Eu disse que traria o capítulo para esse final de semana! \8D/
E morrendo de sono, porque passa da meia-noite e eu sou uma jovem senhora que precisa muito dormir até duas da tarde *morta*
Hoje é um capítulo totalmente voltado para um dos flashbacks, então, aproveitem e boa leitura!
P.S.: Capítulo reescrito ao som de Cinderela (Malta), indicação mais do que certeira da leitora maravilinda D. R. Nunes! s2
Os pergaminhos lacrados, pastas de contabilidade, envelopes de processos e demais papeladas que Malfoy era responsável por cuidar, estavam chegando ou arremessados como armas, ou amassados pela falta de cuidado. Há três semanas Ginevra não lhe respondia, nem se dignava a mandar a amostra de coruja do irmão com um bilhete, um telegrama qualquer. Não. Ela preferiu enviar a coruja de Draco de volta sem resposta alguma, o ignorando como se estivesse no direito de fazer algo do tipo. No fundo, ele não entendia muito bem o motivo de sua raiva, sendo que não revelou à garota até onde seus sentimentos se estendiam e tinha também muita certeza de não ter deixado transparecer mais do que cumplicidade com ela na noite de Halloween. Talvez tivesse sido esse o problema, mas agora já era tarde para pensar nisso. Que ficasse de lição, então.
— Nossa! Que bicho te mordeu? – Pansy saltou em sua cadeira ao quase ser acertada por três pergaminhos. — Draco? – o loiro não quis conversa, dando-lhe as costas logo depois. — Draco! Não me dê as costas assim, eu quero conversar com você! – gritou, correndo para alcançá-lo.
— Eu estou trabalhando, Pansy e talvez você devesse fazer o mesmo. – ela parou de segui-lo, estupefata com a repreensão sofrida. Malfoy até chegou a espiar brevemente os olhos marejados da bruxa e pôde ver seu rosto achatar-se ainda mais com seu desgosto.
Não viu quando ela voltou para o escritório nem quando quase atropelou o pé de Percy Weasley ao entrar no elevador e quase agradeceu ser mandado para o depósito devido sua desatenção. Passar o resto do dia arrumando a bagunça daquele lugar medíocre só fechava com chave de ouro sua rotina. Por que simplesmente não o matavam logo?
Esmurrou algumas prateleiras de metal e o ecoar durou mais tempo do que o esperado para uma sala fechada, ou talvez ele tivesse se exaltado além da conta; a verdade é que estava raivoso com o fato de se importar demais com a falta de resposta de Ginevra quando ele, um Malfoy, jamais deveria ter palavras e ações alheias lhe atingindo daquele jeito. Cogitaria ter tomado alguma poção responsável por confundir seus sentidos, no entanto, a única coisa esquisita provada recentemente foram os pouco saborosos doces trouxas e a tentativa de sopa de Narcissa – que Andrômeda e Lucius insistiram estar maravilhosa, mesmo Draco e Teddy tendo torcido o nariz igualmente com o sabor peculiar.
— Draco! – o senhor Auburn lhe sorriu largamente quando viu o rapaz ranzinza vindo em sua direção. — Tem uma bela visita para você...
De repente seu mau humor havia atenuado e seu semblante suavizou visivelmente. Ainda estava indignado com o descaso de Ginevra, mas ele poderia relevar um pouco se ela tivesse uma boa desculpa:
— Oi, Draco... – todavia, era Astoria sua visita. Agora sim seu mau humor havia se fixado.
— Oi.
— Eu vim te ver... Obviamente... – riu sem graça. Auburn já havia saído. — Eu sinto muito que meu pai tenha te despejado... Eu implorei tanto para ele reconsiderar.
— Não foi culpa sua. – "...embora você tenha sido a moeda de troca" completou em pensamento. — Sinceramente, seu pai nos queria fora da sua casa há muito tempo, ele apenas criou um motivo que justificasse a expulsão. – ela baixou a cabeça, concordando em silêncio. — Se veio apenas pedir desculpa, perdeu seu tempo.
Astoria sorriu e o reflexo em seus olhos verdes eram opacos e sem vida. Ela era uma garota agradável de se olhar, não fossem seus impulsos claramente infantis, até chamaria sua atenção. Uma pena que seu referencial de beleza atualmente fosse olhos castanhos e cabelos vermelhos.
— Eu pensei em te convidar para um chá. Há uma casa de bolos que abriu recentemente em Hogsmead, a Le Crème, e tenho ouvido muitos elogios acerca do bolo de nozes.
Draco conteve o impulso de negar o convite. Talvez fosse bom aceitar, desviar sua atenção e se dar o privilégio de provar de boa culinária nobre ao invés do mesmo café preto de sempre.
E lá estava ele associando sua rotina com a Weasley mais uma vez...
— Bem, já é hora do meu almoço. – mentiu, fingindo checar o relógio. Pelo menos vinte minutos ainda faltava para seu horário. — Nesse caso eu aceito.
O sorriso de Astoria pareceu congelar, mostrando toda a fileira de dentes. Ela deu uma breve risada, quase incrédula em ter finalmente conseguido convencer Draco a acompanhá-la em alguma coisa. Sua felicidade foi tamanha que não percebeu em seu acompanhante a falta de ânimo em realmente querer desfrutar de sua companhia.
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O local era elegante e clássico, o bolo refinado e o chá de muito bom gosto, porém Draco não pode aproveitar nem o lanche, nem a companhia. Astoria só tinha assuntos irrelevantes como sua estufa de lírios e as ações beneficentes feitos em nome dos Greengrass. A única surpresa foi descobrir que ela se saía muito bem em contabilidade e que cuidava da economia de um dos escritórios do pai, uma equipe de advogados centrada em direitos trabalhistas.
E o assunto basicamente foi esse: ela. Para uma garota aparentemente meiga e cheia de receios ela era meio egocêntrica e nisso parecia-se muito com Daphne.
— Já estou no horário de voltar. – mentiu mais uma vez, a cortando enquanto Astoria dizia sobre como uma vez ela em qualquer lugar que não lhe interessava fez algo completamente desinteressante aos seus olhos.
— Oh, eu quase não reparei como o tempo passou rápido! – ela pegou sua bolsa de grife retirando seus galeões, quando Draco a interrompeu.
— Deixe que eu pago.
— Mas o convite foi meu. – tentou protestar, as mãos enluvadas em branco.
— Não é de bom tom uma dama pagar a comanda. – ela o olhou admirada. — Não na companhia de um cavalheiro.
Astoria sentiu-se envolvida completamente por aquele discurso galanteador, sem reparar que Draco dizia tudo aquilo olhando para o lado de fora, encarando uma bruxa de longos cabelos ruivos passando por ali e que paralisou no meio da rua ao vê-lo acompanhado.
Ginevra desviou os olhos quando Draco beijou a mão da caçula Greengrass, ainda com os olhos claros fixos nela. Ele, por sua vez, deixou a garota sem mesmo dar a ela oportunidade de se despedir.
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Com o fim de novembro chegando, o caos se instalava no Ministério. Muitas mansões, casas de grande porte ou até mesmo as de veraneio foram confiscadas de tidos traidores com o final da guerra, além de joias e demais pertences de valor que pudesse interessar ao banco. Como nem todos os estragos haviam sido reparados, muitas dessas posses eram leiloados ou em junho ou em dezembro, a fim de levantar um valor minimamente proveitoso para, ou reconstruir algo, ou pagar a pensão de alguma viúva ou órfão de guerra. Eram nesses períodos que o serviço de Lucius estendia-se, obrigando o homem a passar uma semana inteira fazendo contra-turno no ministério, dormindo em leitos improvisados e às vezes em cima da própria papelada, tudo isso para ter uma base dos lances iniciais – o mínimo pedido por cada peça em negociação – e criar a estatística de quão mais poderiam chegar a lucrar. Draco sentia dores de cabeça só em pensar nisso.
Para completar, sua mãe e tia iriam passar o final de semana fora em um recanto que Andrômeda adorava, com coisas tipo livros e artesanato, bem a cara da pobreza que ela havia se habituado. Não sabia se sua mãe estava em seu juízo perfeito quando animou-se com a ideia de espairecer nesse lugar, mas Lucius a apoiou completamente, pagando à vista a hospedagem da esposa. Ele dizia que Narcissa merecia descansar e se distrair depois de saírem da mansão Greengrass, ela se culpando por ter pressionado Alfonse com o assunto casamento.
Draco não se importava em ter saído daquele inferno disfarçado de caridade, tampouco que não viria mais Astoria com frequência – ainda que ela lhe mandasse uma ou mais corujas por dia depois do primeiro e último encontro. O que o perturbava era saber que passaria um final de semana inteiro com o meio-lobo-mestiço de seu primo. Que Merlin o perdoasse, mas ele preferia estar empurrando carrinhos à aturar aquela peste.
— Eu mando uma coruja assim que chegar, ok? – Narcissa sorriu, beijando a testa do filho.
— Não seria mais fácil vocês usarem alguma chave de portal ou a rede de flu? – sugeriu Draco, observando com tristeza a tia levando as malas para a porta.
— Faz parte do retiro socializar com as pessoas. – riu do enrugar do nariz do filho. — Te vejo segunda-feira.
— Até mais. – despediu-se. — Tia. – acenou com a cabeça, mas logo Andrômeda o estava abraçando.
— Se ele der trabalho basta tomar o urso e deixar no alto da estante da cozinha, que está magicamente bloqueada para ele não alcançar. – deu-lhe uma piscadela cúmplice e Draco cogitou colocar o menino em cima do armário. — Ah, Ginny chegará daqui a pouco, ela só está terminando um treino, sim?
Não. Talvez desse tempo de ir junto nesse retiro, ou de empurrar carinhos de madrugada. Era só o que lhe faltava, ter de passar a noite com Ginevra enquanto os pais estavam longe, tendo o pequeno lobo como companhia. Draco estava cansado daquele inferno astral dos últimos anos, talvez fosse de bom tom que isso parasse agora.
— Dwaco! – Teddy o chamou, abraçando suas pernas.
— Pode me soltar. – o avisou se afastando, porém, o garotinho riu.
— Brincar? – ele mostrou o urso zarolho e o esticou em direção a Draco.
— Com certeza não.
— Brincar! – esbravejou, chacoalhando a pelúcia.
— Sem chances. – dando as costas para Teddy, esse começou a gritar estridente, sapateando onde estava. Seu cabelo tinha ganhado um tom vermelho escandaloso e as presas pareciam mais pontiagudas que o normal. — Pode fazer birra o quanto quiser, eu não vou brincar com você.
Os gritos continuaram por sete minutos contados e depois seguiram-se para um choro agudo e sentido. Nessa hora, Draco desistiu de dormir e espiou o primo, que abraçava o urso no canto do sofá, os cabelos agora castanhos, toda a tristeza anulando sua aparência exótica. Suspirou.
— Quer ler uma história? – perguntou severo, como se discutisse a bolsa de valores. Teddy olhou para Draco meio desconfiado, mas concordou com um muxoxo tristonho enquanto dava espaço para o primo se acomodar a seu lado. — Mas se chorar de novo, eu juro que te tranco no banheiro até sua avó voltar.
O pequeno não entendeu nada e sorriu, os cabelos ganhando um tom azul pastel, enquanto se aconchegava em Draco, que sentia-se tentado a repelir o menino. Foi necessária muita concentração para ler aquela história ridícula dos cinco dragõezinhos que foram passear além das montanhas para brincar e só quando o último desapareceu é que a mãe deles decidiu procurar pelos filhos. Draco achava que, ou ela era muito negligente, ou o último filhote desaparecido era seu preferido, pois não havia nenhuma outra explicação para aquela história.
E lá estava ele tentando achar sentido em um livro infantil, de dois a cinco anos... Ainda se fosse sua edição de contos fantásticos e medievais, cheio de ilustrações grandiosas... Uma pena ele ter ficado com Ginevra, tal como sua sanidade, por exemplo.
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Ginevra estava com os cabelos trançados, como na noite de Halloween, e ria enquanto saltitava com os sapatinhos vermelhos pela rua úmida de Londres. Ela havia o puxado pela mão quando um esqueleto pedalando uma bicicleta laranjada avançou sobre a calçada e eles ficaram assim por algum tempo, até decidirem começar a pedir os doces. Sentir a mão pequena e quente contrastando com a sua, grande, calejada e fria, foi estranho a ponto de fazê-lo sentir borboletas voando freneticamente em seu interior, algo muito próximo de uma dor de estômago.
Acordou sentindo fome.
Coçou os olhos enquanto ouvia Teddy balbuciar um monte de palavras desconexas. Havia dormido encostado no sofá e os reflexos lentos denunciavam o tamanho de seu cansaço. Espreguiçou-se e tentou identificar de onde vinha a voz do primo, quando sentiu o cheiro que atiçava seu estômago: alguém estava cozinhando e obviamente não seria a peste de quase três anos de idade.
Se levantou do sofá sentindo dores nas costas e pescoço, e andou silencioso até a porta da cozinha. Teddy saltitava em volta da mesa e, vez ou outra, Ginevra o olhava preocupada, o alertando para tomar cuidado com as quinas da mesa, armário, gavetas e demais pontas que ele pudesse se machucar. Mulheres tinham um talento natural para localizar perigo onde aparentemente não tinha.
— Dwaco! – e aquele pestinha novamente sendo inconveniente.
A ruiva o olhou e abaixou a cabeça logo em seguida. Parecia incomodada e focou o olhar na panela, a mexendo sem descanso. Teddy deu um salto e por reflexo Draco o pegou. Encantado, o garoto balançava pernas e braços, como se pudesse voar.
— Acho que Teddy quer tomar um banho. – sugeriu Ginevra, dando risinhos nervosos.
Dessa vez Draco não discutiu e, no mesmo silêncio que apareceu, saiu ao levar o primo para tomar banho. Contra tudo o que se esperava dele, a criança adorava água e não fazia bagunça alguma, nem mesmo piadinhas ou bater de mãos dentro da banheira. Sua maior felicidade era vestir o pijama de flanela e ficar cheirando as próprias mãos, apreciando o cheiro do sabonete barato. Alegrias de pessoas pobres.
O refogado de carne com batatas foi comido sem muito entusiasmo pelo pequeno, que preferia amassar o legume no fundo do pratinho de plástico, quase dormindo com a cabeça apoiada no tampo rabiscado da mesa. Ginevra o pegou no colo e o levou para o quarto da avó. Toda a agitação da criança pelo menos o fazia dormir sem interrupções durante a noite.
— O quarto dele é o primeiro a esquerda. – Draco a alertou depois que ela voltou.
— Eu sei, mas quando Andrômeda não está em casa ele só consegue dormir se sentir o cheiro dela. – comentou, sem olhá-lo nos olhos.
— Filho de lobo... – insinuou, se levantando.
— Eu sinto muito vocês terem sido despejados.
— E seus pêsames vêm um mês depois?! – rebateu irritado.
— Tive problemas. – murmurou constrangida.
— E eu estou ótimo, como pode ver! – abriu os braços, evidenciando seu estado.
— Não parecia estar assim tão incomodado tomando chá com Astoria!
Eles se calaram quando ouviram uma agitação no quarto de Andrômeda. Ginevra andou até a porta e espiou, aliviando-se ao notar que Teddy continuava dormindo, só havia derrubado o abajur da avó enquanto rolava na cama.
— Aceitei sair com Astoria porque minha cabeça estava um turbilhão desde você decidir que eu já não valia mais na sua vida! – ele prosseguiu irritado, porém em tom bem mais ameno. — Mas foi uma ideia estúpida porque ela é tão chata quanto todos os Greengrass.
Ginevra deu um meio sorriso e desviou o olhar. Ele pôde perceber que as mãos sardentas tremiam.
— O que aconteceu para você não responder? – ela hesitou, mas acabou voltando a olhá-lo nos olhos.
— Eu estou em uma semana cheia com os treinos... A Harpias vai jogar com metade do time reserva no final do próximo mês...
— E antes?
Com as mãos no bolso, ele esperava. Ela tinha sardas em seus lábios e eles tremiam enquanto Ginevra tentava controlar as próprias lágrimas. Teve ímpetos de chacoalhá-la exigindo resposta, mas depois de um mês sem notícias aquela não seria uma boa ideia.
— Harry me pediu em casamento.
Draco estava arrependido de ter exigido uma resposta.
— Quando?
— Quando voltei para casa na noite de Halloween. – foi a vez de Draco lhe dar as costas, indo em direção à cozinha. Maldito testa-rachada, ele tinha de mais uma vez agir como o babaca que era! — Mas eu neguei.
Para três semanas de silêncio, aquele tinha sido um retorno e tanto.
— Negou o pedido de casamento? – ela concordou com um aceno.
— Na frente da família toda. – Draco riu. Era inevitável não rir. — Bem, George não viu muita graça, muito menos meus pais ou Hermione! Até mesmo Ron não me hostilizou, mas nossa Draco, obrigada pela consideração!
— E por que disse não? – ele queria ouvir, como queria... Ouvir a voz dela, os seus lábios sibilando a resposta.
— Eu... – sua irritação dissipou e ela voltou a parecer a garotinha assustada que ele puxou pela mão ainda no segundo ano. — Você sabe, Draco... Mas então eu te vejo com aquela Astoria e eu-
Não terminou de falar. Draco não deixaria que eles perdessem mais tempo falando enquanto podiam se beijar.
Não somente se beijar, mas outras coisinhas mais :v Já deixo avisado que não teremos necessariamente uma narrativa do que o casal fez entre quatro paredes, antes que venham me puxar a orelha xD
"Enfim". Quer nome que melhor traduza o sentimento de, vinte e um capítulos depois, nosso casal preferido ENFIM dar uma bitoquinha? XD /perdoa os trocadilhos antigos :v
Agradeço de todo coração as mensagens lindas que venho recebendo! Muito obrigada, de verdade! Eu não esperava que Segredos tivesse leitores tão fiéis assim. Independente da frequência com que conseguem comentar, fico muito feliz ao ser presenteada com suas reviews! :') *momento Nát emocionada off*
Agora, vamos às respostas das reviews!
tina granger: Olá! *-* Ahh, tudo bem! Eu entendo BEM como é isso, tem dias que nem para ler o meu horóscopo eu presto kspaksapoks Geralmente eu deixo para ler ou estudar quando estou mais disposta, senão acabamos não aproveitando nada, mesmo. E, não se preocupe; fico muito feliz em ver que, mesmo não estando muito legal, você ainda fez o esforço de vir até aqui e comentar :') Eu fico tão contente! E, tipo, eu não sei se mereço tanto carinho assim haha xD Muito obrigada, de verdade!
Sim, sim, Draco ganhou uma amiga e a própria Helga ganhou um confidente. Como será que essa amizade vai seguir? Obrigada, mais uma vez, como sempre, por seu apoio! Mil beijos!
D. R. Nunes: Siiiim, eu também fiquei triste por ter de matar o Scorpius e, er, bem, não faz muito sentido já que sou eu a escritora dessa fic :P skaopakpaks
Playlist Drinny, quero indicações! *O* Sempre me ajudam quando escrevo uma cena! Eu tenho uma que é, tipo, MEGA inspiração, pois seria o ~tema~ do casal na minha história. Hoho, pseudo-revelando segredos de bastidores xD
Agradeço MUITO seu interesse pela história e COMO ASSIM TÁ INDICANDO A FIC, SOCORRO QUE EU NÃO ESTAVA PRONTA PARA ESSE TIRO, ME ACUDA, CHAMA O SAMU *cai no chão convulsionando* faz isso comigo não ;-; kspoakopakska que pessoa maravilhosa! É sério, o carinho que vocês me dão não pode ser real! kaposkasaposka MUITO obrigada! ;-; *abraço de urso* Mil beijos e até mais! *-*
Jennifer Malfoy Weasley: não basta a pessoa ser linda, ela ainda me vem a comenta em dois capítulos! Sabe o SAMU que eu chamei acima? Liga de volta, vou precisar de soro na veia! *desmaia*
Ai, eu fico tão feliz quando vocês gostam dos meus OCs! *-* Helga é minha filha, adoro essa moça s2 E o Silfo, aaaah o Silfo! XD Personagem esnobe e desagradável que todos nós amamos, ohoho Ele volta, pode deixar que ele volta xD No momento o rapaz está muito ocupado treinando para a Copa e tendo altas brigas com a noiva-peste dele xD
A timidez de Astoria é um problema; ela não está emocionalmente preparada para relacionamento de nenhuma espécie. Devia trabalhar mais sua confiança para aprender a se amar primeiro. Astoria sonha em estar com Draco, mas, caso realize esse desejo, saberá lidar com a frustração de uma vida a dois não ser o que espera? :/
Pskopakspakpsa e não é? Embora suspeita, adoro a cena em que eles estão fantasiados. Ginny alugou o que ela achou mais legal (e barato, mas isso ela não contou para Draco xD), sem nem saber das referências!
Perdeu nada não, todas as suas dúvidas foram tiradas no capítulo de hoje! 8D haha xD
Olha, em suma, foi por isso que Scorpius morreu, no entanto, a morte dele tem um impacto muito maior em Draco, dado as circunstâncias em que ela ocorreu. Um rapaz jovem, idôneo e com um ideal muito forte, o da verdade. Esse ideal foi muito reforçado por Draco durante toda a vida do filho, no entanto, Draco não foi esse exemplo, é isso que o tortura. "Mas verdade de quê?". Dependendo de quanto eu escrevo, em breve você saberá xD
Muito obrigada pelo comentário! Ainda fico sem palavras para agradecer o carinho de vocês! Não precisa se desculpar, eu sei que nem sempre temos tempo disponível, eu mesma não consigo atualizar essa história com a frequência desejada :c De qualquer forma, só em ter vocês por aqui ainda, me deixa muito feliz!
Aaah, se quiser indicação de fanfic, não sei se conhece, mas a autora Angelique Lebrun tem duas fics MARAVILHOSAS de Drinny, recomendo DEMAIS! Foi ela, inclusive, que me inspirou coragem de postar Segredos :3
Obrigada mais uma vez pelo carinho! Mil beijos e até mais!
AnnaSWeasley: Oi, oi! \8D/ Concordo com você, também tenho muita dó da Astoria. Como comentado acima, ela não tem autoestima e tenta desesperadamente se agarrar a Draco, que não tem nenhum interesse nela. Isso ainda vai render muito pano pra manga :/
Uma pequena amostra do passado de Scorpius. Mas por que Draco se ressente tanto por essa tragédia? Pretendo trazer a resposta o mais breve possível!
Muito obrigada por sempre deixar um comentário e alegrar meu dia! Eu digo e repito que não sei se mereço tanto carinho, mas é o apoio de vocês que me faz continuar. Obrigada por fazer parte de Segredos! Mil beijos e até mais!
