Beyblade não me pertence

Capítulo anterior: Daichi vai com os seus amigos ao hospital tirar o gesso e, no caminho de regresso a casa, os antigos Bladebreakers encontram-se com os The Demons. Ling encontra-se com Kai e este acompanha-a até à BBA. Aí, Ling descobre a verdade sobre a sua família e conhece Boris. Este conta-lhe tudo e, sem medo nem arrependimentos, diz-lhe que tinha matado Tsushihiro Akimoto.


Capítulo 21: Quando a luz foge do Mundo...

"Eu matei o teu pai."

Ao engolir as palavras que ouvira, Miya deixou o seu corpo cair na poltrona, ainda em estado de choque. Ling, nervosa, olhava com medo para aquele sorriso sádico e para aqueles olhos sangrentos. Com o corpo a tremer, dava passos para trás tentando afastar-se daquele homem. Não conseguia acreditar no que ouvira, mas, ao mesmo tempo, algo lhe dizia que era verdade. Então ela tinha razão... Mesmo assim, não conseguiu evitar o que viria a seguir.

Ling: - Não...é mentira...é mentira...É MENTIRA! – o grito de desespero seguiu-se de um choro compulsivo e nervoso. Achando tudo muito divertido, Boris nem se tentou conter, deixando que uma gargalhada vitoriosa enche-se o escritório.

Boris: - Oh, mas é bem verdade!

Sr. Dickinson: - Ainda bem que admites, porque eu vou chamar a polícia agora mesmo! – disse, irritado e dirigindo-se ao telefone.

Boris: - Eu se fosse a ti poupava o fôlego, Stanley. A polícia nunca encontrou provas de ter sido um assassínio, não vão ser dez anos depois que eles o vão fazer. – informou, num tom convencido.

Sr. Dickinson: - Mas tu acabaste de confessar!

Boris: - Tens alguma prova concreta para além da tua audição? – o Sr. Dickinson não teve outro remédio senão aceitar o que Boris dissera e, sabendo que ele tinha razão, largou o telefone e foi para junto de Miya. A mulher, lavada em lágrimas, olhou para Boris à procura de respostas.

Miya: - Porque o fizeste? Explica-me porquê! – Boris sorriu de canto e começou a andar pelo escritório.

Boris: - O teu marido era um idiota. Ele morreu para salvar a vossa filha. – ao ouvir isso, Ling olhou surpresa para Boris. – É isso mesmo que ouviste. O teu querido papá morreu por tua culpa. Mas deixa-me avisar-te desde já que foi inútil, porque, quer queiram quer não, o teu bit-bicho vai ser meu no fim deste campeonato! – ao dizer estas últimas palavras, Boris Balkov abandonou o escritório com um sorriso na sua face, satisfeito com um trabalho bem feito.

Lá dentro, Miya abraçava-se à filha num choro desesperado e Stanley aproximava-se da janela, tentando esconder as lágrimas de culpa por ter provocado tanta dor às pessoas de quem gostava.

-x-

Dimitri: - Ei, Ivan! – o loiro chamou o amigo, aproximando-se dele.

Os quatro rapazes estavam de volta ao hotel, mas apenas Dimitri e Ivan estavam na sala. Tanto Nicolau como Alexander estavam nos seus quartos e, pelos vistos, não iriam sair até terem um bom motivo.

Ivan: - O que foi? – perguntou, curioso ao ver a cara de Dimitri. Naquele momento, o sorriso sádico do rapaz poderia ser confundido com um ar preocupado.

Dimitri: - O que achas que se passa com o Alexander?

Ivan: - O que queres dizer?

Dimitri: - Tu sabes. Depois que nós conhecemos aquela miúda que ele tem agido de forma estranha.

Ivan: - Agora que falas nisso, até tens razão. Ele não tem agido da mesma forma desde que a conhecemos, principalmente depois do que aconteceu em França.

Dimitri: - Tens razão. E sabes uma coisa? Eu acho que o Nicolau sabe o que se passa.

Ivan: - Eu também. Por isso é que eles brigaram hoje de manhã.

Dimitri: - É verdade. Mas, mesmo assim, eu pergunto-me o que se poderá passar com o Alexander.

-x-

Miya: - Não queres ir para casa comigo?

À porta da sede da BBA, Miya e Ling encontravam-se lado a lado, ainda com restos do que se passara no escritório do Sr. Dickinson. Os rostos vermelhos e os olhos inchados eram a prova disso.

Ling: - Não, eu...eu prefiro ficar por aí mais algum tempo. – respondeu, totalmente a leste dos perigos que corria sozinha.

Miya: - Tudo bem. Mas não fiques até muito tarde. – Ling assentiu com a cabeça e, despedindo-se da mãe, as duas seguiram direcções diferentes.

-x-

Tyson: - Então tu estás a dizer que a encontraste sozinha, no supermercado? – perguntou, levantando-se um pouco alterado.

Kai: - Foi isso que eu disse, Tyson. – respondeu um pouco chateado por o colega ser sempre o mesmo.

Kai, devido à missão que lhes tinha sido imposta pelo Sr. Dickinson, viu-se no dever de ir contar aos antigos colegas de equipa o que se passou. Não deixou de ficar surpreso quando chegou ao dojo e viu toda a sua antiga equipa reunida.

Max: - Obrigado por nos avisares, Kai.

Kenny: - Eu não acredito que ela tenha feito isto.

Ray: - Nós devíamos ter ido ver se ela estava em casa como disse. Foi um erro não ter ido confirmar.

Kenny: - Pois foi. – concordou, arrependido de ter sido tão descuidado na sua decisão.

Hilary: - E onde é que ela está agora?

Kai: - Ela foi encontrar-se com a mãe na BBA. – respondeu, mostrando um ar despreocupado.

Daichi: - E como podes ter tanta certeza? – perguntou o pequeno, sem saber que tinha feito a pergunta errada, na hora errada.

Todos olhavam para Kai à espera de resposta. De facto, todos estavam curiosos sobre como o seu antigo líder tinha tanta certeza do que dissera. O rapaz, sentindo-se pressionado pelos olhares curiosos, afastou-se dos colegas. Quando teve a certeza de que nenhum era capaz de ver a sua cara, respondeu.

Kai: - Eu levei-a lá.

Ao ouvirem a resposta todos se entreolharam, surpreendidos pela atitude simpática do Sr. Frio e Insensível. Apenas Tyson mantinha um sorriso discreto, sabendo que teria de falar com Ling um dia.

-x-

Ling chegou ao dojo perto das seis da tarde. Um vento frio levantava-se anunciando chuva. Quando o Sr. Granger lhe veio abrir a porta, Ling nem reparou nos sapatos que estavam na entrada, daí vir a surpreender-se ao encontrar tanta gente junto do seu líder.

Sr. Granger: - O que posso fazer por ti? – perguntou, no seu jeito simpático de sempre.

Ling: - O Tyson está? – perguntou, disfarçando com o seu sorriso o que verdadeiramente sentia naquele momento.

Sr. Granger: - Sim, está no dojo com os outros.

Ling: - Será que posso ir falar com ele?

Sr. Granger: - Claro que sim! Entra. – pediu, dando espaço para a rapariga entrar.

Enquanto ia para o dojo podia ouvir claramente as vozes felizes dos colegas. Como queria estar no lugar deles naquele momento...Quando chegou encostou-se à porta, incapaz de dizer o que quer que fosse.

Ao aperceberem-se de uma outra presença na sala, as vozes cessaram e todos viraram a sua atenção para a figura de cabelos pretos. Ao ver os olhos dela, Kai teve a certeza de que algo de errado tinha acontecido. O seu primeiro impulso foi o de correr para a dela e perguntar-lhe o que se passava, mas deixou isso a cargo de Tyson que, no instante a seguir de ver Ling, já estava junto dela.

Tyson: - Ling, o que se passa, porque estás com essa cara?

Ling: - Tyson... – uma lágrima solitária escorreu pelo rosto da jovem, mas esta rapidamente a enxugou dando um pequeno sorriso. Todos estavam apreensivos com a chegada de Ling e sabiam que algo se tinha passado. O que mais os assustava era o que se tinha passado.

Tyson: - Ei, o que se passa?

Ling: - Bem, foi algo estranho. – respondeu, aproximando-se do grupo. – Eu hoje fui encontrar-me com minha mãe e com o Sr. Dickinson à BBA e, quando cheguei lá, estava um homem estranho com eles.

Hilary: - Um homem estranho?

Ling: - Sim. Quando entrei ele disse...disse que era irmão da minha mãe, que era meu tio e que queria o meu Angel. – quando ouviram o que Ling dissera, todos tiveram a certeza de quem se tratava.

Tyson: - Boris... – o rapaz deixou o nome do homem escapar devido à raiva que sentia. Infelizmente para Tyson, foi o suficiente para Ling ouvir.

Ling: - Como é que sabes o nome dele, Tyson? – perguntou, desconfiada.

Tyson: - Eu? Eu não sei o nome dele. – respondeu, nervoso.

Ling: - Como não? Tu acabaste de dizer Boris e eu nunca tinha dito que o nome dele era esse.

Kenny: - Ling, o Tyson não deve ter dito nada, deves estar enganada. – ao ouvirem-na dizer o nome do maior criminoso que conheciam, começaram a levantar-se e todos puderam perceber que Ling estava demasiado alterada para se deixar enganar facilmente.

Ling: - Vocês todos conhecem aquele homem...vocês sabiam que a minha mãe tinha um irmão! – Ling começou a ficar nervosa. O facto de ser a última a conhecer a verdade sobre a sua família estava a transtorná-la de uma forma que nem ela conhecia.

Hilary: - Ling, por favor, tem calma.

Ling: - Vocês sabiam...vocês sabiam e nunca me disseram!

Max: - Ling, foi o Sr. Dickinson que nos pediu para não te contarmos nada.

Kenny: - Ele disse-nos que era o melhor para ti.

Ling: - Vocês sabiam que os The Demons andavam atrás de mim por causa do Angel, vocês sabiam tudo e nunca me contaram nada. Vocês enganaram-me! – ripostou, mostrando um lado de si que só uma pessoa naquele quarto conhecia.

Tyson: - Ling! – o rapaz de cabelo azul tentou chamar à razão a sua amiga, mas não serviu de nada.

Ling: - Agora só me falta vocês dizerem que sabiam que aquele homem tinha assassinado o meu pai! – com aquilo todos se silenciaram, tentando perceber se tinham ouvido bem.

Antes que alguém dissesse alguma coisa, Kai agarrou Ling pela mão e levou-a para fora da casa. Os restantes entreolharam-se, sem saber o que fazer ou dizer. Aquela visita tinha sido, de todo, inesperada e as revelações que ela trouxera também não tinham sido muito boas.

Distanciados o suficiente dos outros, Kai largou a mão de Ling e olhou-a firmemente.

Ling: - Por isso é que tu sabias que os The Demons andavam atrás de mim. – Ling olhava para Kai, desolada e cansada.

Kai: - Ling... – o rapaz não sabia o que dizer. Vê-la daquela maneira deixava-o fora de si.

Ling: - Tu enganaste-me, tal como todos os outros. Logo tu... – Ling baixou a cabeça. A pessoa que mais amava tinha-a enganado e isso só piorava as coisas.

Kai: - Ling, olha para mim. – ela não o fez. Levantando-lhe o rosto e obrigando-a a olhar para si, Kai encarou os olhos escuros de Ling. – Nós não tivemos escolha. O Sr. Dickinson contou-nos em primeiro lugar para tomarmos conta de ti, por isso pediu-nos segredo. Será que não entendes isso? – perguntou, largando o queixo dela. Se fosse noutra ocasião, Ling teria corado com o gesto do rapaz, mas, naquele momento, nem se lembrava que devia fazer isso.

Ling: - Eu só acho injusto Kai, só isso. Vocês sabiam uma verdade sobre mim que eu própria desconhecia, como queres que eu me sinta?

Era por isso que Ling mexia com ele. Num momento, era a menina mais ingénua de todas e, no outro, era a mais corajosa.

Kai: - Eu entendo. Mas não devias ter feito o que fizeste. – respondeu, nem se conhecendo enquanto falava.

Ling: - Eu sei, mas hoje eu não consigo ir falar com eles. Vou amanhã. Mas, tenta compreender, vocês mentiram até sobre o meu pai! – as lágrimas voltaram quando Ling mencionou o seu pai.

Kai: - Ling, o Sr. Dickinson nunca disse nada sobre o teu pai.

Ling: - Isso é verdade? Então vocês não sabiam? – perguntou, surpresa.

Kai: - Então o Boris matou-o mesmo? – Kai sentiu uma certa raiva crescer-lhe no peito ao fazer a pergunta.

Ling: - A culpa foi minha... – respondeu, virando o rosto.

Kai: - Como? – o rapaz olhou surpreso para Ling. Enquanto tentava conter as lágrimas, Ling olhou para Kai com os olhos vermelhos e inchados, respondendo.

Ling: - Eu sou a culpada da morte do meu pai! – as lágrimas, antes contidas, corriam pelo rosto de Ling como cascatas. Kai pôs a mão no ombro dela, numa tentativa de acalmá-la e, num gesto involuntário, abraçou-a.

Kai: - Ling, o que quer que tenha acontecido, tenho a certeza de que não tiveste a culpa de nada.

Ling: - Claro...que tive... – disse ela, desprendendo-se do rapaz, e soluçando por culpa do choro. – Ele morreu para me proteger, é claro que tive a culpa.

Kai: - Sabes bem que isso não é verdade. – disse, na sua voz firme. Ling não disse nada. – Talvez seja melhor ires para casa. Se quiseres eu... – mas Kai não continuou, sendo interrompido de imediato.

Ling: - Eu vou sozinha, obrigada. – e dito isto Ling abandonou o local, sendo o mesmo abandonado por Kai momentos depois.

-x-

Quando entrou em casa, Ling sentiu que estava mais silenciosa que o normal. Logo à entrada, teve a certeza de onde a mãe estava. Ao abrir a porta do quarto dela, encontrou Miya a dormir, provavelmente tentando esquecer aquele dia. A jovem seguiu para o seu quarto, vestiu o pijama e deitou-se na cama. Olhou para o beyblade branco e dourado que estava na sua mesinha de cabeceira e perguntou-se o porquê de tanto sofrimento por causa de um bit-bicho. Ling fechou os olhos para tentar adormecer, mas uma luz impediu-a de o fazer. Ao abrir os olhos, deu de caras com o seu melhor amigo.

Ling: - Angel... – murmurou, sentando-se na cama. O anjo ajoelhou-se perante a sua mestra, deixando-a confusa.

- Peço desculpa. Todo o teu sofrimento e o de Miya-sama é minha culpa. É tudo minha culpa, peço imensa desculpa. – Ling levantou o rosto do seu anjo e olhou-o com carinho.

Ling: - Tu não tens a culpa. – disse, com um sorriso.

- Ling...sama... – ao acabar de falar, Angel levou um soco na cabeça. Sabendo perfeitamente porque o levara, esfregou a cabeça e olhou para a sua mestra que o encarava, zangada.

Ling: - Nem te digo nada... – Angel sorriu pelas palavras de Ling. Ao que parecia, por mais que o tempo passasse, nenhum dos dois iria mudar. Ling voltou a deitar-se na cama e olhou para Angel, que se levantara. – Eu não entendo Angel. Porque é que o papá fez aquilo?

- Ele fê-lo para te proteger. – respondeu, sentando-se ao lado da sua mestra e acariciando-lhe os cabelos.

Ling: - Devia haver outra forma...de ter resolvido as coisas. – disse tristemente.

- Infelizmente não.

Ling: - Eu não merecia isto... – com estas palavras as lágrimas voltaram. O anjo agachou-se ao lado da mestra, numa tentativa de a consolar.

- Ling, há coisas que fazemos que nem nós mesmos sabemos o porquê de as fazermos. Só sabemos que aquilo tinha de ser feito. Tenho a certeza de que foi isso que aconteceu com Tsushihiro-sama. Mesmo sem conhecer o Boris, ele sabia que tinha de o impedir de magoar a sua família.

Ling: - Achas mesmo?

- Tenho a certeza. – respondeu, com um sorriso. – Agora tenta descansar. Tiveste um dia muito complicado. – com isto, Ling fechou os olhos e rapidamente adormeceu. – Boa-noite, Ling-sama. – e dando um beijo na testa da mestra, Angel voltou para o beyblade.

Continua...


Um daqueles rapazinhos que aparecem a vender jornais nos desenhos animados: - Extra! Extra! Xia Matsuyama está de férias! Xia Matsuyama está de férias!

Xia: - Dá cá isso! – atirando uma nota de 10 euros eu agarrei em todos os jornais.

Naruto: - Ei, eu queria um desses! – reclama, irritado.

Ichigo: - Esquece miúdo. É melhor não reclamares com ela, senão a tua vida transforma-se num Inferno.

Naruto: - Como se eu tivesse medo!

Ichigo: - Vai por mim, miúdo. Não te metas com ela. – avisou o representante de shinigami novamente.

Naruto: - Ela por acaso tem um pacto com o Diabo? – perguntou, sem entender o motivo de tanta preocupação.

Ichigo: - Pior! Com Deus. (nota: Tem a ver com a trama de Bleach. O vilão-mor está sentado no trono de Deus no mundo dos hollows, por isso nós, os fãs, chamamos Aizen Sousuke de Deus. Mas em mau.) – e dito isto Kurosaki Ichigo abandona o jovem Uzumaki Naruto com as suas questões.

No estúdio...

Xia: - Olha Aizen, não te esqueças que tu estás aqui só porque o Ichimaru-Taichou pediu.

Gin: - Ichimaru-Taichou? Mas eu já não sou capitão do 3º esquadrão. – disse com a sua expressão cínica de sempre

Xia: - Pronto, porque o Ichimaru-sama pediu

Aizen: - Porque é que a ele chamas "sama" e a mim não? Eu sou Deus!

Xia: - Claro, claro como queiras. – agarro no meu megafone (sim, ele ainda existe) e faço aquilo para o que o dito megafone serve. – DIMITRI! IVAN! MIHARU! – os três molengões vem até mim a passo de caracol e só acordam quando avistam os dois estranhos.

Dimitri: (pondo-se rapidamente à minha frente, sacando da pistola e apontando-a aos 2 "intrusos") – Alto aí! Quem são vocês e o que é que vocês querem?

Gin: - Oh, Aizen-sama é um rapaz com uma pistola.

Aizen: - Ele parece bem corajoso...e mau. – sorriso sarcástico.

Dimitri: - Pois sou! E se vocês os dois não me disserem imediatamente o que querem com a Taichou saem daqui a tiro! – nenhum dos dois retirou o sorriso.

Xia: - Dimitri, queres acalmar-te? Eu pedi para eles virem. ¬¬

Dimitri: - o.o A sério?

Xia: - Sim. u.ú

Dimitri: - Desculpem senhores vilões supremos. n.n''

Aizen: - Não tem problema. – diz com o seu falso sorriso simpático.

Xia: - Aizen, não tentes enganá-lo a ir viver no Las Noches (nota 2: É o castelo no mundo dos hollows onde os vilões vivem). Eu preciso deste loiro idiota.

Dimitri: - EI! Eu não sou idiota!

Voz de apresentador barato: - Taichou, o Cantinho está quase a começar.

Xia: - Obrigado. Pessoal, aos vossos lugares!

Dimitri: - É para já! – mas antes de o loiro chegar à cabine de locutor ouve-se uma voz a iniciar o Cantinho.

- Olá leitoras e leitores, escritoras e escritores, sejam todos bem-vindos à 20ª edição do Cantinho da Xia! Aqui convosco estou eu, Ivan Volkov, de longe o melhor locutor já existente e as nossas apresentadoras Xia Matsuyama e Miharu Kinomoto. Com elas estão também Aizen Sousuke e Ichimaru Gin, duas personagens de Bleach, mais precisamente dois dos vilões do anime. – baixando um pouco o tom de voz e com um sorriso sarcástico. – Vês Dimitri? Tu és idiota!

Dimitri: - ¬¬X...

Xia: - Olá minna-san! Sejam bem-vindos a mais um Cantinho da Xia. Desta vez não demorei muito a actualizar a fic e isto porque, sim é verdade, estou de férias! No meu blog principal estão os motivos completos sobre as minhas anteriores demoras. Passando ao capítulo, foi muito emocionante, não concordas Miharu?

Miharu: - É verdade, Taichou. Estes capítulos agora têm sido emocionantes, principalmente porque já estamos na última fase da fic. Eu atrevia-me a dizer na recta final.

Xia: - Talvez nem tanto Miharu. Mas com o regresso do Boris e com a final do campeonato bem perto eu diria que estamos na última fase da fic.

Miharu: - Por falar em vilão, pergunto aos nossos convidados o que acham de Boris Balkov?

Aizen: - Bem, como vilão eu acho que é muito obsessivo e demonstra demais a sua crueldade. Não concordas, Gin?

Gin: - Claro, Aizen-sama. Um bom vilão tem que ser cruel mas de forma subtil, senão não tem piada.

Xia: - E eu posso assegurar ao nosso público que vocês são muito bons nisso. Agora passando ao espaço interactivo da nossa fic; temos duas perguntas da Aki Hiwatari.

1 – Ouvi dizer que os bolos do Café Mew Mew são muito bons, é verdade?

Os bolos são óptimos! Acho que a Miharu engordou uns quilos só de passar uma tarde lá. Se calhar foi por isso que o Ryou-kun não quis sair com ela...

Miharu: - EI! Ò.Ó

2 – Posso ir aí dar com um vaso na cabeça do V.D.A.B.? xD

Coitadinho do V.D.A.B.. Por mais chato que ele seja eu gosto dele! Só espero que não tenhas considerado a hipótese do corta-relva.

À porta do estúdio...

Tala: - Ei, Disniov! Posso saber o que raio estás aqui a fazer? Não devias estar a apresentar o programa?

Dimitri: - Pois devia! Mas acontece que o meu suposto melhor amigo roubou-me o lugar! – respondeu, enquanto limpava a pistola.

Kai: - Mas hoje não era a vez dele?

Dimitri: - Mas eu é que quero apresentar!

Kai: - A Xia-baka é que decidiu isso, não foi?

Dimitri: - Tens razão! A Taichou odeia-me! Buááááááá! i.i

Tala: - Oh não! O que fazemos agora Kai?

Kai: - Chamamos o Brooklyn e o Mystel. Não, é melhor chamar o Dr. House. Assim a morte é mais eficaz.

Tala: - Boa!

De volta ao estúdio...

Xia: - E como hoje temos convidados, Aizen, Ichimaru-sama, o preview do próximo capítulo é com vocês!

Aizen: - Gin, queres fazer as honras? ;)

Gin: - Hai. ;)

Talvez as coisas não tenham que ser assim. Mesmo que nada mude o passado ainda estamos a tempo para mudar o futuro. O dia está a chegar e só me resta ficar ao teu lado. Como tu sempre fizeste comigo...mesmo na mentira...Capítulo 22: O brilhar do Sol.

Aizen: - Que preview tocante. Tens a certeza que não queres ir trabalhar para o Las Noches a escrever livros para os meus subordinados?

Xia: - Não obrigado. ¬¬ Hora de fechar o Cantinho. – saco do megafone outra vez. – DIMITRI!

Num lugar longínquo...

Dimitri: (amarrado a uma cama) - Não, eu não quero morrer!

House: - Oh, queres parar de mentir? Seria muito mais fácil se dissesses a verdade.

De volta ao estúdio – parte II...

Xia: - Onde será que aquele idiota se meteu? E agora? Quem me fecha o Cantinho?

Ivan: - Eu fecho! Eu fecho!

Xia: - Tu não Ivan, não é a tua vez!

Ivan: - T.T...

Xia: - Hum, deixa cá ver...Rika! Fecha tu o Cantinho.

Rika: - Eu? Cool! Bom minna-san, o que acharam deste capítulo? Queremos todos saber nas vossas reviews e queremos responder às vossas dúvidas, assim que as tiverem. Queria apenas informar-vos que a fic, ao fim de 21 capítulos já tem capa! Está no blog das fics da Taichou, se quiserem vê-la dêem uma passadinha por lá.

Jinhos minna-san!

Bye, bye!

Gin: - Ei, essa deixa é minha!