Notas da Autora:
Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs.Fic 100% Beward
Obs. Historia para maiores de 18 anos.
Ela podia ser até difícil...
A jovem esposa olhava encantada para a bela construção, que era a casa do conde na Escócia. Edward estivera certo quando dissera que ela iria amar aquilo ali. De fato já amava aquele lugar.
A fortaleza era toda construída em pedras cinza, o local parecia sair diretamente de uma das narrativas da época do Rei Arthur, que lera quando mais jovem. As paredes eram feitas de tijolos cinza e grandes, o muro que rodeava a estrutura, era totalmente coberto de musgo, o gramado em volta verde e bonito, tinha até mesmo um fosso. Quando a ponte abaixou para que a carruagem passasse, ela só conseguiu ficar mais e mais apaixonada pelo seu novo lar.
- O que acha meu anjo?
- É maravilhoso Edward, iremos morar aqui?
- Bem, além dessa propriedade, temos uma casa em Londres, e claro, uma no campo em Whintons Hall. Viveremos na qual você escolher, amor. – ela sorriu abraçando o seu conde.
- Obrigada! Ainda não conheci Whintos Hall, mas no momento, essa é a minha favorita. – ele riu.
- Ótimo, então vamos entrar para que conheça o seu novo lar.
Bem na sugestão das palavras dele, a carruagem parou, a porta fora aberta e o condutor estendeu a mão para que Isabella descesse com segurança. Ela saiu com a ajuda do homem, em seguida o conde se juntou a ela. Tomando o seu braço, ele a guiou para a entrada da nova morada, antes que eles a alcançassem, ela foi aberta por um homem mais velho e muito bem vestido.
- Milorde!
- Banner, como está?
- Muito bem meu senhor, feliz que esteja de volta.
- Isabella, esse é o nosso caseiro e mordomo, Banner.
- Milady! – o homem cumprimentou. – É uma honra recebê-la condessa.
- Hmmm obrigada Banner.
- Chame os criados para que eu possa os apresentar a nova dona da casa Banner. Meus aposentos já foram preparados?
- Todos já esperam por vocês milorde. E sim, já foi tudo preparado. Aguardávamos ansiosamente a sua chegada.
Agradecendo, o conde guiou Isabella para dentro. Ela admirou a beleza do castelo, que era tão grandioso por dentro quanto por fora. Ao entrarem no grande hall, uma fileira, bem organizada, repleta de criados, que já estavam a postos, para que eles fossem apresentados à nova dona do lugar.
Edward tomou a mão da noiva, apresentando-a a todos como a condessa de Cullen e dona da casa a partir daquele instante. Lá estavam presentes desde a governanta até o cavalariço, a jovem sorriu ao conhecê-los e ver como respeitavam e admiravam o seu marido. Depois dos cumprimentos, Banner os acompanhou até o andar cima, para que pudessem se instalar.
Já sozinhos no quarto, Isabella sorria olhando tudo a sua volta, a jovem foi remetida novamente a balbuciar, em sua memoria, um romance da época do Rei Arthur, assim que viu a enorme cama de dossel que repousava bem no meio do quarto.
- É o nosso quarto? – ele sorriu se aproximando e a puxando para os seus braços.
- Sim meu anjo. – sussurrou antes de descer os seus lábios sobre os dela.
Como sempre a boca de Edward tinha o poder de fazê-la derreter, no momento em que ele a beijou, ela era apenas uma massinha de modelar nos braços fortes dele.
Quando se afastou, ela o encarava ofegante, ele sorria maliciosamente, os olhos brilhando em promessas de amor e desejo... Ela pigarreou para afastar a luxuria.
- Vamos dividir o quarto? – viu toda a paixão deixar os olhos dele, se arrependeu imediatamente de suas palavras, mas já era tarde, pois já as tinha dito, havia estranhado, por certo, que antes, na casa de seu pai, os tenham deixado a sós, em seu antigo quarto, já que não era o usual para aquela sociedade.
- Bem, supôs que queria estar comigo, mas se desejar, você poderá usar o quarto contiguo...
- Não, não! – se apressou em dizer. – Eu adoraria dividir o quarto com você, só bem, estranhei. – ele sorriu a estreitando em seus braços.
Suspirou aliviada por ver a paixão retornando ao olhar de seu Edward, em especial, aquele sorriso que fazia o seu coração disparar firmemente nos lábios convidativos de seu conde.
- Bem amada esposa, tu vais perceber que não faço o esperado. Desejo estar contigo a todo o momento... Então dividiremos o quarto, assim como, tudo mais que está por vir, de acordo?
- Sim, eu na verdade, gosto muito de como tu pensas marido.
- Esplêndido! Agora que isso está entendido, que tudo está devidamente esclarecido, é hora de estrear o nosso quarto... – falou a erguendo em seus braços e a guiando até a cama.
Isabella riu ofegante, o futuro ao lado de Edward prometia ser cheio de paixão, amor e ela mal podia esperar...
As semanas seguintes se passaram voando, a jovem se via cada vez mais apaixonada por sua nova casa, e claro, por seu marido.
Temia quando isso acabasse e tivessem que partir, já recebera cartas da cunhada e da prima. Em breve teriam que voltar a Londres. Alice se casaria em pouco tempo e o noivado de Rosie estava bem perto de acontecer também.
Parece que MacCarty não esperou muito para firmar um compromisso com a prima dela, sentia-se feliz pelos dois. Era fácil ver como o amigo estava apaixonado por sua espevitada prima. E Rosie bem, ela o achava... ROBUSTO! Assim dissera certa vez, se isso não era amor, não sabia mais o que seria...
Olhou para cima ao ouvir passos, sorriu ao perceber que Edward se aproximava, ele também sorriu ao lhe ver, fazendo o coração da moça disparar. Embora tenha confessado ao conde que o amava, há alguns dias, nunca mais ousou repetir aquelas palavras.
Queria, bem, desejava provar o seu amor quando estivesse grávida, mas apesar de toda a prática e desempenho, ainda não engravidara. Sabia bem que o papel da esposa era dar herdeiros ao marido. Embora estivessem casados há poucas semanas, temia nunca cumprir o seu papel e o seu conde deixar de amá-la.
- Ah... aí está você, meu anjo. – sorriu quando ele se sentou na grama ao seu lado, sempre que ela tinha um tempinho, ela vinha para o jardim ler um pouco, ela adora ficar recostada sobre um imenso carvalho que havia ali.
Edward já havia nomeado aquele local, como o esconderijo perfeito da esposa, e sempre que não a achava, sabia que era lá, onde ela estaria.
- Procuravas por mim?
- Sim, precisava de ti com urgência. – ela olhou-o alarmada.
- Algo ocorreu?
- Sim meu anjo, enquanto cavalgava está manhã, eu percebi, para o meu completo pesar, que saí sem receber um beijo seu... – a jovem corou de prazer.
- Bem, isso é uma falta terrível! – ele riu e sem esperar ou se importar que alguém os visse, ele a puxou para os seus braços a beijando com ardor.
Isabella ofegou forte, ao ser, totalmente, arrebatada pela paixão de Edward, logo se juntando a ele. Os beijos, abraços e toques trocados entre ambos, eram sempre cheios de amor e luxuria, ela parecia nunca poder resistir à atração que Edward incitava nela.
E como sempre, ansioso para estar com ela, pegou-a nos braços e correu para dentro do castelo, sem se importar com os criados que quase sempre encontravam no caminho, mas que já estavam bem acostumados, com os rompantes de paixão dos recém-casados.
Ao chegarem ao quarto, Edward se apressou em tirá-la das roupas, beijando cada pedaço de pele que descobria. Bella tentava ajudá-lo, mas era impossível, pois o homem não parava quieto.
Quando ela já estava nua sobre a cama, Edward se apressou em se livrar das próprias roupas, se deitou, cuidadosamente, sobre a esposa, avivando a sua paixão com beijos e toques. Quando Isabella já estava trêmula de desejo, ele a penetrou com urgência.
O encanto que sentiam, ao se unirem, só aumentava à medida que iam se amando, corpos e membros entrelaçados, beijos e sussurros trocados, a cada dia o prazer era cada vez maior, assim como o amor compartilhado pelos dois.
Quando o deleite finalmente explodiu, eles ficaram deitados ofegantes e abraçados, só se movendo, quando conseguiram respirar normalmente. Isabella sorria beijando o peito de Edward, além de abraçá-lo bem apertado. Ela sentia, emocionada, os lábios do marido em seus cabelos.
- Eu a amo Isabella. – ele sussurrou como sempre depois de fazerem amor. Ela queria repetir aquelas palavras, mas como poderia? Se nem sequer um filho pudera dar a ele ainda.
Ela o sentiu suspirar e a apertar mais entre os braços.
- O que há aflige meu anjo? – a moça ergueu a cabeça o encarando com as sobrancelhas enrugadas, ele riu e bateu a ponta dos dedos em sua testa. – Não minta, sei que algo a incomoda.
- Como podes saber?
- Eu lhe conheço muito bem Isabella, me diga o que lhe acabrunha?
- Ainda não carrego uma criança... – confessou com pesar, pelo olhar surpreso do marido, percebeu que ele não esperava aquela resposta.
- Bem, é muito cedo... – começou, mas ela negou.
- Já estamos casados a mais de um mês, e bem, nós praticamos várias vezes diariamente, eu já não deveria... – a frase morreu ao ver a raiva brilhar nos olhos de Edward.
- É por esse motivo que me aceita em sua cama Isabella? – ela corou.
- Deus, não! Quero estar com você! – seus traços relaxaram, mas ele ainda parecia um pouco tenso.
- Bem, então por que a pressa em ter um bebê? Somos jovens, não há pressa!
- Sim claro, é que... bem, de que outro modo, poderei provar o meu amor por você? – foi com alivio que ela viu o corpo dele relaxar e um sorriso satisfeito surgir nos lábios que tanto amava.
- Meu anjo, é só dizer as palavras e acreditarei nelas.
- Mas... mas o único dever da esposa é garantir herdeiros, eu bem... – ele riu e a calou com um beijo ardente, a jovem o beijou até ambos ficarem sem fôlego e se afastarem um pouco.
- Edward? – ele beijou a ponta do seu pequeno nariz.
- Meu anjo, você tem vários deveres para comigo, ter um filho é um deles, é claro, mas me amar, ser uma boa esposa, cuidar de nosso lar, também faz parte da obrigação de uma esposa e comprovam o seu amor.
- Tem certeza?
- Absoluta! Agora não fique triste se não engravidar em breve, temos toda a vida para nos preocupar com isso.
- E se eu nunca puder ter filhos?
- Então teremos um ao outro. – ela sorriu por fim.
- Tenho muita sorte em tê-lo como marido.
- É claro meu anjo. – ela riu e o abraçou apertado.
Embora adorasse as palavras de Edward, ainda queria um filho, uma prova do amor deles.
[...]
Isabella agradeceu ao criado que a ajudou a sair do coche, outro já havia pegado as suas compras e as levava para quarto do casal, ela perguntou ao mesmo rapaz que a ajudara, se ele havia visto Edward.
Estava ansiosa por vê-lo, na verdade mal podia se conter, acabara de regressar do médico da vila e ele confirmara as suspeitas da jovem.
Ela estava grávida!
Embora fizesse pouco mais de quatro meses que estavam casados, no primeiro sinal de enjôo, quando uma criada comentou maliciosamente que ela podia estar esperando, Bella correra para o médico. Estava tão animada com a confirmação que mal podia esperar para contar a Edward.
- Milorde está em seu escritório, milady.
- Obrigada, irei ter com ele. – o jovem pareceu um pouco nervoso. – O que há?
- Bem... hmmm ele não está sozinho.
- Oh bem, seja quem for eu esperarei ele se desocupar.
O rapaz forçou um sorriso e correu de volta aos seus afazeres, Isabella estranhou o comportamento do criado, mas nada disse, deveria ser alguma bobagem, fosse o que fosse... Ao adentrar o castelo, parou abruptadamente ao ver uma bonita mulher ruiva sair do escritório de Edward.
Pensou ser uma das criadas, mas as roupas da alta moda londrina, já denunciava o status social da meliante, além do ar arrogante que a mulher exalava. Sem parar para se apresentar a ela, a ruiva passou por Isabella como se fosse um raio e saiu da casa.
- Mas que diabos... – Isabella proferiu sem perceber, estranhando a atitude da mulher que estivera em sua casa, pois aquela jovem agira como se ela fosse à dona e Bella uma simples criada.
Sem se conter entrou no escritório de Edward. Logo, ela o viu sentado olhando pela janela e estranhou ver um copo de uísque na frente do marido àquela hora.
- Edward? – ele a encarou e forçou um sorriso.
- Isabella, onde esteve?
- Na vila, fui comprar algumas lembranças para papai e tia Esme, além de, é claro, Rosie, Alice e a sua mãe. – ele assentiu e sorveu toda a bebida em um gole, servindo-se de mais um pouco.
- Isso é bom, muito bom...
- Você está bem?
- Perfeitamente Isabella.
- Certo. Quem... – hesitou por um momento, mas a curiosidade falou mais alto. – Quem era a mulher que saiu há pouco? – ele a encarou com o semblante franzido.
- Uma velha amiga.
- Só amiga?
- Com ciúmes minha cara? – Isabella estremeceu, Edward estava estranho.
- Eu...
- Esqueça, quando quer voltar para Londres?
- Ah... bem, quando será o casamento de sua irmã?
- Bem, será em algumas semanas, partiremos em um par de dias então... – Isabella deu alguns passos a frente.
- Edward o que há de errado? – ele a olhou e pela primeira vez desde que se encontraram ali, Bella realmente reparara nos belos olhos dele, estavam vazios, sem a costumeira paixão e alegria que sempre brilhava neles.
- Por que algo haveria de estar errado?
- Bem, você parece estranho, não sei, meio distante... Quem era aquela mulher e o quê ela queria?
- Era Lauren... – o nome lhe pareceu familiar.
- Lauren?
- Lhe falei sobre ela, lembra-se?
De repente se lembrou da historia de Edward e a ex-noiva traidora.
- O que ela fazia aqui? – não pode conter a indignação na voz e Edward riu de um jeito estranho.
- Veio me deleitar com as fofocas da cidade.
- Que fofocas?
- Sobre a minha esposa e o seu amante. – se Isabella não estivesse em choque teria rido.
Amante?
Ela e um amante?
- Essa mulher é louca?
- Bem, eu pensei o mesmo, até perceber que mentiu para mim.
- Quando menti?
- Agora mesmo, dizendo que fora comprar lembrancinhas, quando sei que já às comprou há algumas semanas...
Isabella corou, havia esquecido por completo daquilo, mas queria dar a noticia a ele de outro modo, em um jantar romântico ou na cama depois de fazerem amor. Mas agora, tinha que confessar, pois seja de que inferno veio aquela tal de Lauren, era óbvio que só queria destruir o seu casamento, mesmo não a conhecendo.
- Sim, de fato eu menti. Fui ao médico. – ele arqueou uma sobrancelha.
- E por que mentiu?
- Bem... Eu queria lhe fazer uma surpresa. – Edward rosnou.
- É o medico o seu amante?
- Edward não seja absurdo. Fui ao médico, porque senti um mal estar e um par de enjoos. – Edward logo ficou atarantado.
- O que você tem? Está doente? – engolindo em seco, se aproximou dele e pegou as mãos do marido as levando a sua barriga.
- Estou grávida... – viu a dor fugir dos olhos de Edward, em seguida ele caiu de joelhos na frente dela e abraçou o ventre da mulher.
- Perdoe-me meu anjo, eu... eu sinto muito...
Ela sorriu afagando os cabelos do amado.
- Está tudo bem amor. – ele ergueu o rosto para encará-la.
- Lauren chegou aqui a acusando de estar com outro, e como... bem, sempre evita dizer que me ama, acreditei... – suspirou e beijou a barriga da morena.
- Bem, não sei o que tem aquela mulher, mas eu o amo. Eu só, você sabe como sou teimosa e idiota às vezes. – ele riu e a abraçou mais apertado.
- Sim, você é muito difícil Isabella. – ela sorriu e o afastou estendendo as mãos para ele.
- Bem, com certeza ficarei mais difícil ainda agora que estou grávida.
- Eu adoro a sua teimosia e opiniões fortes, meu anjo.
- Que bom, pois tenho muitas! – ele pegou o rosto dela entre as mãos e a beijou com urgência, quando se afastou sorria abertamente.
- Realmente está grávida?
- Sim, o médico me confirmou hoje.
- Por que não me disse das suas suspeitas?
- Queria ter certeza antes de dar a noticia, só não esperava ser confrontada. – ele fez uma careta.
- Lauren está na miséria. O homem pelo qual ela me trocou, fugiu com uma criada mais jovem que ele engravidara, ela esperava que eu a aceitasse como amante e cuidasse dela.
- Que vagabunda!
- Isabella? – Edward a olhou estupefato, a jovem nem se importou.
- Filha de uma rameira, ela queria te roubar de mim! – o viu sorrir e antes que ela xingasse toda a família de Lauren, ele a tomou nos braços a beijando com mais ardor que antes.
Quando se separaram ofegantes, sorriu para Edward.
- Desculpe-me pelas minhas... er palavras.
- Só disse a verdade meu anjo. Sou seu! Só seu! – riu novamente e o abraçou.
- Mas por que inventar mentiras sobre mim?
- Acredito que estivesse com o orgulho ferido por ter sido rejeitada do mesmo modo que me rejeitou. Deve tê-la visto pela aldeia visitando o doutor e assumiu que me traía, foi bem enfática, ao me garantir que você devia repugnar as minhas cicatrizes, por isso se deitava com outros.
Isabella já se preparava para xingar até a quinta geração daquela rameira, quando Edward começou a gargalhar.
- O que há de tão engraçado? – resmungou colocando as mãos na cintura, ele somente sorriu.
- Como as pessoas são cruéis. Pobre mulher, ela trocou-me por um casamento vantajoso e olha como acabou! Não sabe como estou aliviado por não ter me casado com ela. Agradeço aos céus, por meu pai ter me proibido.
- Bem, nesse caso, eu também agradeço, além de também agradecer ainda mais, por você não ter sido tão determinado naquela época com ela como o foi comigo... – ele sorriu e pegou a mão dela, beijando os dedos delicados.
- Determinado? Eu, meu anjo? – ela riu.
- Bem quase me forçou a casar.
- Não a forcei! Só a fiz enxergar que eu era o melhor marido para ti.
- E como chama isso?
- Amor...
- Então, que bom que me ama.
- E como! E só a você minha linda e irritante esposa. – ela riu e o abraçou apertado.
- Também te amo, homem terrível. E sempre vou te amar...
Ela podia ser até difícil... ...mas tinha que admitir, ela sempre seria grata por seu conde ter ignorado os seus protestos e desposá-la, pois não importava o que o futuro lhe reservasse, desde que tivesse o seu amor ao seu lado, tudo ficaria bem...
N/A: Oláaaaaaaaaa pervinhas \o/
É triste dizer, mas a fic acabou, só tem mais o epilogo :'(
Ja sinto saudades desses dois doidinhos e vocês? kkkkkkkkkkkkkk
Eu adorei escrever essas loucuras, e ainda mais a animação de vocês com esses dois, mesmo com os xingos a pobrezinha da Bella kkkkkkkkkkkkkkk
Adorei \o/
E esses foram meus personagens favoritos *.*
Super fofos e doidos kkkk
Divos eles
Agora essa Lauren veio das trevas ne kkk, vaca ta fudida e quer ferrar com a vida dos outros u.u
Podre ela
Mas Edward assim que ouviu a Bella nem ligou mais pra aquela praga u.u
Enfim, o que acham que rola no epilogo?
Bora comentar que vem ainda essa semana \o/
Beijos e adoro vcs pervas
.
N/B: Aiaiaiaiaiai... Muito fofo este capítulo, não é meninas? Que bom que a nossa dileta Paulinha está se sentido melhor e pôde nos brindar com algo tão meigo... Comments a deixarão bem melhor, então, façam vários...
TUCA
