Dores de fevereiro
- O que é isso? – Cho perguntou.
Harry, lendo em seu sofá, olhou-a por cima do livro.
- Isso o quê?
- Esse livro. Poesia. Desde quando você gosta de poesia?
- Desde... agora. Resolvi dar uma chance.
- Ultimamente você anda dando chances demais a coisas novas - ela desapareceu pelo corredor.
Tinha sido impressão de Harry ou havia algo de acusatório no tom dela?
- O que você quer dizer? O que você quer dizer, Cho?
Ela ignorou-o. Voltou lá de dentro pouco depois, carregando sua bolsa.
- Vou embora. É fim de semana, você passou a semana inteira longe de mim e nem se importa que eu esteja aqui agora. – ela estava brava – Sem falar no último mês, que você passou como se fosse um zumbi, Harry. O que está acontecendo?
- Nada.
- Nada? Vai se ferrar! – ela se dirigiu até a porta.
- Cho! - ela estava irritada e brava demais para seus padrões. Definitivamente algo estava errado – Cho, esp...
- O QUÊ? – ela voltou-se novamente para ele – VAI ME DAR OUTRA DESCULPA?
- Eu não dou desculpas, eu falo a verdade!
- MENTIROSO! – ela estava bem próxima de Harry, numa discussão violenta – APOSTO QUE ESTÁ TENDO UM CASO POR AÍ. QUEM É ELA? AQUELA SUMMER?
- Cho!
- NÃO SOU BURRA, HARRY! – ela se atirou no sofá e escondeu o rosto nas mãos. Só voltou a falar minutos depois, quando estava calma. Harry ficou o tempo todo parado ao lado dela, no silêncio tenso, sem dizer nada – Quando sairmos de férias, vamos viajar e arrumar nossas vidas.
- Férias?
- É, Harry, férias! A gente sempre sai de férias na mesma época, em meados de fevereiro, lembra?
- Claro – seu tom não foi muito firme.
Cho o encarou muito séria.
- Você esqueceu – afirmou.
- Não, não, é só que... eu não estava planejando sair de férias agora. Eu nem pedi para sair de férias.
- Então, peça, Harry! Nós vamos viajar.
- Nós... vamos?
- Sim!
- Desde quando?
- Ano passado. Eu falei com você sobre isso e você concordou que eu planejasse todos os detalhes, lembra?
Não, ele não lembrava. Andava tão atordoado nos últimos meses que não prestava atenção em detalhes como esse.
- Claro que lembro, mas... Eu acho que esse não é um bom momento para férias, Cho. As coisas andam difíceis no trabalho, ninguém está saindo de férias no momento – aquela era uma mentira deslavada.
- Que eu saiba o Draco está de férias, não está? – o tom dela era duro - Você mesmo comentou isso.
Merda!
- Mas ele planejou as férias dele há meses.
- Exatamente como você deveria ter feito. Quer saber – ela se levantou – fica aí. Eu vou sozinha. Vai ser bom passar um tempo longe e pensar na nossa relação.
- Não foi isso que eu quis dizer, Cho, eu só...
- Passar bem, Harry – ela saiu e bateu a porta.
- Droga!
Por que eles sempre tinham que brigar?
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No fim daquela primeira semana de fevereiro, Draco Malfoy voltou de suas férias com um sorriso no rosto e um monte de histórias para contar. Havia, segundo ele, encontrado a mulher da sua vida. Conhecendo Draco como Harry conhecia, ele sabia que a tal Ludivine, a francesa que ele estava namorando, seria a mulher da vida de Draco por apenas um ou dois meses.
À tarde, quando Harry fumava na varanda do andar em que trabalhava, Draco apareceu ao seu lado com uma xícara de chá nas mãos. Discutiram sobre o projeto em que estavam trabalhando e também sobre os feriados do fim do ano.
- Meu Ano Novo foi sensacional! – Draco exclamou – Conheci a Ludivine, só por isso eu já ganhei o ano. Mas o Natal... meu Natal foi ruim pra cacete!
- Você ficou aqui em Londres, né?
- Fiquei, Harry. Sozinho. Quer dizer, não tão sozinho, porque eu saí e acabei arrumando companhia. Fui lá naquele clube de strip.
- O Red Cabaret? – Harry se interessou.
- Esse mesmo. Aquela ruivinha bonita estava lá. Ela que me atendeu.
- A Gina?
- Gina...? – Draco franziu a testa – Ah, sim, esse é o verdadeiro nome dela. Gina, Guinevere... dá no mesmo. Vou te dizer, aquela mulher é sensacional na cama!
- Como você sabe? – Harry vomitou as palavras. Porra, pensou, que eles não tenham transado.
- Porque acabei levando-a para o meu apartamento e aí você já sabe o que aconteceu – Draco, sorrindo maliciosamente pela lembrando da longínqua noite com Gina, deu uma batidinha nas costas de Harry. – Melhor eu voltar ao trabalho.
Harry, com o maxilar trancado de raiva, viu Draco lhe dar as costas e desaparecer de vista. Sua palavra para definir Draco tinha mudado. Agora era traidor.
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- São dois filhos da puta! – Harry falou consigo mesmo enquanto dirigia pela madrugada para pegar Gina no trabalho – Os dois! Dois traidores. Dois filhos da puta! Ele não conseguia parar de pensar em Draco e Gina juntos. Com tantos homens no mundo ela tinha que ter dormido justamente com seu melhor amigo? Essa era uma punhalada nas costas!
E Draco, ah, Harry estava com vontade de quebrar sua cara! Ele não sabia que Harry estava tendo um caso com Gina, mas mesmo assim... Com tantas mulheres naquele clube, por que ele colocou os olhos gordos justo em Gina?
Talvez, uma vozinha na mente de Harry respondeu, porque ela lhe deu bola.
- Foda-se! – gritou estacionando o carro. Que se danasse qualquer justificativa, ele estava com uma raiva do caralho!
Quando Gina entrou em seu carro toda sorridente, Harry não a olhou e muito menos falou com ela. Deu a partida e dirigiu de volta ao seu apartamento com a ira crescendo no peito. Estava com ódio de Draco, mas com um ódio maior ainda de Gina por ela ter aberto as pernas para o seu amigo – ela dormia com qualquer um!
- O que foi? – Gina perguntou, passando a mão pelos cabelos de Harry – Parece que tem algo errado.
Ele não respondeu, mas logo, logo ela iria descobrir o que estava errado.
Harry estacionou e subiu as escadas rumo ao seu apartamento sem nem se importar em esperar por Gina, que ficava para trás. Ela tinha percebido a frieza dele e seguia seus passos em silêncio, esperando para saber qual era o problema.
Assim que Harry entrou em sua sala, foi até a janela, abriu-a e acendeu um cigarro. Sua expressão era de pura cólera. Não falou nada.
Gina estava começando a se cansar daquele joguinho de garoto mimado. Se Harry não ia dizer o que estava acontecendo, ela iria embora. Ou talvez... Bem, havia um modo fácil de distrai-lo de quaisquer problemas que o incomodasse.
- Ei – ela se levantou do sofá, tirando o casaco, e foi até Harry -, muda essa cara e vamos nos divertir um pouco – ela beijou o pescoço e tentou abrir a calça dele, mas Harry segurou suas mãos com firmeza e afastou-a de si com certa brutalidade.
- O QUE ESTÁ ACONTECENDO, HARRY? – Gina estourou, irritada.
- TA ACONTECENDO – ele avançou para cima dela, que recuou até o sofá – QUE VOCÊ É UMA PUTA, UMA VAGABUNDA! NÃO SÓ ABRE AS PERNAS PARA QUALQUER UM COMO FAZ QUESTÃO DE DAR PRO MEU MELHOR AMIGO!
- O quê?!
- Eu não acredito, Gina, não acredito! – ele andou como um louco até a cozinha – Com tanto homem por aí, justo o Draco!
- Draco? Que Draco?
- O DRACO, PORRA! – ele gritou lá de dentro. Quando voltou à sala com um copo de uísque nas mãos, que esvaziou em um gole, continuou: – O DRACO DO MEU TRABALHO, COM QUEM VOCÊ TREPOU NO NATAL, NÃO SE LEMBRA?
- Draco? – Gina perguntou mais para si do que para ele. Draco, Draco? No Natal...? Ah, sim, ela se lembrava. O loiro de olhos azuis. Agora que Harry falava, ela realmente o havia visto com ele uma ou duas vezes. – Lembro...
- Me surpreende, porque você dá para tantos que nem deve se lembrar da cara de todos!
Gina assumiu uma expressão muita séria.
- Não é justo você dizer isso, Harry.
- Ah, não? Por quê? É verdade! Você é promíscua e imoral.
- VOCÊ NÃO SABE NADA DA MINHA VIDA!
- EU SEI QUE VOCÊ DEU PRO MEU MELHOR AMIGO! COM TANTOS HOMENS NO MUNDO, ESCOLHEU JUSTO ELE!
- VAI À MERDA!
- FOI BOM? – eles estavam de pé encarando um ao outro com uma fúria quase sólida – GOSTOU DE TREPAR COM ELE?
- VAI SE FUDER, HARRY!
Ela tentou pegar suas coisas para ir embora, mas ele segurou-a e a fez encará-lo.
- EU QUERO SABER! GOSTOU DE TREPAR COM ELE?
- ME LARGA!
- GOSTOU? – ele a sacudia - GOSTOU?
- ADOREI! – ela queria provocá-lo – ELE ME DEU MAIS PRAZER EM UMA NOITE DO QUE VOCÊ EM TODAS ESSAS SEMANAS!
Harry a atirou no sofá, enojado.
- Ah, é? – a voz dele era dura e tinha intenção de ferir – E o que ele fez com você? Te colocou de quatro e te comeu? Te bateu? Porque uma puta como você gosta de apanhar!
- NÃO OUSE ME CHAMAR ASSIM! – ela já estava novamente de pé, o dedo em riste para ele.
- PUTA! PUTA! É ISSO QUE VOCÊ É: UMA PUTA!
Gina se abaixou e pegou o copo que antes Harry havia deixado sobre a mesinha de centro. Se ele não tivesse saído do caminho, o copo que Gina atirou em sua direção teria partido sua cabeça.
- O QUE VOCÊS FIZERAM? – Harry continuou, a raiva saindo de cada poro – COMO É QUE FOI? EU QUERO SABER!
- QUER? QUER MESMO?
- QUERO! - Eles pareciam competir para ver quem gritava mais alto. Harry até se esqueceu dos vizinhos.
- ELE ME COLOCOU CONTRA A PAREDE E TRANSOU COMIGO COMO VOCÊ NUNCA TRANSOU! DEPOIS A GENTE FOI PRO SOFÁ E ELE METEU POR TRÁS, COMO UMA BOA PUTA DEIXARIA UM HOMEM FAZER – havia lágrimas de raiva nos olhos de Gina. Harry não disse nada, mas continuou olhando-a com um ódio crescente – Por que é isso que eu sou não é, Harry? Uma puta? É isso que você pensa de mim e pensou em todos os dias em que dormiu na minha casa e na minha cama!
Ela pegou sua bolsa e seu casaco e se dirigiu à porta. No último instante, voltou-se novamente para ele:
- QUER SABER? SEU AMIGUINHO É MUITO MAIS HOMEM DO QUE VOCÊ JAMAIS VAI SER! ELE SABE COMO TRATAR UMA MULHER, NÃO É UM...
Paf! A mão de Harry subiu e desceu no ar, estalando no rosto de Gina quando ele estava próximo o suficiente dela.
O tapa que ele lhe deu não apenas a calou, mas também a fez perder momentaneamente o equilíbrio. Quando ela o fitou, a mão escondendo a face esquerda em que ele havia batido, seus olhos estavam molhados pelas lágrimas que eram tanto de raiva quanto pela ardência dolorosa que a bofetada tinha causado.
Eles ficaram se encarando por um longo momento; era difícil dizer quem parecia ter mais ódio um do outro. Então, de súbito, Gina saiu porta afora sem olhar para trás.
Harry precisou de um par de minutos para se dar conta do que tinha acontecido e do que havia feito. Quando saiu em disparada atrás dela, a raiva que sentia era por si mesmo.
Xingando mentalmente, desceu as escadas de seu prédio correndo para chegar logo à rua. O ar frio da noite o atingiu causando incômodo, mas ele não se importou com isso. Olhou de um lado para o outro, para cima e para baixo, procurando...
- Gina – um ponto ruivo, iluminado pela luz do poste, estava encostado contra uma parede metros à frente. Sem pensar duas vezes, ele correu até ela – GINA!
Quando ela viu que Harry se aproximava, secou suas lágrimas e se apressou pela rua. Porém ele alcançou-a sem dificuldades.
- ME LARGA! – ela gritou quando ele a segurou – ME SOLTA, ME DEIXA EM PAZ!
- Desculpa, desculpa – ele implorava. – Eu não quis te bater, eu nunca...
- É CLARO QUE VOCÊ QUIS! – ela ainda tentava se soltar – SE NÃO QUISESSE, NÃO TERIA FEITO! ME LARGA, HARRY!
Antes que acordasse a rua inteira, ele a soltou. Gina chegou a cair para trás quando se viu bruscamente livre dele, mas logo se levantou e continuou caminhando. Harry foi atrás dela.
- Gina, me desculpa! Eu juro que não foi minha intenção!
- O QUE NÃO FOI SUA INTENÇÃO? – ela, andando com pressa, secou mais lágrimas – ME XINGAR, ME HUMILHAR OU ME BATER?
- Nada foi minha intenção, me perdoa!
Gina virou-se para ele.
- Você não é nada meu, NADA! Não tem o direito de me cobrar nada, muito menos de exigir explicações sobre com quem eu transo ou não!
- Eu sei, me desculpa. Prometo...
- Eu nunca gostei que um homem levantasse a mão pra mim. Nunca! Nem o meu pai me batia! Se acha que eu vou deixar um riquinho cheio de si como você me humilhar, está muito enganado, Harry Potter! – ela recomeçou a andar, cruzando uma esquina.
- Gina!
- NÃO QUERO TE VER NUNCA MAIS! ME ESQUECE!
Ela começou a correr. Harry não a seguiu, sabia que não adiantaria nada. Não naquela noite, quando ele tinha sido tão idiota.
Recado:
Nossa, que briga horrível! Ela realmente me incomodou, o Harry disse umas coisas muito tristes para a Gina. Capítulos assim me deixam exausta. Eu sinto que não tenho nenhum controle sobre eles - é como se eu fosse não a criadora da história, mas apenas a narradora e tivesse que me ater à verdade. Às vezes os personagens dizem/fazem coisas que eu não aprovo, mas mudar isso signica mudar a natureza ou personalidade deles, o que definitivamente não posso fazer.
Mudando de assunto, eu fui selecionada para a 2ª etapa da Premiação Potter Fics. Agradeço aos que votaram em mim na 1ª etapa e peço que votem novamente agora. Mais uma vez, o link para a votação está no meu blog (tire os espaços: www. lannilu. blogspot. com), passem lá e me ajudem a ganhar esse concurso, por favor!
Abraços enormes e carinhosos,
Lanni.
Respondendo as reviews:
ooo patricia_daw: Não, a Gina não sumiu, mas está por aí dando dores de cabeça ao Harry. Olha, fica tranquila que ela não tem nenhuma doença incurável não, ou seja, a vida dela não está com o tempo contado, rsrs. Obrigada pela review e até a próxima. Beijo!
ooo Pedro Henrique Freitas: A Cho está mais do que desconfiada do Harry, ela está praticamente certa que ele está traindo-a. Ela vê, mas não quer enxergar.
Também "não sei se dá pra concordar inteiramente (com o modo da Luna pensar)", mas de qualquer forma é o pensamento dela - na verdade é o meu pensamento, mas é o ponto de vista da Luna no meu pensamento - então é melhor deixá-la com suas certezas. Beijo, Pedro!
ooo Marininha Potter: Não acho que a Gina seja vadia nem puta, mas ela (conheço-a melhor do que os leitores) é promíscua e meio vagabunda - são as falhas inegáveis dela. Não há nada que eu possa fazer sobre isso, mas ela ainda tem uma longa jornada pela frente.
Acho que a Luna é liberal demais com o Rolf e a Gina, mas ela é assim. Como eu disse no meu recado, se eu mudar a fic (por mais que discorde de alguma coisa) eu mudaria a natureza ou a personalidade dos personagens e isso não é algo que eu possa fazer. Eles são o que são, com suas falhas e qualidades.
Sobre a Gina e a Luna, bem, eu tenho certeza que elas já se envolveram e ainda tem algum tipo de caso, mas não sei se posso rotular a sexualidade da Gina - a Luna, eu tenho certeza, só gosta de homens e vagamente da Gina -, porque ela não gostaria disso. Quero dizer, não sei a frequência exata com que ela fica com mulheres (pouca, de qualquer forma) nem me interessa, isso é coisa da Gina, então vou tentar deixar sempre as coisas vagas para os leitores decidirem o que quiserem - se eu não sei exatamente qual é a da Gina, então não posso dar uma resposta definitiva aos leitores, de forma que vocês podem pensar o que quiserem. Como eu falei também no meu recado, sinto que sou não a criadora dessa história, mas apenas a narradora, como se os personagens realmente vivessem tudo isso e minha função fosse apenas contar as coisas. Então acho que nem sempre terei resposta para tudo, mas sempre terei algo perto disso.
O Harry começa a gostar da Gina, mas ele sempre vai ter problemas com isso porque é possessivo e a Gina gosta da liberdade. Harry nunca, nunca a terá por completo. Mas, como você mesma disse, vai ver a Gina não muda? Acho que tem chances disso acontecer, grandes chances, mas talvez não seja uma mudança tão brusca quanto o Harry gostaria. De qualquer forma, o final da fic será, ao meu ver, feliz - ou quase isso. Repito: a Gina (e o Harry também) tem uma longa jornada pela frente. Beijo!
ooo Lella Sartori: "Eu imagino o quanto de gente pode se identificar com o Harry, o desta fic pelo menos, e como algumas simplesmente NÃO dizer, percebem a situação em que estão e não fazem nada para mudar". O Harry é, na verdade, sob esse aspecto de estar totalmente perdido e não saber o que fazer com sua vida, inspirado em mim. Quando eu comecei a escrever a fic, acho que foi mais para provar certas coisas através dos personagens. Eu consegui provar a mim mesma tudo o que queria, mas isso não se deu pela fic e sim pela vida real. Além do mais, eu consegui sair da inércia em que o Harry está e que também sairá um dia. Acho que é tão difícil se encontrar quando se é jovem demais - agora falando da fic, o Harry já não é tão jovem assim afinal. Grande abraço!
ooo Grace Black: Harry, além de hipócrita, é possessivo. A briga dele com a Gina foi, para mim, muito triste. É ruim ver personagens que você ama machucando propositalmente um ao outro. Obrigada pela review e até a próxima. Beijo!
ooo Kellysds: A Gina surpreende? Surpreende pelas sua atitudes? Acho que ela é um tanto promíscua vezenquando - quero dizer, eu sei mais dela do que os leitores.
"Eu adorei a Luna, acho ela uma personagem difícil, a sinceridade e perspicácia dela são fascinante e vc a manteve autentica. Parabéns." Também acho a Luna "difícil" - ela tem sangue de barata, não é possível! Acho-a liberal demais. Sei lá...
Obrigada pelos votos para a fic, espero continuar te vendo por aqui. Beijo!
ooo Debora Souza: Olá! Bem, a fic será longa porque os personagens tem uma longa jornada e muito o que viver juntos, então tome fôlego porque as coisas estão longe de acabar.
Luna e Harry definitivamente é possível, mas você sabe como é: só porque é possível não significa que vá acontecer. Se acontecer não será por agora - ou seja, deve (disse deve, não que vai) acontecer mais tarde. De qualquer forma, também "acho que eles dariam certo num pequeno casinho". Abraço!
ooo Lucy Diamondss: Põe moderninha nisso! E a Gina também é, é claro. Até demais. Beijo!
ooo gigiovana: Obrigada! Agradeço pelas palavras tão gentis. A Cho, no fundo, no fundo, sabe sobre o Harry, mas não quer enxergar. É difícil, porque ela o ama muito. Quanto a Gina, bem, ela é a Gina: quer viver tudo intensamente. Beijo!
