Apesar do atrasinho básico, aqui vos trago mais um capitulo! Reformulado, há de constar, já que minha querida betinha percebeu a falta de ação inicial! Kkkkkk Então, reformulei e, acho que ficou melhor, né Lara? ^^
Um mega abraço ao lindo reviews a essa desmerecedora escritora!
aguiam (por ter favoritado) e Haruno Kuchiki (for review, thanks girl, I am happy to your message!)
Pauloooooooo, cadê voce!
"Amigo é mais que família, é uma empatia consentida, uma cumplicidade além dos laços sanguíneos". "É uma escolha feliz de alguém que pusemos ao nosso lado para trilharmos a vida"!
[Jeocaz Lee-Meddi]
Aquela frase popular que diz: "Cheguei ao lugar errado, na hora errada", abarcava completamente a situação das jovens fugitivas.
Urahara não parava de sorrir, enquanto elas ainda permaneciam pálidas e estáticas em seus lugares, como se a cena houvesse sido captada por uma câmera fotográfica.
O pensamento de todas era unânime: estavam enrascadas.
Toushiro observava, irritado, todo aquele cenário do qual não compactuava desde o princípio. Seus amigos querendo comemorar o que não era comemorável; o detetive querendo questionar o que não sabia responder e, para somar, quatro mulheres estranhas que pareciam ter visto a morte à sua frente. Não queria estar ali. Queria estar chorando sozinho a morte de sua amada noiva. Correr atrás de Aizen e dar a maior surra que jamais haveria dado em alguém e, depois de tudo isso, fugir para algum campo de futebol de seu bairro carente e jogar até cair à noite, ou mesmo, até lhe faltar forças para se levantar.
Tudo em sua vida havia sido complicado e sem apoio. Nunca conseguiu nada sem esforço e determinação. Hinamori havia passado as mesmas dificuldades que ele para conseguir a tão esperada bolsa de estudos naquela ilustre faculdade, e o que recebiam em troca? Uma morte vergonhosa e sem honra. Manchando a imagem real de sua querida amiga de infância. Conhecia-a melhor do que qualquer investigador genioso, mas, ainda assim, aquela dúvida e terrível dor da culpa não lhe saiam do peito. Dor por não ter percebido antes. Dor por não ter compreendido sua noiva. Por não tê-la salvado antes. Envolveu-se tanto em seus estudos para manter notas altas; correu como louco para conseguir poupar dinheiro para comprar o apartamento dos sonhos, para, enfim, casar-se com sua amada, que não percebeu quando ela se desviou de seus projetos com ele. Perdeu-a sozinho. Não era culpa de Aizen, era dele mesmo.
Sentiu a mão de seu amigo, Hirako, apertar seu braço direito e, saiu de suas divagações retornando ao ambiente tenso.
– Que alegria termos mais um amigo de Shiro-chan, certo Ran? – Inoue entravava, desesperada uma conversa.
– Eu é que fico feliz em participar com tão lindas garotas, como as que vejo aqui! Quatro já tive o prazer de conhecer... E estou surpreso pela coincidência em nos encontrarmos todos no mesmo lugar, não acha, Kato-san? – Urahara questionou, com desdém e voz cantante, fazendo a aludida dar um pequeno salto no canto onde sentava no sofá.
– Sim, uma grande coincidência mesmo! – gaguejou Saya.
– Curioso, vocês se conhecerem, não? – interferiu Hirako. – Urahara-san é um incrível investigador e perito, além de um esplêndido cientista! – enlevou seu ídolo.
Riruka já não havia gostado do rapaz desde o primeiro momento, e agora estava mais irritada ainda com a bajulação do loiro. Halibel permanecia em silêncio, imaginando mil e uma forma de fugir, eliminando no trajeto o detetive loiro.
– Viajamos muito... Certo, meninas? – interveio Mony, desesperada. – E Urahara sempre foi ilustre em vários países... Claro, que nos conheceríamos! – comentou, levantando-se e zanzando em volta dos que permaneciam sentados.
Urahara escancarou o sorriso com a perspicácia da garota. Não era à toa que se afamou na chantagem a executivos.
Ulquiorra, resolvendo quebrar a monótona cena da sala, comentou, sem definir nenhum destinatário:
– Vou preparar as bebidas!
– Eu ajudo! – gritou Riruka, assustando os convidados.
– Eu também! – emendou Orihime, enciumada, já que a garota praticamente se jogou no braço do Shiffer.
Ulquiorra não entendeu a reação de ambas as mulheres e, sem interferir, rumou para a copa, seguido de perto por elas.
– Música? – Rangiku questiona, se levantando.
Hitsugaya observou a loira rebolar próximo a si e revirou os olhos. Quando sua amiga pararia com essas seduções sem sentido? Será que ninguém respeitava mais o luto alheio?
– Adoraria dançar! Me acompanha, Kato-san? – falou Urahara, galante e estendendo a mão para a jovem.
Saya não sabia se aceitava ou corria. Resolveu pela primeira. A música que a loira colocou era moderna e rítmica. A garota duvidou se aquele, não tão jovem detetive, saberia dançar naquele ritmo. Mas se surpreendeu com o ótimo parceiro de dança.
– Surpresa? – vangloriou-se Urahara, já que o espanto era óbvio na face de Saya.
– Algo assim...
– Pode me dizer, por que fizeram isso? – sussurrou, rodopiando a garota pela sala.
Os móveis haviam sido, previamente, retirados para não atrapalhar na dança. Outros casais se formavam, sendo Halibel guiada por Hirako, Mony por Toushiro e Rangiku dançava sozinha. Uma verdadeira algazarra, já que Matsumoto interferia na dança de Histugaya, intercalando passos com o rapaz, e depois o devolvendo a outra.
– Preciso ver Tsuki-chan! – sussurrou, de volta.
– Para?
– Como para? Preciso vê-la e pronto! Ela precisa de minha ajuda, não é óbvio? Eu vi numa emissora, dizerem que ela provavelmente retornará a família... Isso é um absurdo! – gritou a última frase, chamando a atenção dos casais.
Recompôs-se polidamente e continuou dançando, enquanto os outros voltavam à diversão. Urahara analisou o rosto avermelhado de Saya e, não pode evitar sorrir. Apesar de tudo, havia alguém naquela prisão que se preocupava com a pequena injustiçada. Admirava esse magnetismo de Rukia, em atrair pessoas especiais a si.
– Não se preocupe, ela está em boas mãos! Mas isso não muda o fato de que estão encrencadas! – comentou, divertido.
– Eu já imaginava! – devolveu, mais animada.
Apesar da fuga do esconderijo, a reação do detetive foi bem mais suave do que imaginava. Ou talvez não.
– TRAGAM UM EXTINTOR! – gritava exasperado, um Ulquiorra repleto de fuligem.
– Mas o que aconteceu? – Rangiku interveio, ajudando o rapaz a apagar o fogo que tomava conta do fogão.
– Orihime! – respondeu, taxativo.
– Sua idiota! Olha o que você fez? Eu não disse para não jogar o rum na minha fritada! – gritava Riruka.
– Mas... Eu vi na tevê que isso faz a carne ficar macia... – justificava a ruiva.
– LOUCA! SE JOGA NA PANELA E NÃO NO FOGO!
– Não grita comigo! Mony-saaan...
– Calma, meninas! Acalmem-se... – Hirako emitiu, pacificador.
A bagunça foi geral. Saya e Halibel se entreolharam. A noite não poderia ser pior.
– Pode me levar de volta pra prisão? – Mony, perguntou comedida e envergonhada a Urahara.
Riruka e Orihime se digladiavam entre si. Ulquiorra lutava junto a Toushiro contra o mini incêndio, já que o fogo se alastrou pelas bebidas próximas e a cortina que evaporava na pequena janela acima do fogão.
Halibel observava Rangiku voltar à sua dança descontraída; Hirako aproveitou para se juntar à loira e tentar convencer a visitante a segui-lo também. Uharara assistia a tudo, anotando em seu pequeno caderno algumas perguntas que faria a Toushiro. A noite seria longa e divertida. Saya só rezava para que os bombeiros não fossem necessários, ou sua turnê fora da prisão, seria mais breve que o planejado.
O jantar ocorria em pleno silêncio e contemplação. Fazia pouco menos de duas horas que Rukia e Ichigo se viram rodeados de familiares com suas perguntas, acusações e protestos de Byakuya a seu favor. A morena nunca havia assistido os exempláveis membros Kuchiki tão animados a confrontá-la com acusações e defesas, uma verdadeira confusão, já que estava dividida a opinião do grupo, graças às intervenções contínuas de Byakuya, com documentos que recebeu da perícia alegando a inocência da irmã.
Uma alegria e orgulho preencheram todos os buracos que existiam dentro do peito da garota naquele dia. Se tinha medo antes, agora se sentia protegida. Tinha duas grandes pessoas ao seu lado, já que Ichigo sempre a defendeu com veemência quando Byakuya era encurralado por seu título e ocupação na família.
Ginrei assistiu a tudo em silêncio. E agora da mesma forma se sentava a mesa para iniciar o serviço daquela noite. Os garçons tentavam comportar cada membro à mesa com os devidos cuidados e atenção, já que fazia tempo que não recebiam tantas pessoas ao mesmo tempo naquela casa.
Na ponta, Byakuya via, ao longe e com desgosto, a irmã, que por ser menor, estava no último lugar da mesa, sendo seguida de perto do ruivo e, consequentemente, longe de sua proteção necessária.
Kouga estava a duas cadeiras à frente da morena, e não deixava de tentar entravar conversa com a mesma. Não queria perder a oportunidade de agulhá-la com seus comentários mordazes, lembrando-a sempre de onde ficou naqueles últimos dois anos.
– Como era viver em Sereitei, Rukia-san? – questionou frio.
Rukia não se abateu, sabia da animosidade do rapaz contra si. Ichigo teve que se segurar para não se levantar e quebrar em pancadas aquele rosto altivo.
– Creio que... Não seja adequado conversamos isso em momento de necessária contemplação e descobertas dos sabores da cozinha desta casa, Kuchiki-sama! – respondeu com um leve sorriso nos lábios.
Rukia poderia não ter sangue Kuchiki, mas fora educada fielmente aos preceitos da família principal, e com a coragem que conseguiu no momento, não lhe era difícil dar cabo sozinha daquela conversa. Kouga se viu envergonhado pelo sorriso de satisfação de Byakuya. Acabou deixando a vista de todos, a diferença entre os da casa principal e seus integrantes secundários, como ele.
– Minha neta tem razão! Hoje estamos aqui para comemorar o retorno de minha inocente filha a essa família! De hoje em diante, teremos o prazer de acolher a preciosa lembrança de meus filhos Hideki e Akemi! – Ginrei falou, pela primeira vez naquele dia conturbado.
Gin sorriu com as palavras de seu adorado patrão. Amava discussões de família, e Rukia sempre fora motivo para elas acontecerem.
Kouga não se desculpou e continuou comendo como se nada houvesse acontecido. Pedido de desculpas não se aprendia nas regras daquela poderosa família.
Ichigo estava visivelmente desconfortável naquele lugar. Tanta frieza e hipocrisia o deixavam sem rumo. Observou a inalterada polidez da morena enquanto fingia se alimentar e percebeu que não era o único a se sentir assim. Precisava se mostrar forte para encorajá-la. Ela era a parte mais frágil ali e necessitava dele. Pegou a mão da garota por baixo da mesa e a apertou com carinho.
Rukia olhou-o com um sorriso de agradecimento. Se estava ali, agindo daquela forma segura, era porque sabia estar protegida com o rapaz. Um estranho sentimento, mas que sempre teve desde a primeira vez que o viu.
Alguns membros próximos perceberam a troca de olhares do casal e somente a menção dessa palavra – casal – os deixavam contrariados. Já havia sido complicado, na época, aceitar o relacionamento da garota com o rapaz Shiba. Apesar de ele ter vindo de família nobre, havia o fato de estar em falência por conta da má administração do pai, o líder da família. A garota sempre era alvo de contradições e confusões naquela casa. Mas Ginrei sempre foi complacente com os desejos de seu filho, e isso incluía a neta adotiva.
O jantar transcorreu sem interrupções, somente com o tilintar dos trabalhados e delicados talheres. Um evento memorável depois de longos dois anos de jejum naquela ampla sala.
Trancaram-se no quarto novamente, e Ichigo pôde respirar mais sossegado. Rukia o observava ir de um lado a outro, com o cenho franzido e um aparente nervosismo em seus movimentos. Era deveras, cômico demais para a morena que não hesitou em rir.
Ichigo parou brusco pelas risadas jamais ouvidas antes. Esfregou o cabelo com nervosismo e se aproximou se sentando ao lado das pernas da morena, pendendo o corpo sobre a cama da mesma.
– O que acha engraçado, baixinha? – comentou mais para irritá-la, já que ainda não tinham tamanha intimidade ainda.
– Baixinha?
– Nunca a vi rir! Gostei de sua risada... Ela é viva e divertida! – emendou sem responder a envergonhada garota.
– Bem... Acho que... Não tínhamos ninguém com cara tão cômica quanto a sua lá na Sereitei... – sussurrou o nome da prisão, como que para evitar ser encontrada por ela, como se fosse uma entidade viva.
– Hum! Sei! Mas você foi muito corajosa hoje! Jamais terei a frieza que você mostrou ao enfrentar aqueles velhos, e, ainda conseguir sair por cima naquele monstruoso jantar! – expressou com um sorriso divertido.
Rukia rememorou as cenas de horas atrás. Havia ligado algo automático dentro de si e agiu como se não estivesse ali. Tudo naquele lugar a deixava apreensiva e nervosa. Somente a presença de Ichigo e Byakuya a fazia continuar consciente, quando seu corpo desejava adormecer e jamais despertar.
– Se você não estivesse aqui... – comentou, reticente.
Ichigo sorriu mais abertamente e sem lhe dar tempo para entender o que fazia, roubou um selinho da garota que ficou vermelha e sem fôlego.
– Fico feliz por te ajudar em algo além de meus préstimos jurídicos! Mas queria te pedir perdão por antes... – não completou a frase por vergonha.
Rukia se recuperou da surpresa e sorriu ante o leve rubor do rapaz. Estava feliz por ter encontrado alguém como ele. Sentia que era um presente de seus pais. Eles com certeza olhavam por ela, e mesmo na prisão acendia velas em memória deles.
– Não precisa! Também te devo desculpas por ter me comportado... Estranha e...
Ambos desviaram o olhar, acanhados com as lembranças que passaram juntos, onde chegaram a níveis mais íntimos e entregues ao desejo.
– Mas fui eu quem te obrigou a... A... Você sabe... Transar comigo a força – gaguejou. – Não deveria ter feito isso, mas eu estava drogado e... Não justifica, mas – emendou nervoso, apertando o lençol entre os dedos.
Mais uma vez Rukia ria naquele dia. Ichigo elevou a cabeça em surpresa e se perdeu no olhar violáceo.
– Ainda acha engraçado algo tão... Sei lá...
– Naquela hora... Você me disse que iria me ensinar a... Fazer amor... Mas agora, fala em... Você sabe...
– Ah! Desculpe. Droga! Sou um idiota! Tem razão! Tem toda razão... Drogado ou não eu... Enfim, quero fazer amor outra vez com você, Rukia! – soltou mais animado.
Rukia se sentiu mais vermelha e quente com a afirmação jovial do rapaz. Nunca se imaginou conversando aquele tipo de assunto com um estranho. Ainda era um desconhecido, não? E o que iria responder era mais inconcebível ainda:
– Eu também! – gaguejou.
Esperou o rapaz assimilar e tentou esconder o rosto entre as mãos. Não podia negar todas as sensações maravilhosas que sentiu naquele momento. Ichigo se sentiu enlevado com aquelas poucas palavras. Debruçou-se no colo da morena e colocou os braços em cada lado dela. Arrebatou os lábios da jovem com energia restabelecida. Beijou devagar e com sincronismo de um casal experiente em uma longa relação juntos, indiferente ao pouquíssimo tempo em que se conheciam.
Respirou com dificuldade após morder de leve o lábio inferior da morena, que respondeu com um gemido.
– Não sei explicar, Rukia! Mas o que sinto por você foi muito além do que imaginei, entende? – questionou, descansando a testa na dela.
Rukia sorriu comedida, pois entendia o que ele queria dizer. Ela também sofria com aqueles emaranhados sentimentos.
– Mas... Te quero, entende? Quero você! Agora! – sussurrou, tomando novamente os lábios da garota.
Uma delicada dança de línguas tomou lugar naquele beijo apaixonado. Ichigo já estava em cima da garota, percorrendo o corpo com as mãos ávidas, quando alguém bateu a porta. A contragosto, soltaram-se e arrumaram a pequena desordem que estavam suas roupas.
Com olhar cúmplice, Ichigo abriu a porta para deixar o bendito visitante entrar. Surpresos pela presença de Byakuya à uma hora daquelas, Ichigo cedeu lugar para conversarem melhor, e se foi até o banheiro.
– Boa noite, nii-sama! – Rukia falou com aparente cansaço.
Byakuya observou o rubor na face pálida, os lábios inchados e as mãos levemente trêmulas. Não teve dúvida do que acontecia ali e sentiu ódio crescer dentro de si novamente.
– Boa noite, Rukia! Só vim para ver como estava, já que teve aquela reunião... Percebo que está melhor, ou me engano? – questionou, levemente irritado.
– Sim. Estou ótima! – respondeu inocente.
O jovem Kuchiki a olhou de forma fria, enquanto Ichigo voltava para o quarto animado. Os lábios denunciavam um aparente arrebato e, Byakuya pensou se ele não a havia forçado a algo. Só poderia ser isso. Ela estava fragilizada demais, qualquer um poderia se aproveitar dela.
– Nii-sama? Algum problema? – Rukia perguntou, aproximando-se do rapaz com aparente preocupação.
Byakuya sentiu o coração saltar dentro de si pela proximidade. E num misto de vergonha e descontentamento se afastou. Já havia sido casado, e nunca se comportou daquela maneira, tão tola e distinta de seu comportamento cotidiano.
– Sobrevivemos, Byakuya! Não precisa se preocupar – Ichigo interrompeu, com descarado ciúme. – Eu não disse que a protegeria? Ninguém será capaz de fazer mal a Rukia, enquanto eu estiver por perto! – emendou elevando a voz.
Rukia sorriu e Byakuya repôs sua armadura de frieza. Estava mais uma vez sobrando naquele quarto.
– Se precisar de qualquer coisa, chame! – falou polido.
– Obrigada! – Rukia agradeceu mais animada.
Byakuya ainda queria resistir a sua saída, mas não tendo escolha, saiu do quarto deixando o casal a sós novamente.
– Cara estranho! – Ichigo comentou com escárnio.
– Não fale assim dele! – defendeu a morena.
Ichigo se aproximou rápido e a acolheu pela cintura. Estava com ciúme daqueles dois, mesmo sendo irmãos.
– Ele não gosta de mim! – emendou.
– Não te conhece ainda! – Rukia completou, correspondendo o abraço.
E ficaram assim por um tempo. Abraçados no meio daquele amplo quarto. Trocavam carícias inocentes, sem luxúria ou outras intenções, somente para sentir o calor um do outro.
Espero que tenham curtido esse capitulo! Vou esmerar no próximo para satisfazer essa minha cabeçota maluca, minha beta exigente, minha querida sensei e leitores lindos! Espero vocês no próximo capitulo. Fui.
JJ
