Capítulo 20: Rumores.

– Desculpe se te acordei, meu amigo – Albus falou para a fênix mal-humorada encarando-o intensamente de cima de seu poleiro. Ele tinha feito o mínimo de barulho possível ao retornar para seus aposentos naquela noite, mas os ouvidos de Fawkes eram aguçados demais para não o terem acordado. – Apenas volte a dormir.

Era madrugada e ele tinha ingerido uma considerável quantidade de álcool de má procedência na sua breve visita noturna ao irmão, unicamente porque Aberforth se recusava a conversar com ele em seu trabalho se este não estivesse consumindo algo. Albus nunca entendeu se isso era de todo uma das brincadeiras rudes do outro, mas o copo cheio lhe garantia o mínimo de cordialidade possível.

Com o tempo o barman estava gradativamente se tornando menos agressivo e até receptivo em alguns pontos, exceto nas vezes em que o assunto convergia para qualquer coisa que pudesse se relacionar com Ariana. Aí era melhor ir andando para escapar da enxurrada de insultos e acusações, que de certa forma ele ainda julgava merecidos. E pra bem da verdade o Dumbledore mais velho não esperava que isso fosse completamente superado algum dia.

De qualquer modo, o professor vinha notando que o relacionamento deles estava indo razoavelmente bem se comparado com outrora. Sua paciência e insistência em conquistar a amizade do outro estava, ainda que muito lentamente, rendendo frutos.

Ou talvez fosse apenas mais um delírio otimista gerado por seu estado de espírito exaltado. Esse pensamento fez Albus rir enquanto vestia seu pijama listrado, a bebida barata lhe causando uma sonolência quente que agora não era tão ruim, mas ele sabia que na manhã seguinte se transformaria numa dor de cabeça nada agradável. Todavia, era difícil não se sentir otimista agora.

Escovou os dentes e se aconchegou na cama sob as cobertas. Sentiu uma pontada de culpa por ficar tão satisfeito com a preocupação genuína de Minerva. Era egoísta e irracionalmente gratificante saber que havia alguém que se importava tanto com ele, ainda mais esse alguém em especial.

Suspirou e fechou os olhos tentando recriar os detalhes de seu rosto na mente, quando ouviu batidas na porta. Relutantemente se levantou e calçou as pantufas, mas não se deu ao trabalho de vestir um roupão por cima do pijama. Por Mérlin, que não fosse alguma emergência e que nenhum de seus grifinórios estivesse doente... Atravessou a sala, deu pela falta de seu colega de quarto e, pela janela aberta, concluiu que Fawkes devia ter desistido de dormir em casa esta noite.

Bateram na porta novamente e ele se sobressaltou ao ver o quanto as batidas eram familiares. Mas eles tinham se visto há poucas horas, então o que ela poderia ter de tão urgente para aparecer sem aviso e tão tarde da noite?

Tão logo ele abriu a porta e deu de cara com Minerva, compreendeu seu motivo.

A garota tinha o cabelo solto e levemente molhado caindo sobre o roupão de tartan que, displicentemente frouxo, revelava grande parte do decote rendado da camisola de seda na cor champanhe. A pele pálida e os lábios rosados, do batom cujo gosto ele tinha aprendido a amar nos últimos dias. Ele quase perguntou o que ela estava fazendo ali, mas os olhos castanhos estavam muito determinados e famintos para aceitar contestações. E pra bem da verdade Dumbledore não tinha mesmo a mínima vontade de contestá-la.

Ele não estava de todo surpreso com a atitude dela, na verdade havia uma parte não tão pequena de si que estava torcendo para que algo assim acontecesse. O que o chocou foi sua própria reação de submissão contente quando silenciosamente deu espaço para que ela entrasse, para depois ir checar o corredor lá fora para ter certeza de que ninguém presenciara a cena, e então trancar a porta. Se por algum momento pensou em mandá-la embora, foi um pensamento muito fraco e muito rápido.

Quando se virou de volta para a moça ela já não tinha o roupão. Minerva não disse palavra alguma, apenas encarou-o desafiadoramente e desceu uma alça pelo ombro, depois a outra. Deixou que o tecido escorregasse, mas a camisola se prendeu aos quadris largos, fazendo com que ela os movesse de maneira incrivelmente sensual para que a peça de roupa a soltasse.

E Albus ofegou.

A lingerie era cor-de-rosa como seus lábios e devia estar um pouco apertada nos seios, porque eles pareciam querer saltar para fora. Os pés femininos, agora descalços, vagaram pelo chão de pedra até ele torturante e lentamente. O professor não conseguiu esperar que ela terminasse o caminho, ao contrário, acabou com a distância entre ambos num único passo e abraçou-a com força. Enlaçaram-se num beijo feroz e que não se desfez enquanto caminhavam trôpegos até o quarto.

Em pé e ao lado da cama ela estacou, suas mãos pequenas nos botões da camisa do pijama dele, que logo estava jogada no chão. Abriu um sorriso ao ver as sardas espalhadas pelos ombros dele, lembrança do quanto o homem era ruivo. Então correu as mãos espalmadas sobre o peito largo, seguindo o caminho dos pêlos de um vermelho mais escuro que o do cabelo e a barba até onde ele se estreitava, descendo abaixo do umbigo numa linha sugestiva até sumir no cós da calça. Mas mudou de rumo, dando a volta no abdômen e se fincando nas espáduas.

Barriga contra barriga, coxa contra coxa. E Dumbledore nunca havia sentido suas calças tão desconfortáveis antes. Outro beijo, que ele escorregou pelo pescoço dela enquanto explorava o corpo da moça com as mãos. Minerva por sua vez apertava-se a ele, aos suspiros, arranhando-o de leve nas costas.

Deitaram-se na cama, ainda abraçados.

A garota chamou-o pelo nome, primeira palavra dita desde que entrara por aquela porta, e ele levantou o olhar com medo que ela pudesse ter mudado de idéia. Encarando a vastidão daqueles olhos castanhos, encontrou apenas a recíproca de seu próprio desejo. Mais que isso, confirmação absoluta de sua completa felicidade, ela moveu os lábios e disse:

– Eu te amo.

Então Albus acordou com o peito arfante e um nome nos lábios, tão suado que o corpo se grudava ao lençol. A luz do nascente, ainda fraca e alaranjada, entrava por uma fresta aberta da cortina azul-escura, criando um magro e alongado retângulo de claridade na parede oposta. Sua cabeça doía e na boca havia um gosto horrível, da já esperada ressaca. Mas o que realmente o deixou perturbado foi voltar à realidade: ninguém havia batido na porta noite passada.

Sim, tudo tinha sido só um sonho. Mais um deles, na verdade.

Suspirou profundamente, afastou as cobertas, olhou pra baixo e, com certa vergonha mas nenhuma surpresa, constatou o óbvio. Desistindo de dormir as poucas horas que lhe restavam da manhã, se levantou e foi tomar um longo banho frio.

E se Dumbledore dormiu pouco naquela noite, Minerva acordou atrasada. Algo incomum, uma vez que ela normalmente estava entre as primeiras a levantar e ir, junto com as colegas, tomar café com calma antes que as mesas estivessem lotadas. Mas hoje tivera de se esquivar dos grupos barulhentos e inquietos de alunos mais novos no salão comunal e abrir caminho quase à força no corredor, porque as pessoas que conversavam lado a lado tinham a mania irritante de fazê-lo devagar e sem dar nenhuma brecha para que passasse por entre elas.

Num dia comum isso teria sido bastante para abalar seu já instável bom-humor matinal, mas hoje não. Isso porque na noite anterior ela teve sonhos ligeiramente parecidos com o de seu professor de Transfiguração, só que um pouco mais inocentes e sem tanta riqueza de detalhes. Pouco mais que reviver os beijos intensos do último encontro e imaginar os próximos e, ainda assim, mais que o suficiente para encher-lhe de suspiros e dar-lhe um belo sorriso à caminho do Salão Principal naquela manhã.

Mas isso estava destinado a não durar muito.

Atravessou as grandes portas, passando por alguns estudantes mais adiantados que já vinham da direção contrária depois de terminarem a refeição. Como sempre acontecia quando cruzava por um aglomerado de gente, teve a sensação desconfortável de estar sendo observada, e também a timidez necessária para não olhar para trás para poder confirmar isso.

Estou certa de que você, caro leitor, sabe de que estou falando. Provavelmente já sentiu o mesmo e riu-se disso, dando tudo por uma paranóia momentânea... mas dessa vez não era o caso e você já verá o porquê.

Bridget estava na mesa da Lufa-Lufa se ocupando de ser a namorada e sombra de Desmond O'Malley, Dayse não estava presente e, ainda que estivesse, Minerva não estava falando com ela. Portanto a morena optou por sentar-se próxima das demais meninas do mesmo mesmo ano, mas por algum motivo que ela não entendeu imediatamente foi só se aproximar que a conversa morreu, dando lugar a um silêncio tenso e delatório. E McGonagall cumprimentou-as, novamente forçando-se a não reparar na fina camada de constrangimento que cobria o sorriso comedido das colegas, que porém durou pouco porque elas logo se puseram a falar animadamente sobre o passeio em Hogsmead no dia seguinte e seus respectivos encontros na ocasião. Mas nossa heroína só prestava meia atenção nelas, o olhar de canto se espichando na direção de alguém que também a observava da mesa dos funcionários.

Por sua vez, em seu lugar do outro lado do salão, Albus corou profusamente, ainda sob o efeito do sonho da noite anterior e voltou o olhar para suas torradas cobertas por uma quantidade assustadora de geléia de amora. No entanto a monitora-chefe não o encarou tempo suficiente para perceber isso, mas quando olhou em volta para disfarçar o que realmente tinha lhe chamado a atenção notou que mais duas ou três das conversas mais acaloradas haviam parado de repente e algumas garotas dos últimos anos, na maioria sonserinas, tinham pra com ela um olhar especialmente fixo. Franziu o cenho, tentando afastar de si o pensamento do possível motivo disso. Era esperta demais para já não ter entendido tudo... Mas não, não podia ser o que ela estava pensando.

– E você, Minerva, pretende ir com alguém em especial? – perguntou Cristen, que era uma delas com quem mais costumava conversar, a curiosidade tão gritante que deixava claro que a insinuação não tinha nada de comentário maldoso. Já da meia dúzia de ouvidos apurados em volta ela não podia ter a mesma certeza.

– Não, na verdade eu nem pretendo ir.

E foi só depois da negativa e de notar as diversas reações de surpresa das colegas, algumas misturadas com alívio ou incredulidade, que ela entendeu a profundidade do que estava acontecendo. É, infelizmente era exatamente o que ela tinha pensado.

Maldita Dayse e sua língua grande e equivocada!

Como que para confirmar seus temores, Minerva olhou para a mesa da Sonserina exatamente ao mesmo tempo em que Tom parecia bastante confuso ao conversar com uma colega, e então passava a negar com a cabeça enquanto abria seu mais adorável sorriso torto e tranquilizador. Mas a garota não só não pareceu muito feliz com a resposta que recebeu, como se levantou com um gesto dramático e exagerado e saiu rapidamente do salão, mas não sem antes lançar um olhar assassino para nossa protagonista. E dezenas de outros olhares seguiram o dela, indo pousar em Minerva, que ainda assistia a tudo com seu croissant intocado na mão e um olhar pasmado.

Aha, parece que alguém tinha acabado de se tornar a nova celebridade da escola! E por um motivo tão mentiroso quanto fútil. Logo, não é preciso ser um bom legilimens pra descobrir que a monitora-chefe não ficou nada contente com isso.

Pior de tudo: mais uma olhadela rápida para a mesa dos funcionários bastou para ver Albus, ainda com a cabeça ligeiramente inclinada para poder escutar o que quer que fosse que o Prof. Slughorn estivesse lhe confidenciando ao ouvido, se atrapalhar com as mãos e derramar sua taça de suco sobre a manga das vestes do diretor Dippet. Isso porque o ruivo acabara de saber das novidades mais quentes da escola do pior modo possível e com o bônus de ter de escutar também o amigo se gabar de ter intermediado a união, e quiçá casamento num futuro talvez não muito distante, do casal de alunos mais brilhantes que passaram por Hogwarts em muitos anos.

Ao menos a reação não muito feliz de Armando serviu para que encerrassem o assunto.

[...]

Muito mais tarde, Minerva foi a última a deixar o campo de quadribol, pensando se ainda teria tempo de jantar. Era a segunda refeição para qual se atrasava naquele dia e pelo estado de suas vestes estava considerando seriamente a possibilidade de simplesmente pulá-la e ir direto tomar um bom banho. Não estava propriamente com fome e, caso depois ficasse, sempre lhe restava a agradável opção de dar uma passada na cozinha tarde da noite e, quem sabe assim, encontrar algo mais interessante que um bule de chá e um pote de biscoitos. Talvez chocolate quente e boa companhia, com um pouco de sorte...

Caminhava sem pressa com a vassoura sobre o ombro e as luvas de apanhadora atadas ao pulso da mão livre. Não tinha sido um treino pesado, visto que o próximo jogo ainda estava meio distante, mas não de todo aborrecido. Um bem-vindo afastamento dos cochichos que a seguiram durante o dia, mesmo nas aulas. Não que estivesse realmente preocupada com isso. Explicaria tudo a Albus mais tarde e ele entenderia perfeitamente. Seria capaz de achar graça disso, certamente. Quanto à Dayse, um bom e prolongado tratamento de silêncio daria um jeito na amiga. E os demais colegas, bem, esses não importavam muito mesmo.

Só restava então um porém, e por coincidência ele estava vindo em sua direção justamente nesse exato momento. Sim, tratava-se de Tom Riddle. Era óbvio que mais cedo ou mais tarde o rapaz viria lhe perguntar o que estava acontecendo, e já que ele decidira usar o horário do jantar para fazê-lo agora mesmo, tanto melhor. E, enquanto observava-o se aproximar, a garota começou a ensaiar suas explicações, que constatou com certo pesar que não eram lá muito fáceis de engolir.

Mãos nos bolsos e andar descontraído, hoje no lugar do costumeiro uniforme estava usando negros e elegantíssimos trages formais. Perfumado, barba recém-feita e de cabelo impecavelmente alinhado, ele estava mais bonito do que nunca, se é que isso era mesmo possível. Já nossa jovem morena estava terrivelmente suada, tinha grama e terra sobre a roupa amassada do time e um joelho esfolado que agora estava sangrando.

Chegava a ser uma comparação engraçada.

– McGonagall! – ele cumprimentou com seu costumeiro sorriso milimetricamente entusiasmado por reencontrá-la.

– Olá, Riddle – a outra respondeu, instintivamente ajeitando a cabeleira negra e desgrenhada pelas recente corridas de vassoura e o insistente vento noturno. – Se veio tentar descobrir nossas jogadas secretas, saiba que chegou atrasado.

Ele não se preocupou em rir, mas entrou na brincadeira forjando uma careta de decepção e dando um soco pouco convincente no ar.

– Ah, que droga de espião eu sou! – ainda esperou um breve instante antes de mudar de assunto. – Não, vim apenas dar uma palavrinha com você antes de ter que me juntar aos outros...

– No Clube do Slugue – McGonagall completou com um gesto de indiferença da mão que segurava as luvas. Tanta produção só podia mesmo ser para uma festa, especialmente essas do Prof. Slughorn onde Tom figurava sempre como astro principal. – É, eu sei, também recebi o convite. E fico feliz que tenha caído num dia de treino pra eu ter uma desculpa de verdade pra poder usar dessa vez.

Dessas vez ele realmente riu, mas só porque agora ela não estava mais brincando. Continuou andando no mesmo ritmo deliberadamente lento, que a forçava a diminuir o passo também, e escrutinando-a fixamente de um jeito especialmente incômodo.

E Minerva já estava pronta para abordar o tema que realmente interessava a ambos quando foi ele que o fez e, como sempre, em tom de chiste.

– Então, nós estamos saindo? – o sonserino disse assim, sem rodeios. O sorriso torto era completamente ambíguo, mas havia qualquer coisa de divertimento na voz. – Porque eu acho que eu deveria ter sido um dos primeiros a saber.

– Definitivamente não – Minerva literalmente sibilou, assim que conseguiu parar de abrir e fechar a boca e realmente decidiu falar alguma coisa.

– Ah, não imaginei que fosse – dessa vez o garoto riu abertamente e a outra se viu à vontade de lhe fazer uma careta em resposta. – Mesmo assim é bem eficaz.

– Como assim?

– Usar-me para se livrar de O'Malley. Astuto em sua simplicidade, embora eu gostasse de ter sido avisado previamente que faria parte do plano, de preferência por você. Fui informado de um jeito nada sutil, sabe? Acho que o boato correu pelo castelo e eu... Eu tenho, ou melhor, eu tinha uma namorada. – Ele parou por um instante para correr a mão pelos próprios cabelos já muito bem assentados. – Mas graças a você estou solteiro novamente.

Minerva gemeu baixinho e escondeu o rosto com a mão em que ainda levava as luvas.

– E se eu lhe disser que foi tudo um imenso mal-entendido?

– Tudo bem, como quiser – ele deu de ombros. – Só vim mesmo lhe dizer que estou à sua disposição caso queira que eu lhe retribua o favor.

McGonagall olhou-o brevemente, desconfiada. Mas tranquilizou-se mentalmente dizendo a si mesma que o outro estava falando apenas e tão somente de Desmond. Ainda assim tinha qualquer coisa inquietante em Tom, algo que sempre lhe dava a impressão de que ele sempre sabia muito mais do que gostava de demonstrar.

– Obrigada, mas acho que já foi mais que o suficiente. Além disso, todo o resto da população feminina de Hogwarts já deve estar me odiando o suficiente a essa altura.

– Você me superestima.

– Olhe em volta, Riddle. Você teria de procurar muito para encontrar uma garota quem não estivesse suspirando por sua causa.

– Na realidade eu já encontrei. Inclusive tinha esperanças dela me acompanhar à festa desta noite, mas parece que não vai dar mais tempo – o moreno fez então uma curta pausa para consultar o relógio antes de se despedir. – Em todo caso, foi bom falar com você. A gente se vê por aí, Minerva.

– Boa noite e boa festa.

Intrigada, a grifinória apertou o passo em seu caminho na direção do castelo, sem nem se dar conta que o colega a tinha chamado pelo primeiro nome pela primeira vez. Tinha problemas maiores em mente do que o vício de Riddle em ser galante.


NanaTorres: Não gosta da Dayse? Pois saiba que ela é inspirada num personagem real, kkkkk. Irritantemente real, pra bem da verdade...

Uhura: "Lugar mais privado"? Hummm, aguarde. *piscadela marota*

Mamma Corleone: Tenho escrito muita coisa caliente ultimamente, hehe. Acho que devo maneirar nisso...

Nana Snape: Opa, valeu por estar curtindo mais essa fic. Gosto muito desta em especial, e pretendo escrevê-la por um bom tempo.

n/a: Antes de mais nada, mil desculpas por demorar tanto a postar. Mas eu estou com outras fics em andamento e acabei me enrolando. Foi mal mesmo.

Um beijão.