Desculpa! Desculpa!
Notas no final do capítulo.
Se tiver alguns erros é por conta da pressa e não pude mandar o cap, para betar.
Capitulo 20.
Tremi de frio e me aconcheguei o melhor que pude no cobertor fino. Já tinha se passado pelo o que pude contar de cinco dias no cativeiro. Constantemente James vinha me torturar. Irina nunca mais voltou, mas uma mulher chamada Victoria vinha. A única parte boa era que ela trazia comida pra mim e me passava um pouco de conforto. Pelo os seus olhos ela não aprovava o que James estava fazendo. Ela até me explicou que havia um motivo para o seqüestro. Edward tinha comprado a empresa de petróleo que James tinha investido todo o seu dinheiro, mas com a queda das ações James tinha perdido todo o dinheiro investido. Ela também me contou que James já tinha sido namorado de Alice o que me chocou. Segundo o que ela tinha entendido era que James tentou tirar dinheiro de Alice que era muito nova na época, mas que Edward descobriu o seu plano de usar Alice.
Mais uma vez tentei convencer Victoria de ligar para a polícia, mas o seu amor doentio por James era maior que a sua coragem.
A porta se abriu e Victoria entrou. Seu rosto estava manchado abaixo dos olhos e o seu lábio inferior aberto. Ela parecia até mesmo envergonhada.
- O que houve? – pedi preocupada.
- Nada... – ela tentou sorrir, mas fez uma careta.
- Victoria? – tentei pegar a sua mão, mas ela se afastou.
- James só estar um pouco nervoso hoje... – deu de ombros. – Venha. – ela me puxou pelo o braço só pra fazer uma careta de dor.
Olhei pra porta e como sempre tinha um homem musculoso nela. Antes de sair do quarto minhas mãos foram amarradas e fui vendada. Me conduziram por algum tempo e me colocaram sentada só pra me amarrar em seguida na cadeira. De repente eu estava com muito medo do que fosse acontecer.
- Hoje vamos fazer um telefonema Isabella. – James anunciou tirando a minha venda. – Preste atenção cadela; não diga o nome de ninguém e só fale quando o eu mandar. – ele sacou uma arma a pressionando contra a minha perna. – Entendido?
Eu apenas assenti engolindo em seco.
James discou o numero de um celular qualquer e o colocou no viva-voz.
- Alô? – a voz de Edward fluiu pelo a sala. Tive que controlar o impulso de gritar.
- Nós temos Isabella aqui como você pediu. – James disse com uma voz diferente eu vi que ele tinha colocado um aparelho na garganta.
- Bella? Meu amor você estar ai? – ele pediu em desespero e as lágrimas escorreram pelo o meu rosto.
James fez um gesto me autorizando a falar.
- Edward. Me amor fiquei calmo, por favor. – pedi com a voz embargada.
- Você estar bem? – pediu.
- Estou. Não dê o que James pede. – eu disse rápido com toda a coragem que eu tinha.
Uma explosão ecoou pelo o quarto uma dor alucinante se espalhou pela a minha perna. Gritei com a dor. Eu podia ouvir Edward gritando, mas eu não podia me concentrar em nada.
- Sua puta! – James rosnou. – Se você não dê o dinheiro a tempo ela irá morrer. – James disse ao telefone antes de desligar.
James me bateu até ficar satisfeito.
A minha coxa direita estava sangrando muito e eu tinha certeza que o meu braço esquerdo e algumas costelas estavam quebrados quando me arrastaram de volta para o quarto imundo. Victoria conseguiu estancar o sangue da perna, mas inda doía muito.
Não sei ao certo quanto tempo se passou, mas eu estava em uma nuvem de alucinações quando o barulho começou. Eu não tinha forças nem abri os olhos. Os tiros cada vez foram fincando menos constantes e quando a porta do quarto foi aberta eu voltei para a escuridão.
Abri os olhos e vi apenas luz.
- Isabella? – me chamaram mas eu não conseguia ver nada. – Isabella? – chamaram novamente, mas a escuridão me tragou novamente...
Bip...
Bip...
Bip...
O barulho irritante e constante me acordou. Me corpo parecia muito pesado e a minha mente nublada, mas eu lutei contra a sensação. Aos poucos fui me despertando completamente. A primeira coisa que percebi foi que o barulho não parava um segundo, a outra foi que a minha perna direita pesava mais do que deveria e meu braço esquerdo também. Estava frio onde eu estava.
Lentamente abri os olhos e a luz me cegou. Pisquei várias vezes consegui ver um palmo a minha frente. Primeiro vi branco, só branco e deduzi que eu estava em um hospital. Depois vi bronze, os cabelos de Edward. Sua cabeça estava apoiada em um braço e sua mão segurava a minha. Olhei em volta e vi que a minha perna direta estava engessada junto com o antebraço esquerdo. Uma intravenosa estava conectada ao meu braço direito.
O quarto de hospital era maior do que normalmente eu estava acostumada. Havia uma janela que só refletia a noite, no lado esquerdo e na minha frente tinha um armário com uma poltrona com uma mesinha, uma tv de plasma na parede e do meu lado direto uma porta que deduzi ser para o banheiro.
Olhei para Edward escovei com dificuldade o cabelo do seu rosto. Embaixo dos seus olhos tinha grandes bolsas de cansaço e o seu rosto parecia mais magro. Seus cabelos pareciam uma confusão de emaranhado e oleosos.
As lembranças do seqüestro inundaram a minha mente e tive vontade de chorar só de saber que eu estava longe daquelas pessoas horrorosas. Lembrei dos tiros e deduzi que naquela hora quando a policia encontrou o cativeiro.
Engoli em seco com a minha garganta seca. Eu sentia muita sede. A jarra de água estava muito longe para que eu pudesse pegá-la. Então tive que acordar Edward.
Limpei a garganta umas duas vezes antes de consegui falar.
- Edward... – chamei suavemente, mas a minha voz estava muito grossa.
Ele se mexeu, mas não acordou.
- Edward. – sacudi levemente.
Seus olhos se abriram e meu coração pareceu pular do meu peito quando vi as duas gemas esmeraldas. Parecia ter se passado anos desde que eu o tinha visto.
- Bella... – ele suspirou como se estivesse me vendo em anos também. – Meu amor... – ele afagou a minha bochecha. – Você estar sentindo alguma dor? – ele me analisou com os olhos procurando por algum indicio.
- Não... – acalmei. Limpei a garganta – Só preciso de água.
Edward rapidamente a foi buscar e eu pude perceber que ele realmente tinha emagrecido. As suas calças jeans sambavam em seus quadris e a blusa estava larga como se não fosse dele. Bebi rapidamente a água adorando a sensação dela pela a minha garganta. Tentei me sentar, mas Edward não deixou. Ele chamou uma enfermeira que checou os meus sinais vitais antes de avisar que o médico logo me veria. Edward ligou para a nossa família a anunciou que eu tinha acordado.
- Me desculpe... – ele disse baixinho.
- Não, comece Edward. – levantei a minha mão direita que não estava enfaixada. – Eu sei que nós precisamos conversar sobre o que aconteceu, mas no momento só quero a sua presença perto de mim. – afaguei o seu rosto. – Quanto tempo se passou? – pedi.
- Um mês, Bella. – Edward disse tristemente e eu fiquei um choque. – Você ficou desacordada o seu caso era muito grave.
- Meu deus... – sussurrei horrorizada.
- Os médicos não tinham muita esperança... – ele balançou a cabeça e minha garganta se fechou de tristeza. – Você tinha uma hemorragia interna no abdômen e outra externa na perna, sem contar com a contusão na cabeça.
Eu estiquei para ficar sentada e Edward contragosto me ajudou.
- Você não andou vivendo. – tentei brincar passando os dedos pelo o seu rosto magro.
- Como eu poderia sem a certeza que você estava viva? – ele fechou os olhos.
- Eu sei que Irina planejou tudo para que eu fosse embora. – comentei. – Me desculpe por não acreditar em você.
- Me desculpe por não proteger você e não estar ao seu lado. – ele deu um sorriso triste. – Eu estava apavorado com a idéia de ter uma família, tudo o que pensava que eu não era um bom pai e marido e me enterrei no trabalho. Eu menti, mas eu não conseguia admitir que estava em pânico com a nova fase de nossas vidas.
- No final o trabalho quase nos separou pra sempre.
- Eu não tinha idéia que James tivesse uma mente tão atordoada. – ele balançou a cabeça. – Eu admito que comprar a empresa foi uma forma de me vingar dele por ter feito o que fez com Alice, mas eu não imaginava...
- Eu não sabia o que tinha acontecido com Alice... o que aconteceu com James?
Edward fez uma careta.
- Ele foi julgado rapidamente e recebeu pena perpetua por seqüestro, tentativa de homicídio, seqüestro, extorsão e homicídio da namorada.
- Namorada? Victoria? – franzi a testa.
- É. Ele a matou por ela tentar te levar para um hospital. – Edward apertou a minha mão
Victoria por mais que fosse uma criminosa como James ela parecia ser uma pessoa boa e sabia que com algum tempo na cadeia ela iria consegui se transformar em uma boa pessoa. Me sentir triste por ela ter morrido tentando me salvar.
- Não se culpe, Bella. – Edward deu mais um aperto na minha mão. – Ela fez o que achava certo, mas pra isso teve que pagar com a sua vida.
- Eu sei... mas ela não era uma má pessoa. Enquanto eu estava no cativeiro ela me ajudou muito. Se não fosse por ela eu não estaria aqui agora. O seu amor doentio por James a matou.
Escutamos uma batida na porta e logo depois a figura de Kate Denali entrou no quarto.
- Com licença. – ela parecia envergonhada quando fechou a porta atrás dela.
Kate estava muito diferente. Seu loiro platinado sempre bem cuidado estava mal arrumado e o seu rosto tão bonito demonstrava cansaço.
- Kate? – olhei pra ela querendo saber o que a irmã da pessoa que fez mal estava ali.
- Me desculpe Bella, mas me esqueci de te avisar que Kate é a sua médica aqui no hospital. – Edward se levantou na cadeira.
- Sério?
- É... me ofereci. – Kate deu um passo à diante. – Eu queria me desculpar pela a minha irmã e pela a minha família.
- Você e sua família não precisam se desculpar. – fiz um gesto despreocupado com a mão. – Mas infelizmente eu não posso perdoar a sua irmã. O que ela fez quase me matou e ainda me separou de Edward.
- Eu sei. Você não tem a obrigação de perdoá-la. Irina sempre foi assim invejosa desde criança e quando ela conheceu Laurent as coisas ficaram piores. Ao que entendi Laurent e ela iriam receber dinheiro de James pra quitarem suas dividas de jogo se ajudasse no seqüestro. Foi uma decepção pra papai ter uma filha atrás das grades...
- Eu tenho idéia... se um dos meus filhos me decepcionassem assim eu não sei o que faria. – tentei acalmá-la.
Kate checou os meus sinais e disse que a minha recuperação foi quase que milagrosa e que logo eu poderia ir pra casa. A melhor parte do meu dia foi quando eu vi Anthony e Elizabeth passando por aquela porta, meus filhos sentiam tantas saudades, não consegui conter a emoção e chorei como um bebê. Eu podia jurar que Elizabeth e Anthony tinham crescido alguns centímetros. Os Cullens apareceram me mimando ao máximo. Renée e Charlie também vinheram no dia seguinte, ambos muito aliviados em me ver bem.
Uma coisa que eu percebi era que todos tinham sinais de como tinham sofrido por mim. Edward não me deixou sozinha em nenhum momento mesmo com Renée e Esme se oferecendo para ficar comigo enquanto ia em casa tomar um banho ou dormir adequadamente.
Após uma semana de ter acordado eu finalmente pude voltar pra casa. Eu estava começando a ficar louca naquele hospital sem poder sair ver o sol ou até mesmo privacidade.
Suspirei de felicidade quando o helicóptero pousou em casa.
- Feliz, não é? – Edward riu.
- Claro. Eu quero voltar pra minha casa, meus filhos e pra minhas coisas.
- E pra mim? – ele brincou, mas eu podia ver uma sombra de dúvida nos seus olhos.
- Sempre. – dei um beijo suave nele.
Desde que eu tinha acordado do coma eu e Edward ainda não tínhamos passado por mais do que beijos breves, não que eu não o quisesse, mas parecia que Edward estava um pouco receoso de se aproximar mais intimamente.
Sorri um pouco pra ele nós seguimos para casa. O dia estava lindo. O sol brilhante no céu sem nuvens, as árvores repletas de flores e a temperatura perfeita.
- Mamãe! – Lizza e Tony apareceram de trajes de banho.
- Oi meus amores! – tentei ao máximo poder me abaixar para abraçá-los, mas isso era impossível com a perna engessada e com duas muletas.
- Seja bem vinda. – Lizza disse abraçando a minha perna boa.
- Obrigada.
Lizza e Anthony começaram a contar o desenho que fizeram pra mim para quando eu voltasse e sobre o bolo de chocolate que Bree fez.
- Bella. – os olhos de Bree ficaram marejados quando me viu.
- Oi, Bree. – não pude de deixar de ficar emocionada. – Cuidou bem dos meus bebês?
- Muitíssimo bem, era como se você estivesse aqui. – ela sorriu amplamente, obviamente satisfeita.
- Já estar na hora da senhora descansar. – Edward me conduziu até o quarto contra a minha vontade.
Eu odiava a forma em que agia de forma super protetora comigo. Era como se eu fosse uma boneca de porcelana que exigisse o máximo de cuidado. Edward gentilmente me colocou na cama e fechou um pouco as cortinas deixando apenas um feixe de luz.
Ele já estava saindo do quarto quando o chamei.
- Edward.
- Sim? Precisa de algo meu amor? – perguntou se aproximando da cama.
- Sim... – sussurrei. – Fica aqui comigo. – pedi.
Eu ainda não tinha matado a saudade que eu sentia dele, era como se ele se afastasse eu nunca mais poderia vê-lo.
- É claro. – ele tirou os sapatos e deitou ao meu lado. Aconcheguei perto dele tomando cuidado para não machucar as minhas costelas quebradas, nem a perna.
Edward começou a alisar o meu cabelo e aos poucos fui sugada para o mundo dos sonhos.
Acordei ofegante. Era normal depois do seqüestro acordar assim. As imagens dos momentos de terror voltavam a me assombrar quando dormia. Eu ainda podia ouvi os meus gritos e as coisas que James falava para me atormentar. Era como se eu estivesse ali, naquele quarto imundo.
Olhei em volta tentando me acalmar e não vi nenhum sinal de Edward no quarto. Pela abertura da cortina era noite e o que despertou a minha fome. Com dificuldade me levantei da cama indo ao banheiro. Lavei o meu rosto e me olhei no espelho. Havia uma cicatriz recente na minha bochecha e eu sabia que se olhasse por debaixo das roupas veria hematomas quase curados e pontos cirúrgicos.
James tinha tornado a minha vida um inferno durante aqueles dias no cativeiro e deixou marcas que nunca iriam cicatrizar no meu coração. Eu nunca poderia esquecer aqueles dias.
- Bella... – Edward me abraçou por trás e percebi que estava chorando. – Shii... não fique assim meu amor.
- Não consigo... – sussurrei contra o seu peito. – Tudo o que eu lembro é ele me humilhando. Me sinto tão fraca por sofrer por isso. Você e as crianças merecem uma pessoa forte e não uma mulher que não consegue nem superar os próprios demônios.
- Você um dia não irá sofrer com isso, irá ver que isso foi uma barreira que você bravamente superou. – ele me fez olhá-lo. – E eu sinto tanto orgulho de você. –balançou a cabeça e pude ver as lágrimas nos seus olhos. – Você o enfrentou sabendo que podia sair ferida depois daquela ligação. Eu nunca senti tanto medo em minha vida quando ouvi o tiro e depois o seu grito. – estremeceu. – Pensei que tinha te perdido... e quase te perdi pra sempre. – a esse momento nós dois estávamos em lágrimas.
- Você tinha que saber que era James que me seqüestrou ele não podia sair ganhando dessa. – limpei as suas lágrimas como ele estava fazendo com as minhas.
- Eu te amo Bella. E nunca no mundo eu encontrei uma pessoa tão maravilhosa. É uma honra te ter comigo. – seus olhos estavam tão sérios.
- Eu também te amo... me desculpe por ter duvidado do seu amor. – sussurrei.
- Me desculpe por não te proteger e não ter conversado com você. Eu estava apavorado. – acariciou o meu rosto. – Não podemos fazer nada sobre o passado, mas podemos fazer um presente melhor. – beijei a sua mão.
- Sim podemos. – concordei e ele sorriu e sentir um calor tão bom no meu coração que não pude deixar de sorrir também.
Os dias foram se passando tão rapidamente e quando menos percebi já tinha se passado cinco meses depois que acordei do seqüestro.
Eu estava fazendo terapia tanto pessoal como de casal com uma psicóloga e eu já conseguia administrar os meus sentimentos. A Dra. Müller tinha me incentivado a conversar sobre tudo desde a separação dos meus pais até o meu relacionamento com Edward. Ele dizia que a parti do meu histórico ela iria encontrar uma maneira de me ajudar a curar esse medo e raiva por James. Era ótimo as nossas conversas, com ela eu podia me abrir já que ela nunca iria me julgar. Eu já era 50% da Isabella de antes.
Depois de muitas conversas admiti a Edward que não poderia ter mais filhos. De inicio vi a decepção nos seus olhos, mas então vi o seu amor por mim e ele disse que não precisava mais filhos tendo dois filhos lindos que eu o tinha presenteado. Eu nunca me sentir tão mais apaixonada depois dessa conversa.
- Você estar linda... – Edward me abraçou por trás.
- Eu não sabia que um vestidinho de verão poderia me deixar tão bonita... – sorri.
- Com qualquer coisa você é bonita. – ele depositou um beijo na minha nuca e eu me virei para olhá-lo.
Nós ficamos sem nenhuma relação sexual por meses até que me senti confortável para tentar do sem nenhuma pressão há dois meses. Edward foi tão carinhoso e paciente comigo que deu certo. Agora éramos como dois coelhos, éramos mais íntimos um com o outro do que algum dia já foi.
Nossa relação era a base de conversa. Eu sabia quando tinha algum problema nas empresas e ele também sabia se tinha algum problema na fundação. Éramos capazes de saber o que outro estava sentindo somente com um olhar.
- Eu te amo. – disse com todo o meu coração.
- Eu também te amo nunca me canso de dizer isso. – ele sorriu abertamente.
Me inclinei o beijei sentindo o meu peito inchar com a emoção. Aos poucos as nossas roupas foram removidas e ficamos apenas Edward e Bella sem barreiras tanto física como emocional.
- Faça amor comigo. – pedi.
- Sempre. – ele me preencheu da forma mais intima.
Os nossos corpos a uma dança tão cheio de significados que não era preciso dizer nada. Quando chegamos ao nosso clímax nos agarramos um ao outro curtindo o momento.
Me aconcheguei a Edward adorando o seu corpo se moldando perfeitamente ao meu. Quando acordei soube que ele estava acordado pela a forma que os seus dedos brincavam com as minhas costas. Eu precisava te contar algo e não sabia como seria a sua reação.
Me virei em seus braços e vi nos seus olhos que nós não éramos mais aquelas duas pessoas de seis anos atrás. Edward não era irresponsável e eu impulsiva. Agora éramos Edward e Bella um casal apaixonado um pelo o outro incondicionalmente e isso me impulsionou para falar.
- Estou grávida.
Um silencio pairou no ar e olhei para o seu rosto para vê-lo sem expressão.
- Mas... – ele começou. – Você não pode ficar grávida. – disse como se fosse obvio.
- Eu também achava, mas por ironia do destino fiquei. – mexi as minhas mãos nervosa.
- Grávida? – ele repetiu a palavra como se não soubesse o significado.
- Sim... – afirmei por via das duvidas.
- Grávida! – ele se sentou na cama com um enorme sorriso e percebi que ele tinha gostado da noticia. – Oh meu deus você estar grávida! – ele se levantou do sofá onde tínhamos feito amor.
- Sim! Estou esperando um filho seu. – as lágrimas escaparam dos meus olhos de felicidade.
- Bella quando acho que você não pode me fazer mais feliz você aparece com mais motivos. – ele agarrou as minhas mãos. – Eu te amo! – ele gritou sem se preocupar que todos possam ouvir e vim nos pegando nus.
- Eu também te amo. – afirmei.
Ele se agachou e beijou o meu ventre.
- Eu já te amo. – ele sussurrou.
- Nós também te amamos. – alisei o seu cabelo.
- Você Isabella Swan, futura Cullen, me faz o homem mais feliz do mundo. – anunciou.
- Você também Sr. Cullen. – ri.
Nos abraçamos e eu confirmei que o meu lugar era ali entre os braços do homem que amo.
N/A:
Sei que fui sacana com vocês em não postar durante tanto tempo principalmente na reta final da fic, mas quando a inspiração não bate, não tem jeito.
Felizmente já estou acabando o epilogo e até o final do ano estaremos dando tchau.
Felizmente pra vocês estarei com algumas estréias no próximo ano. Eba!
Quero agradecer a todas as reviews a principalmente quem me deu puxões de orelha pedindo atualização.
Não vou me despedi agora, já que ainda temos o Epilogo.
Beijos meus amores e nos vemos semana que vem!
(Daia, cadê você? Sumiu! To morrendo de saudades.)
