Marguerrite: Eu não imaginei nada não, quem está pensado besteira é vc rs... Mas vc acha mesmo que vão deixar o casal mais lindo em paz? Difícil né! Sempre tem um empata love hauhauhau

Anna: Ai por mim rolava tudo, mas como a fic não é minha, estou apenas traduzindo, não posso garantir beijos (não agora) :(

Mamma Corleone: Vc vai querer matar o Malone várias vezes, no final ele está super intrometido, até eu queria meter a machadinha na cara dele hauhauhau

Luanaa: Volta logo, mulher!!! Saudade


Episódio 7: Festa de aniversário

Capítulo 2



A selva

Challenger, Malone, Verônica e Finn procuraram ao redor a casa da árvore em busca de pistas ou pegadas de seu amigo escamoso. Enquanto continuaram sua busca, Verônica e Malone contaram a Finn sobre seus encontros passados com Tribuno.

"Você realmente conseguiu se passar pelo Challenger?" Finn perguntou com ceticismo. "E eles acreditaram?"

"Sim" Malone disse com um grande olhar de confiança.

"Na verdade, Finn, ele fez um bom trabalho tentando fazer pólvora" respondeu Challenger. "Roxton deveria estar aqui fazendo isso."

"Bem, ele parecia um pouco preocupado..." Verônica acrescentou. Os outros olharam para ela por um momento e Challenger balançou a cabeça.

"Ainda assim" Challenger começou "não é comum ele querer ficar para trás." (N.T.: Ai santo Deus, que povo sem noção hauhauhau)

"Challenger..." Malone disse ao parar Os outros se juntaram a seu lado e olharam para as pegadas no chão. Challenger ajoelhou-se para examinar melhor.

"Certamente parece uma pegada de lagarto" respondeu Challenger. "Mas há também o que parece ser uma pegada de uma bota masculina também."

"Então ele não estava viajando sozinho?" Verônica perguntou.

"Ou alguém o seguia... de muito perto" respondeu Challenger.

"Isso não é tudo, Challenger" Malone respondeu. "Olhe aonde as pegadas levam." Challenger seguiu a trilha com os olhos e compreendeu o que dizia Malone. Verônica e Finn também olharam e, em seguida, também ficou claro para elas.

"Para a Vila Zanga..." Verônica disse.

"Hora de irmos" disse Malone seguindo a trilha, correndo em direção a Zanga. Enquanto partiam, dois pares de olhos os assistiam desaparecer na selva. Quando estavam longe o suficiente, os dois indivíduos foram de volta para a casa da árvore com um sorriso malicioso de contentamento.


A casa da árvore

"Eu acho que são todos esses" disse Roxton ao soltar o volume final de livros sobre a mesa.

"Eu não entendo por que Challenger pediu-lhe para mexer em todos estes aqui" respondeu Marguerite olhando os muitos livros acumulados na casa da árvore.

"Porque nós cuidadosamente escondemos o mapa em um dos livros, então Challenger quer tornar a busca muito mais difícil porque qualquer invasor teria de procurar nestes livros primeiro" Roxton respondeu. Ele apoiou o braço, ainda um pouco dolorido, no topo de uma das pilhas de livros enquanto falava com Marguerite.

"Não foi isso que eu quis dizer" respondeu Marguerite soltando um livro e ficando bem na frente de Roxton. "Por que você mexeu nestes se seu ombro estava machucando você?" Um grande sorriso atravessou o rosto de Roxton quando olhou para Marguerite.

"Eu acho que ele considera isso realmente importante" Roxton respondeu.

"Ou foi uma desculpa" Marguerite alegremente respondeu, olhando para todos os livros e depois voltando seu olhar para Roxton.

"Do que exatamente você está reclamando, Marguerite" Roxton alegremente respondeu, inclinando-se mais perto dela "que gostaria que eu pudesse passar o dia todo na casa da árvore... com você?"

"Você passaria?" Marguerite perguntou. Roxton não soube dizer se sua brincadeira foi um convite ou um pedido sincero, mas supondo que fosse a primeira opção, ele inclinou-se lentamente para falar-lhe ao ouvido. Surpreendentemente, ela não se afastou, mas quando ele começou a falar, um som familiar os surpreendeu e arruinou o momento.

"SQUAWK!!!!" Veio o barulho do telhado.

"Esse bicho nunca vai calar a boca?!?" Marguerite perguntou irritada. Roxton respirou fundo e percebeu que o momento já havia passado completamente.

"Eu vou tentar assustá-lo" disse Roxton, agarrando o chapéu e dirigindo para o elevador. Ele parou e olhou para Marguerite que tinha voltado a olhar alguns dos livros. Ele sorriu e entrou no elevador, ansioso pelo momento em que poderia voltar para cima e terminar a conversa...


Mais tarde...

O tédio de Marguerite havia crescido após olhar alguns dos livros e acabou indo fazer alguns arranjos em sua camisa favorita. Ela ouviu como Roxton tinha continuado a atirar pedras em cima da casa da árvore para fazer o odioso pássaro ir embora. Riu quando ouviu o pássaro se queixar ao ser atingido e voar de volta para a selva. Ouviu que Roxton voltou até o elevador, mas depois de vários minutos, não houve mais nenhum movimento lá de baixo.

Marguerite levantou-se e caminhou até a sacada da casa na árvore. Quando olhou para baixo, não conseguiu ver Roxton, mas viu uma cena que a fez perder o ar. No chão, estava o chapéu de Roxton e uma de suas pistolas, e uma trilha que parecia que algo estava sendo arrastado. O pânico percorreu Marguerite e ela rapidamente foi até o elevador. Mas quando ela pegou a arma, ouviu um rangido alto atrás de si e se virou apenas em tempo de ver um grande livro bater em seu rosto, deixando-a no chão...


A selva

Challenger e os outros haviam feito o caminho para a aldeia onde Zanga onde Assai e os outros seguiam com suas atividades diárias. Verônica rapidamente avistou Assai e correu até ela, encontrando sua amiga em uma condição muito especial.

"Assai" Verônica chamou.

"Verônica!" Respondeu Assai, abraçando-a. Verônica rapidamente percebeu a barriga saliente de Assai e separou-se do abraço para olhar sua barriga.

"Você vai ter um bebê?" Verônica perguntou surpresa.

"Sim" respondeu Assai. "Eu ia vê-la em alguns dias para lhe contar." Malone parou ao lado de Verônica e ambos felicitaram Assai, mas ao notar suas expressões, Assai rapidamente perguntou o motivo de sua visita. Quando mencionaram Tribuno, Assai balançou a cabeça, dizendo que não havia visto nenhum homem lagarto, mas algumas coisas estranhas haviam ocorrido recentemente.

"Que tipo de coisas estranhas?" Verônica perguntou.

"Nossa sábia foi morta há algum tempo" disse Assai. "Ela foi assassinada, mas tudo o que nos disse antes de sua morte tornou-se realidade. Ainda estamos tentando dar sentido a algumas coisas, mas acreditamos que se refere à terceira linhagem".

"A linhagem que nos contou?" Malone perguntou.

"Sim" respondeu Assai. "Nós não descobrimos mais nada ainda".

"E ao menos você conseguiu descobrir quem compõe a terceira linhagem?" Verônica perguntou.

"Tudo o que sabemos até agora é que vem de uma linhagem druida antiga... uma sacerdotisa reverenciada por seus dons, mas temiam por suas capacidades" Assai respondeu. "Pelo que sabemos, ela foi sacrificada num altar, mas de alguma forma, ela se manteve na linhagem e está escondida em algum lugar no platô." Malone e Verônica trocaram um olhar de pavor ao pensarem sobre as implicações deste conhecimento...


Avebury, Inglaterra, Reino Unido

Marguerite lentamente abriu os olhos e sentiu uma forte dor na cabeça, onde havia sido atingida. Quando seus olhos focalizaram o ambiente, ela rapidamente sentou-se na cama. Estava em um luxuoso quarto, cheio de móveis finos e decoração adequados para um quarto principal. Quando olhou em volta, a dor na parte traseira de sua cabeça latejou, mas a curiosidade sobre seu paradeiro era mais forte que a dor.

Percebeu que estava completamente nua, mas coberta por lençóis de seda muito finos. Viu um hobby de cetim ao lado de sua cama e rapidamente o vestiu e correu para a janela. Olhando para fora, viu uma grande paisagem coberta de grama verde e árvores, a perder de vista.

"Eu estou sonhando" disse a si mesma. "Não posso estar de volta à Inglaterra." Ela caminhou ao redor da sala para ver todo aquele luxo e belíssimos pertences pessoais com os quais não estava familiarizada. Na cômoda, encontrou no porta-retrato uma foto dela e lord Roxton em trajes da moda, provavelmente tirada em algum evento social de Londres. Quando tocou a imagem, olhou para sua mão e percebeu a grande pedra em seu dedo. Era o maior diamante em um anel que Marguerite já havia visto. Notou o anel de casamento ao lado dele e respirou fundo.

"Eu estou casada?!?" Marguerite perguntou. "Com quem?" Enquanto se perguntava isso, a porta se abriu, revelando um John Roxton vestindo apenas uma calça, recém saído do banho e de barba feita.

"Bem, já estava na hora de você acordar" disse John, aproximando-se dela.

"John?" Marguerite perguntou com um olhar de espanto no rosto. Enquanto olhava para ele, percebeu que ele parecia um pouco mais velho. Ao ficar perto dela, ele rapidamente envolveu um braço em volta de sua cintura e lhe deu um beijo muito apaixonado.

"Espero não tê-la cansado demais ontem à noite" ele respondeu feliz após o beijo. Ela o olhou em choque, mas logo tentou entrar no jogo.

"Na... Não" ela respondeu calmamente. "Claro que não."

"Que bom" respondeu ele, deixando-a para avançar ao guarda-roupa e começando a assobiar. Marguerite respirou profundamente e sentou-se, tentando descobrir o que estava acontecendo. Tudo o que ela conseguiu entender era que estava casada com Lord Roxton e eles estavam em algum lugar na Inglaterra, mas não havia outras memórias em sua mente enquanto observava em silêncio o homem que vestia seu terno e assobiava a Valsa Vienense...

Continua...



No capítulo 3, Marguerite passa o dia todo tentando entender o que aconteceu nos últimos três anos, sem que nem imagine a surpresa inesperada que receberá na hora do almoço, quando alguém fará uma entrada triunfal...