Musa –Então, ouvi dizer que a J.K Rowling te levantou o castigo e que podes voltar a conviver com os seus personagens , é verdade?

-Bem, de certo modo é.

Musa –Como assim 'de certo modo', ou é verdade ou não é.

-É verdade que hoje tenho aqui comigo outra das suas personagens, mas ela disse-me que era sobre um castigo ou qualquer coisa do genero.

Musa –Um castigo? Mas afinal quem é essa personagem?

(A autora retira o pano que se encontrava sobre o que Musa penssara ser um velho movel revelando nada mais nada menos do que Belatrix Lestrange amordaçada e totalmente amarrada á cadeira onde se encontrava.)

Musa – oO Mas que diabo penças que estas a fazer, não podes simplesmente amarrar e amordaçar assim uma pessoa!

-Mas…

Musa –Mesmo que sejo apenas uma personagem de ficção. - -*

(Musa tira a mordaça a Belatrix.)

-Não, não espera, é melhor não…

Belatrix –Suas muggles nojentas esperem até eu…

Musa OO - -* =( XP

(Musa voltando a enfiar-lhe a mordaça.)

Musa –Tens razão, é melhor ficar como está, mas mesmo assim é melhor mandares-la de volta

-MAS…

(Enquanto Musa e autora descutiam a pequena gatinha da autora entra na sala e decide ir enroscar-se em Belatrix, esta não suportando a gata consegue finalmente retirar a mordaça de lugar.)

Belatrix –SAI DAQUI BICHO PULGUENTO!

Diamond – MEEEWWWWWW?

(A barafunda chama a atenção de autora e Musa deixando ambas estupfactas com o cenario que aparece a sua frente, uma Belatrix completamente esturricada com a pequena gatinha que lambia a sua patinha inocentemente.)

-Tens razão, acho que vou já tratar de a mandar de volta.

Musa –Já esquecestes essa parvoice sobre a castigar?

-Não, simplesmente acho que ela já teve o bastante. ^^

-Fala

""Pensamento

=Duas pessoas ou mais falando em simultaneo

''Expreções

C.p. 21 Má decisão

Ao conmtrario do que lhe era habitual, Serena dirigia-se sozinha para a sua primeira aula do dia naquela manhã de terça-feira, aritemancia. Apesar de esta ser uma das suas disciplinas favoritas Serena não podia estar de pior humor, mas não devido á aula que teria de seguida, a sua má disposição devia-se á mesma razão de se encontrar sozinha. O trio dourado fora chamado ao gabinete de Umbridge logo após o pequeno-almoço e de uma coisa a loira estava certa, eles não haviam sido chamados para trocarem galanteios. Serena tentara ir junto com os tres mas o olhar que Harry lhe lançara fora mais do que suficiente para lhe mostrar que, desta vez, o seu namorado não a deixaria levar a sua avante. Apesar de não poder estar agora com os seus amigos o facto de Umbridge demonstrar que não lhe consedia grande importancia era algo que lhe dava um certo alento, seria muito mais facil para Serena ajudar os seus amigos se não lhe fosse dada demasiada importancia, permanecer nas sombras seria algo que deveria manter pelo maximo tempo possivel.

-Serena.

-Malfoy?

"Otimo, só me faltava essa agora, o princepe Slyterin dando em ci ma de mim novamente."

A garota segue o seu caminho mas ao tentar transpor o obstáculo que Draco representava este limitou-se a mover-se de maneira a impedir-lhe novamente o seu caminho.

-Serena, por favor, eu só preciso que me ouças por um momento.

-E se eu não quiser Malfoy, vais-me obrigar?

Já estava mais do que na hora do garoto entender que ela não estava imteressada, por que é que ele não percebia que a Gryfinória nunca olharia para ele desse modo.

-Por favor Serena, é algo importante.

Draco Malfoy pedindo por favor a alguem, isso sem dúvida apanhou a garota de surpresa.

-Sobre o quê esatamente?

-O que vês naquele idiota do Potter?

Qualquer intenção que a Gryfinória tivesse em ouvir o que o Sonsserino tinha para dizer foi completamente erradicada pelas suas últimas palavras.

"Quem é que ele pensa que é?"

O garoto percebeu o seu erro quando a irritação da garota que tinha á sua frente se tornou mais do que ividente.

-Serena esp…

-Acho que não temos mais nada a falar, adeus Malfoy.

Antes que Draco podesse dizer mais alguma coisa a garota transpõe-o começandpo novamente a seguir o seu caminho. Saindo finalmente do turpor em que as palavras geladas que Serena acabara de lhe dirigir o haviam colucado o garoto segue rapidamente em seu encalço.

-Serena espera.

A loira segue o seu caminho sem lhe prestar a minima atenção ao que ele responde agarrando-lhe o braço tentando fazela parar. Serena para mas sem se voltar diz-lhe ,ainda de costas:

-Larga-me Malfoy , eu já te disse que não tenho nada mais a falar contigo.

Vendo o seu erro Malfoy apressa-se a largar-lhe o braço.

-Eu peço desculpa, eu queria apenas falar-te sobre Parkinson.

A frase de Malfoy realmente surpreendeu a garota, o suficiente para a fazer voltar-se e encara-lo navamente.

-Como assim, o que queres falar sobre Parkinson?

O interesse que Serena demonstrou quando ele mencionou sobre o que se tratava a converça que ele queria ter com ela veio-lhe confirmar a certesa que ele tinha sobre a Gryfinória querer ajudar a Sonsserina.

"Perfeito."

-Queres que paremos de a atormentar não queres.

Ok, agora ele estava a deixa-la confusa.

-Estas a tentar dizer-me que vais parar de incitar os Sonsserinos contra ela?

-Talvez.

-O que queres dizer com 'talvez'?

-Tudo depende da nossa converça.

-Muito bem, diz o que tens a dizer.

-Não agora, depois do jantar na cabana dos gritos.

Dizendo isto o garoto dá meia volta e segue na direção contrária.

Apesar de indignada por o garoto simplesmente supor que ela apareceria Serena sabia que ele tinha razão, por muito que Pansy não o demonstrasse ela havia sofrido com o tratamente que lhe vinha cido dado pela sua própria casa e Serena faria tudo que estivesse ao seu alcançe para ajudar a Sonsserina.

"Raíus."

Serena interrompe a sua linha de pensamento ao lenbrar-se de algo importante.

"A aula!"

…..

-Tens a certesa?

-Tenho sim, será esta noite.

-Não a percas de vista entendido, se o fiseres haveram consequencias.

-Sim Senhor.

Harry e Ron dirigiam-se á aula de aritmancia para pegarem Serena e Hermione quando Malfoy e os seus dois capangas se entrepoem em seu caminho.

-Então Potter, sem a namorada, não me digas que ela finalmente se deixou de ter pena de ti e te mandou cair fora.

-Malfoy.

Ó como Harry adoraria limpar o chão com o Sonsserino, mas ele sabia que se atua-se sobre os seus desejos o louro não deixaria o assunto acabar assim e Umbridge só estava á espera de um pretexto para o expulçar defenitivamente, não só da escola como tambem do Mundo Mágico e isso era algo que ele não estava disposto a arriscar apenas para dar uma tareia naquele garoto mimado. Se houvera algo que o Garoto de Ouro aprendera com a sua namorada essa fora a ser prodente com as suas atitudes, além disso Harry sabia que por tras dos insultos que o puro-sangue lhe dirigira escondia-se o ciúme que Draco sentia por Serena perferir o Gryfinório. Harry quase sentia pena de Malfoy, a única coisa que o garoto conseguiria com essa atitude era afastar Serena. Sendo assim Harry limitou-se a pagar-lhe na mesma moeda.

-Não deverias sentir ciúme de um meio-sangue Malfoy.

Diz o Gryfinório com um sorriso cinico nos lábios.

-Isso é algo abaixo de ti.

A cara de ódio que o Sonsserino lançava a Harry dizia-lhe que havia acertado em cheio

"Que tal um pouco do teu próprio veneno."

Dizendo isto Harry retoma o seu caminho deixando para tras um Sonsserino a espumar de raiva enquanto os outros dois o olhavam como se fosse a primeira vez que o vissem, Ron seguira o amigo com uma expreção entre o admirada e o divertida no rosto.

"Sem dúvida, Serena fez Harry mudar para melhor."

Ron não podia deixar de se sentir feliz pelo amigo, finalmente Harry começava a acreditar em si próprio apesar dos esforços que, Ron sabia, Harry fazia para não ligar aos insultos que os seus familiares lhe lançavam toda a vez que voltava para casa seria simplesmente impossivel para qualquer um ser totalmente indiferente a algo que acontecia desde que o garoto se podia lembrar. Por muito que Harry o negasse até a si mesmo ele começara a acreditar que não passava de um muido que ninguem, alguma vez, quereria amar. Tudo isso melhorara quando descobrira que era um feiticeiro e ainda mais quando fizera amisade consigo e com Mione, mas Ron soubera que a sua recem encontrada confiança em si próprio estava longe de estar cimentada e os acontecimentos do ano passado deitaram qualquer confiança que Harry tivesse ganho pelo cano abaixo. Mas agora não só ele demo nstrava ter a sua confiança de volta como parecia que nada nem ninguem o poderiam jamais fazer recuar. Agora sim, Ron conseguia ver no seu amigo o lider que os levaria á vitoria nesta guerra que parecia cada vez mais próxima. Mas a transformação do amigo tambem o veio encher de remorços, era verdade que Ron considerava Harry como um irmão mas nem sempre fora assim, a sua consciencia nunca o deixaria esquecer que apenas se aprossimara de Harry por ele ser o garoto-que-sobreviveu e quando temera que Harry podesse trocar a sua falça amisade pela verdadeira que Hermione lhe oferecera este tentara virar Harry contra ela. Com o tempo e a amisade que ambos lhe mostraram Ron percebeu a sorte que tinha mas tambem o quão horrivel havia sido a sua razão para formar amisade com ambos. O jovem Weaslley faria tudo o que podesse para ajudar Harry na sua missão, era o minimo que poderia fazer para agradecer ao seu amigo mas Mione. Como poderia sequer pensar em namorar com ela, como poderia querer tanto dela se a havia magoado tanto, se a havia despresado. Os seus amigos achavam que não lhe revelava os seus sentimentos por pensar que ela não o quereria por não ser inteligente como ela, tolice, ele sabia que nada disso importaria para ela. Ele simplesmente n-ao se declarava porque sabia no fundo do seu coração que ela estava destidada para alguem melhor.

…..

Terminando o feitiço de invisiblidade, Serena aproxima-se do lugar onde Harry lhe havia confiado encontrar-se a entrada para a passagem que a deveria levar a cabana dos gritos. A estreita e escura passagem parecia-lhe tudo menos convidativa na pouca luz que a quase lua nova lhe fornecia. Apesar do mau pressentimento que Serena sentia, ela segue em frente entrando na passagem

"Demasiado tarde para voltar a tras."

Pansy estava á beira de um ataque de nervos como era possivel, como poderia a outra garota ter simplesmente sumido. A Sonsserina apenas a perdera de vista um momento e ela simplesmente tinha sumido. Parkinson fizera como lhe fora ordenado e não perdera a Gryfinória de vista tudo correra bem até Serena ter desaparecido completamente da mesa que ocupara, durante a última hora, na biblioteca. A Sonserina apenas desviara a sua atenção quando Madame Pince lhe informou que tinha que se retirar para a sua Sala Comum pois já estava na hora de fechar a biblioteca. Quando ela se voltara novamente para a mesa que Serena vinha ocupando, esperando ve-la guardando as suas coisas, Pansy deparara-se com uma mesa completamente vazia e a Gryfinória parecia ter simplesmente sumido.

-Madame Pince?

-Sim Menina Parkinson?

-Por acaso não viu á quanto tempo Daimond saiu.

-A Menina Daimond da equipa Gryfinória?

-Sim.

-Menina Parkinson a Menina Daimond já saiu quase logo apos ter chegado, já faz quase uma hora!

-Uma hora, obrigado Madame Pince.

Parkinson apressou-se a guardar as suas coisas e sair da biblioteca, Daimond devia ter usado um feitiço de ilusão para se livrar dela era a única explicação. Mas onde teria a garota aprendido um feitiço de ilusão esse tipo de feitiços só eram começados a ser ensinados a partir do final do sexto ano. Olhando o imenso e praticamente deserto corredor a Sonserina começa a sentir os primeiros sinais de desanimo, por essa altura Serena poderia estar em qualquer lugar.

Entrando pela passagem que levava á Sala Comum Gryfinória Hermione segue em direção á mesa ocupada pelos seus dois amigos que se encontravam embrenhados em mais uma partida de xadrez de feiticeiros.

-Vitoria. Exclama o garoto ruivo que tanto a fazia perder a paciencia ultimamente.

-Será que conseguirei vencer alguma vez? Pergunta Harry desalentado.

-Claro que sim, só tens de começar a jogar com outra pessoa.

-Ha ha ha, muito engraçado.

-Só estou a constatar um facto.

-Ei, garotos tudo bem?

-Mione, podes sentar-te aqui.

Afirma Ron chegando-se para o lado para arranjar lugar para Hermione se poder sentar no pequeno sofá.

-Mione vai uma partida?

-Não estou afim Ron.

-Vá lá Mione ou tens medo de voltares a perder.

-Eu não te venci ainda mas vou acabar por vencer.

-Só uma vez Mione, pelo menos se ele te vencer eu tenho uma desculpa para tambem não conseguir.

-Obrigadinho Harry.

Qualquer alegria é varrida da face de Harry quando este nota a entrada tempestuosa dos gemeos na Sala Comum. Notando a expreção do amigo Hermione pergunta:

-Harry, o que se passa?

Seguindo a linha de visão do amigo Ron olha para tras de si, vendo os seus dois irmãos correndo apressados na sua direção este assume o pior. Por esta altura Hermione tambem notara para onde Harry estava olhando e vira-se mesmo ao mesmo tempo que os gemeos chegam pero do trio.

-Passa-se algo com o pai? Pergunta Ron assustado.

Os gemeos são apenas capazes de abanar a cabeça enquanto tentam recoperar o folego.

-Harry..

-O que tem Harry? É algo sobre Voldemort? Pergunta Hermione

-Nã..não.

-É…é Serena.

Isso forasuficiente para fazer o garoto deixar o lugar que ocupava.

-Que se passa com Serena.

=Ela está em perigo.

N.A. Espero que tenham gostado.