MAIS UM POST !! Demorei mais cheguei o/ Não me matem gente ;)
Capítulo 20 – So much for my happy end
You were everything, everything that I wanted
We were meant to be, supposed to be, but we lost it
All of our memories, so close to me, just fade away
All this time you were pretending
So much for my happy ending ( By Mary Eugênia)
Era demais até para mim. Fiquei durante um tempo olhando para o nada no restaurante. A mesma garçonete francesa veio ver se estava tudo bem comigo, mas eu dispensei. Várias outras pessoas vieram me dizer como eu era louco, que eu poderia ter morrido, uma mulher com ar de apaixonada, disse que foi lindo, e que ela queria que alguém fizesse aquilo por ela, e um homem meio bêbado disse que mulher não prestava, que era bicho do mato que a gente tem que ter longe.
Eu até cheguei a concordar, mas era Bella. A mulher que eu amava, não era um 'bicho do mato'. Apesar da raiva que nascia em mim, tanto minha, tanto dela, como de todos a minha volta, eu ainda amava ela. Eu acho que meu amor era algo tão grande que até a maior das raivas não poderia ultrapassá-lo.
Depois de um tempo, e uma bebida bem forte que descia ardendo pela garganta, eu me levantei, paguei a conta com muito mais dinheiro que realmente era, e saí correndo pelas ruas. O vento batia no meu rosto, me impulsionando a voltar, como se fosse errado o que eu fosse fazer, ou se eu não gostaria de saber o que me aguardava.
Ela não podia ir embora, não podia. Nós iríamos nos acertar, nós iríamos voltar a nos amar, ela iria se recordar da nossa noite perfeita, iria se lembrar que me ama, e que eu não tinha culpa da minha força de atração, ela iria se lembrar, iria... iria...iria...
Quando finalmente, percebi que as únicas chances que eu tinha eram ou chegar só amanhã no hotel, ou chegar a um hospital em uma maca. Pedi um táxi, e paguei por uma 'corrida'. Que não foi lá àquelas coisas, pois as ruas estavam lotadas. Cheguei no hotel, em meia hora e todo o esplendor de Paris pareceu despercebido por mim. Nada mais importava.
Subi correndo até o quarto que ficava na cobertura, pelas escadas. Caindo algumas vezes, tamanha era minha ansiedade, tamanha minha vontade de dizer coisas boas para ela, e não uma ameaça de morte.
Entrei no apartamento já que a porta estava aberta. E saí procurando ela. Certamente, que ela não estaria lá, pois tinha o risco de eu chegar á qualquer momento, como agora. Mas a simples hipótese e probabilidade de que ela poderia estar, me fazia procurar com todo o ardor e força que eu sentia.
Procurei por ela, mas não encontrei. Ouvi um barulho de água vindo do banheiro, e fui até lá. Será que ela estava no banho? Eu sabia que era improvável. Quem iria tomar um banho depois de tudo aquilo?
Abri a porta com força, e vejo que o som da água e a da torneira enchendo a água da banheira. Tinha uma pequena cortina que me impedia de ver quem estava ali. Meu coração ameaçava sair do peito á qualquer momento, e com toda a força e coragem eu abri as cortinas, dando um grito de susto e desespero. Não era Bella ali, era Tanya.
Ela me olhou com os olhos esbugalhados, depois deu um sorriso sedutor, que para mim mais parecia uma careta horrorosa. Eu me afastava cada vez mais, com o horror estampado nos meus olhos, como imã grudado na geladeira.
- Oi amor, pensei que não ia chegar nunca do seu tour. Na verdade, pensei que viria mais cedo, já que a Bellinha (ela usa no sentido de nome de cachorro, ok? Minha cachorra chama Bellinha XD) já saiu daqui há muito tempo...
- Onde ela está? – Falei gritando com o desespero na minha voz.
- Não sei. – Ela deu de ombros enquanto erguia uma perna e ensaboava.
- Onde ela está? – Falei quase rachando minha garganta ao meio.
- Calma, amorzinho. A Bellinha deve estar bem longe, porque ela estava bem magoada... – Ela ergueu a outra perna e começou a massagear. – Que pena, não é Edward? Mais uma que você trai, que você não respeita. Mais uma mulher que você trata como lixo. Mais uma que você perde... – Ela falou enquanto suspirava com um risinho nos lábios.
Minha raiva era tanta que eu poderia ir lá e bater nela, só para tirar aquela expressão vitoriosa que ela tanto carregava.
- Mas não se preocupe... Você não me perdeu, porque eu amo você mais que tudo e todos, Edward... Você não me perdeu. – ela repetiu sorrindo enquanto começava a cantarolar baixinho uma música de crianças.
- Pára... – Falei entre dentes. – Você não é minha mulher, nunca foi, e nunca vai ser!
- Eu sou sua noiva ainda. E vim aqui só para te ver... Na verdade eu vim aqui para te ver e por conseqüência sua... Você me fez de todos os modos vir aqui...
- Como assim?
- Eu fui praticamente expulsa do desfile... Tamanha era minha raiva que eu quebrei o pulso. Eu achei que poderia usar isso á meu favor, por isso Tom ligou pedindo para você ir até lá... Mas você não foi. E por quê? Porque estava aqui se divertindo com a Bellinha! – Ela falou com raiva, mas depois suavizou a voz de levantando da banheira. – Só... Que se Maomé não vai a montanha, a Montanha vai á Maomé. E por isso vim aqui com Tom. Porque já que eu fui expulsa, porque eu não poderia vir visitar meu futuro marido aqui não é mesmo?
- Você é louca!
- Não sou não... Mas a verdade, é que eu vim aqui só para te informar que minha família está ansiosa para nosso casamento. Minha família, não vê a hora que você seja meu marido...
- Isso nunca vai acontecer.
- A vai... Tom está furioso sabe... Ele acha que meu corpo é muito bom para ser 'desperdiçado', e eu até cheguei a pensar que eu poderia tirar, mas eu falei, assim eu posso prender o Edward... Então, cá estou para te dar à novidade.
Eu estava muito confuso. E minha raiva só crescia.
Ela começou a cantarolar aquelas musiquinhas de criança que geralmente se toca no parquinho.
- Pára de cantar isso! – E fui até ela sacudindo-a nos ombros. E se não fosse o que ela me falou depois, eu tinha certeza que teria a batido.
- Vai bater na mãe de seu filho mesmo? Vai matar seu filho que está nesse ventre? Vai mandar eu parar de cantar a canção de ninar que você tanto vai cantar para ele?
Eu olhei assustado para ela, quando vejo a barriga. Antes onde era a barriga sem nenhuma gordura, e sequinha, agora tinha uma saliência. Sem dúvida, era... Era... Um... Ah não...
- Parabéns papai! – Ela falou enquanto começava a gargalhar sonoramente.
- Você é louca!
- Eu louca? – Ela riu mais ainda, enquanto começava a acariciar a barriga. Eu olhava aquilo torto, e não tinha dúvidas de que ela estava grávida, mas não de que o pai era eu.
- E quem garante que eu sou o pai? Você não passa de um mês de gravidez, no máximo dois, e eu há muito tempo não transo com você.
Ela parou de acariciar a barriga e fez uma cara de pensativa.
- Não é que é verdade? Enquanto euzinha aqui estava sendo ignorada em nosso apartamento, você estava cometendo adultério com sua secretária, e começando a dar em cima de Bella. Só que as coisas aconteceram muito rápido. E em um dia de domingo, O dia após do jantar no Smirks com o Tom Banner, o dia que você já estava alucinado por Bella, e o dia que você foi jantar na casa dos seus pais, foi o mesmo dia, Edward, que você transou comigo enquanto você pensava e suspirava por Bella. – Uma lágrima caiu dos olhos dela. E eu fiquei me perguntando se elas realmente eram verdadeiras. Se bem que se tratando de Tanya, elas eram de crocodilo.
Ela enxugou as lágrimas e começou a sorrir enquanto se aproximava.
- Mas isso é passado. O que importa é que aquele dia deu frutos. E por mais que você tenha pensado em Bella na hora, o filho que esta aqui na minha barriga, é meu! E não dela. E agora você tem que assumir, porque você sabe o que vai acontecer se não o fizer, não é?
- Minha vida se tornaria um inferno. – Falei entre dentes. – Mas que diferença faz se desde que você apareceu nela eu já moro em um?!
- Hahaha! Você não conhece o inferno, pode acreditar! Eu já estive lá. E pode ter certeza de que sua vida é o paraíso.
- E você deve ser o capeta reencarnado!
- Quem sabe? – Ela começou a gargalhar. E nos olhos dela tinha... Maldade. – Sabe, eu nunca verdadeiramente gostei muito de Deus. Ele é muito certinho, e quer que todos nós vivamos fazendo as coisas certas e... Justas. – Ela falava e revirava os olhos. – Mas as coisas boas não são justas, nem muito menos certas. Você acha verdadeiramente que Deus conhece os prazeres do corpo? – Ela acariciou meu baixo frente, e eu recuei com nojo e horror. Ela levou a mão á boca e começou a lamber. – Sabe... Se ele soubesse... – Ela passou a mão pelo corpo nu dela. – Ele teria classificado como uma das coisas "certas"... E quem sabe... Eu talvez não gostasse mais dele, invés de gostar de idolatrar muito mais o inferno? – E levou a mão á genitália dela fazendo pressão ali.
- Eu nunca vou viver com você. Eu sempre pensei que você era possuída, agora eu vejo que você é o próprio demônio! Deus não vai permitir que alguém nasça de você. Eu nunca fiz nada que merecesse tamanha crueldade.
- Oh... Oh... O que você vai dizer agora, Eddie? – Eu fui me afastando dela. Na verdade eu nem sei por que eu não havia ainda saído de lá. – Oh, e agora quem poderá me defender? – Ela gargalhou novamente. – Sabe nunca gostei de fazer o papel de lobo... Mas nós podemos usar a história da Bella Adormecida só que dessa vez ela dorme para sempre, e nenhum beijo a salva. Não... Nós podemos usar a da Branca de Neve... Eu sou a madrasta linda e má. – Ela lambeu os dedos novamente sorrindo com suas idéias. – E a Branquinha vai e o caçador que seria você, arrancaria o coração dela. – Ela começou a rir, e eu conclui que ela não estava possuída nem nada. Ela era louca, mesmo. – Sabe, nunca gostei de contos de fadas. Mas se mudar uma ou duas coisinhas, pode até ficar legal... É... Boa idéia... Vou fazer a modificação no conto de fadas seu e da Bella. – Gargalhou de novo e entrou na banheira novamente, rindo... Sempre rindo.
Saí do quarto ás pressas, e deixei Tanya lá. Mais um minuto no banheiro e eu teria afogado ela na banheira, ou tacado alguma coisa com eletricidade lá. No momento nenhum meio de tortura parecia suficiente o bastante, para castigá-la do jeito que ela merecia. Mas ela sabia que eu não iria cometer o assassinato do meu filho... E que pena, OH Meu Deus, que pena que eu tinha do garoto. Eu não poderia recusar ele, como Tanya disse, eu era "certinho" demais para fazer algo assim. E talvez seja esse o meu ponto fraco, mas pelo menos isso era o que me diferenciava de Tanya no momento. E isso me bastava.
Sai muito atordoado do hotel, sem rumo. Eu me lembrei de Bella. E sabia que eu tinha que procura-la. Tanya ocupara muito tempo meu. Mas agora Bella voltava a ser minha prioridade. Sabia que sozinho não iria conseguir ir á lugar algum... Por isso me lembrei que tinha um encontro com Jasper, Alice e Jacob em um café daqui a pouco. Então resolvi ir até lá.
Cheguei e eles já estavam lá, rindo e conversando, curtindo Paris.
Alice me avistou e se levantou para me abraçar.
- Edward, onde está Bella? – Eu fiquei calado olhando para o chão. E o sorriso de Alice foi se apagando ao ver que ela não sairia de algum lugar de repente, dizendo "surpresa"!
- Edward onde está Bella? – Jacob me agarrou pelo colarinho, e eu me surpreendi porque foi à verdadeira atitude de "homem" que ele teve. E eu já começara a achar que ele era gay, mas lógico que nunca comentei com Bella.
Lágrimas começaram a cair em meus olhos. Lágrimas por Bella, pelo meu filho, minha vida, e por tudo...
- Jake larga o Edward o deixe falar... – Jasper falou enquanto me olhava atentamente.
Jacob me soltou e eu suspirei, engolindo em seco.
- Bella... Ela... Não sei onde está...
- Por quê? – Eles perguntaram juntos. Eu tomei fôlego e falei tudo de uma vez.
- Eu e Bella estávamos em um restaurante, quando uma garçonete veio nos atender. Ela começou a ignorar Bella, e só dava atenção para mim, e ela me cantava e eu a repreendia.
- Ah não. Só me falta que Bella ficou com ciúmes. – Jake falou.
- Mas não tem como, se ela ouviu Edward repreendendo. – Alice falou me olhando exasperada.
- O deixem continuar.
- Eu estava falando em francês. – Engoli em seco. – Mas esse não foi o verdadeiro motivo. Só foi a faísca de tudo. Depois ela me acusou dizendo que ela era a Outra para todos os efeitos, que ela se sentia confusa, e que ela nem ao menos poderia sentir ciúmes da garçonete, porque afinal que direito ela tinha sobre mim? – Repeti as palavras dela com dor no coração. – Nessa hora eu já estava com raiva também. E perguntei que se tudo o que eu já fazia por ela não era o suficiente, e que eu teria que me matar por ela, para ela acreditar. – Omiti a parte que eu fui para o meio da avenida. – Aí, ela falou que eu não entendia nada e que ela estava cansada de tudo. E queria que eu morresse. – Na verdade eu também queria morrer agora. – fui atrás dela no hotel e não a encontro. Algumas roupas estão para fora... E a mala e os documentos não estavam mais lá. E lá eu encontro a Tanya...
- Tanya? – Os três perguntaram juntos.
- Sim.. Mas não quero falar sobre isso. A prioridade é Bella.
- Claro... Ah Meu Deus! – Alice esperneava. – Por que ela fez isso? Vocês são duas crianças, isso é o que vocês são!
Jasper já pagava a conta e pegava o celular par fazer ligações. E jake me olhava torto resmungando algo como "Paris, fugir por Paris... Cidade enorme! Bella, minha Bella!".
Eu costumava chamar Bella assim. De minha Bella. Mas eu acho que ela não era mais, e isso me doía profundamente.
- Edward eu liguei para Emmet nos EUA, e ele vai ligar para todos os hotéis de Paris para ver se tem algum registro dela lá... – Jasper falou enquanto guardava o celular.
- Ligue também nas lojas...
- Lojas? O que Bella vai fazer nas lojas, Alice? – Jasper perguntou de novo.
- Compras é lógico. Quando eu briguei com você outro dia, eu fui ás compras...
- Mas isso foi uma briguinha de nada, Alice...
- Não foi uma briguinha de nada. – Jake falou. – Eu a conheço. Ela realmente levou á sério, e realmente está magoada. Ela é muito altruísta, e não faria algo para nós de graça assim...
- Queria que ela fosse tão altruísta com os meus sentimentos. - Resmunguei.
- Cala a boca Edward! – Olhei assustado para Jacob que fazia um gesto impaciente nas mãos. – Eu a conheço, muito mais do que a própria mãe. E sei que ela teve muitos mais motivos do que você admita, ou mesmo você saiba.
- Calma Jake... Não briguem. Vocês estão todos alterados... – Jasper nos tranqüilizou. Jake se acalmou e me olhou impaciente.
- Desculpe Edward... Mas não a julgue na minha frente!
- Jacob... – Chamei ele com calma. – Onde ela pode estar agora? – Iria acrescentar "já que você a conhece mais do que a própria mãe", mas seria ironia de mais e o momento não pedia.
- Só existe um lugar em que ela pode estar...
- Aonde? – Perguntamos juntos.
- Em casa...
E foi assim que transcorreu á procura por alguém que supostamente não queria ser encontrada. Eu e Jacob voltamos para os EUA, e Alice e Jasper continuaram em Paris, tanto para cumprir o tempo de pacote que tínhamos comprado, tanto por precaução caso Bella continuasse em algum lugar de lá.
Emmet continuava ligando para os hotéis, por mera precaução também. Não podíamos deixar de fazer nada. Bella era muito importante para todos nós.
NO aeroporto, devido ao direito de proteção do cidadão, eles não quiseram dar a afirmação se Bella havia ou não entrado no avião e qual o destino. Eu sabia de todas essas mesquinharias. Na minha empresa uma vez, aceitaram um caso sobre uma ex-atriz de Hollywood que havia sido assassinada, e o marido dela, igualmente famoso, estava querendo uma espécie de indenização milionária pela sua morte. O fato era que ela havia ido á trabalho á Transilvânia, para gravar um filme que era adaptação de Drácula, e ela seria uma das três vampiras que vivem com ele. Só que no aeroporto, um grupo de terroristas contratados para matá-la devido á uma vingança de uma ex-colega de trabalho que essa atriz havia "roubado" o papel, pediram as informações sobre ela. E eram muitas informações. Acabou que ela foi atraída á um lugar, achando que se tratava de algum parente ou assunto grave, e lá ela foi assassinada. Depois disso, todos os aeroportos não dão mais informações, nem se a pessoa passou por lá. E eu sabia que não tinha como os fazer falarem, ao menos que eu tivesse um mandato e eu não tinha, logicamente.
Acabou que eu e Jacob voamos ás cegas para Chicago. Jacob acreditava que ela estaria lá, e me fez prometer que não iria procurá-la. Lógico que eu não prometi. Eu precisava me desculpar. Ela sabia que eu terminaria com Tanya quando voltássemos, mas Tanya agora estava grávida. Mas não era um empecilho, eu poderia assumir o filho sem me casar, ou lutar pela guarda dele, já que a mãe era uma possuída. A questão era que se Bella quisesse algo comigo, não poderia haver empecilhos. E se houvesse eu faria de tudo para deixar de ter.
Espero que vocÊs tenham curtido o capítulo... Os POV vão ser todos de Edward principalmente daqui para a frente.. Não vamos querer lamentações em dois povs diferentes né ?! Mentira.. é para dar surpresa, por que a Bella vai inovar ! =D
Christye-Lupin : Bem-Vinda ! aaaew, você gostou da briga ? aieiohaeoiae que bom :) já respondi sua pergunta´né? E ela tá grávida mesmo... :|
Hinata Weasley : Que bom que você gostou... pois é agora tem muitos mistérios na fic :D Eu também queria que ele 'quase' moresse por mim, porém... né
Laliinha -' : oiheoiheo, JAcob gay é mara ! Tava pensando em colocar um lemon gay, mas acho que é muito nojento, sei lá.. :X
Tammy Cullen: Tammy não me odeie! Eu não queria estragar o clima deles, verdade... Eu até pesquisei mais lugares para eles visitarem, e tinha ainda o rapel da torre eiffel, mas vou deixar para outro momento ;)
Pois é .. O que aconteceu com nossa BEllinha ? :\
Cullen: Bem-Vinda, que bom que tá gostando !
eneesmo Carlie Cullen: Sei sim... Inquilino seria como se fosse alguém que está morando nos fundos da casa, ou parte de... Só que aqui na minha região, nós dizemos Inquilino no sentido de "aquele ser".. como você deve conhecer.. ;)
Explicando porque eu demoro.. é devido que demora escrever o capítulo.. e mais ainda para eu entrar na net, devido á escola e as coisas que incluem a escola.. então não sei quando sai o próximo post.. ;)
AVISOS: em breve concurso: " Qual é o melhor fim para Tanya?"
beijinhos =*
.
