Incertezas - capítulo 21

Fandon: Supernatural

Personagens principais: Dean/Sam/John

Sinopse: Sam é um garoto de 17 anos, vivendo uma adolescência conturbada... Tem problemas de relacionamento com a família, é doce e inocente, mas ao mesmo tempo encrenqueiro, curioso e cheio de dúvidas... principalmente quanto ao amor que sente por seu irmão Dean, agora com 21 anos ( Slash / AU).

Nota: Os três não são caçadores.


Mal Sam fechou a porta, Dean o prensou contra ela... tomando seus lábios num beijo desesperado... E com um movimento rápido, passou a arrancar suas roupas, peça por peça...

- Hoje eu só quero tomar o que é meu por direito, Sammy! – Dean disse olhando dentro dos seus olhos, com aquele olhar cheio de malícia e desejo, que Sam tanto conhecia e amava...

- Droga! Você não podia estar vestindo um pouco menos de roupas? – Dean resmungou lutando contra a gravata de Sam, até que este resolveu tirá-la sozinho.

Sam ao mesmo tempo foi arrancando as roupas de Dean pelo caminho, e quando chegaram na cama já estavam os dois completamente nus e excitados.

Dean empurrou Sam contra a cama, e se ajoelhou ao seu lado, ficando por algum tempo apenas percorrendo o seu corpo nu com o olhar, até se deitar sobre ele, tomando seu rosto entre as mãos...

- A partir de hoje você vai ser só meu, Sammy... Só meu...

- Eu sempre fui seu, Dean!

Então Dean percorreu seus lábios com a língua, para depois beijá-lo até seus pulmões pedirem por ar. Foi descendo por seu pescoço, beijando e lambendo cada pedacinho daquele corpo tão desejado, e que já não era mais proibido... Dean explorava o corpo de Sam, prestando atenção a cada gemido, cada movimento, a cada respiração... Tocou seu membro devagar, numa carícia torturante, sentindo Sam empurrar seu corpo contra o seu, em busca de alívio...

- Ainda não, Sammy...

- Dean! – Sam pedia com a respiração ofegante...

- Agora me diz, Sam... Com quem você achou que eu iria sair esta noite?

- O que? – Sam não acreditava que Dean iria tocar neste assunto logo agora.

- Me diz! – Dean pedia enquanto colocava mais pressão em sua mão, que continuava a massagear o pênis de Sam...

- Dean, é melhor não... ahh! – Sam tentava falar, em meio aos gemidos.

- Você não vai ter alívio se não me contar! – Dean o torturava cada vez mais...

- Droga, Dean! Com a Jess! – Sam disse sem conter as lágrimas – Eu vi você com ela hoje na faculdade! Eu achei que você... Hmm! – Sam gemia cada vez mais alto, sem controle...

Dean parou o que estava fazendo e apenas encarou Sam...

- Você achou mesmo que eu faria isso com você? Você não sabe que é tudo o que eu mais amo no mundo? Hein Sam? Eu fui lá pra pedir a ela uma dica de algum restaurante legal pra te levar, seu tapado! Eu queria que fosse um lugar especial, e como eu não conheço nada aqui... não queria que eu fosse pedir ao Nate, queria?

Agora foi Sam quem segurou o rosto de Dean entre as mãos, e o encarou...

- Eu te amo, Dean! Me desculpe! Eu fiquei morrendo de ciúmes ao ver você com ela...

- Quem sabe eu até possa perdoar você... Mas você vai ter que pedir de joelhos! – Dean disse cheio de malícia.

- E você quer que eu faça isso agora? – Sam disse mordendo o lábio inferior.

- Não... pode ser depois, lá no chuveiro – Disse sorrindo de lado – Agora eu tenho outros planos – Dean falou pegando o tubo de lubrificante na gaveta – Mas você vai ter que implorar, irmãozinho!

- Eu faço tudo o que você quiser! - Sam disse submisso.

Dean encheu seus dedos com o gel, e dobrou os joelhos de Sam, abrindo um pouco mais as suas pernas, para então introduzir um dedo e depois outro, preparando seu irmãozinho para recebê-lo... Quando os gemidos de Sam eram de puro prazer, Dean retirou os dedos, e se posicionou entre as suas pernas, forçando só um tantinho da cabeça do seu membro para dentro de Sam... que buscava mais contato, movimentando o seu corpo, mas cada vez que ele fazia isso, Dean recuava...

- Dean!

- Eu disse que você vai ter que implorar! - Dean dizia com a voz rouca de desejo...

- Por favor! Por favor! Por favor, Dean!

- O que você quer Sammy?

- Me fode logo... Por favor! Dean!

- Seu pedido é uma ordem, baby!

Então Dean entrou de uma só vez, sentindo Sam ofegar e choramingar ao mesmo tempo...

Dean parou por um momento, para depois passar a se movimentar devagar... bem devagar, fazendo daquilo uma verdadeira tortura para Sam...

- Dean!

- O que foi, amorzinho? O que você quer agora? Me diz?

- Mais forte!

- O que?

- Mais forte! Me mostra tudo o que você sabe, Dean! – Sam provocou...

Então Dean estocou mais forte e mais forte... levando Sam a loucura, o fazendo gozar com força, e Dean logo o seguiu, gozando dentro de Sam...

- Você é um canalha, Dean! – Sam disse rindo enquanto recobrava o fôlego...

- Sim, mas sou o canalha que você mais ama, não é? – Dean disse o puxando para um beijo...

- Nunca mais faça isso, ok? Isso foi golpe baixo!

- Foi o jeito mais divertido que eu arranjei de arrancar a verdade de você.

- Divertido, é?

- Eu me diverti, você não? Agora vem, que você ainda me deve um pedido de desculpas - Dean disse arrastando Sam para o chuveiro...

Depois de tirarem o atraso, acabaram adormecendo abraçados, e quando Sam acordou na manhã de sábado, Dean já havia levantado.

Sam ficou por algum tempo na cama, pensando se aquilo tudo não tinha sido um sonho, mas então teve certeza que não, ao sentir o cheiro de Dean em seu travesseiro, e a dorzinha incômoda em seu traseiro, afinal Dean não tinha sido lá muito gentil...

- Oi... Desde quando você acorda cedo?

- Foi você quem acordou tarde, Sammy... já passam das dez.

- E por que não me chamou? – Sam perguntou sentando em seu colo, de frente para Dean, e lhe roubando um beijo.

- Fiquei com dó de te acordar... Eu pensei que você não iria conseguir sentar hoje...

- É, e eu não posso! Sam disse fazendo uma careta de dor.

- É uma pena! Pensei que a gente pudesse se divertir mais um pouquinho hoje pela manhã! – Dean disse provocando.

- Mas nós podemos... Basta inverter as posições – Sam sussurrou em seu ouvido.

- Nem em seus sonhos, Sammy! – Dean disse enfurecido.

- Você é um desmancha prazeres, Dean!

- Eu vou é te dar muito prazer, Sam... E você vai ser a minha putinha! – Dean disse o beijando novamente.

- Sua putinha, é? Vai sonhando! Mas e aí? Você falou com o Bobby?

- Sim, e eu vou lá daqui a pouco, você vai comigo?

- Claro, eu vou sim.

- O cara é um barato, né Sammy... Em pouquíssimo tempo nós já estávamos íntimos. E eu acabei contando a ele essa história absurda de você ter sido trocado na maternidade, espero que você não se importe.

- O que? – Sam perguntou assustado.

- Algum problema?

- É que... bom, é... ele não sabia que você era meu irmão!

- O que?

- Eu contei tudo a ele sobre você, menos que você era meu irmão - Sam falou envergonhado.

- E por que você fez isso?

Sam apertou os lábios, nervoso...

- Acho melhor eu não ir lá hoje...

- Ele precisa da sua ajuda, e está te esperando, afinal você tem um projeto pra terminar, esqueceu?

- Mas eu não posso, Dean!

- Escuta aqui, Sam! Nós vamos lá, você faz o que tem pra fazer, e depois vai embora... Eu prometo não te deixar sozinho com ele, tá legal?

- Promete mesmo?

- Claro que sim! Agora vamos!

Ao chegarem na oficina, Bobby como sempre estava resmungando por algo que não estava dando certo, e Sam não conseguiu nem olhá-lo nos olhos, foi direto para o escritório terminar o projeto do carro que estava em andamento.

Dean entava ajudando Bobby a terminar a pintura de um Dodge, então assim que Sam terminou o que tinha pra fazer, foi até o ferro velho, e ficou por ali matando tempo, desamassando algumas peças.

- Vai continuar martelando isso por muito tempo?

- O que? – Sam disse assustado.

- Você está martelando no mesmo lugar há mais de dez minutos...

- Ah, desculpe, eu estava distraído.

- Qual é o problema, garoto?

Só então Sam encarou Bobby, mas não conseguiu sustentar o olhar.

- Bobby... Se você não quiser mais que eu venha aqui, eu vou entender...

- E por que eu não iria querer mais que você viesse aqui, idiota?

- Porque eu... eu menti pra você.

- E por que você mentiu, afinal?

- Porque eu... eu não queria que você pensasse que eu era um pervertido, ou uma aberração, sei lá...

- E por que eu pensaria isso, Sam? Por você amar demais o seu irmão?

- Eu...

- Escuta aqui moleque... eu te conheço há apenas dois anos, mas assim que eu te conheci, eu soube que você era um garoto especial, e também que você tem um bom caráter. O resto não me importa, Sam... se você está feliz, eu estou feliz, e pronto! Agora chega de choradeira e volte ao trabalho!

- Bobby?

- Hã?

- Obrigado!

Assim que os dois voltaram para casa, o telefone tocou, e Sam foi atender...

- Oi.

- Sim, eu já estou bem.

- Aham, o Dean está aqui comigo...

- É, nós estamos sim.

- Sim, não se preocupe, ele está dando conta.

- Ok, até mais... E Jorge? Obrigado por tudo!

- Que merda foi essa, Sam? – Dean perguntou furioso, quando sam desligou o telefone.

- Ele só estava preocupado, Dean!

- Eu não quero mais você falando com esse sujeito!

- Eu não vou mais falar, não precisa ficar com ciúmes...

- Não é ciúme... eu só não gosto dele.

- Claro... Dean, eu sei que ele não vale nada, e que é um sujeitinho arrogante, mas ele me ajudou sempre que eu precisei Dean, eu devo muito a ele...

- Você não deve nada a ele, Sam! Ele só estava atrás do seu traseiro, e mais nada!

- Hmm... Você é sempre tão gentil... Bom, eu não acho que seja isso, mas tudo bem. Eu não quero brigar com você por isso, vamos esquecer, tá legal?

- Dean?

- Ok!

- Ah, Dean, a Helen também ligou

- O que ela queria?

- O meu suposto pai quer me conhecer.

- E você? Aceitou?

- Não.

- E por que não? Pode ser bom pra você.

- Eu não quero! Eu não preciso de mais um pai para... Dean, quando o John descobriu que eu era gay, ele... ele me olhou com tanto desprezo, ele...

- Sammy... esquece o John! O seu pai vai ter muito orgulho de você!

- Mas eu não quero conhecê-lo, e eu não preciso de outro pai, Dean! Nem de outra mãe! E eu não quero mais falar sobre isso! – Sam disse emburrado.

- Ok, eu vou respeitar sua vontade, vem cá... Não fica desse jeito Sammy! Você tem a mim, e eu tenho a você, isso é tudo o que importa! – Dean disse enquanto o abraçava com carinho.


Continua...

** Eu estava pensando... Acho que vou matar o Dean em um trágico acidente, e fazer o Sam sofrer tanto que vai acabar se enforcando, se a quantidade de reviews não melhorar! Verifiquei os registros no site, e nem sequer 10% dos leitores estão deixando review! Assim desanima, né? Putz! Fiquei decepcionada...

Alerta: Autora com TPM!! Mas vocês podem melhorar o meu humor, e aí eu juro que faço um final feliz!!

Beijinhos, eu amo vocês!!

Mary.