Fantasmas de um Romance.
Capitulo XXI – Pesadelo
''O essencial é invisível aos olhos; só se vê bem com o coração !"
(Saint Exupéry)
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É incrível como uma única pessoa pode acabar com tudo em um piscar de olhos.
O clima que se firmou na mesa após a partida de Demetri deveria ser chamado de, no mínimo, tenso.
Catherine não demorou a se acostumar com a pequena sensação de dor em seu tornozelo direito, e com a massagem que Edward fazia carinhosamente, tudo parecia ficar bem mais suportável. E quando a pizza chegou, a menina simplesmente atendeu ao seu desejo de saborear a massa, e esqueceu da manha por algum tempo.
Edward não estava realmente chateado com Bella. Ele estava com ciúmes. Demetri era muito pior que ele imaginava, um homem que ele não queria que Bella tivesse contato nunca mais. O ruivo ainda estava decepcionado por suas conclusões estarem erradas, ele podia jurar que aquele italiano estava bem longe em algum lugar do país dele, mas Edward percebia que estava enganado, e parar piorar Demetri ainda teria um encontro com Bella.
Só de pensar no que aquele homem poderia causar a Bella em uma sala fechada, Edward sentia mais vontade de sair de onde estava e deixar claro que Bella não era uma mulher disponível para nenhum homem naquele momento, e também nunca mais seria. Mas Edward se conteve, pois percebeu a expressão culpada que Bella tinha assumido, e ele não queria que ela pensasse que ele estava chateado com ela.
Edward conseguiu forçar um sorriso durante todo o resto da noite, e isso acalmou um pouco Bella. A morena conseguia ver que ele não estava tão bem quanto fingia, mas sabia que Edward não estava zangado com ela.
Durante todo o tempo que demoraram na pizzaria, as atenções foram dadas a Catherine que contava como havia conseguido se machucar em um brinquedo tão baixo. A menina fazia caras e bocas enquanto contava que tinha perdido o equilíbrio e por isso caiu. Ela ainda acusou a mãe por ser tão desastrada, dizendo que tinha herdado aquilo de Bella, pelo menos fora o que Charlie dissera.
Quando chegaram à casa de Bella não foi tão difícil para o casal ficar junto. Catherine estava exausta pelo longo dia, e precisa descansar, pois seu avô chegaria cedo no dia seguinte e eles sairiam em viagem após o almoço.
Edward e Bella se encontravam no quarto dela. Bella usava seu conjunto de baby-doll de seda da cor de pérola, enquanto Edward usava a calça jeans e uma camiseta azul. Ele estava sentado na beirada da cama da morena, enquanto ela terminava de escovar os dentes.
- Por que você me deixou acreditar que ele tinha ido embora? – Edward perguntou quando Bella saiu do banheiro.
- Eu pensei que ele tivesse ido embora ontem de manhã – Ela respondeu, mas viu que aquela resposta não era suficiente. Bella suspirou e se sentou do lado dele – Demetri é o tipo de homem que merece ser ignorado, quanto menos importância você der a ele, mais rápido ele te deixa em paz. Eu estou há apenas uma semana repelindo ele. Mas sabe o que eu acho? Que ele não ai demorar a desistir, já falei que ele não pode mais mudar de idéia sobre a compra do hotel, amanhã ele me dará a resposta, e seja qual for, eu não vou mais ter contato com ele, ok? A parti de manhã ele só terá contato com Emmet, se aceitar comprar o hotel, e ponto final.
-Você poderia deixar Emmet estar presente amanhã – Edward respondeu com seu excepcional sorriso torto. O rosto de Edward estava uma coisa sem palavras para definir. Ele tinha seus lábios formando uma linha culpada, e seus olhos estavam implorando que ela fizesse o que tinha dito. Edward parecia uma criança pedindo o que desejava muito a sua mãe.
Bella não conseguiu evitar sorrir. Ele estava muito mais que lindo, estava perfeitamente manhoso. Ela deu um beijo nele, e depois teve que se concentrar para poder lhe responder.
- Ok, vou chamar Emmet para participar do encontro – Ela suspirou e depois o beijou de novo – Mas você sabe que não precisa ter ciúmes, não é? Eu jamais te trairia, mesmo que você seja meu namorado secreto.
- Não estou com ciúmes – Edward se defendeu imediatamente.
- Não está com ciúmes? – O sarcasmo e a descrença estavam em alta dose na voz de Bella, e ela nem precisaria usar aqueles artifícios, o sorriso e a maneira que ela olhava para o namorado já diziam tudo.
- Não – Edward respondeu como se fosse a coisa mais obvia que falava na vida – Eu sei que você não faria nada de errado. Mas eu não confio nesse Demetri, ele não parece ser o tipo de pessoa que respeita o que os outros falam...
- Eu sei me defender Edward – Bella respondeu – Não se preocupa, ta bom? Se Demetri quiser fazer algo comigo, vou garantir que ele nunca tenha filhos na vida. Agora para com essa cara de bebê manhoso, já me basta Cathy e a Fanny.
Edward aceitou as palavras de Bella, e depois lhe deu um beijo. Os olhos dele pareciam ter voltado a sorrir, assim como faziam mais cedo. Bella logo lembrou de que estava curiosa para saber de onde ele tinha tirado tanta felicidade, e então separou-se dele, e foi até seu lado na cama, preparando-se para ficar embaixo do edredom. Ela nem precisava convidar Edward, ele fez seu próprio caminho até o outro lado, e tirou a calça que usava.
- Posso perguntar uma coisa? – Bella perguntou depois de estar onde queria.
- Fale – Edward suspirou.
- Por que você estava tão feliz hoje quando chegou no shopping?
Edward ficou confuso. Não entendeu o que Bella estava falando, e nem tinha percebido que estava emanando toda a animação que tinha lhe aparecido naquele dia. O ruivo deitou-se na cama, e puxou Bella para que ela ficasse grudada ao corpo dele.
- Não sabia que você tinha percebido – Ele respondeu dando um suspiro que acabou bagunçando um pouco os cabelos soltos de Bella.
- Acho que você não tem como esconder algo de mim. Conheço seu sorriso, e quando está muito feliz seus olhos brilham de uma maneira diferente. Bom, o que aconteceu? – Bella explicou ainda mais curiosa.
- Estou feliz por estar aqui em Londres, e ter você e Catherine. Estou feliz pelo fim que dessa historia está ao nosso favor. Estou feliz por perceber a sorte que eu tenho de não estar mais sozinho nesse mundo, de ter você, uma filha e meus irmãos. Hoje me apareceu uma nova paciente – Edward começou mudando seu tom de voz, agora estava sério e cauteloso – Ela tem mais ou menos vinte e cinco anos, sabe? E bom, o caso dela é muito parecido com o que eu tive. E para completar ela vivi uma situação muito parecida com a que eu vivi.
- Ela não tem dinheiro? – Bella perguntou preocupada.
- Tem, ela tem como pagar todo e qualquer tratamento, eu acho. Mas ela não tem ninguém que cuide dela, e por conta disso ela não quer sobreviver. E então eu me identifiquei muito com ela, eu sei exatamente o que ela pensa, e entendo o desejo dela. Por um bom tempo eu... – Edward pensou em explicar seus pensamentos quando se viu sozinho naquele hospital, mas ele sabia que aquilo poderia machucar Bella.
- Você o que? – Bella perguntou elevando seu olhar para o namorado. Ela mordeu o lábio inferior quando percebeu que os olhos de Edward estavam distantes – Pode falar. Quando eu fui embora, o que aconteceu com você? O que você pensava?
Edward ponderou se deveria responder aquilo. Não era uma boa idéia dizer a Bella que pensou em se deixar morrer para que ela se sentisse culpada pelo resto da vida quando soubesse.
- Fala Edward, por favor – Bella voltou a pedir.
- Eu pensei que morrer fosse a melhor solução para tudo. Eu não tinha ninguém comigo dizendo que tudo ficaria bem, ninguém para me esperar depois que eu saísse da cirurgia, ninguém que estivesse comigo durante as torturantes sessões de quimio, e ninguém para comemorar a boa noticia que eu estava bem e não morreria. Isso pode parece uma coisa mínima, mas quando você está passando por uma doença dessas, tudo o que você precisa é de alguém do seu lado, alguém que te mostre pelo menos uma razão para lutar.
- Desculpa – Bella sussurrou depois que ele terminou de falar. Os olhos dela brilhavam com poucas lagrimas que pediam para molhar o rosto dela. Bella escondeu o rosto no peito de Edward, e o abraçou com toda a força que podia – Me perdoa, pelo o que te fiz passar. E obrigada por lutar, mesmo sem ninguém do seu lado.
Edward sorriu por ver que ela ainda agia de maneira culpada, quando nem ele a considerava desse jeito. Dando um beijo no alto da testa dela, Edward fez com que Bella deixasse de esconder seu rosto no peito dele, e então fez com ela o olhasse nos olhos.
- Você não tem culpa de nada, Bells – Ele falou usando pela primeira desde que se reencontraram o apelido que só ele usava para chamá-la – Você salvou a minha vida. Sacrificou tudo por mim, e de vez em quando eu acho que você deixou de ser feliz durante seis anos por minha causa. Como no mundo eu poderia te culpar por algo que você não fez? Para ser sincero, a solidão seria bem pior caso eu não acreditasse no seu amor, pois eu lembrei durante os três anos que fiquei me recuperando daquilo que você disse quando foi embora. Eu acho que lembro cada palavra. Você não tem culpa, ok? Pára com isso, você só me deu presentes, e o maior deles foi Cathy.
Bella demorou um longo minuto absorvendo a doçura de cada palavra que Edward dizia. Por mais que ele não a culpasse, ela se culpava. Bella tinha certeza que viveria com aquela sensação de dever algo a Edward para sempre. Mas ela preferiu deixar com aquele drama, não queria mais pensar no passado, queria pensar em seu glorioso futuro com sua família.
Foi então que ela teve uma idéia que parecia brilhante. Uma maneira de se redimir no passado, e de fazê-la se sentir melhor, talvez assim as coisas pudessem se tornar um pouco menos ruins dentro dela quando se lembrasse de ter abandonado a pessoa que ela amava. Talvez ela pudesse se tornar amiga daquela paciente, amigos sempre eram bons em qualquer hora.
- O que você acha... – Bella começou, mas antes que ela começasse a dar voz a suas idéias, gritos de Catherine ecoaram pela casa.
Catherine gritava por sua mãe, um desespero estava muito evidente em sua voz, assim como um choro.
Edward foi o primeiro a pular da cama. Ele demorou uma pequena fração de segundos para colocar a calça que estava no chão e então sair do quarto. Bella estava logo atrás dele com todos os seus pensamentos transformados em medo. Ela só conseguiu se acalmar quando a porta do quarto de Catherine foi aberta mostrando que a menina estava se debatendo na cama, ela estava tendo apenas um pesadelo.
Edward se congelou na entrada da porta tentando se controlar. Quando escutou Cathy gritando ele pensou que tivesse um ladrão ou qualquer coisa do gênero tentando fazer mal a sua filha, e por conta disso tinha uma alta dose de adrenalina correndo em suas veias, estava pronto para acabar com qualquer coisa que ele tocasse. Por conta disso, ele preferiu voltar a se acalmar antes que resolvesse voltar a se mover.
Bella parecia bem melhor que ele. Por mais que o medo de alguém está fazendo mal a Cathy, ela tinha em seus pensamentos apenas um objetivo, e ele era ter a filha em seus braços.
Quando Edward voltou ao seu controle, Bella já estava sentada na cama e abraçando Catherine tentando acalmá-la.
A menina já tinha acordado, mas ainda gritava e chorava sem parar. A medida que se sentia confortada no calor que apenas a mãe pode oferecer, Cathy já deixava de soluçar e gritar, e quando escutou a voz de Edward pedindo que se acalmasse, ela conseguiu se recuperar a respiração ofegante.
- O que foi meu amor? – Bella perguntou passando a mão na costa a filha.
- Foi horrível mamãe – Cathy respondeu – Me promete que nunca vai esquecer de mim, por favor. Eu não quero que você e nem meu pai esqueçam de mim.
- Claro que não vamos esquecer de você Cathy – Edward que respondeu tocando a mão dela – Nunca.
- Mesmo se eu morrer? – Ela perguntou.
- Você não vai morrer Cathy, não pense uma coisa dessas, filha – Bella respondeu – Foi só um pesadelo. Ok? Esquece dele. Eu e seu pai estamos aqui com você agora. Não precisa ter medo.
- Mas foi horrível, mamãe. Estava tudo escuro e quente, eu não sentia nadinha, e de repente você e meu pai estavam abraçados e chorando. Eu não gostei de ver vocês dois daquele jeito, então comecei a pedir que vocês parassem de chorar, mas vocês não me escutavam nem me viam. Ai eu vi que eu tava deitada na cama...
- Esquece Catherine – Bella pediu. Não suportando ver a cena que a filha descrevia. Seria um pesadelo imaginar que algo como aquilo teria acontecido, mesmo sendo apenas um pesadelo. Bella não queria nem pensar na hipótese de algo acontecer com a filha, e Edward parecia dividir do mesmo pensamento.
- Já passou Cathy, eu e sua mãe não vamos deixar que nada acontecer com você, ok? – Edward falou. Ele abraçou Bella e Catherine e depois as soltou – Não precisa ter medo.
- O senhor vai dormir aqui hoje? – Cathy perguntou vendo que o pai estava sem camisa.
Edward olhou sugestivamente para Bella. Que resposta ele poderia dar? A principio ele iria sim passar a noite ali, mas era segredo até para Cathy.
- Você quer que seu pai fique? – Bella perguntou.
- Quero dormir com vocês dois. Não quero mais ter pesadelos – Cathy respondeu olhando para a mãe com aquele olhar de criança abandonada.
- Então você e seu pai vão dormir no meu quarto. Ok? Sem mais pesadelos essa noite – Bella afirmou dando um sorriso disfarçado para Edward – Agora esquece esse pesadelo Cathy, já passou.
Cathy pareceu acreditar nas palavras da mãe e do pai. A menina adorou a idéia de poder passar uma noite como aquele protegido pelos pais, ainda estava assustada com as terríveis imagens que rondavam sua mente a lembrando do pesadelo. Fora sem duvida a pior coisa que já tinha vivido em toda a sua vida. Cathy crescera com uma imagem muito ruim da morte, e aquela fora a primeira vez que pensara que aquilo poderia ocorrer com ela, por isso ela ficou ainda mais assustada. Não que ela se visse como algo imortal, mas ela simplesmente não imaginava que aquilo pudesse chegar tão perto dela, mesmo em um pesadelo.
Bella era outra que estava assustada. Catherine nunca foi o tipo de criança que tem pesadelos ou problemas para dormir. Catherine tinha uma imaginação muito boa, e seus sonhos sempre os mais coloridos, não havia razão para a menina ter aquele tipo de pesadelo, e por conta disso ela estava com medo. Bella estava apavorada, as mais inaceitáveis idéias passavam pela sua mente. E se aquilo fosse alguma espécie de aviso? Ou se fosse alguma espécie de previsão, ou qualquer coisa do gênero? Bella preferia deixar aquelas idéias passarem a deixar que alguma delas firmassem raízes em sua imaginação e a deixassem louca.
Edward era o que mais parecia não dar valor ao pesadelo. Ele realmente acreditava que a vida não poderia lhe causar mais nada, não seria justo ele e Bella passarem por qualquer tipo de sofrimento depois de passarem pelo o que passaram. O ruivo acreditava que aquilo era apenas um pesadelo sem significado, até porque ele não permitiria que nada acontecesse com sua filha.
Não demorou muito para que os três se vissem acomodados na cama de casal do quarto de Bella. A cena que se via era de uma família pequena e feliz, que não tinha preocupações e se amava mais que tudo na vida. Bom, a cena transmitia uma mensagem quase verdadeira, pois o casal se amava, mas não deixava que os outros soubessem.
Catherine deitava encostado no corpo do pai, sendo abraçada por ele enquanto segurava a mão da mãe. A menina não poderia estar mais feliz, o pesadelo parecia ter sido esquecido em alguma parte de sua mente, e ela estava aproveitando a magnitude daquele dia tão feliz.
Bella usava a mão livre para poder manter um contato com Edward, e sorria ao contemplar a imagem de pai e filha dormindo abraçados bem ao seu lado. Bella não sabia como era bom estar em uma situação que Catherine vivia naquele momento, Charlie nunca foi o tipo de pai que a colocava para dormir, mas a morena gostava de imaginar que era uma sensação boa.
- Sabe? – Cathy suspirou – A nossa família ta quase completa.
- Quase completa? – Edward perguntou.
- Só falta a minha irmãzinha – Cathy explicou.
- Sua irmãzinha? – Edward voltou a perguntar – Bella, eu não conheço sua outra filha.
- É a Fanny, papai – Catherine explicou sorrido – Minha mãe não tem outro bebê ainda, e eu falei para ela que eu quero uma irmãozinho, não uma irmãzinha.
- A Fanny é sua irmã? – Bella perguntou fingindo está séria.
- É sim, cadê ela? Deixa ela dormir com a gente, mãe, por favor.
Fim do Capitulo.
A Bella teve uma filha e esqueceram de avisar =D. Ah mas quem consegue negar a familiariedade com uma coisinha tão fofa como uma cadelinha pequena e gordinha como uma poddle que deve ser a Fanny... Eu adooooooooro.
Bom, o que vocês acharam?
No próximo capitulo eles dois vão ter a casa só pra eles, sem ninguém para escultar nada... só a Fanny, mas ela sabe guardar os segredos.
Danny Cullen: O Demetri vai ter o que merece da pessoa que aparecer na hora certa. Bom, a Tanya não vai dar em cima do Edward, eles vão ficar muito amigos e ele vai ajudar muito ela, e a Bella vai ficar meio chateada com uma coisa... Bom, tudo é possivel...
amanda wasconcelos: Edward ciumento é lindo mesmo.. eu adoro. Bom, o que você achou desse capitulo?
Fee Furtado: A Tanya deve ta sofrendo mesmo, mas pelo menos ela vai fazer uma amizade bacana com o Edward, e vai encontrar alguém... Bom, eu espero que tenha gostado.
Juliaah: Que bom que você gostou.
Maarii: Ahh se prepare que eu posso postar a qualquer hora... mas eu sábado vai ter outro, pode esperar. Bom, o que você achou desse?
Camilinha EGO: O Demetri vai apanhar só na hora certa... a Tanya é bacana, ela vai ser amiga da Bella futuramente.
Cullen B. O Demetri é um ser que merece um bom chá de acorda... A Tanya é uma pessoa legal... E se eu trabalhasse com o Edward... sérias coisas poderiam acontecer.
Camila: Adoro quando dizem que amam essa fic. Bom, ai está, volto com mais sábado.
PooshMarie: Bom, ai está. =D
Gibeluh: O Demetri vai ter o que merece, só espera a hora certa.
Mione 03: Não vai ter nenhum caso entre o Edward e a Tânya, eles vão ser apenas amigos e ele vai ajudar muito ela... Verdade que o Edward e a Bella vão brigar por causa da Tanya, mas é por uma outra coisa onde os dois vão estar errados.
Beijos até sábado...
