Girls sorry pela demora, sabe como que é... muitos compromissos e pouco tempo, mas como amo todas vcs eu estou postando mais um capitulo e esse aqui parece ser um pouco maior que os outros.
Bom vamos aos agradecimentos e comentários:
Dark lady - Minha querida Dark amada, vaelu pelo review. Aquele Tobias ( escrevo errado na fic mas....) merece um safanão de um negão 4x4 para ver só, vem mexer com o Sevinho, tadinho. Ainnn vc tem que postar suas fics aqui sim, quando postar me avise.
Pathy Potter - Realmente essa parte é forte e triste, mas eu não sei por que eu vejo o passado do Snape assim, ele sendo maltratado pelo pai e a mãe sem fazer nada, isso vai transformar os sentimentos dele em uma carencia tão grande que ele se apegará demais na Lilly, Isso é nese proximo capitulo, que esta aqui em baixo. Ai vc perceberá que sem ela ele fica totalmente sozinho.
Bruna do carmo - Moça, rsrsrs, olha só eu tb fiquei com raiva do pai dele e foi dificil escrever, mas precisava mostrar um passado triste para que ele tivesse uma carencia que fosse coberta por um tempo ao lado da Lily, mas que depois desse para perceber o quao sozinho ele vive e o quanto ninguem se importa com ele e por isso ele é o comensal. A parte da Lily esta aqui. Espero que goste, não melei muito não, mas tem a parte que explica da foto dos dois.
Camila Lino - Obrigada, a poesia é bonita, mas novamente obrigada * vermelha*. Camila eu tb fiquei com muita do do Sev, mas era preciso colocar muito drama para que desse para perceber o quao a vid dele é sofrida desde menino e o porque ele ama tanto a Lily. A Mione sairá do quarto no proximo capitulo e será nesse capitulo 22 que ela fara a maior burrada que deveria fazer, que vai resultar em uma burrada maior ainda que futuramente essa burrada a fara se aproximar do Sev... nossa quanta burrada em uma unica fic. Camila pode deixarq ue qualquer problema que eu tiver, qualquer ideia que eu precise de ajuda eu te chamo.
Thayz Phoenix - Thayz vc é minha chapa, tb fiquei com odio da Bella por Eclipse, ¬¬'. Mas o Sev é tão triste que eu consigo parar de pensar na Bella e o pai dele nem se fala neh, da vontade de matar de porrada *porrada porrada porrada* Esse capitulo ainda é um pouco triste pois fala muito de perdas, mas depois melhora, ou não, não sei, mas vai melhorar uma hora. E eu tb chorei pra caramba, ainda no trabalho para variar.
Gislene Tristão - Uma mulher de responsabilidade, bato palmas para você. É sério, não tenho filhos nem marido * por enquanto*, mas sei o que é cuidar da casa e trabalhar e obrigada por ainda assim conseguir um tempinho para ler a minha fic. Fiquei lizongeada :) Eu estou parecendo o Lobo Mal, só faço o coitado sofrer tadinho, mas futuramente ele vai ficar mais feliz vc vai ver. Bjus
Thaiana - Calma, respira fundo e solta. Isso... esta aqui o capitulo 21, divirta-se....
Rossonera - Ainnnn nova leitora que emoção..... Ro, pode deixar que eu mesma levo ele para casa * ciumenta* rsrsrs, brincadeira eu divido ele, só um pouquinho, Bom aqui esta o capitulo 21 espero que goste, bjus e ate o proximo capitulo.... hãã.... fique a vontade para mandar mais reviews.
Bruna, de novo.... hehehe calma, olha o capitulo ai....
Meninas obrigada pelos Reviews e o capitulo esta aqui embaixo, aproveitem.....
Ainnnnnnn passei dos 100 Reviews que emoção, aiinnnnn * se controla* bjusssss
Aquele jardim onde estava agora era simplesmente lindo. As rosas eram muito bem cuidadas deixando que sua beleza irritasse as flores nos outros jardins.
O sol estava a pino e o calor obrigava os moradores a andarem com o mínimo de roupa possível.
Todos olhavam com surpresa para o menino que vestia uma roupa preta e fechada. Snape estava escondido em um arbusto, pelo menos escondido de uma única pessoa. Uma menininha linda de no máximo dez anos como ele. Seus cabelos vermelhos vivo estavam soltos e alguns fios grudaram em sua testa molhada de suor. Ela estava agachada mexendo em alguns bichinhos, vermes e plantas.
Era incrível como ate mesmo as mais belas rosas ficam com complexo de inferioridade perto de sua pele rosada e macia.
Seus olhos de um verde vivo contrastavam com seu cabelo e a faziam ter uma expressão angelical.
Snape a olhava o tempo todo seja ali ou quando ela estava brincando no balanço preso em uma grande árvore.
Eles se conheceram por acaso e logo viraram amigos. Petúnia, a irmã feia de Lillian, não gostava de Snape e das coisas que eles podiam fazer juntos, ela tinha medo e inveja. Mas Snape não ligava para ela, Snape queria saber apenas de Lillian que sempre lhe fazia companhia quando seu pai ia trabalhar, ou assim ele dizia.
Lillian era tão doce com Snape, o ouvia e conversava sobre tudo, ate mesmo as coisas mais insignificantes. Lillian era aos olhos dele, uma flor rara que dificilmente se encontra em um mundo corrompido como esse.
Ele a amava, soube disso desde o primeiro momento em que a viu cantar deitada no jardim de sua casa.
Snape não ia muito longe de sua própria casa, sua mãe não deixava por segurança deles. Seu pai poderia chegar a qualquer momento e ele não deveria arriscar tanto assim ser visto na rua.
Lillian sabia como o pai de Snape era, porém não acreditava tanto no que Snape lhe dizia. Se o pai dele batia tanto nele e na mãe então por que eles não se mudavam e por que Snape não tinha marcas quando se viam?
Sua resposta foi dada em uma noite onde escalou a janela do quarto de Snape e entrou escondida. Snape dormia em sua cama, estava quietinho, todo enrolado em sua coberta quando ela sentou ao seu lado e pegou em sua mão, estava gelada como ele. Nunca reparou como Snape era sempre gelado. Ele falou baixinho enquanto dormia, chamou por ela. Hermione viu que em cima da mesinha ao lado dele estava o envelope de Hogwarts, mas estava sem carta.
Ele fora chamado, assim como ela.
Lillian continuava segurando a mão de Snape, mas um barulho de porta batendo a assustou. Ela pulou da cama acordando Snape.
- Lily, o que está fazendo aqui?
- Vim vê-lo, você não foi me ver faz dois dias.
Snape olhou assustado para a porta quando ouviu passos pesados vindo da escada.
- Rápido Lily, esconda-se.
Lillian entrou embaixo da cama um pouco antes da porta ser aberta com força e por ela passar um homem alto que ela jamais viu, mas sabia ser o pai dele.
- O que significa isso? – Perguntou Thobias com o rosto vermelho balançando a carta de Hogwarts com a letra impecável da professora McGonagall – Você não vai para essa escola. Seu monstro.
Hermione não viu o que aconteceu pois fechou os olhos novamente, era cruel ver aquilo. Embaixo da cama Lillian tapava a boca para segurar o grito preso em sua garganta enquanto via os estralos do cinto na pele pálida.
Snape não gritou uma única vez, não gemeu e nem chorou, agüentou como deveria ter agüentado muitas outras vezes.
- Seu bastardo, tem sorte de eu não cortar sua cara todinha, mas tenho que fingir que sou um bom pai, como se eu quisesse ser um – Thobias cuspiu em Snape antes de sair batendo a porta novamente.
Hermione virou-se viu o frágil corpinho nu no chão com sangue saindo de seus ferimentos recentes e alguns antigos que se abriram. Lillian saiu de debaixo da cama tremendo e foi ate ele.
Snape tinha os olhos sem foco, parecia que ele não estava ali, parecia que ele havia morrido mesmo que estivesse respirando.
Lillian ajoelhou-se ao lado dele e o virou colocando a cabeça dele em suas pernas. Ela acariciou seus cabelos negros enquanto suas lágrimas caiam molhando o rosto triste dele.
- Via ficar tudo bem – Disse baixinho – Eu estou aqui Sev, vou cuidar de você.
Lillian pegou uma camiseta velha dele que estava em uma cadeira e molhou em uma bacia com agua passando em seu corpo limpando o sangue.
Snape tremia, mas seus olhos já não estavam mais fora de foco, agora eles focalizavam apenas ela, Lillian limpou o corpo inteiro de Snape com cuidado.
A agua na qual molhava o pano já estava vermelha por completo. Ela ameaçou levantar-se, mas ele se prendeu nela com força impedindo que ela se levantasse.
- Não.
Era a única coisa que conseguia dizer.
- Calma Sev, não vou sair daqui, não vou deixá-lo, mas tenho que pegar uma roupa para você, não pode ficar nu em pêlo, está frio aqui.
Relutante Snape a soltou devagar. Lillian pegou a roupa mais leve que conseguiu arranjar em seu armário e o ajudou a seu vestir sem que houvesse nesse ato ou em qualquer outro, um único pingo de constrangimento.
Snape estava ferido, ela precisava cuidar dele. Com dificuldade ela o ajudou a se deitar e ficou fazendo carinho em seus cabelos ate que ele dormiu segurando sua mão com força.
- Oh Sev – Disse baixinho para que ele não acordasse – Minha mãe diz que é besteira, mas eu sei que eu te amo e que você é o homem, ou melhor, menino, da minha vida. Dói tanto vê-lo assim.
A lembrança mudou novamente e Hermione via-se agora em um lugar bem familiar, a estação Kings Cross.
Era tudo exatamente como ela conhecia. Os alunos com suas vestes escolares prontos para embarcar, os monitores ajudando os mais novos e os carregadores levando a bagagem para o compartimento de carga. Os pais ficavam acenando para seus filhos da plataforma e eles da janela do trem.
Snape havia acabado de passar pela parede que tem entre os dois mundos, sua mãe vinha logo atras mancando um pouco. Thobias não havia aparecido em lugar algum, mas Hermione não esperava que ele aparecesse e nem queria. Eillen levou Snape ate um vagão e beijou sua testa e sua bochecha que logo ficaram vermelhas.
- Se cuida meu filho. Sentirei saudades e, por favor, não escreva.
- Eu não ia escrever, não quero que ele bata na senhora.
- Oh meu amor – Eillen o abraçou forte, mas Snape não retribuiu.
Logo Snape estava sozinho na plataforma olhando o grande trem vermelho que soltava fumaça. Lillian apareceu e postou-se ao lado dele.
- Grande não é? – Perguntou ela angelicalmente.
- Chega a ser assustador.
- Pensei que seu pai não iria deixá-lo vir.
- Ele não sabe.
A pequena mão de Lillian segurou a de Snape e eles se olharam.
- Que bom que esta aqui – Disse Lillian antes de dar um sorriso.
As lembranças passaram rápidas. Apenas borrões. Parecia que Snape separara as lembranças que ela deveria ver.
Naquela confusão de borros Hermione viu rostos familiares. Sirius, Potter, Dumbledore, Lupin, Lillian. Algumas cenas dos marotos implicando com o sonserino e de Lillian discutindo com Potter ate que parou em uma cena onde Snape estava no jardim com grifinória.
Snape estava em pé e Lillian estava olhando o lago de costas para ele;
- E então? – Perguntou Snape e Hermione percebeu que ele deveria estar no terceiro ano.
- O que posso dizer? – Lillian virou mostrando sua mão com um belo anel brilhando em seu dedo – Ele fica lindo em meu dedo.
Hermione jamais viu um sorriso tão grande brotar no rosto de Snape e muito menos a cena que se seguiu. Snape pegou Lillian pela cintura e a abraçou dando um beijo apaixonado em seus lábios vermelhos.
Hermione podia ate mesmo sentir as ondas de amor que Snape e Lillian emanavam. Era uma surpresa para Hermione. Sabia que ele amara Lillian Evans, mas jamais imaginou que eles já haviam namorado.
Mais lembranças
Amor
Carinho
Preocupação
Afeto
Em todas as imagens Hermione vira Snape cuidar de Lillian como se ela fosse a pedra de diamantes mais preciosa que poderia existir na natureza. Sua esmeralda eterna. Seu bem amado.
Mas Harry Potter não teria nascido se James Potter não tivesse feito algo e ele fez.
Ele conseguiu tirar Lillian Evans de Severus Snape e aquele pobre menino sofreu sozinho sem amigos verdadeiros, sem amor e sem cuidados. Lillian foi embora de sua vida.
Foi com pesar que Hermione mergulhou em mais um frasco de lembrança.
Voldemort.
A figura constante nas imagens. Um monstro que recolheu o solitário Severus prometendo-lhe proteção, poder e reconhecimento.
O que poderia fazer uma pessoa como Snape a não ser aceitar? Tudo que um dia sonhara em ter nunca lhe foi dado. Jamais sentiu o calor do amor fraternal, nem a proteção que uma família deveria oferecer, sue pai era desprezível ao ponto de não merecer ser lembrado e sua mãe, ah a sua mãe.
Eillen Prince.
Snape já nem se lembrava desde quando começou a sentir aquele ódio crescente daquela mulher que deixara aquela barbaridade acontecer todos os dias.
Só sabia que naquele momento aquele nome não significava nada para ele.
A tempos não falava com aquela mulher que um dia chamou de mãe.
Cresceu
Descobriu o que era ser um adulto. Descobriu que estava inteiramente sozinho, muito mais do que sempre esteve, pois todos o abandonaram, o deixaram, desistiram de seu espírito.
E ele tinha algum?
A imagem que via no espelho estava mesmo refletida?
Quem era ele?
Apenas alguém esquecido, jogado na neve do desaparecimento.
Ele sumiu
Não era mais ele, pois não tinha ninguém para vê-lo
Ninguém para senti-lo e querê-lo
Ninguém
Então ele fez.
A marca ardeu em sue braço ao ser gravada.
Brilhou negra
E Hermione o viu matar, bater, violentar, ela viu ele se tornar o monstro que hoje assustava os sonhos de Samantha.
Era ele ali?
O mesmo Severus que ela viu amar e sorrir ao lado de Lillian Evans?
Ela preferia acreditar que não pois o sentimento de verdade apertava em seu peito.
Mas então ele a encontrou.
Linda e ruiva como sempre, com mais ou menos vinte anos agora e com uma aliança dourada no dedo.
Seu sorriso belo sempre brilhando em seu rosto.
- Lily? – Ele disse tirando o capuz de seu manto e olhando para a mulher sentada em um balanço – O que... o que você...
- Eu moro aqui Snape.
O uso de seu sobrenome fez Snape recuar um pouco. Ele lembrava o que fez a ela, o modo como a chamou, o quanto a magoou e o quanto aquilo lhe causou, a dor, o sofrimento, a solidão.
Ela não era mais a sua Lily
Por mais que quisesse, ela não era mais sua, era de outro.
E provavelmente o odiava.
Era assim que todos o tratavam, com ódio e repulsa.
Olhou nos olhos verdes e se arrependeu. Eram intensos demais para conseguir permanecer olhando-a.
Ele mexia muito as mãos como Hermione sabia que ele fazia quando estava nervoso.
- Ainda brava comigo?
- Você me magoou e muito no quinto ano. Jamais imaginei que você pudesse fazer isso, me chamar daquele nome.
- Já lhe pedi desculpas, na verdade peço todos os dias na esperança que me escute.
Lillian não respondeu e Snape achou que aquele silêncio era mais que um aviso.
- Desculpe, não devia incomodá-la – Seu tom era triste – Com licença.
- Severus espera – Disse Lillian levantando-se – Acho que o tempo é capaz de... – Sorrio – Capaz de apagar certas desavenças do passado.
Snape não teve uma reação no momento, era hipnotizante olhar para o rosto dela, sorrindo em sua direção.
- Que tal um café? Tem uma lanchonete boa aqui na esquina.
- Café é bom – Disse timidamente sorrindo.
Café
Abraço
Amor
Reconciliação.
Um beijo roubado, adocicado no momento, urgente com o tempo.
Uma saudade antiga que era capaz de fazer esquecer marido, filho, Lord, profecia.
Naquele quarto rosa, com pétalas jogadas ao chão os dois se amaram como jamais alguém conseguiu.
Um amor guardado, um amor perdido e reencontrado.
Um amor antigo
- Severus – Ela chamou ofegando embaixo do corpo dele, mas ali embaixo daqueles lençóis, com os corpos suados pelos movimentos constantes, as palavras soltas balbuciando coisas sem nexo e os olhares fixos um no outro era impossível negar o amor que cultivavam desde criança.
Amavam-se e aquela era a única verdade.
Ela cuidava dele, o tratava com o carinho que ele jamais sentiu, gemia com seus toques, beijava cada cicatriz de seu corpo e a olhava fazendo-o entender que ele era o que mais ela desejava.
O movimento prolongou-se pelo máximo de tempo que conseguiram prolongar. Ate que seus corpos não podiam mais negar a vontade de se tornar um.
Hermione viu, com o maior carinho que podia sentir por ele, o seu mais feliz dia terminar com uma foto tirada por um elfo doméstico.
Depois tudo passou tão rápido
Profecia dita
Criança escolhida
Arrependimento
O pedido de proteção feito para Dumbledore
E a falha
A morte
Hermione não precisava mais ver aquela dor culposa nos olhos negros, mas ainda assim ficou para ver seu arrependimento, sua tristeza e culpa.
Ele jurou cuidar de Harry e cuidou, protegeu.
Mas o foco das lembranças mudaram.
Agora era ela, era tudo ela.
Cada sorriso escondido que ele dava era para ela, por ela
Hermione
Hermione
Hermione
Outro amor cultivado escondido.
Mais dor por ser trocado. Desta vez não por Potter, mas por Laine. O príncipe de todas as mulheres.
Ela o viu amá-la em silencio.
Sofrendo em silencio.
Finalmente as lembranças acabaram. A penseira foi guardada e Hermione ia saindo quando reparou no único detalhe daquele quarto que não havia visto antes.
Uma foto dela no jardim da escola, sentada embaixo de uma arvore lendo um livro
Embaixo uma legenda.
" Hermione Granger, meu novo amor, quem sabe minha salvação"
As palavras eram feitas como que por uma criança. Snape tratava seus amores com uma insegurança que beirava o infantilismo, o medo de que dissesse a coisa errada, ou que, como sempre fizeram, lhe negassem aceitação e afeição.
Ela colocou a foto no lugar e se preparou para sair e encontrá-lo, encontrar o homem que verdadeiramente amava.
Poderia ficar com Severus Snape, poderia amá-lo e cuidar dele, mas tinha um problema, o único que ela não poderia aceitar.
O comensal.
O Severus Snape que ela odiava, o que ela temia. Aquele que machucou Samantha, o dono dos olhos doentios que lhe assombravam a mente.
Ela respirou fundo e saiu daquele quarto.
Ainnn meu Dels queria ser eu dentro daquele quartop rosa com aquele homem em cima de mim * descontrolada*
Bom ai esta mais um capitulo para vcs, espero que tenham gostado apesar de ser triste. Mandem meus eternos reviews que amo ler e responder um por um...
Bjussssssssssss
AHHHH no proximo capitulo a Hermione falara com ele.... o que ela falara....?
