Capítulo 21 – Natal
O dia 25 de dezembro amanheceu em Hogwarts com poucos alunos, a maioria havia voltado para casa dias antes. Entre os poucos que ficaram estava Safira, sozinha no dormitório.
A moça acordou e encontrou presentes ao pé de sua cama. Sua disposição não era das melhores. Geralmente voltava para casa nessa época do ano, e não gostava de se sentir como se estivesse presa dentro do castelo, especialmente quando as pessoas com quem tinha mais amizade não estavam ali.
No dia anterior, no início da tarde, ela tinha seguido disfarçadamente com um embrulho até a sala de McGonagall.
-Desculpe incomodá-la de novo, professora, - disse Saf ao entrar – mas poderia entregar isso ao professor Dumbledore?
-Claro, senhorita, Knight, não é incômodo nenhum. – respondeu Minerva – Se tudo der certo, em alguns meses isso acaba.
-É o que espero… Obrigada, professora. – disse ao sair
-Não tem de quê, senhorita Knight.
Depois de lavar o rosto, Safira deu atenção ao embrulho azul escuro, porém não era o presente que procurava, era o cartão – sabia que era de seus pais.
Depois de ler a mensagem, triste, sentou no chão ao lado dos pacotes com as pernas encolhidas e debruçou os braços e a cabeça sobre os joelhos chorando.
Sabia que não haveria mais o cartão de alguém, mas sentia falta dele… Além de estar ali presa… Sua vida parecia ter virado de cabeça para baixo…
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Muitos quilômetros de distância dali, em uma fazenda próxima a Gloucester, Alexandra Potter colocara além de Mira, a elfa-doméstica, o marido, o filho e Sirius para organizar tudo para a festa à noite.
A sala da casa magicamente expandida, arranjos de flores vindos do jardim da própria senhora Potter, feitiços para retirar a neve do jardim de frente e tantas outras coisas que precisavam ser arrumadas… Tiago não exagerara ao descrever a mãe para Lily, ela de fato fazia todos trabalharem para que tudo estivesse pronto às 5 ou 6 horas da tarde, mesmo que os convidados só fossem chegar a partir das 8…
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Perto das oito da noite, Petúnia e os pais estavam na sala assistindo televisão quando Lílian, ao terminar de se vestir, desceu pra juntar-se a eles e esperar Tiago – a irmã fechou o rosto quando ela se sentou.
Nem dez minutos depois, a ruiva ouviu o som de alguém aparatando no jardim, e em seguida a campainha tocou.
Imediatamente, Petúnia se levantou, deu as costas para a sala e começou a subir as escadas.
-Petúnia! – Lily falou indignada
-Não quero conhecer seu namorado. – ela respondeu sem nem se virar
-Ele não é meu namorado.
-Ele também é anormal? – Petúnia parou já no alto da escada
-Ele é bruxo, sim.
-Foi o que eu acabei de dizer: não quero conhecê-lo.
Lily tornou a abrir a boca, mas sua mãe interveio com brandura:
-Não dê atenção, Lily. Agora, abra a porta, não há motivo para deixar o rapaz esperando lá fora.
Lílian não disse mais nada, e antes que tivesse virado a maçaneta para receber o amigo, ainda ouviu a irmã bater a porta do quarto.
-Oi, Tiago. – disse ao vê-lo – Entra.
-Olá, Lily. – ele cumprimentou com um sorriso – Com licença.
-Toda. – a moça respondeu antes de tornar a fechar a porta – Acho que ainda não conhece meus pais, Helena e Matheus. – ela apresentou
-Muito prazer. – falou Tiago ao apertar a mão do senhor e da senhora Evans
-O prazer é nosso. – responderam
-Lily, teria algum problema aparatarmos daqui? Lá fora sempre tem a chance de alguém nos ver. – Tiago perguntou
-Não, problema nenhum.
-Certo, podemos ir, então?
-Claro.
Ela adiantou-se para os pais se despedindo.
-Tchau, querida. Mande nossas lembranças a Alice e os pais.
-Mando, sim. – respondeu ela já ao lado de Tiago
Após também se despedir dos pais de Lily, o rapaz virou-se para ela já com a varinha em punho.
-Segure firme a minha mão. – orientou ao estender-lhe a mão esquerda
Um segundo depois, a moça viu a imagem de seus pais desaparecer enquanto ela sentia que era virada do avesso. No instante seguinte, estava sobre um gramado com Tiago ainda segurando forte sua mão.
-Lily, você está bem? – ele perguntou ao notar o rosto dela
-Acho que sim.
-Primeira vez que aparatou? – ele supôs
-Foi. – disse ela ainda meio sem ar
-Ah, é desagradável mesmo, com o tempo você acostuma com a sensação.
-Espero que sim.
-Quer sentar um pouco antes de entrar? – Tiago indicou um banco ao lado, estavam no jardim de frente da casa dos Potter
-Não precisa, obrigada. – Lily agradeceu balançando a cabeça. E contraindo um pouco os lábios, falou hesitante – Tiago…
-O quê? – disse gentil
-Você… chegou a escutar alguma coisa antes de eu abrir a porta?
-Acabei escutando um pouco, sim, Lily, desculpe.
-Não, eu que peço desculpas. – disse chateada – Minha irmã geralmente é mais educada. Mas não comigo ou com nosso mundo. Desculpe.
-Esquece isso, Lily, você não me deve desculpas nenhuma. Estou feliz que tenha vindo. Vamos entrar? – ele convidou com um sorriso
-Vamos. – ela respondeu sorrindo mais com os olhos do que com os lábios
Passaram pelo caminho de pedras entre o gramado decorado pessoalmente pela senhora Potter com fadinhas luminosas. Tiago tomou o cuidado de soltar a mão de Lily antes de entrar em casa. Se os vissem assim, poderiam aparecer perguntas e comentários que a deixariam sem-graça.
Após cumprimentar Alexandra e John Potter, Lily avistou Alice e os pais do outro lado da sala e foi até lá. Recebidas as lembranças dos pais da ruiva, o senhor e a senhora Campbell foram cumprimentar colegas do Ministério que haviam acabado de chegar e deixaram as duas amigas conversando.
-Sabe quem vem hoje? – Lily perguntou
-Bom, sei que do sétimo ano da Grifinória só não vem Saf e Pedro.
-Então, Frank vem… - Lily comentou sugestivamente
-Vem…
Por pouco Sirius não ouviu essa conversa, já que apareceu de repente atrás delas dizendo:
-Boa noite, meninas, digam X.
-Olá, Sirius. – responderam
-É sério, olhem pra cá. – disse focalizando a câmera fotográfica – Alexandra me incumbiu de tirar fotos por um tempo.
Um flash depois, Tiago passou perto deles e Sirius quase o chamou com um feitiço convocatório para não perder a chance… Alice se afastou a pretexto de cumprimentar um conhecido de seus pais e Sirius aproveitou para tirar uma foto só de Tiago e Lily (mal sabiam os dois que o senhor Black e a senhorita Campbell haviam combinado isso minutos antes…).
-Me deve mais uma, Pontas. A mim e a Alice. – Almofadinhas disse ao amigo quando se viram longe dos ouvidos da ruiva
…
Lílian e Alice demoraram um minuto para reconhecer Ana…
-Você está sem óculos? – fez Lily espantada
-Estou. – respondeu Ana em um tom alegre jogando o cabelo para o lado – Estou com lentes. Idéia da minha mãe.
-Que bonitinha. – comentou Lice
-Sabe alguma coisa de Maia? – Lily perguntou
-Ah, - Ana murchou o rosto – ela não vem.
-Por quê?
-Lice, você tem uma chance para acertar o nome e o sobrenome do motivo.
-Não, Guilherme de novo? – Lily lamentou
-Não, Ashfield mesmo. – Ana corrigiu brava
…
Em seu curso de verão de Defesa Contra as Artes das Tevas, Remo tinha conhecido um jornalista, colunista há algum tempo do Profeta Diário, que coincidentemente estava ali naquela noite (era filho de antigos amigos dos Potter). Ao avistá-lo, Remo perguntou a Ana, que também queria ser jornalista, se ela queria ser apresentada e ele, e Ana aceitou.
Enquanto isso, Alice, Lílian, Sirius e Frank saíram para o jardim para conversar – a música e o falatório dentro de casa estavam começando a dificultar que eles se entendessem. Tiago não vinha com eles, estava circulando pela sala fazendo as vezes de anfitrião com os pais.
-Meninas, vocês têm notícias de Saf? – Sirius perguntou quando eles se dirigiam mais para a lateral da casa
-Não. - Lily respondeu – Parece que os pais dela precisaram viajar e por isso ela ficou em Hogwarts.
-Isso eu sabia. – falou Sirius – Deve ser tedioso ficar no castelo nessa época quando quase ninguém fica.
-Vai ver que ela não se importa de ficar lá. – Frank comentou – Ela nunca nem foi a Hogsmeade, não é?
-Verdade, ela nunca sai da escola… - fez Sirius – Olha a hora! – falou ele de repente olhando no relógio – Onze e meia. A mãe do Tiago me disse para rever alguns "detalhes" – ele fez sinal de aspas com as mãos – para a meia-noite. Eu só trabalho nessa casa, tirando foto, vendo "detalhes" para meia-noite…
-Olha o drama… - falou Lice
-Lily, você não quer me ajudar, quer? Se não tiver um olhar feminino para ver algumas coisas, Alexandra vai brigar comigo uma semana. – pediu ele
-Ajudo, claro.
-Então, vem. E se a gente encontrar com ela no caminho, já estou vendo isso há uns vinte minutos, tá?
-Certo, Sirius. – Lily deu um meio-sorriso e os dois saíram
Já na porta da sala, Lílian virou-se para ele:
-Que tipo de detalhes você estaria cuidando a essa hora, Almofadinhas?
-De dar uma de cupido e dar um jeito daqueles dois ficarem sozinhos. – ele respondeu displicente
-Foi o que eu pensei. E sabe do que mais? Apesar de "detalhes para a meia-noite" – ela o imitou também fazendo o sinal de aspas com as mãos – ter ficado meio forçado, ainda assim até que você soou convincente. É um bom ator, Sirius.
-Ah, assim você me deixa sem-graça. – falou ele fazendo um sinal de "deixa disso" com a mão.
-É, ficar sem-graça já é algo que você não sabe imitar direito… - Lily ponderou
-Não tem problema, - fez Sirus – chamo Tiago aqui e você me ensina como é.
-Sirius! – exclamou ela indignada
O rapaz riu.
-Não fique brava, foi só brincadeira.
-Muito gentil de sua parte…
Ele tornou a rir e os dois entraram.
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No jardim, os aquecedores mágicos que Mira havia espalhado em volta da casa impediam que os convidados sentissem o frio cortante típico do fim do ano. Entre um caminho de arbustos, sentados em um banco encostado na parede, Alice e Frank conversavam há uns dez ou quinze minutos, quando a música que vinha da sala se tornou mais lenta.
The book of love is long and boring
It's full of […] instructions for dancing.
But I, I love it when you read to me.
And you, you can read me anything.
(O livro do amor é longo e entediante
É cheio de […] instruções de dança
Mas eu, eu o amo quando você o lê para mim
E você, você pode ler para mim qualquer coisa)
-Me concederia a honra dessa dança? – Frank pediu
-Aqui? – Lice perguntou surpresa
-Existe lugar melhor? – ele indicou o ambiente ao redor deles
-Não, acho que não…
O rapaz se levantou e inclinou o tronco para frente em um cumprimento cavalheiresco. Alice se levantou em seguida dobrando ligeiramente os joelhos em uma espécie de reverência em resposta.
Com toda delicadeza, Frank beijou o dorso de sua mão e a envolveu pela cintura, sentindo o toque suave da outra mão dela sobre seu ombro.
The book of love has music in it.
In fact that's where music comes from.
(O livro do amor tem música nele
Na verdade é dele que a música vem)
Seguindo o ritmo lento dos acordes, nenhum dos dois pensava em mais nada. Alice sentia estar em um conto de fadas… tudo era encantador… E ela achava que logo sua respiração e batimentos descompassados seriam perceptíveis. Para Frank, tê-la perto era como um sonho… real… Sentiu falta do perfume de lavanda que emanava dela no único instante em que se separou dela, quando a fez girar…
The book of love is long and boring.
And written very long ago.
(O livro do amor é longo e chato
E escrito há muito tempo)
-Lice? – ele chamou ao ouvido dela quase em um sussurro
-O quê? – ela respondeu no mesmo tom, estremecendo com aquela voz tão próxima e levantando o rosto para ele.
A música continuava, mas eles haviam parado de dançar.
-Eu…
O que quer que Frank fosse dizer desapareceu quando ele viu os olhos de azul vivo de Alice banhados pelo luar minguante.
Soltando a mão dela, passava as costas dos dedos pela bochecha dela, fazendo-a fechar os olhos por um momento. Quando os abriu ainda pôde vê-lo se aproximar devagar antes de tornar a fechá-los…
Um beijo suave…
…
Ficaram com os rostos encostados por um tempo. Sem falar nada, sem pensar em nada… Pela diferença de altura, Lice sentia os lábios dele na altura de seus olhos…
-Alice, Frank, vocês estão por aqui?
Ao ouvir a voz de Sirius não tão longe, os dois se separaram.
-Ah, aqui. – disse o Maroto ao vê-los. Alexandra está chamando todo mundo na sala para a troca de presentes à meia-noite.
-Já é meia-noite? – Frank perguntou
-Faltam cinco. – Sirius respondeu
-Então,vamos. – disse Alice ao recobrar a fala
Os três voltaram para a sala e a moça se afastou deles a pretexto de pegar os presentes dos amigos. Sirius aproveitou para perguntar:
-Atrapalhei alguma coisa?
-Na verdade, sim. – Frank respondeu
-Hum, desculpe. Eu até tentei demorar para sair, mas era eu ou a mãe do Tiago… Pelo menos, eu avisei que estava chegando…
Do outro lado do cômodo, Alice encontrou Lílian.
-Lice, você está tremendo. Está tudo bem? – a ruiva perguntou
-Depois eu falo… e disfarça.
-Você parece feliz…
-Eu estou… - ela sorriu
Depois das doze badaladas do relógio de pêndulo, todos se ocupavam em distribuir e receber presentes. Alice e os pais precisaram ir embora logo em seguida.
Tiago esperou para entregar o seu a Lily, não queria simplesmente entregar e sair, ou ser interrompido. Por isso, apenas quando a viu sozinha sentou-se a seu lado no sofá com um embrulho de superfícies regulares na mão.
-Lily, esse é seu. – disse entregando-lhe o pacote
-Obrigada.
-Duvido que descubra o que é. – ele desafiou
-Ah, vamos ver… um livro? – ela tentou examinando o presente
-Não. – ele sorriu – Abre.
Delicada, ela foi soltando cada fita adesiva para tirar o papel verde esmeralda.
Vendo a cena de longe, Ana comentou com Remo:
-Eu já teria rasgado o papel…
Não era bem um livro, parecia um fichário. Ao abri-lo, Lily teve uma surpresa: cada página era decorada com letras, desenhos e cores harmoniosas que formavam as molduras de várias fotos… E havia de fato várias fotos. Dela e dos amigos em Hogwarts, desde o primeiro ano. Lílian ia virando as páginas encantada.
-Muito obrigada. – ela o abraçou
-Por nada. Achei que ia gostar dessa aqui.
Ele avançou algumas folhas e indicou uma em que apareciam ele e Sirius. Sirius se esborrachava de rir do cabelo "domado" do amigo, do cabelo escorrido e grudado na cabeça de Tiago, resultado da poção que Lily e as amigas tinham preparado, e que a ruiva jogara nele no quinto ano.
-Vocês realmente tiraram e guardaram essa foto? – fez Lily
-Sirius não perderia isso de jeito nenhum. – ele disse bem-humorado
-Você que fez? – ela desviou os olhos para o rosto dele
-Ana e Lice me ajudaram.
-Ficou incrível. – ela voltou a virar as páginas
-Tive a idéia depois das férias passadas, quando conversamos ali no jardim e você falou que tinha ficado apegada a lembranças depois do que tinha acontecido com seu avô.
Lílian havia parado mais uma vez de admirar seu presente enquanto falava e sorriu meio sem jeito … não imaginava que alguém prestasse tanta atenção ao que ela falava…
-Tenho algo pra você também. – disse ela lhe entregando um embrulho sextavado – Espero que goste.
O rapaz não abriu o presente com tanto cuidado. Embora a caixa fosse de um dourado transparente não deixava visível seu conteúdo. E apenas quando ele abriu a tampa pôde ver o que era.
-Lily… - disse impressionado retirando a miniatura de um pomo de ouro
-Ele não voa longe como os de verdade, fica ao redor da primeira pessoa que o toca, no caso, você. Também serve para guardar alguma coisa dentro dele.
-Obrigado. – disse abraçando-a
-Que bom que gostou. – disse ela colocando os cabelos trás da orelha – Tiago, desculpe, mas está ocupado agora?
-Não.
-Poderia me levar pra casa? – ela pediu – Meu pai deve estar me esperando.
-Claro. – ele respondeu mesmo não querendo que ela fosse embora
Feitas as despedidas, os dois foram para um ponto do jardim de onde poderiam aparatar.
-Obrigada por ter vindo, Lily. – ele se aproximou e beijou-a no rosto
-Eu que agradeço o convite. – a ruiva falou tentando, mas não conseguindo, ignorar seu coração acelerado
Uma vez de volta à sala do sobrado dos Evans, ao lado da escada, Lily se deparou com o cômodo escuro. Apenas a televisão estava ligada ainda e seu pai tinha caído no sono meio deitado, meio sentado no sofá. Ela sorriu de leve balançando ligeiramente a cabeça ao vê-lo assim.
-Eu já vou indo, Lily, não quero incomodá-los. – Tiago sussurrou
-Você não incomoda. – ela sussurrou de volta – Muito obrigada por tudo. – disse segurando as mãos dele
-Tudo o quê?
-Fez muito mais por mim nos últimos meses do que pode imaginar. Nunca vou esquecer. – ela o abraçou de novo
Tiago apenas sorriu e beijou a mão dela.
-Até Hogwarts. – ele se despediu
-Até Hogwarts.
Quando Tiago desaparatou, Lílian foi até o sofá para acordar o pai.
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N/A – Olá!
Estou cumprindo minha palavra, aqui está o capítulo 21 após uma semana. : )
Temos umas cenas fofinhas por aqui, espero que tenham gostado. O que acharam do Frank e da Alice? E do presente do Tiago? Alguém ficou triste pela Safira?
A música de Frank e Alice é "Book of love", do Peter Gabriel, trilha sonora do filme Dança comigo.
Continua o ritmo: novo comentário, capítulo em uma semana.
Respondendo aos reviews (EBA!):
Sassah Potter – Olá, menina! Sério que gostou desses detalhes da Safira? Aguarde que vem mais coisa por aí... Gostou desse capítulo? Como tinha te falado, tivemos algumas cenas fofinhas. Capítulo que vem tem mais. E muito boa sorte na reta final da faculdade!
ClauMS – Oi! Sim, teve um momento que focou bem na Safira e fiquei meio preocupada com isso, mas não consegui evitar, precisava dar umas informações dela, vai ser importante depois, não perca! E também... bom, ela é uma personagem eu gosto bastante pra falar a verdade, rs. Quer dizer que estou conseguindo fazer um Tiago/James fofo? Que bom, era essa a intenção, hehe. Sobre a Maia... bom... ela nem apareceu hoje por culpa do Guilherme, vamos ver como fica. O que achou desse capítulo?
Beijos,
Palas
