Esplendor da Honra
Capítulo 19
Por mais irônico que pudesse parecer, o ataque sofrido por Bella ajudou Rosalie e Emmet a se aproximarem.
Bella tinha insistido em jantar com a família e seu convidado. Quando ela e Edward entraram na sala, Rosalie já se achava sentada à mesa. Emmet caminhava na frente da lareira, parecendo estar profundamente perdido em seus pensamentos.
Edward suspirou, fazendo Bella notar que ele não estava de bom humor para ter que suportar outra das cenas de Rosalie. Bella abriu a boca dispondo-se a lhe dizer que fizesse o favor de ter um pouco de paciência, e logo decidiu que seria melhor não fazê-lo. Ela tampouco estava de humor para as dissensões.
Quando Rosalie viu Bella, deixou escapar um sonoro ofego de surpresa e se esqueceu por completo de Emmet.
- O que te aconteceu? Sileno finalmente te derrubou ao chão? - perguntou.
Bella se voltou para Edward para lhe dirigir um franzimento de cenho.
- Antes de que saíssemos de nosso quarto, recordo com toda certeza que me disse que tinha um aspecto do mais normal - sussurrou-lhe.
- Menti - respondeu Edward, sorrindo.
- Deveria me olhar no espelho de Rosalie - replicou Bella a sua vez - Tua irmã parece que vai vomitar a qualquer momento. Pensa que minha presença fará todos perderem o apetite?
Edward sacudiu a cabeça.
- Nenhuma invasão me tiraria o apetite - disse depois - Fiz uso de todas as minhas forças tratando de satisfazer a ti ...
Bella lhe rogou que guardasse silêncio com uma suave cotovelada, porque se encontravam o bastante perto de Rosalie para que o pudesse ouvir.
- Necessito que me ame - murmurou - Agora já esqueci por completo o repugnante contato do sacerdote. Essa foi a única razão pela que me mostrei um pouco... atrevida.
- Atrevida? – Edward soltou um sorriso – Bella, meu amor, converteu-me em um...
Bella lhe deu outra cotovelada, desta vez com mais energia que antes, e logo se voltou para o Emmet e Rosalie. Foi Emmet, de fato, quem se encarregou de proporcionar uma explicação a Rosalie a respeito das feridas sofridas por Isabella.
- OH, Isabella, tem um aspecto realmente terrível - confessou Rosalie em um tom cheio de simpatia.
- Mentir é um pecado - disse Bella a Edward, fulminando-o com o olhar.
Edward pediu que não mencionassem o nome do padre Laurent durante o jantar, e todos fizeram honra a seu pedido. Rosalie também voltou a ignorar Emmet.
O barão ofereceu um cumprimento à irmã de Edward quando todo mundo se levantou da mesa. Rosalie respondeu a ele com um comentário bastante descortês. Aquilo fez que esgotasse a paciência de Edward.
- Quero falar com vocês dois - disse, passando a empregar um tom subitamente cortante.
Todo mundo o seguiu para a lareira. Edward se sentou em seu assento, mas quando Emmet se dispôs a ocupar uma cadeira, Edward disse:
- Não, Emmet. Fica de pé junto à Rosalie. – Logo se voltou para sua irmã e lhe disse - Confia que sou capaz de saber o que é bom para ti, Rosalie?
Rosalie assentiu lentamente.
- Então deixa que Emmet te beije - disse Edward - Agora.
- O que? - perguntou Rosalie, parecia estupefata.
Edward franziu o cenho ante sua reação.
- Quando minha esposa foi atacada por Laurent, logo quis que eu apagasse a lembrança de sua memória - disse-lhe - Tu nunca foste tocada ou beijada por um homem que te amasse, Rosalie. Sugiro que agora permita que Emmet te beije e logo no diga se sentiu repulsa ou paixão.
Bella pensou que era um plano realmente maravilhoso.
Rosalie estava começando a avermelhar de desconforto.
- Na frente de todos? - perguntou, com uma voz que soou como um grasnido.
Emmet sorriu e lhe agarrou a mão.
- Eu te beijaria na frente do mundo inteiro se me permitisse isso - disse-lhe.
Edward pensou que Emmet estava sendo muito estúpido ao deixar que Rosalie decidisse as coisas, mas preferiu ficar em silêncio.
Além disso, sua ordem finalmente estava sendo levada a prática. Antes que Rosalie pudesse retroceder, Emmet se inclinou sobre ela e depositou um casto beijo em seus lábios.
A irmã de Edward elevou o olhar para Emmet para contemplá-lo com olhos cheios de confusão. E então ele voltou a beijá-la. Suas mãos nunca chegaram a tocá-la, mas mesmo assim sua boca ficou cativa da de Rosalie.
Bella se sentia um pouco mau ao presencia aquela cena. Foi até Edward, sentou-se no braço de seu assento e tratou de olhar o teto em vez daquelas duas pessoas que estavam se beijando tão apaixonadamente.
Quando Emmet deu um passo atrás, Bella olhou para Rosalie. A irmã de Edward parecia ruborizada, envergonhada e sinceramente assombrada.
- Não beijas como Demet...
A cor desapareceu imediatamente de seu rosto ante o terrível engano que tinha estado a ponto de cometer, e voltou o olhar para Bella em busca de ajuda.
- Emmet terá que saber disso, Rosalie - disse ela.
Edward e Emmet compartilharam um franzimento de cenho. Nenhum dos dois sabia do que Bella estava falando.
- Não posso contar isso - murmurou Rosalie - Poderia cumprir com esse terrível dever em meu lugar? Por favor, Isabella. Suplico-lhe isso.
- Se me permitir contar a Edward também, posso fazer sim, Rosalie - disse Bella.
Rosalie olhou a seu irmão. Logo se voltou novamente para Emmet e disse:
- Quando souber toda a verdade do que me ocorreu, nunca mais irá querer voltar a me beijar. Sinto muito, Emmet. Deveria...
Rosalie pôs-se a chorar. Emmet se dispôs a tomá-la entre seus braços, mas ela sacudiu a cabeça.
- Acho que te amo, Emmet. E o sinto tanto...
Com aquelas palavras de despedida, Rosalie saiu correndo da sala.
Bella concluiu que não gostava da tarefa que teria que cumprir naquele momento. Sabia que estava a ponto de causar muita dor a seu marido e a Emmet. Os dois amavam Rosalie.
- Emmet, rogo-te que se sente e me escute - pediu-lhe. Sua voz soava tensa e preocupada – Edward promete que não te zangarás comigo por te ocultar isto. Rosalie me fez prometer não contar seu segredo a ninguém.
- Não me zangarei - prometeu Edward.
Bella assentiu. Não poderia suportar olhar Emmet enquanto contava toda a verdade a respeito de Rosalie, por isso permaneceu olhando o chão durante todo o momento enquanto falava. Fez insistência no fato de que Rosalie estava se sentido terrivelmente decepcionada por Emmet não estar presente na corte, e que por essa razão tinha sido uma presa fácil para os enganos de Caius.
- Acredito que ela queria te castigar - disse a Emmet - Embora duvide que ela seja consciente disso.
Bella arriscou a lançar um rápido olhar a Emmet, entreviu seu assentamento de cabeça, e depois olhou Edward. Logo contou o resto, sem esconder nada, e quando falou da traição de Demetri, esperava escutar os gritos de Emmet e Edward.
Nenhum dos dois barões disse uma única palavra.
Quando o relato chegou a seu fim, Emmet se levantou e saiu da sala muito devagar.
- O que ele fará? - perguntou Bella a Edward. Deu-se conta de que estava chorando e limpou as lágrimas da face, torcendo o gesto quando sua mão se encontrou com seus hematomas.
- Não sei - respondeu Edward falando em voz baixa e, também, cheia de fúria.
Edward sacudiu a cabeça, e então um pensamento lhe passou de repente pela cabeça.
- Demetri é o homem ao qual queria matar, não é?
Bella franziu o cenho.
- Disse-me que iria matar a um homem - insistiu Edward - Lembra-te? Referia-se a Demetri, não?
Bella assentiu.
- Tinha que fazer ele pagar pelo o que fez, mas a honra me obrigava a guardar o segredo de Rosalie - sussurrou - Não sei o que fazer, Edward. Punir os pecadores é trabalho de Deus. Sei disso muito bem. Não cabe a mim punir Demetri. Mas eu quero que ele pague pelo o que fez com Rosalie, Deus me perdoe, mas ele merece ser punido o quanto antes.
Edward a puxou para seu colo e a abraçou meigamente. Entendia a tortura que sua esposa passava.
Os dois permaneceram em silencio durante uns minutos. Bella se dedicou a pensar em Emmet. O que faria ele agora, partir ou continuaria cortejando Rosalie?
Edward aproveitou aquele momento a controlar suas emoções. Sabia que Rosalie não tinha culpa daquilo. Ela era inocente demais para saber o que estava fazendo, mas Caius se aproveitou de sua inocência para usá-la contra ele. Sim, Caius ainda era o maior culpado por aquilo.
- Eu me ocuparei de Demetri - disse finalmente a Isabella.
- Não vais não!
Foi Emmet quem gritou a negativa. Tanto Bella como Edward o viram vir correndo para deter-se ante eles. Sua ira não podia ser mais evidente, porque ele todo estava tremendo.
- Eu o matarei, e também matarei a ti, Edward, se te atrever a me negar esse direito.
Bella deixou escapar uma exclamação abafada e elevou o olhar para Edward. Sua expressão não lhe disse se ele se sentia insultado ou furioso.
Edward contemplou em silencio Emmet durante um momento que lhes pareceu muito longo. Logo assentiu lentamente.
- Sim, Emmet, é seu direito. Eu estarei contigo quando o desafiar.
Um súbito desânimo se apropriou de Emmet. E então sentou-se na cadeira que havia na frente de Edward.
- Isabella? Tu me farias o favor de dizer a Rosalie que eu gostaria de falar com ela?
Bella assentiu. Apressou-se a fazer o que lhe tinha pedido, mas já tinha conseguido enlouquecer de preocupação antes que chegasse ao quarto de Rosalie.
Rosalie tinha chegado à conclusão de que Emmet iria deixá-la.
- E é o melhor que pode acontecer - disse a Bella entre soluços - Beijar é uma coisa, mas isso é tudo o que poderei chegar a permitir. Nunca poderia deixar que ele viesse a minha cama.
- Não sabe se poderia ou não acontecer - replicou Bella - . Não será fácil, Rosalie, mas Emmet é um homem paciente.
- Não importa - disse Rosalie – Ele não vai mais me querer.
Rosalie se equivocava, porque Emmet estava esperando-a no final do lance de escadas, agarrou-a nos braços sem dizer uma palavra e a levou consigo escada abaixo.
Edward foi ate Bella e tomou em seus braços.
- Pareces exausta, meu amor. É hora de ir para a cama.
- Será melhor esperar até que Rosalie tenha voltado. Pode ser que ela precise de mim - protestou Bella quando Edward começou a subir a escada.
- Eu necessito de ti agora, Bella. Emmet se ocupará de Rosalie.
Ela assentiu.
- Bella, amanhã tenho que te deixar. Será por pouco tempo - acrescentou antes de que ela pudesse interrompê-lo.
- Aonde vai? - perguntou-lhe Bella - Tem assuntos importantes para atender? - inquiriu em seguida, fazendo todo o possível para que sua voz soasse interessada e não cheia de decepção. Não podia esperar que seu marido passasse todos os momentos com ela. Além de tudo, Edward era um homem importante.
- Tenho uma questão pendente que requer minha atenção - respondeu Edward, mantendo, deliberadamente, reduzida a um mínimo sua explicação. Bella já tinha passado por suficientes torturas naquele dia. Edward não queria acrescentar outra preocupação, e sabia que se lhe falasse aquela mesma noite da petição do rei, então sua esposa não poderia desfrutar de nenhum descanso.
Maude estava descendo pela escada quando Edward dobrou a esquina. A faxineira disse que se ocuparia imediatamente do banho da baronesa, mas Edward sacudiu a cabeça e disse a Maude que ele se encarregaria de desempenhar aquele trabalho.
Maude fez uma reverência.
- Maude, hoje seu filho fez algo muito valente - disse Edward então.
A mulher sorriu de orelha a orelha. Já sabia tudo sobre o ato de bravura de seu filho. O pequeno tinha feito que seus pais se sentissem muito orgulhosos dele. Ah, tinha salvado a vida da baronesa!
- Terei que pensar em uma recompensa apropriada para semelhante valor - disse Edward.
Maude pareceu sentir-se muito afligida para que pudesse falar. Fez outra reverência, e logo conseguiu gaguejar sua gratidão.
- Agradeço-lhes isso, meu senhor. Meu Guilherminho agarrou muito carinho à baronesa. Às vezes incomoda um pouco, todo o momento correndo de um lado a outro detrás dela, mas à baronesa não parece se importar e sempre tem uma palavra carinhosa para meu moço.
- É um menino muito inteligente - disse Edward a modo de elogio.
Seu elogio, que certamente era um acontecimento nada habitual, acrescentada ao fato de que lhe estivesse dirigindo a palavra, fez que Maude sentisse que lhe dava voltas a cabeça. Voltou a dar as graças a seu senhor, recolheu as saias e subiu a toda pressa escada acima. Gerty estaria impaciente por escutar aquela história, e Maude certamente estava decidida a ser primeira a contar-lhe
Bella passou a mão pela bochecha de seu marido.
- És um homem muito bom, Edward - sussurrou-lhe - Essa é outra das muitas razões pelas que te amo tanto.
Edward encolheu os ombros, obrigando Bella a agarrar-se a ele para não perder o equilíbrio.
- Limito-me a cumprir com meu dever - comentou.
Bella sorriu, e pensou que seu marido se sentia tão incapaz de aceitar tranqüilamente os elogios como Maude..
- Meu banho foi denegado - disse, decidida a zombar um pouco dele - Possivelmente nadarei em teu lago. O que diz sobre isso? - acrescentou.
- Digo que é um bom plano, esposa. Eu nadarei contigo.
- Só te estava tirando sarro - apressou-se a dizer Bella, estremecendo-se - Não quero nadar em teu lago. Quando era pequena, mergulhei dentro de um lago. Não era muito profundo e eu sabia nadar, compreende? Mas me afundei no barro que tinha embaixo, meu vestido também era pesado, e antes que eu conseguisse sair, já tinha se passado muito tempo
Edward riu.
- Em primeiro lugar, meu lago tem o fundo rochoso na maioria dos lugares - disse - E se supõe que não deve nadar com a roupa, Bella. Surpreende-me que não te afogaste.
Sua esposa não parecia muito convencida sobre o que Edward falara sobre o lago.
- A água é muito clara. Quase pode ver o fundo - garantiu ele.
Chegaram a seu dormitório. Bella já estava despida e deitada na cama antes que seu marido tirasse a túnica.
- Não quer nadar comigo? – perguntou ele com um sorriso.
- Não - disse Bella – Lá fora não. Santo Deus, Emmet e Rosalie também estão lá fora. Me exibir para eles sem roupa não seria decente. Não sei no que pode estar pensando, Edward, para sugerir...
- Bella, ninguém vai ao lago à noite. Além disso, não há luz suficiente para que...
Bella o interrompeu com um súbito ofego de surpresa.
- O que está fazendo, Edward?
Era evidente, inclusive para ela. Seu marido ficou de pé junto à cama e estava segurando a capa de Bella.
- Te envolva nisto. Levar-te-ei ao lago - sugeriu.
Bella mordeu o lábio, sentindo-se presa na indecisão. Realmente queria nadar. A noite era pegajosamente cálida, mas a idéia de que alguém pudesse vê-la também era uma preocupação a tomar em conta.
Edward esperou pacientemente que Bella escolhesse. Pensou que naquele preciso momento a via terrivelmente atraente. Apena uma fina manta a cobria, e as pontas de seus seios ficavam magnificamente reveladas.
- Disse que eu estava exausta - murmurou Bella, tentando ganhar tempo - Possivelmente...
- Menti.
- Mentir é pecado - comentou Bella. Puxou a manta, sustentando-a na frente dela como um escudo contra Edward - Meu sabão está dentro de teu baú - disse-lhe.
Bella pensou pedir que ele lhe trouxesse algo, para assim, poder envolver-se na capa sem que sua intimidade se visse afetada pela presença de Edward. Ainda não se acostumara a mostrar-se nua ante ele.
Edward sorriu e foi ao baú para lhe trazer o sabão. Bella tratou de agarrar a capa antes que ele voltasse, mas não foi o bastante rápida.
Seu marido já voltava a estar junto à cama. A capa de Bella foi depositada em cima de seu braço. Em seguida Edward estendeu as mãos para ela, com o pacote de sabão em uma mão, e um pequeno espelho circular na outra.
Estendeu o espelho para Bella.
- Teu olho escurecido é de causar inveja ao de Edmond - observou.
Bella agarrou o espelho e se olhou.
Bella chiou.
Edward pôs-se a rir.
- Pareço um ciclope! - gritou ela. Deixou cair o espelho e começou a puxar seus cabelos, tentava fazer que ele escondesse seu machucado - Como pode suportar me beijar? - perguntou - Tenho um círculo negro ao redor do olho...
Sua voz soava como se estivesse choramingando. O sorriso de Edward se desvaneceu quando se inclinou para frente e a obrigou olhar para ele, elevando o rosto de Bella com pelo queixo. Sua expressão se tornou seria.
- Porque te amo, Bella. És tudo o que quis em minha vida e muito, muito mais. Pensas que um arroxeado ou dois poderiam mudar o que sinto por ti? Realmente acredita que meu amor poderia ser tão superficial?
Bella sacudiu a cabeça. Logo foi separando lentamente o lençol e depois ficou de pé junto a seu marido.
Agora já não se mostrava tímida ante ele. Edward a amava, e aquilo era o que importava.
- Eu gostaria de ir a teu lago, Edward. Mas será melhor que tivéssemos pressa, antes que comece a te suplicar que me faça amor.
Edward lhe rodeou o queixo com as mãos e a beijou.
- OH, vou fazer amor contigo, Bella.
Bella se sentiu muito emocionada por aquela promessa e o escuro resplendor que havia em seus olhos. Ouviu-se suspirar, e sentiu como um nó de calor aparecia subitamente dentro de seu estômago e começava a estender-se por todo seu ser.
Edward a envolveu na capa, tomou em seus braços e a levou do quarto.
Não encontraram ninguém enquanto foram para o lago. Edward também tinha razão no disse sobre a falta de iluminação. Levou-a até o outro extremo do lago. Bella provou a água com os dedos do pé e declarou que estava muito fria.
Edward lhe disse que se acostumaria. Bella permaneceu imóvel junto a ele, segurando-se firmemente a capa ao redor do corpo com uma mão, enquanto o via despir-se.
Edward se lançou à água com um impecável mergulho. Bella se sentou na borda, e logo se meteu cautelosamente no lago. Levaria consigo sua capa, se Edward tivesse permitido. Seu marido saiu à superfície junto a ela, tirou-lhe a capa das mãos e a puxou para um mergulho.
Demorou alguns minutos para poder acostumar-se à água, mas a sensação de estar nadando sem nada de roupa em cima era muito erótica. Bella, que se sentia francamente licenciosa, admitiu a Edward que aquilo era muito agradável.
Procedeu a dar-se seu banho o mais depressa possível, lavando o cabelo e esclarecendo-lhe mediante um rápido mergulho na água. Quando saiu à superfície pela terceira vez, Edward estava na frente dela.
Ele só ia falar, mas Bella estava lhe sorrindo com uma expressão irresistivelmente fascinante nos olhos. A água lambia seus seios. Os mamilos se endureceram e o estavam chamando. As mãos de Edward os descobriram.
Bella se apoiou nele, jogando a cabeça para trás para receber seu beijo. Era uma tentação a que ele não quis resistir. Edward tomou avidamente a boca de sua esposa. Sua língua se introduziu na boca de Bella. Úmida. Selvagem. Tão previsivelmente indisciplinada.
Edward só permitiria aquele único beijo e depois levaria Bella de volta a seus aposentos para lhe fazer amor, mas naquele momento o estômago de Bella se esfregou contra suas mãos se moveram ousadamente dentro da água para capturar a excitação que se apropriou de Edward.
Rodeando-a com os braços, Edward a atraiu para ele. O beijo se fez mais profundo e foi voltando-se capaz de consumi-lo todo.
Bella se mostrou tão direta como seu marido. Suas mãos foram aos ombros de Edward e os acariciaram com selvagem abandono. Edward a levantou um pouco mais, elevando-a até que os seios de Bella ficaram junto a seu peito. As pernas dela se moviam nervosamente ao redor dele, e o delicioso gemido de desejo que escapava dos lábios do Bella o fez enlouquecer.
Edward foi lhe sussurrando instruções com voz enrouquecida pela necessidade. Quando Bella lhe rodeou as coxas com as pernas, ele entrou nela lenta, cautelosa, profundamente.
Bella se apertou contra ele, exigindo com as unhas de seus dedos.
- Edward... - rogou-lhe.
Ele beijou a têmpora.
- Estou tentando ser o mais suave possível contigo, Bella - sussurrou com voz enrouquecida.
- Mais tarde, Edward - choramingou Bella - . Seja suave e delicado mais tarde.
Edward se deixou arrastar por sua necessidade. Mostrou-se impetuoso e enérgico, dando tanto prazer a Bella como ela dava a ele. Quando a sentiu arquear-se contra ele no momento culminante, Edward cobriu sua boca com a sua para capturar os gemidos de Bella. Sua semente a encheu e Edward se agarrou a ela enquanto o tremor de êxtase o tomava.
Bella se apoiou nele, com seu corpo subitamente enfraquecido pela satisfação. Seu fôlego lhe esquentava o pescoço, e Edward sorriu com um arrogante prazer.
- Parece uma autêntica selvagem, Isabella - disse.
Ela riu, até que se lembrou de onde se achavam.
- Santo Deus, Edward! Acredita que alguém tenha nos visto?
Parecia horrorizada e escondeu a face no vão do pescoço dele. Edward riu suavemente.
- Ninguém nos viu, meu amor - sussurrou.
- Tem certeza?
- É claro. Não há suficiente luz.
- Demos graças a Deus por isso - respondeu Bella.
Bella se sentiu imensamente aliviada, até que Edward voltou a falar.
- Mas tu fez suficiente ruído para despertar ate os mortos. És muito escandalosa, meu amor. Quanto mais te deixa dominar pela paixão, mais forte geme.
- OH, Deus.
Bella tratou de afundar-se na água, mas Edward não estava disposto a permitir que o fizesse. Riu, um som profundamente sensual, e logo seguiu zombando carinhosamente dela.
- Não me estou queixando, querida. Enquanto teu fogo for para mim, deixar-te-ei gemer tudo o que quiser.
E no preciso instante em que Bella se dispunha a lhe dizer o pecaminosamente arrogante que tinha sido aquilo, Edward se deixou cair deliberadamente para trás. Sua esposa teve tempo de conter a respiração.
Logo Edward voltou a beijá-la, agora debaixo da água. Lhe dava um beliscão cada vez que precisava voltar a tragar ar.
Bella não sabia como brincar dentro da água. Quando Edward a salpicou com a mão, ela se ofendeu imediatamente. Edward teve que lhe dizer que o salpicasse a sua vez. Lhe pareceu que aquilo de tentar afogar o um ao outro era um jogo muito tolo..
Ficaram quase uma hora no lago. Edward lhe ensinou como nadar apropriadamente, embora no começo a sua instrução a tinha insultado.
- Quando nada, parece que está te afogando.
Bella não se sentiu muito ofendida, e inclusive chegou a beijá-lo para lhe fazer saber que não tinha ferido seus sentimentos. Quando Edward finalmente a levou de volta a seu dormitório, Bella estava exausta.
Edward, entretanto, tinha vontade de falar. Deitou-se na cama, com as mãos entrelaçadas detrás da cabeça, e contemplou como sua esposa escovava o cabelo. Ambos se achavam nus, e nenhum mostrava absolutamente nenhum acanhamento a respeito.
- Bella, fui convidado a ir falar com o rei - comentou Edward. Manteve sua voz cuidadosamente controlada, tratando de lhe dar a impressão de que a petição era um enfado para ele – É para corte que estou indo amanhã.
- Convidado? - perguntou Bella, e a escova ficou subitamente esquecida quando se voltou para Edward para olhá-lo com o cenho franzido.
- Bom, digamos que me ordenou que eu vá falar com o rei - admitiu Edward – Deveria ter falado antes, mas não queria que tu ficasse preocupada.
- Eu também estou metida nisto, não é? Edward, não vou ser ignorada ou deixada de lado. Tenho culpa do que está acontecendo.
- Nem te ignorei nem te deixei que lado - respondeu Edward - Só estava tentando te proteger.
- Será perigoso? - perguntou, e logo não deu tempo para Edward responder - É obvio que será perigoso. Quando vamos?
- Não vamos. Tu ficarás aqui. Será mais seguro para.
Bella parecia estar disposta a discutir com ele. Edward sacudiu a cabeça e disse:
- Se tiver que me preocupar contigo, minha concentração se verá gravemente comprometida. Já tomei minha decisão, Bella. Ficarás aqui.
- E tu voltarás para mim?
Sua pergunta deixou Edward bastante surpreso.
- É claro.
- Quando?
- Não sei quanto tempo requererá isto, Bella.
- Semanas, meses, anos?
Edward viu o medo nos olhos dela, e se lembrou daquela época em que Bella tinha sido ignorada por sua família. Atraindo-a suavemente para ele, a abraçou e logo a beijou.
- Sempre voltarei para te, Bella. És minha esposa, pelo amor de Deus.
- Tua esposa... - sussurrou Bella – Toda vez que tiver medo ou insegurança, me lembrarei que estou presa a ti. - Edward sorriu. Isabella já não parecia assustada - Se deixar que te matem, encontrarei tua tumba e cuspirei sobre ela - ameaçou-o.
- Nesse caso terei muitíssimo cuidado.
- Promete-me isso?
- Prometo-lhe isso.
Bella tomou meigamente o rosto de seu marido entre suas mãos.
- Leva-te contigo meu coração, meu amado captor.
- Não, Bella. Sou eu que sou teu cativo em corpo e alma.
E depois fez honra a seu juramento voltando a lhe fazer amor.
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Edward já estava vestido antes que as primeiras luzes do alvorecer chegassem ao céu. Chamou Jacob e logo o esperou na sala.
Quando seu vassalo entrou na sala, Edward estava quebrando o selo daquela missiva do monastério a que não tinha dado nenhuma atenção até agora.
Jacob se sentou na mesa diante dele e esperou a que seu senhor terminasse de lê-la. Gerty entrou com uma bandeja cheia de pão e queijo.
O vassalo já tinha comido uma boa parte de seu refrigério antes que Edward terminasse de ler a carta. As novidades daquela carta, claramente, não tinham agradado seu senhor. Edward jogou o pergaminho em cima da mesa e logo descarregou um murro sobre a mesa.
- As novas não são de seu agrado? - perguntou Jacob.
- É tal como suspeitava. Não há nenhum padre Laurent.
- Mas o homem que matou...
- Foi enviado por Caius - disse Edward - Isso já sabia, mas ainda assim continuei acreditando que era um sacerdote.
- Bom, ao menos não matastes um homem de Deus - disse Jacob, acompanhando aquela observação com um encolhimento de ombros - E tampouco pôde informar algo a Caius, Edward. Laurent não saiu desta fortaleza desde que chegou a ela. Se o tivesse feito, eu o teria sabido.
- Se tivesse prestado atenção a essas coisas, não teria demorado tanto tempo em me dar conta que se estava comportando de uma maneira muito estranha. Minha falta de atenção quase custou a vida de minha esposa.
- Ela não te culpa - comentou Jacob - E além disso poderia ser ainda muito pior do que foi, Edward. Laurent poderia ter ouvido todas nossas confissões - acrescentou, estremecendo-se ante aquele pensamento tão obsceno.
- Tampouco me casei - disse Edward, voltando a atingir a mesa com o punho.
O pergaminho saltou pelos ares e terminou ficando junto à jarra cheia de flores silvestres.
- Santo Deus, não tinha pensado nisso - disse Jacob.
- Isabella tampouco - respondeu Edward - Mas logo perceberá, e quando o terá um ataque de nervos. Se houvesse tempo para isso, encontraria um sacerdote e casaria com Isabella antes de ir...
- Isso levaria semanas...
Edward assentiu.
- Contou a Isabella aonde vai? - perguntou Jacob.
- Sim, mas não vou falar lhe de nosso impostor. Quando retornar, trarei comigo um sacerdote. Direi a ela que não estamos casados um minuto antes de me casar, de verdade, com ela. Demônios, maldito Laurent...
Jacob sorriu. Seu senhor tinha razão. Isabella daria um ataque de nervos.
Edward se obrigou a deixar de lado o tema de Laurent e começou a repassar seus planos com seu vassalo, tratando de cobrir todas as eventualidades.
- Foste adestrado pelo melhor. Confio plenamente em tua capacidade - disse a Jacob assim que teve terminado de lhe dar suas instruções.
Era um intento de dar-se ânimos, ao mesmo tempo que um elogio disfarçado de observação dirigido a si mesmo, dado que fora Edward quem tinha adestrado Jacob. O vassalo sorriu.
- Deixa aqui soldados suficientes para conquistar a Inglaterra - observou.
- Já viu Emmet?
Jacob sacudiu a cabeça.
- Os homens estão se reunindo diante dos estábulos - observou - Poderia estar lá, esperando.
Edward se levantou e foi aos estábulos com seu vassalo. Uma vez ali, o barão se dirigiu a seus homens e os alertou de que era muito possível de que estavam sendo atraídos a uma armadilha. Logo se voltou para os que não viriam com eles e lhes falou.
- Caius pode, muito bem, está esperando que eu me distancie da fortaleza para poder atacar.
Quando terminou de instruir seus homens, Edward retornou à sala. Isabella estava descendo pelos degraus e lhe sorriu. Edward tomou em seus braços e a beijou.
- Promete lembrar tua promessa de que tomará cuidado - sussurrou Bella quando ele a soltou.
- Prometo - respondeu Edward, lhe passando o braço pelos ombros e saindo da sala. No caminho para os estábulos tiveram que passar pela igreja, e Edward se deteve a contemplar os danos causados pelo fogo - Terei que reconstruir o vestíbulo - disse.
A menção da igreja fez que Bella se lembrasse da carta.
- Tem tempo para me mostrar a carta que enviaram do monastério do padre Laurent, Edward? Confesso que morro de curiosidade.
- Já a li.
- Sabes ler! Suspeitava, mas nunca alardeaste dessa habilidade. Ah, justo quando estou pensando que te conheço bem, então vem e me surpreende.
- E isso quer dizer que não sou tão previsível como imaginava? - perguntou Edward com um sorriso.
Bella assentiu.
- Em certas questões sempre é previsível. Oh, não fosses embora antes... Queria que me ensinasse a me defender. Se pudesse me proteger tão bem como Ansel, provavelmente me deixaria ir contigo.
- Não deixaria não - respondeu Edward - . Mas te prometo que darei começo a tua instrução logo que retorne.
O comentário fora feito para distrair Bella. Ele realmente não queria que ela soubesse que não era sua esposa ao ponto de vista da igreja.
Edward reparou que o barão Emmet ainda não tinha chegado. Isso lhe permitia dispor de uns quantos minutos mais para passá-los junto a sua esposa, por isso se voltou para ela e disse:
- Te darei tua primeira lição agora mesmo. Tu utilizas a mão direita, assim tem que levar a adaga no lado esquerdo de teu corpo - acrescentou, lhe agarrando a adaga e pendurando-a em um laço do cinturão de Bella em cima da curva de seu quadril do lado esquerdo.
- Por quê?
- Porque dessa maneira é muito mais fácil chegar a empunhar a arma. Às vezes, esposa, cada segundo conta.
- Tu levas tua espada no lado direito do corpo, Edward. Sei que sempre prefere empunhar tua espada com a mão esquerda. E o corrimão das escadas também são do nosso lado direito, isso tem algo haver?
Edward assentiu.
- Meu pai também costumava a usar a mão esquerda ao invés da direita. Quando um inimigo te invade, chega a você vindo de abaixo e não de cima. Meu pai contava com uma vantagem acrescentada. Podia utilizar a mão direita para manter o equilíbrio apoiando-se na parede, e lutar com a mão esquerda.
- Teu pai era muito ardiloso - anunciou Bella -A maioria dos homens utiliza a mão direita, verdade? Que idéia tão maravilhosa teve quando decidiu que iria contra a tradição e mandaria construir sua casa da maneira especificada para ele!
- Para falar a verdade, meu pai tomou emprestada a idéia de um de teus tios - disse Edward.
Edward acreditava ter conseguido tirar a atenção de Bella da carta. Mas se equivocava, porque Bella em seguida voltou a abordar esse tema.
- O que dizia a carta, Edward?
- Nada importante - replicou Edward - Laurant deixou o monastério quando foi atribuído à fortaleza de Caius.
Custava-lhe muito mentir a sua esposa, mas sua intenção era boa. Edward estava tentando evitar que Bella se preocupasse enquanto ele estivesse fora.
- Provavelmente era um bom homem até que meu irmão pôde dispor dele - comentou Bella - Ocupar-me-ei de que seu corpo seja enviado ao monastério imediatamente, Edward. Quererão lhe dar um enterro adequado.
- Não! - disse ele, dando-se conta que tinha gritado - O que queria dizer era que já cuidei disso.
Bella ficou um pouco perplexa pela brutalidade de Edward. O barão Emmet foi ate eles para saudá-los, atraindo sua atenção.
- Rosalie e eu nos casaremos assim que tenhamos terminado nosso trabalho - anunciou Emmet- Por fim, ela aceitou.
Isabella sorriu e Edward deu uma palmada no ombro de Emmet.
- Onde está Rosalie? - perguntou depois.
- Em seu quarto chorando. Já me despedi dela - acrescentou Emmet com um sorriso.
- Está seguro de que quer te casará com ela, Emmet? Minha irmã passa a maior parte de seus dias chorando.
- Edward! - protestou Bella.
Emmet se pôs-se a rir.
- Espero que ela tenha gasto todas suas lágrimas antes de nosso casamento.
De repente Edward se voltou para Bella, tomou-a entre seus braços e a beijou antes de que ela percebesse o que ele queria fazer.
- Estarei em casa antes que te tenha dado conta de que me fui - disse-lhe.
Bella tentou sorrir. Não ia chorar. Isso não seria uma atitude adequada frente aos homens de seu marido. Ela ficou no centro do pátio e viu seu marido partir.
Jacob foi até Bella e se deteve junto a ela.
- Ele logo estará de volta - disse Bella – Ele me prometeu, Jacob.
- É um homem de honra, Isabella. Não quebrará sua promessa.
- Terei que me manter ocupada - disse Bella ao vassalo – Edward prometeu que me ensinará métodos de defesa.
- Métodos de defesa? - repetiu Jacob mostrando sua confusão.
- Sim. Gostaria que eu soubesse me proteger - explicou Bella, fazendo soar, deliberadamente, como se tudo tivesse sido idéia de seu marido. Bella sabia que seria mais fácil obter a cooperação de Jacob se este acreditasse que Edward era que desejava seu treinamento. Não achava que isso seria uma mentira - Possivelmente poderia me dar uma lição ou duas. O que achas, Jacob? Poderia me dedicar um pouco de tempo todo dia para me ensinar as artes da defesa?
- As artes da defesa?
O vassalo olhou fixamente para Bella e se deu conta de que não podia ter falado mais a sério.
Bella teve a impressão de que Jacob não estava nada entusiasmado com seu pedido.
- Emparelhe-me que irei falar com o Ned - disse-lhe - Poderia me fazer um bom arco, e também flechas. Se dedicar todos meus pensamentos ao trabalho, acredito que acertarei o alvo logo, logo.
Jacob sentiu vontade de fazer sinal da cruz. Não podia fazê-lo, naturalmente, porque sua senhora estava elevando o olhar para ele para contemplá-lo com uma expressão esperançosa nos olhos.
- Falarei com Ned - prometeu Jacob, ele não conseguia negar o que Bella lhe pedia.
Bella o agradeceu profusamente. O vassalo se inclinou ante ela e se foi.
Agora Jacob tinha um novo problema no que pensar. Sua primeira obrigação consistia em cuidar da esposa de Edward, e de repente tinha imposto outro dever. No futuro ia ter que proteger seus homens de Isabella.
Apesar de tudo, seu senso de humor conseguiu o salvar do desespero. Quando chegou à cabana do ferreiro, Jacob já se estava rindo. Que Deus ajudasse a todos! Assim que a semana tivesse chegado a seu fim, provavelmente todos estariam com flechas em suas costas.
Fim do Capitulo.
Toda vez que eu leio Esplendor da Honra, Twilight, Para Sempre, O morro dos Ventos Uivantes ou qualquer outro livro de romance, eu me faço uma séria de pergntas.
Onde está o meu?
Como eu arrumo um?
Por que só as mocinhas tem homen tão perfeitos e maravilhosos? Ahh isso é injusto, só porque sou uma mera mortal não significa que eu não tenha o direito de ter um, não?
Bom, resolvi dedicar meu tempo somente a adaptação, ja estamos no quase fim do livro.
Para aquelas que não poderão ler a partir de hoje ate depois do ano novo, bom, desejo um feliz ano novo para vocês =D
Pandora: Em primeiro lugar, boa viagem, aproveite muito mesmo. Bom, seria um prazer adaptar Música das Sombras, mas esse livro tem muitos personagens - a Gabriella é pedida em casamento por quase todos os homens da historia o.o - mas eu não sei se daria certo. A historia tem 53 capitulos, eu acho que não terminaria antes das férias acabarem, o que seria um terrivel problema, pois ano que vem começa o segundo ano e eu não terei muito tempo no pc, sacas? Bom, a intenção do Laurent era matar a Bella mesmo, e eu acho que não seria problema para ele fazer algo mais com ela antes de matá-la... mas o Edward - o superman- chegou e a salvou *suspira*, ahh eu quero um desces para mim. Beijos e aproveita a viajem.
Dudinha: Bom, o Edward é um barão importante pelo exercito dele, que é um dos maiores e melhores na Inglaterra. Bom, o Caius sente desejo pela Bella, mas ele quer mesmo é acabar com o Edward, ou seja, matando a Bella ele conseguiria acabar com o Edward. Bom, a Rose finalmente se entregou pro Emmet, e no proximo capitulo o Emmet vai matar o Demetri, eu adoro essa parte, é mara. Bom, ai está o capitulo, vou tentar postar o proximo o mais rapido possivel.
Preta: É diferente, não? Gosto muito do Universo Twilight, e algumas caracteristica do Edward batem com a do Duncan... bom, fico que feliz que tenha gostado tanto da historia, se quiser uma dica, leia Música das Sombras, da Julie Garwood, é muito bom também.
Ana Karol: Bom, agora falta muito pouco, já ate sinto saudade... Bom, espero que goste desse capitulo.
Nessie: Ahh eu também quero esse Edward para mim. Acho as escritoras de romance muito malvadas, elas só fazem destruir qualquer possibilidade de um dia eu me apaixonar, pois criam a ilusão que um homem perfeito exista... é muita maldade. Sorte mesmo que a Bella é doce para as crianças e elas a seguem, e que o Guilherminho a siga para todos os cantos. Bom, sorte também que o Edward seja o que ele e tenha conseguido ser tão frio e rapido. Bom, o Emmet finalmente conseguiu fazer a Rosalie aceitar ele, mas também, depois de um beijo do Emmet quem consegue se controlar? Ninguém... muito espoerto o Edward, não?
Angel Cullen McFellou: asauhsuahsuahsuah medão de você agora. O Edward é muito fofo cuidando dela, não? Eu amo ele desse jeito. E o guilherminho é muito legal também. A Bella vai providenciar um herdeiro sim, mas só no ultimo capitulo...
Manuuu: Você esta certa, o Laurent não é padre coisa alguma, e agora o Edward tem que esconder esse fato da Bella, ou então... ahh mas ela vai descobrir. Bom, O Emmet finalmente conseguiu fazer a Rosalie aceitar casar com ela, o dificil vai ser convecer ela de fazer as obrigações como esposa, eu acho... Bom, espero que tenha gostado desse capitulo, e vou postar o proximo assim que puder.
Hitsugaya Nanami: Oiê. como vai? Ahh o Emmet conseguiu conquistar a Rosalie, não? E o Edward foi muito fofa com essa declaração de amor... eu quero um desses. Bom, espero que tanha gostado desse capitulo também.
Isa Stream: O Laurent nem padre era, pode chingar a vontade XD. Ainda bem que o Edward é meio mutante e super apaixonado, não?
