Chapter 21:
- Deixa em paz a James, Snivellus. Não te quero nem a ti nem a suas sujas Artes Escuras em meu amigo.
Uma pulsada de dor atravessou o coração de Severus: apesar de tudo o que tinha passado entre os Marotos e ele, não podia evitar sentir certa tristeza ao se ver tão repudiado por eles. Não disse nada, esperando mais golpes, alguma maldição, quiçá. Não obstante, a forte e poderosa mão de Sirius posou-se em sua nuca, fincando ali suas unhas, enquanto obrigava-lhe a levantar-se.
- Vai-te, Peter. Isto é pessoal. - disse silenciosamente, depois de uns momentos Black. Pelo rabo de olho, Severus atinjo a ver sua malévola mirada posada na de seu amigo, enquanto este ultimo assentia fervorosamente. Se revolveu em seu lugar, inquieto e intranquilo, preocupado por ficar a sozinhas com aquele sujeito.
Suas mãos débeis posaram-se sobre as toscas de seu inimigo, em sua nuca, tentando desfazer-se de sua agarre, mas uma vez mas, o punho de seu opressor golpeio o estomago, intumescendo-o e deixando-o dolorido. Detrás de si, quase colado a seu corpo, Sirius Black rio desquiciado, e Severus, a seu pesar, recordou o maníaco riso de Bellatrix. 'Afinal de contas, são família'.
- Deixa de mover-te. Verdadeiramente vou desfrutar isto. - seu corpo entre a mesa e o rapaz, viu-se apresado completamente, tocando com suas costas seu escultural corpo. E então, Severus sentiu-o: aquela protuberância anómala em sua entreperna parecia augurar algo que o não tinha previsto. Começou a tremer, lívido de medo. Realmente, Black não pensaria…?
Um golpe seco em suas costas fez-lhe dobrar-se, enquanto contraía seu rosto em uma careta de dor; Sim, ia fazê-lo. E Severus pensou que, quiçá, tivesse preferido que fosse Malfoy em vez de Black; aquilo seria demasiado humilhante, demasiado horroroso para ele. Se revolveu como pôde, fazendo armazenamento de sua quase nula energia; a adrenalina em suas veias proporcionava-lhe quiçá um pouco mas de tolerância para seguir adiante.
Mas não conseguiu nada; as costas de Black colada à sua era um topo impossível de saltar, tão receia e forte como era. Sentiu como a zurra de Sirius tocava sua entreperna às apalpadelas, sem lhe ver realmente, desabrochando com torpeza o botão e o zíper de sua calça. Suas mãos tremiam levemente, e Severus perguntou-se se seria excitação ou medo o que sentia.
- Tenta algo e será pior, putita. - sussurro descaradamente o aristocrata em seu ouvido. Sua varinha fincou-se em seus costelas, e, segundos depois, para seu horror, sentiu frio nas pernas, enquanto a calça caia com um ruído surdo.
Escuto aterrorizado como Black murmurava um feitiço de segurança, insonorizava a habitação e o preparava tudo. Seu corpo encrenque baixo o do gryffindor tremia; por sua mente cruzou a ideia de suplicar-lhe, de fazer o que lhe pedia, mas lhe conhecendo o pouco que lhe conhecia, sabia que Black não daria marcha atrás. Não nesse instante.
A suada e quente mão do rapaz baixo também sua cueca, enquanto as lagrimas começavam a formar em seus olhos. Humilhado, prostrado ante esse maroto, Snape não podia deixar de pensar em sua maldita má sorte e nas estranhas perversões de Black, seguramente, coisa de sua família.
Retirando seu peito das costas do slytherin, Sirius incorporou-se. E Severus soube que tinha chegado o momento; com sua bochecha colada à tosca superfície da mesa velha e a mão esquerda de Black aferrando sua nuca, impedindo-lhe mover-se, sentiu como a cabeça de seu pênis tocava sua pele, entre suas nádegas. Um forte coro foi a suas bochechas, enquanto mordia-se o lábio inferior, esperando aquela dor tão intensa.
De uma estocada, Sirius entrou em seu interior. Nada do que tinha tentado se dizer a si mesmo valeu no momento da verdade; Severus gemeu silenciosamente, enquanto sua pele rasgava-se milímetro a milímetro, sentindo fogo em seu esfíncter. Doía, doía muito, mas mais ferido quando seus ouvidos captou, amortecido pela febril inconsciência que tentava lhe engolir em vão, o rouco gemido de prazer de Black.
O rapaz se moveu furiosamente, em cima de si, enquanto uma e outra vez repetia como um possesso que lhe merecia. E se não tivesse sido porque era Black o que lhe dizia aquilo que já sabia, se teria afundado um pouco, mas em tudo esse lodo que cobria sua vida inteira.
Uma e outra vez, o pênis do garoto entrava e saía ritmicamente, aumentando aquele dance do demônio por momentos. Seus genitais golpeavam brutalmente seus nádegas, deixando marcas vermelhas que, ainda que ao princípio desapareciam, após umas quantas investidas deixaram de fazer. Severus cerrou seus olhos, sentindo as lagrimas fluir livremente por suas bochechas, enquanto uma e outra vez gemia de dor.
Esperava que terminasse dentro de si, afinal de contas, ficava pouco para que se viesse, pensou friamente, sentindo como as furiosas e enfurecidas investidas iam a cada vez mais rápido. Mas contrário a isso, com um golpe forte e seco, Black se afundou em seu interior por ultima vez, antes de sair, com seu pênis ereto e manchado de sangue. Seu sangue.
O corpo flácido de Severus caio na mesa, desplumado, enquanto sentia as pernas falhar-lhe. As lagrimas tinham-lhe deixado quase cego, vendo a seu redor de forma borrosa. Mal podia distinguir formas no espaço, e seu tacto parecia se encontrar a flor de pele, ao menos em seu ânus. A poderosa garra de Black agarro suas roupas, e sem cuidado, estico delas, atirando ao solo, de costas.
A cabeça deu-lhe voltas; tinha caído inesperadamente, sem amortecer a queda. Não obstante, a imagem de Black diante de si com as calças abaixadas até os tornozelos se movia em sua retina, ao igual que o chão, baixo seu corpo. Seu ânus ardia, mas que antes pela queda, e, ainda desorientado, Severus atinou a se encolher, se movendo até ficar descansando em seu ombro esquerdo. Não quis olhar para baixo; sabia que teria sangue, que se sentiria mais humilhado que antes.
Rapidamente, a mão de Black obrigou-lhe a levantar-se, agarrando do cabelo. Dirigiu seu rosto diretamente a seu entreperna com um sorriso demencial nos lábios, já pesar de todos os esforços de Snape de desviar a direção, a cabeça de sua pênis começou a afundar em sua boca.
Sentia o ferroso de seu próprio sangue na boca, enquanto pouco a pouco, Black obrigava-lhe a engolir-se seu pênis inteiro. A cabeça de seu pênis tocou seu sino, fazendo-lhe arquear-se debilmente, controlando as náuseas com dificuldade. Com um gemido rouco pelo desejo e a excitação, começou a sair, com seu membro insalivado e ensanguentado, para afundar-se de novo em o, aumentando o ritmo.
E depois de uns momentos, que a Severus lhe pareceram eternos, se correu dentro de sua boca, asfixia com sua semente, obrigando a engolir o liquido espesso e branquíssimo. Tão cedo como o slytherin ingeriu tudo, a mão de Black lhe empurrou para atrás, caindo novamente ao chão.
Em frente à vitoriosa mirada de Padfoot, Snape encolheu-se com dor e lagrimas, tentando tomar em vão aquela luxuriosa mirada burlesca que lhe dirigia. Observou imprecisamente como Black se recolocava as roupas, e, depois de lhe olhar por ultima vez, situava seus pés a ambos lados de seu enclenque corpo, agachandose até ficar junto a seu ouvido.
- Vá e diga a Potter que não deixe a Lily. Ou se não, isto se voltará algo habitual, meu querido Snivellus. - acrescentou luxurioso, retirando todos aqueles feitiços de privacidade.
Ao instante a porta abriu-se, deixando ver a Remus Lupin, com sua varinha. Sirius observou-lhe com seriedade, sem levantar do chão. Lupin empalideceu ao ver as pernas do slytherin, mas não disse nada. Simplesmente atirou sua varinha, perto de si, estático na porta. E, após meio minuto eterno, entrou, fechando a porta atrás de si.
- Remus… - disse Sirius, levantando-se e avançando para o licantropo. Desde sua posição, Severus viu como as bochechas do homem lobo se tingiam de um intenso vermelho ao tocar o corpo de Sirius, quando este lhe agarrou dos braços com delicadeza. - Remus… O…
- Merece-lhe. – cortou silenciosamente Lupin, olhando com segurança a Sirius. Mas Black devia de ver algo mas, já que sorriu debilmente, tocando sua bochecha com o dorso de sua mão, em uma lenta caricia.
- Sim, merece-lhe… Ele esta destroçando a vida de James, não posso permitir que faça isso. Não mais. - agregou confiado. Lupin levantou a mirada, ante a incredulidade de Snape, e abraço-lhe. Realmente também não se importava a Lupin que seu amigo lhe tivesse violado?
- Vamo-nos, Sirius. Devemos voltar com Lily e Peter. - propôs debilmente Remus, enquanto olhava ao slytherin de uma forma em que não pôde identificar que passava. Sirius assentiu, passando seu braço pelos ombros de Remus, e olhando para trás, no marco da porta, disse-lhe:
- Recorda do que temos falado, Snivellus. Recorda minhas palavras. - fechando a saída atrás de si, ambos garotos se perderam pelos intrínsecos corredores, enquanto Severus se encolhia um pouco mais no solo. Doía, doía muito mais do que estava disposto a admitir.
Nota
Já não estou gostando de Sirius malvado!
Mas vejo vocês por ai no próximo capitulooo
Então por favor comente!
Fui
