A/N: Depois da review maravilhosa da Erica, eu fiquei inspirada e resolvi postar esse capítulo. É totalmente baseado na música ''Crack The Shutters'' (deerr hehehe) do Snow Patrol. Se a fic não fizer sentindo, ouça a música e talvez fique mais claro. Alias, é linda essa musica!

Beijoo, enjoy!


Crack The Shutters

- Babe, acorde.

Ele resmungou algo indefinível, mas nem ao menos tentou acordar.

- James! Acorde!

- Não, Jules...

- C' mon! você tem que acordar para ir trabalhar.

Ela se levantou e lavou as mãos e rosto. Usou a água gelada da torneira para também acordar. E então voltou ao quarto. Abriu a janela e deixou o sol da manha tropical iluminar o quarto com sua luz amarela. James a puxou de volta para a cama. Ela deu risada e passou as mãos por suas costas nuas.

- Hum, suas mãos estão muito geladas!

Ele se afastou do toque de Juliet. Amava cada parte dela, mas não suas mãos quando estavam tão geladas e são 7 da manha!

- Você precisa mesmo se levantar, James... - ela sussurrou em seu ouvido e então mordeu seu lóbulo de leve.

Ele então abriu os olhos e virou o corpo para olhá-la. Gostou do que viu. O sol que entrava iluminava o rosto branco de Juliet. Os olhos azuis, agora quase cinzas e os cabelos loiros quase dourados. O corpo também estava iluminado. Cada saliência e curva marcados contra a camisola leve que usava. A luz parecia deixá-la ainda mais bonita. Ele passou por cima dela e a beijou.

- Você pode me acordar mais tarde? - foi a vez dele de lhe sussurrar e lhe morder a orelha.

- Não! Você tem que levantar!

Ela tentou sair da cama. Ele a prendeu. E então ficou a olhá-la.

- Eu poderia ficar a vida inteira aqui...

Ela sorriu e o beijou. Ele sabia ser charmoso quando queria.

James voltou a se deitar, com parte do cabelo de Juliet em seu rosto. Amava o cheiro de seu cabelo, algo como baunilha, e alguma fruta tropical, talvez manga... O cheiro o envolveu, o inebriou.

E cochilou, sonhando com Juliet. Com seu corpo, seu rosto, seu cheiro; tudo perpetuado em sua memória. De um jeito que, nem mesmo que quisesse (e com certeza não queria), poderia esquecer do travesseiro gelado quando ela não estava ali e como o cheiro do cabelo dela trazia-lhe paz, felicidade, alegria.