Um Novo Harry Potter.
Nota do autor: Eu não criei esta obra literária que encantou a muitos no mundo, se tivesse seria loira, rica e uma mulher... Como sou um homem, moreno, com não muito dinheiro na vida, eu não criei o Harry Potter, só peguei os personagens emprestados e criei esta fics, ao qual faço por diversão, não por dinheiro, espero que vocês gostem da fics.
Resumo: O que aconteceria se Harry Potter simplesmente não aparecesse na lista de alunos aceitos em Hogwarts? Como a historia ficaria se ele simplesmente desaparecesse quando tinha seis anos? O que aconteceria quando ele voltasse para Hogwarts em seu quarto ano? Esperamos encontrar as respostas nessa fics..rs
Capitulo XXI – A Terceira Tarefa.
Finalmente tinha chego o dia da terceira tarefa e parecia que a escola estava em uma agitação acima do normal, todos os alunos esperavam para ver o que aconteceria na prova do labirinto (Que não ficou tão secreta depois que Fred e Jorge descobriram), muitos se perguntavam quais seriam os obstáculos preparados para a competição, mas os campeões não pareciam preocupados, na verdade, estavam calmos demais.
Depois da festa improvisada na noite anterior, todos sentiam os espíritos mais elevados e eles riam e desfrutavam a camaradagem que tinha se instaurado na festa, se poderia ver até mesmo alguns alunos se sentando em mesas de outras casas, isso parecia atrair a atenção do diretor que não sabia explicar, apenas o sorriso de Minerva parecia o assegurar que a escola ainda não tinha ficado de pernas para o ar completamente.
Harry estava sentado no café com Gina ao seu lado, todos poderiam sentir um certo poder irradiando do par, mas ninguém ousava perguntar, até mesmo os Sonserinos se mantinham quietos, Draco até pensou em dizer algo, mas ele não conseguia achar palavras para dizer e então se manteve distante de Potter e a Weasley.
Gina encara o namorado enquanto ele comia, embora ele estivesse mostrando uma tranqüilidade para todos, ela poderia o sentir, ela sabia que ele tinha uma certa ansiedade sobre algo, talvez sobre o torneio ou sobre algo, mas não era um medo, era mais como se algo fosse acontecer e ela não sabia o como o ajudar.
O que esta acontecendo amor?
Harry encara a esposa por um longo tempo e fala.
Tive mais um sonho com o cara-de-cobra ontem... Ele esta esperando algo acontecer hoje.
Gina estremece e se lembra quando Harry lhe contou a primeira vez sobre a conexão dele com Voldemort, mas parecia que a cada dia a conexão vinha enfraquecendo, mas parecia que hoje o Voldinho parecia mais ativo.
Tome cuidado Sr Potter, pois eu não vou aceitar virar viúva antes de consumarmos o casamento.
Harry estava tomando o suco quando a esposa disse isso e ele borrifa tudo nos gêmeos que elevam uma sobrancelha para o casal, Gina ria muito enquanto Harry encarava ela com temor.
-Vamos querer saber... –Fred começa ao qual Jorge termina.
-... O que causou este ataque não provocado? –Gina sorri inocentemente para os irmãos e fala.
-Usem minha mente inocente, meu namorado e uma forma de o envergonhar sem ele perceber –os dois se entreolham e então estremecem ao se lembrar da determinação da irmã sobre certos aspectos do casamento deles.
-NÃO QUEREMOS SABER –Harry sorri para os gêmeos e se volta para sua esposa.
-Pode ter certeza que vai ter volta Sra Potter –ele fala em seu ouvido ao qual ela sorri inocente para ele.
-Estou esperando por isso Sr Potter –Mas logo a conversa e interrompida quando professora Mcgonagall se aproxima.
-Sr Potter! Você tem que vir comigo –Harry eleva uma sobrancelha, a tarefa só começaria mais tarde.
-Eu não sabia que tinham mudado o horário da tarefa professora –ele se levanta e dá um beijo na bochecha da "Namorada".
-Não Sr Potter, a tarefa acontecera mais tarde, agora os campeões vão se reunir com suas famílias... –Mas nisso todos se surpreendem quando as portas do salão principal abrem e duas figuras encapuzadas entram com um enorme cachorro negro que muitos gritavam sobre o Sinistro, o diretor tinha se levantado já com a varinha em mãos quando Harry sai correndo e abraça ambas figuras e então o cão o derruba no chão e começa a lamber sua cara.
-Pare com isso Almofadinhas ou vou fazer minha namorada tosar você de novo –Harry sorri ao ver o padrinho estremecer, Gina tinha ido com ele mais vezes para a mansão Potter e ela tinha dito para Sírius sobre um corte de cabelo, embora o padrinho dele sempre foi o "selvagem" dos marotos, a ruiva tinha o brincado que ele estava fora da moda e precisava de um corte, Sírius tinha sumido por dois dias e sempre estremecia quando ouvia as palavras, Gina, corte ou tesouras.
-Isso chega a ser cruel Harry –Remo fala com um riso ao qual a figura ao seu lado encarava o diretor que ainda tinha a varinha nas mãos.
-Acho que tenho um assunto a tratar –Harry se vira para ver Nimy andar em direção da mesa dos professora.
-Por que será que eu penso que o diretor vai ter uma enxaqueca volumosa depois que sairmos do salão principal? –Remo sorri para o sobrinho postiço e fala.
-Eu não aposto sobre isso, ela andou realmente chateada quando alguns documentos de tentativas de assumir sua tutela chegaram na mansão Potter –Harry apenas sorri e caminham até o diretor.
-Eu gostaria que vocês revelassem suas faces –o diretor fala suavemente, mas todos poderiam sentir um toque de exigência na sua voz.
-Eu me revelarei ao meu determinado tempo sua cabra velha indelicada e sem senso de etiqueta –os olhos do diretor pareciam endurecer e ele parecia segurar a varinha ainda mais fortemente.
-Como... –Mas nisso a figura estala os dedos e a varinha do diretor aparece na mão dela deixando o diretor mudo encarando sua própria mão.
-Um item impressionante, mas devo dizer que não se deve confiar tanto em artes antigas –ela retira o capuz e todos poderiam ver uma figura que muitos achariam que era um mito.
Ela era mais alta que Harry, seus cabelos eram longos e de um negro que parecia absorver a luz, seus olhos eram de um azul cristalino, mas o que mais chamava a atenção eram suas orelhas pontiagudas.
Nimy estava em sua forma de elfa quase completa.
-Tenho algumas coisas a dizer sobre você, diretor Dumbledore –Ela usava o nome do homem como se fosse algo repugnante –Eu tive um certo respeito pela fama que lhe foi determinada por lutar pela luz por tantos tempos, mas assim que eu vi você causando tanta dor em meu protegido, eu sentia o respeito virar repugnância e agora eu vejo como patético você se tornou... Não pense que eu não estive atenta das maneiras que você tentou achar Harry através desse ano ou das formas que você usou a lei para tentar forçar ele a ficar aqui em Hogwarts para você o controlar como um maldito boneco de fios –Nisso Remo se aproxima e segura a elfa.
-Vai com calma Nimy... Ele já não pode mais machucar o Harry –Mas a elfa se vira ferozmente para o lobisomem e fala.
-Eu não me preocupo se o Harry já esta protegido daquela cabra velha alucinada pelo bem maior, ele tentou machucar meu pequeno e se não fosse contra a lei eu vaporizaria ele agora mesmo –ela lança um olhar pedregoso para o diretor que ainda estava em choque –E nem pense nisso diretor –ela lança um sorriso malicioso para o homem que estremece –Eu sei o que você pensou, usar a informação sobre mim e Remo para nos prender e tentar manipular dizendo que seqüestramos Harry para ficar com a tutela dele, isso não funcionaria, Harry te odiaria ainda mais e depois que acabássemos com aquele cara de serpente Voldeco você seria o próximo –ela se vira para Harry que tinha um sorriso para ela –Sei que estou sendo dianteira Mestre Harry, mas aquele homem... –ela parecia amaldiçoar o homem em tantas línguas diferentes que muitos se perguntavam o que significava.
Mas enquanto ela estava ocupada amaldiçoando o homem de tantas formas, Remo não tinha terminado.
Ele encara o velho diretor atentamente antes de falar.
-E ela não e a única decepcionada com o senhor, diretor –o homem se vira para Remo que retira algo do bolso, no começo o diretor imaginou que seria uma varinha, mas pareciam dois cartões de sapos de chocolates, mas assim que Remo joga no ar, as duas armações pareciam se ampliar e o diretor estremece ao ver os olhares fortes de Lílian e Tiago Potters.
Enquanto Tiago tinha um olhar um tanto divertido, embora seu sorriso fosse frio, Lílian tinha os braços cruzados e um olhar determinado que alguém sairia machucado daquele confronto.
-Como você ousou? Eu pensei que poderíamos confiar em você com tudo, mas você causou tanta dor... –a voz de Lílian começa suavemente, mas todos sentiam um frio passar pela espinha e muitos alunos estavam deixando o salão principal –EU CONFIEI EM VOCÊ... TIAGO E EU CONFIAMOS HARRY COM VOCÊ E VOCÊ O ENTREGOU PARA PETÚNIA DE TODAS AS PESSOAS? VOCÊ TEM IDEIA DE COMO ELE SOFREU? TEM IDEIA DE COMO ELE CHEGOU NA NOSSA CASA? EU JURO ALVO DUMBLEDORE, QUE SE EU ESTIVESSE VIVO, VOCÊ E QUEM NÃO ESTARIA MAIS VIVO POR TUDO QUE VOCÊ FEZ MEU FILHO PASSAR –Tiago se aproxima da esposa e a segura em seus braços, todos pareciam gelados no que tinha acontecido, Harry estava parado ao lado de Almofadinhas sem se mexer, Gina se levanta e caminha até o marido que nem sentiu a presença dela, ele apenas apertou a mão dela quando ela o segurou.
-Podemos sair daqui se você quiser amor –ela fala suavemente ao qual Lílian tinha começado a gritar novamente contra o diretor enquanto Tiago tentava a confortar.
Remo, Nimy e Almofadinhas encaram os dois com tristezas, eles não queriam fazer uma cena assim na frente do garoto, mas quando as papeladas tinham chego na mansão Potter, tinha desfiado completamente os nervos de todos nas tentativas do ministério e do diretor de levar o menino deles, assim que foi anunciado que a família dos campeões se encontravam com eles antes da terceira tarefa, eles viram como uma oportunidade de acertar alguns assuntos, mas eles não esperavam soltar os temperamentos deles assim que vissem o diretor.
-Harry, meu menino, vá com Gina para os jardins, o resto da família estará lá esperando por vocês –Nimy piscou para o casal que sai andando em direção das portas, Tiago tinha agora começado a gritar sobre jogarem Sírius em Azkaban sendo que ele era inocente, os marotos tinham vindo para causar o verdadeiro caos em Hogwarts aquele dia.
Harry ainda se mantinha em silencio enquanto Gina o guiava até os jardins, ela sabia que o marido estava em choque, ele não gostava de falar do tempo dele com os Dursleys e sempre que o assunto surgia, ele precisava de um tempo para colocar os sentimentos em ordem, tinha sido assim depois de ele ter mostrado as lembranças para ela depois do confronto com professora Minerva, ele precisou do tempo dele para se reorganizar e tentar ser o menino que ela amou desde a primeira vez.
Assim que eles chegam nos jardins, Gina força um sorriso ao ver a mãe dela com Gui vindo em direção deles, ambos sorriam para eles, mas os sorrisos pareciam sumir enquanto eles chegavam cada vez mais próximos do casal.
-Harry, querido, o que aconteceu? –Molly pergunta suavemente enquanto o menino vacila ao qual ela tentou tocar em seu ombro.
-Vá até o lago amor, eu explico para eles –Harry apenas cabeceia e sai andando, Gina suspira e se vira para a mãe e o irmão que os encaram confusos.
-O que aconteceu Gina? Vocês brigaram? –Molly pergunta preocupada, ela nunca tinha visto o menino tão oco.
-O pessoal da casa do Harry ouviu falar sobre as famílias virem aqui para ver os campeões antes da terceira tarefa e isso meio que foi a ultima gota para eles, considerando que eles tinham recebido as tentativas de assumir a tutela do Harry... Eles vieram confrontar o diretor no salão principal e foi mencionado os Dursleys –os dois entendem o que aconteceu e ficaram vendo o menino a distancia enquanto ele encarava o lago fixamente.
Harry ainda sentia uma onda de raiva passar pelo seu corpo, não pela sua família, ele já esperava algo assim quando ele tinha decidido vir para Hogwarts, ele sabia que mais cedo ou mais tarde a família dele confrontaria o diretor por tê-lo deixado nos Dursleys, mas ele odiava ver os olhares das pessoas depois de saberem da historia, ele não queria piedade, ele não queria pena das pessoas, ele queria que tudo aquilo ficasse enterrado no passado para sempre.
De repente ele sente alguém se aproximando, ele sabia que não era Gina, pois ela ainda estava com a mãe e o irmão ao longe, mas de repente duas figuras se sentam ao lado dele e falam.
-Muita coisa mudou desde que chegamos em Hogwarts –Fred fala com uma expressão séria e isso atraiu a atenção de Harry, os gêmeos quase nunca agiam seriamente.
-Quando viemos para Hogwarts, esperávamos nos divertir, aprender magias novas... –Jorge falava com um sorriso fraco ao qual Fred continua.
-Mas então viemos, no começo era o como queríamos, um parque de diversões, então o confronto entre as casas veio nas nossas cabeças... –Jorge parecia ficar um tanto emburrado e fala.
-Tentamos de tudo para manter a fachada para os nossos irmãos, Rony e Gina viriam também e queríamos que eles tivessem mais alegrias do que a gente... –Fred sorri malicioso e fala.
-Rony até conseguiu um pouco... Ele estava ocupado demais defendendo a honra da Grifinória e brigando com a Hermione do que ver a seriedade da divisão das casas... –Mas então os gêmeos ficam carrancudos.
-Mas então Gina veio para Hogwarts, pensamos que ela conseguiria se adaptar mais facilmente, ela sempre foi uma menina comunicativa... Não se calava nunca... Mas você não acharia uma menina mais viva do que ela quando ela nos recebia em casa e esperava que contássemos o que fizemos em Hogwarts –Jorge parecia suspirar e fala.
-Mas tudo foi mudando, aconteceu o caso do diário, as pessoas a viam como uma aberração, todos na escola evitavam ela, Luna e Neville eram os únicos que se sentavam com ela que não fosse da família... –De repente os olhos de Fred e Jorge pareciam escurecer e Harry poderia sentir o poder dos gêmeos.
-Os Sonserinos usavam isso para machucar ela, a fazendo lembrar de como ela foi ingênua em confiar em um diário... –Nisso Harry esmurra o chão fazendo os gêmeos estremecerem.
-Se eles entendessem... Se eles soubessem... –os gêmeos encaram Harry sem entender ao qual o moreno fala –Vocês sabem quem foi Tom Servolo Riddle? –os gêmeos se encaram, sabiam da historia de Tom, Gina tinha contado para eles depois de um dos inúmeros pesadelos que ela tivera, mas eles nunca tinham ouvido falar do monstro que tinha machucado a irmãzinha deles –E o nome real de Voldemort –os olhos dos gêmeos alargam ao qual Harry solta um riso frio –Sim... Eles desprezam sua irmã, mas ela teve uma luta mental contra o pior bruxo de todos os tempos e conseguiu o impedir de assumir a escola –ele joga uma pedra no lago e suspira –Ela não tinha que passar por isso... –Os gêmeos se entreolham e suspiram.
-Percebemos que no começo do ano passado, Malfoy começou a usar isso contra a Gina... Mas ao mesmo tempo ele percebeu que ela era uma puro sangue que poderia ser um brinquedinho para ele –vendo os olhos de Harry escurecerem, os gêmeos logo continuam –Ele nunca tentou nada que não contra-explodiu nele, mas ele sempre usou o caso do diário para machucar Gina... Tentamos dizer para os professores, mas eles diziam que levariam para o diretor, que dizia que ia falar com Snape e acabava nisso –ele mostra a escola onde a maioria dos alunos estava, Harry os entendia bem, sabia que eles tinham passado por muito –Mas então você voltou –os gêmeos sorriem pela primeira vez que fez Harry incomodo.
-Não pense que estamos o escarnecendo Harry... Por uma vez na vida estamos sendo sérios... –Fred faz uma careta e fala.
-E você não sabe como ser sério e um sentimento estranho... –Jorge estremece e fala.
-Até parece que somos respon... Responsáveis... –os dois se entreolham e gemem como se confessassem um pecado.
-Mas realmente você mudou muitas coisas aqui na escola... Não estamos falando sobre dar uma surra no diretor e no Snape... Mas de certa forma você causou mudanças que nunca tínhamos imaginado possíveis –Jorge encara a escola com um sorriso agora.
-Os alunos de outras casas estão se dando bem... Os professores parecem saber que temos assuntos sérios que precisamos de ajuda... E Gina... –Fred encara o moreno e fala.
-Gina não parece mais assombrada por aquela sombra do diário, ela parece a menina que conhecemos antes de vir para Hogwarts, até mesmo quando estávamos na copa Mundial, ela não estava tão animada até você aparecer... –Jorge solta um riso ao olhar incomodo do amigo.
-Ela ficou procurando você na metade do jogo... Ela tentou disfarçar, mas percebemos que ela sempre olhava para outros cantos enquanto o jogo acontecia no outro lado do estádio... Foi a "Primeira" vez que ela mostrava entusiasmo por alguma coisa ou alguém... –Harry se sentou lá por um bom tempo, ele sabia que as coisas tinham sido ruins em Hogwarts antes dele vir, ele sabia que a divisão da escola sempre causou problemas, ele tinha perguntado isso para os pais e até mesmo para os antepassados sobre por que disso, mas todos pareciam aceitar isso como se fosse algo determinado, mas Harry tinha dito que se um dia fosse para Hogwarts que ele faria uma diferença.
Ele encara a escola atrás dele, muitos alunos sofreram por causa da negligencia dos professores, os olhares cegos do diretor, ele se perguntava o que aconteceria se ele tivesse chego alguns anos depois? Será que seria muito pior do que agora? Ele tentou não pensar no pior, mas ele sabia que era uma possibilidade.
Ele pode ver a esposa dele encarando a ele e os irmãos dela com um olhar um tanto inquisidor, como se esperando causar dor nos gêmeos caso eles fizessem algo com ele, Harry lança um sorriso para ela e se levanta.
Era hora de deixar o passado para trás, ele estava na escola agora, a família dele veio o desejar sorte, ele tinha uma esposa que o amava e sabia que o diretor estaria até agora implorando perdão para todos os alunos que ele conhecia, estava na hora de seguir em frente e fazer o mundo perceber que ele estava de volta e não aceitaria que as pessoas que ele amava sofrerem novamente.
Como os gêmeos diziam no salão comunal, Harry Potter veio para o salvamento.
A tarde passou tranqüilamente para Harry depois de toda a confusão da manhã, os Weasleys tinham feito companhia e Gina tinha se recusado a ir para as classes, Sra Weasley ia falar algo quando Remo a assegurou que Minerva tinha a dispensado das aulas, os marotos tinham soltado longas gargalhadas ao ouvir a voz escocesa da velha professora xingando o diretor caso ele ousasse intervir.
No começo Molly ficou sem reação quando conheceu a família de Harry, principalmente Sírius, mas Tiago e Lílian explicaram sobre os erros cometidos, a inocência de Sírius e sobre o encarceramento injusto que o ministério tinha feito com ele.
-Talvez eu tenha que ir ensinar um pouco de humildade ao Alvo –Molly fala segurando a varinha firmemente na mão ao qual Lílian fala.
-Nem me diga... Se eu estivesse viva ele teria que usar uma espátula para retirar o pouco de dignidade que restaria dele do chão –as duas ruivas pareciam se encarar e sorriem uma para a outra, elas vão para um canto conversar enquanto Tiago tremia a cabeça e fala.
-Harry, você vai ter um diretor careca amanhã de manhã –Gui soltou uma risada ao qual eles ouviam a conspiração das ruivas, Gina tinha saído dos braços do marido e entrou no meio da conversa das ruivas.
-Eu acho que isso esta ficando perigoso demais –Remo fala ao qual Nimy se reúne as mulheres.
Harry, amor, queria tirar uma dúvida...
Harry encarou Gina com uma sobrancelha elevada ao qual ele pergunta desconfiado.
Por que eu estou ficando com medo de vocês?
Gina solta uma risadinha e coloca um olhar superior.
E assim que um casamento funciona amor... Os homens temendo a gente... Mas voltando a minha pergunta, acha que seria traumatizante o diretor aparecer no salão principal de samba-canção?
Ela parecia soltar uma risada maléfica que faz Harry estremecer, ela apenas manda um sorriso malicioso para o marido e volta para o complô.
-Merlin... Gina sempre foi maliciosa assim ou fui eu quem a corrompi? –Harry pergunta para Gui que sorri e fala.
-Entre nossos irmãos ela teve muitos apelidos, eu a chamava de foguinho, parece inofensivo, mas se você não tomar cuidado acaba se queimando e levando xingo por provocar ela –Harry sorri ao imaginar uma pequena menina com um olhar inocente enquanto os irmãos a encaravam incrédulos –Quando ela te conheceu na copa mundial ficamos perplexos da forma tímida que ela reagia a você... E pelas cartas que a minha mãe mostrou para a gente... Você realmente não viu o que ela é de verdade ainda –Os marotos soltam gargalhadas da cara de Harry que apenas sorri para a esposa.
O tempo para a terceira tarefa começou a se aproximar, Harry e sua família vão em direção do estádio de Quadribol, Gui quase soltou um palavrão que fez Molly, Lílian e surpreendentemente Gina o olhar com repreensão.
-Isso e um sacrilégio –Sírius tinha se transformado rapidamente e gritado antes de voltar a sua forma animaga, Remo o esbofeteia na cabeça e suspira, aquele nunca deixaria de ser uma criança.
-Vocês deveriam de ter visto o Cedrico quando ele viu... Acho que ele vai precisar de terapia depois do torneio –Nisso Cedrico aparece com os pais e fala.
-Qualquer jogador de quadribol teria que passar por terapia ao ver o nosso amado campo assim –ele coloca a mão no coração ao qual os amigos começam a rir, Cho logo aparece e segura o braço do namorado e ambos vão para outro canto, Krum manda um olhar para Harry e ambos cabeceiam.
Eram amigos, mas aquilo era uma disputa.
Mas a agitação acontece quando Fleur chega para falar com Harry, no mesmo instante que ela estava para falar algo, seus olhos recaem em Gui.
No começo os dois ficam em silencio encarando um ao outro sem saber como reagir, de repente Harry sorri para Gina e se aproxima dos dois.
-Gui, eu quero que você conheça a representante da escola de Beauxbatton, Fleur Dellacour, Fleur eu quero que você conheça o filho primogênito dos Weasley, Guilherme, mas todos o conhecem como Gui –vendo que eles ainda se encaravam, Harry se vira para Gina e fala –Eu já fiz a minha parte, agora espero que ele consiga sair do encanto da Fleur e por alguma razão a Fleur saia do encanto dos Weasleys para fazermos a tarefa –Gina solta um risinho ao qual Gui e Fleur começam uma conversa um tanto devagar.
Harry poderia ver o estádio começando a encher e suspirou, só aquela tarefa e ele estaria livre para poder fazer o que ele gosta, e se divertir um pouco com a esposa dele.
Os juizes chamaram os campeões a frente para explicar o que aconteceria, Harry tinha recebido um beijo de Gina e foi para a frente, mas se manteve afastado dos juizes, principalmente Dumbledore, ele não sabia o que aconteceria se ele chegasse muito perto do homem velho de novo.
Bagman estava explicando sobre como cada um entraria dentro do labirinto, ele olha para Harry com um olhar e fala que ele seria o ultimo a entrar, Harry nem ao menos se importou, ele não precisava ser o primeiro para fazer a tarefa.
Harry cruzou os braços e esperou cada um entrar no labirinto, primeiro foi Cedrico que saiu em disparada, logo era a vez de Krum e Fleur, finalmente o canhão estourou e todos se viram para ver Harry que ao invés de sair correndo começa a caminhar lentamente.
-Sr Potter! A tarefa já começou... –Bagman fala ao qual Harry apenas se vira e fala.
-Eu estou levando meu tempo para fazer o que devo, afinal, vocês não precisam da minha permissão para começar os eventos e até mesmo amam me forçar a fazer as coisas –ele então se vira e conjura uma flor e suavemente flutua para Gina –Vou brincar um pouco agora amor, estou de volta em algumas horas esta bem? –Gina apenas concorda antes de Harry entrar no labirinto ainda andando calmamente.
-Ele realmente sabe como chamar a atenção –Remo solta uma gargalhada ao qual todos em volta o encaram incrédulos, mas eles não se importam.
Harry iria aprontar algumas coisas interessantes naquela tarefa.
Harry ainda caminhou por uns dez minutos até encontrar uma bifurcação no caminho, ele parecia pensar em algo antes de sorrir e se virar para onde ele tinha vindo.
Gina, professor Flitwick usou o feitiço que eu ensinei para ele?
Gina parecia surpresa em ouvir a voz do marido, mais cedo aquela semana, Harry tinha perguntado para o professor Flitwick o como os expectadores viriam os competidores no labirinto, ele confessou que era mais uma questão de esperar para ver o que aconteceria, Harry tinha ouvido Remo falar sobre feitiços que ele e a mãe dele tinham tentado criar ainda na escola e falou sobre o feitiço que poderia criar uma imagem ilusória sobre o que alguém estivesse fazendo, Lílian freqüentemente usou isso nos primeiros meses que ela teve Harry, Gina sorri ao ver a imagem do marido e fala.
Sim... Podemos ver cada um dos competidores e muitos estão se perguntando por que você esta parado.
Harry sorri e faz uma onda para onde ele supôs que Gina estivesse, ele poderia ouvir o riso dela e fala.
Estou a ponto de surpreender as pessoas.
Mais? Você não acha que deveria parar de forçar o coração das pessoas? Eu estou sendo séria, não sei o quanto mais a professora Mcgonagall pode agüentar...
Harry parecia fazer beicinho ao que Gina solta uma gargalhada, a família dela a encarou no começo sem compreender, mas assim que vêem Harry mandando um sorriso eles percebem que ela estava fazendo e apenas tremem as cabeças.
Você vai gostar desse truque.
De repente Harry parecia ser envolvido por uma energia translúcida e das sombras saíram três figuras que assim que pisam na área iluminada fez todos ofegarem, Harry encarou cada um como se avaliando cada um.
ONDE NO NOME DE MERLIN VOCÊ APRENDEU A FAZER ISSO?
Harry quase cai de costas ao ouvir a esposa berrando na sua mente, os clones pareciam sentir o mesmo pois cada um cobriu as orelhas como se Gina estivesse ao lado deles.
Você não precisa gritar amor.
Mas... Mas... Como você criou clones de você mesmo? Isso é impossível...
Todos os Harrys sorriem para o lugar onde eles pensavam estar Gina, era uma visão desconcertante ver quatro Harrys sorrindo assim, ainda mais quando Gina começou a ouvir algumas meninas falando sobre a vantagem dele em ficar com mais de uma menina.
Isso e uma magia oriental muito antiga que eu encontrei na mansão Potter...
Harry começou a falar de forma solene, mas quando ele sentiu a incredulidade de Gina, ele logo bufa e fala.
Esta bem, eu li em uma historia em quadrinhos onde o personagem usava uma técnica assim e pensei, parece uma técnica interessante, por que não tentar? Deixa eu dizer, Sírius não gostou de como eu poderia ganhar a nossa guerra anual de brincadeiras usando este método.
Gina ainda parecia em choque enquanto os Harrys começaram a andar pelo labirinto, em poucos minutos eles se separam e Harry ainda conversava com Gina, ela tinha perguntado por que ele não tinha usado isso antes, ele disse que não achou que seria interessante, mas ela o fez prometer contar exatamente tudo o que ele andou treinando na mansão Potter, Harry então começou a enfocar na prova, mas estranhamente os caminhos que ele estava levando pareciam estar fáceis demais, quando os juizes disseram sobre enfrentar o desconhecido, ele não pensou que seria simplesmente nada.
Ele estava começando a ficar impaciente quando ele ouviu alguém murmurando entre os arbustos.
-Maldito Potter... Como eu poderei desativar tudo... Clones idiotas... –Aquele comentário prendeu o interesse de Harry e ele percebeu que a voz parecia vir de fora do labirinto, Harry estava para falar algo para Gina quando ele ouve um forte estrondo e um dos Harrys dizer na mente dele.
Harry 1 chamando Harry... Aconteceu algo com o Vitor, ele esta trilhando no chão e quase atacou a Fleur, parece que ele tá lutando contra a maldição Imperiosa... Oh Merlin...
O clone ficou em silencio e Harry sem perder tempo lança sua magia contra os arbustos e abre uma fenda, assim que atravessa ele ouve Krum gritando e Fleur e Cedrico em uma batalha um contra o outro.
-Mas o que esta acontecendo aqui? –Fleur se vira para Harry, mas ele notou que seus movimentos eram aos arrancos e antes que ela pudesse apontar a varinha para ele, Harry segura o pulso da menina e fixa seus olhos diretamente na menina que solta um grito de dor e cai no chão respirando pesadamente.
-O que esta acontecendo? –Cedrico fala arquejando, ele tinha vindo investigar o que tinha acontecido quando ele ouviu Fleur gritar, mas assim que ele tinha chego ele sentiu um feitiço passar por ele e Fleur o atacando implacavelmente e ele tinha reconhecido alguns dos feitiços que ela tinha usado e eram feitiços letais, ele estava para amarrar a menina quando Harry eleva uma mão.
-Maldição Imperiosa... Alguém usou neles... Krum parece ter conseguido se livrar... Mas Fleur não –Harry fica pensativo enquanto Cedrico encara o menino atordoado, ele tinha ouvido falar dos incidentes do Torneio, mas ele nunca imaginou que alguém usaria maldições imperdoáveis para ganhar.
-Você tá falando sério? –Harry cabeceia enquanto tentava assegurar que Fleur estivesse bem, enquanto isso um dos clones de Harry chega e fala.
-Isso que e uma cena de batalha –Cedrico se vira e encara o clone e então Harry, aquela situação estava ficando surrealista demais para a mente do garoto, sem perceber Cedrico senta e fala.
-Este labirinto tem algum feitiço de ilusão? Ou eu estou enlouquecendo com a pressão? –O clone belisca o garoto que quase pula de medo.
-Não... Nada de ilusões, tudo obra daquele ali –o clone aponta para Harry que ainda segurava uma mão em cima da testa de Fleur.
-Parece que eles estão um pouco ruins, mas vão ficar bem –ele encara Vitor que estava se levantando –Como você se sente Vitor? –O búlgaro ainda parecia um pouco tremido, mas ele murmura que estava bem.
-Acho que devemos continuar... –O clone fala para Harry e logo eles ouvem os outros dois em suas mentes.
CUIDADO COM OS EXPLOSIVINS DO HAGRID...
NÃO ACREDITE QUANDO ELE FALA QUE OS ANIMAIS DELE SÃO FOFINHOS...
-Parece que eles estão com problemas –Harry encara o clone que estava ao seu lado que cabeceia, ele fecha os olhos e então os dois somem nas sombras deixando Harry com um clone apenas na sua frente.
-O que fazemos agora? –O clone pergunta assim que Fleur abre os olhos e encara os dois.
-Esstou Louca? –Todos soltam risadas ao que ela logo acompanha, o clone então sai correndo enquanto eles explicam para Fleur o que tinha acontecido, eles ficam um tempo em silencio e logo voltam para a competição.
Harry ainda sentia sua desconfiança aumentando cada vez mais enquanto ele entrava mais no labirinto, quem era que estava cancelando as armadilhas? Por que fazer a tarefa mais fácil para ele? Ele não pode pensar em ninguém que estaria fazendo isso, não depois dele ter esmurrado o diretor, até mesmo professora Mcgonagall estava um pouco mais dura nele.
Ele chegou em uma área onde tinha uma nevoa dourada rodeando o caminho, ele apenas bufou ao perceber do que se tratava.
Vivendo com Sírius o fez reconhecer inúmeras armadilhas e aquela era uma das mais básicas que o padrinho dele usava, ele se perguntava quem e que teria usado tal brincadeira em uma competição, fechando os olhos ele atravessa rapidamente a nevoa e sai correndo.
Aconteceu algo Harry, parece que alguém colocou uma barreira para que eu não consiga prosseguir, acho que sua idéia não era tão original assim... Bem agora a coisa e com você.
Harry sente o clone desaparecendo nas sombras, mas pelo menos ele teve uma vantagem, os clones poderiam parecer uma distração, mas Harry poderia memorizar os caminhos que eles usavam e logo ele chega onde o clone dele tinha parado.
Bem em frente de uma esfinge.
-Por isso que você não seguiu em frente –ele sorri para o animal que parecia sorrir de volta –Eu sei, decifra-me ou devoro-te... Pode me dar o desafio? –a esfinge parecia considerar Harry e fala.
-Juventude... Vocês andam tão impaciente com o passar das gerações... –Harry solta um riso e fala.
-Digamos que estou ansioso para terminar tudo isso e voltar para minha esposa –a esfinge eleva uma sobrancelha e fala.
-Um filhote que já tem seu companheiro? Céus... O mundo realmente mudou... Mas acho que você tem pressa –Ela começa a lançar seu desafio, mas Harry nem ouviu completamente a pergunta quando respondeu.
A esfinge o encara incrédulo ao qual Harry ri.
-Vivendo com um professor fascinado por desafios e mistérios, pode influencia muito a gente –o animal parecia cabecear e deixa Harry passar.
Harry então começa a correr para a taça quando vê um vulto passando ao seu lado.
-Melhor sorte na próxima Harry –Cedrico fala com um sorriso ao qual Harry começa a correr mais rápido e fica ao lado do garoto.
-Não pense que vai ser fácil ganhar de mim Cedrico... –Mas de repente Harry pára e puxa Cedrico pela camisa, o garoto estava para falar algo quando uma aranha enorme cai bem em frente deles –Uma acromântula? Onde no nome de Merlin eles acharam uma e por que usar em uma competição? –Ele se vira para Cedrico e logo eles estavam lançando feitiços na criatura, mas a carapaça do animal parecia dura demais, Harry estava começando a ficar frustrado, ele sabia que teriam que enfrentar os animais fofinhos de Hagrid, mas uma acromântula era demais, elas eram carnívoras e não vacilariam em comê-los.
Cedrico parecia saber lançar os feitiços certos, mas a pontaria estava ficando cada vez mais difícil, a aranha parecia se antecipar os feitiços e Harry pode ver que o garoto estava começando a cansar.
Foi em um momento de distração de Harry quando a aranha pula neles e finca uma das pinças em sua perna, os olhos esmeraldas de Harry pareciam queimar com poder e antes mesmo que Cedrico poderia lançar algo para ajudar o amigo, Harry grita o primeiro feitiço que veio a sua mente.
-VINGARDIUM LEVIOSA –ao contrario de um feitiço normal que teria feito o animal flutuar suavemente no ar, a aranha gigante parecia ter sido disparada por um canhão e voa para fora do labirinto fazendo Hagrid correr para socorrer o pequeno filhote inocente, Harry se ajoelha e respira pesadamente enquanto avaliava a perna, as pinças daquela aranha tinham feito um estrago, com um movimento de varinha ele coloca a perna em uma tala e suspira, aquele torneio estava terminando e ele poderia cuidar disso e enfim descansar um pouco em paz –Eu odeio aranhas –Cedrico apenas solta um bufo e eles vêem a taça brilhando bem em frente deles.
-Você pega –Cedrico fala ao qual Harry bufa.
-Quem pega a taça e o vencedor Cedrico, não estou em condições ganhar uma corrida contra você –Cedrico treme a cabeça e fala.
-Eu provavelmente estaria morto agora se você não tivesse me puxado –Harry solta um palavrão e encara o lufa-lufa.
-Não e hora para ser honrado, pega logo esta taça e terminamos isso... –Cedrico parecia tremer a cabeça quando eles ouvem Fleur e Vitor se aproximando –Pega logo esta taça para acabar com isso... –Cedrico caminha até Harry e ajuda o garoto até a taça.
-Eu não vou pegar –Harry solta um riso e se senta perto do suporte onde estava a taça.
-Isso esta ficando ridículo, por que não pegamos juntos então? Afinal vai ser uma vitória de Hogwarts mesmo –Cedrico parecia sorrir a isso e ambos se levantam perto da taça ao mesmo tempo que Fleur e Vitor aparecem arquejando diante deles –Desculpem pessoal, mas a vitória e de Hogwarts –Harry fala com um riso, foi então que ele e Cedrico sorriem um para o outro antes de colocar a mão na taça.
Fleur e Vitor no começo sorriem para os dois, eles poderiam ser adversários, mas sabiam que os dois mereciam, mas no mesmo instante que eles iam felicitar os dois, eles encaram incrédulos quando de repente os dois amigos somem.
-Focê sabia que erra uma chave de porrtal? –Vitor pergunta ao qual Fleur apenas treme a cabeça, ela não tinha um bom pressentimento e logo começa a lançar faíscas para o céu para advertir que algo estava errado.
O labirinto começou a desaparecer e os professores e juizes correm para o centro do labirinto onde Fleur e Vitor tentavam explicar o que tinha acontecido, todos começaram a falar ao mesmo tempo, mas ninguém notou os olhos largos e a pele pálida de Gina ficando ainda mais pálida, pois ela poderia ver pelos olhos de Harry o que estava acontecendo.
Era uma armadilha.
Tudo parecia se ajustar, todos os planos que Harry tinha ouvido nas visões dele.
Voldemort tinha conseguido.
Ele tinha pego Harry.
HOMENAGEM:
ESTE CAPITULO VAI PARA UM NOVO AMIGO (SURPRESA, TENHO AMIGOS HOMENS..RSRS) O CARA ME HOMENAGEOU NA FICS DELE E ENTÃO SERIA OBVIO FAZER O MESMO NÃO?
AE PESSOAL.. LEIAM AS FICS DELE... ELE E UM OTIMO AUTOR...
PROCUREM MAGO MERLIN...
O LINK DELE E...
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VOCÊS VÃO GOSTAR... AE CARA... CONTINUE ESCREVENDO...
