Se você não gosta de SMUT, não vai gostar desse capítulo... Glee continua não me pertencendo... se eu ficasse muito milionária, eu até tentaria comprar hehehehe... Bjs!


Rachel iria apostar em um dos fetiches masculinos mais comuns. Havia outros que ela poderia experimentar depois, mas esse era o mais fácil e ela não tinha muito tempo até a chegada de Finn.

Abriu o armário, pegou algumas roupas na última gaveta, além de um conjunto de calcinha e sutiã novo, todo de renda branca, colocando-os na cama, e saiu para a loja de conveniências mais próxima. Voltando, tomou um banho caprichado, passou hidratante, pediu ajuda para uma das companheiras de república, para arrumar os cabelos do jeito que queria, vestiu a roupa e arrumou o cenário.

Tudo ficou pronto um pouco antes das sete. Agora era só esperar pelo namorado, de quem estava sentindo tanta saudade. Só de imaginar a cara dele, já estava excitada e com vontade de se tocar, mas respirou fundo, se acalmou e sentou próximo à janela, para saber exatamente o momento em que ele entrasse no edifício.

Finn bateu na porta do quarto de Rachel e recebeu logo autorização para entrar. Ele falava alguma coisa sobre ter dado sorte com o trânsito, mas não teve condições de continuar e engoliu seco, vendo a imagem à sua frente, sentindo suas calças ficarem apertadas imediatamente.

Rachel estava deitada em sua cama, de bruços, apoiada nos cotovelos, balançando as pernas, de forma travessa. Vestia uma camisa branca de botão, de mangas curtas, uma saia bem curtinha, de estampa xadrez vermelha e azul marinho, que ela usava na época do colégio, meias 3/4 brancas e sapatinhos pretos. Completando a fantasia de colegial, usava duas trancinhas, amarradas com laços de fita vermelhos.

Sua cama estava forrada com uma colcha rosa, cheia de estrelas amarelas, e havia alguns bichos de pelúcia espalhados por ela. Por fim, com a carinha mais sapeca desse mundo, lambia e chupava um pirulito vermelho.

"Oi, Sr. Hudson." Ela falou, sorrindo, e voltando a lamber o pirulito, sugestivamente.

"Oi, amor." Ele disse, andando em direção à cama.

"Não sabe brincar, Finn?" Falou, provocativamente, ajoelhando-se na cama, ficando de frente para ele e colocando uma das mãos em seu peitoral, enquanto a outra ainda segurava o doce.

"Ok... huuum..." Ele limpou a garganta. "Olá, senhorita Rachel." Ela sorriu, satisfeita.

"Qual a lição de hoje, professor Hudson?"

"Er... hum... em que matéria você está mal, senhorita?" Ela riu um pouco da dificuldade dele em interpretar o papel.

"Bem, senhor, eu sou uma ótima aluna. Não estou precisando de lição alguma. A gente podia deixar isso de lado e passar um tempo juntos. O que acha?" Sugeriu, sedutora, alisando o local a seu lado na cama, indicando que ele deveria sentar, e jogando o que restava do pirulito na lixeirinha do quarto.

"Você é uma menina, Rachel, e eu sou seu professor..." Ele disse, sentando.

"Eu fiz 18, senhor Hudson. Não é ilegal." Rachel montou o colo dele e começou a beijar o seu pescoço.

"Você é uma menina má, senhorita Berry."

Finn não estava agüentando mais aquela brincadeira, precisava tocá-la em todos os lugares, beijar todo o seu corpo, segurá-la com força, penetrá-la. Estava louco de saudades e ela ainda o atiçava daquela maneira! Então ele a puxou, trazendo sua boca para a dele, beijando-a, mordendo seu lábio, lambendo-o, procurando sua língua, dançando com ela em sintonia, mas, ao mesmo tempo, aceleradamente, famintamente.

As mãos dela apertavam os ombros dele e ele envolvia a cintura dela com um dos braços, enquanto a outra mão permanecia na nuca. Depois, ele a empurrou um pouco para trás, abrindo espaço para que sua boca descesse pelo maxilar, pescoço e colo dela, distribuindo beijos molhados por ali, enquanto ela deslizava as mãos para as costas dele e pressionava seus corpos, iniciando uma gostosa fricção entre suas intimidades.

Com ela ainda em seu colo, Finn abriu, rapidamente, os botões da blusa da namorada, que terminou de se livrar da peça, enquanto ele já procurava o fecho do sutiã, com uma das mãos, e, com a outra, apertava um dos seios.

"Tão gostosa!"

Os sutiãs foram ao encontro da blusa no chão e ele deu atenção os seios nus de Rachel, primeiro colocando as mãos deles, massageando-os, passando o polegar nos mamilos, enquanto eles se olhavam com desejo e ela passava as unhas pelas costas dele, por dentro da camiseta preta de gola V que ele vestia. Em seguida, lambendo um dos mamilos, sem tirar a mão do outro, passando os lábios nele, mordiscando, chupando, tirando um arrepio forte e um gemido sonoro dela.

Ele girou o corpo e a deitou na cama, ficando de pé, e se livrando da camiseta, da calça jeans, dos tênis e das meias, o mais rápido que pode, enquanto ela aproveitou para se desfazer dos sapatos e se posicionar melhor. Quando estava somente com sua boxer, ele tirou a saia que ela usava.

"Tira tudo de uma vez, senhor Hudson! Eu não agüento mais... eu quero o senhor enterrado em mim."

Ele fez o que ela disse, atirando ao chão sua boxer e a calcinha minúscula de renda, deixando-a com as meias, para que o fetiche não fosse embora completamente. Se posicionou por cima dela e friccionou a ponta do pênis por toda a extensão da intimidade dela, pressionando especialmente o clitóris, enfiando-se completamente nela, em seguida, com um único movimento.

"Era isso que você queria, senhorita Berry? Me queria enterrado em você?" Falou, com voz autoritária, seca.

"Sim, senhor Hudson. Por favor, mais!"

Ele diminuiu o ritmo e a pressão, fazendo exatamente o contrário do que ela pedira, torturando-a.

"Pelo amor de Deus, Finn... por favor, amor, mais... mais!"

Sorrindo, vitorioso, por conseguir mexer com ela, a ponto de tirá-la do personagem, ele fez o que ela pediu. A transa atingiu uma ótima velocidade e a fricção estava forte, como ambos queriam. Os dois estavam sentindo que seus orgasmos já se aproximavam.

"Era assim que você queria, minha pequenininha? Era?"

Ouvir o namorado chamá-la de sua pequenininha sempre mexia com a libido de Rachel e essas palavras ditas no meio do sexo, ele perguntando se estava fazendo como ela queria, tudo isso foi o suficiente para ela gozar. Um orgasmo forte, que fez vibrar todo o seu corpo, que o fez amolecer, relaxar completamente.

A onda de prazer que atingiu Finn não foi diferente e ele teve que jogar imediatamente o corpo para o lado e cair sobre o colchão, para evitar deixar cair todo o seu peso sobre ela. Tinha um sorriso nos lábios que refletia o dela e suas respirações também estavam igualmente pesadas e ficaram assim por algum tempo, durante o qual reinou o silêncio naquele quarto.

Mas nenhum dos dois estava satisfeito. Rachel planejara uma noite inesquecível, especial e Finn, por sua vez, depois de ter passado cinco dias sem sexo, queria transar com ela até não agüentarem mais o cansaço.

Logo que estavam recuperados fisicamente, eles começaram a se beijar e fazer carinho um no outro. Ficaram assim por um tempo, até que Rachel abriu a gaveta de seu criado mudo e surpreendeu Finn.

"Sabe, senhor Hudson, meninas como eu adoram doces. O senhor gosta de doces?" Disse, abrindo um potinho de doce de leite, enfiando o dedo indicador nele e oferecendo-o.

Finn chupou o dedo dela, até não sobrar vestígio do doce.

"Parece bom! Quer mais?" Perguntou, enfiando o dedo no doce de novo, mas, dessa vez, passando-o em um dos mamilos, o que fez o corpo de Finn responder prontamente.

Ele lambeu o doce todo, novamente, agora nos seios dela, que repetiu a ação, espalhando doce no outro seio, não demorando para sentir a língua do namorado onde ela tanto a queria. Dessa vez, no entanto, ele demorou bem mais, não se limitando a tirar o doce de seu corpo, e ela deitou-se melhor na cama, abandonando o potinho na cabeceira.

"Me dá isso aqui." Ele pediu, apontando para a iguaria, que recebeu prontamente.

Finn espalhou doce de leite pela barriga de Rachel. Fez um desenho de coração em volta do umbigo dela, que percebeu, olhou para confirmar, e sorriu, deitando-se novamente. Os lugares por onde os dedos dele passavam com o doce eram logo seguidos pela ágil língua, que o tirava de lá. Até que ele colocou doce na intimidade dela, apenas para ter a desculpa perfeita para acariciar, lamber, chupar, e sentir a namorada gozar em sua boca, praticamente gritando seu nome de tanto prazer.

"Senhor Hudson?" Ele escutou, pouco depois de ter-se deitado, novamente, ao lado dela.

"Hum?"

"Eu não como doce de leite, porque eu sou vegan... mas o senhor sabe qual é o meu doce favorito?" Ele respondeu que não, com uma balançada de cabeça. "Pi-ru-li-to!" Ela falou, escorregando na cama, e se aproximando do membro ereto dele, que começou a lamber, de imediato. Ficou assim um tempo, provocando, passando a língua, sorrindo para ele, depois colocou a pontinha do membro na boca, foi aprofundando, aprofundando, aumentando o ritmo, aumentando, até senti-lo explodindo dentro de sua boca e ficando com tudo que ele lhe oferecia.

Após tomarem um gostoso banho, durante o qual fizeram sexo uma última vez naquela noite, os dois dormiram, abraçados. A noite tinha sido realmente inesquecível. Perfeita!

Mas a vida não é perfeita e os pombinhos não tiveram sua merecida noite de sono. Foram acordados, pelo telefone, às quatro horas da manhã, o que, por si só, já causou um sobressalto. Quem liga por um bom motivo às quatro da manhã? O celular era o de Finn, que o atendeu assim que o encontrou, no bolso da calça, que estava no chão.

"Alô."

Rachel, que acendera um abajur ao lado da cama, o olhava preocupada e ficava cada vez mais apreensiva, ao ver a expressão confusa de Finn.

"Ok. Eu vou praí o mais rápido que eu conseguir, ok? Tenta ficar calmo... abraço." Foi o que conseguiu balbuciar para a pessoa do outro lado da linha. Depois, pálido, olhou para ela e acrescentou "Amor, me desculpe, mas eu tenho que ir. Eu vou ter que ir pra Lima..."

"Finn! Aconteceu alguma coisa com seus pais?"


E aí? O que aconteceu para o Finn correr para Lima?