Capítulo Dezenove Parte II

Depois de ele sair, fico ali sentada durante vinte minutos. Recebo vários recados para Paul, um para o Nick, e um para Caroline. Arquivo algumas cartas. Endereço uns envelopes. E de repente já estou farta.
Isso é estúpido. Isso é mais do que estúpido. É ridículo. Eu amo Edward. Ele me ama. Eu deveria estar lá, apoiando-o. Pego meu café e vou depressa pelo corredor. A sala de reuniões está cheia de gente, mas eu me esgueiro no fundo e me espremo entre dois caras que não estão assistindo ao Edward, e sim discutindo um jogo de futebol.
- O que você está fazendo aqui? – quer saber Jessica, quando chego ao seu lado. – E os telefones?
- Não há taxação sem representação – ouço-me respondendo de jeito maneiro, o que talvez não seja exatamente apropriado (nem sei o que significa), mas tem o efeito desejado de fazer com que ela se cale.
Estico o pescoço para ver acima da cabeça de todo mundo, e meus olhos se concentram na tela – e ali está ele. Sentado numa cadeira num estúdio, de jeans e camiseta branca. Há um fundo azul e as palavras "Inspirações para os negócios" atrás dele, e um casal de entrevistadores elegantes do outro lado.
Ali está. O homem que eu amo.

É a primeira vez que o vejo desde que dormimos juntos, ocorre-me de súbito. Mas seu rosto é caloroso como sempre, e os olhos estão dourados e brilhantes sob as luzes do estúdio.
Ah meu Deus, quero beijá-lo.
Se ninguém mais estivesse aqui eu iria até o aparelho de TV e lhe daria um beijo. Sério.
- O que perguntaram a ele até agora? – murmuro para Jessica.
- Estão falando sobre o modo como ele trabalha. Suas inspirações, sua parceria com Pete Laidler, coisas assim.
- Sssh! – Faz alguém.
- Claro que foi difícil depois da morte de Pete – está dizendo Edward. – Foi difícil para todos nós. Mas recentemente... – Ele faz uma pausa. – Recentemente minha vida deu uma reviravolta e eu estou encontrando inspiração de novo. Estou gostando da vida de novo.
Um pequeno arrepio me atravessa.
Ele tem de estar se referindo a mim. Tem de ser. Eu revirei a vida dele! Ah meu Deus. Isso é ainda mais romântico do que "fiquei ligado".

- Você já expandiu os negócios para o mercado de bebidas esportivas – está dizendo o entrevistador. – Agora imagino que esteja querendo expandir para o mercado feminino.
- O quê?
Há um frisson na sala, e as pessoas começam a virar a cabeça.
- Nós vamos entrar no mercado feminino?
- Desde quando?
- Na verdade, eu sabia – revela Jessica, presunçosa. – Algumas pessoas já sabem há um tempo...
Olho para a tela, lembrando-me instantaneamente daquelas pessoas na sala de Edward. Eram para isso os ovários. Minha nossa, isso é bem empolgante. Um novo empreendimento!

- Você pode dar mais algum detalhe sobre isso? – sugere o entrevistador. – Vai ser um refrigerante dirigido às mulheres?
- Ainda estamos nos estágios iniciais – conta Edward. – Mas estamos planejando toda uma linha. Uma bebida, roupas, um perfume. Temos uma forte visão criativa. – Ele sorri para o sujeito. – Estamos empolgados.
- Então, qual é o seu mercado-alvo dessa vez? – pergunta o homem consultando suas anotações. – Quer alcançar as mulheres esportivas?
- De jeito nenhum. – responde Edward. – Estamos querendo alcançar... a garota comum.
- A "garota comum"? – A entrevistadora se empertiga, parecendo ligeiramente afrontada. – O que significa isso? Quem é essa garota comum?
- Ela tem vinte e poucos anos – diz Edward depois de uma pausa. – Trabalha num escritório, vai de metrô para o trabalho, sai à noite e volta de ônibus... Uma garota comum, sem nada de especial.

- Há milhares delas. – intervém o homem com um sorriso.
- Mas a marca Panther sempre foi associada aos homens – insiste a mulher, parecendo cética. – À competição. Aos valores masculinos. Você realmente acha que pode mudar para o mercado feminino?
- Nós fizemos pesquisas – argumenta Edward em tom agradável. – Achamos que conhecemos o mercado.
- Pesquisa! – zomba ela. – Este não é apenas outro caso de homens dizendo às mulheres o que elas querem?
- Não creio – Edward mantém o tom agradável, mas posso ver um ligeiro tremor de chateação passar em seu rosto.
- Muitas empresas tentaram mudar de mercado sem sucesso. Como vocês sabem que não serão apenas mais uma delas?
- Eu estou confiante.

Meu Deus, por que ela está sendo tão agressiva?, penso indignada. Claro que Edward sabe o que está fazendo!
- Vocês reúnem um punhado de mulheres num grupo de foco e fazem algumas perguntas! Como isso lhes diz alguma coisa?
- Isso é apenas parte do quadro, posso garantir – responde Edward calmamente.
- Ah, que é isso. – A mulher se reclina e cruza os braços. – Uma empresa como a Panther, um homem como você, pode realmente se ligar à psique de, como você disse, uma garota comum, sem nada de especial?
- Posso sim! – Edward a encara de frente. – Eu conheço essa garota.
- Você conhece? – A mulher levanta as sobrancelhas.
- Eu sei quem é essa garota. Sei quais são os gostos dela; de que cores ela gosta. Sei o que ela come, sei o que ela bebe. Sei o que ela quer da vida. Ela veste 42 mas gostaria de ser 38. Ela... - Ele abre os braços como se procurasse inspiração. – Ela come Cheerios no café da manhã e molha Flakes no cappuccino.
Olho numa surpresa para minha mão, segurando um Flake. Eu já ia molhar no café. E... eu comi Cheerios hoje cedo.

- Hoje em dia nós somos rodeados por imagens de pessoas perfeitas, brilhantes – continua Edward animado. – Mas essa garota é de verdade. Tem dias em que seu cabelo está bom, tem dias em que está ruim. Ela usa calcinha fio-dental mesmo achando desconfortável. Escreve listas de exercícios físicos e depois ignora. Finge ler jornais de negócios mas esconde revistas de celebridades dentro.
Olho chapada para a tela da TV.
Só... espera um minuto. Isso tudo parece meio familiar.
- É exatamente o que você faz, Bella – diz Jessica. – Eu vi seu exemplar da OK! dentro do Marketing Week. – Ela se vira para mim com um riso de zombaria e seu olhar pousa no meu Flake.
- Ela adora roupas mas não é vítima da moda – está dizendo Edward na tela. – Ela pode usar, talvez, jeans...
Jessica olha incrédula para minha Levis.
- ...e uma flor no cabelo...
Atordoada, levanto a mão e toco a rosa de pano no cabelo.

Ele não pode...

Ele não pode estar falando...
- Ah... meu... Deus – Jessica sufoca uma exclamação.
- O que é? – pergunta Caroline perto dela. Em seguida acompanha o olhar de Jessica e sua expressão muda.
- Ah, meu Deus! Bella! É você!
- Não é – digo, mas minha voz não está funcionando direito.
- É sim!
Algumas pessoas começam a cutucar umas às outras e a se virar para me olhar.
- Ela lê quinze horóscopos todo dia e escolhe o que mais lhe agrada... – prossegue a voz de Edward.
- É você! É exatamente você!
- ...ela folheia o final dos livros metidos a besta e finge que leu...
- Eu sabia que você não tinha lido Grandes Esperanças! – grita Jessica em triunfo.
- ...ela adora licor de xerez...

- Licor de xerez? – Nick vira-se para mim, horrorizado. – Você não pode estar falando sério.
- É Bella! – ouço pessoas falando do outro lado da sala. – É Bella Swan!
- Bella? – repete Katie, me olhando direto, incrédula. – Mas... mas...
- Não é Bella! – Jacob se manifesta de repente, rindo. Ele está parado do outro lado da sala, encostado na parede. – Não sejam ridículos! Bella é tamanho 38, para começar. Não 42!
- Bella é 38? – diverte-se Jessica com um riso fungado.
- Tamanho trinta e oito! – Caroline dá um risinho. – Essa é boa!
- Você não é 38? – Jacob me olha, perplexo. – Mas você disse...
- Eu... eu sei que disse. – Engulo em seco, com o rosto parecendo uma fornalha. – Mas eu estava... eu estava...
- Você realmente compra todas as roupas em brechós e finge que são novas? – quer saber Caroline, erguendo os olhos da tela, com interesse.
- Não! – respondo, na defensiva. – Quero dizer, é, talvez... algumas vezes...
- Ela pesa 61 quilos, mas finge que pesa 56 – está dizendo a voz de Edward.

O quê? O quê?
Todo o meu corpo se contrai em choque.
- Não peso! – grito ultrajada para a tela. – Nem de longe peso 61 quilos! Eu peso... uns... cinquenta e oito... e meio... – paro quando toda a sala se vira para me encarar.
- ...odeia crochê...
Há um gigantesco som ofegante do outro lado da sala.
- Você odeia crochê? – É a voz incrédula de Katie.
- Não! – nego, horrorizada. – Está errado! Eu adoro crochê! Você sabe que eu adoro crochê.
Mas Katie está saindo furiosa da sala.
- Ela chora quando ouve os Carpenters – a voz de Edward insiste na tela. – Ela adora o Abba mas não suporta jazz...
Ah não. Ah não, ah não...
Jacob está me encarando como se eu mesma tivesse cravado uma estaca em seu peito.
- Você não suporta... jazz?

É como um daqueles sonhos em que todo mundo pode ver você só com roupa de baixo e você quer correr mas não consegue. Não posso me afastar. Só posso ficar olhando em frente numa agonia enquanto a voz de Edward prossegue inexoravelmente.
Todos os meus segredos. Todos os meus segredos pessoais, particulares. Revelados pela televisão. Estou num tal choque que nem absorvo tudo.
- Ela usa roupa de baixo da sorte nos primeiros encontros... pega sapatos de grife emprestados da colega de apartamento e finge que são dela... finge lutar kickboxing... confusa com relação à religião... se preocupa achando que os seios são pequenos demais...
Fecho os olhos, incapaz de suportar. Meus seios. Ele falou dos meus seios. Na televisão.
- Quando sai, ela banca a sofisticada, mas na cama...
De repente estou desmaiando de medo.
Não. Não. Por favor, isso não. Por favor, por favor...
- ...ela tem uma colcha da Barbie.

Uma gargalhada gigantesca explode na sala, e eu enterro o rosto nas mãos. Estou além da mortificação. Ninguém deveria saber da minha colcha da Barbie. Ninguém.
- Ela é sexy? – quer saber a entrevistadora, e meu coração dá um pulo enorme. Olho a tela, incapaz de respirar, de tanta apreensão. O que ele vai dizer?
- Ela é muito sexy – responde Edward imediatamente, e todos os olhos giram para mim, arregalados. – Ela é uma garota moderna que anda com camisinhas na bolsa.

Certo. Toda vez que eu acho que não pode ficar pior, fica.

Minha mãe está assistindo a isso. Minha mãe.
- Mas talvez ela não tenha alcançado todo o seu potencial... talvez haja um lado seu que seja frustrado...
Não posso olhar para Jacob. Não posso olhar para lugar nenhum.

- Talvez ela esteja disposta a experimentar... talvez ela tivesse, não sei, uma fantasia lésbica com a amiga mais íntima.
Não! Não! Todo o meu corpo se contrai num horror. Tenho uma imagem súbita de Alice olhando para a tela em casa, arregalada, apertando a mão na boca. Ela vai saber que é ela. Nunca vou poder olhá-la de novo.
- Foi um sonho, certo? – consigo dizer desesperada, enquanto todo mundo me olha de queixo caído. – Não uma fantasia. É diferente!
Sinto vontade de me jogar contra a televisão. Cobri-la com os braços. Fazer com que ele pare.
Mas não adiantaria, não é? Há um milhão de TVs ligadas, em um milhão da casas. Pessoas em toda parte estão assistindo.
- Ela acredita no amor e no romance. Acredita que um dia sua vida vai ser transformada numa coisa maravilhosa e empolgante. Tem esperanças, medos e preocupações, como todo mundo. Algumas vezes ela sente medo. – Ele pára, e acrescenta numa voz mais suave. – Algumas vezes ela sente que não é amada. Algumas vezes sente que nunca vai ter a aprovação das pessoas que são mais importantes para ela.

Enquanto olho o rosto caloroso e sério de Edward na tela, sinto os olhos ardendo de leve.
- Mas ela é corajosa, tem bom coração e encara a vida de frente... – Ele balança a cabeça atordoado e sorri para a entrevistadora. – Eu... desculpe. Não sei o que aconteceu aqui. Acho que fiquei meio empolgado. Será que poderíamos... – Sua voz é interrompida abruptamente pelo entrevistador.
Empolgado.

Ele ficou meio empolgado.
É como dizer que Hitler era um pouquinho agressivo.
- Edward Cullen, muito obrigada por falar conosco – começa a dizer a entrevistadora. – Na semana seguinte conversaremos com o carismático rei dos vídeos motivacionais, Ernie Powers. Enquanto isso nossos agradecimentos a...
Todo mundo olha para a tela enquanto ela termina a fala e a música do programa começa. Então alguém se inclina para a frente e desliga a televisão.

Por um segundo toda a sala está em silêncio. Todo mundo está me olhando boquiaberto, como se estivessem esperando que eu fizesse um discurso, uma dançazinha ou algo do tipo. Alguns rostos são simpáticos, alguns curiosos, alguns jubilosos e alguns apenas tipo "Meu Deus, ainda bem que eu não sou você".
Agora sei exatamente como se sente um animal no zoológico.

Nunca mais visito um zoológico.
- Mas... eu não entendo – ouve-se uma voz do outro lado da sala, e todas as cabeças giram avidamente para Jacob, como num jogo de tênis. Ele está me encarando, o rosto vermelho de confusão. – Como Edward Cullen sabe tanto sobre você?
Ah meu Deus. Sei que o Jacob tem um diploma verdadeiro da Universidade de Manchester e coisa e tal. Mas algumas vezes ele é lento demais.
As cabeças giraram de volta para mim.
- Eu... – Todo o meu corpo está pinicando de embaraço. – Porque nós... nós...

Não posso dizer em voz alta. Simplesmente não posso.
Mas não preciso. O rosto de Jacob está lentamente ficando com várias cores.
- Não. – Ele engole em seco, me olhando como se tivesse visto um fantasma. E não somente um fantasma antigo. Um fantasma realmente grande com correntes chacoalhando e fazendo "Roooaaarr!".

- Não. – repete ele. – Não. Não acredito.
- Jacob... – começa alguém, pondo a mão em seu ombro, mas ele a empurra.
- Jacob, eu realmente sinto muito – balbucio, desamparada.
- Está brincando! – exclama um cara no canto, um cara obviamente ainda mais lento do que Jacob, e a quem acabaram de soletrar, letra por letra. Ele me olha. – Há quanto tempo isso está acontecendo?
É como se ele tivesse aberto as comportas. De repente todo mundo na sala começa a fazer perguntas. Não consigo ouvir meus pensamentos no meio da confusão.

- Foi por isso que ele veio à Inglaterra? Para ver você?
- Você vai casar com ele?
- Sabe, você não parece ter 61 quilos...
- Você tem mesmo uma colcha da Barbie?
- E aí, na fantasia lésbica, eram só vocês duas ou...
- Você fez sexo com Edward Cullen no escritório?
- Foi por isso que você deu o fora no Jacob?
Não suporto. Tenho de sair. Agora.
Sem olhar para ninguém, levanto-me e saio cambaleando da sala. Quando vou pelo corredor, estou atordoada demais para pensar em algo além de que tenho de pegar a bolsa e ir embora. Agora.

Entro no departamento de marketing, que está vazio, e onde os telefones tocam agudos. O hábito é entranhado demais, não consigo ignorar.
- Alô? – digo, pegando um ao acaso.
- Então! – é a voz furiosa de Angela. – Ela pega sapatos de grife emprestados com a colega de apartamento e finge que são dela. De quem são esses sapatos, então? De Alice?
- Olha, Angela, será que eu posso... desculpe... eu tenho de ir – digo debilmente e desligo o telefone.
Chega de telefone. Pegar a bolsa. Ir embora.
Enquanto fecho a bolsa com as mãos trêmulas, duas pessoas que me seguiram até a sala estão atendendo alguns dos telefones que tocam.

- Bella, seu avô está na linha – anuncia Jessica, pondo a mão no fone. – Está falando alguma coisa sobre o ônibus noturno e que nunca mais vai confiar em você.
- Você recebeu um telefonema do departamento de publicidade da Harvey's Bristol Cream – é a vez de Caroline. – Eles querem saber para onde podem mandar uma caixa grátis de licor de xerez.
- Como eles souberam o meu nome? Como? A notícia já se espalhou? As mulheres na recepção estão contando a todo mundo?
- Bella, seu pai está na linha – informa Nick. – Ele disse que precisa falar com você urgente...
- Não posso – respondo, entorpecida. – Não posso falar com ninguém. Eu tenho que... eu tenho que...
Pego meu casaco, saio quase correndo da sala e vou pelo corredor até a escada. Em toda parte pessoas estão voltando para suas salas depois de assistir à entrevista, e todas me olham enquanto passo depressa.

- Bella! – Enquanto me aproximo da escada, uma mulher chamada Fiona, que eu mal conheço, me agarra pelo braço. Ela pesa uns 150 quilos e vive fazendo campanhas para cadeiras maiores e portas mais largas. – Nunca tenha vergonha do seu corpo. Rejubile-se dele! A mãe terra lhe deu! Se você quiser ir ao nosso grupo de estudos no sábado...
Puxo o braço horrorizada e começo a descer a escada de mármore. Mas quando chego ao andar de baixo outra pessoa agarra meu braço.
- Ei, pode dizer que brechós você freqüenta? – É uma garota que eu nem conheço. – Porque você sempre parece muito bem vestida...
- Eu adoro Barbies também! – Carol Finch, da contabilidade, está subitamente no meu caminho. – Vamos fundar um clube, Bella?
- Eu... realmente tenho de ir.

Recuo e começo a correr escada abaixo. Mas as pessoas ficam me encurralando, de todas as direções.
- Eu só soube que era lésbica aos 33 anos...
- Muitas pessoas se sentem confusas com relação à religião. Este é um folheto de nosso grupo de estudos bíblicos...
- Me deixem em paz! – grito angustiada. – Todo mundo, me deixe em paz!
Corro para a entrada, com as vozes me seguindo, ecoando no piso de mármore. Enquanto empurro freneticamente a pesada porta de vidro, Dave, o segurança, se aproxima e olha direto os meus peitos.
- Para mim eles estão ótimos, querida – elogia.
Finalmente abro a porta, corro para fora e vou pela rua sem olhar para a direita ou esquerda. Finalmente paro, deixo-me afundar num banco e enterro a cabeça nas mãos.
Meu corpo ainda está reverberando de choque.

Mal consigo formar um pensamento coerente.
Nunca fiquei tão absolutamente envergonhada em toda a vida.


Sim, eu sei que eu sou cruel. E por favor, não me matem *-*

Dividir o capítulo foi a melhor forma de criar um pequeno suspense... =D

Semana que vem eu continuo postando okay? A fic já está no final e já estou pensando em qual livro adaptar. Sugestões?

Beijos, Marion.


Lembrem-se

TODO domingo 2 capítulos novos.



Reviews me fazem feliz ^^