Enfim, chega o dia tão esperado...
Kakarotto e Chichi irão se unir nos dois costumes.
Enquanto isso, Vegeta se aproxima de Bulma, fazendo-se passar por um super saiya-jin 1.
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*Notas:
Mudarei o nome de Marine para Suno. Pois esse é o nome da menina de cabelo laranja que salvou Goku da neve na série Dragon Ball na fase Red Ribbon.
A baka aqui não se lembrava do nome e ficou adiantando o episódio, tentando encontra-lo e não achei. Somente encontrei esses dias atrás, quando decidi assistir novamente Dragon Ball.
Para saber como Kakarotto e Bardock se tornaram saiya-jins tão diferentes da maioria esmagadora de sua raça, leiam: O Passado de Bardock e Kakarotto, que mostra como apesar de ser criado em Bejiita, Kakarotto possuí o mesmo coração, amabilidade, bondade e gentileza como se tivesse sido criado na Terra, como é retratado no anime e mangá.
Quero acrescentar, que as fanfictions Orgulho Vs Amor, Coração Domado e Dragon Ball Z - Ascenção não possuem nenhuma ligação com esta fanfiction (Luz da Lua) e O Passado de Bardock e Kakarotto.
São outras histórias de universos alternativos que criei, usando "E se..."
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No entanto, antes que conseguissem se aproximar, Kakarotto percebeu pelo Ki a aproximação deles e se comunicou em pensamento:
"Tarble, não reconheça Vegeta. Se for cumprimenta-lo, pergunte quem é. Não o chame de irmão. Quanto a Kireiko, peço para que também não o reconheça"
"Por que, nii-san?" - pergunta confuso.
"Depois eu explico. Após a cerimônia, podemos conversar em particular."
Eles concordam em pensamento, nisso, desviam do caminho que se dirigiam até Vegeta, que estava na forma super saiya-jin 1, como se fossem ver alguma coisa.
Após alguns minutos, a cerimônia começa e Chichi está envergonhada das vestes que usava, não sabendo onde enfiar a cara, porque trajava uma única peça de roupa feita com pele de animal, como um vestido que ia até um pouco acima do joelho, preso na cintura por uma espécie de corda. Usava no pescoço um colar feito com presas em uma espécie de corda mais fina.
Kakarotto se aproxima, trajando o mesmo tipo de veste, porém, com uma faixa em seu abdômen. Esta faixa era feita com outro tipo de pele. Sussurra sensualmente no ouvido dela:
– Confesso que estou sedento para tirar essas roupas e fazer amor loucamente com você.
Acaba ficando mais rubra e dá um tapa no braço dele, pois, ela já estava nervosa e ele não precisava piorar a situação.
Então, após trocarem na cerimônia os itens que portavam, com ela entregando seu colar colocando-o nele, enquanto ele amarrava a faixa na cintura dela, sorrindo um tanto maliciosamente ao olhar para cima, fazendo-a ficar ainda mais rubra, para depois estreitar o olhar para ele, cujo sorriso aumenta.
Em seguida, ele se posiciona atrás dela, pegando na base do seu crânio delicadamente e empurrando para baixo expondo a nuca. Ela acaba jogando seu corpo para trás e sente o membro dele um tanto desperto, fazendo-a se ruborizar.
Seus lábios tocam a nuca e sua língua acaricia o local, como se ele estivesse aspirando o cheiro dela, enquanto sua respiração se chocava contra a e pele dela que se controlava para não arfar.
Então, os caninos ficam salientes e ele começa a rosnar quase inaudivelmente, enquanto começa a raspar suas presas na nuca, marcando a pele acetinada, para em seguida lamber o sangue em forma de filetes que escorrera da marcação.
Quando termina a marcação, toda a enxurrada de recordações, lembranças e pensamentos dela o atingem com ímpeto, ao ponto dele curvar a cabeça, enquanto espera que o fluxo intenso se aquiete. E ele sabe que também poderá sentir o que ela sente se desejar, bastando se concentrar.
Enquanto isso, abraça Chichi fortemente, pois sabia do efeito colateral, que era uma espécie de torpor e cansaço que se abatia a quem era marcad que acontece. Ela é ancorada pelos braços másculos dele, enquanto suas respirações se normalizavam no mesmo ritmo.
A chikyuu-jin sente sua mente estranha, um tanto nublada e já esperava porque Kakarotto havia explicado o que faria e o que sentiria em seguida, assim como o que era o vínculo.
Teve que segura-la nos braços antes que esta caísse no chão devido a fraqueza momentânea que a acometeu.
Após algum tempo, com ele abraçando-a e apoiando seu queixo na curva do ombro dela, com os olhos fechados, a chikyuu-jin começa a sentir a fadiga desaparecer e consegue ficar de pé por si mesma.
Nisso, se separam, com ela sorrindo para ele, enquanto se apressa para trocar de roupa. Queria tirar aquela roupa o mais rápido possível, que por mais que fosse tradicional na cultura saiya-jin, era indecente para os padrões dela.
Em um quarto, uma maquiadora a esperava, assim como o lindo vestido alvo feito de acordo com as preferências dela. Suas amigas, Suno e Bulma estavam ali para ajuda-la, enquanto Kakarotto ia para outro quarto para se trocar, precisando da ajuda dos amigos, assim como revertendo a transformação de super saiya-jin 4 para um saiya-jin normal para poder caber no terno, também feito no alfaiate.
Nisso, Bardock se transforma em super saiya-jin 4, assim como sua filha, Lian. Tarble também se transforma. Afinal, para usar as roupas da cerimônia terráquea, Kakarotto teria que reverter a transformação e para protege-lo, nada melhor do que três super saiyajins nível 4.
Os amigos notam que ele respira tranquilo e que parecia feliz em voltar ao normal, embora não fosse uma surpresa para Yamcha e Kurilin, pois já haviam cogitado a ideia de que somente mantinha aquela forma para proteção e que ficaria feliz de voltar ao normal, mesmo que fosse por alguns minutos.
Retornando a cerimônia, Chichi, vestida em um impecável e lindo vestido, pisca os olhos. Nunca havia visto ele na forma normal e fica abismada. Bulma também se surpreendera com a mudança.
Ele caminha até ela, trajando um terno alvo e pergunta ao pé do ouvido:
– O que achou? - e faz sua respiração fazer cócegas.
– Adorei... Você fica diferente e confesso que estou dividida nessa forma e na sua de super saiya-jin quatro.
– Hum... então, teremos um problema. - fala, sorrindo.
– Qual? - ela estava explodindo de felicidade e exibia um imenso sorriso.
– Depois da cerimônia, não voltarei ao normal mais. - fala, enquanto se aproximavam do altar.
– Por quê?
– Mesmo que prefira ficar na forma de um saiya-jin normal, preciso de todos os meus poderes para proteger aqueles que amo. Jurei a mim mesmo que nunca mais sentiria a dor que senti quando minha mãe foi tirada de mim. Vou protegê-los, mesmo se tiver que ficar numa forma que não me agrada. A protegerei Chichi. Ninguém irá feri-la nunca mais e matarei aquele que ousar faze-lhe dano. - fala sorrindo, olhando-a gentilmente.
O coração dela se aqueceu. Ele se sacrificava apenas para salvar aqueles que amava.
Sentia pena dele, pois era praticamente obrigado a ficar na forma super saiya-jin 4, para proteger seus amigos por ter inimigos que adorariam pega-lo desprevenido. Ele se sacrificava para poder proteger aqueles que lhe eram estimados.
Lia, Bardock e Tarble ouviram o que ele disse, mesmo que sussurrasse e sorriram. Menos Bardock, que demorou para sorrir, pois quando ouviu ele se referir a mãe dele, Liluni, não pode deixar de sentir um pouco de dor, o que foi captado por Suno, que o olha com um olhar gentil e um doce sorriso nos lábios, como se tivesse o encorajando e ele retribui, apertando ainda mas sua cauda na cintura delicada dela, ao mesmo tempo que sua mão era coberta pela dela que o apertava, como se desse forças, por conhecer a trágica história de Liluni, tudo por causa do orgulho saiya-jin dele que o condenou, assim como a jovem myouchin.
– Então, vamos aproveitar o momento que você tem como um saiya-jin normal sem todo aquele pelo em sua pele. - e nisso ela sorri, sendo retribuída por ele com um aceno.
Após terminar a cerimônia com um padre os abençoando, ambos colocam a aliança um no outro, para depois o padre os declarar casados, autorizando a beijar a noiva.
Então, beija Chichi de forma apaixonada e intensa, fazendo-a corar.
Depois do término da cerimônia, vinha a festa e os amigos concordaram, assim como seus familiares, que Kakarotto ficaria na forma normal só até a festa. Quando esta terminasse e fossem embora, ele reverteria para a forma super saiya-jin 4.
Chichi aproveitara o ensejo e queria ver as outras formas dele, antes dele assumir a de super saiya-jin 4 e ele concorda em mostrar para ela, que estava curiosíssima em ver como ele ficaria.
Kakaroto falou que não precisava, mas, Bardock e os outros insistiram. Afinal, era o dia dele. Além disso, sempre ajudou os outros e aquele dia, era hora de retribuírem um pouco.
Vegeta se aproximou de Bulma que conversava com Suna e Bardock junto desta. Este sabia se tratar do Imperador, mas, o tratou normalmente para não levantar suspeitas.
A jovem cientista se assustou levemente, pois nunca o vira, embora o tivesse visto durante as cerimônias e parecera olhar somente para ela.
– Ah! Não o apresentei. Este é um amigo meu de longa data. Servimos juntos. O seu nome é Vegeta. - e olhando para ele, apresenta a jovem - Ela se chama Bulma e é uma cientista.
– Obrigado, Bardock por me convidar – nisso olha para a chikyuu-jin e fala, sorrindo – Além de linda, é muito inteligente.
– O senhor o convidou? - Bulma perguntou, surpresa e um tanto receosa, por não se sentir segura perto de saiya-jins, desde que não fossem seus amigos.
– Sim. Ele acabou de voltar de uma missão diplomática. Não se preocupe. Nunca convidaria um saiya-jin cruel ou com as ideias errôneas de nossa raça. Ele é o único amigo que mantive. Cortei ligação com todos os outros. Além disso, como sabe, nós temos poucas variações de fisionomia e nomes também - fala sorrindo, percebendo que a jovem parecera tranquilizar-se.
– Entendo... - nisso se volta para Vegeta - Lamento minha reação. Sou escrava e como pode imaginar só tive experiências ruins com a sua raça. Por isso, fico receosa. Ademais, não o tinha visto antes quando ia visitar Chichi e Kakarotto na casa deles.
– Entendo. É compreensível. E quero falar que achei você linda nesse vestido. Parece uma rainha.
– Obrigada. - nisso fica constrangida.
– Está tão linda, que confesso, que não pude tirar meus olhos de você a cerimônia inteira. - ele fala sedutoramente.
Nisso, ela sorri ainda mais e agradece novamente, enquanto ruboriza-se.
Um garçom traz bebidas e eles se servem.
Com o tempo, se sente razoavelmente segura, pois os olhos dele eram diferentes, pelo menos em relação a ela.
E confessava que gostava do lado arrogante dele, que procurava não demonstrar, mas, que conseguira perceber nos gestos. Além disso, ele parecia ter um porte aristocrático, diferente dos demais daquele salão. Outra coisa que lhe chamou a atenção.
Além disso, ele era interessante e as conversas eram muito boas e mantinham-se leves, com um ou outro elogio para suas roupas, cabelos ou olhos. Ficou feliz de ser paquerada e nisso, não pode deixar de pensar em sua vida na Terra, onde já começara a fazer paqueras, um tanto inocentes, pois ainda era criança na época.
Nesse momento, seu olhar ficou levemente triste e uma lágrima escorreu de seus orbes. Vegeta ficou preocupado e secando a lágrima delicadamente com a sua mão, pergunta preocupado:
– O que aconteceu? Até um instante atrás estava feliz? Foi algo que eu disse?
– Não. - nisso sorri pois ele fora gentil e ao responder, ergue os orbes, um pouco úmidos, enquanto retornava gradativamente ao sorriso de antes - Só me lembrei da minha vida na Terra, antes de ser transformada em escrava. Ás vezes, conforme a situação, não consigo deixar de me lembrar.
– Não tem que se desculpar. Você tinha uma vida que lhe foi tirada abruptamente. Provavelmente, esta vida você nunca esquecerá e imagino o sofrimento que passou como escrava. Claro que se lembraria dos dias que era livre. - fala gentilmente, enquanto colocava uma mexa do cabelo dela atrás da orelha, delicadamente.
Ela sente seu coração acelerar. O saiya-jin a sua frente era um gentleman.
Apesar de possuir uma pose altiva, aristocrática e arrogante, era somente para os outros, pois a estava tratando como um rainha e a jovem chikyuu-jin adorou.
Vegeta fica surpreso pelo belo sorriso que ela lhe dá. O mesmo sorriso que ele cobiçara tanto, enquanto via os olhos dela com vida, brilhando como se fosse um oceano profundo que desejava perder-se.
Foi obrigado a controlar seus instintos, pois a ligação com ela era muito forte, ainda mais que estava esperando o filho deles. Pelo cheiro, identificou como sendo um macho.
Agora, confessava que não estava achando ruim ser um saiya-jin, não pertencente a família real. Sentia-se estranho. Era como se um grande peso tivesse sido tirado de seus ombros e sentia-se, incrivelmente bem.
Claro, no início detestara ter que tirar sua máscara de frialdade, de extrema arrogância e de orgulho. Mas, após algum tempo, não sentia falta dessas máscaras. Sentia-se leve e pela primeira vez na vida, verdadeiramente feliz.
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