Yo mais uma vez, minna! Vamos para mais um capítulo pq a porradaria ainda naum acabou! O.O

Sim! Ainda falta uma inimiga, a terceira Moira, Átropos, aquela q corta o fio da vida, a q representa a morte, o fim de tudo! Mas onde ela estaria este tempo todo? Por que ñ esteve c/ suas irmãs e aliados? Quais os seus verdadeiros planos? Bom... É isto q este penúltimo capítulo irá contar... Espero q estejam gostando da fic e q gostem do q virá adiante!

Boa leitura

Comentem, onegai!

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A verdadeira vilã:

Casa de Áries, Ane está calma em seu templo, esperando até que o cosmo de Atena os chame de volta ao salão do Grande Mestre numa reunião após a guerra vencida, mas repentinamente ela cai de joelhos, sentindo uma aguda dor que vinha do mais profundo de seu corpo. Sem saber o que era aquilo, pensando que talvez fosse um efeito colateral da batalha, soltou um forte gemido de dor. Seu cosmo hesita e começa a desaparecer, tamanha é a dor, e sozinha ela se contorce em agonia.

No salão do Grande Mestre, Kiki sente o cosmo de sua discípula, temendo por sua segurança, pede permissão a Shiryu e corre em direção ao primeiro templo. Mas nem mesmo havia cruzado a porta do salão quando sentiu um forte cosmo envolver seu amigo e fazê-lo também definhar, sem aparente motivo. Ele ofegava muito forte, prostrado de joelhos, o Cavaleiro de prata voltaria para tentar ajudá-lo, mas ele não permitiu.

- Não, Kiki. Ane precisa de você, então vá até ela.

- E você, Shiryu?

- Eu vou ficar bem. Não se preocupe comigo e cuide de sua discípula.

Ele sai, correndo até sua pupila, sentindo o cosmo de alguém mais atacando e, pelo jeito, estava agindo sobre todos eles. Shiryu já percebera que a inimiga da qual falavam antes, Átropos, estava agora agindo pela primeira vez, e Kiki também tinha uma forte desconfiança quanto a isso.

Casa de Peixes, Nala e Hyoga haviam sentido o fim da batalha entre seus últimos companheiros e os últimos inimigos, e tinham certeza de que estava tudo finalmente acabado. Um poderoso cosmo é sentido por eles, porém, Nala desaba no chão, com uma das mãos na altura do estômago, onde uma terrível dor parece estraçalhá-la por dentro. Hyoga se assusta, correndo até ela, cheio de preocupação.

- Nala! O que aconteceu? O que você tem?

Ela não sabia, gemia fortemente com a agonia que sentia, sem saber o que fazer. Levou a mão até a boca, sentindo um forte calor úmido na garganta, e o sangue que dali saía molhou sua palma e o chão onde pingou. Seus olhos surpresos estavam cheios de dor, e os de seu mestre, cheios de medo. Ele a puxou para si, abraçando-a protetoramente.

- Calma, Nala, vai ficar tudo bem.

- Mestre... – resmungou em tom rouco e dolorido – Ta doendo...

Ele olhou em direção ao templo de Atena, queria mais do que ninguém acreditar nas palavras que ele mesmo acabara de dizer. Apertou ainda mais a garota em seus braços.

- Eu vou até o lugar de onde vem este cosmo. Vou destruí-lo.

- Mestre...

- Não se preocupe. Você vai ficar bem, eu prometo... Argh!

Ele começara a sentir, também, a mesma agonia que sua discípula, não tinha mais forças para nada, mas ainda assim tentou se erguer para cumprir o que dissera. Nala apertou a mão do mestre na sua.

- Não... Por favor, mestre, fique comigo... Não me deixe sozinha...

- Mas você vai morrer.

- Não quero ficar sozinha...

Ele a abraçou com as forças que lhe restavam, derramando uma lágrima, tentando elevar seu cosmo, mas era como se sua própria vida se esvaísse do nada e para o nada. E como ele, cada Cavaleiro naquele Santuário começava a sentir a mesma agonia da morte.

A linha da vida segue seu curso na tapeçaria tecida por Láquesis, até o momento em que Átropos, a Moira que comanda a morte, resolve cortá-la. E assim, como se fosse algo ínfimo e descartável, a vida se finda naquele exato instante do corte, sem chances de voltar atrás. Apenas os Cavaleiros driblaram inúmeras vezes o tear e a tesoura das Moiras. Mas o que aconteceria se, por pura diversão, sem ter quem teça os sofrimentos antes da morte, Átropos deixasse de cortar cada fio, para desfazê-lo fibra por fibra? Seria como se cada pedaço da vida, cada fiapo, fosse arrancado aos poucos, e o sofrimento excruciante se estendesse como que sem fim até que a última fibra arrebentasse e a morte se consolidasse.

Assim fazia a mulher de sinistro sorriso. No alto da encosta de Dejunte, Átropos desfia o fio da vida dos guerreiros, deliciando-se com o sofrimento prolongado que isso provoca enquanto poderia apenas cortá-lo e vê-los morrer rapidamente. Como num doentio prazer, via extasiada cada rosto sofrido e manchado de sangue. Mas a Deusa da Guerra, Sabedoria e Justiça já percebera quem ela era, onde se escondia e os seus verdadeiros planos desde o início. Atena, por nenhum segundo, saiu do pé de sua estátua. Ajoelhada, seu cosmo mantinha-se poderosamente protegendo seus Cavaleiros e Amazonas... E procurando por ela.

Quando finalmente se levanta, toma o báculo, segurando-o pelo ornamento central da Nike. Um brilho intenso o envolve, o círculo dourado transforma-se, com seu cosmo, na guarda, enquanto o cabo brilha como aço recém saído da forja, na forma de uma lâmina perfeita. Atena empunha a espada da Deusa da Guerra, faz um leve corte em seu braço, e mancha de sangue a estátua, que se transforma em sua armadura e envolve todo o seu corpo. Aponta a espada para o antigo templo da Coroa do Sol, onde Apolo costumava viver na era mitológica, e comunica-se telepaticamente.

- Eu sei que está aí, Átropos, Moira da morte, aquela que corta o fio da vida. Pensou que não a encontraria? Venha a mim, e me enfrente em meu Santuário, ou eu irei até aí. Não permitirei que faça sofrer mais meus guerreiros ou as pessoas da Terra.

- Atena... – diz a mulher sinistra vestida de toga negra que surge à sua frente – Você pode se dizer Deusa, mas seu corpo é mortal, e tenho o seu fio da vida também em minhas mãos. Se nem mesmo seu pai, Zeus, pode dizer o que eu faço ou não, quem é você para se pôr em meu caminho?

- Esse é seu discurso? – pergunta uma Atena completamente diferente da criança que era quando veio ao Santuário pela primeira vez. Ela era então uma jovem, ainda não completamente preparada para o que é ser uma Deusa, mas agora tinha a experiência e conhecimentos da verdadeira Atena. – Caso tenha se esquecido, todos os seus aliados, que também são Deuses primordiais, foram derrotados por meus Cavaleiros, humanos, e suas irmãs, Cloto e Láquesis, que também não poderiam, teoricamente, serem paradas nem por Zeus, caíram diante destes guerreiros.

- Não seja tão confiante, menina... Perto de mim, ainda é uma criança.

- Então, também deve você descer de seu pedestal, e parar de tanto discursar.

- Não me provoque, Atena. Não sou como os que morreram aqui.

- Eu sei. Você é uma covarde trapaceira que mandou seus supostos aliados, até mesmo suas irmãs e seus pais, para a linha de frente, esperando que eles morressem. Assim, no final, você poderia matar todos os sobreviventes, já que controla a morte, me vencer e, finalmente, ser a única a governar a Terra e o destino da humanidade. Ou seja, você faria todo ser vivo sofrer absurdamente antes de mandá-lo para a morte e acabar de vez com a vida na Terra.

- Até que você faz jus ao título de Deusa da Sabedoria. É bem esperta.

- Já não posso dizer o mesmo de você.

- Como é? – disse estreitando perigosamente os olhos.

- Me responda... O que fará quando tudo e todos estiverem mortos? Governará sozinha sobre um mundo deserto? Quem a servirá? Quem beijará seus pés? Pensei que fosse isso que pessoas e Deuses como você mais almejasse.

Ela não tinha resposta, mas disfarçando a razão da Deusa à sua frente, mandou-a calar a boca e deixar de ser impertinente, e ao sentir o forte cosmo que nascia de sua inimiga, Atena também elevou poderosamente o seu. Átropos Voou para cima dela, fazendo surgir em suas mãos duas espadas curtas que manejava com extrema agilidade. Atena desviou delas e defendeu-se com sua espada, faíscas saíram do embate, o som do tilintar ecoava pela noite. Mais golpes vinham sobre ela, sendo repelidos pelo poderoso escudo da justiça, Saori revidou, atacando rápida e habilmente, as espadas curtas defendiam com certa facilidade seus golpes. Girou em torno de si mesma, desferindo um rápido golpe circular que a adversária não esperava, se defendendo no último instante e cambaleando para trás, a espada de Nike avançou numa estocada que passou de raspão pelo seu rosto quando tentou se desviar. Um filete de sangue desceu dali, fazendo a Moira ficar furiosa.

- Maldita seja, Deusa da torpe humanidade!

- Não pragueje tanto, atrapalhará seu desempenho.

- Não me venha dar aulas de como combater, menina.

Atena apenas manteve a expressão séria e combatente, vendo a adversária partir novamente, furiosa, para cima de si. Defendia-se no momento exato, elevava o escudo, girava o corpo e desferia o seu golpe, que agora esperado por Átropos, era também defendido. Um cruzamento de golpes as fez se unirem no centro, as armas forçavam o inimigo para o lado oposto, os dentes rangiam com a força que faziam para vencer o embate. Os cosmos explodem, e ambas voam para lados opostos, voltando a fitar uma à outra com expressões combatentes, mas as duas já respiravam com força, a luta era acirrada e, sendo ambas Deusas de grande poder, qualquer falha, qualquer golpe que atingisse uma das duas significaria a derrota.

Partem novamente para o centro, no local onde antes se erguia a suntuosa e gigantesca estátua de Atena, agora uma acirrada batalha entre seres divinos corria com tilintares de espada que faziam a noite clarear com os brilhos dos cosmos que emanavam e se enfrentavam com poder. Átropos dá inúmeros giros no ar, a cada um ela desfere um ataque, um apenas varou a poderosa defesa do escudo e da espada de Atena, cortando seu rosto, mas ao contrário da raiva de sua adversária, ela não demonstrou sequer se importar com o ferimento, e continuou a lutar normalmente. Mais uma vez a inimiga girou e, desta vez, com o escudo, Saori não só se defendeu, mas a empurrou com toda a força de seu cosmo para longe de si.

A Moira a olhou com ódio no cintilar de seus olhos negros, deu um ensurdecedor grito de guerra e avançou, cruzando as espadas diante de si e mirando a garganta de sua suposta vítima. A Deusa da Guerra esperou até o momento exato, elevou a espada diante de si com a lâmina voltada para baixo, travando as duas espadas cruzadas no fio da sua. Girou forte e rapidamente a arma, as espadas curtas de Átropos soltaram-se das mãos da Deusa Primordial, caindo longe dela, e sem pensar duas vezes, Atena trouxe sua espada na horizontal ao lado de seu rosto, logo dando o forte impulso nela para frente, e cravou a ponta no meio do peito da Moira.

Os olhos de Átropos se arregala num mesclar de dor, incredulidade e ódio, o sangue escorre pelo canto de sua boca, não tinha mais reação ou forças, pois o cosmo de Atena já tomara conta de todo o seu corpo. A espada é arrancada de seu corpo, e ela cai de joelhos, ainda ouvindo a voz daquela que a vencera.

- A partir de agora, Átropos, e como sempre deveria ter sido, ao humanos serão donos de seus próprios destinos. Eles mesmos fabricarão os fios de suas vidas, sem precisar de fibras ou rocas; Eles tecerão o caminho que suas vidas seguirão, sem necessitar de fios ou teares, e esses fios imaginários se romperão apenas quando suas missões na Terra se findarem, sem que deva haver uma tesoura para cortá-lo.

- Absurdo... – resmungou em meio à dor. – Humanos só cometem erros...

- Não, mas eles cometem muitos, é verdade. Mas não serão os Deuses a castigá-los com chicotes e fogo por isso. Serão os outros humanos, que percebem os erros do outro, que tentarão fazê-lo enxergar, e quando ele estiver pronto para ver seus erros e concertá-los, serão os humanos que os ajudarão a acertar na próxima vida. Então eles tecerão seus destinos com menos erros desta vez, com cada vez menos erros, até que sejam humanos o mais próximo da perfeição que se possa imaginar.

- Pobre sonhadora é você... Atena.

Foram estas as últimas palavras de Átropos, antes de desabar sem vida e desaparecer numa névoa negra. Atena levantou o rosto com orgulho para o céu estrelado.

- Sim... Sou uma sonhadora, mas meu sonho há de se tornar realidade, pois esses que estão ao meu lado como Cavaleiros são aqueles que já concertaram muitos de seus erros em outras vidas. Como Deusa, eu bem sei disso.

Tomou então os fios que caíram das mãos da mulher, e em suas mãos eles desapareceram por completo. "Não são mais necessários fios controlados por Deusas do destino". E assim os Cavaleiros começaram, um a um, a retomar suas forças, estavam vivos, e a humanidade estava finalmente salva novamente, e finalmente, mais uma vez, livre da tirania de Deuses mesquinhos como as "Senhoras do Destino".

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Continua...

NÃO SAIAM DAÍ, ONEGAI! Hahahaha, sim... Os inimigos terminaram, mas a fic ainda ñ, pq tem um probleminha q eu pretendo resolver antes de dar tchau p/ vcs! Como eu disse no início da fic, naum estamos no universo de "Além da Coragem", minha fic principal e, portanto, levei em conta exatamente a saga original de massami kurumada. Minha personagem, Nala, portanto, entrou em cena de forma bastante diferente, como discípula de Hyoga e c/ idade p/ ser filha dele! Mas ainda assim eles se amam, e agora estão no maior impasse pois ñ lhes parece permitido amar o próprio mestre ou a própria discípula... E agora? Como a gnt resolve isso?

Espero q tenham gostado da fic e q leiam o meu epílogo p/ saber em q isso vai dar ^^v

Até mais! E, mais uma vez... Comentem, onegai!