Após praticamente uma noite de sexo selvagem, ambos famintos um do outro, Yuukiko e Yume dormem.

Já, Yuki, acorda faminta e fica irritada pela falta de comida feita...

Cap. Fome.

Sem sair de dentro dela, a carregou e deitou-a no sofá, virando o corpo feminino de lado, que em um sorriso maroto, tentou tomar o controle, mas, ficou brevemente irritada por notar que ele não permitiria tal coisa.

Com esta de lado, abraçando o tórax, ergue uma das pernas definidas e recomeçou os movimentos rápidos e profundos, fazendo-a dar gritinhos esporadicamente, junto com os gemidos que preenchiam o ambiente. Seu prazer aumentava ao ouvir o gemido rouco dele em sua orelha, cada vez que a penetrava profundamente e velozmente, fazendo-a se contorcer, rendida, quase sem conseguir respirar direito.

Ele passou a acariciar seus seios de uma maneira selvagem e com volúpia, nisso, vira seu rosto para ele, a face deste parecendo selvagem e a beija, notando os olhares cheios de malícia e prazer da mesma.

Beijam-se de maneira profunda, sedenta, voraz, devorando os lábios um do outro, mas, ela interrompendo para tomar ar, por causa do ritmo da penetração.

Os corpos mexiam ao sabor da mesma dança, o cheiro de ambos impregnado na sala, principalmente no sofá.

Uzumaki sentia o calor dela envolver seu falo e após minutos, sentiu o sexo se contrair ao redor de seu membro e os gemidos da jovem ficarem mais intensos ainda.

Ele aumentava a velocidade para conseguir chegar perto do ápice dela e é o que acontece, ele despeja sua essência após alguns segundos que ela teve um orgasmo.

Novamente a curou com seu chakra, mesmo naquela forma, mantinha um pouco a sua mente lúcida e viu nos olhos dela, o desejo de continuar mais e mais. Portanto, realizava tanto seus desejos quanto os da mesma.

Ela gemeu de satisfação, quando sentiu ele sentar no sofá e coloca-la em seu colo, de costas para ele, as pernas de cada lado do corpo.

Tentou se levantar, mas, foi impedida por ele, que não havia tirado seu falo e recomeçava os movimentos, só que mastubando-a com os dedos ao mesmo tempo, enquanto sua outra mão brincava com seus seios.

- Mete mais, cachorro! Mete essa piroca gostosa nessa xaninha safada!

- Vai levar, cadela!

Ela ouvia os gemidos roucos de deleite dele a cada estocada mais selvagem e rápida, gemendo também, sua intimidade já acostumada com a grossura e tamanho do falo dele, que era um sonho para ela e que mesmo após ter gozado antes, continuava ereto.

Naquele posição, ele a penetrava ainda mais profundamente, com estocadas firmes e fortes, fazendo-a dar gritinhos, enquanto ele enfiava seu membro com mais força.

Ela gemia loucamente e então vira a face dele e o beijava aonde conseguia, enquanto que com uma de suas mãos acariciava as coxas e seu braço musculoso.

Com maestria por toca-la nos pontos certo, ela não tarda em chegar ao prazer, contorcendo-se em espasmos e depois relaxando, mas, ele não parara o movimento e com o sorriso extremamente malicioso em sua face, ela amando estar dominada, ele continua a masturbando.

Se deliciava com aquilo, era incrível o quanto conseguia ter um orgasmo e de maneira tão fácil e rápida como era com seu namorado. Seu corpo continuava sendo sacudido pelas estocadas certeiras dele, fazendo-a dar pulinhos em seu colo, ampliando as penetrações, sobre o sorriso extremamente malicioso do mesmo.

- Que buceta gostosa!

Novamente, ela chega ao prazer, só que ele chega junto dela e ambos se entregam as sensações daquele momento, relaxando. Novamente, sente seu cansaço diminuir e começava a desconfiar que Yuukiko era o causador disso, mas, não se importava, pois, prolongava seu prazer e era isso o que importava.

- Nunca provei uma bucetinha tão gostosinha como essa!

Dá um gritinho de supresa, quando sente ele ergue-la e virar para ele, sem contudo, tirar seu falo, ela se deliciando com a sensação do membro dele já rigído.

Ela devora vorazmente seus lábios, com a mesma intensidade que este fazia, arranhando-o mais do que nunca, cada parte de seu corpo que tocava, fazendo-o gemer em dor, vendo filetes de sangue brotarem de sua pele. Estava tão entregue ao prazer, que não percebera a cicatrização rápida dos mesmos.

- Tome safado! Puto!

Arranhava-o como punição por domina-la e inclusive morde os lábios dele, arrancando sangue dos mesmos, fazendo-o tirar seus lábios do dela e morder seu ombro, punindo-a, deixando ali uma marca bem visivél e fazendo-a gritar naquela hora, enquanto apertava com força suas nádegas, da qual a segurava até seu quarto.

Ambos sorriam maliciosamente e os orbes estavam carregados da mais pura malícia e desejo.

Após subir as escadas, eles trocando carícias selvagens e urgentes, ele abre a porta do seu quarto e rapidamente, a põe de quatro na cama, enquanto debruça sobre o corpo dela, segurando-a fortemente na cintura dela, impossibilitando qualquer reação.

Ela fica aborrecida, mas, logo seus lábios passam a emitir gemidos de prazer, quando ele a penetra novamente, só que com movimentos circulares, a enlouquecendo, fazendo-a implorar por mais.

- Anda! Mete logo essa piroca em sua cadela! Sou sua puta! Anda! Mete nessa bucetinha safada!

- Agora quem é o puto, cachorrra?

- Anda safado! Mete essa piroca em sua putinha!

- Minha rola quer provar esse buraquinho...

Sorrindo maliciosamente, posiciona seu membro no ânus dela e começa a penetra-la, prendendo-a na cintura com seus braços fortes, impossibilitando dela ir para frente.

Agora de seus lábios escapava gemidos de dor e prazer, ele a penetrando rapidamente e ao enfiar tudo de uma só vez, ela grita alto.

O médico começa com os movimentos velozes, mas ritmados, enquanto ela geme da dor prazerosa que sentia, doía muito, mas, era muito prazeroso ao mesmo tempo e ela estava amando.

Aos poucos, ele aumenta a velocidade, chegando em pouco tempo a um ritmo intenso, saindo e entrando o mais rápido que podia, esta sentindo ser rasgada por aquele membro grosso e grande.

Ainda a mantendo presa com uma mão na cintura, com a outra, passa a mastuba-la em sua feminilidade, fazendo mais gemidos de prazer escaparem de seus lábios.

A cama rangia com os movimentos sedentos dos corpos, gotas de suor desprendendo-se de ambos, a maioria deles, caindo em cima da mulher e os dela na cama, os gemidos de ambos preenchendo o ambiente junto com o cheiro de sexo que se intensificava.

Ela sente chegando em breve ao prazer e ele também.

Suspende as caricias no sexo e prendendo-a mais, começa a penetra-la ainda mais fortemente, pegando os cabelos da mesma, puxando a cabeça para cima.

Doía, mas adorava. Logo os solta e começa a dar tapas em sua bunda, deixando marcas. Ela gritava mais, mordendo os lábios com prazer nos momentos que conseguia, pois, os movimentos selvagens de seu namorado, a deixavam quase sem ar.

Em um momento, Yuukiko a pega no tórax e faz Yume ficar com o dorso levemente erguido, mas, seus joelhos quase sentados, enquanto colocava uma das mãos no ombro da mesma e a outra na cintura, prendendo-a e fazendo o corpo feminino se afundar ainda mais em seu membro, esta se contorcendo em uma agonia dolorosa e prazerosa ao mesmo tempo.

Ele sente seu orgão másculo começar a ser pressionado e o corpo da jovem dando mais sinais que em breve chegaria ao prazer total e fala, rouco, autoritário:

- Não goze ainda... puta... - e dá uma estocada mais profunda nela, que a faz soltar um gritinho e pular praticamente - entendeu, cadela?

- Seu puto! - ela exclama, mas, adorou ser tratada daquela forma, era muito excitante.

Ela tenta ao máximo se conter e em seguida, de maneira não muito delicada, a deita na cama, com a jovem de bruços, sem sair de dentro e encostando seu corpo no dela, recomeçando a penetração, agora, mais vigoroso que antes, fazendo aumentar os gritinhos, dentre os gemidos sôsfregos.

O jinchuuriki sente esta chegando ao ápice e fala, entre seus gemidos roucos de prazer:

- Pode gozar, cachorra!

Após alguns minutos, chega ao prazer, suas paredes comprimem o membro dele, enquanto ela geme de satisfação, esgotada, os espasmos de seu corpo terminando. Fora maravilhoso para Yume, que suspira satisfeita.

Logo, é ele em seguida, entrando uma ultima vez profundamente e liberando sua essência dentro dela.

Ouvia a respiração pesada deste e sorria, beijando sua testa, sentia-se ainda razoavemente bem e a dor sumira. Agora, mais do que nunca, era Uzumaki que fazia isso. Nunca aguentaria uma transa naquele nivél, uma não, várias.

Fala, em um sorriso malicioso:

- Obrigado por curar-me... e me revigorar... cachorro, mas, ainda quero mais... não vai ter mais para a sua cadelinha safada? - termina com a voz suplicante.

- Por que acha que fiz isso, puta gostosa? - ele olha para ele com os orbes ainda cobertos de desejo. - Vou provar sua xaninha e cuzinho gostoso... vou te arregaçar!

Ela ri e recomeçam a fazer sexo selvagem na cama a noite toda até próximo do amanhecer, até que entregue ao cansaço, preparam-se para dormir.

Ela deita a cabeça no torax dele, ambos abraçados na cama, cobertos, agora dormindo, completamente esgotados.

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Yuki estava atrás de uma árvore, vermelha. Tinha ouvido sons estranhos e cheiros difusos, uns conhecidos, além de palavras que nunca imaginava existir e que a supreendeu ainda mais, foi ouvir Yuukiko pronuncia-los e acabou ficando preocupada.

Mesmo sabendo não ser certo ir ver, espichou a cabeça na janela da sala e arregalou os olhos com o que viu. De assustada, ficou vermelha como um pimentão. Estava estática, mas, um som pareceu chama-lhe a realidade e ela se afastou, correndo o máximo que podia com suas patas, seu coração disparado por vergonha e um pouco de tristeza, a confusão dominando ambos os sentimentos.

Nos limites da propriedade, no fundo da floresta, ela para e cai no chão, meia sentada. Estava na forma de uma raposa e sua mente encontrava-se confusa, seus pensamentos em desordem.

Os cerra e começa a respirar e inspirar, aos poucos, sua respiração indo de acerelada à normal, seus batimentos seguindo esse ritmo até que voltam a bater normalmente.

Ainda estava rubra e conforme se acalmava, sua mente começava a voltar ao normal, processando o que vira, junto com os cheiros e falas, seus pensamentos saindo do caos que havia sido instalado.

Agora compreendia de onde vinham. Então, aquilo era sexo, associando ao que lera nos últimos livros. O cheiro era forte e não compreendia bem, afinal, ela parecia sentir dor, mas, estava feliz. Aquilo ao ver dela era uma contradição, afinal, como a dor podia ser aprazivél? E como alguém podia ficar feliz sendo ofendida daquela maneira?

Aqueles questionamentos a si mesma, martelavam sua mente, até que se rendeu ao sono e adormeceu, enrolando as caudas e repousando a cabeça felpuda em uma delas, o sono não tardando a envolve-la e uma lágrima perolada, solitária, escorrer de seus orbes fechados, percorrendo sua pelagem alva, indo misturar-se ao chão frio e impássivel.

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Amanhece. Os cálidos raios de sol banham a floresta, onde uma certa bijuu dormia a sono alto.

Yuki acorda com fome e após se espreguiçar, retorna para casa, para tomar o desejum. Por dormir a noite toda lá fora, exigiria dois doces bem caprichados.

Sentindo pelo chakra que "aquela mulherzinha" não estava ali e que ambos, seu jinchuuriki e ela, ainda encontravam-se na cama, se teleporta até a cozinha e como esperado, não vê ninguém, assim como, para seu desânimo e desprazer total, nem cheiro de nada gostoso, só aqueles odores fortes, provenientes da sala, que impregnavam todo o ambiente.

Suas orelhas ficam abaixadas e desanimada, começa a farejar com seu focinho algo comestivél. Pelo chakra senjutsu, ela sabia que Yuukiko estava junto daquela mulher e algo lhe dizia que não era bom subir para ver o que era.

Resolveu não ignorar essa sensação, como na noite passada, que espiou o que estavam fazendo e sentiu muita vergonha, embora não compreendesse o porquê, juntamente com medo que fosse descoberta, afinal, tinha uma vaga noção que aquilo que fizera fora errado.

Sua barriga protestava de fome e decide ignorar essas questões, o que queria era comida e estava a procura disto. Se vingaria de Yuukiko, quando aquela fêmea humana saísse, afinal, fez ela dormir no relento, com uma fome imensa e não deixou nada feito, muito menos, adiantado.

- Que droga... não tem nada... aquele Yuukiko-kun infeliz... não deixou nada para eu comer...

Confessava que estava irritada e muito, odiava ficar sem comer e isso aumentava minha irritação. Tinha certeza que havia uns biscoitos na dispensa, mas, eles sumiram.

- Ah! É! Eu comi anteontem... fiz um lanchinho a tarde... maldição!

Esbravejo, pouco me importando se acordarei o "casalzinho". Só de me lembrar daquela mulherzinha junto dele meu sangue fervia, mas, uma parte de mim, reprimia essa raiva, só precisava contar, que esta parte sempre fizesse isso, evitando que eu fizesse alguma besteira.

Logo, retorno a minha missão de procurar comida. Tinha vontade de ir lá e morder a perna daquele infeliz, mas, algo me impedia. Pudor? Vergonha? Consideração? Era complicado, confesso.

Enfim, como minha fome é a maior das minhas preocupações, não tenho tempo a perder com divagações. Recomeço a farejar, enquanto tento me lembrar de algum doce ou até mesmo comida, naquele momento, não estava exigente, só queria passar aquela dor que sentia na barriga por estar sem comer desde ontem a noite.

Após meia hora, Yuki ficara desanimada. Não havia qualquer vestígio de algo comestivél que não precisasse ser feito. Não tinha nada pronto.

Estava receosa de assumir a forma humana e fazer algo para comer, pois, tinha receio que Yuukiko a visse naquela forma.

Porém, a fome dominou a razão e ela cedeu. Na forma de uma raposa, seria um tanto complicado preparar algo, afinal, não tinha mãos e mesmo se usasse as caudas, seria complicado preparar algo sem cair muito pêlo.

- Bem, lá vou eu...

É bem carnal a relação deles, diria mais de desejo... puro desejo... algo nada estavél...

Tenho dó da Yuki-chan, coitada... se bem, que era sofrerá ainda mais...

Muito obrigada pelos reviews: Rodneysao, Seto, SabakunoGaara, Miss Galadriel.

Fizeram uma ficwither feliz