Notas da Autora:
Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs.Fic 100% Beward
Obs. Historia para maiores de 18 anos.
_Capitulo Vinte_
{Pov Bella}
Edward abriu a porta, e me puxou para dentro, me beijando com urgência. Será que íamos continuar o que começamos no estacionamento?
Espero que sim.
Corei com meus pensamentos, mais eles ficaram piores ao sentir as mãos de Edward passeando pelo meu corpo, apertando minhas curvas, ofeguei por ar e ele separou nossos lábios, e beijou meu pescoço, ombro.
Eu estava sem fôlego já totalmente zonza, minhas mão nos ombros de Edward e as dele em minhas costas. Senti seus dedos descendo por meu quadril e coxa, e um suspiro saiu de meus lábios quando ele agarrou minha perna e encaixou na sua cintura.
Sua boca voltou para a minha e ele me beijava com desejo me deixando quente, ele fez o mesmo com minha outra perna e começou a se mover comigo, senti minhas costas tocando algo macio, e o corpo frio dele sobre o meu.
A boca dele ainda sobre a minha, e suas mãos mais ávidas explorando meu corpo, me fazendo gemer contra seus lábios, me apertou mais a ele e gemi quando senti sua excitação contra a minha.
Separei nossos lábios sem fôlego e a boca de Edward ainda explorava meu pescoço, sua língua gelada me queimando por onde passava, soltei um gemido e ouvi uma risada alta e me lembrei de onde estávamos e empurrei Edward que caiu no chão.
-Definitivamente eu preciso de uma cama. – ele murmurou e eu sorri sem graça.
-Desculpe. – falei baixinho, e extremamente vermelha. Edward sorriu e se levantou sentando ao meu lado.
-Tudo bem. Aqui não é o lugar para isso. – eu corei mais ainda, imaginando que quase teria transado com Edward com seus pais no andar de baixo.
Edward acariciou minha bochecha e deitou na beirada do sofá, me levantei me ajeitando um pouco, e comecei a olhar seu quarto.
Era bonito espaçoso, olhei as paredes onde predominava uma pintura azul, e uma das paredes era de vidro. Havia uma TV embutida na parede o sofá em que estávamos antes e não havia nenhuma cama.
Em um lado da parede estava uma estante que cobria a parede inteira com muitos CDs, e um grande radio que parecia muito complicado de mexer. Estava de costas quando vi a mão de Edward apertar um botão e Clair de Lune ecoar pelo quarto.
Olhei para Edward e ele sorriu torto e segurou minha mão e com a outra minha cintura, fiz uma careta e ele me olhou confuso.
-O que?
-Eu já disse que não sei dançar. – ele sorriu e me puxou mais pra ele me colando ao seu corpo.
-Então devemos praticar. – ele falou enquanto começava a dançar comigo pelo quarto.
Por incrível que pareça eu não pisei no pé de Edward nenhuma vez, meus olhos estavam presos aos dele, ele sorria torto. E aproximou os lábios do meu ouvido.
-Viu já esta pegando o jeito. – ri baixinho e apóie a cabeça em seu peito.
-Eu gostei muito de hoje.
-Eu também.
-Eles gostaram de mim?
-Todos adoraram você. Se bem que Esme gostaria de você até se você fosse o pé grande. – eu ri alto.
-E seus outros irmãos?
-Rosalie não leva muita fé em mim. E Emmett só esta dando apoio, eu acho. – ele disse dando de ombros e olhei seus olhos dourados.
-O que quer dizer com leva fé? – ele suspirou.
-Acho que devemos ir.
-Tudo bem. – disse confusa e ele se afastou desligando o radio, e quando meu olhou sorriu e segurou minha mão.
-Vamos. – saímos do quarto dele e fomos até o andar de baixo, Esme estava sentada vendo algo em uma prancheta, e Alice mexendo em um computador. Não havia sinal dos outros.
Assim que Esme e Alice nos viram, vieram me abraçar e se despedir de mim, sorri e as abracei.
-Adorei conhecer vocês.
-Nos também Bella.
-Espero que sente conosco no almoço. – falou Alice animada e mordi o lábio, a loira não gostava de mim e acho que não seria uma boa idéia.
-Se eu emprestar Bella, mais acho difícil Alice. – ela rolou os olhos.
-Até parece que ela é só sua. – ele sorriu torto e me segurou pela cintura.
-Ela é minha Alice. – eu corei com seu comentário, e ele sorriu me levando embora.
Enquanto entravamos no carro Edward parecia irritado, e dirigiu rápido para fora da casa.
Estávamos na estrada há alguns minutos, e ambos em silencio, Edward parecia preocupado, e mordi o lábio o olhando de esguelha.
-Você esta bem? – perguntei quando estávamos perto de minha casa. Ele suspirou.
-Lembra do pedido que lhe fiz antes de irmos até minha casa? – pisquei algumas vezes confusa.
-Sobre não contar aos outros como nos envolvemos?
-Isso. Eu te devo uma explicação.
-Ok.
-Podemos falar lá dentro? – ele apontou para casa e nem havia percebido que já tínhamos chegado. Torci as mãos nervosamente com medo dessa conversa.
Assenti já com a mão na maçaneta, mais Edward já estava ao meu lado abrindo a porta para mim, segurei sua mão e entramos em casa em silencio. Entramos e achei melhor conversarmos em meu quarto, caso meu pai chegasse.
Subi as escadas sem soltar sua mão e fomos para meu quarto, fechei a porta e empurrei Edward até minha cama, ele sentou e sentei em seu colo, envolvi meus braços em seu pescoço.
Edward me olhou divertido e abraçou minha cintura, rocei meus lábios nos dele e deitei a cabeça em seu ombro.
-Vai pode falar. – ele riu.
-Pra que isso tudo?
-Pra você não fugir.
-Talvez você fuja. – ele murmurou e eu rolei os olhos.
-Deixa de enrolar e diz logo. – ele riu, mais não alcançou seus olhos.
-É complicado. – esperei que ele continuasse. – Bem, eu não sou como minha família, eu sou um vampiro real, já eles são diferentes.
-Como assim? – ele mordeu o lábio.
-Eles não tomam sangue humano, só de animais. – animais? Realmente por essa eu não esperava.
-E pode fazer isso? – ele sorriu triste.
-Sim. Meu pai Carlisle tem um grande apreço pela vida, e desde que foi transformado, ele nunca provou sangue humano.
-Nossa, e por que você não segue a dieta do seu pai? – perguntei, era de se esperar que ele tentasse ser como o pai.
-Eu segui no começo, mais a sede sempre parecia ser maior, e eu passei por uma fase rebelde. Eu não queria ser subjugado pela vontade de Carlisle, queria fazer minhas próprias escolhas. Então eu parti, passei dez anos longe de Carlisle e Esme, e quando voltei eu já tinha minha decisão tomada.
-E qual era?
-Eu continuaria com eles, mais não abriria mão da minha sede. Do que me faz ser vampiro, eu gostava do sangue, e o de animal sempre foi nojento.
Mordi o lábio sem saber o que dizer, abaixei os olhos e sai de seu colo e me sentei na cama pensativa.
-E você nunca pensou em mudar? – perguntei enquanto encarava minhas mãos. Edward se levantou e andou para longe de mim.
-Quer que eu mude não é? – ele parecia chateado.
-Não, não. Eu só pensei... – ele me cortou.
-Pensou que por que estamos juntos eu vá me alimentar de animais agora, e se eu disser que não? – eu não soube o que dizer.
Eu gostaria que Edward não machucasse as pessoas. Mais entendia que ele era vampiro. Não havia como mudar o que ele era. E eu nem queria que ele mudasse.
Mais ainda sim, eu não consegui colocar essas palavras pra fora, ele me olhou com os olhos tristes e suspirou.
-Eu já sabia. – ele falou e olhou para minha janela, e antes que eu pudesse entender ele a saltava.
Oh Merda o que eu fiz!
{Pov Edward}
Abri a porta e a puxei para dentro beijando sua boca com urgência. E suas mãos vieram para meu cabelo me colando mais a ela.
Oh sim ela queria continuar o que paramos no estacionamento. Que bom por que não via a hora de senti-la de novo. Seus lábios estavam quentes sobre os meus, e suas pequenas mãos tocando meus ombros.
Minhas mãos coçavam de ansiedade e sem refreá-las toquei seu corpo, apreciando suas curvas, imaginando sentir sua pele nua sobre meus dedos, Bella estava ofegante e separei nossos lábios, mais minha boca continuava explorando seu corpo.
A vontade de um contato maior só crescia, e me vi puxando a para cima e colocando suas pernas em meu quadril, voltei a beijá-la com urgência sentir seu corpo quente colado ao meu era extremamente prazeroso.
A levei até meu sofá e a deitei ficando sobre ela, a beijando com urgência, provando cada pedaço daquela boca quente e doce, minhas mãos tocando seu corpo, explorando suas curvas.
Ela gemia contra meus lábios, me deixando cada vez mais excitado, e minha ereção, estava prensada contra seu interior quente, ela me queria e estava me deixando doido.
Bella já estava sem fôlego e a deixei respirar mais ainda mantinha minha boca em sua pele quente e saborosa.
-Cadê o Edward? – ouvi a voz de Emmett no andar de baixo. Ele já havia voltado?
Achei que ficaria com Rosalie, o cheiro dela não estava próximo. Pelo jeito ficou aonde quer que estava. Ainda bem.
-Esta lá em cima com Bella. – Bella gemeu alto quando lambi seu pescoço e suguei sua pele, e uma risada alta se ouviu do andar de baixo.
"Se aproveitando da humana, irmãozinho?" – estava concentrado nos pensamentos de Emmett e não vi quando Bella me empurrou, deixei minhas costas baterem no chão e respirei fundo tentando me acalmar.
-Definitivamente eu preciso de uma cama. – murmurei desanimado e Bella estava corada e arfante.
-Desculpe. – ela pediu baixinho e sorri me sentando ao seu lado.
-Tudo bem. Aqui não é o lugar para isso. – falei para acalmá-la, mais Bella corou absurdamente. Afaguei sua bochecha quente e me deitei na beirada do sofá, Bella se levantou e começou a olhar o quarto.
Ela olhava tudo a sua volta, e depois parou em frente a minha coleção de CDs, ficou alguns minutos ali, e não me contive mais e levantei, ela estava distraída e não me viu, e liguei o radio, e Clair de Lune começou a tocar.
Bella se virou para mim, e segurei sua mão e a outra pousei em sua cintura, ela fez uma careta e arquei uma sobrancelha.
-O que?
-Eu já disse que não sei dançar. – sorri colando mais seu corpo no meu.
-Então devemos praticar. – disse enquanto nos movíamos ao ritmo da musica.
Eu guiava Bella enquanto rodopiava pelo quarto, ela me olhava profundamente e eu me perdia nas suas orbes castanhas tão profundas. Sorri a e me aproximei mais dela beijando seu ouvido.
-Viu já esta pegando o jeito. – ela riu baixinho e sorri quando ela deitou a cabeça em meu peito.
-Eu gostei muito de hoje.
-Eu também.
-Eles gostaram de mim?
-Todos adoraram você. Se bem que Esme gostaria de você até se você fosse o pé grande. – Bella riu alto.
-E seus outros irmãos? – ela perguntou, com certeza estranhando que Rosalie e Emmett não estavam.
-Rosalie não leva muita fé em mim. E Emmett só esta dando apoio, eu acho. – dei de ombros e Bella me encarava com um sorriso.
-O que quer dizer com leva fé? – suspirei não querendo ter essa conversa aqui.
-Acho que devemos ir. – falei me afastando e desliguei o radio, suspirei fundo antes de olhar para Bella.
-Tudo bem.
-Vamos. – segurei sua mão e saímos do quarto. Os outros haviam saído para caçar e só estava Esme e Alice em casa.
Assim que nos viram vieram se despedir de Bella, que as abraçou sorrindo.
"Oh ela é tão perfeita para Edward"
"Eu disse que ela ia me adorar." – revirei os olhos para Alice que me mostrou a língua.
-Adorei conhecer vocês. – Bella falou chamando a atenção de Alice que parou de me encarar e sorriu para Bella.
-Nos também Bella.
-Espero que sente conosco no almoço. – pediu Alice, mais Bella parecia receosa em aceitar, e com certeza ainda tinha medo rodeada de vampiros.
-Se eu emprestar Bella, mais acho difícil Alice. – ela rolou os olhos.
"Egoísta."
-Até parece que ela é só sua. – ela soltou irritada e eu ri, e segurei a cintura de Bella a colando em mim.
-Ela é minha Alice. – Bella corou e eu sorri a levando embora. Estávamos já em frente ao volvo quando os pensamentos de Alice me provocam.
"Eu até ia te contar como vai ser a conversa com Bella mais agora vai ficar na vontade."
Anã maldita resmunguei em pensamento e abria porta para Bella, e dirigi rápido em direção sua casa. Ficamos em silencio a maior parte do tempo, eu apertava o volante com força.
Tinha medo da reação de Bella ao saber que só eu caçava humanos, talvez ela me repudiasse. Eu a entenderia mais viver sem ela iria ser difícil, vi que ela me lançava olhares preocupados.
-Você esta bem? – ela perguntou quando já estávamos perto da sua casa e suspirei.
-Lembra do pedido que lhe fiz antes de irmos até minha casa? – Bella pareceu confusa mais assentiu.
-Sobre não contar aos outros como nos envolvemos?
-Isso. Eu te devo uma explicação. – falei enquanto estacionava em frente a sua picape.
-Ok.
-Podemos falar lá dentro? – perguntei apontando para a casa e ela torceu as mãos nervosamente. Bella assentiu sem me olhar, e se preparou para sair, mais fui mais rápido e fiquei ao lado da sua porta a abrindo.
Segurei sua mão a ajudando a sair e seguimos para a casa, ambos em silencio. Assim que entramos Bella me puxou para o quarto e me empurrou para dentro fechando a porta.
Ela me empurrou até sua cama e cai sentado, me surpreendi quando Bella sentou em meu colo e envolveu meu pescoço com seus braços. A olhei sorrindo, e ela roçou seus lábios doces no meu e deitou sua cabeça em meu ombro.
-Vai pode falar. – eu ri.
-Pra que isso tudo? – perguntei estranhando sua atitude.
-Pra você não fugir.
-Talvez você fuja. – murmurei receoso de como começar essa conversa e Bella rolou os olhos.
-Deixa de enrolar e diz logo. – ela exigiu e ri sem humor.
-É complicado. – Bella esperou em silencio e eu continuei. – Bem, eu não sou como minha família, eu sou um vampiro real, já eles são diferentes.
-Como assim? – ela parecia confusa, mordi o lábio antes de continuar.
-Eles não tomam sangue humano, só de animais. – Bella ponderou por alguns minutos antes de continuar.
-E pode fazer isso? – sorri triste.
-Sim. Meu pai Carlisle tem um grande apreço pela vida, e desde que foi transformado, ele nunca provou sangue humano.
-Nossa, e por que você não segue a dieta do seu pai? – era esse meu medo, medo de suas reações as minhas respostas.
-Eu segui no começo, mais a sede sempre parecia ser maior, e eu passei por uma fase rebelde. Eu não queria ser subjugado pela vontade de Carlisle, queria fazer minhas próprias escolhas. Então eu parti, passei dez anos longe de Carlisle e Esme, e quando voltei eu já tinha minha decisão tomada.
-E qual era? – a voz de Bella saiu baixa.
-Eu continuaria com eles, mais não abriria mão da minha sede. Do que me faz ser vampiro, eu gostava do sangue, e o de animal sempre foi nojento.
Me doeu por algum motivo dizer aquilo a ela, minhas razões sempre pareceram boas para mim, mais agora elas pareciam egoístas e idiotas. Quando Bella evitou meus olhos e saiu do meu colo deixei meus braços caírem inertes ao lado do meu corpo.
-E você nunca pensou em mudar? – as palavras escaparam de seus lábios, me fizeram recuar, me levantei da cama me afastando.
Era o que todos queriam de mim, que eu mudasse, que eu fosse o que não sou. Eu sou um vampiro e que mal há em me alimentar de sangue.
-Quer que eu mude não é? – falei chateado, eu devia saber que ela iria me exigir isso.
-Não, não. Eu só pensei... – não a deixei terminar.
-Pensou que por que estamos juntos eu vá me alimentar de animais agora, e se eu disser que não? – eu sabia que estava sendo injusto com Bella.
Mais eu precisava saber o que ela queria de mim, e se eu não pudesse dar o que ela quer. O que eu faria?
Bella evitava me olhar, e eu já sabia qual era sua resposta. Afinal quem ama um monstro, suspirei triste e a olhei.
-Eu já sabia. – murmurei e olhei para a janela evitando seu olhar.
Finalmente eu sabia o que devia fazer. Eu saltei sua janela sem olhar para trás ou não conseguiria, e eu precisa conseguir partir.
