Yukiko tem agora dez meses e seu pai, Kakarotto, evitava ficar próxima da filha, pois, já era difícil lidar com sentimentos paternais impróprios a ele a distância, acreditava que se ficasse perto, seria ainda pior para contê-los...

Em um descuido de Chichi e de suas amigas somadas a inocência de um bebê pequeno, esta acaba...

OooOooOooOooOooOooOooO

Yo!

Quem quer torturar e depois trucidar este Kakarotto levanta a mão.

*a autora levanta a mão*

OooOooOooOooOooOooO

Dez meses depois, em uma noite, Kakarotto estava descendo os degraus para o porão, quando escuta as vozes de Chichi, de Gyuuni e da nova escrava que comprou há alguns dias, Xinya, uma escrava-sexual que recebera a ordem de tocar na cauda dele, esfregando-a asperamente, para excita-lo ao nível praticamente de um animal, conseguindo assim se satisfazer, embora não fosse tão intenso.

Vê que Yukiko engatinhara por um trecho para em seguida se segurar numa barra em frente à cela da mãe que era dividida com a filha, vendo-a ficar de pé, lutando com as perninhas, começando a dar pequenos passos em direção à genitora, soltando-se gradativamente das barras, acabando por cair no chão após se afastar um pouco.

Nisso, começa a ensaiar um choro, parando, quando se aproximaram dela para ajuda-la que recusava as mãos e orgulhosamente, queria colocar-se de pé sozinha, sendo que o faz em seguida, até que se cansa e senta, começando a chupar o dedo.

– Chichi-chan, vou preparar a bacia para que dê banho nela.

– Preciso trocar os lençóis e acho que meu bebê não irá longe, né? - nisso, olha para os lados, não identificando perigo.

– Ela ainda não é rápida. Pode trocar sossegada. Além disso, não há nada aqui que ela possa se machucar. A porta do banheiro vai estar trancada e não há quinas.

– Verdade. - e sorrindo aliviada afagando a cabeça da filha, para depois dar uma espécie de pedaço de cobertor fino que ela adorava e que ficava mordendo para aliviar a dor dos dentes que começaram a nascer.

Já, Xynia, se afastara para pegar algo em sua cela, enquanto a pequena ficava sentada no chão, ainda entretida com o seu cobertor.

Porém, em um determinado momento, ergue a cabecinha e passa a olhar para os lados até encontrar o seu dono que acabara de descer e que ficara olhando para ela, que estava acostumada somente a sorrisos e não a um rosto sério.

Mesmo assim, começa a sorrir, passando a arrastar o pedaço de cobertor, engatinhando até ficar próximo dele, para depois usar a parede rústica para ficar de pé, passando a andar em sua direção, enquanto que o saiya-jin parecia ficar paralisado, pois lutava contra sentimentos que ameaçavam subjugá-lo, impedindo-o de se afastar, praticamente o paralisando no local, enquanto seu corpo continuava em guerra consigo mesmo, o desejo de pega-la no colo e abraça-la, tornando-se cada vez mais forte, enquanto procurava que sua raiva os subjugasse e esta titubeou, no exato momento em que a sua filha agarrou as calças dele sorrindo e articulando sons incompreensíveis para depois pedir colo com o olhar inocente.

Naqueles minutos de subjugação de seu orgulho, sendo tomado por sentimentos paternais, ele a pega delicadamente com a cauda, vendo esta olhar curiosa para o objeto, batendo palmas, enquanto acarinhava, para em seguida a raiva ressurgir nele com força, fazendo-o sair da espécie de transe, quando estava a poucos centímetros de pega-la nos braços, pois já havia aberto os mesmos e inclusive sorrira para a mesma, que fazia festa com os braços e pernas, cujos sons pareciam um ensaio de uma risada.

Ao perceber o que fazia, soltou a pequena abruptamente que caiu no chão de uma altura considerável, acabando por ouvir-se um baque e depois o choro agudo, com esta berrando a plenos pulmões, com os seus gritos latejando os ouvidos do saiya-jin, que tomado pela raiva e agora pela dor insuportável, acaba perdendo um pouco o controle, embora lutasse para conter sua força e por instinto, como fizera com Chichi, sem pensar nas consequências, chicoteou a pequena com a cauda, fazendo-a se chocar contra as grades de uma cela, que a silenciou após um berro desta perante o choque, cujas costas começavam a sangrar por ter se machucado no impacto, além do fato da cauda dele tê-la a ferido.

Chichi viu quando sua filha estava no chão aos pés do dono delas, chorando e antes que conseguisse desesperada, ignorando o seu pavor, correr até a sua filha para silencia-la e afasta-la, viu horrorizada ele a chicoteando com a cauda, enquanto parecia ver em câmera lenta o pequeno corpo voando até as paredes das grades e depois o grito de dor e pavor pelo impacto com as mesmas, fazendo-a cair no chão, inconsciente e sangrando.

Agoniada, sentindo que lhe faltava forças, a chikyuu-jin corre até sua filha e a abraça, com o sangue sujando as roupas, mas, sem se importar, passando a correr para dentro do banheiro da sua cela sobre o olhar horrorizado de Gyuuni, que a acompanha para tirarem as roupas, dando um banho rápido, para depois seca-la rapidamente, cujos ferimentos ainda sangravam, enquanto começavam a tratar destes, com a serva idosa saindo da cela, correndo até um pequeno armazém perto dali, passando o corredor das celas para pegar ataduras e alguns potes de ervas que possuía.

Enquanto isso, a outra escrava, Xynia, ajudava Chichi, pois as mãos desta tremiam de puro desespero, dificultando o trabalho enquanto murmurava desesperadamente o nome de sua filha para tentar fazê-la acordar.

A idosa entra na cela, enquanto Yukiko envolta em uma pequena toalha, já seca, começando a tratar de seus ferimentos com as mulheres ficando horrorizadas com os hematomas e escoriações, além de cortes consideravelmente profundos, pois quando chicoteavam algo com raiva, os pêlos da cauda deles pareciam eriçar, ficando de certa maneira áspera, acabando por provocar cortes na delicada pele do bebê cuja roupa simples que usava, não conseguira proteger, rasgando facilmente no processo.

Percebiam que a cabeça não fora tão atingida e sim mais o corpo, enquanto que ela estava viva, porém, a mãe sentia que o ki de sua filha estava baixo demais.

Ou seja, Yukiko estava entre a vida e a morte.

OooOooOooOooOooOooOooO

Yo!

Quero agradecer ao comentário de: kiara

Kiara: Bem, minha intenção era criar um Kakarotto bem dark e fico feliz de ter conseguido isso. Não foi covardia. É sim seu orgulho saiya-jin que nele é desmedido e não duvido que seja maior do que de Vegeta, pois ele sabe que é o saiya-jin mais poderoso. Esse orgulho é um mestre implacavél e não permite que este aceite uma mestiça com um sangue sujo e fraco como filha, já que a mãe dela, assim como todas as raças fracas, são consideradas escória.

Mas, não se preocupe. O castigo dele virá em dobro * risada maligna*

O castigo será dado por seu coração e esse é implacavél. Ele se libertará dos grilhões do orgulho, porém, será tarde demais...

Muito obrigada pelo comentário XDDDDDD

Beijos