Capítulo 21 : Feliz Aniversário
27 de outubro de Lucius acordou para encontrar Harry ido. Não era tão incomum, por vezes, Lucius teve um período gratuito e iria dormir, ou Harry iria reivindicar o chuveiro primeiro, ou seja, no estudo, tentando ler e esquecer um pesadelo.
Lucius levantou-se e bocejou. Ele não ouviu o chuveiro indo e a porta do banheiro estava aberta. Harry não estava lá, então Lucius deslizou em seu manto e amarrou o cinto. Era uma daquelas manhãs raras quando ambos tiveram um período livre e Lucius foi em busca de seu companheiro.
Harry não estava no escritório, quarto de hóspedes, casa de banho principal, o quarto que eles mantidos por Draco quando o seu kit ficou mais nos fins de semana, ou na sala de estar ou sala de jantar.
Lucius franziu a testa e voltou para seu quarto, perguntando se Harry tinha ido à biblioteca para fazer sua lição de casa. Ele abriu o seu guarda-roupa com o plano para se vestir e ir encontrar seu companheiro.
– Feliz Aniversário!
Lucius deu um salto e virou-se para encontrar Harry parado na frente de sua janela do quarto, um bolo em suas mãos com quarenta e quatro velas de incandescência. Ele sorriu para um atordoado olhando Slytherin.
– Você lembrado – disse Lucius.
– Claro que eu fiz – disse Harry. – Mesmo fez o bolo.
Lucius olhou-o cansado e Harry riu.
– Eu posso cozinhar, Lucius Malfoy. Mas não se preocupe, Dobby ajudou-me a fazê-lo.
– Quando você tem tempo para fazer isso? – Lucius perguntou quando ele se aproximou da Griffyndor.
– Levantei-me cedo para o treino de Quadribol, então eu tive tempo – disse Harry. Ele se inclinou para cima e bicou Lucius nos lábios. – Feliz Aniversário.
Ninguém nunca tinha assados Lucius um bolo de aniversário, nem mesmo Narcisa. Ele não se preocupou com os elfos fazê-lo, quando ele era mais velho, parecia... triste.
Harry fazendo-lhe um bolo foi maravilhoso e Lucius sorriu quando ele soprou as velas. – Obrigado, pequeno. Você não tem ideia do quanto eu te amo.
– Com certeza que eu sei – Harry disse, sentindo sua faixa Lucius apertar seu coração e irradiar com calor. – Quer um pedaço?
– Bolo no café da manhã?
– É seu aniversário, viver um pouco.
Ele rebocado Lucius através de seus quartos e na sala de jantar, onde Lucius descobriu uma grande espera de pequeno-almoço. Ele não tinha estado lá dez minutos mais cedo e ele só tinha de beijar Harry novamente.
O adolescente sentou-se no colo do loiro e alimentou-o pequeno-almoço; iogurte, morangos, suco de abóbora, e, finalmente, bolo. Eles tinham um monte de diversão beijando uns aos outros e degustação de chocolate, creme e crosta de gelo de baunilha.
Apesar de querer, não podiam ficar lá para sempre. Harry empilhados todas os pratos e colocar a restos de comida e bolo na caixa de cooler. Dobby e outros dois elfos apareceu para tirar os pratos, curvando-se para Lucius e desejando-lhe um feliz aniversário.
Lucius agradeceu-lhes e arrastou Harry volta para o seu colo.
– Luce, eu tenho Herbologia – Harry disse ao loiro antes de ser beijada.
– Não importa – Lucius murmurou contra os lábios de Harry.
– Eu tenho um ensaio para entregar – Harry disse antes de beijar seu companheiro novamente.
Lucius sorriu e arrastou Harry mais perto até que o adolescente estava escancarando seu colo. – O que é um pequeno ensaio?
– Marcas Quarenta – Harry murmurou, abrindo os lábios para que a língua de Lucius poderia mergulhar e provar sua boca.
O professor cantarolava enquanto ele provou chocolate, congelado, e Harry. Harry foi de longe a coisa mais deliciosa e ele provou completamente.
– L-Luce, p-por favor – Harry implorou – eu tenho que ir...
– Não – Lucius disse e passou os braços firmemente em torno da cintura de Harry, mantendo-o no lugar.
Harry gemeu. – Lucius...
– É meu aniversário – Lucius lamentou.
– Você é um professor – Harry disse – você deveria... para ter certeza de que eu vá para... erm... classe.
Lucius gemeu e segurou Harry mais apertado, o adolescente ainda tentando se libertar.
– Lucius! – ele gritou quando as mãos do homem tentou mergulhar em suas calças escolares.
Lucius suspirou e se afastou. – Está bem, arruinar o meu aniversário.
Harry sorriu. – Eu volto mais tarde, podemos ir jantar fora Hogwarts. Dumbledore disse que estava bem, apesar de ser uma terça-feira.
– Hmm... – Lucius disse e pressionou beijos no pescoço de Harry. – Você faz muito por mim.
– Sim.
– Eu te amo Harry.
– Eu também te amo – Harry sorriu. Desde a primeira vez que ele disse isso, ele tinha acabado de ficar mais fácil e mais fácil para Harry para dizer as palavras. Era verdade; ele amava Lucius, com todo o seu coração. Ele ainda assombrava que Lucius sentia da mesma maneira.
– Vá, me deixe – Lucius murmurou enquanto Harry se levantou e pegou suas vestes. Ele puxou-os e Lucius disse – Você me odeia.
– Não – Harry disse, fazendo suas vestes e alisando-os para baixo. Ele agarrou sua bolsa e colocou-o sobre o ombro antes de se inclinar sobre a mesa. Ele beijou Lucius rapidamente e disse: – Vejo você no DCAT.
– Eu vou ser o único olhando de soslaio para você.
Harry riu e saiu.
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Harry, Draco, Hermione e Ron foram os primeiros a classe e Draco rapidamente abraçou o pai e entregue através de um presente. Draco lhe tem um novo conjunto de pinos, todas as serpentes, para corrigir as suas vestes. Eles foram feitos da mais alta qualidade prata com várias pedras caras definidos para eles. Lucius abraçou o filho e agradeceu-lhe rapidamente.
Lucius tentou encurralar Harry depois da aula, mas o adolescente balançou um dedo e empurrou-o de volta. – Ah, ah, você tem que esperar.
Lucius rosnou. Ele e Harry não tinha feito sexo em uma semana, ambos tinham sido muito ocupados ou cansados. Corpo de Lucius foi vibrando com o desejo e Harry estava negando ele.
– Eu prometo – Harry disse, – esperar até hoje à noite e eu vou fazer valer a pena.
Ainda carrancudo, Lucius disse – É melhor ser.
Harry beijou nos lábios castamente e saltou para longe, deixando um Slytherin muito irritado e com tesão para trás.
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Lucius estava esperando por Harry em seus aposentos, pernas e braços cruzados, balançando pé no ar, olhos fechados para o retrato. Harry havia deixado um bilhete dizendo que vestir o seu melhor e Lucius tinha mudado em calças pretas, uma camisa branca, uma jaqueta equipada, e uma longa, sem mangas manto negro. Ele estava sentado lá por vinte minutos e estava prestes a se levantar e procurar seu pequeno companheiro quando o adolescente em questionado entrou.
– Não se mexa, eu tenho que me vestir – Harry disse e desapareceu pelo corredor. Lucius rosnou e voltou a se sentar.
Quando Harry voltou, ele estava usando pressionado calças pretas, uma camisa verde esmeralda, um colete preto, e uma túnica sem mangas e com corte de prata. Foi roupa favorita de Lucius sobre Harry e o adolescente nunca tinha usado, só tinha tentando-o quando Lucius tinha implorado.
Ele parecia absolutamente delicioso e Lucius tinha que se acalmar por medo de arrebatadora seu companheiro ali mesmo na sala de estar.
– Venha você, deixe de ser deprimido e vamos embora – Harry sorriu, deslizando sua varinha na manga da camisa e clicando-o em sua varinha-cinta. Passou Lucius sua capa.
– Eu não estou deprimido – Lucius disse e se levantou. Eles ajudaram uns aos outros apertem os seus mantos. Quando terminaram, Harry estendeu o braço e Lucius roscado sua própria através dele, sorrindo quando ele percebeu que Harry estava guiando.
– Sinto muito – Harry brincou enquanto eles deixaram seus quartos. – Sinto muito por todo o sigilo e fazer você esperar, mas espero que você vai se divertir esta noite.
– Onde estamos indo? – Lucius perguntou.
Harry se recusou a responder e eles passaram a caminhada até o portão principal brigas. Lucius segurou o braço de Harry com força enquanto ele estava lado a aparataram para...
... O seu restaurante bruxo favorito. Boca de Lucius caiu aberta e Harry sorriu enquanto conduzia o interior loiro. O maître levou os seus mantos e passou-os para outro garçom antes de levá-los para a mesa, complementando Lucius sobre sua posição em Hogwarts e sua descoberta Harry.
O homem tinha conhecido Lucius um número de anos, o patriarca Malfoy era um bom cliente e excelente basculante. Então, ele levou ele e Harry para a melhor mesa no restaurante.
Os garçons e garçonetes foram profissional o suficiente para não olhar, mas a maioria dos clientes estavam olhando para eles com cuidado durante a tentativa de fingir que eles não estavam.
Eles foram entregues os seus menus e Harry olhou-o. O restaurante foi uma mistura de refeições francesas e italianas, bem como boa comida Inglês. Harry olhou para seu companheiro e perguntou: – Você pode recomendar alguma coisa?
– O salmão é bom. – Harry torceu o nariz e Lucius sorriu. – Talvez outra hora. – Ele se virou para o maître – que tirou um Quill Rápido e pergaminho. Ambos flutuava ao lado dele, à espera de fim de Lucius. A loira disse: – Nós vamos ter um pequeno prato principal de queijo e uma pequena salada para compartilhar com copos de água gelada.
O homem assentiu como seu Quill levou-a para baixo.
– Os nossos pratos principais será o parmagiana vitela com legumes no vapor e purê de batata, não macarrão, para mim – disse Lucius – e o arrabbiata Penne para meu companheiro.
– Quaisquer carnes com que, senhor? – o maître perguntou.
– Não, obrigado – Lucius respondeu.
– Muito bem, senhor, e qualquer bebida?
– Um copo de italiano Brunello de Montalcino para mim – Lucius disse e olhou para Harry.
– Tudo o que você acha que iria com a minha comida – Harry deu de ombros.
Lucius balançou a cabeça e voltou para o maître. – Um copo de Sangiovese italiano para a meu companheiro.
O homem assentiu, seu Quill rápida escrever tudo para baixo rapidamente. – E a sobremesa?
– Hum, nós estamos indo em outro lugar para sobremesa – Harry disse ao homem antes de corar.
Lucius sorriu e disse: – Você ouviu o homem.
O maître acenou para eles antes que ele desapareceu para servir outros clientes, seu pergaminho flutuante para a cozinha.
– Como você sabia que este foi o meu restaurante favorito? – Lucius perguntou.
– Um... Eu perguntei Draco – Harry disse, brincando com um de seus garfos. – E ele escreveu Narcisa.
Lucius se esticou, mas não disse nada, apenas assistiu seu companheiro.
– Ela me escreveu de volta, ela sabia que Draco estava pedindo por mim – Harry continuou.
– E o que ela disse? – Lucius perguntou suavemente.
Harry sorriu. – Ela me parabenizou em encontrar o meu companheiro. – Lucius levantou uma sobrancelha e da Griffyndor disse: – Ela sabia que não estavam tendo um caso, que tinha que ser algo sério, e descobriu que eu sou seu companheiro, mesmo antes de O Profeta Diário disse a todos. Ela disse que estava feliz que você tinha finalmente me encontrado e que eu deveria cuidar de você.
– Narcisa disse que isso era o seu restaurante favorito, que você sempre quis vir aqui em ocasiões especiais, então... aqui estamos nós – Ele fez uma pausa e olhou para Lucius com cuidado. – Você não é louco, é você?
Lucius franziu a testa. – Porque eu estaria?
– Bem, eu pedi o seu ex-esposa...
– Harry, você foi para todos os problemas que só para mim... – Lucius disse e sorriu calorosamente. – Eu sou o homem mais sortudo do mundo.
Harry sorriu e enfiou a mão no bolso da calça. Ele tirou um pacote muito pequeno preto que redimensionada enquanto segurava-o para fora. – Ela enviou-lhe um presente de aniversário.
Lucius pegou o pacote e rapidamente abriu, puxando a corda dourada de lado de volta o embrulho preto. Ele pegou o presente e olhou para ele.
– Bem? – Harry perguntou.
Lucius sorriu e mostrou seu companheiro. Era um quadro pequeno da foto feita de madeira verde cortado em prata. Atrás do vidro era uma foto colorida do que parecia ser um jovem Lucius Malfoy e-
– Severus? – Harry disse, olhando para o adolescente de cabelos negros.
– Sim, isso foi recolhida meu sétimo ano, Severus estava em seu terceiro – explicou Lucius.
Em uma inspeção mais próxima, Harry percebeu a dezoito anos de idade, Lucius e treze anos de idade, Severus estavam de pé na sala comum dos Slytherin vestindo suas vestes de Hogwarts.
– Nós éramos bons amigos, porque ele não tem muitos – Lucius disse – sua mãe era a única e eles... – Ele parou e olhou para Harry.
– Eu sei como eles se separaram e por quê – disse Harry. – Continue.
– Tomei Severus sob a minha asa em Hogwarts – disse Lucius. – Eu era seu monitor e que ambos se estudar duro e lendo. Mantivemos contato mesmo quando nós dois terminou Hogwarts, e é claro que eram os nossos dias Comensal da Morte. – Ele suspirou e olhou para a foto. – Nós éramos jovens e estúpidos.
– Todos nós cometemos erros quando somos crianças – disse Harry.
– Não você – Lucius sorriu.
Harry deu de ombros. – Eu nunca fui muito de um garoto, realmente.
– Verdade – Lucius balançou a cabeça, olhando para Harry com tristeza.
– Não vamos pensar sobre os maus momentos – disse Harry. – Estamos aqui para se divertir.
– Verdade novamente, Sr. Potter – Lucius sorriu. Ele acenou com a mão sobre a moldura e encolheu de modo que o Slytherin poderia deslize-o no bolso.
– Então, como é o encontro até agora? – Harry perguntou enquanto suas entradas foram colocadas sobre a mesa.
Lucius olhou para a comida para o homem requintado sentada na frente dele. Ele sorriu e disse: – Um dos melhores da minha vida.
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A comida era deliciosa e Harry estava se sentindo completamente cheia e um pouco tonto depois que o vinho. Ele agradeceu o maître enquanto ele paga e Lucius observou-o com um sorriso.
Harry escoltado Lucius fora do restaurante e eles aparatou novamente, desta vez aparecendo em Londres trouxa.
Lucius riu quando ele foi levado a um café familiar. – Eu acredito que nós estivemos aqui antes – disse ele quando ele olhou para The Gaslight.
– É um café agradável – Harry disse – e desculpe, mas eu preciso de café; minha cabeça está tudo confuso.
– Você não deveria ter que segundo copo de vinho – Lucius disse enquanto eles se sentaram. – Eu não sabia que você era tão leve.
– Bem, desculpe-me por não ficar bêbado cada outro fim de semana – Harry fez bico.
Lucius sorriu e enganchou um pé em torno de uma das pernas da cadeira de Harry. O adolescente gritou quando ele foi arrastado sobre as pedras do calçamento até que ele estava sentado ao lado de Lucius.
Lucius inclinou-se e deu um beijo quente, amando os lábios de Harry. – Sinto muito, amor – ele disse quando ele se afastou. – Isso foi rude.
– O...okay, você pode ser rude – Harry sorriu – ele é seu aniversário, afinal.
– Sério? Eu esqueci, que com toda a homem-assistência, e provocando, e bully...
Ele foi cortado quando Harry o beijou novamente. Eles não se separam até que o proprietário do The Gaslight perguntado se queria qualquer coisa. Harry pediu um café preto e uma fatia de bolo de banana com hortelã ice-cream. Lucius ignorado o sorvete e tem um cappuccino.
A trouxa escreveu as suas ordens e desapareceu.
– Não finja que você não gosta do homem-assistência – Harry disse uma vez que eles estavam sozinhos.
Lucius sorriu. – Ah, você me conhece muito bem.
– Isso mesmo que eu faço – Harry disse e se inclinou sobre a mesa. – Então, ainda um encontro legal?
– Muito bom – Lucius assentiu. – Obrigado por fazer isso, Harry, eu não gostei de um aniversário muito desde Draco era uma criança.
– Ele ainda é uma criança no interior – Harry sorriu e Lucius riu.
– Isso é verdade.
– Então... quer seu presente? – Harry perguntou.
– Eu pensei que a noite foi o meu presente?
Harry negou. – Parva veela – ele repreendeu – claro que não.
Lucius não poderia ajudar o sorriso que puxava seus lábios enquanto Harry deslizou outro pacote das calças. Ele redimensionados em suas mãos; era uma grande caixa embrulhada em papel marrom com corda ouro e Lucius bufou com as cores da Griffyndor.
Harry sorriu enquanto Lucius pegou a caixa, colocando-o sobre a mesa para a abrir. A trouxa reapareceu com suas ordens e Lucius esperou até que ele se foi para abrir seu presente.
Era uma caixa de papelão simples e Lucius tinha que puxar a fita para olhar para o conteúdo...
... Ele franziu a testa. A caixa estava cheia com cerca de uma dúzia de caixas de plástico que tinha de plástico transparente por cima e fotos coloridas.
– Harry? – Lucius questionado, não sabendo o que ele estava olhando.
– Eles são chamados de vídeos – Harry explicou. – Eles têm filmes e outras coisas sobre eles, você colocá-los em um player de vídeo e você pode vê-los na TV.
Lucius ainda estava franzindo a testa. Ele tinha lido tudo sobre televisão e ainda tinha livros trouxas entregues para Hogwarts para que ele pudesse expandir seu conhecimento.
– Você não gosta deles? – Harry perguntou, lábios virando para baixo em uma careta.
– Bem... eu não tenho um... jogador de coisa – disse Lucius – ou uma televisão.
Harry sorriu. – Você irá. – Lucius levantou uma sobrancelha e Harry disse – O Natal está chegando...
– Você está me recebendo uma televisão para o Natal?
– Um montão deles, na verdade – Harry disse – para o Manor; um para o nosso quarto, um dos outros quartos, o seu estudo, a cova, e sala de estar. Todos com players de vídeo.
Lucius olhou para ele.
– Eu ter um agora, mas eles não funcionam em Hogwarts, – Harry disse – e você não pode usar magia sobre eles; que se enche os microchips ou algo assim, você vai ter que pedir Hermione para fins específicos.
Ele sorriu.
– Desculpe, você não pode assistir os filmes agora. Eu comprei um pouco sobre bruxas e bruxos, é engraçado ver o que os trouxas pensam de nós. Eu também tenho-lhe alguns documentários e alguns filmes de ação, o cara da loja disse homens gostava deles. – Ele encolheu os ombros.
– Harry, isso é... obrigado.
Harry sorriu. – Então, você gosta?
– Claro que sim – Lucius disse e colocou a caixa sobre a mesa. Ele se levantou e andou até Harry. O adolescente corou quando ele foi puxado para cima, Lucius tomar seu assento. Lucius fez o seu companheiro no colo dele e beijou-o suavemente. – Obrigado, pequeno.
– Não é um problema – Harry disse e beijou-o de volta.
Lucius não se preocupam com todas as coisas materiais, ou o pequeno-almoço e bolo e jantar. Harry foi o melhor presente no mundo, e é o único Lucius iria querer.
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Lucius levou Harry de volta através Hogwarts, ignorando um monte de olhar estudantes enquanto eles se dirigiam-se para o quarto andar.
– Eu realmente gostaria que eles se superar isso – Harry murmurou enquanto um grupo de meninas riu e vibrou suas pálpebras para o casal.
Lucius colocou um braço em volta da cintura de Harry e puxou-o para perto. – Eles estão apenas com inveja – ele disse suavemente – que está no braço de um homem tão bom no olhar.
Harry bufou e cutucou. – Você percebe que você é quarenta e quatro, certo? – ele disse. – Você deveria, você sabe, agir a sua idade.
– Eu sou – Lucius sorriu. – Que eu acontecer de ser extremamente lindo dificilmente é minha culpa.
– Presunçoso – Harry riu.
– Pequeno pirralho – Lucius provocou de volta.
Tinham chegado seus quartos e Lucius disse a senha antes de conduzir Harry. Uma vez dentro, ele varreu Harry em seus braços, levando-o para o quarto.
– Lucius, que tenho eu te disse sobre me levar! – Harry gritou.
– Que você quer que eu a ele o tempo todo?
– NÃO! – Harry gritou e deu um tapa no peito de Lucius.
Lucius sorriu e chutou a porta de seu quarto. – Agora, agora, Sr. Potter – ele resmungou. – Ele é meu aniversário, por que você está gritando comigo?
– Porque você é um idiota – Harry murmurou, enterrando seu rosto no pescoço de Lucius.
– Que coisa rude para dizer – disse Lucius. – Talvez eu não vou violentá-lo depois de tudo.
Harry olhou para cima, os olhos arregalados. – Não, Lucius, por favor...
Lucius o interrompeu com um beijo, esmagando suas bocas juntos. Harry gemeu e passou os braços ao redor do pescoço Lucius, como ele foi lentamente reduzida para a cama. Lucius subiu no colchão e se movia graciosamente, espalhando as pernas de Harry até que ele foi posicionado entre eles.
Quando se separaram, Lucius olhou para seu companheiro fortemente respirar. – O que você estava dizendo sobre mim?
– Hum... você é um bom beijador? – Harry tentou. Lucius balançou a cabeça. – Você é lindo?
– Continue tentando.
– Lucius! – Harry lamentou.
– Sim meu amor?
– Só... faça alguma coisa! – Harry gemeu.
– Oh, você quer que eu faça alguma coisa? – Lucius perguntou. Ele moveu as mãos para baixo do corpo de Harry, empurrando duro na virilha do adolescente. Harry gemeu e Lucius disse – Você gostaria que eu te tocar?
– Deuses, sim!
– Hmm, eu não acho que eu vou – disse Lucius, recuando e inclinando-se em seus pés. – Você tem sido bastante rude para mim esta noite.
Harry gemeu alto. – Luce, por favor, pare de me provocar! Nós não tivemos o sexo em uma semana, eu sei que você quer.
Lucius sorriu. – Eu faço, mas como eu disse, você tem sido parece rude...
– Lucius! – Harry gritou, empurrando para cima. – Por favor, apenas táctil ahh!
Lucius foi feito provocando, especialmente com Harry contorcendo-se sobre a cama como o pequeno veela devassa ele era. Ele agarrou Harry através de suas calças e o adolescente gemeu e empurrou para o toque como Lucius soltou seu manto.
Ele retirou-o do adolescente e começou em seu colete, deslizando a roupa livre. Harry ainda estava gemendo como seu galo foi estimulada.
Lucius parou de esfregar para puxar a camisa de Harry livre, alguns botões voando em sua pressa. Harry sorriu e puxou a roupa de Lucius.
– Veja? Sabia que você me queria.
– Cale a boca – Lucius murmurou e beijou Harry novamente.
Ambos gemeram na sensação, o sabor, cada chupar volta e lamber. Logo Lucius estava dominando o beijo e empurrando Harry mais para cima da cama. Harry caiu contra os travesseiros e arrastou Lucius para baixo, empurrando para cima a esfregar as virilhas juntos.
Lucius grunhiu e rasgou-se longe dos lábios de Harry para pressionar beijos de boca aberta a mandíbula e pescoço do rapaz. Ele sugado de volta na orelha de Harry antes de lamber pelo pescoço arqueado e beliscando a cada poucos beijo.
– Ah, Lucius – Harry gemeu. – Por favor...
Lucius sorriu enquanto sugado de volta no pescoço de Harry, logo acima de sua marca. Lucius segurou o rosto de Harry enquanto ele beijava seu caminho de volta até a boca do adolescente. Ele pegou seus lábios em um beijo ardente assim como ele agarrou Harry através de suas calças e apertou.
– Ahhh – Harry gemeu e arqueou-se novamente. dedos hábeis Lucius tem cinto do Griffyndor aberto e rasgou as suas calças para baixo. Ele virou-se e acenou com a mão, sapatos de Harry, meias e calças disparando bater na parede.
Harry engasgou, de repente nu, e Lucius puxou sua varinha cinta, jogando-a e a varinha de Harry por cima do ombro.
– Harry, fácil – a loira disse quando viu que Harry estava em pânico. Embora eles tinham tido relações sexuais várias vezes (Harry ainda não podia acreditar esfregando contra Lucius foi considerado sexo. Ele tinha ido e perdeu a virgindade, mesmo sem perceber), Lucius ainda tinha que ver Harry completamente nu.
Ele não contava naquela época, quando Ron tinha tido para levar Harry ao Slytherin. Seus veelas tinha assumido, tinha ditado os seus movimentos, e Lucius não tinha tido tempo para apreciar seu companheiro nu.
Toda vez que desde então Harry fez-se de manter pelo menos um artigo de roupa. Na maioria das vezes ele perdeu sua camisa, mas só iria deixar Lucius puxar as calças ou boxers para baixo o suficiente para obter o seu pênis para fora. O Slytherin nunca teve permissão para puxá-los completamente clara.
Incomodava Lucius para nenhum fim, mas ele sempre respeitou os desejos de Harry. Não esta noite, embora.
– Lucius...
– Harry, eu te amo – Lucius disse a seu companheiro. – Você sabe disso. Eu amo tudo sobre você, corpo incluído, então por que você não me deixa vê-lo?
Harry mordeu o lábio e se contorceu, tentando puxar o cobertor sobre si mesmo.
– Harry, por favor me diga – Lucius pediu suavemente.
O adolescente suspirou e olhou para baixo. – Eu não sei, é só que... é estranho, deixar alguém me ver nua – disse Harry. – É como deixar alguém no completamente, deixando-o no completamente, e eu não posso esconder; não há nada para se esconder atrás.
– Foi bom quando chegamos pela primeira vez juntos, quando eu brinquei que o tempo com a toalha, mas agora estamos íntimos e no amor. Você pode ver tudo de mim; meu corpo, minha mente e minha alma, e é um pouco esmagadora. – Ele mordeu o lábio novamente. – Será que isso soa estúpido?
– Não – disse Lucius. – Harry, não há nenhuma razão para você se sentir preocupado ou com medo. Eu te amo, eu já disse isso, e eu amo tudo sobre você. Você não precisa se esconder de mim.
– Eu sei, é apenas difícil – Harry murmurou.
Lucius o beijou suavemente, colocando o rosto de Harry e acariciando sua pele suave com o polegar. – Deixe-me mostrar-lhe o quanto eu te amo – disse Lucius.
Mudou-se para baixo do corpo de Harry, beijando e lambendo seu pescoço, roçando a sua Marca e sentir Harry estremecer. Ele correu as mãos para cima e para baixo dos ombros e braços de Harry, seu peito e estômago e tudo. Ele explorou cada polegada de Harry com sua língua até que o adolescente começou a deixar ir. Seus braços relaxados e se sentou na cama, de olhos fechados como ele arqueou em língua Lucius. Quando ele começou a gemer Lucius sentou-se.
– Melhor?
Harry acenou com a cabeça.
– Você confia em mim?
– Claro – Harry disse sem hesitar.
Lucius o beijou novamente. – Então confie em mim com vê-lo, Harry, você todo.
Harry acenou com a cabeça novamente e Lucius beijou suavemente. A Slytherin ainda estava vestido, Harry única tendo obtido suas vestes exteriores e jaqueta. Sua camisa estava apenas ligeiramente desabotoada, o cabelo emoldurando seu rosto, e ele parecia absolutamente delicioso, dedos pálidos magros Lucius arrastou para cima e para baixo torso de Harry, provocando arrepios pequenos deliciosos através do corpo da Griffyndor agora que ele estava relaxado. Ele gemeu quando Lucius deslizou para tocá-lo.
De repente, Lucius estava em suas costas, o Slytherin piscando como seu companheiro montou seus quadris. – O que você está fazendo?
Harry parecia nervoso e tímido, brilhantes olhos verdes olhando para Lucius de cílios por trás escuros. Ele mordeu o lábio antes de dizer: – Lembra que eu disse que esta noite seria vale a pena?
Lucius se lembrava vagamente o bruxinho dizer algo assim depois da aula.
– Eu... bem, eu quero tentar algo – disse Harry. – Apenas... deixe-me saber se eu fizer isso errado.
Lucius ainda estava confuso quanto Harry deslizou para baixo seu corpo, movendo-se até a sua bunda encostou pés de Lucius. Harry engoliu em seco nervosamente antes de suas mãos subiu para desfazer camisa de Lucius.
Ele foi devagar, retirando o algodão e empurrando-a dos ombros de Lucius. Ele arrastou os dedos para cima e para baixo estômago e no peito do loiro. Ele fez uma pausa para apertar os mamilos, Lucius assobiou baixinho.
Com um pequeno sorriso puxando em seus lábios, Harry desceu o estômago do homem, traçando o seu pacote de quatro e escovar ao longo cabelo loiro pálido. Ele girou o dedo ao redor do umbigo Lucius antes de ir mais baixo.
Próximo Harry desfez calças da Slytherin, puxando o cinto fora e descompactar a braguilha. Ele puxou para baixo o suficiente para pegar pela cueca do homem e liberar sua ereção furiosa.
Harry passou um dedo bronzeado baixo eixo de Lucius, seu companheiro tremeu, espasmos pênis como se estivesse tentando chamar a atenção de Harry. Ele já tinha e Harry observou, fascinado, como Lucius respondeu a cada toque. Próprio pênis de Harry estava descansando fortemente contra a perna coberta de calças de Lucius e Harry teve que se impedir de cio contra o homem como um cão com tesão.
Lucius tinha-se apoiado em seus cotovelos e estava observando Harry com cuidado, mordendo os lábios cada vez que Harry tocou a cabeça de seu pênis. O adolescente bateu um dedo através do vazamento de líquido translúcido da fenda. Lucius observou como Harry levou o dedo aos lábios e tomou um pingo hesitante.
– O que você está fazendo? – a loira perguntou como Harry chupou seu dedo limpo. Não foi tão mau como Harry tinha pensado que seria. É o tipo de sabor como Lucius... como perfume e sexo Lucius misturados em um só.
Sorrindo, Harry ignorou seu companheiro e se levantou o corpo da Slytherin. Cabeça pairando sobre Lucius virilha, ele passou uma mão ao redor da base do pênis de Lucius e disse: – Lembre-se de me dizer se eu fizer isso errado.
Lucius abriu a boca, mas tudo o que ele ia dizer foi cortado por um estrangulamento estrangulada. Harry abaixou-se e levado pênis de Lucius na boca. Seus lábios esticados para acomodar sexo do loiro sem os dentes tocando a carne quente e duro.
– Porra – Lucius grunhiu enquanto Harry se moveu. A Griffyndor estava nervoso, os olhos arregalados e focado em sua tarefa. Mudou-se para baixo, tendo apenas a ponta do eixo de Lucius em sua boca. Ele lambeu na cabeça experimentalmente e Lucius tremeu violentamente.
Sorrindo em torno dele, Harry deu um pouco mais e sugado de volta. Lucius gemeu e sua cabeça inclinada para trás, a boca se abrindo como Harry deu-lhe um golpe de emprego.
Harry parecia estar fazendo algo certo, porque Lucius estava fazendo alguns barulhos muito satisfeito; gemendo, gemendo, gemendo e xingando sempre Harry lambeu ou sugado de volta. Ele só poderia caber algumas polegadas de Lucius na boca e usou a mão para tocar o resto, acariciando-se cada vez que ele se afastou e para baixo cada vez que ele baixou o rosto.
A carne na boca de Harry foi dura, mas a pele envolvida em torno do órgão era suave e salgada. Harry imaginou que era o pré-ejaculação, o líquido de revestimento a língua cada vez que ele chupou. Ele estava ficando mais saborosa e Harry não podia esperar para engolir tudo de Lucius para baixo.
Ele fez questão de escavar suas bochechas e chupar volta sempre que tinha metade do pênis de Lucius na boca. Ele achatada sua língua e acariciou a parte inferior do eixo do homem, ou lambeu a cabeça limpa quando ele se afastou.
Harry nunca tinha feito isso antes, então estava acontecendo do instinto. Ele nunca tinha até mesmo com uma chupada si mesmo; Ginny queria dar-lhe um, sequer disse a ele o que ela ia fazer. Esse pensamento fez Harry se sentir doente, mas ele tinha tomado suas sugestões e os usou em Lucius. Harry sorriu quando pensou sobre o que Ginny diria se soubesse que Harry estava usando suas técnicas em sua companheira.
– Harry, eu vou vir! – Lucius gritou de repente, quebrando o adolescente fora de suas reflexões. Dando Lucius um golpe de emprego era hipnótico para Harry e tinha limpado tudo o mais longe; para baixo, lamber, apertar, sugar, puxar para cima, engolir, lamber, uma e outra vez até que Harry foi inundado em um cheiro almiscarado e gosto.
Voz de Lucius havia sido um aviso, dizendo a Harry que o loiro estava dando a ele a opção de puxar para trás ou engolir a sua carga. Harry sugado mais difícil e olhou para Lucius, tentando transmitir o que ele queria com os olhos.
Felizmente Lucius parecia passar a mensagem, porque ele gemeu, bloqueado seus olhos em Harry, e agarrou a parte de trás da cabeça do adolescente. Uma mão enrolada no edredom, o outro no cabelo de Harry, Lucius começou a empurrar para cima e empurrando Harry para baixo ao mesmo tempo.
O adolescente gemeu quando seu rosto estava sendo fodido, Lucius única empurrando na medida em que Harry poderia tomar. Parecia que o veela sabia exatamente o que Harry era capaz de porque ele só empurrou longe o suficiente para fazer tudo emocionante.
Harry sugado, lambido, brincou, e esfregou Lucius até a conclusão. O Slytherin xingou com a voz rouca e arqueou-se, atirando a sua semente na garganta de Harry. Ele balançou violentamente e Harry agarrou seus quadris, as unhas cavar em carne pálida.
A boca de Harry se encheu com o líquido quente, pegajoso. Ele amordaçado antes de forçar-se para engolir, o sabor revestir a língua e deslizar para baixo sua garganta. Lucius caiu de seus lábios com um som liso, molhado e Harry girado sua mandíbula dolorida. Ele lambeu os lábios limpos e olhou para Lucius.
O homem estava ofegante, o corpo espalhado por toda a cama, a pele coberta por uma leve camada de suor e rosto corado. Seus lábios estavam arregalados quando ele respirou dentro e para fora, peito subindo e descendo.
– Porra, Harry – Lucius gemeu.
Harry sorriu. – Foi tudo bem?
– OK? – Lucius murmurou. – Foda-me, não faça isso com muita frequência, você vai estragar-me completamente.
– Isso é uma coisa boa? – Harry perguntou nervosamente.
– Muito – Lucius assentiu com um sorriso. Harry respirou um suspiro de alívio e Lucius riu. Ele se sentou e estendeu a mão, Harry tomá-lo e enfiar os dedos juntos.
O adolescente foi virado e empurrado para dentro do colchão. Harry engasgou quando Lucius atacou sua boca, língua entrando para provar a si mesmo.
– Hmm... – ele murmurou antes de lamber os lábios de Harry. – Eu sabia que tinha sabor delicioso.
Harry zombou e Lucius riu.
– Eu acho que eu prefiro provar você – Lucius ronronou e mudou-se para baixo.
A respiração de Harry engatado e ele assistiu como Lucius lambeu o pescoço e no peito, sugando para trás em um mamilo enquanto seus dedos brincavam com a outra. Tudo Harry podia fazer era gemer e empurrar para cima, parte inferior do corpo de Lucius prendendo seu próprio para a cama.
Lucius sorriu para ele enquanto se movia para baixo, língua mergulhando no umbigo de Harry antes de descer mais para baixo. Língua de Lucius repentinamente varrido pênis de Harry e quentes, lábios molhados enrolados à volta da cabeça.
Harry gritou em surpresa, corpo de repente em sobrecarga de prazer. Ele olhou com os olhos arregalados como Lucius levou à direita para a raiz. Harry foi um bom dez polegadas de comprimento, Lucius um pouco maior, e do Griffyndor se perguntou como diabos Lucius poderia caber tanto em sua boca.
E então Lucius engoliu em seco, a garganta estimulando a cabeça do pênis de Harry e ordenha pré-sémen dele.
Harry gritou de novo, empurrando para cima, tentando enterrar-se mais profundamente na boca de Lucius. Rígidas mãos de Lucius e firmes empurrou-o para baixo, batendo os quadris de Harry na cama. Harry choramingou quando a loira balançava para cima e para baixo em seu pênis, chupando e lambendo muito mais habilmente, em seguida, Harry tinha.
Quando o Slytherin tinha certeza que Harry pudesse ficar para baixo, suas mãos saíram para jogar. Um espalmou testículos de Harry, esfregando a pele, rolando-os entre os dedos. A outra mão esfregou cima e para baixo internas das coxas de Harry, através de seu osso pélvico, raspando linhas vermelhas por muito tempo no estômago e os lados de Harry.
Foi quando a mão deslizou para baixo traseiro de Harry, apertando uma bochecha, depois o outro, antes de um dedo desapareceu a acariciar sua entrada, que Harry veio. Enfiou-se, pênis batendo no fundo da garganta e Lucius entrou em erupção.
O prazer era quente, melhor, então qualquer coisa que Harry já tinha sentido, e assumi-lo completamente. Ele viu branco, em seguida, preto, em seguida, estrelas dançavam em sua visão. Seu estômago se contraiu dolorosamente e seu pênis tremeu. Todo o corpo de Harry se contorceu e torceu e caiu para trás contra a cama pesadamente.
Harry tomou um grande, respirações, sugando o ar tão rapidamente quanto seu corpo encharcado de suor permitiria. Ele não podia ver, não podia fazer muito, realmente, e apenas colocou lá se sentindo absolutamente gasto.
Lucius afastou-se da seu companheiro e acenou com a mão, sua pele de repente, seco e limpo.
– Chuveiro? – Lucius perguntou, a voz soando um pouco áspera.
– Uuuurrrgh – Harry gemeu e Lucius riu.
– Na parte da manhã, hmm? – ele disse e se arrastou até a cama. Harry não podia sequer acenar e Lucius sorriu. Ele acenou com uma mão e as folhas deslizou de sob eles antes de drapejar sobre seus corpos exaustos. Lucius puxou Harry para ele e disse: – Você estava certo.
Em vez de responder, Harry abriu um olho. Lucius tirou os óculos e, em seguida, colocou-as na mesa-de-cabeceira de Harry.
– Isso foi definitivamente valeu a pena esperar – Lucius sussurrou. Harry sorriu até Lucius disse – Você estava bem com chupando meu pênis, mas não me deixar ver você nu?
– Cale-se... – murmurou a adolescente e cutucou seu companheiro cansado. – Estou bem ... bem agora, não são... Eu?
– Mm.
– Você faz isso... o som sujo – Harry murmurou.
– Está sujo.
– Cale a boca – Harry repetiu antes de bocejar. – Te amo, Luce. Feliz... feliz a-aniversário. – Ele bocejou novamente.
– Eu também te amo, pequeno – Lucius disse e beijou Harry castamente. – Obrigado por uma noite maravilhosa.
Harry sorriu e adormeceu envolto em braços de seu companheiro.
