Notas da Historia:

Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus... Edward ficaria nu e de chapéu sempre que possível.

Obs. 100% Beward

Obs. Pov. Bella

Obs. Historia para maiores de 18 anos


CAPÍTULO 21

Rindo, entramos no quarto entre beijos e toques, Edward fechou a porta e em seguida me empurrou contra ela, suspirei e o puxei para mais um beijo.

A boca dele tomou a minha com urgência, enquanto as suas mãos afastavam o meu vestido, afastei a minha boca da dele para respirar, e os seus lábios foram imediatamente para a minha garganta, a qual ele beijou e mordeu, chupou, e, Jesus, eu estava em chamas.

- Edward...

- Como se tira esse diabo desse vestido? - ele grunhiu e comecei a rir.

O empurrei um pouco e mostrei o zíper na lateral, o deslizei até o fim, o vestido escorregou do meu corpo, fiquei na sua frente só de calcinha e saltos.

- Jesus... - ele gemeu e ficou de joelhos.

- Edward o que... – as minhas palavras morreram quando Edward puxou a minha calcinha, rasgando-a do meu corpo, o olhei chocada e muito, muito excitada.

O vislumbrei lamber os lábios, e em seguida, ele agarrou a minha bunda e me puxou de encontro a sua boca.

Gritei com o primeiro contato de sua língua em meu clitóris, e em seguida, choraminguei, quando ele passou a me provar.

Era como ganhar um longo e gostoso beijo de língua, mas lá em baixo. E... Oh Meu Deus! Ele sabia beijar.

Vim com força só com a sua boca e quando Edward ficou de pé, lambendo os lábios, o agarrei, beijando-o ferozmente.

Rapidamente, ele abriu as calças, tirou o seu pau para fora, me prensou contra a porta mais uma vez, mas dessa feita, ele agarrou a minha bunda, me erguendo alto.

- Coloque as pernas em volta de mim. - mandou e rapidamente o obedeci.

Com as mãos espalmando em minha bunda, ele me puxou contra ele, empurrando o seu pau para dentro de mim. Gritei cravando as unhas em seus ombros, mas ele pouco se importou, só apertou mais a minha bunda e empurrou o seu membro mais fundamente.

- Oh céus... - suspirei enterrando o rosto em seu pescoço.

- Tão bom... - ele gemeu e passou a me fuder contra a porta.

Foi forte, foi rápido e foi bom, muito bom...

As suas investidas ribombavam profundamente dentro de mim, chegando a bater em meu ponto feliz, o que me fazia gritar como uma atriz pornô. Mas Edward não parecia se importar, ele apenas me fudia mais e mais.

Mais forte, mais rápido, mais profundo... Oh meu Deus, fudidamente bom!

Ele abaixou a cabeça e passou a chupar os meus seios enquanto me fudia, aquilo foi o estopim, eu vim forte em seu pau dessa vez, gritando o seu nome e o abraçando apertado. Edward gemeu e me seguiu, à medida que a minha buceta ordenhava o seu pau.

Ainda meio zonzos de nossos recém-orgasmos, Edward me levou até a cama e juntos deitamos, ele sorriu preguiçosamente assim como eu.

Quando estava mais recuperada, o ajudei a se livrar das roupas, e em seguida, deitei em seus braços, Edward sorriu e me abraçou dando um beijo em minha testa.

- Com sono?

- Nenhum pouco...

- Bom, pois lhe quero de novo. - sorri, ele me virou na cama ficando sobre mim e o abracei pelo pescoço, comecei a rir e ele arqueou uma sobrancelha.

- Só agora reparei que ainda está de chapéu.

- E você ainda está de sapatos.

- Uh, parece que temos um fetiche aqui.

- O que é um fetiche?

- É algo que excita. Ver você nu e de chapéu me deixa muito excitada.

- Ah, então eu tenho um fetiche, também, porque você nua e de saltos, me dá muito tesão.

- Ah é? Eu ainda estou de sapatos...

- E eu de chapéu...

- E ainda é cedo...

- Muito cedo... - ele ronronou, e em seguida, estava me beijando, enquanto me tocava, acendendo mais uma vez o meu corpo.

Aquela seria uma longa, longa e deliciosa noite.

[...]

Na manhã seguinte, depois de um bom banho, nos vestimos e pedimos o serviço de quarto com um super-café da manhã.

Estávamos quase terminando quando ouvimos uma batida na porta, corri para atender e sorri para Aro.

- Bom dia!

- Bom dia querida. Atrapalho?

- Não, estamos comendo, quer se juntar a nós?

- É claro!

Ele entrou e fomos até a mesa onde serviram o café.

- Dia avô!

- Bom dia, Edward.

Ele tomou um lugar à mesa, eu lhe servi café, e em seguida, voltei ao meu lugar.

Passamos todo o café da manhã comendo e conversando sobre a festa. Ao terminarmos, nos movemos para a sala de estar.

- Já vão voltar para o Rancho?

- Sim, adoramos a festança, mas o nosso lugar é no Rancho.

- Eu entendo... Mas fiquei muito feliz que tenham vindo.

- Não perderíamos por nada!

Conversamos mais um pouco enquanto esperávamos o carro vir nos buscar. Quando chegou, mandaram uma mensagem para Aro e ele nos acompanhou até o saguão.

Despedimo-nos com abraços e promessas de mantermos contato. Garrett, já esperava por nós segurando a porta aberta do carro.

Dei um beijo na bochecha de Aro e entrei, vi Edward abraçar o seu avô, que beijou a sua testa. Quando Edward se juntou a mim, sorri e ele colocou o braço em volta de meu ombro.

- Está tudo bem?

- Sim, só vou sentir falta do avô.

- Não achei que gostasse tanto dele. Tipo, claro que gosta, mas como sempre falou pouco da família de sua mãe, não achei que tinham amizade.

- Ele me lembra a minha mãe, com todas as suas frescuraiadas. - ri e deitei a cabeça em seu peito.

- Eu imagino...

- Sei que não falo muito dele, mas é porque a vida dele não é muito ligada a minha, mas o amo.

- Ele te ama também.

- Você acha?

- Tenho certeza. Por ele você viveria aqui na cidade.

- É, mas eu não conseguiria... Aqui é barulhento e as pessoas são muito metidas a besta. - sorri.

- Isso elas são mesmo. Mas felizmente, temos o Rancho, e concordo com você, a cidade é barulhenta, nada como o Rancho. Sinto falta do silêncio, da tranquilidade e até dos bichos.

- Eu também sinto moça, eu também.

Passamos o resto da viajem agarradinhos, tentando recuperar o sono. A nossa noite havia sido muito agitada.

Quando finalmente chegamos ao Rancho, nos esticamos e agradecemos Garrett pela carona, e em seguida, fomos para a casa, ao entrarmos, ouvimos alguns barulhos estranhos e seguimos o som.

Fomos até a cozinha, eu gritei ao assistir o avô mandando ver em Esme. Edward logo tampou os meus olhos.

- Que diacho!

- Edward...

- Droga! - os dois resmungaram, rindo tentei tirar a mão do Edward de meus olhos.

- Não olhe moça, eles ainda não estão decentes.

- Oh Deus! - ri mais forte, daí ouvi o barulho de roupas sendo vestidas rapidamente, em seguida, Edward afastou a mão de meu rosto, então dei uma olhada no casal.

Esme estava descabelada e o tapa olho torto, além das roupas fora do lugar. Assim como o Avô, que estava com a camisa aberta e me deu um olhar envergonhado.

- Achávamos que só voltariam à noite. – a avó falou tentando ajeitar o vestido e sorri. Edward bufou.

- Ficamos na cidade por tempo demais, já era hora de retornar.

- É claro... afinal, como foi a tal da festa? Divertiram-se?

- Sim, e vocês? - sorri maliciosamente e Esme riu também, já o avô gemeu.

- Podemos esquecer que viram isso?

- Vai ser difícil... - Edward resmungou e Esme bufou.

- Pois podem se acostumar, já que vamos nos casar!

- O quê? - guinchei, Edward olhou de um para o outro.

- Sério?

- Sim, nos estávamos, huh, comendo algumas tortas, e o avô me pediu.

Eca!

- Isso é maravilhoso!

- Meus parabéns! - demos ao casal, que sorriu.

Queria abraça-los, mas iria deixar para depois, quando a imagem do avô, em seu momento ator pornô saísse da minha mente.

Iria demorar um bocado, mas eventualmente eu esqueceria.

Eu só espero...

- Então para quando é o casório?

- Em algumas semanas. Você me ajudará, não é querida?

- É claro avó! Já tem um vestido?

- Vou arrumar o que iria dar para Rosie... Será que ela se importaria?

- Duvido muito, vai ficar é feliz.

- Que bom. Eu vou ficar linda com aquele vestido, tem mais babados do que o seu.

Tentei esconder a careta e assenti, vi Edward sorrindo e o chutei na canela.

- Vai ficar linda avó.

Passamos a falar sobre o casamento, enquanto Edward foi se sentar com o avô, imagino que eles precisavam de um momento, para que o avô percebesse que nunca perderia Edward. Que o lugar de meu Cowboy era no Rancho junto com avô que ele tanto amava.

[...]

- Até logo meu gostosão!

- Até logo minha delicia!

- Te amo tesão!

- Te amo gostosa!

- Nos vemos mais tarde ursão...

- Com certeza ursinha...

- Até...

- Pelo amor de Deus, vá logo homem. - grunhi, interrompendo os apelidos e a despedida melosa de Emmett e Rosie.

Os dois sorriram sem graça e deram um beijinho e finalmente, finalmente ele se foi.

- Estou no amor, larga do meu pé chulé!

- Eu vi, todos viram e não aguentamos mais. - ela beliscou o meu quadril direito e ri me afastando.

- Não seja uma anti-amor.

- Não sou, mas vocês estavam me deixando enjoada.

- Será que alguém está grávida?

- Que nada, mas espero ficar em breve.

- E como foi lá na festa?

- Foi bom! Dançamos, comemos, brincamos no quarto do hotel... Muito divertido...

- Eu imagino... Nada aconteceu em Forks na sua ausência, só para você saber.

- Bem, uma coisa aconteceu.

- O quê?

- Esme não te contou?

- Contou o quê? - nesse momento a avó saiu da cozinha e nos olhou feio, ao nos ver conversando ao invés de trabalhando. Ainda faltava uma hora para o almoço, então não tinha muita gente.

- Avó, não contou para Rosie?

- E como conseguiria? A cara dela vive grudada na daquele rapaz. - ri e vi Rosalie bufar.

- Ele é meu namorado!

- Que seja... Enfim, eu vou me casar.

- Como é?

- Eu e o avô.

- Ahhh, quando isso aconteceu?

- Ontem, estávamos comendo torta e decidimos que queremos comer torta sempre juntos.

- Você se refere à comida ou ao sexo?

- O quê? - Esme engasgou olhando para a neta que sorriu.

- Acha que sou idiota? Todos nós sabemos que quando o avô vem comer torta, ele vai é se dá bem...

Esme encarou Rosie com a boca aberta, e em seguida, olhou para mim, desviei os olhos fingindo prestar atenção no teto.

- Você também sabia Bella?

- Er... ...mas só porque me contaram... - ela grunhiu.

- Que seja! Eu vou me casar e ser uma mulher honesta, agora.

- Sim, chega de viver no pecado. - Rosie brincou e Esme lhe deu um beliscão.

- Chega de ser intrometida e vá trabalhar!

- Poxa, doeu avó.

Ela ignorou Rosie, depois avó voltou para a cozinha, eu ri, ela me deu um olhar irritado, mas em seguida, suspirou.

- Não acredito que eles vão se casar.

- Eu sei... O pior nem é isso.

- O que seria pior?

- Ontem, quando Edward e eu chegamos, nós os pegamos comendo a torta.

- Ai meu Deus!

- Isso mesmo.

- Você está traumatizada?

- Traumatizada?

- Sim, acho que se pegasse a avó transando, nunca mais faria sexo.

- Bem, eu fiquei por uns momentos, mas na hora de dormir, Edward está nu e de chapéu, então o trauma passou rapidinho.

- Acho que você tem razão, se eu visse Emmett nu, sujo de graxa, eu esqueceria até o meu nome.

Rimos, a sineta tocou, vimos várias pessoas chegando para o almoço e fomos trabalhar.

Já estava servindo as mesas há algum tempo, quando a sineta tocou e olhei para cima, congelando em seguida, ao ver a minha mãe e Phil entrando na lanchonete.

Mais que Diabos!

- Isabella querida... - mamãe chamou e gemi.

O que aquela louca fazia ali? Quando achei que estivesse finalmente livre deles, eles voltavam para me atazanar...


N/A: Eita que esse casal adora uma pervisse kkkkkkkkkkkkkk

Ebaaa vai te casório de novo, até medo do vestido da Esme kkkkkkkkk

Agora o que sera que esses dois querem?

Com certeza nada de bom u.u

não gosto deles :p

E agora o que rolara?

Bora comentar que quem sabe descobrimos na sexta \o/

Vamos torcer ne, pq num dou certeza de nada u.u kkkkk

bjss e amando os coments como sempre, vcs sao DIVASTICOSSSSSSSSSS