A Guarda-Costas
Disclaimer: A história não pertence a mim, é da Naobi Chan que me permitiu a tradução. Os personagens aqui citados pertencem a Stephenie Meyer.
Sinopse: Edward Cullen, o presidente de uma importante companhia, está ameaçacado de morte, contacta uma empresa de segurança e eles lhe enviam sua melhor guarda-costas: A agente Bella Black.
Capítulo 21 – Epifania Dupla
Edward sentou na cama em seu quarto, contemplando os sapatos de Bella quase em transe. Podia lembrar quase com exatidão os sapatos que ela usava no dia em que a conheceu, também o usava no avião em sua viagem para Madrid, para a sua festa de noivado...
Esfregou os olhos num gesto cansado e levantou-se lentamente. Avançou até a janela e sentou-se no chão, ao lado dos sapatos. Ele os olhou por alguns segundos e quase sem perceber e com extremo cuidado, os colocou perfeitamente um ao lado do outro.
Voltou a ficar observando aquele par de sandálias, que não eram nada mais do que isso, umas sandálias. Ele deslizou um dedo do calcanhar à ponta, acariciando sem apenas tocar...
- Edward? – Bella o chamou do corredor.
Ele se pôs de pé e colocou as mãos nos bolsos, olhou em volta certificando-se de que nada estava fora do lugar e suspirou...
- Entre – disse quase num sussurro.
A porta se abriu lentamente e a figura de Bella entrou no quarto. Tinha o cabelo solto e ainda úmido do seu banho da manhã, vestindo uma saia lápis até os joelhos que se agarrava em seus quadris e uma blusa de seda que marcava a curva de sua cintura e seus seios perigosamente. Edward engoliu em seco e desviou o olhar envergonhado.
Bella avançou insegura para ficar em frente a ele e respirou fundo para recuperar a força... desde que havia admitido para si mesma que gostava de Edward mais do que deveria, custava o dobro de esforço manter a compostura e não correr para os braços dele quando o via.
- Harry ligou – ela disse em um tom profissional – conseguiu rastrear as chamadas da semana passada. Aparentemente foram feitos de um telefone público no norte da cidade, de Norridge você sabe quem mora lá ou por perto?
Edward processou lentamente suas palavras e depois negou com a cabeça, olhando para o chão.
- Eu não sou de muita ajuda... certo? – Perguntou em um sussurro.
Bella colocou uma mão em seu braço e uma corrente elétrica atravessou seu corpo fazendo com que ficasse tensa, mas respirou profundamente e recuperou a compostura antes de falar.
- Não se preocupe Edward, a pessoa por trás disso é muito inteligente e não deixa muitas pistas, mas iremos ficar em frente a ele mais cedo ou mais tarde.
- Quando você vai me dizer quem é? – perguntou olhando-a em seus olhos.
Bella suspirou e correu a mão pela franja, jogando o cabelo para trás e mexendo ligeiramente, o cheiro do seu shampoo impregnou o ar que chegando até o nariz de Edward, ele se sentiu tonto quase no mesmo instante.
- Você sabe que não é prudente deixá-lo saber, mantendo-o na ignorância é de mais ajuda do que sabendo tudo o que pode acontecer – disse Bella com tom cansado depois de repetir a mesma frase durante dias sem que ele chegasse a entender o por quê.
Edward acordou abruptamente de seu torpor e seus olhos brilharam por alguns segundos enquanto olhava para a mulher diante dele.
- Você não entende! – Gritou com raiva – Sou, talvez,a pessoa mais envolvida no caso e não sei absolutamente nada. Isso te parece lógico? – lhe perguntou em tom desafiante.
Bella ergueu os ombros e levantou o queixo, indicando sua superioridade naquele momento.
- Edward, você tem que se tranquilizar – pronunciou lentamente – não vale a pena que se altere desta forma. Você sabe que não lhe direi nada fique como fique.
Edward bufou e girou sobre seus pés, andou até a janela e ficou admirando seu jardim... coçava o queixo nervosamente e mordia o seu lábio inferior com tanta força que a qualquer momento poderia sair sangue.
- Edward... – Bella murmurou timidamente avançando um passo em direção a ele.
- É que eu não posso mais Bella – disse ele com um fio de voz – Isso cada dia se enrola mais e não vejo saída possível... preciso respirar... preciso poder esquecer isso por umas horas.
Bella se sentiu identificada em seguida. Quantas vezes ela havia desejado isso mesmo à meses atrás... poder afastar a dor da morte de Jacob, poder esquecer a angústia, a agonia... deixar para trás as lágrimas e as noites sem dormir buscando o calor de seu corpo entre os lençóis frios.
- Venha comigo – disse ela sem pensar segurando sua mão e puxando-o ligeiramente para segui-la.
- Mas... que...? – Gaguejou.
- Cale a boca e me siga – ordenou ela.
- Tenho trabalho Bella, uma reunião importante com os investidores – tentou protestar.
Bella parou e olhou para ele ameaçadoramente. Pegou o telefone do bolso de Edward e procurou um número na memória, pressionou o botão de ligar, olhando em seus olhos com intensidade.
- Você é a secretária do Sr. Cullen? – Perguntou educadamente a voz feminina que atendeu sua chamada, diante a sua resposta afirmativa, ela sorriu – Perfeito... o senhor tem que sair da cidade por uma emergência familiar, cancele seus compromissos para o dia... sim para todo o dia... Claro que ele concorda!... Eu estou chamando de o seu número pessoal, você não acha que isso é suficiente credível?... Obrigada senhorita... o que seja... incompetente – murmurou antes de desligar.
Edward observou Bella atentamente enquanto ela mantinha essa conversação com a doce Jane, sua secretaria pessoal. Não dava credito ao que acabava de presenciar. Bella realmente... tinha feito isso?
- Mas... como... o que pretende? – Perguntou às pressas – Afundar a empresa? Essa reunião era muito importante! Aro vai sair da cidade e não podemos nos reunir os três em muito tempo.
- Aro é um acionista da empresa? – Bella perguntou, franzindo a testa.
- Não... tinha pensado em me associar com ele meses atrás, mas com toda a confusão das ameaças não tive tempo para me preocupar com isso – respondeu Edward.
Bella olhou apreciativamente enquanto em sua cabeça tudo começava a tomar forma. Aro Volturi queria ter mais poder na companhia dos Cullen, pensou que o avô de Edward, ao falecer deixaria tudo para ele já que seu filho Carlisle era médico e ele era a sua mão direita, mas não contava que o neto favorito, Edward Cullen estudasse economia e direito, assumindo o controle de tudo com a morte de seu avô.
Edward tinha interrompido seus planos e agora era um incômodo, como uma pedra em seu sapato que tinha que desaparecer.
Assassinato a sangue frio seria óbvio demais. A polícia começaria a investigar e, se observassem com seus antecedentes de quando era mais jovem e inexperiente, ele seria o principal suspeito mesmo que tudo indicasse o contrário. Por esta razão, se decidiu por algo mais sutil e poderia surtir efeito a longo prazo: assustar Edward.
Se o assustasse o suficiente deixaria com ele as rédeas da empresa, sendo o vice-presidente estava bem, mas ser o presidente incontestavelmente lhe daria um impulso para todos os negócios obscuros que se encarregava de manter a sombra.
Bella, compreendendo tudo por fim, soltou o ar que continha em seus pulmões, olhou Edward nos olhos de e sentiu pena... gostaria de lhe dizer tudo o que acabava de descobrir nesse mesmo instante, mas sabia que para sua segurança e pela da operação em geral, era melhor ficar em silêncio e fazer as coisas como planejado desde o início.
Sem dizer outra palavra mais uma vez segurou sua mão e arrastou-o para seu carro. Comprovou intensamente que não continha nenhum tipo de artefato explosivo antes de forçá-lo a entrar dentro dele e depois dirigiu a toda velocidade para o destino que tinha em mente.
Edward olhava pela janela, pensativo. O silêncio de Bella minutos antes em sua casa não tinha lhe agradado em nada. Podia ver em seus olhos que seus neurônios trabalhavam na velocidade da luz e, apesar de confiar plenamente nela, algo lhe dizia que o que estava passando por sua cabeça nesse mesmo instante, era relevante para ele.
Olhou para ela e um arrepio percorreu pelas suas costas. Desde que dias atrás, havia se dado conta de que ela era alguém importante em sua vida, não tinha parado para pensar nisso. Realmente evitava pensar nisso mais do que o necessário. Toda noite fazia amor com ela, porque para ele não era apenas sexo, e depois assisti-la dormir emaranhada nos lençóis e seu próprio corpo. Nesse momento foi quando ele deixou sua mente livre para fluir... se imaginava em um futuro ao seu lado, sem a pressão de ter ameaças de morte sobre ele, confiante de que no dia seguinte seria tão tranquila como o anterior... tudo parecia tão irreal.
Piscou intensamente e negou com a cabeça afastando esses pensamentos... Bella era fria, distante, uma agente do FBI treinada para matar... além do mais seu passado era tempestuoso suficiente para não querer ter algo sério. Ele não podia dar ao luxo de fantasiar sobre algo que talvez nunca chegaria a alcançar.
Bella estacionou o carro em um movimento fluido e sem quase ter que arrumar sua posição. Tirou as chaves da ignição e suspirou antes de olhar para Edward com um leve sorriso nos lábios.
- Vamos? – Perguntou num sussurro e fazendo um movimento com a cabeça apontando para o exterior do carro.
Edward não respondeu e simplesmente desceu e colocou as mãos nos bolsos da calça, em um gesto nervoso. Bella comprovou que levava sua arma carregada em sua bolsa e também saiu se colocando ao seu lado. Pegou sua mão e puxou-o levemente começando a andar.
Edward levantou a cabeça pela primeira vez e imediatamente congelou, havia vivido em Chicago toda a sua vida, mas nunca tinha ido ali. Era o Navy Pier, nas margens do lago Michigan. Era um lugar único, você poderia andar sobre o cais de madeira, aproveitando a brisa fresca vinda do lago, havia lojas, restaurantes, poderia passear de barco, visitar o museu infantil e até mesmo montar em algumas das muitas atrações que estavam ali para as crianças.
Edward piscou surpreendido e olhou para Bella intensamente, ela apenas sorriu e começou a caminhar em direção ao cais, ele a seguiu quase em transe observando tudo ao seu redor.
Edward nunca tinha sido uma criança normal. Quando criança, entre a escola, aulas de piano que sua mãe o obrigou a tomar e passar tempo com seu avô não lhe deixava nenhum segundo livre para desfrutar e ser uma criança como qualquer outra. Além disso, seu avô tinha uma estranha obsessão com ele e ensinou-lhe desde muito pequeno os segredos da companhia Cullen & Co. Já que via que nem Rosalie nem Alice seguiriam seus passos.
Bella riu entre dentes enquanto o puxava e corria até uma das muitas balsas que estavam esperando por turistas para ir fazer uma rota perto do Lago Michigan. Edward a seguiu em silêncio, pronto para dizer algo, mas não sabia o que dizer realmente. A Bella que ele tinha na sua frente havia deixado de ser a Bella Black. A mulher na sua frente estava sorrindo, rindo alto e um brilho diferente iluminava seus olhos. Estava desconcertado e ao mesmo tempo maravilhado, essa mulher era muito mais especial do que imaginava.
Bella respirou fundo e seus pulmões se encheram de ar limpo e fresco do lago. Estava encostada em uma das laterais da balsa e tinha os olhos fixos no horizonte, observando a linha do céu da cidade. Edward estava ao seu lado e ficou em silêncio, isso a ajudava a pensar... a pensar sobre o que estava acontecendo em sua vida nos últimos dias.
Tinha reconhecido diante Emmett que gostava de Edward, e embora a princípio se negou a admitir para si mesma, agora o havia aceitado e só se limitava a ir não avançar, a não se permitir sentir por ele mais do que já sentia. Mas isso era um esforço constante. Cada vez que Edward estava sorrindo, cada vez que sussurrava algo em seu ouvido, ou pior ainda, quando eles faziam amor e ele a olhava tão intensamente nos olhos... suas forças fraquejavam. Sentia uma pontada em seu coração e as batidas do coração se aceleravam de forma incontrolável.
Pouco a pouco esse homem estava começando a ser uma parte muito importante de sua vida. Já quase não podia se imaginar um dia sem estar ao seu lado, muito menos o que poderia fazer uma vez que acabasse o caso Cullen e ela voltasse de novo para Phoenix se afastando dele. Sentia um vazio insuportável ao pensar em se afastar e ir embora de Chicago e, por conseqüência de todos os Cullens. Até que chegou planejar ficar nessa cidade, alugar um apartamento e começar uma nova vida naquela cidade.
- Eu nunca estive aqui – Edward sussurrou puxando-a para fora de seus pensamentos.
Bella olhou e sorriu.
- Também é a minha primeira vez – respondeu sem mencionar nada do possível motivo por ele não ter visitado um lugar tão emblemático de sua própria cidade natal.
- Minha avó Elisabeth quis me trazer em várias ocasiões, mas eu sempre tinha algo melhor para fazer – Edward continuou falando.
Bella se aproximou um pouco mais dele e lhe deu um ligeiro empurrão com o quadril, fazendo com que Edward cambaleasse para um lado e um pequeno sorriso aparecesse em seus lábios.
- Quando chegarmos a terra eu quero subir na roda-gigante – Bella disse mudando drasticamente de assunto.
Edward empalideceu e olhou assustado.
- Você tem problemas de vertigem? – Bella perguntou levantando uma sobrancelha em sua direção.
- Não! – Ele respondeu rapidamente, embora ainda que mentia, mentia descaradamente.
Desde que Alice, em uma ocasião quando eles eram pequenos, empurrou-o sem querem quando eles estavam na varanda da casa de seus avós e quase caiu se não tivesse segurado em seu pai. Edward tinha medo de altura.
- Não se preocupe – sussurrou Bella divertida – eu vou te proteger.
Estranhamente, Edward sentiu-se muito mais relaxado e seguro quando disse Bella lhe disse isso. Sorriu e atraiu Bella para ele em um abraço colocando o seu queixo sobre sua cabeça. Bella respirou profundamente o aroma que emanava da roupa de Edward e também sorriu involuntariamente.
Ao subir a escada que levava para a roda, Edward sentiu um peso no estômago, tinha um nó na garganta e suas mãos não paravam de tremer. Bella o olhou assustada e preocupada, manifestou com a testa franzida.
- Se não quiser podemos deixar – lhe disse ainda preocupada.
- Não... vamos... você quer subir... eu farei das tripas coração – ele murmurou não totalmente convencido.
Bella suspirou e entrou na cabine com um pequeno sorriso. Edward seguiu hesitante...
Bella se aproximou de uma das janelas e observou como ao seu redor tudo era alegria e diversão. Cada pessoa parecia estar presa na sua bolha pessoal e desfrutando da sua vida sem se preocupar com os outros... o mundo girava e girava ainda que parasse para olhar.
Edward se colocou ao lado dela e segurou sua mão com força, Bella sorriu e se aproximou um pouco mais dele.
- Eu estarei ao seu lado, não te soltarei – sussurrou Bella em seu ouvido.
Edward esboçou aquele sorriso característico de canto que fazia os olhos de qualquer mulher presente começar a tremer e Bella sentiu como seu coração saltava.
- Olhe a mamãe! – gritou uma menina atrás deles – cada vez são mais pequenininhos... parecem formigas.
Edward virou-se e encontrou uma imagem tocante. Uma menina, de cabelos castanhos e olhos enormes azuis estava nos braços de um homem que era claramente seu pai, a pequena observava atenciosamente e completamente maravilhada pela janela. Ao lado dela, uma mulher olhava com ternura ao mesmo tempo que passava a mão distraidamente através na barriga saliente, acariciando seu bebê.
Edward piscou surpreso, em sua cabeça começou a formar uma imagem similar a essa, mas com ele e Bella como protagonistas... um futuro com ela... filhos... uma família... até estava disposto a aceitar um cachorro mesmo que gostasse pouco se isso a fizesse feliz.
Suspirou e olhou para Bella que também estava ao seu lado olhando para a pequena família em frente a eles. Ele lhe deu um significativo aperto em sua mão, e Bella o olhou e em seguida corou e voltou a olhar pela janela e a paisagem que os rodeava.
Edward se colocou atrás dela e rodou sua pequena cintura, com seus braços, apoiando o queixo em seu ombro e observando o que ela olhava.
Bella se repreendeu mentalmente por sonhar acordada... nunca, nem mesmo com Jacob havia sentido desejo de ter uma família, com eles dois juntos lhe bastava para ser feliz. Mas segundos atrás, olhando para esse pai paciente e carinhoso com sua pequena, imaginou uma pequena parte dela nos braços de Edward...
Isso estava saindo do controle, seu propósito de não sentir mais do que já sentia a cada dia fraquejava mais. Tinha que se lembrar de ser forte, e objetiva. Edward era só trabalho, não poderia cair e se deixar levar. Não só porque era tecnicamente proibido, Edward era seu cliente, mas também porque pessoalmente poderia afundá-la, se algo saísse mal.
Era um pensamento egoísta, mas não podia se dar ao luxo de sentir mais por Edward e em um acesso de loucura Aro acabasse com ele e acabasse com tudo de novo. Não poderia superar, voltar a sair desse abismo em que ela tinha caído depois de perder Jake seria impossível se perdesse Edward. Não porque gostava dele mais, talvez era possível, mas porque sua alma já estava ressentida. A ferida de seu coração nem sequer estava cicatrizada, outro mais seria definitivo, iria acabar com toda a coragem e valentia que ela demonstrava.
- Eu gosto de você... – Edward sussurrou sem pensar.
Bella ficou paralisada o ar parou em seus pulmões. Virou-se devagar e olhou para enfrentá-lo, para dizer-lhe que não podia ser, era só sexo, sexo muito bom, mas apenas sexo no final de tudo.
Mas ela cometeu um erro, olhou em seus olhos. Esses dois poços verde mar no que lhe era tão fácil se perder. E ali perdeu sua vontade, esqueceu de todos os seus propósitos, esqueceu onde estava e de quem os rodeava. Assim que só se levantou na ponta dos pés e beijou Edward intensamente nos lábios.
Segundos depois, Edward se afastou dela ofegando, o coração batendo muito rápido e a respiração irregular... O que diabos estava acontecendo?
Bella tinha lábios vermelhos e mantinha os olhos fortemente fechados, como se negando a admitir o que fez.
- Eu não sofro mais de vertigens – Edward disse num sussurro – Eu acho que essa roda será um dos meus lugares favoritos pelo resto da minha vida.
A Bella soltou um sorriso, seus olhos se abriram bem devagar e Edward estava ali, não era um sonho... era ele de verdade e o que havia ouvido segundo atrás realmente aconteceu. Suspirou pesadamente e olhou seus olhos de novo.
- Também o meu – disse convencida.
ELE DISSE QUE GOSTA DELA. TODOS MORRE. TODS. MORT.
Era para eu ter postado segunda, mas né aqui ta chovendo direto e não tava conseguindo terminar o capítulo.
Bem o próximo capítulo é maior do que esses últimos, então vou postar no sábado se chegarem a 350 reviews. Então falta o 22, 23, Epílogo 1 e 2, para terminar a fic. Aiai...
Metas daquela forma que eu já falei, para quem tem conta eu mando por PM e para quem não tem conta, manda o email substituindo (underline) (arroba) (ponto) :)
Beijos
xx
