Capítulo Especial (27, 28 e 29) – O fim de tudo entre nós.


Huhum... Como vão meus queridos leitores??? Quero dizer nesse prévio edit que todas as minhas tentativas de botar o link no site falharam... por isso... Digitem-o lentamente na barra de endereços do seu navegador:

http:// groups . msn . com / Naruto e Sakura Lovers

Coloquem tudo junto se quiserem ver o site... E se não der de novo... Me perdoem, visitem o meu perfil que lá tem a página!
Bem, por enquanto... Era só isso. Ah! E a propósito... Li em um dos reviews que um dos leitores não entendeu sobre eu ter dito que a FF estava "acabada". Bem... O que eu quis dizer é que ela já está completa no meu PC... E esses são os últimos capítulos.

Kissu no kokoro e boa leitura!

Parte I – O pacto.

Naruto mexia a panela onde se encontrava o macarrão instantâneo, logo adicionando a carne e outros materiais de tal tipo, ele via aquilo com uma cara não tão satisfeita quanto a de Sakura, não que ele não gostasse de satisfazer sua noiva, mas que ele sentia algo estranho, uma cerimônia entre eles...

-Sakura-chan?

-O que foi, Naruto-chan?

-Eu... Quer dizer... Me sinto estranho, dattebayo...

-Como assim? Estranho como?

-É algo do gênero: "Não faça isso que você vai se ferrar", dattebayo.

-Sério? Eu não sinto nada. – Sakura disse, porém mentia, há dias vem sentindo algo estranho também, mas não quis preocupar Naruto. – Deve ser apenas um sentimento comum, não se preocupe! – Ela sorriu.

-Não é, não. – Naruto se preocupou. – Você sente o mesmo, não é?

-É. – Sakura decidiu parar com o show, nunca fora uma boa atriz.

-O Sasuke também sentiu o mesmo, dattebayo.

-O que ele te disse?

-Sobre o Sai...

-Sai? O que ele iria querer conosco? – Sakura pergunta. – Ele foi muito educado conosco naquele condomínio de férias.

-Eu também posso sentir, dattebayo... Ele está diferente, agindo como se fosse ninguém, como se fosse nada.

-O que deve ter acontecido?

-Não sei. Só sei que deve ser algo grande, dattebayo. E nem sei se quero descobrir...

Naquele momento, em seu apartamento, Sasuke fitava o celular, como avisaria Naruto e Sakura? Haviam se passado dois dias... Se ele não avisasse logo, algo de ruim poderia acontecer.

-Eu preciso avisar. – Ele pegou o celular e ligou. – Alô?

-Sasuke?

-Naruto? É urgente.

-O que houve, dattebayo? É sobre o Sai?

-Você e suas premonições, vamos logo, e vá sozinho!

-Onde?

-Passe aqui em casa. Tchau.

E ele desliga o telefone, estava muito preocupado com o que poderia acontecer.

-Quem é você? O que quer?

Naruto fechou os olhos, estaria a ponto de descobrir o que estava por trás de tudo, ele viu Sakura parada na porta, com a mão na barriga que apesar de um pouco elevada, ainda era pequena...

-Naruto-chan...

-Fique aqui, Sakura-chan. – Ele abre um daqueles sorrisos que detona o coração das pessoas. – Eu voltarei logo, dattebayo!

-Está bem! Vai lá...

-He, he.

Ele abre a porta e se afasta de Sakura.

A preocupação ainda era sua acompanhante... O sorriso de pouco tempo tinha se tornado a posição de receio, onde ela não quer sair de onde está.

-Naruto-chan...

Logo em que ela vira de costas, a porta é batida... Ela fica feliz, corre lá e abre a porta.

-Já voltou, Naruto... – Ela parou ao ver quem estava na porta. – Sai?

Naruto caminhou pensativo, ao chegar ao quarto de Sasuke, bateu na porta, ele foi atender e disse com uma cara não muito boa:

-Entre, Naruto.

-S-sim...

Naruto entrou no apartamento ainda receoso com o que poderia lhe esperar.

-O que descobriu sobre Sai, dattebayo?

-Tome cuidado com ele...

-Hã?

-Ele quer de alguma forma se vingar da morte do pai.

-Danzou-sama morreu? – Naruto se preocupa.

-Danzou... Ele... Ele quer provar de alguma forma que ele não foi o perdedor.

-Perdedor?

-Perder o pai. – Sasuke falou ainda mais preocupado. – Quando eu viajei com o meu pai, eu conheci Danzou. Ele era um louco psicopata.

-Como assim? – Naruto já estava ficando com medo.

-Ele suicidou-se na frente de Sai, seu filho.

-Aquele dia que ele voltou... Então... Danzou não estava trabalhando, dattebayo!

-Não. Eu contei a ele. – Sasuke ficou receoso. – Eu sabia que o conhecia de algum lugar, mas ele estava diferente... Estava com os cabelos grandes e não era tão escuro e seco...

-Ele de cabelo grande. Mal consigo imaginar, dattebayo. – Naruto sorri sem graça.

-Pára de piada, seu cocô! – Sasuke fica furioso. – Aquele garoto está louco! Ele quer acabar com você!

-E daí, dattebayo?!

-Hã?

-Ele não vai querer me atacar diretamente... – Naruto se preocupa. – Essa não!

-Sakura! – Sasuke levanta-se e corre com Naruto em direção a porta.

Ambos saem correndo pelo corredor, trombando nas coisas feito dois malucos.

Ao chegarem em frente ao apartamento de Naruto, escutam duas vozes, uma era certamente de Sakura, e a outra...

-Sai, dattebayo!

-Naruto-kun... – Sai abre aquele sorriso falso.

-O que quer aqui? – Ele fica um pouco mais calmo ao ver a noiva bem.

-Naruto-chan! – Sakura grita.

-O que quer aqui, Sai? – Sasuke faz a pergunta num tom seco, tal como Sai não pôde negar a resposta.

-Provar... A minha existência. – Enquanto falava isso com seriedade, seu coração palpitava, querendo sair correndo dali.

-O que ganha fazendo "isso", dattebayo?

Sai pára imediatamente, e olha bem para os olhos de Naruto, enquanto Sasuke e Sakura não tinham coragem de dizer uma palavra, Naruto e Sai se confrontavam na mente até com palavrões.

-Humpf... – Sai disse. – Não perco mais o meu tempo e não tomo o seu, Naruto-kun. Quando nos vermos novamente, eu terei triunfado. – E ele sai.

-Retardado... – Naruto cerra os punhos.

-Naruto-chan...

Naruto pára de mirar Sai no horizonte e se vira para prestar atenção em Sakura. O que ele fazia dentro do apartamento?

-Sakura-chan?

-Sim?

-O que Sai estava fazendo aqui dentro? – Naruto tomou uma expressão séria.

-Está duvidando de mim? – Sakura o questiona.

-Em você eu confio, não confio nele, dattebayo. – Ele fecha os olhos.

-Entendo... – Ela sorri aliviada. – Ele queria te provocar. Queria dizer aquelas coisas malucas que ele disse ao sair.

-Humpf, - Sasuke diz. – aquilo é mesmo um retardado...

-"Aquilo"? – Sakura questiona.

-Tomem cuidado com ele, apenas isso. – E Sasuke deixa o apartamento.

Naruto e Sakura se sentam e pensam no que fazer.

-O que o Sai quer, Naruto-chan?

-Ele quer...

-O quê?!

-Matar o nosso filho. – Naruto tampa o rosto ao dizer aquilo.

Sakura engole seco ao ouvir aquilo, ela apenas treme de medo, como se realmente temesse o que Sai pudesse fazer.

Ele andava em seu caminho de escuridão e de frieza, não tinha sentimentos com ele. Via várias pessoas, que ele considerava como massas orgânicas andantes, o que isso significava, afinal?

Ele encontra no seu caminho... A chave que ele precisa para a porta, ele esbarra em...

-Não olha por onde anda? – Ela calou ao ver em quem trombou. – Nosso, você é bem bonito! – Ela disse e dá um selinho nele.

-Você mal me conhece... Quero dizer, você nem me conhece. Por que fez isso?

-Te achei bonito. – Ela disse. – Não é a primeira vez que eu faço.

-Hyuuga Tomiko? – Ele pergunta.

-Sim?

-Então realmente é você... – Ele sorri falsamente. – Tenho algo a propor.

-Propor? Agora sou eu quem diz... Mal me conhece e confiaria em mim para cumprir um acordo?

-O acordo envolve Uzumaki Naruto.

-O que é? – Os olhos dela brilham.

-Digamos que... – O sorriso dele entrava dentro dela e fazia com que ela arrepiasse. – Seja bem doloroso...

Parte 2:

Naruto estava na sua rotina costumeira de preparar o Ramen para sua noiva... Ela estava mais radiante do que nunca, e seus cabelos estavam muito brilhantes. Sua pele já exibia o cheiro de maturidade e da vida que dentro dela crescia. Seu corpo estava bem definido, muito desenvolvido para o gosto de Naruto, ela desceu e abriu um sorriso para ele:

-Você fica lindo de cozinheira, sabia?

-Há-há! – Ele riu sem graça. – Obrigado pela informação sem tipo, dona!

-"Dona"? Eu ainda tenho dezoito anos!

-E foi com dezoito anos que sua vida deu uma revira volta, não foi, dattebayo? – Ele sorriu.

-He, he. Tem razão. – Ela sorriu, o abraçou por trás e lhe deu um selinho.

-Só isso?

-Então está bem... – Ela sorriu maldosamente.

Naruto se assustou um pouco, mas logo sorriu e deixou o Ramen de lado e virou-se para a noiva...

-Que tal isso, Naruto-dono? – Sakura sorriu.

-Hum? – Ele fez uma cara de "safado".

Naruto a agarra e beija ela, o calor foi intenso e subiu até suas cabeças. Naruto a ergue no ar e a gira, fazendo com que ela ficasse um pouco tonta ao entrar em contato com o chão.

-É isso mesmo.

-Eu sabia, dattebayo. – Ele dá aquele sorriso novamente.

-Saiba que eu vou sair... Vou fazer compras! Vou só tomar o café, e você?

-Eu sei, dattebayo. Eu só vou ver como o Ero-sennin está e volto.

-Por quê?

-Sei lá. Ele anda meio doido depois daquele livro que ajudamos ele a escrever. – Ele faz uma careta.

-Seu avô é muito esquisito.

-Eu que o diga, dattebayo!

Assim eles tomam o café e se despedem:

-Volto logo, Naruto-chan.

-Até mais, Sakura-chan, dattebayo! – Naruto se despede à distância.

Foi o tempo de Naruto fechar a casa para dar a preguiça nele de ir até a casa do Jiraiya-sama, o que ele fez? Pegou o telefone e ligou.

-Alô, Kiba?

-...

-Beleza! O Ero-sennin está aí?

-...?

-Não? Ah, cara!

-...?

-Problema, sim. Ele anda meio decepcionado desde que a gente fez o livro, aconteceu alguma coisa?

-...

-Fora?

-...

-Coitado... A Tsunade-no-baachan bateu muito nele?

-...

-Hum... Onde ele está?

-...

-No rio? E ele levou o Gamacell? (Celular Sapo)

-...

-Não? Ele está tão deprimido assim?

-...

-He, he. Ele melhora logo, dattebayo! Mesmo assim foi um prazer... – Naruto escuta alguém bater na porta.

-...?

-Não. Só estão batendo na minha porta, dattebayo. Te vejo por aí, Kiba-kun! Até!

-...!

Naruto coloca o telefone no gancho e vai abrir a porta... E para a surpresa dele...

-Tomiko?! O que você quer aqui?!

-Vim para te ver, meu anjo! – Ela fica feliz.

-Retira o "meu anjo" da frase que aqui só tem uma pessoa comum! – Ele fica nervoso.

-Onde foi parar o seu "dattebayo"?

-E isso te interessa, sua puta! – Ele fica nervoso.

-Oh? Já sabe da profissão da sua namorada?

Naruto não agüenta e dá um tapa na cara dela.

-E só não te dou um soco por você ser uma mulher!... Ah, esqueci! – Ele dá um soco nela. – Se é que você é humana...

-Nossa! – Ela esfregou a mão no rosto. – Até parece que isso machuca. Você não tem coragem para fazer isso, Naruto-kun. Nem se a Baka Sakura te mandasse.

-Mas você é mesmo uma vadia, em? O que você quer?! – Seus olhos exaltam a verdadeira fúria.

-Sabia que você falaria comigo! – Ela entra pulando.

-Mas não dentro da minha casa, dattebayo. – Ele faz uma careta.

-Mas isso faz parte do plano. – Ela sorri e dá um beijo na bochecha dele.

-Plano?! E que bosta de beijo é esse?! Quem te deu o direito, sua vadia! – Ele exclama com a forma mais feroz, até eu fiquei assustada.

-Plano: Esse que vai estar completo. Beijo: O que a Tomiko-san acabou de te dar. Direito... – Sai fala e dá uma pancada na cabeça de Naruto, desmaiando. – O direito foi eu quem a deu, Naruto-kun.

Tomiko engoliu seco ao ver Naruto jogado ao chão, sem os sentidos.

-Você não o machucou, machucou?

-O que parece? – Ele falou no mesmo tom seco.

-Tu és mesmo esquisito, cara! – Tomiko fala.

-Cala a boca, - Ele abre o sorriso. – sua drogada.

-Hei, eu não sou usuária! Só o idiota do Neji!

-Que pelo visto largou.

-Cala a boca e me ajuda aqui, Sai! – Tomiko exige.

Ele balança a cabeça negativamente e coloca Naruto na cama, sem a camisa.

-Nossa! O peitoral dele é mais forte que o seu! – Tomiko babava em cima do Naruto.

-Olha o que vai fazer, em? Lembre-se do plano.

-Sim, senhor!

-E pára de piadas.

-Sim, senhor!

Ele ficou com uma gota na cabeça e sai do apartamento.

Sakura chegava com as compras em mãos e ao cruzar com Sai, tremeu. Ela se assusta e apressa o passo para o apartamento.

Ela subia as escadas com muita agonia, seu coração estava a mil, pior ao ver Hinata sentada na escada.

-O que foi, Hinata?

-Tomiko...

-O que ela fez?

-E-ela... Ela veio para cá... E foi p-para o apartamento do Naruto-kun.

-Meu Deus! – Ela começa a correr, nem dando ouvidos ao que Hinata diria...

-Sakura!... Não acredite no que ver...

Ela correu até o elevador, onde subiu com o coração a mil.

Ao chegar na cobertura, saiu correndo, trombando em todo mundo e pedindo desculpas, até chegar no apartamento... Ela estranhou a porta aberta e entrou...

As compras caíram no chão, o que fez Naruto acordar.

-O que... O que aconteceu, dattebayo? – Ele virou-se para Sakura. – O que foi, Sakura-chan?

-Naruto... – Ela começou a chorar e correu, correu para o nada.

-Sakura-chan! Ai... – Ele notou Tomiko ao seu lado. – O quê?

-Hum? Naruto-kun! Pára de mexer!

Ele tremia... Não agüentou, correu, correu até chegar na saída do prédio, onde encontrava-se Sakura, em frente à fonte.

-Sakura-chan!

-...

-Você não pode acreditar naquilo, Sakura-chan! – Ele estava chorando. – Aquilo... Aquilo foi... Aquilo não foi o que você viu... – Ele se embaralhava no que falava. – Eu sei que... Eu sei que parece que nós...

Não deu tempo para terminar a fala, ele levou um tapa bem na cara, certeiro, o que não doeu muito fisicamente, mas rompeu a barreira psicológica e o deixou ferido emocionalmente.

-Sakura-chan? – Ele pergunta, ainda incrédulo, nunca levou um tapa de Sakura.

Ela deu vários socos nele, socos que não cessavam, o que lhe aumentavam as lágrimas.

-Idiota, idiota, idiota, idiota! Por quê?! Por que fez isso comigo?! – Ela chorou. – Isso foi por quê?! Eu me tornei um peso!

Naruto ficou parado, apenas levando os diversos socos de Sakura, e quando cessaram, ela disse:

-Eu te odeio!

-Sakura-chan!

-Esqueça-me e nunca mais me adicione tal sufixo! – Ela ficou triste e saiu rua afora.

-Para onde vai?!

-Procurar um lugar melhor que esse! E um lugar melhor que esse é longe de você! – Ela gritou, já estava longe.

-Sakura-chan!

Ela escutou, mas não ligou, saiu chorando...

Naruto agachou no chão, ele soluçava e chorava muito, suas lágrimas caiam no chão e já formavam poças...

-(Sakura-chan... Eu... Não sei se continuarei a viver... Sem você!).

E continuou a chorar, até cair a noite...

Parte 3: Tu não estas me ajudando!

-Será que não entende! Ele não quer saber disso! – Gritava Gaara. – Sua porca! Foi culpa do seu namorado que ele está assim!

-Se você não sabe, seu rato do deserto! Não foi só culpa do Sai, não. E com ele eu já me acertei!

-É? O que aconteceu? – Pergunta ele curioso.

-E o que te interessa?

-Nada!

-Sei... – Sora estava com dúvida. – Aquele estranho já me encheu por muito tempo, terminei tudo com ele, e ele nem ligou!

-Puxa vida! Por que sempre os malvados se dão bem no fim? – Gaara zomba de Sora.

-O que disse, seu rato do deserto? – Sora ficou furiosa.

-Já chega! – Grita Kakashi. – Não é assim que deveríamos ajudar Naruto e Sakura...

-E eu fiquei triste por ter levado um fora de Tsunade. – Jiraiya fica meio triste com a lembrança. – Pego no flagra é o pior! – Ele lamenta.

-Hum... Sensei... Acho que não percebeu que nós aprovamos Naruto-kun como inocente. – Disse Kiba, ao lado de Hinata.

-A Sakura-chan foi idiota! – Ela lamenta. – Eu fui idiota! Eu deveria ter ido com ela!

-Pára de se lamentar, Hinata. O importante é que devemos de algum jeito acabar com essa confusão. (Se isso piorar, sobra para mim no fim do mês). – Lamenta Kakashi-san, até pelo seu bolso.

-Mas o que podemos fazer? – Pergunta Sora.

-O primeiro passo... Botar a Tomiko atrás das grades. – Foi o que disse Jiraiya. – E acima de tudo, salvar duas pessoas: Neji e Naruto.

-Não está faltando ninguém aqui, não? – Pergunta Gaara.

-Só o Lee, a Tenten - estes saíram em uma viagem, supomos algo tal como "Naruto e Sakura" no período de capítulos quatro a nove. – e... – Parou Kankurou na mesma hora.

-Sasuke... – Disse Kakashi.

-Maldição! Será que ele foi atrás de Sakura? – Pergunta Ino.

-Isso ainda vai dar problema. – Quem disse isso?

-Eu que o diga. – Acompanha Temari.

-Vou ver se o Naruto está com fome. – Disse Chouji.

-Não se mova daí, sua bola de carne! – Disse Ino.

-O mais importante é deixa-lo quieto por enquanto. – Disse Jiraiya. – Agora só nos resta esperar...

Em seu quarto, sentado na parede, ele se lembra de como confrontou com Tomiko ao se encontrar com ela... Não narrarei tal parte por questão de tempo, portanto continuarei coma história.

Na parede fria de seu quarto, ele procurava algum consolo, nenhum correto, suas lágrimas ainda saiam de seus olhos...

-Por quê?

Essa era a pergunta que ele fazia, e procurando uma resposta lógica para tal pergunta era seu hobby por enquanto, mas conforme esta pergunta era feita, mais parecia com que a resposta era inalcançável... Ele entrou em um estado de transe, onde o chão que ele pisava não era sólido, e até onde a parede fria a qual ele procurou consolo... Parecia uma gelatina onde ele se afundou assim como sua alma se afundou no desespero, tentando procurar, ainda, a resposta para aquela pergunta.

-Por que, dattebayo? – Sua palavra especial lhe saíra como uma qualquer, as únicas coisas que lhe davam forças para dize-la haviam evaporado... Seu filho e sua amada. – Por que isso só acontece comigo, dattebayo?

Ele apertou firme seu joelho, usou tanta força que as unhas perfuraram a carne e sangue começou a ser derramado, quantidade pequena era derramada conforme os minutos passavam. Aquilo de certa forma parecia te-lo acalmado, mas, ainda não havia encontrado sua tão procurada resposta:

-Por quê?

Sakura encontrou repouso nos braços de sua mãe, que ainda estava em choque com o aparecimento repentino da filha e tudo o que ela lhe contou com o pesar e derramamento exagerado de Sakura.

Ela conseguiu descansar um pouco, mas estava ofegante, estava claro pela sua expressão de medo e sua respiração que estava tendo um pesadelo.

A palavra que lhe saía toda hora da sua boca era estranha: "dattebayo", o que diabos aquilo significa?

-Sakura... – Sua mãe se preocupava.

Chega ao momento em que ela acorda no impulso, e senta no sofá, e logo abraça a sua mãe novamente...

-Mamãe! – Ela chora e se grua à mãe. – Por favor... Me fala que foi um pesadelo!

-Sakura...

-Mãe... – Ela chorou no ombro da mãe. – Então ele realmente... Ele realmente me traiu!

O coração dela estava partido, seus sentimentos feridos e sua alma sem descanso. Seu físico também estava atormentado pela noite má dormida que tivera... Ou melhor, noite que nem tivera, pois andou muito e só chegou à alguns minutos na casa da mãe.

-Sakura...

-Mãe! O Naruto...

-Pára com isso.

-Mãe? – Ela olhou para sua mãe.

-Como pretende realmente acreditar num fato que você viu que teria sido alertado e desacreditar no homem que te ajudou na situação mais difícil da sua vida! – A mãe chamou sua atenção. – Estou decepcionada, Sakura.

-Mas eu vi! Ele estava com ela... Estava dormindo ao lado dela! O que teria acontecido? "Olá, Naruto-kun! Eu vim te jogar na cama para quando aquela ''testa'' chegar ver a gente aqui e pensar que eu armei para nós!". – Sakura zomba de si mesma. – Grande bosta!

-Você sabe o que está fazendo... Ou melhor, espero que saiba o que está fazendo!

A campanhia toca.

-Será... Será que é ele? – A mãe se preocupa.

-Não... Eu sei quem é.

-Sério? E quem é?

-O pai biológico do meu filho, Uchiha Sasuke.

-Sasuke-san? – A senhora entende, mas percebe o objetivo de Sakura. – Entendo... Aguarde, por favor!

A mãe de Sakura caminhou até a porta e a abriu... Dando de cara com Sasuke-kun.

-Boa tarde, senhora! A Sakura está?! – Sasuke diz preocupado.

-Está sim, Sasuke-san. Pode entrar. – Ela diz.

-Sim... Obrigado... – Ele não sabe como a mãe de Sakura sabia seu nome.

Ele andou e viu os cabelos rosas reconhecíveis à distância:

-Sakura!

-Sasuke-kun! – Ela correu e o abraçou.

-O que quer? – Ele perguntou.

-Preciso... Eu preciso de sua ajuda...

-Pode contar comigo...

Perdão não poder continuar, mas só posso narrar até aqui, perdão.

Entrem nos site: http://groups. A propósito, obrigado por lerem a história, logo narrarei mais!

Beijos, boa noite e feliz Natal... De Uzumaki Kushina!