Feliz ABM-feira! S2
ps: capítulo de FREAKSHOW será postado nesse final de semana, provavelmente sábado!
Capítulo Dezenove – A Beautiful Mess
Edward POV.
Cheguei na casa de Charlie um pouco depois das dez e meia da manhã. Supostamente ele e eu nos encontraríamos na empresa para que ele me mostrasse seu escritório e a sala ao lado, a qual ele queria fazer uma união e um anexo a sua sala. Porém ele foi surpreendido quando acordou no sábado extremamente gripado e Isabella o proibiu de sair de casa até que ele estivesse se sentindo melhor. Deixei um sorriso nascer quando pensei no fato de que Isabella havia passado o dia cuidando do pai. Ela era uma boa filha e amava o pai mais do que qualquer coisa no mundo. Não era difícil notar isso. Fiquei feliz quando ela me mandou uma mensagem no dia anterior dizendo que não iria para a academia já que ficaria com Charlie, era bom ver que ela estava se aproximando dele novamente. Durante essas três semanas que se passaram, eu tive tempo para pensar e notar como Charlie parecia realmente arrependido do que havia acontecido e completamente perdido sobre o que fazer ou dizer. Isabella também não ajudava em nada. Ela evitava seu pai o máximo que podia, fugia dele como o diabo fugia da cruz e quando estavam no mesmo ambiente, ela preferia olhar para o vento do que manter uma conversa estável. Não é como se eu tivesse visto tudo isso, mas ela me contava quando parávamos de nos agarrar e resolvíamos ter uma conversa séria. Eu via que ela estava mal por isso.
Carmen não havia conseguido ir até a casa de Charlie ainda, logo ela não havia tido um tempo sozinha com Isabella e então não havia se desculpado também. Mas eu sabia que ela faria tal coisa em breve. Ainda mais com Charlie doente. Ontem a noite ela havia me ligado completamente preocupada, dizendo que queria muito ir até Charlie, mas como sabia que Isabella estava fazendo de tudo para cuidar dele, ela havia pensado melhor e analisado aquilo que eu havia falado sobre dar um pouco de espaço para Isabella e Charlie juntos e não interferir muito também. Não que isso tenha tirado sua preocupação. Antes de dormir precisei passar quase quarenta minutos assegurando-a de que tudo estava bem e que ela poderia ir visitá-lo no dia seguinte. Talvez enquanto ela estivesse aqui, eu conseguisse algum tempo rápido sozinho com Isabella para poder beijá-la e então descobrir que porra sobre um tal de Eddy ela estava falando.
Sério. Ela passou o sábado me infernizando sobre tal coisa. Dizendo que o Eddy havia lhe dado um orgasmo na banheira. Eu ainda não havia entrado na banheira com Isabella e essa bastardo já? Inaceitável. Balancei a cabeça, tentando clarear meus pensamentos e saí do carro, vendo que outro carro - um que eu nunca havia visto antes - estava estacionado ali também. Dei de ombros e toquei o interfone. Grace - a governanta e empregada da casa - liberou minha entrada e o portão se abriu. Charlie já me esperava na sala quando eu cheguei e soltei uma risada quando o vi usando um roupão gigante com chinelos que pareciam pantufas. Certamente não uma aparência que um CEO de uma empresa deveria ter.
- Bom dia, Charlie - cumprimentei. - Como se sente?
- Um pouco melhor - disse. - Na verdade não estou tão mal assim, só um resfriado, mas Bella faz parecer como se eu estivesse dez vezes pior.
- Ela te ama - eu disse sério.
- Eu sei - concordou. - E eu amo ela também. Mas enfim, espero que esteja tudo bem para você termos passado a reunião aqui para casa. Não sei se vai dificultar o processo, ou algo assim...
- Não, não. Por enquanto eu consigo ter uma ideia apenas com as fotos que você man-
- Emmett McCarty, me coloca no chão! - Escutei Isabella gritar em algum canto da casa, interrompendo minha frase. Emmett? - Eu vou vomitar em você!
- Não vai nada, Bells - uma voz grossa e divertida retrucou e então escutei um estalo como se alguém tivesse levado um tapa e Isabella soltou um gritinho. - Você ainda nem comeu, logo não tem nada para vomitar.
- Deixa de ser idiota - ela grunhiu e notei que sua voz estava mais próxima, como se ela estivesse... Na escada? - Você vai apanhar tanto quando me colocar no chão.
- Claro...
- Eu estou falando sério! Me coloca no chão. Agora! - rosnou e eu olhei questionadoramente para Charlie, que apenas sorriu e maneou a cabeça. Que porra?
- Nop.
- Argh, eu odeio você! - ela ralhou. É eu também estou começando a odiar muito quem quer que esteja carregando ela contra sua vontade e possivelmente estapeando aquela bunda dela.
- Você sabe que me ama, Bells. E para de reclamar que eu estou te levando para comer.
Então meu sangue gelou quando os dois entraram em meu campo de visão. Ali estava Isabella, usando nada mais do que um par minúsculo de shorts e uma blusa vermelha, sendo carregada por um garoto mais ou menos da minha altura, forte e com um sorriso divertido no rosto enquanto sua mão pousava na parte traseira da coxa de Isabella. Tudo o que minha mente gritava era: mão na coxa. Mão na coxa. Mão na coxa. Mão. Na. Porra. Da. Coxa!
- Mas eu sei andar! - ela berrou completamente aérea da minha presença e da presença de seu pai ali, e então deu um tapa forte na bunda del- O quê? Ela deu um tapa na bunda dele? Senti minha respiração ficar mais irregular. Por que diabos Charlie não havia feito nada ainda? E por que diabos ela estava jogada nos ombros daquele adolescente cheio de hormônios? - Emmett, me coloca no chão - choramingou e nem o biquinho que ela fez naquele momento me amoleceu.
- Larga minha filha, Emmett - Charlie finalmente teve bom senso e se pronunciou, mesmo que ele estivesse com um sorriso divertido nos lábios.
Os olhos do tal garoto se voltaram para nos dois, ao mesmo tempo em que Isabella repetia a ação. Primeiro ela só notou seu pai ali e então ela ofegou baixinho, abrindo aqueles lábios perfeitos em um O enquanto piscava algumas vezes. Oh, ela não parecia satisfeita com a minha expressão. Ela queria o quê? Que eu estivesse rindo de orelha a orelha enquanto seu corpo quente e gostoso estivesse jogado nos ombros daquele merdinha? Enquanto tudo o que ele precisava fazer para morder, beijar, lamber e estapear aquela coxa maravilhosa era virar o rosto? Nunca.
- Sr. Swan, desculpe - o garoto falou um pouco nervoso e eu dei um sorriso mentalmente.
- Já falei que é Charlie, garoto - ele disse revirando os olhos e meu sorriso mental morreu. Merda.
- Emmett, me coloca no chão! - Isabella pediu novamente.
- Ah, mas estava ficando divertido... - ele fez um beicinho e eu quis socar a cara dele. Divertido vai ficar quando você não colocar Isabella no chão e meu punho encontrar esse rostinho de filhinho de papai que você tem.
- Coloca ela no chão, Emmett - Charlie suspirou cansado e então abriu um sorriso. - Você perdeu a chance de fazer isso quando resolveu não namorar minha filha.
Como é que é, Charlie?
- Ah, mas eu sempre posso voltar atrás, não é mesmo, Bells? - disse enquanto colocava ela de volta no chão e balançava as sobrancelhas sugestivamente para Isabella. - Tenho certeza que tem Emmett pra todas!
- Primeiro de tudo: não foi Emmett que não quis namorar comigo. Eu é que não quis namorar com ele - Isabella disse lançando um olhar de raiva para Emmett enquanto afastava os fios de cabelo que tinham se espalhado pelo seu rosto devido a posição que ela estava antes. - E segundo: tem Emmett para todas? - ela arqueou a sobrancelha. - Ficarei feliz em passar essa informação para Rosalie.
Rosalie? Hmm... interessante. Mas não anula o que aconteceu alguns minutos atrás.
- Qual é, Bells... - fez beicinho de novo e jogou o braço ao redor do ombro dela. Fechei meus punhos.
- Não encosta em mim! Ainda não perdoei você por aparecer no meu quarto e me jogar nos seus ombros, seu idiota.
- Crianças - Charlie disse em reprovação. - Bom, sei que vocês dois tem coisas a fazer, assim como Edward e eu... Oh, a propósito. Edward, acredito que você não conheça Emmett, certo? - indagou e eu neguei com a cabeça. - Emmett é filho de Marc McCarty.
- Marc McCarty? O treinador dos Chicago Bears? - indaguei curioso.
- Isso mesmo, senhor - Emmett respondeu com um sorriso orgulhoso, o qual não reparei muito uma vez que seu braço continuava ao redor de Isabella. Pare de tocá-la. - E se tudo der certo em breve ele será meu treinador também.
- É apenas Edward - eu disse, não gostando da forma como ele disse senhor. Eu não era tão velho para ser chamado assim. E, para não soar muito grosseiro aos olhos de Charlie, acrescentei: - E boa sorte com o time.
- Edward é irmão de Carmen e um amigo - Charlie esclareceu, umas vez que ainda não tinha me apresentado, e apertei a mão que Emmett me ofereceu, colocando um pouco de força ali, uma vez que eu não podia simplesmente gritar que além de irmão de Carmen e amigo de Charlie, eu também estava com Isabella e eu devia parar de tocá-la imediatamente se quisesse continuar com os planos de jogar futebol. Vi Isabella revirar os olhos discretamente e estreitei os meus para ela.
- É um prazer conhecê-lo, Edward! - Emmett disse animado e eu assenti. - Bom, eu estava levando essa mocinha aqui para comer algo antes de começarmos com a diversão.
- Certo. Vocês façam o que tiver que fazer, pois Edward e eu temos negócios para tratar também.
- Pode deixar que ficarei de olho na Bella pra você, Charlie!
Charlie revirou os olhos e segurei a vontade de jogar Isabella em meus ombros e sair correndo. Por Deus, eu estava parecendo um adolescente. Ou um homem das cavernas... mas era assim que eu ficava quando se tratava de Isabella. Completa e totalmente descontrolado. Balancei a cabeça vendo que Charlie já estava seguindo em direção ao andar de baixo, onde seu escritório ficava, e comecei a segui-lo, mas antes que pudesse dar três passos a voz de Isabella me parou.
- Bom dia, Edward - ela disse me olhando séria e com um bico nos lábios.
- Isabella - assenti e me virei, ainda podendo ouvi-la murmurar um idiota sob a respiração.
Bufei. Eu é que tinha o direito de estar com raiva, não ela. Afinal, era ela que estava jogada nos ombros de um garoto qualquer e era ela que passaria a tarde toda com tal garoto fazendo sabe-se lá o quê. Enquanto eu estaria trabalhando com seu pai sobre um mini-projeto em seu escritório.
Merda, Isabella. Merda.
Lancei mais um olhar para ela antes de descer as escadas e vi que ela me olhava com os olhos semicerrados e o biquinho ainda nos lábios e então virei definitivamente em direção a escada e me encontrei com Charlie em seu escritório, tentando deixar os ciúmes de lado e mantendo meu lado profissional.
- Certo, você me fala as mudanças que quer fazer e eu vou fazer um esboço do desenho final e então depois te mostrarei uma demonstração gráfica do mesmo. Pode ser? - indaguei e ele assentiu.
- Estou pensando em quebrar essa parede aqui - ele disse assentindo para a foto. - E fazer um anexo a minha sala, ou expandi-la, uma vez que essa sala fica ao lado. Pensei em criar um espaço mais cômodo, colocar uma estante maior, com um sofá e algo que deixe aquele espaço mais confortável.
- Hmm... não é algo difícil de fazer. Sua sala tem um banheiro anexado a ela, certo? E suponho que você queira mantê-lo também.
- Sim. Isso será um problema?
- Bom, levando em conta que o banheiro, e o armário, ficam na parede que você quer demolir, mais ou menos. Não vai ser um problema, apenas um atraso na obra. Vou precisar da planta com o encanamento interno do prédio, assim como a planta elétrica. Vamos ter que fazer uma pequena mudança.
- Oh... certo.
Comecei a explicar para Charlie como eu pretendia fazer o novo design da sua sala, enquanto ele pontuava algumas coisas e questionava outras. Em algum ponto daquela reunião improvisada, me concentrar no trabalho havia ficado praticamente impossível, uma vez que eu comecei a escutar Isabella soltar gargalhadas altas ou gritar o nome de Emmett em meio a risadas enquanto pedia para ele parar. Mas que porra estava acontecendo ali? Olhei para Charlie questionadoramente, tentando não mostrar minha raiva em minha expressão facial e ele apenas soltou uma risada, maneando a cabeça.
- Emmett é um grande amigo da minha princesa - ele esclareceu. Amigo... - E também tem alguns contatos com DJ's e essas coisas que não entendo muito bem. Ele está ajudando Bella a organizar as coisas para a festa anual de Halloween que acontece aqui em casa. Carmen já falou sobre isso com você, certo?
Eu me lembrava de Carmen mencionar sobre essa tal festa de Halloween. A tradicional festa de Halloween dos Swan, foi como Carmen havia mencionado no outro dia. Ao que parecia tal festa acontecia desde quando Isabella era bem pequena e mal tinha idade para ir sozinha pedir por doces ou travessuras e com o passar dos anos a festa continuou a ocorrer e se tornar bastante conhecida em Chicago. De acordo com Carmen, muitas pessoas morriam para participar de uma. Eu, por outro lado, nunca havia ouvido falar de tal festa. Mas, mais uma vez, eu não era bem um exemplo para essas coisas, já que mal saía de casa e quando saía, certamente era algo relacionado com trabalho. Entretanto, ao que tudo indicava, este ano eu estava intimado a participar da festa. Não só por Carmen, mas também por uma certa provocadorazinha que havia me olhado com olhos pidões e um bico gigante nos lábios implorando para que eu fosse a maldita festa. Não é como se eu pudesse ficar ao lado dela na festa como se estivéssemos juntos ou algo do tipo... mas ela havia dito que iria ser divertido. Além do mais, eu não iria conseguir resistir àquele biquinho pidão. Ainda mais quando sua mão fazia um trabalho bem interessante entre minhas pernas...
- Ah, sim. Carmen mencionou sobre isso - respondi tentando tirar os pensamentos sobre a mão de Isabella em meu pau enquanto eu estava em uma sala sozinho com o pai dela.
- Bella está realmente animada esse ano com a preparação - ele sorriu orgulhoso da filha. - Geralmente ela contrata alguém que a ajude com essas coisas, mas esse ano ela ainda não pediu uma organizadora de eventos. Pensei que depois de... bom, você sabe... aquele ocorrido, ela não fosse estar interessada nisso - ele disse e então tossiu um pouco, antes de limpar a garganta e continuar. - Mas ela parece bem melhor do que eu esperava. Não sei se tem algo a distraindo, mas ela mudou... não sei bem quando, mas ela está diferente.
- Isso é bom, certo? - perguntei tentando esconder o sorriso. Estaria ela diferente por minha causa? Hmm...
Ele assentiu com um sorriso e continuamos a analisar algumas coisas por mais algum tempo e notei que o andar de cima ficou estranhamente silencioso. Teria o Emmett ido embora? Ou eles teriam subido para o outro andar? Merda. Queria dar uma desculpa para Charlie apenas para subir e descobrir o que diabos estava acontecendo, entretanto isso seria me entregar facilmente para ele. Por mais que não fosse legal esconder isso dele, eu sabia que ainda não era a hora certa para ele ou qualquer pessoa de fora saber sobre minha relação com Isabella. Então, finalmente quando eu estava basicamente perdendo minha cabeça, o celular de Charlie tocou e pelo sorriso em seu rosto eu soube que se tratava de Carmen. Eles tiveram uma conversa rápida e quando ele finalizou a ligação, o sorriso ainda estava ali. Foi impossível não sorrir com o pensamento de que havia alguém que realmente amava minha irmã e a fazia tão bem. Charlie podia ter seus momentos, podia não saber como demonstrar certas coisas, mas era inegável o fato de que quando ele amava uma pessoa, ele faria de tudo por ela. Eu sempre vi isso quando se tratava de Isabella e agora eu conseguia ver a mesma coisa em relação a minha irmã também.
- Carmen está vindo para o almoço - ele explicou. - Acho que já terminamos por hoje então.
- Claro - respondi rindo e guardei os papéis na pasta. - Não se esqueça de separar o que eu pedi e então eu consigo fazer uma planta mais exata de como sua nova sala vai ser.
- Enviarei por email ainda nesta semana - ele garantiu enquanto subíamos as escadas novamente. - Bom, já que Carmen está vindo e você está aqui... por que não fica e almoça com a gente? Grace ainda não terminou o almoço e tenho certeza que há comida suficiente para todos - brincou.
Ponderei alguns segundos mentalmente. Se eu aguentaria mais algum tempo vendo Isabella e seu amiguinho brincando na minha frente? Não. Se eu aguentaria vê-lo tocar a pele macia e branquinha dela a todo o momento? Não. Se eu aguentaria escutá-lo fazendo brincadeirinhas com duplos sentidos para cima dela a cada dois minutos? Não. Mas por outro lado... se eu aguentaria ir embora e não saber o que aconteceu entre os dois enquanto eu não estava presente? Absolutamente não.
- Claro, não tenho nenhum compromisso - respondi sorrindo. - Vai ser divertido.
- Fabuloso! Deixe-me avisar Grace então e subir rapidamente para trocar de roupa. Sinta-se em casa - disse e se virou em direção a cozinha.
Caminhei até a sala onde havia uma televisão ligada e vi que Isabella estava jogada no sofá enquanto mexia em seu celular. Suas pernas maravilhosas estavam esticadas sob o tecido cinza do sofá e eu segurei tudo o que tinha para não voar em cima dela naquele momento. Ela parecia tão linda e tentadora ali, apenas em seus shorts e uma blusa enquanto estava toda concentrada olhando para seu celular. Soltei uma risada quando ela franziu as sobrancelhas e fez um bico para algo que viu na tela e ela desviou os olhos em minha direção, bufando e fazendo um bico maior ainda. Coloquei a pasta em um dos sofás e me sentei na ponta dos seus pés.
- Isabella... - chamei e ela continuou a me ignorar. Dei um sorriso torto e olhei em direção a cozinha, vendo que do ângulo que estávamos, Grace ou muito menos Charlie, conseguiria nos ver, e então comecei a massagear seus pequenos pés lentamente. Vi ela morder os lábios para segurar um gemido e comecei a subir minhas mãos pelas suas deliciosas pernas em direção as suas coxas. Levantei suas pernas, arredando um pouco no sofá e ficando mais perto dela. Era arriscado fazer aquilo, mas não conseguia me importar no momento. - Será que você pode me explicar que merda foi aquela mais cedo?
- Do que você está falando? - perguntou inocentemente, se ajeitando no sofá e sentando com as pernas dobradas e cruzadas em cima do sofá, me fazendo grunhi pelo fato de que com essa posição eu tinha uma bela visão do meio das suas pernas e quase podia sentir sua essência.
- Você sabe muito bem do que eu estou falando - disse arqueando as sobrancelhas e ela mordeu os lábios. - Então?
- Oh, o Emmett? - piscou lentamente os olhos, batendo aqueles cílios malditos para mim e eu apertei sua coxa com força, fazendo-a tremer um pouco. - O que tem ele? Ele só estava me ajudando com a festa...
- E para ajudá-la com a festa ele tinha que jogar esse corpinho delicioso seu nos ombros dele, uh? Precisa? Acho que não.
- Ele não fez nada demais - revirou os olhos e então parou. - Por quê? Está com ciúmes?
- Imensamente - grunhi. E concluí aos sussurros: - Veja bem, Isabella, não é agradável encontrar sua namorada jogada nos ombros de um adolescente cheio de hormônios do inferno. Ainda mais quando a namorada citada está usando apenas um par de shorts que mal cobre a bunda dela.
- Namorada, é? - provocou baixinho, olhando em direção a cozinha e então passou a mão pela minha coxa, subindo até onde minha excitação já começava a ser visível. - Eu não me lembro de você perguntando se eu queria ou não ser sua namorada.
- Eu pareço algum pré-adolescente espinhento e virgem por acaso? - indaguei olhando-a intensamente. - Estamos de volta ao início do ensino médio? Você quer que eu te mande um cartão escrito "quer namorar comigo? a) sim b) opção a"?
- Não sei, Edward... - provocou um pouco mais, agora dedilhando meu abdômen por cima da camisa.
- Isabella. Sério... - revirei os olhos novamente e sorri torto para ela. - Acho que minhas ações já deixaram mais do que claro o que nós somos, uh? Não preciso ficar pedindo a você algo que eu já sei bem a resposta.
- Então você é meu namorado, uh? - brincou se aproximando e mordeu meu queixo rapidamente. - Meu namorado gostoso e que fica muito sexy quando está ciumento?
- Seu namorado que você adora provocar nas horas mais impróprias - resmunguei e ela jogou a cabeça para trás, soltando uma risada alta, para então olhar para mim novamente. Sua expressão agora estava intensa e seus olhos estavam mais negros do que o normal, quando ela passou a língua levemente pelo lábio inferior para logo puxá-lo entre seus dentes no mesmo instante em que aumentava a pressão da sua mão em minha calça. - Porra... Isabella. Você não sabe como eu quero beijá-la e fazer muitas coisas com você agora.
- Então me beija - sussurrou se aproximando e eu grunhi, apertando suas coxas com uma das mãos e rapidamente trazendo seu rosto até o meu com a outra. Não foi um beijo de língua e muito menos demorado. Foi um beijo forte, rápido e que me fez praguejar por não estarmos sozinhos. - Eu quero tanto você - ela ronronou, vindo em minha direção novamente e mordendo meu pescoço algumas vezes.
Senti seu joelho em minha coxa e soube que ela estava prestes a sentar em meu colo, então segurando-a pela cintura, a afastei antes que fosse tarde demais e eu perdesse o resto de controle que ainda possuía. Sabia que no primeiro instante em que estivéssemos completamente sozinhos, eu não seria capaz de me segurar mais. Um bico se formou em seus lábios e, arriscando tudo mais uma vez, rapidamente dei um selinho nela para tirar o bico dali, mas não funcionou muito bem.
- Você é chato - fez beicinho.
- Seu pai está aqui e pode chegar a qualquer instante... Ele só foi trocar de roupa. Além do mais, Grace está logo ali na cozinha. Já nos arriscamos o suficiente - murmurei e me afastei dela um pouco, mas mantive minha mão em sua coxa.
Charlie apareceu alguns minutos depois, me fazendo trazer minha mão para meu colo novamente e então se sentou no sofá com a gente, parecendo completamente aéreo a tensão sexual que podia ser cortada com uma tesoura que havia ali. Carmen chegou logo em seguida, parecendo um pouco incerta sobre o que fazer ou dizer. Ela parecia genuinamente preocupada com a saúde de Charlie e se ofereceu para cuidar dele, ganhando um olhar feio de Isabella que claramente irritada disse que não precisava, pois a mesma já estava fazendo isso. Minha irmã apenas assentiu, concordando e pouco antes de Grace nos chamar para almoçar, Carmen se levantou e perguntou Isabella se as duas podiam ter um minuto a sós. Charlie me olhou preocupado e eu apenas sorri, sabendo que ela havia escolhido aquele momento para finalmente se desculpar. Não que as coisas tenham ido muito bem, no final das contas. Alguns minutos depois Isabella voltou para a sala com o nariz em pé e pisando duro antes de se sentar ao meu lado novamente.
Deus, ela ficava tão malditamente fofa e sexy quando estava irritadinha assim que foi praticamente impossível manter minhas mãos para mim.
~x~
Quarta feira sempre seria o dia mais entediante da semana. Não estava no início e muito menos no final. Enquanto o cliente falava sem parar sobre coisas que eu não estava com a mínima vontade de saber naquele momento, minha mente ainda tentava se controlar com o fato de que Isabella iria a uma festa hoje a noite. Não uma festa qualquer, mas sim uma festa na casa de algum amigo. Uma festa na qual ela iria sem mim. Sozinha, com aquele jeito provocante, no meio de dezenas de adolescente bastardos e espinhentos à procura de um lugar para enfiar seus paus cheios de hormônios do inferno. Aparentemente estavam entrando no clima do Halloween.
Senti meu celular vibrar no bolso da calça, e vendo como a sala estava parcialmente escura, devido já que o cliente passava alguns slides, e que Jasper ou qualquer um ali estava completamente alheio a mim, peguei-o discretamente e quase tive um infarto quando vi do que se tratava. Era uma foto de Isabella deitada em sua cama, a barriga basicamente toda de fora, mostrando sua pele um pouco bronzeada e cobrindo seus seios estava um top branco ridiculamente pequeno, com um zíper dourado no meio. Eu queria descer aquele zíper... Os seios dela estavam apertados e empinados ali, eu podia ver isso claramente devido a posição que ela havia tirado a foto. Maldita. Senti meu pau endurecer na calça e segurei um grunhido. Então, para completar minha tortura, o celular vibrou de novo e uma nova mensagem chegou.
~ Uma pequena prévia da minha roupa da festa de hoje a noite. O que acha? - Bella.
~ Não. Absolutamente não. Você está louca? - Edward.
~ Por que não? Estou feia? :( - Bella.
~ Você sabe muito bem que está tentadora... por isso NÃO! - Edward.
~ Não grita comigo, chato! - Bella.
Revirei os olhos. Ela estava em casa, completamente entediada e disposta a provocar meu juízo. De acordo com ela, ela estaria livre até as 14h10, quando supostamente precisaria voltar para a escola. Grunhi, notando que ainda eram 11h30 e tudo o que eu mais queria naquele momento era estar com ela. Desde aquele dia em sua casa, não havíamos tido muitas oportunidades além da academia. Sem enrolávamos alguns minutos para entrar, ou ficávamos alguns minutos em meu carro ou no seu quando saíamos de lá. Mas nada muito grandioso. E eu sabia que ambos estávamos sofrendo com isso. Jasper ficava me zoando falando que eu estava parecendo um adolescente com medo de tirar a virgindade da namorada, mas ele sabia que eu não estava adiando esse momento por causa disso. Ele sabia que eu estava fazendo isso porque se transasse com Isabella no momento em que ela queria, ou seja, há basicamente quatro semanas atrás, seria como tudo o que ela ganha na vida: na hora que ela quer, sem ela precisar se esforçar. Entretanto, comigo negando isso a ela, eu a faria ver que ela não quer só uma transa de uma noite comigo.
Mas acima disso tudo, eu sabia que não podíamos mais evitar o inevitável. Ambos estávamos frustrados com isso e mesmo que nos aliviássemos com mãos e bocas nas maiorias das vezes, isso não era o suficiente. Ambos precisávamos de mais.
~ Estou saindo da reunião em 10min. Almoço? - Edward.
Enviei e fingi prestar atenção no que era dito ali. Eu estava sendo irresponsável, mas naquele momento eu não me importei tanto assim. Sabia que Jasper me passaria as notas depois.
~ Claro... onde? - Bella.
~ Meu apartamento. O que acha de comida italiana? - Edward.
~ Perfeito! Pode deixar que eu levarei a sobremesa... - Bella.
~ Eu nunca duvidei disso. Esteja lá em 35min. - Edward.
~ Mal posso esperar. - Bella.
Nem eu, Isabella. Nem eu... Soltei um suspiro baixo, guardando o celular no bolso e desejei internamente que os dez minutos passassem o mais rápido possível para que eu pudesse sair logo dali, porém tudo o que eu recebi foram talvez os dez minutos mais maçantes da minha vida. Quando finalmente as luzes se acenderam e os slides foram desligados eu segurei a vontade de soltar um suspiro aliviado e sair correndo. Despedi-me dos clientes e Jasper se ofereceu para levá-los até a saída enquanto eu apressadamente fui para minha sala.
- Irina, ligue para o Filini e peça dois garganelli para o almoço e o tiramisù especial da casa - disse parando em frente a sua mesa. - Peça para fazerem o mais rápido possível e entregarem em meu apartamento.
- Sim, senhor - assentiu.
- Estou saindo para o almoço e não sei quando volto hoje a tarde, ligações para mim apenas se for algo de extrema importância, caso contrário, passe as coisas para Jasper e ele resolverá - concluí e entrei rapidamente em minha sala para pegar minhas coisas.
Menos de dez minutos depois eu já estava no saguão do prédio e Jasper veio em minha direção, expliquei para ele sobre não voltar depois do almoço e ele disse que estava tudo bem e que eu poderia ter a tarde livre se quisesse, mas que me ligaria se precisasse de algo. Concordei com ele e praticamente corri em direção ao meu carro. O trânsito de Chicago ficava um caos nesse horário, devido ao fato de muitos estarem saindo para almoçar e eu demorei basicamente o dobro do tempo para chegar em meu apartamento. Quando eu estava saindo do elevador em meu andar, Isabella já estava parada na porta do mesmo e eu prendi a respiração quando notei a roupa que ela usava. Nunca me acostumaria com aquele uniforme. Sempre que eu a via usando ele, imagens daquele nosso pequeno momento em minha sala inundavam minha mente.
- Olá, Edward - ronronou quando eu me aproximei dela, enrolando um dos braços em sua cintura, para puxá-la para mim e beijá-la, enquanto com a mão livre tentava sem muito sucesso abrir a porta.
- Isabella - respondi uma vez que já estávamos lá dentro e a empurrei contra a porta, aprofundando o beijo.
Larguei minha pasta no chão do apartamento, não me importando muito com o que tinha dentro dela, e Isabella aproveitou o momento para enlaçar as pernas em minha cintura. Segurei-a pela bunda para ajudar o movimento e sem desgrudar os lábios do dela nos levei até o sofá, onde meu corpo caiu por cima do seu, fazendo com que ela gemesse alto e me puxasse ainda mais para si.
Ficamos nos beijando ali no sofá por algum tempo, um completamente perdido no outro, que, quando alguns minutos depois a campainha tocou para avisar que nosso almoço havia chegado, ambos estávamos completamente ofegantes e Isabella já se encontrava apenas com a saia, a blusa e as meias do uniforme. Dei um beijo rápido em seus lábios inchados e fui até a porta pegar nosso almoço.
- O total é de 55,38 dólares com a taxa, senhor - o entregador me informou e eu entreguei a ele uma nota de cinquenta e uma de vinte, falando que ele podia pegar o resto como gorjeta. - Obrigado, senhor. Tenha um bom dia.
Assenti para ele e fechei a porta, levando nosso almoço até a bancada da cozinha, onde Isabella já me esperava - agora sem as meias - sentada em um dos bancos. Revelei para ela o que tínhamos para o almoço e ela lambeu os lábios dizendo que adorava aquele prato. Sorri para ela e coloquei o tiramisù na mesa também, fazendo-a soltar um gritinho animado, antes de me sentar ao seu lado e começar a comer também.
Começamos a comer em meio a uma conversa sobre assuntos aleatórios para logo em seguida o assunto morrer quando Isabella começou a gemer baixinho na medida em que levava uma garfada de garganelli até seus maravilhosos lábios. Então a conversa foi completamente deixada de lado e começamos a nos provocar enquanto comíamos. Olhares ligados, mãos aqui e ali, beijos e mordidas roubadas no pescoço, gemidos cada vez mais altos, em algum ponto eu parei de comer minha própria comida e comecei a servir Isabella na boca, aproveitando um momento ou dois para beijá-la calidamente. Uma das minhas mãos agora brincava entre suas pernas, e eu não segurei o gemido quando senti que ela estava praticamente encharcada ali. Merda.
- Acho que eu acabei meu almoço - ela ronronou colocando sua mão em minha ereção e colocando uma pressão ali. - Esse garganelli é quase tão delicioso quanto o que minha avó faz.
- Hmm... prometo um dia levá-la para jantar lá então - disse entre um gemido e comecei a beijar seu pescoço com vontade.
- Ótimo - disse ofegante e me empurrou um pouco. - Acho que já estou pronta para a sobremesa. Por mais que eu ame tiramisù, eu já lhe disse que você não precisa disso para ficar pronto para mim... - murmurou e, antes que eu falasse qualquer coisa, completou em um ronronar sedutor: - Então, que tal se, ao invés de comermos esta sobremesa - apontou para o doce -, nós dois irmos para o quarto e então você pode comer esta daqui? - finalizou apontando para seu próprio corpo.
- Porra, sim - gemi e a peguei pela cintura, praticamente correndo até o meu quarto.
Quando joguei ela na cama, minha blusa já estava praticamente fora do meu corpo e ela já trabalhava com suas mãozinhas em meu cinto. Eu, por outro lado, me preocupei em retirar sua roupa, ao mesmo tempo em que distribuía vários beijos pela extensão de seu pescoço e dos seus ombros, que agora estavam expostos para mim. Seus maravilhosos seios estavam cobertos por um sutiã rosa claro, o qual eu prontamente retirei e então pude tomar meu tempo beijando e mordiscando seus seios com vontade. Em questão de minutos todas as roupas dos nossos corpos foram retiradas - ficando apenas minha cueca e sua calcinha -, e Isabella gemia alto debaixo do meu corpo, arranhando minhas costas e pedindo por mais enquanto eu brincava com alguns dos meus dedos em sua entrada ao mesmo tempo em que ainda mantinha um de seus seios em minha boca.
- Ed-ward - engasgou quando belisquei seu clítoris e eu sorri, avançando meus lábios para os seus e sendo recebido com urgência. - Por favor...
- Estamos mesmo fazendo isso? - perguntei olhando-a seriamente.
- Oh, Deus... sim, por favor - concordou puxando meus cabelos.
Sorri abertamente e comecei a beijar e sugar sua pele, fazendo meu caminho por seus seios, sua barriga lisinha, onde dei algumas mordidinhas também, para finalmente parar onde eu mais queria. Lancei um olhar para cima, encontrando os olhos completamente negros de desejo de Isabella e sabia que eu não estava muito diferente dela. Eu estava quase explodindo como um maldito adolescente em minha cueca. Espalmei as coxas dela e ela mordeu os lábios, jogando a cabeça para trás, exatamente como eu esperava que ela fizesse, e eu então mordi a barra da sua calcinha - também rosa -, começando a puxá-la para fora do corpo dela. Eu já conseguia sentir seu calor batendo em meu rosto e o cheiro da sua excitação invadir minhas narinas...
- Edward - clamou e, antes que eu pudesse responder qualquer coisa, o último som que eu esperava escutar no momento começou a invadir o quarto. - Não atende - ela implorou e o telefone parou de tocar. Sorri aliviado e voltei a fazer meu trabalho, apenas para ser interrompido novamente pelo mesmo som. - Deixa tocar...
- Eu não posso - gemi frustrado. - Jasper disse que se precisasse de mim ele ligaria...
- Tá, atende então - resmungou me empurrando e eu saí da cama para pegar meu celular. Como já previsto: Jasper.
- Sim, eu sei que provavelmente interrompi algo, mas é importante - ele disse antes que eu pudesse falar qualquer coisa. Isabella agora estava sentada na cama e me olhava mortalmente. Merda, aquilo me deixou mais excitado ainda.
- É, você interrompeu mesmo. O que é tão importante? - resmunguei.
- Reunião de última hora sobre o projeto Volturi, faremos uma vídeo conferência e eu preciso de você aqui em trinta minutos.
- Estarei aí - murmurei e desliguei o telefone.
- Não acredito que você parou... de novo! - Isabella grunhiu. - Não é engraçado me deixar toda quente, molhada e completamente incomodada pela milésima vez em tão po-
Interrompi-a com um beijo urgente, empurrando-a na cama novamente e fazendo-a gemer quando eu também empurrei minha ereção contra seu centro completamente molhado, como se eu estivesse realmente fazendo sexo com ela.
- Acredite, Isabella, a última coisa que eu queria no momento é parar isso daqui - assegurei-a. - Você consegue sentir como eu quero você agora? Consegue? Uh?
- Oh... sim. Edward, por favor - choramingou fazendo um biquinho.
- Vamos ter que salvar isso para nosso próximo encontro então... - eu disse sugestivamente. - Será muito divertido.
- Hmmm... - mordeu o lábio inferior me olhando através daqueles malditos cílios, como se estivesse ponderando o que acabei de falar. - Eu ainda acho que poderíamos estar nos divertindo muito mais se estivéssemos fazendo o que eu sugeri.
E ela estava completamente certa. Poderíamos estar nos divertindo bem mais assim, mas ainda não era hora para isso. Infelizmente. Eu precisava daquele projeto com os Volturi e não podia jogar tudo para o alto, por mais que a ideia de finalmente me afundar em Isabella fosse bem mais tentadora e interessante do que uma conferência com irmãos chatos.
- Seja paciente - pedi a ela, passando a ponta do dedo nos lábios dela e ela passou a língua lentamente ali, me fazendo fechar os olhos e abafar um gemido. Maldita.
Seja paciente, disse a mim mesmo mentalmente. Como se fosse tão fácil assim.
N/A: Edward com ciúmes é A+. Hahahahahahahha. E sim, eu empatei a foda alheia *esconde das pedras/tochas/etc* Não me matem, eu simplesmente precisei fazer isso uma última vez. Mas não se preocupem porque no próximo capítulo tem a festa de Halloween na casa dos Swan e digamos que ela vai estar bem... hmm... interessante. Tenho certeza que vocês vã adorar! Hahaha. Como disse o Bobinho: sejam paciente! Coisas boas vêm para aqueles que esperam. Deixem reviews me contando o que acharam do capítulo e eu prometo voltar bem rápido... Talvez até antes de sexta-feira. Quem sabe? Obrigada pelas reviews que recebi desde o capítulo passado, vocês são as melhores! Beijos, beijos. (Não me odeiem, hahaha)
N/B: Amo o Edward ciumento e a maldita provoca porque adora ver ele no modo 'possessiveward'. WOW o negócio pegou fogo, ou quase HAHAHA Mais uma frustração sexual na vida desses dois, uma hora eles vão explodir. E a festa vai ser ótima, com certeza. Comentem! Beijos xx LeiliPattz
