Inuyasha e seus personagens não me pertencem.
Se essa fic se parecer com outra é por acaso. Pois ela é baseada em fatos reais e idéias do meu, exclusivo, cerébro. ;)
Por mais sem noção da realidade que esse capítulo seja, espero que gostem e compreendam.
Armações Pirlimpimpin
Vigésimo Primeiro Capítulo:
Shhhhhh!
No capítulo anterior...
Flashback:
Era tarde demais. Kagome correu para a porta, com um sorriso nos lábios.
Sango, atrás, apenas duvidava. Tinha certeza: havia algo por trás daquilo. Simplesmente tirar satisfações com uma mulher que nunca viu? A vizinha de um cara que ela mal conhece? Ela não queria acreditar, mas ela tinha quase certeza do que encontraria na casa da vizinha.
-Ela costuma fazer isso? – Inuyasha perguntou.
-Sim... Mas esse é um caso diferente. Ela tem segundas intenções.
-Por acaso ficar amiga da vizinha do Inuyasha? – o moreno supôs – Ela também gosta de som alto?
Sango apenas balançou a cabeça negativamente. Deu um meio sorriso e tranqüilamente locomoveu-se à porta.
Fim do Flashback.
Capítulo 21
Shhhhhhhhh!
A morena chegou ao corredor e viu Kagome perto de um quarto, agachada. Colocava algo no bolso, então fitou Sango. Sorriu e botou um dedo na boca:
-Shhhh!
Sango virou-se e deu de cara com Inuyasha e Miroku prestes a sair do quarto.
Não avançaram apenas a encararam.
-Onde vão?
-Ora, a gente num ia lá – Miroku gesticulou com as mãos – ver o papo da Kagome com a vizinha.
-O-oras... Mas vocês podem ficar aqui. – fechou a boca e abriu novamente, olhou para trás e voltou o fitá-los – Ela vai e volta rapidinho.
Inuyasha arqueou uma sobrancelha. Deu um passo e passou a cabeça pelo ombro de Sango, procurando o que ela via, porém, o corredor estava vazio.
-Qual o problema, heim, Sango? – levemente foi empurrando-a para o corredor.
-Cadê a senhorita Kagome?
-Ééé... – a garota virou a cabeça rapidamente e nervosamente. – Kagomeeee!!?? – berrou.
O meio-yokai colocou as mãos nas orelhas:
-Será que pode avisar quando for gritar?
Sango deu um sorriso amarelo como desculpa. Olhou para o fim do corredor e mordeu o lábio inferior.
"Ai...Kami, o que ela vai fazer?"
Toc. Toc. Toc.
Olhou para trás.
"Abraaa!! Antes que eles apareceram!" – Kagome pensou enquanto mordia suas unhas.
Fitou ao lado da porta, a campainha e balançou a cabeça.
BÉÉÉ!
-Afe... – suspirou. Esperou alguns instantes e passou a bater o pé no chão. Olhou para trás novamente e ouviu vozes. Olhou para a porta e botou a mão no rosto. Abriu e fechou a boca diversas vezes. "Se eles chegarem e eu falar que ela não abre... Eles vão começar a interrogar... Pra quê quer falar com ela? Ou coisas do gênero. Abra a porta rápido!"
-Ih... – sussurrou. "Ai...Preciso ao menos fingir... Faça de conta que falou com ela, brigou com ela! Afe... Espero que isso seja convincente". Abriu a boca e gritou falsamente – E NÃO CONTINUE COM ESSA BARDAÇA! POR FAVOR, HÃ! – fechou o punho e bateu na porta como se a vizinha fechasse na cara dela. – Obrigada pela colaboração. – murmurrou enquanto massageava sua mão.
Virou-se e viu que os três chegavam, e ouviram o escândalo. Ela sorriu timidamente com as mãos nas costas, feito inocente.
-Tudo bem? – Sango pronunciou, aparentando, também, estar um pouco nervosa.
Ela balançou a cabeça rapidamente. Puxou uma mecha de cabelo para trás da orelha, meio que olhando para baixo.
"Agora, vá embora, Kagome." - esta mesma, pensou "Finja que realmente foi dificil, pegue suas coisas, respire fundo e dê o fora do apê do Inuyasha. Depois pode bater um papo com a vizinha".
-Uhhh... – ela soltou – Mas, nossa, como foi difícil convencê-la. Acho que preciso de um pouco de água. – correu para dentro do apartamento de Inuyasha e foi direto para a cozinha.
Miroku segui-a com os olhos e olhou para o outro lado.
-O estranho é que ainda ouço a música.
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Abriu a geladeira e puxou a garrafa de água.Encheu seu copo e bebeu apressada, sedenta. E na porta surgiu Sango com um exato ponto de interrogação em sua cara.
-O quê foi isso...? – perguntou apenas mexendo os lábios.
Entretanto, os dois garotos entravam com a mesma cara.
-Ahhhhh...Inuyasha – apoiou o copo de água em suas mãos – Me desculpe... Eu... Sai entrando na sua casa e bebendo sua água. Você, não sabe estou muito nervosa... – disse falsamente – Essa sua vizinha...Ufff! – fez um bico – Realmente é difícil convencê-la. Por Buda, que horror! – sentou-se e botou a mão na testa.
-Até que foi rápido essa sua conversa, não é? – o hanyou indagou desconfiado.
-Ah é? Nossa... Eu nem sei... Nem lembro mais... Só me vêem flaschbacks em minha mente... – terminou de beber sua água e Miroku riu em silêncio. – Agora – respirou profundamente – Tenho que ir. - Chegou perto da porta virou-se para eles e deu um "tchauzinho sorridente".
Os três se encararam e Miroku pronunciou:
-Essa Kagome é mesmo uma figura. – disse num riso.
-Que teatrinho ridículo. – Inuyasha sentou-se, voltando ao seu habitual mau-humor.
-Foi engraçado... Acho que ela levou um fora da vizinha...Ou sei lá, ficou meio sem-graça.
-Pra mim, ela nem falou com ela. Ó: – mexeu uma das orelhas – Ainda tá tocando.
-É... – Miroku fitou a garota ali – O que você acha, Sango?
Esta, que estava quieta olhando o chão, encarou-o, confusa. Não sabia do que estavam falando.
-Ah! – levantou um braço – Pra que vocês ligam tanto pra essa porcaria de música. Esquece! E se te incomoda, vamos sair pra algum lugar. Melhor que ficar enfurnado aqui dentro. – e voltou a olhar o chão.
-Você está bem...? – o humano perguntou.
-Eu... – olhou para cima e suspirou – Tô. É... – balançou a cabeça como se acordasse – Desculpa. Eu não sei do que vocês estavam falando e falei qualquer besteira. Tava pensando em outra coisa.
Ele sorriu.
-Tem problema não. Querem sair ou ver um filme?
-Eu não saio de casa. – Inuyasha cruzou os braços.
-Então...Sango?
-Eu... – começou ainda distraída. – Ah, claro, um filme! – sorriu – Pipoca?
-No armário. – Inuyasha sorriu e foi para a sala.
Quando estavam a sós o moreno voltou a perguntar:
-Está bem mesmo, Sango?
-Estou. – balançou a cabeça e sorriu – Obrigada.
-Por...?
-Por se preocupar.
-Achou que eu não me preocuparia com você? É minha melhor amiga.
-Apesar de tudo? – botou as mãos na cintura.
-Tudo o quê?
-Minhas "estranhezas"...
-Você é misteriosa. Não estranha. Saiba que confio em você. – tocou sua mão.
Ela corou e sorriu. Soltou-se e deu um passo para trás.
-Vá ver o Inuyasha. Podem escolher o filme.
Miroku sorriu e correu para a sala.
Sango suspirou ansiosa. Colocou suas mãos no balcão, com um sorriso nos lábios. Fechou seus olhos e sentiu o coração bater forte.
-Kami...
Kagome encostou-se na parede. Olhou para o botão à sua frente: chamar ou não chamar o elevador?
Olhou para os lados e fitou as duas portas. De um lado o apartamento de Inuyasha. Lá, poderia estar com Sango. Poderia conhecer melhor Inuyasha, Miroku ou podia simplesmente esperar que Seshoumaru aparecesse. Podia trocar algumas palavras com ele.
Do outro lado, havia uma pessoa a qual ela não conhecia. Ou pensava não conhecer. A única coisa que sentia é que essa pessoa tinha algo de estranho, algo que procurava. Afinal, ainda sabia que a imagem de Inuyasha a traria à algum lugar e não por acaso.
Elevou seu braço, fechou os olhos, mas ele simplesmente se deixou cair. Olhou para a porta desconhecida e fechou seus olhos.
Se não arriscar como vai saber?
Parou em frente à porta. Tocou a campainha. Nada. Então, tocou a maçaneta, entretanto, antes de girá-la, ouviu-se um click,como o de uma chave na fechadura. Mas ninguém abriu na porta. Criou coragem e abriu. A principio a sala estava vazia e Kagome deu alguns passos adentro ao cômodo sem fechar a porta atrás de si. Até que, o som acabou. A música simplesmente evaporara e do corredor uma pessoa saíra. A púbere forçou os olhos para ver quem era. Mas não demorou muito ao compreender, e aos poucos, em sua boca formou-se um meio sorriso.
-Massacre em Tókio? Nem vem, a gente vai assistir com uma garota, lembra?
-E daí? – Inuyasha levantou os ombros.
-E daí que... Ah, sei lá! Escolhe outro.
-Ninjas: Um ataque mortal.
-Ai, cara. Não.
-Você é que não tá a fim de ver.
-Não! Estou pensando pela Sango.
-Você nem sabe se ela vai gostar desse tipo de filme.
-Mas é uma probabilidade!
-Feh! – cruzou os braços. Ficou observando o humano mexer em seu DVDs, fazendo caretas para uns, pra outros... Até que suas orelhas se mexeram. – Miroku. – levantou.
-Quê? – olhou-o.
O hanyou correu para a porta de entrada e encostou o ouvido nesta. Abriu suas narinas tentando sentir o cheiro de quem estava ali.
-Tá farejando algo? – ele zombou enquanto ia a sua direção.
-Cale a boca. – tocou sua maçaneta. – Kagome voltou para a casa da mulher.
-Mas ela tinha ido embora.
-Eu sei. Mas agora ela está lá.
-Tá, e daí? Pode ter ido pedir desculpas por ter gritado.
-Você acha? Kagome fazendo isso?
-Ela não faz com você.
-Sabe, - desencostou da porta – achei que era você que até tinha insônia com as histórias da Kagome e da Sango.
-Tá. Mas agora elas estão mais normais.
-Normais? Aquela história de falar com a vizinha foi muito bizarra. E a Sango, você não viu como parecia que ela queria cobrir algo que Kagome provavelmente estaria fazendo? E aliás...Você não disse que a Kagome tinha um propósito ao vir aqui?
-Não viaja.
-Pensa bem, Sango ligou para dizer que viria e que a amiga dela perguntaria algo?
-Olha, nós conversamos quase a tarde inteira. Será que não podia ser uma pergunta qualquer e casual que respondemos?
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Ela via uma velha corcunda, com roupas xadrez, óculos encimando o nariz. Tinha em suas mãos uma bengala encupinzada, mas isso não era o suficiente para mantê-la em equilíbrio.
-Invasão domiciliar? – a senhora supôs com uma voz rouca.
-Será que pode me ajudar? –Kagome perguntou falsamente.
A velha inclinou um pouco a cabeça em resposta que sim. Tinha olhos verdes claríssimos que expressava os exatos sentimentos.
-Mora sozinha? – foi se aproximando vagarosamente.
-Moro sim. – deu um passo desengonçado para trás. – Pode dizer o que deseja exatamente, jovem?
-Jovem? – Kagome colocou a mão em seu peito com modéstia – Quantos anos a senhora tem? – abriu seus braços.
-Isso não é algo a se perguntar.
-Imagine! – disse numa voz fina. – Uma curiosidade que me veio.
-Minha querida. Você entrou em minha casa, sem minha devida recepção. Diga o que quer. – olhou para a porta atrás da garota e passou a tremer.
-A senhora quer sentar? – recuou – Procuro uma pessoa que conhece. Parece incomodada, - olhou para trás. – quer que eu feche a porta?
A velha virou de costas para a garota.
-Quero. – a garota correu para fechá-la – E tranque.
Kagome virou-se para a mulher e franziu a testa.
-É necessário? – perguntou lentamente.
-Não muito. Dê apenas uma volta com a chave.
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-Mas e se não foi?
-Ah, isso é algo a se discutir? Se uma garota perguntou o que devia? Não estamos em nenhum filme americano, Inuyasha. É muito mais real.
-Certo. Mas do jeito que ela é :bem estranho e anor... – parou. Encostou o corpo na porta, novamente. – mal... – completou.
-O que foi? O que ouviu?
-Ela trancou a porta.
-Ela quem?
-Kagome.
-Como sabe que foi ela?
-Porque senti o cheiro dela... Se aproximou e ouvi a porta sendo trancada.
-Cara... Deixa quieto, vai.
-Qual é? – Inuyasha encarou-o – Você não quer descobrir algo novo?
-Algo novo?
-Pode ser que não seja nada. Mas quem sabe pode ser algo que complemente nossas hipóteses.
Miroku sorriu marotamente, cedendo. Balançou a cabeça e olhou para baixo.
-Agora não sou só eu. - Passou o braço pelo ombro do meio-yokai – Somos a dupla de detetives!
-Sai fora. – empurrou-o e riu – Bora, antes que a Sango termine a pipoca – abriu a porta e atravessaram o corredor.
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-Estou procurando minha prima. – falou enquanto observava-a fazendo o café.
-Sente-se.
-Pode me dar alguma resposta? – indagou enquanto puxava uma cadeira.
-Acho que no momento deve se preocupar com outras coisas.
-Tipo?
-Está procurando outras pessoas, não está?
-Vamos lá, eu sei qu...
-SHHHHH! – interrompeu-a – Não diga nada. Não pode. E não quero.
-O q...
-SHHH! Pare! – respirou e encheu as xícaras – Me diga o que já achou.
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-Ahhh! Tá trancado.!
-Mas, não tudo, pelo que ouvi, só deu uma volta com a chave.
-Quem garante que não ouviu errado?
-Ah, cala a boca, me dá esse troço do seu cinto. – apontou para o cinto de sua calça.
-Tá louco?
Inuyasha puxou o cinto e arrancou os ferros.(1)
-Vai me comprar outro cinto.
-Ai, coitado, quebro um cintinho. – resmungou enquanto colocava o ferro na fechadura com o propósito de abri-la.
-Eu me importo com minha aparência.
-Afe... O cinto é só um detalhe inútil.
-Mas dá um toque. – juntou os dedos – São os detalhes que fazem das pessoas o que elas são.
-Tolas.
-Sim...Mas só uma parte da população... – e continuou a falar sozinho.
O meio – yokai mordeu o lábio inferior e puxou o braço com força.
-Abri! – sussurrou.
-Você podia assaltar uma casa.
-Se as pessoas tivessem uma fechadura como essa, se ela tivesse girado com a chave apenas uma vez e se eu tivesse esse seu cinto de mariquinha, talvez.
-Na próxima, dispenso comentários. – disse enquanto adentravam a casa.
Não havia ninguém na sala.
-Vamos "fuçar" a casa? Ou vai farejar algo? – Miroku sussurrou.
-Estão na cozinha. – murmurrou ignorando-o.
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-Olha a pipoca quentinha! – adentrou a sala – Vocês qu... – olhou para os lados. – Onde eles foram?
Apoiou a pipoca na mesa e correu para dentro dos quartos. Ninguém. Olhou os DVDs em cima da mesa e olhou para trás. A porta da frente estava aberta. Aos poucos e devagar aproximou-se e pôde ver do outro lado do hall, a porta da vizinha entreaberta. Suspirou e até imaginou o que aconteceria. E com a maior calma e com a maior naturalidade do mundo, seguiu em direção àquela porta.
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Inuyasha agachou-se e passou a andar de quatro.
-Que isso, cara? – Miroku perguntou assustado.
-Shhhh!! – virou-se para ele e mexeu a mão para que o seguisse.
O monge abaixou também e o seguiu. A porta da cozinha estava entreaberta por um grande vão, mas ela não estava totalmente aberta. Por ali, Inuyasha pôde ver Kagome e uma velha sentadas, tomando café.
-Sabe que não gosto de café. – a morena comentou.
-Sei.
-Então pra quê, se fazer de desconhecida, prima?
Miroku fitou a velha depois fitou Kagome, olhou para Inuyasha e balançou a cabeça em pergunta:
"Primas?"
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-Já disse para ficar calada. – a velha sibilou.
-Como é?
-Vá pra casa, Kagome. – levantou-se.
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Cuidadosamente, Sango entrou no cômodo. Tirou as sandálias. E caminhou à "borda do corredor" (2). Espiou e pôde ver, no chão, Miroku e Inuyasha, espiando a cozinha, onde estava Kagome... E ah... Que brecha elas deixaram, estava tudo perdido.
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-Pra casa? – Kagome levantou-se também e encarou a senhora.
Inuyasha abriu as narinas e franziu a testa.
-Olha aqui. – elevou o dedo – Eu estou há tempos te procurando, quero as Armações Pirlimpimpin de volta, quero encontrar a jóia e juntar todos, dá pra colaborar...
O meio yokai mexeu as orelhinhas e virou-se.
-KAGOME NÃO! – Sango gritou correndo para perto dos garotos que a olharam, assustados.
-Rin? – Kagome terminou de chamá-la e olhou para Sango que estava à porta.
A velha ali, chegou a olhar à todos, viu os adolescentes no chão, viu Sango gritar e conseguiu lançar um olhar fulminante em cima de Kagome, enquanto caía no chão.
(Vejemos em câmera lenta):
A velha, que aparentava certo equilíbrio fecha os olhos fortemente e passa a cair. A principio o que se vê é uma velha, um pouco gorda caindo.Então imagina-se os ossos que ela quebraria, as conseqüências de um mero tombo.
Mas ali no chão o que se vê, não é somente uma velha. Mas uma jovem. Uma mulher com seus vinte e poucos anos. No seu vestido florido, com seus chinelos laranjas. A garota é pequena, mas parecia forte à queda. Com o cotovelo apoiado ao chão, seu rosto era coberto pelas mechas da franja castanha. Aquela era Rin.
LEIAM, POR FAVOR:
Uma pequena nota:
Gente, eu sei que pode parecer, que essa cena não seja algo a se surpreender num mundo onde há yokais e muitas outras coisas estranhas. Mas se coloque no lugar das pessoas normais. Tudo bem que é estranho existirem yokais, mas seria a normalidade de se ter um animal de estimação em casa, por exemplo. Então, apesar disso, nesse mundo (que é a Terra) a magia, bruxaria ou qualquer outra coisa sobrenatural é algo um pouco desconhecido, mas afirmado por muitos cientistas de que é algo simplesmente impossível de se existir. Tudo bem, quando você ler vai pensar: "Ué, no lugar deles eu ia achar super legal! Magia!" Mas realmente se coloque no lugar deles, você não pensaria que está louco, que é uma pegadinha, afinal esse tipo de coisa acontece nos livros, nos filmes, mas não nas nossas vidas, e é difícil se imaginar nessa situação. Porém, para essa cena não passar de uma coisa boba precisa ser bem interpretada. OK? Arigatou!
-Errrrrrr... – Kagome fez uma careta e coçou a cabeça. – Foi mal. – olhou para Sango, que estava com uma cara de que morreria.
Devagar os meninos levantaram e olharam para a amiga, agora de cabeça baixa.
De repente, Rin, levantou a cabeça, revelando seu belo rosto. Suas sobrancelhas mostravam a fúria de seus olhos e rapidamente levantou.
-Está louca!?– gritou. Em seguida olhando para Inuyasha e Miroku. – Eu disse pra ficar calada!
-Eu... – olhou para Inuyasha, seguido de Miroku, Sango, para então olhar sua prima. – Me perdoe, eu não sabia que estavam ali e... – parou e sentou.
-Disse para ficar calada! E meu nome se incluía! Você sabe que não pode enquanto há humanos normais aqui!
Miroku olhou para Sango e para Rin.
-Estou confuso. – disse por fim. – Isso é feitiçaria...? – perguntou mais a si do que a elas - Quer dizer que sempre souberam sobre essas Armações não sei o que lá...e – olhou para Kagome – mais isso?! – apontou para Rin.
O hanyou, ali, coçou a cabeça.
-Isso... – Miroku recomeçou – é loucura.
Sango tocou seu braço, entretanto, ele esquivou-se, com medo. Olhou pra baixo e correu para fora do apartamento.O vento que ele fez ao passar por ela, tocou seu rosto como um corte.Chegou a chamá-lo, em pensamento. Abriu e fechou a boca diversas vezes, porém, nada saía. Fitou Inuyasha, que quase gaguejando avisou:
-E-eu...– riu secamente – O monge surtou - apontou para o nada - Afinal, nada disso foi real, não é...? – engoliu em seco e encarou a prima de Kagome.
-Sinto muito. – ela disse em resposta.
Inuyasha arregalou os olhos e olhou para os lados. Manteve a postura, mas vagarosamente voltou para seu apartamento.
Sango sentiu que as lágrimas desceriam. Botou a mão na boca e sentiu-as caindo. Olhou as duas, dentro da cozinha. Olhou exatamente, a mais nova ali. Balançou a cabeça negativamente.
-Você não podia ter feito isso. – e correu dali.
-Sango! – ela gritou, saindo para fora do cômodo. Olhou a Rin.
-Eu tinha previsto isso.
-Que eles vissem isso? – disse, sentando-se.
-Não... Estava tentando evitar. Eu vi que eles viriam e senti sua presença.
-Obrigada por avisar.
-Mandei que se calasse.
-Ah, e você é realmente uma pessoa muito gentil. – falou rudemente.
-Olha... – começou vendo a tristeza na prima – Não podia me expor assim. Não só a mim, mas a Sango e a si própria.
-Como eu iria saber que não podia falar seu nome.
-Isso você sabe e a Sango também sabe, por isso gritou. É um contra-feitiço às minhas transformações.
-Tá... – coçou a nuca – Mas, eu achei que você tivesse controle sobre seus feitiços!
-Você sabe que quanto às transformações eu não tenho! E isso não é um descontrole meu, é uma reversão ao feitiço!
-Mas eu falei, tá! Você tava querendo se esconder de mim!
-Não de você! Mas dos garotos!
-Mas eu não sabia que eles estavam ali. – abaixou a cabeça e botou as mãos no rosto – Ai! Rin! – exclamou – E agora? E a Sango? Vai perder os amigos? Fazia tempo que eles desconfiavam algo!
-Só agora percebeu que pode ter prejudicado a vida da Sango? – franziu a testa.
Kagome deixou que as lágrimas caíssem e jogou-se nos braços da prima.
-Você é tão tola. – Rin sussurrou.
-E você costumava ser mais doce. – retrucou.
A mais velha suspirou e acariciou os cabelos da outra.
-É que ainda estou brava com você. – suspirou.
-Miroku, me ouve, por favor!
-Sango... – ele virou-se – Eu... – engoliu um pouco da água que havia no copo em suas mãos. – Não estou bravo. – respirou – Mas estou me sentindo um louco. Sabe, - olhou para baixo – não estou acreditando nos meus próprios olhos. Sinto como se eles estivessem me enganando... E quanto às Armações Pirlimpimpin? Esteve mentindo pra gente?
Sango mordeu o lábio inferior e sentiu vontade de chorar. Ouviu passos e atrás de si, Inuyasha entrava com um rosto inexpressivo. Ela apoiou-se na cadeira ao seu lado e fitou os dois.
-Olha. – suspirou – Isso é algo tão idiota. Não é algo interessante para se ouvir, nem para se preocupar. E o que aconteceu agora... – engoliu – Foi sem querer, quer dizer, nomalmente, Kagome não deixaria que outras pessoas vissem o que vocês viram.– eles a encararam – Mas... Foi sem querer.
-Por mim tanto faz, se foi sem querer ou por querer...Eu só quero saber o que era aquilo.
-Não é algo ruim, acreditem. A Kagome...
-É sempre assim, Sango. – Miroku interrompeu-a.
-Está sempre defendendo a Kagome.-Inuyasha passou a falar.
-Mas eu não estava defendendo-a.
-Mas parece que você não está percebendo o quanto ela é estranha. – o meio yokai voltou a falar - Pode ser, que antes, ela fosse normal. Mas agora... Parece que você está cega quanto a ela... E quem é essa mulher... Aliás, essa bruxa, que ela conhece?
Sango caminhou pela cozinha e apoiou-se no balcão.
-É... A Rin é mesmo uma bruxa. Nisso vocês acertaram. Mas, sabe - fechou os olhos - não estou cega quanto Kagome. E isso não é uma defesa. – riu amargamente – É uma realidade. – Fitou o chão – Maior realidade ainda, é ter que dizer, que dessa vez, vocês estão cegos quanto a mim. – suspirou – E a culpa não é de nenhum dos dois. Eu é que acabei por cegá-los. – deixou que mais lágrimas caíssem – Eu só queria esquecer o passado e viver uma vida normal, com amigos de verdade. – respirou – Só que há certas coisas que nascem com a gente, e infelizmente vai me perseguir a vida interira - olhou para os dois. – E essa é uma parte da minha história, que vocês ainda não conhecem. – e saiu.
Kikyou sentou-se à frente do espelho. Mexeu em seus cabelos e ficou a se olhar. Os olhos ainda inchados. Seu rosto tão branco. Fitou a maquiagem no balcão e buscou um batom vermelho, passando com uma enorme delicadeza em cada canto de seus lábios. Por cima passou um brilho, para que ficasse um tom mais forte. Pegou o lápis e passou pelos seus olhos, contornando-os perfeitamente, com muita pressão. Passou o dedo pelas pálpebras, com o propósito de tirar o que havia borrado. Usou um rímel preto, um pouco melado. Piscou algumas vezes e voltou a se olhar. Estava pior. Olhos negros, boca-sangue e uma cara pálida.
Levantou-se e aproveitou para olhar, também, sua roupa. Vestia um short preto, curtíssimo, moda verão. Um tomara-que-caia vermelho, bem juntou ao seu corpo. Nos pés, usava um salto preto.
A jovem suspirou. Tirou os sapatos e despiu-se. Procurou seu removedor de maquiagem e tirou tudo aquilo que havia pintado. Procurou em seu armário, uma velha calça jeans azul, não muito escura. Vestiu-a e fez conjunto com uma blusa de alças brancas. Sentou-se novamente em frente ao espelho. Pegou um blush meio alaranjado e passou levemente nas maçãs do rosto. Pegou novamente seu lápis preto e passou levemente, apenas para não sair com os olhos sem nada. E por fim, passou em seus lábios um gloss sem cor. Pegou do cabide uma jaqueta jeans de mesma cor da calça.
Antes de sair do quarto olhou-se mais uma vez no espelho. Observou todos os ângulos. Olhou em cima da sua cama e se aproximou. Perto do travesseiro puxou o colar que um dia Inuyasha dera a ela. Colocou em seu pescoço.
Mais uma vez olhou-se no espelho e deu um sorriso triste.
Chegou a sua sala e sentou-se no sofá. Puxou do bolso, seu celular. Olhou para os lados e começou a escrever uma mensagem no celular.
O que ela não sabia era que no corredor, atrás de si, Naraku a observava com o pior dos sorrisos.
Inuyasha, podemos nos encontrar?
-Está conseguindo se virar?
-Quase, agora vou ter que mudar de apartamento.
-Ah... – suspirou – É tudo culpa minha.
-Não... – consolou – Quer dizer... – mordeu o lábio inferior.
Kagome riu.
-Eu sou mesmo uma destruidora de vidas.
-Ou está apenas dando uma de coitadinha.
-É. – deu de ombros – Pode até ser.
Silêncio. Rin elevou os dedos e levou as xícaras à pia.
-Acho – Kagome recomeçou – Que pode morar comigo.
-Aonde? A principio, achei que tivesse se mudado. Aliás, e a tia, o vovô e o Souta?
-Ai... É uma longa história. – bufou tristemente. – Estou cansada e já está tarde.
-É... Então temos uma longa noite para me contar tudo o que está acontecendo.
-Então a gente vai ficar aqui. Dois manés sentados olhando para a TV desligada?
-Você pode ligá-la se quiser.
-Não era a essa situação que queria chegar. – Inuyasha retrucou. – Qual o seu problema?
-Achei que a Sango confiasse na gente.
-Ah, claro... Se eu tivesse uma vida cheia de coisas sobrenaturais, eu contaria pra todo mundo. – disse sério.
-Só que nós somos os amigos dela. – olhou para o chão. – Eu acho que há muito mais que um grupo secreto que zoa na escola...
-Mais que uma bruxa no meio deles?
-Acho. – levantou-se e botou a mão no queixo. – Não pode ser só isso... Pode?
-Pode. – respondeu.
-Dá licença. – olhou para Inuyasha – Não estava falando com você.
-Ah, desculpe por atrapalhar seus diálogos com sua mente.
-Shhhh... – sibilou enquanto andava pela sala. – Tem algo mais. – sentou-se novamente.
-Isso é. – Inuyasha ligou a TV, porém a desligou – Vou ligar pra ela.
-Pra perguntar? – Miroku exclamou.
-Não! È óbvio que não! Mais do que isso, ela também está triste.
-Só se for arrependida. – o monge cruzou os braços.
-Arrependida pelo quê?
-Por nunca ter contado!
-Você... – fitou seu rosto – É um idiota. As pessoas erram também.
-OK. – levantou – Agora você é o cara gente boa que tem sentimentos?
-Você está sem seus sentimentos.
-Eu tô decepcionado. – elevou o dedo. – Tô triste com uma garota que eu achei que confiava.
-E eu achando que você nunca ficaria assim por uma garota. – o hanyou ironizou num sussurro, enquanto pegava o celular – Eu disco e você diz isso pra el...
-Mas é que sabe, estou confuso! O que foi aquela coisa estranha que aconteceu? Você não está assustado? - encarou-o.
Mas o que viu foi o hanyou a olhar a tela. Com os olhos arregalados e vidrados. E percebendo o silêncio e falta de atenção o monge chamou:
-Inuyasha?
-Eu vou sair. – deixou o celular no sofá e correu para o quarto.
Miroku arqueou as sobrancelhas e trouxe para si o celular . Balançou a cabeça ao ver a mensagem que ele mal fechara. A mensagem de Kikyou.
"Ele não aprende...".
-Oi mana!
-Oi Kohaku.
-Sabe, o papai saiu...
-É mesmo? – interrompeu sem muita animação – Pra onde ele foi?
-Foi dar treino.
-Ah sim. – entrou no quarto, sentou-se na cadeira e abriu sua bolsa – Se não se importa, eu queria ficar um pouco sozinha.
-Ei! Mas eu preciso comer!
-Ah... – ela riu – Era isso que você queria desde o começo. – sorriu. – Está na hora de aprender a cozinhar.
-Pode começar a me ensinar!
-Claro. – aceitou – Vá indo para a cozinha, só vou trocar de roupa e já vou te ajudar.
-Tá, mas, ei! Eu é que ia te ajudar.
-É, mas hoje você é o cozinheiro, sou apenas sua assistente. – brincou.
-Certo!Então, vamos logo, assistente. – o garoto piscou e correu para a cozinha.
Sango riu e ficou a olhar a porta. Devagar, passou a se trocar. Ela já não entendia toda aquela bagunça. Queria apenas mudar tudo. Ou então, esquecer. Queria poder dizer todas a verdade para seus amigos, mas sempre sentiu que não podia. Então, de uma hora para a outra Kagome deixa escapar um pedaço de uma história, a qual eles não sabiam o começo. O que Sango queria era saber o final. Mas ela não estava a fim de procurar a jóia. De enfrentar perigos. De pensar em planos. De lutar. De se machucar. De ganhar. De perder. Aliás, nem estava a fim de ensinar seu irmão a cozinhar.
"Quem sabe, isso pode me divertir um pouco. Somente para esquecer tudo, pelo menos por alguns instantes...".
Inuyasha ajeitou a camisa azul que fazia conjunto com a calça jeans. Olhou-se no espelho e suspirou. Será que aquilo era uma brincadeira? Ou Kikyou estava falando sério? Sério ou não, o que queria? Voltar a namorar, ou apenas dar uma explicação? Ou pior, queria humilhá-lo na frente de um monte de pessoas que ela deve ter chamado, também.
-Só arriscando, pra saber... – sussurrou para si.
Correu para a sala, então, lembrou-se de Miroku que deixara para trás, mas que ainda estava lá, lendo uma revista.
-Pode ficar aí. – Inuyasha disse – Estou saindo, então cuidado, quando Seshoumaru chegar.
Miroku com a face ainda triste, porém, séria, levantou e se aproximou.
-Você não vai fazer isso, vai? – tocou seu ombro – Não de novo.
-O que eu irei fazer? – tirou a mão do amigo.
-Se machucar. Mais uma vez. Você está pedindo, Inuyasha.
-Olha, Miroku, eu só quero uma explicação. Uma pessoa não acaba com a outra, assim, de uma hora pra outra!
-Mas e se ela só quiser te ferir ainda mais? Você não está indo apenas para pedir uma explicação, está? Me diga que você não tem nenhuma esperança dela te pedir de volta.
O meio-yokai olhou pra baixo e o encarou novamente.
-E se eu tiver? O que você tem com isso?
-O que tem? Acontece que eu sou seu amigo. E há certas coisas que você não está conseguindo ver!
-Eu acho que quem não vê é você! – elevou o tom – Você e a Sango se dizem amigos, mas vivem botando defeito na pessoa que eu amo. Que tipo de pessoas vocês são? Ela me ama, só vocês não vêem! – pegou seu celular e saiu do apartamento batendo a porta.
Miroku buscou seu casaco e lamentou a teimosia de Inuyasha. Deu de ombros: ele só estava tentando ajudar.
Kagome passou a caminhar rápido. Segurou firme sua bolsa. Havia esquecido totalmente de seu irmão, agora no desespero, precisava ver se estava bem. Atravessava as ruas, desconfiava das pessoas. Afinal, era noite e estava andando sozinha. E mesmo com tais preocupações, tinha em sua mente Sango(Como ela está? Voltou pra casa? Ou estaria contanto tudo para os dois?), os garotos(Estariam questionando a confiança de Sango?Ou antes, estariam questionando sua própria sanidade?), Rin(Descoberta?) e Souta( Com fome?).
De repente, parou. Franziu a testa e tocou sua barriga.
-Um fragmento da jóia... Está muito perto. – murmurrou para si mesma. Olhou para o céu e por mais que seja noite, podia ver as nuvens ainda mais escuras. Mas ela sabia que não viria chuva.
-Essa energia maligna junto com a jóia... – mordeu o lábio inferior – Já era.
Continua...
(1)Inuyasha puxou o cinto e arrancou os ferros.
Ficou um pouco estranho, mas pra quem não entendeu, por favor pegue um cinto.(xD) Você verá um ferro reto que é para colocar no buraquinho do cinto e o ferro maior que é para passar o couro. Qual o Inuyasha usou? Não sei. Fica a seu critério.
(2) E caminhou à "borda do corredor".
Nisso, Sango estava andando "apoiada" na parede. Como nos filmes mesmo, nos quais não querem ser visto.
Olá!
Tudo bom?
Well...Comecem as desculpas! Hehe... Dessa vez, eu tenho uma boa razão. A principio, eu estava com um problema na internet. Fico assim uma semana e alguns dias... O capítulo estava pronto. Porém, quando minha internet voltou e eu ia postar...BAM! Zuera, num explodiu não.
Mas é que tipo, eu reli a fanfic. E eu achei meio estranha...Babaca. Só que eu tinha que botar algum indicio para os garotos, e eu já tinha inventado da vizinha...Tinha que ter um continuação decente. Eu fiz uma, mas depois que eu reli, nossa...Eu não apaguei tudo, eu peguei trechos e fui juntando com outro trechos. Tanto que ali no meio, espero que tenham lido a notinha, por que realmente é estranho pra quem lê. Espero que entendam, porque eu não queria que ficasse uma coisa muito tosca, sei lá...
Bom, pra terminar, demorei por causa disso, fiquei muito tempo revisando a fic, e até que foi bom porque me vieram outras idéias.
Lexis-chan: Opa, que bom que gostou! Tá aí, espero que tenha gostado desse cap!Valeu por ler!Beijo
Sra.Taisho: Ahhh, magina! Eu sei como é, não dá pra fazer mais nada! Hehe...Bom saber que gostou. E a mim tbm, desculpe a demora!Brigada pela review! Beijos
Enila de Afrodite: Oi! Haha, minhas fics não te deixam prestar atenção na aula, e suas reviews me dão mais força paea escrever! É uma desvantagem, porque só eu estou ganhando! Bom, pelo menos está de férias agora, não tá? Sabe... O que você imaginou é muito diferente do que eu escrevo? É que sei lá... Dá um pouco de curiosidade em saber o que as pessoas esperam da fic. Meio que, se eles escrevessem como seria...? Olha, eu nem sei se foi muito chocante pra os garotos. Tipo, eles não sabem tudo, mas é estranho. Aliás tá sendo estranho até pra mim escrever, porque a gente tem uma idéia e é um sufoco conseguir passá-la pra quem lê, mesmo porque cada um vai ver de um jeito. Nha... Espero não ter te decepcionado com o tempo, que demorei muito! Mesmo assim, brigada viu?! Você me anima a continuar! Beijos (ah! e lá vai outra explicaçãozinha básica, pra num ficar muito confuso!)
Povo, quem não entender algo, pergunte, tá?
Mas só pra dar uma clareada:
-A velha era a Rin; Ela estava transformada e não queria abrir a porta porque havia previsto que os garotos tentariam descobrir algo, queria evitar que o conseguissem; E apesar de prever disso, ela não prevê tudo, por isso não viu que eles veriam sua transformação e que Kagome abriria a boca.
Não sei se vão gostar dessa coisa de magia. Pois os membros do grupo que Kagome quer juntar tem que ser variados, e eu achei que isso combinaria um pouco com a Rin que é meio atrapalhado. Foi algo que eu quis arriscar.
-Seshoumaru tem algo haver com as Armações Pirlimpimpin, mas como foi dito há alguns capítulos atrás(num diálogo de Kagome e Sango, bem no começo da fic) Seshoumaru saiu ileso de algo, pois ninguém do tal grupo, conhecia-o, mas ele estava neste; -->mais sobre isso nos próximos capítulos.
Beijos e Obrigada por estarem lendo!
Bia Landgraf
