Capítulo Vinte e Um
Agonia.
A ruiva torceu os dedos finos enquanto caminhava pelo banheiro feminino agoniada. Era dia de Dobby trazer novidades de Draco e ela não podia estar mais ansiosa. Como ele mesmo dissera certa vez, o silêncio era ensurdecedor. E, durante uma guerra, era quase insuportável.
Estava preocupada com os futuros acontecimentos. Você-sabe-quem continuava coordenando ataques e Gina já não tinha tanta certeza de que estaria segura naquele maldito colégio. Até a floresta proibida parecia ser um lugar mais tranquilo, se fosse para falar a verdade. Ao menos os Carrow não estariam lá e com dementadores e lobisomens a Weasley sabia lidar muito bem.
O problema é que sua mãe insistia na conclusão de seus estudos. Por ser menor de idade não podia simplesmente se dar ao direito de virar as costas e sair em uma infinita busca por... Por... Seja lá o que fosse que Rony, Harry e Hermione estavam procurando. E não saber qual a missão que Dumbledore os incumbira lhe deixava ainda mais frustrada, sentindo-se uma perfeita inútil que não pode fazer nada além de ir para a aula.
Sentou-se no chão de pedras, incomodada por estar ali. Tudo bem que aquele era o local mais discreto do castelo, mas era extremamente incomodo retornar àquele local após os acontecimentos de seu primeiro ano. Por Merlin, preferia nem pensar nisso! Sacudiu a cabeça como se o gesto pudesse afastar os indesejados pensamentos e lembranças da câmara secreta.
Embora se preocupasse com o paradeiro do irmão e seus amigos, Gina tinha quase certeza de que estava tudo bem. Aqueles três sabiam se cuidar muito bem e Merlin ajudasse quem tentasse detê-los quando colocavam alguma coisa na cabeça. Porém, outra pessoa estava tirando o sono da Weasley, e esse alguém era Luna Lovegood.
Gina não vira a amiga desde que retornara do feriado de natal e era absolutamente enlouquecedor, pois não fazia a menor ideia do que poderia ter acontecido com ela. Já tinha enviado inúmeras cartas e nada. Fazia um tempo desde que Luna lhe contara sobre as ameaças que o pai andava sofrendo pelo recorrente apoio a Harry e Dumbledore que ele dava nas matérias que publicava em seu jornal. Diante das circunstâncias, era impossível não esperar pelo pior.
Perguntava-se até onde Você-sabe-quem iria para calar uma minoria e tinha medo da resposta que obteria. Não sabia se era muito cedo para se preocupar com a loira e francamente não queria conversar com ninguém a respeito. Até por que, só tinha Neville e Colin para poder partilhar alguns pensamentos, e nenhum dos dois parecia ter sanidade mental o suficiente para estender uma discussão com sentido.
Seu coração sentia falta de Draco de uma maneira que ela não julgava ser possível. Talvez fosse por não ter muito com quem conversar naqueles tempos, ou talvez fosse por que ele era a única pessoa com quem queria conversar. O fato é que, por várias vezes, pegava-se em um estado deplorável de melancolia lembrando-se da torre de astronomia, dos encontros no quarto dele ou da última vez em que o vira, no Cabeça de Javali, quando ficaram estranhamente próximos para partilhar um segredo.
Estava aterrorizada com toda aquela saudade que sentia do Malfoy, e repetia mentalmente várias vezes que devia estar muito solitária ultimamente para valorizar pequenos lapsos de tempo com ele. Seu peito se aquecia a cada carta que recebia, cada aviso, cada palavra, e ficar todo o feriado sem uma única notícia quase lhe deixou maluca.
Tentava inutilmente se convencer de que seu estado de ansiedade por uma carta se devia ao fato de necessitar urgentemente de notícias. Até por que, não saber o que estava acontecendo e ficar alheia aos planos de Você-sabe-quem lhe fazia querer arrancar até o último fio de cabelo. Porém havia uma parte, uma pequena parte dentro dela que simplesmente sabia, com toda a certeza do mundo, que havia muito mais de saudade que curiosidade em todo aquele nervosismo.
Quando viu Dobby surgir no meio do banheiro um suspiro aliviado escapou por seus lábios e ela se levantou quase que automaticamente. Caminhou até o elfo com passos rápidos enquanto sorria, cheia de esperanças de que ele traria alguma novidade.
- Dobby! Que bom te ver!
Exclamou. Foi ficando de joelhos, de frente para Dobby que fez um gesto de cordialidade, como um cumprimento da realeza e Gina teve de se segurar para não rir. Não combinava muito com ele aquele tipo de formalidade, mesmo que de brincadeira.
- Como vai, senhorita Weasley?
- Estou bem. Tem carta para mim?
Gina parecia a mesma criança empolgada que era quando ainda ficava à espera do Papai Noel com seus irmãos n'A Toca. E, certamente, aquela carta seria seu presente. Seu coração saltou no peito quando viu Dobby assentir positivamente em resposta à sua pergunta.
- Sim. Dobby trazer sempre em tempo.
Os dedos compridos de Dobby escorregaram para o bolso de sua roupinha e ele apanhou um pequeno pedaço de pergaminho enrolado. Assim que Gina segurou, apertou contra o peito e o encarou cheia de incerteza, com um súbito medo de ter ali uma notícia ruim.
- Sabe se são boas novas, Dobby?
O receio que dançou suavemente em sua voz não passou despercebido ao elfo, que coçou a cabeça sem cabelos e mexeu as orelhas de forma divertida enquanto parecia pensar. Claro que sabia qual era a notícia que trazia, mas não estava certo de que era algo genuinamente bom. Quer dizer, o fato de poder ser pior torna algo ruim em algo mais ou menos bom?
- Não sei se é algo exatamente bom...
Hesitou por um momento, apertando os dedos em volta do pergaminho. Gina fechou os olhos e desejou em uma oração que estivesse tudo bem com Luna. Que aquele recado não traria uma novidade catastrófica e que em breve poderia vê-la novamente, saltitando por aí. Então deu uma última olhada para Dobby antes de respirar fundo e desenrolar aquela que poderia ser a pior notícia de sua vida.
- Merlin...
Murmurou enquanto seus dedos desenrolavam o pequeno pergaminho. Continuou pedindo mentalmente que nada de ruim houvesse acontecido e ao ver a letra de Draco, a tão esperada caligrafia com que sonhara nos últimos dias, pôde sentir uma certa calma. Ele não faria isso, não lhe daria uma notícia tão terrível assim por carta. Não, não devia ter acontecido nada catastrófico. Respirou fundo e começou a ler, sentindo a coragem inundar seu coração.
"Weasley,
Acredito que à essa altura já deva ter dado por falta da Di-Lua.
Pois bem. O pai dela andou falando mais que devia. Escrevendo, na verdade. Então decidiram sequestrar a menina para calar a boca do velho. E adivinha onde ela foi parar? Exatamente, no meu porão.
Não se preocupe, não vou deixá-la morrer ali. Mas quero saber se contou alguma coisa a ela sobre nosso acordo, pois não para de me olhar com uma cara idiota que anda deixando minha tia meio desconfiada...
Não consegui te avisar antes pois as coisas ficaram meio movimentadas com a chegada dela. Foi um feriado estranhamente animado, se quer saber.
Cuide-se.
Draco Malfoy
PS: Sabe costurar? Faça alguma coisa quente para esse elfo não morrer de hipotermia. "
Sentiu suas pernas amolecerem e não conseguiu evitar de deixar o corpo escorregar, ficando sentada de frente para Dobby enquanto apertava o pergaminho sobre o coração. "Obrigada Merlin, obrigada Merlin", agradeceu incessantemente enquanto fechava os olhos e podia quase sentir o cheiro de Draco, não tão forte ficava na pele dele, mas quente e amadeirado, como costumava ser, emanando do pequeno recado que tremia em seus dedos conforme o segurava com força.
- Obrigada Merlin. Obrigada.
Verbalizou seus pensamentos tendo de se segurar para não cair de costas no chão de pedras. Luna estava viva! Tudo bem que sob terríveis circunstâncias e aprisionada no porão de Draco, mas estava viva! Ele não a deixaria morrer e tudo terminaria bem! Foi como se um peso subitamente se retirasse de suas costas e Gina finalmente pôde respirar novamente.
- Dobby, você a viu? Ela está bem?
A voz mais animada de Gina questionou o pequeno elfo, que assentiu exageradamente em resposta, fazendo as pontas das enormes orelhas sacudirem. A ruiva temia tanto pelo bem de Luna que, mesmo tendo ciência que Draco estaria lá para protegê-la, precisava se certificar de que estava tudo bem com ela. E tinha certeza que Dobby não mentiria sobre isso.
- Está sim senhorita Weasley. Dobby está esperando senhor Malfoy dizer uma data propícia para tirá-la de lá.
Tirá-la de lá? Draco estava ficando maluco? Como ele e Dobby conseguiriam esse feito impressionante? O que Narcisa estaria colocando no café da manhã do filho, vodca? Gina não gostou nem um pouco daquela ideia e encarou o elfo com certa reprovação em seu olhar, sacudindo a cabeça negativamente. Alguém tinha que ter juízo naquela história toda, concluiu.
- Não, Dobby! É muito arriscado!
- Não se preocupe senhorita Weasley. Dobby ficar feliz em ajudar Harry Potter e seus amigos.
Diante da resposta sincera de Dobby, Gina se calou. O ar quase faltou em seus pulmões e ela não soube que argumentos usar contra aquilo. Sentiu que era mesmo um bom plano dos dois, e que, talvez, desse tudo certo. Era a única chance de Luna conseguir dali e obrigou-se a acreditar no Malfoy. Afinal, até agora, não tinha motivos para pensar em uma possível traição da parte dele.
E Gina mal sabia se suportaria uma traição vinda dele, especialmente se levasse em consideração o bem que suas cartas lhe faziam e a saudade que gritava quando não recebia notícias. Então respirou fundo, ainda encarando Dobby e lembrando-se do pedido de Draco para que ela costurasse algo que o protegesse do frio. Assentiu suavemente, sem desgrudar os olhos do elfo, com uma ideia em mente.
- Vou escrever algo para levar para o Malfoy. Me encontre aqui em duas horas.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
"Malfoy.
Estou tão aliviada de que Luna está aí! Estava ficando maluca sem conseguir falar com ela por todo o feriado. Por favor, por favor, proteja-a. Não deixe que façam mal a ela, Luna sempre foi tão boa e gentil... E não, não contei nada a ela.
Dobby me disse que vocês estão se planejando para soltá-la. Vou ficar feliz em ajudar, se puder. Não deixe que ele se arrisque, sim? Não acho que suportaria minha consciência se algo acontecesse com ele.
Obrigada de verdade por não deixar que ela morra. Acho que nunca poderei agradecer o suficiente pelo que está fazendo.
Cuide-se.
Gina Weasley
PS: Improvisei algo com meu cachecol, está satisfeito? "
Já devia ter lido a carta de Gina umas cinco vezes, e cada vez que relia, encontrava uma palavra nova para se apegar a ideia de que estava fazendo um bem a ela ao proteger Luna. Era tão bom escrever para a ruiva, pois suas cartas em retorno, com aquela caligrafia puxada e quase desenhada, lhe enchiam de esperanças de que ainda conseguiam se ajudar, mesmo que à distância.
Porém, desde que Luna surgira em seu porão e viera com aquela intimidade ridícula chamando-o de Draco, que uma súbita e emergencial vontade de ouvir seu nome da boca de Gina começou a lhe atormentar. Se a Lovegood, que pouco o conhecia, conseguia deixar as formalidades de lado para dirigir-se à ele pelo primeiro nome, por que diabos a Weasley não podia?
Até pensava em surpreendê-la e chama-la de Gina, só para ver o que acontecia, mas o nome soava tão errado e improvável em sua boca e que desistia da ideia imediatamente, sempre que pensava no assunto. Entretanto, o fato dela não ter simplesmente ignorado seu desejo em dar a Dobby algo para se proteger do frio já foi o suficiente para deixa-lo feliz.
Não que houvesse sido lá uma obra de arte, muito pelo contrário, as cores da grifinória lhe irritavam, e ela tinha escolhido justo a porcaria do cachecol vermelho e amarelo para improvisar uma espécie de poncho, que ficou um pouco grande para Dobby, mas cumpria a função de dar-lhe alguma proteção contra o frio.
Agora mesmo Dobby estava usando aquela porcaria e parado a frente dele com um sorriso de cumplicidade irritante, mas que Draco já se acostumara a ver. Sentia-se um pouco menos mal em relação ao elfo sabendo que pelo menos não passaria frio aquele inverno. Não pôde evitar de pensar o que a Granger ia achar se visse aquilo, pois lembrava-se muito bem dela tomando partido das pobres criaturas domésticas escravizadas. Acreditou que a cabeça dela ia explodir e o pensamento lhe provocou uma risada curta, que só durou um pouco mais por ainda estar extasiado pelo efeito da carta de Gina.
Porém, no curto período de tempo que o elfo se distanciou para levar a Gina o recado do Malfoy, mais prisioneiros indesejados foram enfiados em seu porão. Por exemplo o estúpido Dino Tomas, com o qual Draco jurava já ter visto a Weasley se enroscando nos corredores de Hogwarts. Além dele, Grampo, o duende, também fazia parte da festa.
Draco começou a se perguntar se haveria uma superpopulação de grifinórios e amigos do Potter em seu porão e até onde Voldemort pretendia levar aquela baboseira. Tudo bem que ele estava zangado com o Cicatriz, totalmente compreensível, aquele moleque era mesmo irritante. Mas não precisava transformar sua casa em um zoológico, certo? Agora seria ainda mais complicado para ajudar a Lovegood.
- Não sei como vamos fazer para sumir com a Lovegood dali agora que tem mais gente...
Confessou para Dobby, que se sentou em sua cama como se o quarto fosse dele. Sacudiu as pernas finas e Draco imitou seu gesto, também se ajeitando sobre o colchão macio enquanto encarava o pedaço de pergaminho. Logo, a voz do elfo se sobressaiu ao mesmo tempo em que erguia os enormes olhos verdes para o Malfoy.
- Dobby poderia ir aos poucos. Levar um por um para fora da mansão.
Sacudiu a cabeça negativamente, discordando da ideia do elfo. O barulho que ele fazia ao desaparecer poderia chamar a atenção, além do mais, o maldito lobisomem andava rondado aquele pedaço da mansão para se certificar de que os prisioneiros não tentariam nenhuma loucura para escapar.
"Complicado", Draco pensou enquanto passava os dedos pelos cabelos loiros e se forçava a pensar em algum plano para atrair a atenção de todos os comensais em um outro ponto da mansão. Entretanto, não conseguia pensar em absolutamente nada que não fosse colocá-lo em maus lençóis, pois tinha certeza que qualquer feitiço que tentasse seria imediatamente identificado por sua tia maluca a fim de provar que ele era um fraco, assim como Lúcio.
Tudo que ele não precisava era de mais comparações desnecessárias com seu falecido pai. Então encarou Dobby mais uma vez, certo de que aquele elfo maluco conseguiria se safar de qualquer situação e deu um meio sorriso. Com certeza, muito em breve, todos aqueles prisioneiros estariam fora de seu porão.
- Vamos ter que esperar, Dobby. Não podemos tirar só uma pessoa de lá, todos eles terão de sair de uma vez, por mais maluco que possa ser.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
N/A: OI GENTEEEEE!
ADIVINHA QUEM FEZ ANIVERSÁRIO DIA 01? POIS É, EUZINHA! Estou ficando velha, meninas. 24 primaveras hahahahah e quem ganha o presente são vocês!
Espero que gostem desse capítulo, ele antecede coisas importantes e acho que vocês já devem imaginar o que é. Anyway, vamos aos comentários!
GI! QUE BOM QUE VOCÊ VOLTOU! Claro que senti sua falta s2. Espero que você esteja bem, qualquer coisa, se precisar de alguém pra cvs, pode contar cmg viu? Obrigada por comentar nos dois capítulos e por ter voltado! Hahahaha sim, esse encontro ainda vai demorar um pouco (menos de 5 capítulos, mas um pouquinho). E sim, totalmente esperamos menos orgulho pra esses dois hahahahaha conto contigo aqui, viu? Espero que goste desse cap também! Até a próxima! Beijos!
Carol! Obrigada amore! Espero que continue curtindo e acompanhando! Beijos e até a próxima!
Grazy! Hahahaha as vezes eu sou boazinha. As vezes não =P. Então mulher, se eu postar mais que isso, logo vou alcançar o ponto em que eu estou e ai vocês vão acabar mais tempo sem post =/ Se eu não estivesse trabalhando, até que dava, mas agora tá difícil. Ai prefiro deixar vocês com uma frequência mais certinha. Mas juro que to super ansiosa pra que vcs cheguem no ponto que eu estou! Queria tanto ouvir suas opiniões! hahahahaha muito obrigada! Fico super feliz que esteja curtindo o Draco =D Ele é uma das minhas maiores preocupações e dificuldades nessa fanfic hahahahaha. Ah, teve um pouquinho de Gina nesse capítulo! Mas terminamos sempre com o Malfoy lindo e maravilhoso hahahaha. Luna e Blaise... Então, estou pensando. Luna e Blaise ou Luna e Harry? O que será que vocês preferem? =P Muito obrigada por acompanhar! Espero que continue gostando e conto contigo aqui no próximo! Beijos!
RÊ! Mulher, cuidado pra não te dar problemas na aula! Hahahahaha Ih, não, infelizmente nada de presentes de natal esse ano, sorry. Além do mais, ele jpa devolveu os badulaques dela, né? Agora é a vez dela hahahahah. E sim, a Luna é minha personagem favorita de HP. Não consigo deixa-la de fora jamais. Ela sempre tem umas sacadas geniais e acho que é meio que mal aproveitada nos livros. No sétimo e no quinto ela até que é importante, mas no sexto ela é bem... Deixada de lado assim. Tirando a parte que o Harry a convida para o baile, o que é simplesmente genial. Estou em duvida se a deixo com o Harry ou com o Blaise. O que vocês preferem? =D Ah, e já adianto que ela vai ser EXTREMAMENTE IMPORTANTE mais pra frente hahahaha. Sim, a cena cafona também vai acontecer mais pra frente, mas aguarde por ela, juro que vai valer a pena! Hahahahaah não vou contar quem vai chamar quem pelo nome primeiro, mas já escrevi essa cena! FAÇAM SUAS APOSTAS hahahaha E sim, haverão mortes. Muitas mortes. De gente bacana e gente ruim também. E vocês vão me odiar, mas precisava ser assim... Desculpa galera =/ Enfim, muito obrigada por acompanhar e comentar Rê! Espero que tenha gostado desse tbm! Conto contigo aqui no próximo, eim? Beijos!
