exatamente o que eu queria... Se não fosse pedir muito também...

Fazia questão de soltar sussurros deliciosos e gemer contra seu corpo para sentir cada vez mais seus dedos estocando contra mim, enquanto seu dedão massageava meu clitóris.

- Me fode delicia... Me faz tua mulher...

E lá estava meu garanhão inglês. Ed me puxou contra seu corpo, deslizando fortemente dentro de mim.

- Sente isso gostosa... Duro por você... Vou te foder tanto que não vai esquecer...

- Isso Ed... Fuck!

Não demorou e passamos de sussurros e gemidos para altos e claros gritos.

Eu tentei até ser delicada, mas naquele momento eu senti que era tudo que eu precisava:

- EU. TE. AMO. PORRA!

- CASE-SE. COMIGO.

- SIMMMMMMMMM.

E eu chorei. Abraçada a Ed, sentindo meu corpo se entregar de prazer ao seu e consciente que aquele havia sido pedido de casamento mais surreal e perfeito, que eu poderia ter tido.

Senti que Edward havia chorado também e sem pensar o puxei para o chuveiro comigo. A água caia sobre nós morna e agradável, enquanto Ed abraçado as minhas costas, suspirava

Por mil vezes o puxei para a ducha a fim de sentir seu corpo contra o meu e a água e, em todas, ele se esquivava.

Meu corpo precisava dele a cada segundo, incansavelmente eu queria que Ed entendesse que para mim, as neuras haviam sido derrubadas, os medos apagados e só sobrava o amor que eu tinha por ele.

Por vezes pensei que ele havia enjoado de mim, mas ele se virava no banho e me dava um beliscão na bunda ou passava sua mão na minha bunda com desejo.

Nesses momentos eu me retorcia na medida em que meu corpo fosse puro desejo, mas percebi que meu taradão estava longe de mim.

- Ed? – Ele me olhou e o que encontrei fui puro desejo.

Sua boca se contraiu a minha e logo eu escolhi como queria a situação. Virei-me de costas e empinei minha bunda em direção a Ed. Sua respiração percorreu minhas costas me arrepiando imediatamente.

Dedos leves e ágeis percorreram minhas costas como se decorassem cada centímetro de pele exposta.

Calafrios a parte, eu gemia de antecipação ao que Ed planejava.

Sem esperar, senti suas mãos lentamente separarem minhas pernas e seus dedos exercendo a pressão ideal em cada parte da minha coxa, enquanto sua boca se aproximou da minha nuca.

Meu corpo estava preparado para o dele, mas não para sua voz ao meu ouvido, sussurrando enquanto suas mãos brincavam livremente em mim.

- Sabe que eu adoro seu rabo?

Senti seu pau pulsando contra minha bunda e Ed levemente me dedilhando.

- Adoro sentir sua buceta piscando junto com seu rabo me esperando... – E seus dedos me invadiram...

- Ed-ward...

- Meu nome Love... Só seu...

Mordiscando minha orelha, senti seus dedos carregando minha umidade para meu rabo. Edward estava sendo tão delicado que eu cheguei próxima a gozar algumas vezes sem nem senti-lo em mim.

- Conta para mim o que você quer baby...

- Não... – Inconsciente eu sabia que ele tentaria de tudo para saber o que eu queria.

Seus dedos começaram um vai e vem frenético, enquanto eu arqueava meu corpo apoiando minha cabeça contra a parede e sentindo apenas a cabecinha perto de mim...

- Conta baby...

Conseguia apenas murmurar um som negativo, enquanto mordia meus lábios e Ed puxou meus cabelos com força, enrolados a sua mão. Minha cabeça repousou em seu ombro e minha boca se abriu desejando mais.

Sua língua quente percorreu minha bochecha até chegar ao meu lábio e eu sentir uma mordida mais dura.

Imediatamente me senti mais pressionada pelo seu pau que estava mais que duro contra meu rabo.

- Fala!

- Sou sua...

- Não. – Sua mão segurou minha cintura e logo eu entendi...

- Fala logo Isabella... – OMG! O tarado e bravo estava voltando... OMG!!!

- N-nã-não... – Sua mão não esperou e sem pensar Ed apertou meu seio sem delicadeza e mordeu meu pescoço, onde ficaria uma marca.

- Estou sendo bonzinho... Última chance Isabella... – Oh senhor! Eu nem preciso dela...

Rebolei pesadamente contra seu pau, deixando claro precisava senti-lo e um urro veio como resposta.

Meu cabelo foi solto e uma de suas mãos, puxou minha perna para trás deixando-me mais que exposta para ele.

Em tempo, consegui me segurar contra a parede no momento em que Ed me invadiu em uma estocada longa.

- Fuck! Rabo delicioso Bella!

Ao invés dele me segurar pela cintura ele aproveitou para me deixar mais que louca, mergulhando seus dedos em mim.

As estocadas eram controladas e fundas, e quando eu tentava me mover, Ed me empurrava mais contra a parede, até soltar minha perna e sua mão deslizar contra minhas costas.

Foi impossível não me curvar enquanto Ed aumentava a intensidade do vai e vem...

- Porra Bella! Caralho que delicia...

- Isso Ed...

Não demorou para que naquele ritmo meu corpo se entregasse à ele. Gemi como nunca enquanto ele gozava em mim.

Seu corpo tombou cansado sobre o meu e suas mãos acariciaram meus cabelos caídos. A posição começou a doer e eu comecei a me levantar. Ed segurou minhas mãos contra a parede e não saiu de mim. Novamente sua boca colou em meu pescoço, alternando entre mordiscadas e beijos.

Seu hálito quente me deixou inebriada, e logo meu coração foi desacelerando.

- Ainda não falou o que você quer baby... Estou esperando.

FUCK! Nunca provocar meu amor a ponto dele ficar bravo... Muuuuuito bravo sim... Bravo apenas? Não!

Gemi e deixei claro que não estava em condições de mais esforços agora, mas Ed pareceu não entender muito bem.

O chuveiro foi reaberto e ele nos guiou para baixo da água morna que caiu como um bálsamo em meu corpo ainda quente.

Assim que Ed se afastou não tive tempo para sussurrar ou deixar claro meu descontentamento, pois ele me virou contra ele e novamente eu estava prensada na parede com sua boca na minha.

Era exatamente o que eu queria: me perder em seu corpo, até perder os sentidos ou sequer lembrar quem eu era.

Sua boca deslizava por canto do meu rosto, pescoço e orelha, enquanto eu conseguia me manter viva e segurando em seu cabelo.

Ed serpenteou pelo meu corpo deixando um rastro de incêndio em cada lambida e chupada que me dava. Meu seio correspondeu instantaneamente a sua boca, ficando mais que duro contra sua língua e mão.

Não demorou para seus dedos chegarem novamente abaixo, mexendo de leve com meu grelinho, me deixando a beira de um enfarte.

- Edward caralho... Assim eu...

- Você o que Love? Pelo que me lembre... Não me disse o que quer, então... Faço tudo...

MORRI!

Sua boca chegou rapidamente ao meu grelinho enquanto eu tentava criar juízo suficiente para dizer que eu o queria, apenas e tão somente isso. Mentira, eu estava adorando isso e muito mais.

Comecei a não mais agüentar meu peso com tamanha movimentação que Ed fazia sugando cada gotícula do "seu mel" que ainda escorria em minha coxa.

Ed percebeu e logo eu estava em seu colo em direção a cama.

- Pode ser aqui mesmo? – claro, afinal ele poderia me oferecer agora mesmo o anfiteatro da universidade ou ainda o backstage de um show...

- Claro, onde mais você me levaria?

Ed não respondeu e simplesmente me colocou com cuidado sobre a cama e se dirigiu aos meus pés.

Sua mão ia alisando cada parte do meu pé, da minha perna, coxa e logo sua boca mergulhou em mim.

Não me segurei como antes e gemi alto. Senti que Ed sorria entre minhas pernas e novamente ele afundou sua língua em mim. Sentia cada mínimo pedaço sendo devorado, mastigado, sugado enfim, ele estava chupando até o caroço.

Um misto de desejo, paixão e amor me inebriou juntamente com as contrações que vinha de baixo. Prestes a explodir senti sua língua me abandonar...

Olhei para ele, e o encontrei me olhando sedutoramente.

- COMO ASSIM? Por que parou?

- Ainda não Love...

Ed se jogou sobre meu corpo, deixando claro que ele também estava a ponto de gozar rapidamente e então ficamos nos beijando.

Nossas mãos brincavam sossegadas por nossos corpos e embora eu quisesse chegar lá, resolvi curtir a idéia maluca que meu taradão estava tendo.

- Você ainda não me disse o que quer e estou ficando bem impaciente. – Sua carinha demonstrava que a "brincadeira" tinha acabado.

- Você ainda duvida do que quero... Eu só quero você meu amor! - Seu sorriso iluminou o quarto e meu coração.

- O tempo todo era só isso?

- E você se acha pouco assim?

Edward calou minha boca com brutalidade, chegamos até a raspar dentes, mas tão logo ele diminuiu a brutalidade, senti seu corpo se acomodando ao meu novamente.

- Ed...

Em meio ao meu gemido contra sua orelha, ele me penetrou. Suas mãos percorreram as minhas e as seguraram sobre minha cabeça.

- Olha pra mim... Vou te comer toda hoje Love...

- Isso Ed... Sou sua...

Rapidamente o ritmo das estocadas diminuíram e Ed se curvou sobre mim. Sua boca cobriu meu seio e as estocadas passaram a serem lentas e grossas. Sentia a passagem de cada pedacinho de seu pau dentro do meu corpo.

Não sei qual foi o momento, mas Ed pegou uma das minhas mãos e a repousou sobre seu coração, enquanto a outra foi em direção ao meu clitóris.

- Quero que sinta como fico quando te dou prazer...

Imediatamente o vai e vem se intensificou enquanto seus dedos dedilharam meu clitóris. A sensação maravilhosa cresceu a medida em que minhas carnes comprimiram o pau de Edward e eu me lembrei de "pompoar".

Seu coração deu um salto e o meu seguiu seu compasso, logo depois estourei em um orgasmo magnífico, com Ed gemendo meu nome enquanto eu sentia ele se derramando dentro de mim.

- EU. TE. AMO. PORRRRRRA!

E mesmo se eu não soubesse disso antes, Ed fez questão de deixar claro para o hotel todo que me amava ou que estava gozando... Em meio aos seus beijos eu adormeci um pouco.

Já passava das cinco da manhã e estávamos nus na cama. Eu já tinha cochilado um pouco e Ed também. Agora estávamos entregue à nós e minhas mãos brincavam sossegadamente com seu mamilo e ele fazia o mesmo. Nossos olhares não se desviavam um minuto e eu tinha medo de perguntar o que tanto ele pensava quando me olhava.

Eu queria sair gritando mais e mais que o amava, e que nada mais me importava, pois agora eu conseguia entender o poder de um verdadeiro amor.

Edward me aninhava em seu peito e eu escutava o batimento cardíaco vigoroso e sedutor, que deixava meu corpo em chamas.

Sabia que uma hora ou outra eu descobriria o que tanto ele esconde, mas de fato, isso não seria problema, não após tudo que passamos, não mesmo!

- O que você diria se eu lhe convidasse para conhecer os Estados Unidos dentro de um carro? – Hein? Ele estava louco ou o quê?

- Talvez diria sim, provavelmente um não... Mas por que pergunta?

Eu sabia que a hora de saber sobre a verdade estava chegando. Segunda mulher? Não agüentaria... Filhos? Talvez eu agüentaria... Traição? Nunca!

Eram tantas as possibilidades de problemas envolvendo nossa relação que eu já começava a imaginar o poderia ser os motivos que o levaram a se fechar dessa forma.

- Fala comigo.

- Love, love. O que quer que eu diga?

- Que tal toda a verdade? Sinto que uma hora terei várias surpresas desagradáveis e que elas estão todas sobre seus ombros nesse momento.

- Hummmm...

Edward revirou os olhos e a minha vontade foi de socar seu estomago até ele regurgitar os problemas. Isso já tinha passado dos limites e eu já começava a ficar nervosa.

- Tô começando a me irritar sabe... Acho que vou embora e deixo você pensando com seus botões...

- Absurda! Vai ter ataque de mimada de novo é?

- Vou sim...

E sem pensar nas conseqüências, montei sobre Edward, deixando seu pau a frente do meu grelinho. Ele estava quase duro e o fato de eu começar a rebolar sobre ele já o deixava pronto...

- Onde diabos estão nossas algemas? Nessas horas elas seriam um bom jeito de obter informações...

- Anda vendo muita televisão, "benzinho"...

- Hummm... Então eu sei como te fazer falar direitinho...

Levantei rapidamente pegando o lençol que estava ao pé da cama e rapidamente envolvi os pulsos de Ed, fazendo com que o restante passasse pela cabeceira até seu outro pulso. Ele estava adorando ser amarrado já que nem se mexeu. Fuck Bella, sua vez de novo!

- E agora vamos ao interrogatório...

Percebi seu pomo de adão subir e descer, enquanto ele recuperava seu fôlego e fixava seu olhar em algum ponto sobre a minha cabeça.

- Cada vez que eu sentir que você foi sincero, ganha um presente... – Abaixei sobre ele e o beijei com fúria.

- E? – Ele ousou perguntar o restante?

- E senhor Cullen... Se eu sentir que está mentindo, vou me distanciado, até ir embora desse quarto e da sua vida para sempre.

Seus olhos tremeram e sua boca se abriu em um "O". Era claro que eu nunca mais conseguiria abandoná-lo, mas era minha única arma...

- Posso começar?

- N-não... Ed gaguejou e eu me abaixei até seu ouvido...

- É só não mentir baby...

Senti seu coração dar um pulo... É... Eu teria muito trabalho pela frente...

- Primeira pergunta: Por que não foi com Jasper? Seria nosso primeiro encontro...

Ed relaxou e no momento seguinte, notei que ele já transpirava um pouco...

- Eu tinha uma vagabunda que chamava de namorada na época e não achei certo traí-la.

- Boa resposta love...

Abaixei até seu maxilar e comecei a beijá-lo e mordiscá-lo, arrancando alguns gemidos e suspiros quando minha mão tocou seu pau lentamente.

Levante e vi Edward com os olhos semi-serrados e mordiscando os lábios, enquanto eu comecei a masturbá-lo...

- Próxima. – Edward abriu os olhos imediatamente e soltou a respiração que eu não tinha percebido que estava presa. Ele tinha muito o que esconder...

Eu queria começar com coisas que não me importariam quais quer fossem as respostas, para deixá-lo mais tranqüilo para responder as mais pesadas...

- Quando você descobriu que a Bella da balada era a Isabella Brandon? – Essa era uma pergunta fácil não era? Então por que diabos ele passou a transpirar desse jeito?

- Er... Bem... Acho que...

- Diz Ed...

- Quando sua irmã lhe levou de mim...

- Ah tá... Tud... O QUÊ???????????????????????????????

Eu quis matá-lo... Desde a balada... A Edward... Você me paga!

Consegui me movimentar sobre seu corpo e abocanhar seu pau com gosto.

Escutei a mistura de grito com gemido.

- TÔ VENDO QUE ISSO FOI LONGE DEMAIS!

- E eu não sei o quanto vou agüentar... – Ed gemia ao invés de falar.

Minha raiva era enorme, mas eu queria judiar muito mais dele... Ele nem imaginava o restante das perguntas e por mim:

- Sir Edward Cullen, o senhor está proibido de gozar por hoje!

- Definitivamente: TÔ FUDIDO!

E ele estava mesmo...


N/A:

Oi meninas.... (e cuequeiro lindo )

Obrigada pelos reviews do cap anterior e pelo carinho de sempre...

Cap pronto... Entrega imediata e prazer garantido...

Agora vocês só precisam me agraciar com as reviews... Que tal a troca?

Bjkas