Tudo bem, tudo bem. Eu já sei. Vocês querem me esfaquear, me amaldiçoar, me estuporar... Já sei, já sei... E eu mereço tudo isso! Porém... Primeiramente, eu gostaria de me explicar: MEU NOTEBOOK DEU PAU.
Faz algumas semanas que ele já estava com problema de bateria, até que o pobre coitado apagou de vez faz alguns dias... E junto com ele, todo o meu capítulo 21 fresquinho e recém escrito desceu por bateria abaixo... Ao lado da minha felicidade e autorealização.
Por isso, não pedirei o perdão de vocês porque eu mesma não consegui me perdoar ainda.
Então, muitos e muitos beijos, e bom capítulo.
POV James
Estávamos na sala da professora McGonagall fazia poucos minutos. Peter mostrava seu novo produto comprado na Zonkos em Hogsmeade, que aparentava ser um disco verde em crise de bipolaridade, batendo os dentes afiados sem parar.
Sirius bocejava continuamente e franzia a testa preocupado com o feixe de luz que entrava pela janela da sala de transfiguração. Fazia suas caretas de hora em hora, e toda a vez que Remus o socava no ombro para chamar sua atenção, o cachorro ameaçava mandar um levicorpus em cada um de nós, se não calássemos a boca.
Nessa hora, Remus, Peter e eu caíamos na risada.
É claro que a professora ainda não havia entrado em sala, e a sineta ainda não havia sido acionada. Por isso todos os alunos estavam dispersos pela sala, conversando entre si e sentados em mesas e cadeiras sem postura.
O grupo dos marotos sempre ocupava o fundo da sala de aula. Éramos sempre os primeiros a entrar e os últimos a sair.
Mas não pense que éramos nerds... Não... Fazíamos isso apenas nas aulas de transfiguração, porque amávamos a Tia Mine, que encantava nosso dia com seu olhar severo e suas lições que já sabíamos de cor.
Acho que a melhor parte das aulas de transfiguração era sempre quando Sirius pedia a Tia Mine em casamento... E ela dizia que mais uma interrupção daquelas, e o senhor Black iria ganhar uma semana de detenções.
Toda a turma ria, é claro. Mas eu estava com uma leve impressão de que aquela aula seria completamente diferente das outras.
Dividíamos aquela aula com a lufa lufa, e eu tinha certeza de que no momento em que Amos Diggory entrasse porta adentro... Todas as partes do meu Ego Super-Desenvolvido (como a Lily vivia dizendo) iriam se estufar e começar a marcar o Trasgo como "O alvo". Exatamente como acontecia quando eu jogava quadribol.
- 'Tava pensando em descer nas cozinhas e pedir outro café... – Almofadinhas comprimia a cabeça com as mãos.
- E eu estava pensando em deixar você sofrendo. – Aluado sorriu. – Está muito divertido, sabe?
A última palavra de Aluado foi abafada pelos grunhidos do disco verde de Frisbees Dentados sendo atiçado por Rabicho.
- Mas que merda, Peter! – Sirius praguejou, dizendo mais uma série de palavrões na direção de Rabicho e querendo enfiar aquele frisbees você sabe onde. - ALGUÉM MANDA ESSE RATO PARA A PUTA QUE...
- Sr. Black! – A professora Minerva foi entrando, espalhando seu ar imponente por todos os pobre mortais que se encontravam na sala de aula. – Mais um palavreado desses e te transformarei em um canário! Com mais uma semana de detenções!
Canário? A situação estava bem tensa para o lado do Sirius. Sorrimos uns para os outros enquanto Tia Mine andava até seu pódio arrasador e o cachorro se encolhia na cadeira, talvez ainda com a dor de cabeça constante que a ressaca lhe oferecia.
Me sentei ao lado de Remus, ainda sorrindo e certo de que o mal humor de Almofadinhas duraria o dia inteiro, sem exceções.
Até que Lily Evans entrou na sala, com um leve sorriso confiante no rosto e segurando os livros contra si. Ela acenou de leve para a professora, e seguiu em frente à procura de um lugar próximo ao quadro.
Observei suas costas lisas e fui descendo o olhar pelas pernas, ainda receoso de que ela não estivesse bem, e exibisse aquele sorriso mínimo apenas para aliviar a tensão e manter sua própria dignidade.
- Me faça um favor, Pontas. – Almofadinhas proclamou em alto e bom som. – PARA DE SECAR!
De repente, toda a turma estava olhando em minha direção entre risinhos e cochichos tentadores, enquanto Aluado me consolava dando palmadinhas em meu ombro e Almofadinhas voltava à sua posição característica de um cachorro de ressaca.
Lily volto-se para mim, depois de ter largado a bolsa numa cadeira frente ao quadro, sorrindo divertida em minha direção.
Acenei em continência para ela e retribui o olhar.
- Porra, será que eu vou ter que repetir? – Almofadinhas reclamou.
Dessa vez, resolvi levar o comentário na brincadeira. Olhei para Aluado erguendo as sobrancelhas e sorrindo maroto, e voltei-me para Almofadinhas, sabendo que a qualquer momento levaria um safanão.
- Algum problema, Sirius? – Sorri para ele.
Ótimo. A pólvora foi lançada.
O cachorro me encarou suspeito, como se soubesse das minhas intenções e do exato ponto onde eu queria chegar.
E para a minha grande surpresa, ele quis levar a pergunta a sério, tirando as mãos que comprimiam a cabeça e pousando-as na mesa, sem cerimônia, como se fizesse isso todos os dias.
- Nem tenta, Pontas. – Sirius me encarava sério. – Você sabe que há um grande problema nisso.
O clima acabou se intensificando no fundo da sala de transfiguração, e de repente todas as conversas alheias a nossa volta pareciam ser mais altas.
Remus, assim como eu, expressava sua surpresa com a resposta de Sirius e o jeito como ele a levara com seriedade.
- Do que você está falando? – Ergui pasmo as sobrancelhas para ele, percebendo que Remus estava prestes a fazer a mesma pergunta.
- Não é óbvio? – Sirius sorriu em escárnio acenando na direção de Lily. – Sua amiga já tem um pretendente...
- Ei, Sirius. – Remus tentou amenizar as coisas, mas o maroto já estava no ato.
- ...e ela parece estar bem satisfeita em ser fiel à ele – e o cachorro ergueu as mãos em indiferença. -, mesmo que ele não esteja tão satisfeito assim.
- Ei, não é assim que a Lily pensa! – neguei veemente balançando a cabeça.
- Ah, não é? – Sirius ergueu as sobrancelhas. – Então porque ela ainda estava sentada com ele no café da manhã, e ainda se nega a falar com a Lene?
- Ah, então é aí onde você quer chegar! – Bati com a mão na mesa, completamente alterado. – Na Lene!
Nossas vozes foram ficando alteradas, e logo a professora Minerva tentava chamar a nossa atenção acenando aos berros lá na frente, enquanto Remus tentava dizer alguma coisa que encerrasse a discussão.
E logo a turma inteira se calou, e as únicas vozes audíveis eram as nossas.
- E ATÉ PARECE QUE VOCÊ NÃO QUER NADA COM A LILY! - Sirius gritava alterado.
- AH, ENTÃO VOCÊ QUER ALGO COM A LENE? – Eu sorria abertamente, tentando afastar os braços de Remus que queria que eu voltasse a me sentar. – LILY E EU SOMOS APENAS AMIGOS!
- DESDE QUANDO A LENE ENTROU NESSA HISTÓRIA? – o cachorro se levantara também, e agora me encarava feio como se quisesse me esmurrar.
- DESDE QUE VOCÊ FALOU MAL DA LILY! – esbravejei.
- EU NÃO FALEI MAL DA LILY! – Sirius cuspiu as palavras, ignorando o aceno nervoso de Remus em sua direção. – SÓ DISSE QUE ELA ESTÁ AGINDO COMO UMA IDIOTA!
- QUEM ESTÁ AGINDO COMO IDIOTA É VOCÊ! - Soquei o peito de Sirius sem me importar em machucá-lo.
A partir daí, começamos a gritar xingamentos um para outro, desde de "idiota" até "cachorro menstruado"...E a situação só foi ficando pior enquanto todos em volta tentavam promover a paz e continuar a aula.
Mas a professora Minerva não quis nos levar para a sala do diretor porque, de acordo com ela, Dumbledore era um homem ocupado demais para ficar ouvindo as criancices de dois adolescentes perturbados.
Bom, nós discutimos... Mas quem parecia estar perturbado ali era ela.
Então, Tia Mine se contentou em nos dar semaninhas de detenção, e gritar conosco em vozes alteradas, dizendo que era uma vergonha ter alunos de sua casa discutindo daquele jeito.
No entanto, ao final do longo sermão aplicado por ela, descobrimos que a aula já havia acabado e logo teríamos que seguir para História da Magia com Binns, se quiséssemos marcar presença nessa aula.
E ao olhar para os lados a procura dos meus livros para jogar na bolsa, pude perceber que toda a discussão girou em torno de uma pessoa que não se encontrava mais presente, e me perguntei se fizera algum estrago... Anotando mentalmente para que mais tarde, eu me lembrasse de pedir desculpas à ela.
- Acho que Almofadinhas estava certo. - Aluado caminhava ao meu lado um pouco tenso, enquanto seguíamos para a aula de Aritmancia.
- O quê? - Olhei para ele incrédulo. - Vai botar a culpa na Lily também?
- Não. - Ele negou veemente. - Só acho que você não devia se envolver com uma garota comprometida...
- Vai se catar, Remus! - Joguei minhas mãos para o alto, enfatizando na revolta. - Já disse que somos apenas amigos. - Revirei os olhos.
- Não parece. Todos sabem que você gosta dela. - O maroto falou em estado aéreo.
- Não importa o que os outros acham... - Continuei caminhando sem olhar para ele.
- Não importa o que os outros acham? - Remus me ameaçou com a varinha para que eu parasse de andar. - Desde quando você pensa assim? - Ele ergueu as sobrancelhas.
- Desde que todos começaram a pensar errado! - Dei de ombros para ele, sem me preocupar com a varinha.
- 'Tá vendo? - Ele olhou para os lados receoso. - É disso que eu estou falando!
- Do quê? - Voltei a olhar para ele.
- Você está mudando muito por algo que talvez não valha tanto assim. - Remus me olhou uma última vez revoltado, e saiu andando sozinho na direção da aula de História da Magia.
POV Lily
A situação na sala da professora McGonagall não aparentava ser resolvível no presente momento. James e Sirius começaram a trocar palavras sujas e xingamentos feios um para o outro, sem se importar com toda a gritaria em volta ou com o olhar mortal que Minerva lançava à eles.
No mínimo, ambos pegariam uma detenção feia de pelo menos dois meses aplicada pelo Filch. O que eu não imagino ser um grande problema, porque nunca vi nenhum dos marotos reclamar por ter passado uma horinha com o zelador.
- O que está havendo? – Maria McDonald estava sentada ao meu lado, olhando a briga com um ar de riso.
- Eles estão discutindo. – Dei de ombros, fingindo não estar muito interessada.
- É, sobre você. – Maria sorriu maliciosa, e naquele momento eu quis que o chão me engolisse.
- Pois é. – Engoli em seco.
- Olha – A garota parecia estar curiosa, e virou-se me encarando como se eu fosse um objeto de estudo na professora Sinistra. -, todo mundo está comentando sobre alguma coisa que aconteceu ontem durante o baile. - Ela olhou para o teto fingindo refletir.
- Hm, sério? – Imediatamente comecei a suar.
- É. – Maria não levou em conta o meu sarcasmo. – E agora de manhã, você deu aquele fora no Amos, falando que ele estava tendo algo com a Lunny...
- Olha, Maria... – Segurei as mãos dela, sem querer ser grosseira. – Se você quiser saber dos acontecimentos de ontem a noite, Lene e as garotas podem te explicar melhor.
- Mas... – A garota fez cara de manhosa.
- Agora eu tenho que ir. – Peguei minha bolsa com os livros e tentei me levantar de fininho para não chamar atenção. – Aula de Aritmancia agora. – Sorri de leve.
Passei escondendo o rosto por toda a orla de cadeiras até chegar à saída para o corredor, nem um pouco decepcionada com a aula de transfiguração que não ocorreu.
Não sei o que havia comigo, mas de repente as aulas não pareciam mais ser tão apetecíves.
Tudo bem, na verdade eu sabia sim o que estava acontecendo. Antes tudo era mais leve e divertido com a companhia de Lene e os marotos... Talvez pelos bilhetes durante as aulas, quando eu trocava xingamentos com o James, ou pelas competições com Remus para ver quem sabia mais sobre a matéria...
E Sirius.
Que merda eu fiz? Agora ele não iria falar comigo nunca mais! Principalmente, quando ele já naturalmente não ía com a minha cara, devido às inúmeras recusas que eu fazia aos pedidos de James.
Sirius eu perdi para sempre. Com a certeza de que eu estava errada esse tempo todo em acreditar que ele não seria um bom partido para a Lene.
E quem sou eu afinal, para me meter na vida dos outros? Quando na verdade nem consigo dar conta da minha própria vida!
Hogwarts não era mais a mesma para mim.
Parecia que os sentimentos mudaram em relação as pessoas. É claro que eu não conseguia sentir mais raiva de Lene do que eu sentia de mim mesma. Mas não conseguiria falar com ela por vontade própria, muito menos com Sirius para me desculpar...
Desse jeito que eu não estava dando conta de nada, seria impossível ajudar a Laurie com seus sentimentos entre Mark e Remus. E ainda mais impossível ter vontade de acordar todos os dias, sabendo que não teria nenhum dos meus amigos para me entreter durante as aulas, ou para conversar sobre coisas bobas.
- Lily, hey Lil!
Escutei o meu nome vindo na direção oposta, e percebi que já conhecia a voz. Meu estômago já começava a borbulhar de receio, e minhas pernas a me trair, deixando de caminhar.
Merda, mil vezes merda!
Segurei meus livros ainda mais próximos ao peito, e apertei minha bolsa com o cotovelo, tentando fingir que não escutara e que estava apressada para a aula de aritmancia.
Mas não deu tempo. Logo, Lunny Reymonds vinha na minha direção com suas terríveis olheiras e cabelos sem vida.
- Não quero falar agora, Lunny. – Mesmo que eu tentasse, não conseguiria esconder o tom frio que se apossou da minha voz quando me virei para ela, e me senti um lixo por encará-la nos olhos.
- Por favor, me escuta! – Lunny largou os livros no chão, e passou as mãos pelos cabelos em um gesto nervoso. – Eu sou uma idiota, ok? Eu realmente não penso bem!
Respirei fundo, e encarei-a por cima dos livros. Dessa vez, olhando-a nos olhos e notando que os dela estavam marejados e seu nariz começava a se avermelhar.
Droga! A última coisa que eu precisava naquele dia era de uma crise de choro falso de Lunny bem no meio do corredor do segundo andar.
- Lunny, eu preciso ir, ok? – Me virei depressa querendo encerrar a conversa.
Mas antes que eu pudesse me virar no corredor e seguir com uma tremenda dor de cabeça para a aula, um lamúrio alto se propagou pela ala deserta, e o choro de Lunny se tornou cada vez mais angustiante e perturbador.
Desse jeito, ela poderia competir com a Murta.
Suspirei me virando para trás, e observando a figura frágil e sensível de Lunny parada com o rosto escondido nas mãos. Ela parecia tremer toda vez que uma nova onda de soluços chegava.
Segui andando em sua direção e senti vontade de chorar também, talvez pela cabeça dura que eu fui de não ter acreditado nos próprios amigos quando devia.
- Olha, Lu – Olhei para o teto sem querer encará-la. - , eu sei que tudo isso foi culpa do Amos, ok?
Lunny fez um aceno rápido e frenético, com o rosto ainda escondido nas mãos.
- Mas eu não posso olhar para você agora – sem que eu pudesse impedir, minhas lágrimas também foram correndo. -, sem me lembrar do que aconteceu.
A garota ficou imóvel, apenas com as costas arqueadas e respiração culpante.
- Me desculpe. – Enxuguei as lágrimas e segui adiante, andando na direção oposta de cabeça baixa.
- Sou e-eu q-quem me d-desculpo, L-Lily. – finalmente, Lunny havia tirado o rosto das mãos, mostrando suas bochechas úmidas e seus olhos inchados. – Eu s-sei que m-machuco as pessoas e pareço não m-me importar. – Ela deu de ombros. – Mas p-por dentro, e-eu também me m-machuco.
Fiquei parada ali no corredor, olhando a janela sem prestar atenção na paisagem lá fora. Apenas deixando o ar se atenuar e os soluços de Lunny retornarem.
- Sou uma idiota, ok? – Lunny sorriu em escárnio, mais para si mesma do que para mim. – Sei que você não vai me perdoar – ela me encarou conciliadora. -, afinal, nunca fomos muito próximas.
Acenei concordando, sentindo as lágrimas quentes mais uma vez, e descobrindo que não possuía mais força para os soluços ou mais vontade para desabar neles.
- Mas eu sempre vou ter um enorme respeito por você, Lily. – Os soluços pausaram, e Lunny pode finalmente voltar a pegar seus livros do chão e secar o rosto mais uma vez. – Porque você confia em todos, eles te decepcionam, mas você consegue compreendê-los – e ela finalmente retornou a posição inicial. -, ainda que não os perdoe.
Olhei para ela com indiferença.
- Obrigada por me entender, Lil. – E Lunny foi embora. Provavelmente caminhando sozinha para a aula de Aritmancia.
E eu não disse nada enquanto a garota fazia a curva no corredor e seguia para as escadas. Não me desculpei, agradeci, recrutei ou consolei...
Pelo simples fato de não precisar, e de ter certeza de que ela estava certa. Querendo ou não, perdoando ou não... Eu a entendia.
E mesmo que jamais andássemos juntas novamente, eu iria cumprimentá-la, sorrir levemente e seguir em frente.
Assim como eu fazia com todos os conhecidos, que não eram muito próximos, mas mereciam o meu respeito.
Enxuguei o rosto mais uma vez, limpando as lágrimas cansada e delirante. Fiz novamente, o longo caminho que me levaria até a sala de Aritmancia, sabendo que não haveria nada de interessante lá, além de pergaminhos com símbolos, traduções doentias e palavras sem nexo.
Até que ao virar o corredor para a sala da torre, mais uma figura solitária impedia minha passagem.
Os olhos no tom cinzento e tempestuoso me encaravam ressabiados, e pareciam querer me lançar raios mortais a qualquer momento. Os cabelos negros em torno do rosto de Sirius só lhe davam aparência ainda mais assustadora naquele momento.
Então pessoal, perdoem-me pelos erros... Mas é que eu estou realmente em um computador pré-histórico. Obrigada pela paciência de vocês e desculpem-me o incômodo! ...Porque eu ainda não me perdoei também.
Eu quis enfatizar essa última parte, quando a Lunny diz que Lily sempre confiava em todos, mesmo que eles a decepcionassem... Então, aí nós lembramos do Harry! E acabei achando legal que ele herdasse essa característica da mãe...
Ótimo, vamos aos reviews!
Sassah Potter: Aparentemente, o James ralou bastante para conquistar esse mínimo de confiança que a Lily tem por ele agora... Mas eu acho que o resto será conquistado facilmente, hehe *-* Espero que tenha gostado do cap, beijos!
Angeliel: Que maldade! É, sou obrigada a dizer que teria feito algo assim também... Durante um tempo eu tinha imaginado a Lily lascando um cone de sorvete na cara do Amos. Mas aí essa ideia acabou sumindo enquanto eu escrevia o cap 20... No entanto, espero que você tenha gostado! Beijos!
launogueira: Eu sabia que você não iria se surpreender se Sirius apenas puxasse o lençol em vez de abrir a janela... Porque, bom, era o que eu teria feito! E pode deixar que não mudarei muito, ok L? Acho que terei que deixar minha marcazinha de orgulho em alguns personagens, como a Lily e o Sirius (que são os mais orgulhosos). Obrigada por tudo, morena! Beijos by W.
Zix Black: Pois é, a Lily mandou bem! xD obrigada pelo review e espero que continue acompanhando! Beijos.
Bella Potter Cullen: Sim, ela vai se acertar! Pelo menos eu não pretendo demorar muito mais nisso... Só queria explicar como ficou a situação com a Lunny logo. Espero que tenha gostado desse cap... Beijos!
Raquel G Potter: Sim, o James sempre se dá bem, não é verdade? Isso também foi passado para o Harry. Mas não irei demorar para ajeitar as coisas... Obrigada pelo review! Beijos!
Deny: Mil desculpas pela demora! Meu computador ficou com problema na bateria e eu tive outros problemas com a nota de garantia e blábláblá, essas coisas chatas que acontecem de vez em quando. Mas obrigada por acompanhar, e espero que continue por aqui! Muitos beijos!
LokiPPH: Obrigada! E realmente espero que você esteja satisfeito... E eu ri quando você disse que ela acabara de matar uns bilhões de irmãos do Cedrico, hashuahsua. Pois é, ela é má. Obrigada por tudo, e desculpe pela demora. Espero que continue acompanhando.
Dani Prongs: Postar um capítulo nunca é a mesma coisa sem o seu review! MUITO OBRIGADA POR TUDO! E espero que tenha gostado desse cap bem fora do normal '-' Beijos!
Regina: "Calma e dolorosa" foi uma perfeita descrição! Obrigada pelo review, e me desculpe a demora, ok? Acho que tudo irá se desenrolar agora. Beijos!
Natti Black: OMG! RSRS... PODE DEIXAR QUE EU VOU CONTINUAR, NÃO QUERO DEIXAR NINGUÉM NA MÃO! E VOCÊ NÃO PE CHATA, SÓ É TÃO DESESPERADA QUANTO EU, XD... Obrigada pelo review, e continue aí que vai pintar o próximo cap em breve... Beijos!
Laura: Obrigada por todas as sugestões e todos os elogios! Desculpe a demora da fic... E espero mesmo que você esteja gostando... Tudo vai se resolver agora, afinal essa é a minha fic de verão, e ela não vai ser muito longa, xD. Beijos!
Obrigada por tudo, pessoal e até o próximo cap!
