Briiii!Que frio!Como vão pessoas?Tudo na paz?Mais uma semana e o ano está quase terminando!^_^ Posto aqui mais um cap, relativamente quente, para aquecer os corações de vocês!kkkkk Mas tive que iniciar uma parte dramática da fic!Não se preocupem, isso aqui não é drama, mas vou ter que colocar mais essa parte tristinha!Espero que curtam e me escrevam reviews!
Grande abraço a:

Luud-chan:Mas veio é o que importa Lu!Fico super felizz que tenha gostado do cap!Vou participar de sua campanha!Odeio Inoue!Desde o mangá/anime, qaunto nas fics!Mas é isso!Espero que curta o cap de hoje!^_^
Paulo23:Arigatô Paulão!Sempre de poucas palavras, mas sempre presente!Beijasso no coração!

Ainda estou esperando reviews daqueles que não enviaram até agora como minhas nakamas Mi Yuuki (vou te dar um puxão de orelha!A não ser que tenha ficado muito ruim esses caps?Pode ser isso?Aaiai), Mili Black (amo seus reviews, quero eles já!^_^) e Samy (sumida, ainda lê a fic ;_; acho que estou perdendo você!). Boa leitura a todos!


-Te amo Kia! Minha querida baixinha! – Ichigo apertou-a num abraço cálido e reconfortante.

-Eu também Ichi! – Lutava para suavizar a respiração sôfrega que saia de seus pulmões. Ainda estavam enlaçados, mas já não havia lugar para dor ou sofrimento. Eram um só agora, e ninguém lhes tiraria esse momento.

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A noite já estava avançada quando Rukia acordou de seu sono repentino. Nunca sentiu tanto cansaço em um só dia. Não imaginava que o ruivo fosse exagerar naquela relação. Perdeu a conta de quantas vezes fizeram amor somente naquele dia. Levantou-se devagar e teve que fazer alguns malabarismos para escapar dos braços fortes e protetores do rapaz. Um resmungo saiu do morango, não estava com vontade de acordar tão cedo, pelo menos ao ver dele, e muito menos perder aquele calor que emanava tão confortante da morena. Rukia riu baixinho quando o noivo rolou pela cama de casal dos amigos e caçou com nervosismo o corpinho da moça. Não encontrou e falou algumas palavras desconexas, mas que com certeza eram xingos pela ausência. A baixinha estava recostada na porta de frente com a cama observando toda a cena. Apreciava esse lado irritadinho do noivo. E muito mais saber o quanto ele a desejava por perto, não só pelo contato físico, mas também para conversarem e discutir bobagens. Contemplou o anel de compromisso que havia ganhado na noite anterior. Era o mesmo que Kurosaki-san deu a Masaki quando a pediu em casamento. Ficou muito emocionada por saber que tinha não só a aprovação da própria família, quanto da família Kurosaki.

-Rukia? Tudo bem, amor? – Ichigo levantou-se preocupado, afinal não poupou a namorada mesmo sendo a primeira vez da mesma. Não conseguiu conter o desejo reprimido a duras penas. Agarrou o lençol para cobrir a virilha, já que não tinha nenhum tecido cobrindo o corpo bem formado que apresentava. Rukia estava ainda encostada na porta vestida apenas com a camisa do rapaz. As pernas flexionadas em forma de "X" protegendo a parte íntima que estava descoberta. Para o ruivo foi à cena mais linda que poderia ter visto após um reconfortante sono.

-Ah!Já acordou, moranginho? Achei que continuaria na sua busca incessante ao imaginário! – Brincou com um sorriso travesso lembrando os instantes atrás. O ruivo sentou-se ao lado da morena, cobrindo-a com o lençol e a abraçando pela cintura. Fez a menina sentar em seu colo e encostou as costas dela no próprio peito. Super protetor era um adjetivo pequeno comparado ao carinho que ele dispunha à jovem.

- Baixinha, não me provoque! Desculpe se exagerei! – Encostou a testa no ombro da noiva e aspirou o perfume natural do corpo quentinho dela. Amava aquela essência. Lembrava-lhe travessuras de adolescente. Rukia era seu vício mais forte. Nunca imaginou que pudesse se apaixonar tão intensamente em tão pouco tempo. A garota iniciou uma caricia suave nos cabelos laranja enquanto sorria com o comentário do rapaz.

-Liga não! Acho que sou auto-suficiente para satisfazer ao tão exigente doutor!Afinal sou uma Kuchiki, não vou fraquejar só por causa de um exagero de meu noivo! – Puxou a orelha dele como castigo. O rapaz riu alto e divertido a fez virar para si para roubar-lhe mais uma vez naquele dia aqueles lábios suaves. Após o apaixonado e demorado beijo, se levantaram para seguir ao banheiro tomar mais um banho. Ou pelo menos era a idéia inicial.


-A única coisa que preciso é que elimine esse problema!Minha amiga vai pagar o que for preciso para que você faça o serviço! Então não precisa preocupar-se com valores! Temos dinheiro para pagar e sabe bem disso! Quando foi que te passei a perna? Nunca, certo? Então me ajude nessa mais uma vez! – Senna olhou de soslaio a ruiva que permanecia deitada na cama de forma desleixada. Lembrou o quanto foi trabalhoso fazê-la dormir depois da amiga chorar e gritar sem parar. Inoue estava descontrolada e odiava vê-la assim. Kurosaki pagaria muito caro o que fez com Hime.

-Sim! Assim que conseguir a foto te entrego!Lembre-se de fazer parecer que foi um acidente! Não quero que sequer cogite a idéia de que temos algo a ver com isso, entendeu? Obrigada Nnoitra, fico te devendo essa! Tchau! – Desligou o celular e sentou-se no puf que tinha perto da cama. Puxou a franja longa para trás e esfregou o rosto com nervosismo. Não queria ir tão longe, mas essa garota pediu pra isso. Meteu-se com a pessoa errada, e logo saberia o por que.

-Hime? Deite-se direito, querida! Logo essa bruxinha vai sair de nossas vidas! E quando aquele idiota do Kurosaki vir chorando para seu ombro, você vai fazê-lo sofrer com seu gelo! Vai ver só! Eu vou resolver tudo, nem que tenha que fazê-lo com minhas próprias mãos! – Apertou com força o punho. Era um tipo de juramento que fazia a si mesma. Não dormiria em paz enquanto não visse o sorriso descontraído de Inoue novamente.


-Essa banheira é ótima! Sua amiga é muito legal em nos deixar ficar aqui! Gostei da atitude dela! Lembre-me de comprar uma lembrança pra ela quando a vermos novamente! – Passou as mãos nos ombros da pequena que tentava ensaboar o tronco, coisa complicada já que tinha um médico pendente de atenção logo atrás de si. Estavam ambos sentados na banheira de louça branca. Espuma e água quente rodeavam os corpos nus.

-Lisa é amante da boemia! Quando comprou esse apartamento, achei uma loucura ela pagar tão caro só pra ter uma banheira enorme dessas! Mas fazer o que, ela aproveitou a gorda pensão que o avô lhe deu quando brigou com os pais! – Virou-se ajoelhando de frente com o rapaz. Pegou o xampu do canto da banheira e iniciou uma suave massagem nos cabelos alaranjados. O ruivo fechou os olhos deixando-se ser cuidado como um menino pequeno. Abraçou a cintura da morena e encostou a cabeça no colo dela para facilitar a massagem na parte da nuca. Rukia riu deliciada com a intimidade que levavam. Pareciam conhecer-se há anos.

-Sua mãe deve estar nervosa com nossa demora! – Lembrou Ichigo após liberar um gemido de prazer pelo tratamento da baixinha, que agora esfregava o torso do rapaz com o sabonete liquido na esponja. Era tão obediente, que nem precisava a noiva pedir, levantava os braços para ajudar e ficava de joelhos quando ela descia a esponja por seu corpo.

-Ainda bem que ligamos pra Masaki-san antes! Minha mãe vai entender se ela explicar! Além do mais, não tenho coragem de voltar pra casa agora!Morreria de vergonha de ver a cara de meu pai!Deve estar furioso comigo! – Desanimou ao lembrar o olhar severo que seu pai sempre lhe dava quando fazia algo errado. Enxaguou com a mangueirinha os cabelos e as costas do rapaz. Levantou-se e o puxou para que ambos terminassem a limpeza no chuveiro do box ao lado. O único cômodo mais trabalhado daquele apartamento era aquele banheiro contiguo ao quarto da amiga. A suíte era confortável e resolveram aproveitar isso.

-Esquenta não, amor! Você é minha agora! Ele vai ter que entender que de agora em diante, você estará debaixo de minha proteção! – Apertou-a contra si. Adorava sentir aquele corpinho ao seu. Era tão frágil e delicado. Tudo proporcional e tentador para ele.

-Sei!Não conhece meu pai!É bom não arranjar encrenca com ele!Não vai querer deixá-lo irritado! E até parece que a partir de agora vou dormir no mesmo quarto que você! Ainda não nos casamos, senhor apressadinho! – Enlaçou o pescoço do ruivo que aproveitou para beijá-la com paixão.

-Vai dormir comigo toda noite, Kia! Ou no meu, ou no seu quarto! Mas vai! Sou um homem saudável e nunca vou saciar meu desejo por você! Disso você pode ter certeza! – Desceu os lábios até o pescoço branco da pequena, dando leves mordidas e arrancando gemidos excitados da menina. Nada mais importava para ambos naquele momento. Somente atender os desejos um do outro.

-Vo-cê é mui-to posses-sivo, I-chi! Meus pais não vão me deixar fazer isso! – Segurou a cabeça do rapaz com as duas mãos. Os braços dele a apertava contra a própria virilha. Queria que ela sentisse a própria excitação que causava nele.

-Já falei com minha família e a sua Kia! Não fiquei dormindo a tarde toda! – Mordeu o lábio da garota. Aproveitou para separar as pernas torneadas da jovem para mais uma vez tomá-la como queria. Não demorou para a garota corresponder a dança que fazia o jovem médico.

-Possessivo! – Kia apertou o agarre no pescoço do rapaz. Ele a ajudou a rodear a cintura com as pernas. Gargalhou com gemidos ante o comentário da noiva.

-Não fico longe do que é meu, nanica! Sou muito exigente! E por falar nisso, amanhã não vou poder levá-la pra faculdade! Tenho uma reunião em Tókio! Mas vou te buscar quando você sair! Não quero aquele "cabeça de pinha" te dando carona! Não vou com a cara dele! – Achava incrível quando estava perto da moreninha. Sentia-se livre e não conseguia omitir os sentimentos pra ela. Era como se aqueles olhos violáceos o enfeitiçassem para revelar os mais íntimos sentimentos que tinha dentro de si. Mas ainda não era capaz de revelar aquele passado negro. Esqueceu do próprio nervosismo quando alcançou mais uma vez o ápice naquele dia. Nunca havia sentido tanto prazer como Rukia o fazia sentir. Estar com ela era um verdadeiro balsamo para aquele coração vazio e infeliz que levava no peito.

-Ren é meu melhor amigo, Ichi! Ah!Ele nunca me fa-ria mal!Ah! Ele é co-mo um hé-roi pra mim, entende?Ah! Ichi! Mais devagar! – Queixou-se do trabalho do ruivo. Este sorriu deliciado. Não queria acabar mesmo depois do ápice. Seguia investindo na pequena com rapidez. Amava estar dentro dela. Era como uma droga para ele.

-Mesmo assim! Não quero ele agarrando você!Beijando ou abraçando! Ele vai ter que entender que não sou de compartilhar você com ninguém! – Levou-a até a cama, após desligar o chuveiro que já não era mais necessário. A pequena aproveitou o descanso para respirar mais calma. Esparramou o corpo na cama grande e cerrou os olhos para não ver a malícia do rapaz que aproveitou para esquadrinhar a morena, ficando de pé ao lado da cama.

-Idiota obcecado! Já vi que vou ter muito trabalho com você! E ouse chegar perto daquela modelo ruiva, nem que seja pra dar bom dia! Quebro sua cara! – E mais uma vez aproveitaram para colar o corpo um no outro, mais para conversarem amenidades do que para continuar na relação sexual. Gostavam de ficar juntos. Sentir o calor um do outro. Souberam dessa necessidade desde o primeiro contato que tiveram naquele acampamento.


-Isso é ridículo! Eles noivaram, não casaram! Como permite esse depravado fazer de nossa filha uma amante qualquer, Hisana! Quem ele pensa que é? Dormir com ele? Até parece! – Byakuya andava de um lado a outro na sala. Irritado com a ligação de horas atrás que recebeu do genro. A ousadia era lastro daquele intransigente doutor.

-Querido, tente entender!Hoje são outros dias! Os relacionamentos são mais íntimos! Noivar é o mesmo que casar! Tenho certeza que vão fazer o casamento mais rápido que o esperado!Afinal, pularam a parte do namoro, já imaginava que avançariam nessa parte também! – Sorriu pequenamente a jovem esposa. Sabia da maneira tradicionalista e respeitável do marido. Amava esse jeito dele. Mas não queria atrapalhar a filha. Sempre a viu como era independente apesar da aparência e gostos quase infantis. A menina sempre foi dedicada em tudo que eles queriam para ela. Sempre fazia o máximo para ser como desejavam para uma filha, não era justo impedir esse amor arrebatador que ela havia encontrado.

-Mas, e o que irão falar nossos vizinhos e amigos? – Ainda relutante o juiz questionava a amada em busca de solução para o próprio problema. Sentou-se nervoso na poltrona, apesar de manter o corpo altivo e boa postura, nunca perdia o próprio charme.

-Nossos amigos vão adorar saber que nossas famílias se uniram! Nossos vizinhos vão adorar a festa de casamento que eu e Masaki estamos planejando! Vai ser algo grande e inesquecível, digno de nosso sobrenome! – Pontuou Hisana ao sentar-se no colo do marido e abraçá-lo.

-Unf!Mesmo assim! Não precisavam ser tão rápidos! Ora! É bom esse moleque ser tudo o que ele diz ser, porque senão... – Teve os lábios selados por dois dedos da esposa. Esta sorriu e aproveitou para beijar o austero marido.

Atrás da parede da sala, Nel e Ran riam baixinho ante as sutilezas famosas de Hisana. Aprendiam muito com aquelas senhoras que tinham seus maridos debaixo de seu comando. Tinham muito que aprender com Masaki e Hisana. Saíram sem chamar atenção do casal, para o hotel de Karakura. A noite ainda era uma criança e tinham muito que trabalhar.


Mais um dia ensolarado naquele verão cálido amanhecia na cidade de Karakura. Várias pessoas já saiam de suas casas para irem aos seus trabalhos, colégios e clubes. Todos daquele bairro tinham o próprio roteiro do dia planejado, desde o mais jovem ao mais velho. A organização japonesa era presente naquele bairro tradicional. Num bairro mais afastado e mais moderno, repleto de prédios com jardins esplendorosos, um casal se despedia na garagem de um dos conjuntos. O jipe estacionado na vaga de Kensei, já estava ligado para sair.

-Tem certeza, amor, que não quer que eu a leve até sua casa?Posso atrasar um pouco, não vão me matar por isso! – Ichigo puxou o rosto delicado da noiva que tinha o corpo pendido ao carro do lado de fora. As roupas grandes demais para pertencer a ela, deixavam escondidas as curvas sinuosas que encantavam o rapaz. Ela tocou os lábios do noivo num leve roçar e separou-se rápido para que ele não perdesse mais tempo com ela. Afinal tiveram um dia maravilhoso e uma noite mais incrível ainda, não podia reclamar.

-Não precisa, Ichi! Eu posso ir de taxi, assim que terminar de arrumar nossa bagunça! Liga quando for me buscar! Tenha uma boa reunião! – Beijou a palma da mão e soltou ao ar, onde de forma clichê o ruivo colheu o imaginário para apertar no peito. Observou a noiva correr de volta ao prédio e sumir com aquele balanço que o deixava louco. Sorriu de si mesmo. Nunca pensou que fosse tão precisado dessa relação aparentemente melosa. Saiu cantando um pouco os pneus. Estava tão animado que nada podia destruir seu dia, nem mesmo uma maçante reunião com gerentes de grandes laboratórios que tinham por fornecedores.

Rukia terminou rápido a limpeza, já que a amiga não era muito de se importar com isso. Pegou a sacola com a roupa do dia anterior e saiu rápido para pegar o taxi. Não percebeu o carro que estava ao longe estacionado próximo ao conjunto. Era preto e os vidros escuros não permitiam ver quem estava ao volante. A pequena correu a rua de pedrinhas até a saída para a avenida, passando próximo ao carro. Não notou o barulho do motor e o voleio do carro em sua direção, quando esta já estava a uma distancia considerável. O impacto foi tão rápido que Rukia teve o corpo projetado a quase dez metros à frente. A sacola deixou espalhada na rua a roupa e os objetos que levaram. Morangos rolaram até o corpo inerte da menina. Uma poça de sangue se formou vagarosamente ao redor do pequeno corpo. O carro passou direto em alta velocidade. Aquela manhã não tinha nenhum pedestre passando naquele local. O carro sumiu na avenida. Uma garota de cabelos verdes e roupa super colada branca deixou cair às sacolas de compras que tinha quando viu que uma garotinha havia sido atropelada. Correu até ela e com desespero ligou para a emergência. Não sabia muito que fazer, e foi instruída a não manusear o corpo. Somente observar se a jovem ainda tinha pulso e descrever da melhor maneira o local do possível acidente. Não demorou muito e uma ambulância chegou.

-Viu quem a atropelou, jovem? – O enfermeiro questionou enquanto outros cuidavam para colocar a pequena vítima desconhecida na maca. O sangramento era o maior temor de todos os presentes.

-Mas é... Não pode ser! É a baixinha irritante! – Mashiro questionou abismada. Conhecia de relance a CDF da Universidade onde estudava. Além de lembrar do ocorrido no mercado a alguns dias atrás. Jamais esqueceria aquele rostinho de menina. Não podia acreditar que ela estava ali caída à beira da morte. Quem teria feito isso? Lembrou do carro preto que passou voando quando chegava a sua rua.

-Viu algum carro suspeito? – O enfermeiro questionou ao ver a surpresa no rosto da garota.

-Sim, um carro preto em alta velocidade! Só pode ser ele!Ma-as ela vai ficar bem? Vai sobreviver? – Apertou as mãos e viu como a pequena garota recebia ventilação mecânica pelos enfermeiros e massagem cardíaca.

-Esperamos que sim!Precisamos que nos acompanhe senhorita? – O rapaz esperou a moça pronunciar o próprio nome.

-Kuna Mashiro! Sim, eu vou acompanhar! – O lindo dia já não parecia tão promissor quanto antes.


Hisana a favor de Kia e Ichi?Grande progresso!Mas infelismente a malvada da Senna conseguiu o intento, não? O que vai ser de Kia agora?Ichi reagirá de que forma quando souber que a amada baixinha está entre a vida e a morte?Mashiro?Drama... não pude evitar!Espero que tenham gostado desse cap, gente boa!Semana que vem tem mais!Vou aguardar as reviews!Não esqueçam de me mostrar os erros, não tive tempo de revisar quase nada!Beijokas,
JJ