OK, esse capítulo começa com um "mini" NC 17, não é como se eles fizessem aquilo, mas ... enfim, sem spoiler, quem não gosta de ler esse tipo de coisa, não tem nada demais, e eu marquei a parte que acaba, então... Boa leitura.


Realmente, tinha de ser imoral, o jeito que ele a fazia sentir. Como se só estivessem os dois no mundo inteiro. Como se não houvesse nenhum lugar mais importante para ela ir, nada mais importante para ela fazer, do que sentar na carruagem e lentamente explorar a boca deste homem, e o deixar fazer o mesmo com ela.

Mas ele não estivesse fazendo o mesmo com ela. Hermione percebeu muito tarde que, enquanto ela estava ocupada aproveitando a pilhagem sensual que ele estava fazendo em sua boca, outra muito diferente estava acontecendo embaixo daquele conjunto de aço que ela contava como sua proteção. A mão de Harry Potter – a que não estava atrás do pescoço dela – tinha escorregado para debaixo de sua crinolina e descobrira o laço que segurava suas pantalonas.

Hermione tentou protestar, quando sentiu que o laço em que as fitas tinham sido habilmente atadas apertara e depois se soltara. Ela tentou dizer basta. Realmente, ela tentou. Mas isto era tão... Difícil. E não só porque a língua dele estava na boca dela. Mas por que... Bem, ela não queria que ele parasse.

Mesmo assim, não era certo, o negocio com as suas pantalonas. Por a mão nos seios dela tinha sido uma coisa, mas isto...

- Pare de se contorcer, Hermione - ele afastou sua cabeça para trás, e acrescentou abruptamente. - os aros de sua creolina estão espetando minhas costelas.

- O que você esta fazendo ai em baixo? - Hermione exigiu saber. - Você não pode fazer isto!

- Claro que eu posso. Estou tentando te mostrar uma coisa. Você me pediu...

- Eu lhe pedi para me dizer se eu tinha ou não beijado Ron corretamente.

Mesmo quando ela falava, podia sentia nos lábios um agradável excitamento da maneira brutal que ele tinha retornado o beijo. Ela o beijara de modo correto. Ela sabia que o beijara de forma certa. Era com Ron que havia algo de errado. Foi Ron que nunca a beijou daquele jeito, não mostrou o menor interesse pelas fitas que mantinham amarradas suas pantalonas.

- Eu não pedi a você - ela apontou, - para me despir.

- Eu não estou despindo você - ele disse. - Beije-me de novo.

- Não, não ate que você retire...

Ele a silenciou beijando-a, trazendo o rosto dela para junto do dele com a mão que ele tinha deixado em sua nuca, e praticamente devorando sua boca. Hermione, querendo e ao mesmo tempo não querendo se afastar dele, ansiava por seus lábios com tanto entusiamo como Harry pelos seus.

Bem, e o que ela poderia fazer? Aqui estava ela nos braços dele – em seu colo, para falar a verdade – circundada por ele, "envelopada" por ele. Harry era tudo que ela podia ver, tudo que ela podia tocar, tudo que ela podia experimentar. Sua respiração, um pouco irregular, era tudo o que ela podia ouvir, sem contar o descompassado batimento de seu coração, a qual ela não podia só ouvir, mas também sentir, mesmo através do colete dele e do vestido dela. Tudo o que lhe chegava ao nariz era seu delicioso perfume masculino, uma mistura de sabonete e linho, e mais ao longe, pólvora, cheiro que ela estava certa que por anos e anos iria lhe trazer lembranças de Harry Potter. Isto era ridículo – totalmente ridículo – imaginar algo como isto – o cheiro de pólvora- pudesse fazê-la agarrar-se a ele com mais força ainda, beijá-lo com uma entrega ainda mais selvagem, mas era exatamente isso o que estava acontecendo, algo que ela não conseguia explicar. Era assim, e isso era tudo.

E então ela descobriu exatamente o que a mão dele estava fazendo em suas pantalonas.. quando sua mão roçou - e não foi acidentalmente, ela estava quase certa disso – numa parte dela que ultimamente vinha tendo um comportamento muito estranho, tendendo a ficar meio úmida na presença dele, especialmente quando ele a beijava. Estava úmida nesse momento, úmida e extremamente sensível, tão sensível que quando os dedos dele a tocou, Hermione arqueou o corpo e ela apertou os dedos em seu pescoço, deixando escapar um leve murmúrio contra a boca dele...

Mas não de protesto. Absolutamente.

Como se esse fosse o sinal que ele esteve esperando, Harry deixou sua mão escorregar lá de novo. Só que desta vez, em vez de roçar casualmente contra ela, os dedos dele pressionaram lá com as mais definidas intenções.

E isso provocou nela uma sensação ainda maior. Hermione, que mal se tocava lá, e muito menos permita que alguém o fizesse, estava despreparada para sua imediata reação física. Instantaneamente, ela se achou cheia de anseia, e que ela parecia estar enraizada num desejo de se pressionar ainda mais forte contra aqueles dedos duros, calejados. Tão forte, de fato, que parecia como se um ou dois daqueles dedos pudessem ter na verdade escorregado pra dentro dela...

E ela nem se importava. De repente, Lady Hermione Granger tinha se transformada – pelo mero toque dos dedos de um homem – em uma coisa lasciva, indecente,que não podia pensar em mais nada além de...

Bem, naquilo.

Mas quem podia culpá-la? O sentimento era tão sublime, ter a mão dele ali, e os lábios nos dela, e a outra mão, oh, a outra mão, tinha escorregado do seu pescoço, para parar em um dos seus seio, e era muito ruim ela estar usando tanta roupa, por que era uma sensação divina, o jeito que ele agarrava o seio, mas havia todo aquele material no caminho. No futuro quando fosse se encontrar com ele, ia ter de se lembrar de usar só manga curta e um decote mais baixo...

O que ele estava fazendo agora? Parecia que a acariciava. E isto era tão bom, o jeito que ele estava a acariciando, tão delicadamente e tão suavemente, mas ainda havia aquele anseio, que sentia que se ele apenas colocasse um pouco mais de pressão ali...

E de repente ele o fez.

E o mundo de Hermione, que estava girando completamente fora de controle, parecia ter explodido em milhares de pontos de luz. Era algo parecido com a sensação que ela experimentava toda a vez que entrava em uma banheira excessivamente quente – por alguns segundos, todo o corpo dela, do topo da cabeça até as solas do pé, pareciam estar pegando fogo. Era uma sensação quase insuportável, mas perfeitamente deliciosa. E, perdida nos espasmos que provocava, ela puxou seus lábios do dele e agarrou a frente da camisa dele convulsivamente, incapaz de não gritar...

E depois, de repete, o fogo passou, e ela sentiu como se estivesse tremendo dos pés à cabeça..

Tremendo e completamente mole, atordoada por tudo isto, ela desmoronou contra ele, arfando.

Fim da "mini" NC 17

- O que - ela queria saber, quando conseguiu falar - foi isto?

A voz dele também não estava muito firme.

- Sua lição do dia - ele respondeu.

- Lição? - ela perguntou. - Você chama isto de lição?

Mas ela não conseguia invocar nenhuma indignação real, já que ela se sentia tão deliciosamente letárgica. Se apenas, ela estava pensando, ela pudesse sentar assim para sempre, como sua bochecha sobre o ombro dele, e os braços dela enrolado no pescoço dele, ouvindo as batidas de seu coração, e o som das patas dos cavalos enquanto eles rodavam e rodavam o parque...

Um som que, mesmo que estivesse registrado em sua consciência, abruptamente parou.

Harry retirou a mão de entre suas coxas e deu um tapa em seu traseiro nu, que percorreu um longo caminho até tirá-la de sua feliz letargia.

- Levante-se - ele disse. - Estamos em casa.

Ela levantou a cabeça e piscou para ele.

- Casa? - ela disse, estupidamente.

- Sim. - Ela permanecia sentada ali, olhando fixo para ele, que estava arrumando sua roupa, atando as fitas de sua pantalonas para pô-las no lugar e arrumando os arcos de sua crinolina. - Nós estivemos fora por mais de uma hora. Nós não queremos aumentar as suspeitas de sua mãe agora, queremos? Ela pode te trancar em seu quarto de novo, e isto prejudicaria as lições de amanhã.

Hermione balançou a cabeça, confusa. Do que ele estava falando? Ele não tinha percebido o que ele fizera? Levando ela para o céu, foi o que houve. E agora ele simplesmente esperava que ela fosse para casa? Andar na porta da frente como se nada tivesse acontecido? Como se não tivesse, até onde lhe dizia respeito, tocado a sua alma!

- Mas... - ela começou.

- Aqui - Ele pegou um cacho que tinha escorregado de seu chapéu, sem duvida quando ela atirou a cabeça para trás em êxtase. - Você precisa prender seu... - Ele fez um gesto ao redor do rosto dela. - Seu cabelo sempre escapa...

Mecanicamente, Hermione começou a enfiar seu cabelo de volta no lugar, dizendo:

- Mas eu não entendo. Eu apenas pedi para o senhor me dizer se eu beijei ou não corretamente.

- Oh, sim - ele disse. - Eu acredito que você já saiba beijar muito bem. Foi por isso que eu passei para o próximo passo.

- O próximo passo? Foi isso?

- Bem, tivemos que pular algumas coisas no meio - ele disse, havia, ela achou, alguma coisas estranha em sua expressão - Mas não é sua culpa. Nós voltaremos a elas, algum dia desses.

- Mas... - Hermione balançou a cabeça, tentando entender, e quase desfez todo o cabelo que ela tinha acabado de arrumar. - Mas, supostamente era para o senhor me ensinar como... como... - ela parou de falar, não muito certa em como colocar em palavras o que ela queria dizer.

Ele olhou para ela, questionadoramente, com uma sobrancelha erguida. Mas como não era a sobrancelha com cicatriz, ela imaginou que não tinha zangado ele. De repente, ela sabia exatamente o que dizer.

- Era para o senhor me ensinar como dar prazer a um homem - ela disse tudo de uma vez. - E não a me dar prazer.

- Então é isso? - ele disse... Brandamente, ela pensou, para alguém que parecia tão... Bem, intimidante.

- Sim - Infelizmente, a deliciosa sensação que ela tinha experimentado estava se tornando mais fraca. - Como supostamente eu vou aprender algo sobre fazer amor com um homem quando tudo o que o senhor sempre faz é fazer amor comigo?

Por alguma razão, ele parecia achar aquilo divertido. Ambos os cantos de sua boca estavam se contraindo enquanto ele pegava sua cintura e a levantava de seu colo, colocando a no assento ao lado dele novamente.

- Esta - ele disse, e sua voz continha uma emoção que ela não pode identificar, - é a primeira queixa que ouço de alguém que eu... Como você disse...? Ah, sim... que eu dei prazer. - Ele mal podia falar, estava fazendo um grande esforço para não rir - Vá para casa, Hermione - ele disse, se inclinando para dar um beijo carinhoso na testa dela. - Para meu prazer, eu a verei uma próxima vez. Vá, antes que a estimada Lady Bartlett descubra que você saiu.

Hermione não hesitou. Ela escorregou para fora da carruagem, e, depois de parar apenas uma fração de segundo para ajeitar sua saia, que tinha ficado lamentavelmente emaranhada, correu para os degraus da sua porta da frente...

E só então ela percebeu o que ele tinha dito.

Da próxima vez. Eles iriam se ver para o prazer dele da próxima vez.

Mas não poderia haver uma próxima vez! Ela não tinha explicado para ele que as lições não podiam continuar?

Ela estava a ponto de voltar ate a carruagem para se assegurar que ele tinha entendido que não poderia haver uma próxima vez quando, para sua consternação, a porta da frente se abriu por um zangado Thomas.

- Hermione - ele disse, urgentemente, escorregando a mão debaixo do braço dela.

Hermione lançou um olhar aflito sobre o ombro dele. A carruagem não tinha se movido. Ainda havia tempo...

- Só um momento, Tommy - ela disse. - Há uma coisa que eu tenho que fazer...

A mão de Tommy apertou o braço dela e disse:

- Você tem que falar com mamãe. Por favor, estou lhe implorando.

- Mamãe? -Não! A carruagem estava indo embora! Devagar, mas com certeza, descendo a rua.

-Ela está tendo uma de seus ataques - Foi à resposta surpreendente de Thomas. E Hermione se esqueceu de tudo a respeito de Harry Potter, e brandiu todo o seu olhar surpreso em seu irmão.

- Um de seus ataques? - ela ecoou.

E então eles estavam dentro de casa, Hermione desfez os laços do chapéu dela enquanto Thomas fechava a porta atrás deles.

- Ela notou - Hermione disse agitadamente. - Ela notou que eu sai, não foi?

- Não - Thomas disse. - Isto não tem nada a ver com você, para variar. É que eu disse a ela... bem, eu disse a ela esta tarde, que eu estou voltando para a faculdade depois de amanhã, só por uma semana. E ela ficou louca.

Hermione arregalou os olhos e disse:

- Bem, eu posso ver o porquê. Você sabe o que o doutor disse Tommy. Você pode se sentir melhor, mas ainda não esta completamente recuperado, e você supostamente deveria estar descansando o máximo possível . Não que você tenha feito isso. O que espera que mamãe diga ? Vá com a minha benção, filho?

- Você poderia falar com ela, Mi? Eu sei que ela ouviria você.

De pé no hall de entrada de mármore, Hermione encarou seu irmão. Por um longo tempo, ela tinha sido a mais alta dos dois, até o memorável verão que ele tinha crescido dez centímetros em três meses. De repente, ele se tornou capaz de vencer ela em todos os jogos que ela costumava ganhar.

Quando chegou a noticia que ele tinha sido baleado, Hermione achou que o mundo dela tinha caído. Se ele tivesse morrido, e deixado ela sozinha, sozinha com a mãe deles...

Ela nunca teria sido capaz de suportar. Ela amava sua mãe ternamente, mas sem Tommy...

Sem Tommy, ela não teria ninguém.

- Por que é tão importante para você voltar, Tommy? - ela perguntou para ele. Nos últimos raios da tarde que atravessavam à longa e estreita janela que borda a porta da frente, ela viu que seu rosto estava corado, as sardas em seu nariz estavam bem visíveis, por que apesar das ordens do doutor, ele não ficava dentro de casa. - As aulas ainda nem começaram ainda. Nenhuns de seus amigos vão estar lá.

Ela viu seus bronzeados dedos se fecharem em um punho, e veio em sua cabeça outro par de punhos que ela tinha acabado de observar de perto, só meia hora atrás.

- Há uma coisa - Tommy disse, - que eu tenho que fazer lá. E estive esperando e esperando – e agora eu acho que estou bem o suficiente. Por favor, Mione. Vá e fale com ela. Eu preciso da carruagem, e algum dinheiro. Só o suficiente para um ou dois dias.

- O que? - Algo na voz do irmão dela despertou a irmã mais velha nela, sempre vigilânte em relação há alguma travessura ou, pior, a algum descuido. - O que você tem que fazer lá?

- Não é algo em que eu me sinta confortável discutindo com minha irmã - ele disse, com um sorriso afetado.

Hermine olhou para ele. Seria uma garota? Uma das filha de um professor, talvez? Ela só podia ter esperança. Ela rezava para que não fosse nenhuma garçonete desalinhada. Mas como poderia ser, se o que ele tinha dito aquele outro dia era verdade, sobre nunca ter experimentado nenhuma calça antes?

- É só uma coisa que eu tenho que fazer certo? - Thomas passou a mão pelo cabelo comprido, fazendo arco no final. - Algo que eu tenho cuidar. Isto é tudo.

Não. Ela estreitou seu olhar. Não era uma garota mesmo. Ela não podia dizer como ela sabia, mas de repente ela sabia.

- Tommy - ela disse. - Ron sabe que você esta indo?

O rosto do irmão se contraiu. Ele pareceu pálido, apesar da pele bronzeada.

- Não - ele disse. - E você não pode contar para ele, Mione. Isto não é algo que eu quero meter Ron. Não é culpa dele.

As sobrancelhas dela se ergueram.

- O que não é culpa dele? Do que você esta falando, Tommy?

Ele olhou para ela.

- Você não deve dizer nada a Ron sobre minha ida. Prometa-me, Mione.

Hermione balançou a cabeça. Só havia um motivo para que o irmão quisesse ir a Oxford e não dizer a seu bom amigo Ron. Por que Ron tentaria convencê-lo a não ir.

- Você não pode me pedir para manter um segredo ao homem com quem eu estou prestes a casar - Hermione disse, firmemente. - Se você não levar Ron com você, sozinho eu não quero que você vá. Não depois...

- Mione, você não entende...

- Não, eu não entendo. Eu não vou falar para Ron. Mas eu não vou pedir a mamãe para deixar você ir. - Hermione deu as costas para ele e começou a subir a escada par ao seu quarto - E não se incomode me pedindo dinheiro também. Eu não vou te emprestar nem um centavo. Você ainda não esta bom. É melhor você ficar aqui até melhorar.

Tommy permaneceu na final da escada. Ela podia sentir seu olhar zangado atrás do pescoço dela a cada passo que ela dava, mas ela não se importava. Ela manteve os ombros retos e a cabeça erguida. Ela não gostava de brigar com seu irmão – não agora que eles estavam crescidos. Mas o que ela podia fazer? Ele iria. Ela o conhecia, assim que ele conseguisse juntar dinheiro suficiente para um bilhete de trem ou se a mãe deles emprestasse a carruagem, ele iria.

Seu primeiro instinto foi contar a Ron, mas como ela poderia, se ele tinha pedido para ele não dizer?

Mas por quê? Tommy teria finalmente percebido o que Hermione já sabia? Que Ron não era a criatura santa que ele parecia ser quando eles o conheceram? Oh, ele amava Tommy. Não havia duvidas sobre isto. Mas agora que os dois estavam prestes a se tornarem verdadeiros irmãos, será que Tommy suspeitaria que o amigo não amava a irmã como deveria? Ele saberia, ela se perguntou, sobre Cho? Com certeza não, ou ele teria dito alguma coisa a seu amigo, a Hermione – ela não podia acreditar que seu próprio irmão mesmo tendo conhecimento a deixaria casar com um mulherengo.

Ou será que simplesmente Tommy achava que Ron, também tentaria detê-lo se ele ficasse ciente de seus planos?

Era loucura, esta decisão de viajar quando ele ainda estava tão fraco – e Hermione sabia que, apesar das suas declarações ao contrario, Tommy ainda não estava em sua perfeita saúde. Ele continuava dormindo todas as manhãs até depois das dez, quando antes, sempre saía de casa assim que o relógio batia oito horas. E ela de vez em quando o via estremecer quando esbarraram nele num salão de baile lotado. Não conseguia dirigir bem um cavalo, nem dançar mais de uma seleção numa noite. Até o badminton parecia exigir um esforço dele algumas vezes.

Não, ele não estava forte o suficiente para embarcar no quer que seja a missão que ele tinha designado a si mesmo. Mas se ele não iria ouvir as palavras de aviso do doutor, ou os protestos de sua mãe, ou os conselhos de Hermione, o que ela faria para induzi-lo a não ir?

Foi só quando ela voltou para o seu quarto – Bennington, como um bom serviçal, a trancara de novo, depois de lhe dizer que Lady Gina tinha finalmente desistido de esperá-la e tinha ido para casa – e ela viu um pedaço de papel sobre a mesa que ela se lembrou de Harry Potter.

E assim, ela sabia o que tinha que fazer.


(N/A): Oiiii gente, como vocês estão ? Bem rapidinho esse hein? Já, não posso prometer que o próximo será assim, próxima semana começas as provas :( e provavelmente vou passar um tempo - umas duas semanas, no máximo sem atualizar - assim como em estilhaça-me. Mas eu prometo que qualquer tempo que eu tiver sera para terminar a adaptação, ok ? - Reviews contribuirão para atualizações mais depressas.

Obrigada a todos que estão lendo e meus agradecimentos especias a :

Midnight: bem, eles não foram até as vias de fato, até porque não seria nada bom para Hermione perder a virgindade numa carruagem, mas também ela não... vamos dizer assim, Harry conseguiu leva-lá ao céu - palavras dela, não minha - hahahahaha Esses dois hein? Quarto encontro e já termina assim. Espero que tenha gostado do capítulo. Beijoos, flor.