Último
O último verão em que Scorpius e Albus foram crianças em suas casas ficaria sempre na memória de ambos. O encontro casual na plataforma, os acenos, uma polidez fria que combinava perfeitamente com tudo que havia acontecido – nada que havia acontecido. Era o fim de uma era, o fim de uma fase da vida que tinha mudado e marcado ambos, embora para ela o peso fosse muito maior, dois anos depois, quando tinha deixado sua última filha para pegar o trem, acompanhada de perto pelos filhos de ambos que desconheciam tanto quanto seu pai o que houvera entre os dois. Era oposto, e idêntico, e fazia ambos desejarem que fossem novamente crianças.
