Capítulo 20 – Quatro Varinhas
Draco soube de imediato que Voldemort estava de volta. A dor em seu braço superou a que sofria em seu peito, e aquilo foi um feito e tanto. Weasley o fitou pelo canto dos olhos, mas ele apenas fez sinal para que continuassem andando, não havendo sentido em parar, visto que o único que podia cessar a dor era o próprio Voldemort.
Estavam a caminho da Sala Precisa, máscaras de volta em seus rostos e andando devagar, procurando não chamar atenção. Mas agora que o Lorde das Trevas chegara, duvidava que tivessem sucesso em enganá-lo com os disfarces fracos.
Em falar em fraco, o fato de que ainda se mantinha de pé era fruto de uma poção anestesiante, seus efeitos não durando mais que algumas horas. Tomara sem que Weasley percebesse e com sorte lhe daria forças suficientes para pelo menos participar da luta contra Voldemort. A carta para sua mãe que guardava no bolso estava cada vez mais pesada, o lembrando que ainda havia uma longa jornada a ser percorrida, que talvez ele não conseguisse terminá-la.
Ao menos fizera tudo que podia.
Há quase alguns passos da Sala Precisa, o chão tremeu e os dois quase perderam o equilíbrio. A comoção chamou atenção de Weasley e Granger, que saíram da sala através da porta que se materializou na parede próxima. Suas roupas e rostos estavam manchados de fuligem, mas não havia sinais de ferimentos.
- Rony! Hermione!
Os dois correram até eles, apreensão marcada em suas expressões. Não esperavam encontrar Gina acordada e provavelmente não sabiam o que esperar.
- A cobra? - Draco perguntou, mal abrindo a boca.
- O fogo saiu um pouco fora de controle – explicou Weasley. - Mas ela está morta. E vocês?
O tom podia ser casual, mas o modo como o irmão de Gina desviou o olhar no minuto que os questionou foi sinal suficiente de que talvez não quisesse saber a resposta.
- Destruí a tiara – Gina informou, séria e com um pouco de raiva. - E Harry.
De imediato os dois abaixaram as cabeças, olhando para o chão. E Draco quis gritar e informá-los o quão patéticos estavam sendo.
- Gina, sobre isso... Queríamos contar, mas...
Mostrando que ainda restava algum senso de lógica, ela interrompeu Granger.
- Depois, Hermione.
O chão tremeu novamente e o braço de Draco parecia estar queimando, no entanto, manteve seus olhos fixos em Gina.
- "Depois" pode não existir – insistiu. - Precisa entender que queríamos te poupar de finalmente ver Harry e... Perdê-lo de novo. Não foi fácil esconder, queríamos contar...
Concentrou-se em Gina e parou de prestar atenção no que Granger falava. Sabendo que não deveria e ignorando seus instintos, leu a mente dela. Algo em sua face o impeliu a invadir mais uma vez a privacidade dela.
"Não fale mais nada. Cale a boca, cale a boca, por favor! Chega, Merlin... Por favor. Não pense em nada. Não pense em nada. Estamos quase lá. Hermione, pare de falar!"
A angustia dela era tanta, que gritou antes mesmo de perceber o que estava fazendo.
- Cale a boca, Granger! Deixe suas desculpas esfarrapadas para depois!
Sua voz firme ecoou pelo corredor, calando Granger de imediato. Ela e o ruivo encararam Draco com confusão, mas para ele só importava o olhar de Gina.
"Obrigada"
Não fazia diferença se o agradecimento fora dado conscientemente ou não a ele. O alívio no rosto dela bastava.
- Precisamos encontrar o Lorde das Trevas e terminar a missão – acrescentou, sentido o braço queimar. - Só isso importa.
Assentiram, faces determinadas. Granger abriu a boca, provavelmente para sugerir irem até o Salão Principal, quando uma fumaça negra espessa invadiu o corredor. Draco sabia o que isso significava, porém, não teve tempo de avisá-los.
Em um piscar de olhos, Voldemort se materializou bem no meio dos quatro, lançando uma onda invisível de força que os jogou contra as paredes do corredor apertado. Para o horror de Draco, estavam imobilizados, mal conseguindo levantar as varinhas. Voldemort apenas os fitou, seus olhos de cobra analisando cada um deles com calma.
- Quatro. Quatro criaturas patéticas. Possuo exércitos ao meu comando, servos leais a um estalar dos dedos. Gigantes, dementadores, lobisomens se ajoelham diante de meu poder. O que quatro míseras crianças poderiam realizar perante mim?
As vestes negras esvoaçaram enquanto o Lorde das Trevas caminhava sem pressa em direção a Draco, que só conseguiu engolir seco.
- O que temos aqui, hmm? - sorriu revelando seus dentes e aproximando sua varinha do queixo de Draco. - O traidor. O covarde. Seria você o responsável por essa... Piada, Sr. Malfoy?
Aquele era o momento. Seu último momento na Terra. Dentro de alguns segundos estaria morto ou a caminho. Se não estivesse paralisado, estaria tremendo. Tentou fechou os olhos sem sucesso.
- O que foi? Covarde demais para responder uma simples pergunta? - fez uma pausa, seus olhos vermelhos brilhando com ódio. - Foi o que pensei.
A figura pálida envolta em negro se afastou, focando suas atenções em Granger e Weasley, presos na parede oposta à de Draco.
- Potter está morto. Se seu plano infantil contava com a proteção do Voto, sinto em informar que o feitiço está quebrado.
Duvidava que se pudessem, algum deles teria respondido a Voldemort. A mera presença do bruxo era veneno. O que estavam pensando? Como poderiam sequer ter uma chance contra aquele monstro?
Segurou a respiração, ao vê-lo andar até Gina. Ela o encarou com coragem, expressão determinada que Draco já conhecia tão bem. Estaria orgulhoso, se não estivesse apavorado.
"Por favor, não a mate. Por favor, não a mate!"
Estava tão desesperado que esqueceu a primeira regra: nunca mostre medo para Voldemort. É a maior arma que ele pode usar. A risada cruel do Lorde das Trevas foi o bastante para saber que sua mente foi lida. E tudo estava perdido.
- Não a mate? - riu, voltando-se para ele. - Não a mate, Malfoy? Estaria realmente apaixonado por essa infeliz? Parece que tem mais em comum com Snape do que eu pensava!
O tom de zombaria terminou, no seu lugar estava pura e feroz raiva.
- Ambos criaturas patéticas rastejando por amor. Amor! - rosnou. - Pois veremos o quanto esse seu amor suporta.
Seu corpo caiu, liberado do feitiço. Porém, antes mesmo de sequer piscar, Voldemort lançou um Crucio. Cada músculo, cada centímetro dele gritou. A poção anestesiante que tomara não só perdia o efeito como era incapaz de parar a tortura. Sua visão perdeu o foco, não sabia onde estava, nem por que. Só queria que a dor parasse.
- Você a ama, agora?! - ouviu a voz distante de Voldemort rugir. - Hmm, verme miserável?!
O efeito do feitiço parou devagar e Draco recobrou os sentidos. Estava ajoelhado perante a figura negra, cabeça abaixada encarando as próprias mãos.
- Responda a pergunta! - os olhos vermelhos praticamente soltaram faíscas com o grito.
- Sim – conjurou, garganta ardendo. - Sim.
A risada fria ecoou pelo corredor. E as dores voltaram com força total. Sabia que estava gritando, mas parecia que era outra pessoa, que seu corpo pertencia a alguém bem mais desafortunado, estirando no chão daquele lugar pateticamente.
Silêncio. Os choques e espasmos terminaram, dando lugar à dor a qual já estava acostumado: seu peito e braço queimando. Quase sorriu de alívio.
- Patético. Ainda a ama, Malfoy? Porque vamos continuar essa lição até desistir dessa noção estúpida.
Levantou o rosto e fitou Weasley, vendo pavor na face cheia de sardas. Abriu um sorriso fraco.
- Meu lorde, será que acha estúpida porque nunca sentiu? - sua voz rouca desafiou Voldemort, sinais de pura insanidade.
Estava de pé agora, contra sua vontade. Voldemort empurrou a ponta de sua varinha contra o peito de Draco, causando outro grito estridente de dor.
- Vamos ver se continua com as respostas arrogantes sem alguma parte do corpo.
Foi jogado como um boneco de pano contra a parede outra vez. Antes da dor recomeçar, arriscou olhar para Granger. Ela tinha a varinha em mãos e ao vê-lo encará-la, percebeu o que devia fazer.
"Fiendfyre!" leu na mente dela.
Pela primeira vez reconheceu que a habilidade de Granger era incrível e estava extremamente agradecido pelo fato. A mulher conjurou um dragão de fogo que voou em direção a Voldemort, explodindo em chamas violentas. Os quatro foram libertados de imediato do feitiço do bruxo, mas sabia que era temporário. Rapidamente pegaram suas varinhas e apontaram para Voldemort.
O fogo cresceu, as chamas e labaredas cada vez mais ferozes. Granger já não tinha controle do feitiço, era Voldemort que as usava agora, criando um vórtice de fogo, com ele ao centro, destruindo qualquer tentativa de atingi-lo com feitiços. Felizmente, não parecia ser tarefa fácil manter a barreira. Aproveitando que a concentração do Lorde das Trevas não recaía sobre eles, Draco apontou sua varinha para o teto.
- Bombardia Maxima!
O teto cedeu, escombros caindo na direção de Voldemort. As pedras enterraram o bruxo, aparentemente também apagando as chamas. Sem perder nem um minuto, os outros três correram para perto dele, varinhas sempre apostos.
- Será que..? - o ruivo alto começou, incerto.
- Não. Fácil demais – Draco respondeu, garganta seca e áspera.
Como se tivesse ouvido, uma explosão jogou os escombros para todos os lados, quase os acertando, felizmente Granger os protegeu com um feitiço escudo bem a tempo.
Voldemort ressurgiu mais aterrorizante que antes, aparentando mais alto e ameaçador, sua capa negra agora lhe dando aparência de um grande abutre buscando carne. Porém, dessa vez estavam mais preparados e lançaram feitiços um em seguida do outro, tentando desesperadamente manter uma distância segura e impedir o avanço de Voldemort em suas direções.
Sem nem mesmo levantar a mão, a cobra bloqueava cada rajada, como se não fossem nada além de moscas. Não podiam parar, mas também precisavam pensar em outro plano. E rápido.
- Juntos – ouviu Ginevra murmurar, determinada. - Temos que lançar juntos. Exatamente ao mesmo tempo!
Os três assentiram. Quatro contra um. Se não fosse pela adrenalina, as dores e o terror, Draco teria achado hilário o quão loucos estavam sendo. Quatro contra o Lorde das Trevas, era o mesmo que quatro contra vinte. A cada passo que Voldemort avançava, eles recuavam, cada vez mais sem saída, mais desesperados.
Era o fim. Podia sentir por todo seu corpo. Agora ou nunca.
Procurou o olhar de Gina, pelo canto de seus olhos. Não achou. Estavam lado a lado mas ela continuava olhando fixamente para Voldemort, completa e total concentração na tarefa que tinha que fazer. Nada a abalaria, nada a faria desistir. Ela era o perfeito exemplo de coragem naquele exato momento.
Deu-se ao luxo, ao erro, à loucura, de congelar aquele mísero instante para apreciá-la por uma última vez. Mais uma vez.
- Um! - ela gritou, feroz, cabelos ruivos nunca tão ruivos. - Dois!
Draco sentiu a mão livre dela se entrelaçar com a dele. O gesto lhe deu emprestado um pouco da coragem dela.
- TRÊS!
Jamais houve quatro vozes em tão uníssono e em tão perfeita sincronia. Voldemort poderia ter bloqueado um, dois, três Avada Kedravas ao mesmo tempo em diferentes direções, mas quatro foi impossível. E bastava uma Maldição Imperdoável para matá-lo.
De repente o mundo parou. Por um breve e importante segundo, tudo estava em completa inércia, apenas esperando, observando... Torcendo.
Voldemort caiu. O Lorde das Trevas, o bruxo mais temido do mundo mágico estava morto.
- E dessa vez, fique morto – murmurou Draco, após o que pareceu séculos de silêncio.
Os três restantes o fitaram, expressões confusas e exaustas nos rostos. E então...
Estavam rindo. De alívio, loucura, felicidade, incredulidade. De nada, de tudo.
- Espera, deixa eu checar – riu Draco, bêbado com alegria. - Deixa eu checar uma coisa.
Percebeu que Gina ainda segurava a mão dele. Se fitaram, confusos. Subitamente ela se soltou e Draco tentou não ligar. Voltou-se para seu braço, procurando a Marca Negra.
Não havia mais sinal da maldita tatuagem, nem da dor que a acompanhava. Soltou uma gargalha que não parecia lhe pertencer.
- Ele morreu! Merlin... Acabou! - gritou, como se o corpo à frente deles não era prova suficiente.
Nunca vira Granger e Weasley mais felizes. Provavelmente deviam estar pensando a mesma coisa sobre ele. Não deu a mínima.
- A gente não esqueceu nenhuma Horcruxe né? - gargalhou Weasley, um pouco de nervoso na voz. - Não é?
Até Gina juntou-se às risadas. Estavam oficialmente insanos e completamente bêbados pela emoção.
- Infelizmente só vamos ter certeza dentro de dez anos, talvez. - riu Draco. - Até lá vou dormir com um olho aberto.
- Não! - protestou Granger, lógica não lhe escapando nem naquele momento de comemoração. - Ele... Ele só caiu. Dessa vez. Quando foi na casa dos... Potter. Houve uma explosão. Deixou marcas.
Draco acenou com uma das mãos, em sinal de que não dava a mínima para lógica naquele momento. De qualquer forma a realidade começava a voltar entre goles de ar. Draco encostou-se na parede mais próxima, as dores e ferimentos reparecendo graças à adrenalina que desaparecia. Granger abraçou Weasley e os dois buscaram conforto juntos.
Gina estava parada no mesmo lugar, mão ainda segurando firme sua varinha. Encarava o corpo de Voldemort como se temesse que levantaria se tirasse os olhos dele. Resistiu à vontade de se aproximar. O modo como ela estava se portando, o rosto determinado, a posição firme, lhe lembrou a de uma heroína. Alguém maior que as meras dúvidas mundanas dos mortais. Uma guerreira de cabelos de fogo.
Inatingível, inabalável. Distante.
Sentiria falta dela e de como o tornava um patético romântico.
Como se pudesse ler a mente dele, Gina virou seu rosto para ele. Abriu um sorriso triste e Draco pôde ler claramente o que ela pensava.
"Ele está morto, Harry. Conseguimos. Sinto muito."
Retribuiu o sorriso dela com um próprio. Sincero, mas amargo. E então Gina fechou a expressão, seriedade de volta.
- Não acabou ainda.
E como uma profecia proclamada, Hogwarts tremeu desde suas fundações, os lembrando que havia ainda uma batalha sendo travada do lado de fora. Para completar ouviram um pop e ninguém menos que Bellatrix Lestrange estava parada em sua frente.
Todos, menos Draco, levantaram suas varinhas na velocidade de um raio, mas a mulher os ignorou, focada apenas no corpo de Voldemort, estirado sob os escombros.
- Meu lorde! - ela gritou de dor e ódio. - O que fizeram com você?! Meu lorde, abra os olhos!
Nunca vira sua tia tão desesperada, muito além de sua insanidade costumeira. Os gritos e súplicas ecoaram pelo corredor, mas não houve tempo para decidir o que fazer com a mulher desesperada. Os tremores finalmente pareciam ter enfraquecido as fundações do castelo, o teto estava desmoronando e o chão se desintegrando perante seus pés.
- Precisamos sair daqui! - anunciou para os três que continuava contemplando Bellatrix e seu ataque. - Agora!
Não sabia se as proteções ainda estavam em vigor, mas não quis arriscar, pegou os braços de Weasley e Granger, aparatando para o que esperava ser longe o suficiente. Em um piscar de olhos estavam do lado de fora do castelo e em meio ao caos.
Feitiços lançados por todos os lados, gritos enchendo seus ouvidos. Também finalmente percebeu a causa dos tremores: gigantes estavam entre os combatentes, dragões voando por entre os monstros e causando quedas e explosões.
Mas nada daquilo importava para Draco. Tinha que voltar e pegar Gina, era sua única missão de vida agora. Aparatou para o corredor outra vez.
Não havia ninguém. Nem mesmo o corpo de Voldemort.
Seu sangue gelou.
- Weasley! - gritou, não se importando em deixar o desespero que sentia escapar. - Weasley?!
Nada além dos sons do castelo ruindo. Apavorado, começou a correr, esquecendo-se de seu peito sangrando, da poção que perdera o efeito, de cada dor e dificuldade. Não sabia para onde ia, mas era certo que só sairia daquele castelo com Gina.
Agradeceu a todas as forças místicas quando a encontrou recuperando fôlego um andar abaixo.
- O que raios está fazendo, Weasley?! Está querendo morrer?!
O fitou com surpresa, como se tivesse acabado de acordar um sonho.
- Ah, eu... Bellatrix. Ela saiu correndo, não podia deixar ela escapar!
Balançou a cabeça, irritado com a inocência dela.
- Quem se importa com aquela louca?! Vamos embora!
- Mas...
- Ela te enganou, Weasley. Fez você correr atrás dela, só para aparatar de volta e pegar o corpo de Voldemort.
A ruiva franziu a testa, com certeza tentando entender a razão daquela atitude bizarra de Bellatrix. Draco sabia que era inútil tentar compreender a mente doente da mulher.
- Me dê sua mão, vamos embora daqui.
Assentiu, mas hesitou.
- Sinto por tudo, Draco. Por Harry e...
- Me dê sua mão!
Metade do teto caiu, derrubando o chão junto. O pavor de Draco aumentou.
- Eu preciso te explicar que...
- Não me importo! Sua mão, Weasley! Ou vamos morrer!
Novamente ela caiu em si, reparando no que acontecia a sua volta. Estendeu sua mão imediatamente. Daquela vez Draco mirou para um lugar distante da batalha que provavelmente ainda acontecia.
Abriu os olhos e estavam na Floresta Negra, quase no mesmo lugar quando se encontraram pela segunda vez, antes da parceria, da amizade e do semi-romance. O caos perto do castelo estava longe, mas os sons da luta pareciam próximos.
Consideraria um final poético, se não estivesse tão amargo. Fora naquela floresta que tudo começou. A teimosia dela, a solidão dele. Formaram o par mais incomum que andara na Terra, com tudo conspiração contra suas tentativas. E mesmo com todos obstáculos, sobreviveram e prevaleceram. Mas não juntos. Não mais.
Sentia o abismo que Gina colocara entre eles. O vazio que Potter deixara. E que ela ainda não estava pronta para preencher.
Nevava. Flocos brancos minúsculos caindo do cabelo ruivo dela.
Draco encarou Gina, que o fitou de volta. Não disseram uma palavra, mas sentiu que ambos concordavam: a missão terminara e junto com ela, aquela relação também.
Ele sentiria falta dela, mas não competiria com um homem morto.
N/A: Soo yeah... Voldie morreu. O_o. Estamos chegando no final povo. Próximo capítulo terá a recuperssão desse monte actions. (Ok, nota meio inútil.)
Lou Malfoy: Thanks :D
DB: Hahaha, calma calma! O Draco tá vivo até o momento né? Hahahah. Ele ficou fofo né? O_o. Acho que é o Draco mais fofo que eu escrevi até hoje... O que é bizarro visto que a fic não devia ter nada de fofo! hahaha. Vai entender. Valeu pela reviewwww!! Espero que goste desse cap novo também!
Bih: Hahahah, espero que fora do normal seja bom XD. Brigadão!! XD E sim, Harry Potter finalmente morreu! Yay! E agora o Voldie se juntou a ele XD.
Thaty Malfoy: :P. A Gina precisava de um empurrãozinho pra para matar o Harry hahaha. Valeu pela review!!! (Essas e outras!). Sorry a demora pela atualização.
Audrey W. Galley: Sim, sim ultimos caps. Acho que só mais 2 e acabou :/
Marcia B.S.: Matar Harry realmente é mais fácil que matar o Draco! Hahaha. Mais dramático? Pode ser, mas considerei a adrenalina como fator mais importante. Thanks pela review!
Amanda: Well, eu não sei. Sim, concordo que podia ter sido mais "intenso", mas quis focar na ação naquele e nesse capítulo. Não queria que a Gina passasse vinte minutos só sofrendo com o fato de ter encontrado "Harry" tarde demais etc etc etc. Ela sabia, sem querer admitir para si mesma, que não era o Harry, mas queria que fosse. E ao mesmo tempo não queria que fosse. Mas o mais importante para ela, no final, era completar a missão. Algo que precisava ser rápido, sem tempo para questionamentos. O foco desse (e do outro) capítulo é na ação, na conclusão da trama das Horcruxes. As consequencias vão aparecer depois, quando a adrenalina esgotar e tiverem tempo para realmente absorver o que passaram. Principalmente a Gina. Espero que nesse dê para perceber que a Gina NÃO está OK, e pode não ficar OK tão cedo. THANKS pela review XD.
carol: Thanks!!! Eu não gosto do Tom Riddle pra ser sincera, Voldemort me irrita XD.
Lucy: Haha thanks. É, não queria criar um drama enorme quando existia um "tempo" limite para as coisas acontecerem. Era agora ou nunca para a Gina. E ela sabia.
Carolina Trujillo: Que bom que sua filha tá melhor!! Agora você tem resposta para a maioria das suas perguntas! XD. Valeu pela review!
Munyra Fassina: Hahaha. Tdodo mundo morre de medo de eu matar o Draco. Mas e a Gina? Ninguém fica com medo dela morrer? Hahaha.
Thata Black Malfoy: Thanks!! Matar o Harry está ficando muito fácil, hahaha até mesmo pra Gina! Acho que vou deixar ele vivo nas minhas próximas fics hahahaha.
Deboriko: Brigada! Uau, dois dias? Em pensar que essa fic tem mais um ano O_o. Hahah. Desculpa a demora por postar!
Kellysds: Valeu! XD. Vida real sucks, mas tô conseguindo atualizar, felizmente!
