Ela se sentia mole e dispersa. Não sabia ao certo o que estava acontecendo, tudo ao seu redor era escuridão, porem apesar disso se sentia bem. Estava em um estado de semi-incosciencia, algo gostoso e reconfortante. Aos poucos Morrigan foi ficando mais desperta. Sentiu seu corpo embora não conseguisse mover um músculo. Ainda estava tudo escuro e tinha aquela sencação boa, algo que vinha rapidamente e logo se dispersava.
Sentia as forças voltando aos poucos, como se seu corpo estivesse sendo abençoado com vida. Tentou abrir os olhos, viu um borrão a sua frente, uma imagem difusa... não teve tempo para analisa-la, seus olhos pesaram e rapidamente voltaram a se fechar.
Ela se sentia como em um sonho. Seu corpo não doía mais tanto, muito pelo contrario ela sentia suaves ondas de prazer percorre-lo. Tudo ainda era escuro, mas ela estava tão confortável! Ouviu algum som distante, mas as silabas vinham como em câmera lenta e ela não distinguiu uma palavra sequer.
Novamente ela tentou abrir os olhos. A memsa coisa, o mesmo vulto indistinto. Sentiu que seus olhos iam se fechar de novo, mas forçou-os a se manter abertos. Aos poucos o vulto foi se tornando mais claro e suas formais mais precisas.
- Se aproveitando de uma garota desacordada... vocês homens não valem nada mesmo... – disse fraca. Ela havia tomado consciência do que acontecia. O homem a qual ela vira antes com Pyron estava sentado sobre ela. Estava nu tal como ela.
O homem a penetrava de forma lenta e ritmada. As mãos dele estavam em seus seios e os massageavam de um jeito sensual com movimentos circulares lentos, que a estimulavam a sentir mais prazer.
- A culpa é sua por ficar ai deitada nua – disse ele encarando-a friamente enquanto mantinha o ritmo da penetração e das caricias – alem do mais deveria agradecer, salvei a sua vida.
A cabeça dela pendeu para o lado e ela deu um sorriso fraco. Sim, era a absorção natural de energia através do sexo das sucubus que manteve viva. Aquilo era muito bom, e ela não se referia apenas a energia que seu corpo sugava aos poucos dele. A penetração era boa, a massagem? Perfeita, dominadora sem ser brutal, não que ela não gostasse de sexo brutal, mas não estava em condições para aquilo agora.
E ele era bonito. Como era bonito! O corpo musculoso e bem definido, os braços grandes e firmes. O penis grosso que a invadia lentamente. E tinha o olhar dele. Frio, calmo, olhava para ela com posse. Aquilo era tão sexy.
- Esse foi um ótimo jeito de acordar – ela deixou escapar um gemido baixo de prazer. Ficou aproveitando aquela dominação suave e então perguntou – Pyron?
Ele moveu os ombros com descaso.
- Morto, você o absorveu por completo. Ele podia se intitular um deus, mas estava longe disso. Não sei ao certo o que ele era, mas formei uma teoria. Pyron era pura energia, mais do que isso seu corpo podia produzir energia por si só – ele subiu a mão esquerda de seu seio ate o pescoço e então acariciou o rosto. Morrigan lambeu aqueles dedos grossos. Ele colocou o indicador e médio em sua boca e ela os chupou de forma lenta, mas com gosto – ele não tinha um núcleo, mas havia uma consciência naquele corpo, não centrada no cérebro como nós estamos habituados a imaginar, mas havia sim uma consciência nele. Quando você o absorveu completamente aquela consciência sumiu. Você liberou a energia logo em seguida, mas não havia mais uma cosnciencia nela, era energia e nada mais. A força que juntava aquelas partículas e a materializava desapareceu. Pyron não voltara mais. Ele esta definitivamente morto. Isso prova que ele de fato não era um deus.
Morrigan chupava aqueles dedos com gosto enquanto desfrutava da penetração. Aquilo sim era que era homem. Se ela estivesse mais forte faria muitas coisas interessantes com ele... ah se faria!
- Você fala muito! Apenas continue a enfiar essa sua coisa grossa e dura dentro de mim!
Ele apertou os seios dela com mais força o que a fez gemer de dor. Aumentou o ritmo da penetração. Agora as estocadas eram mais firmes e rápidas.
- Você também fala demais. Fique de boca fechada e pernas abertas sua vadia do makai.
Ahh! Aquilo era mais que perfeito! Morrigan estava se sentindo ótima. Seu corpo já havia absorvido uma quantidade de energia grande o suficiente para ela poder se mover. Era hora dela ser ativa naquela brincadeira.
Ela se sentou ficando de frente para Dee. Seus corpos colados com o penis ainda a penetra-la. Ela começou a rebolar para frente e para trás fazendo o vai e vem da penetração. Ela o abraçou com firmeza. Suas mãos percorreram o corpo viril dele explorando cada músculo. Acariciou as costelas, o tórax e lambeu com gostos seus mamilos.
Ela se sentia bêbada de prazer. Ansiava por aquele corpo, aquele penis, aquela firmeza. Nunca homem algum a fizera sentir tanto prazer quanto ele. Quando possuía humanos ela estava sempre "por cima" estava sempre no controle. Era uma relação de dominação e submissão com cada lado exercendo bem o seu papel. Ali com ele era diferente, ela se sentia dominadora e dominada. Era uma relação de iguais e aquilo a fazia sentir muito tesão.
- ahh! Ahhhhh! – ela o abraçou firme colando seu rosto no dele e sorrindo de forma indecente e erótica – você fode como um deus! – e então grudou sua boca na dele. Seus lábios se pressionaram com força, ânsia e desejo. Ela penetrou a lingua na boca dele enquanto gemia das estocadas que ele lhe dava.
- E você é gostosa demais para ser real! – ela sentiu as mãos dele segurando sua bunda com força e a empurrando-a contra ele. O penis a penetrou com tudo. Aquele penis era tão firme e duro que parecia que ia parti-la no meio. Ela gritou de prazer e sentiu seu orgasmo inundando a vagina. Ele também tave um orgasmo preenchedo-a completamente.
Ela gritou de prazer e alivio o abraçando ainda mais forte. Sentiu ele enfiando a cara nos seios seios e os chupando sem pudo. A lingua deslizava pelos seios com força e ele os chupou com ansiedade. Ela ergueu a cabeça para o alto e ficou gemendo aproveitando aquela sencação. Era bom demais, prazeroso demais. As mãos fortes dele massageavam e apertavam seus seios enquanto aquela lingua quente os lambuzava por completo.
- Você foi feita pro sexo! – ele chupou com bastante força – todo seu corpo foi esculpido pro sexo sua sucubus vadia!
- Se é assim me use para isso! Eu quero mais! – ela o beijou com urgência, suas línguas se enrolavam de forma erótica – uma sucubus sempre quer mais!
Ele a empurrou com força fazendo-a cair no chão. Se levantou com o penis duro, pulsando de prazer. Morrigan também estava assim, sua vagina estaba bastante úmida e bem melada de orgasmo. Ela levou o dedo indicador a vagina e se masturbou sorrindo para ele de forma irresistivel. Era a personificação da luxuria.
- O que esta esperando? Ahh! Eu estou queimando por dentro! Enfie logo isso me mim! Ahhhhh! – sua outra mão foi de encontro ao seio e ela o massageou com força gemendo cada vez mais de prazer.
Aquilo mexeu com ele. Morrigan sabia de como os homens ficavam loucos ao ver uma mulher se tocando e os olhando-o com aquele olhar de "me coma de uma vez!". Ele avançou ate ela queimando de desejo e a colocou de quatro no chão de forma rude. Ela adorou.
- Já falei para ficar de boca fechada e pernas abertas! – ele a penetrou com tudo. Sem gentileza, sem mais "glamour" era apenas o instinto selvagem e animal do sexo. Ela gritou alto.
- Mais forte! Me fode mais forte!
E ele fez isso. Fez isso e muito mais...
Já era noite quando eles finalmente terminaram. Ela perdera as contas de quantas vezes chegaram ao orgasmo. Estava suada, com o corpo coberto de orgasmo e exausta. Mas se sentindo completamente revigorada e satisfeita.
Ele estava em pé. Morrigan de joelhos aos chupando lentamente seu penis.
- Quero que volte ao makai comigo – disse chupando lentamente.
Ele olhava para ela aproveitando o sexo oral.
- Porque? O que ganharia com isso? – perguntou com sua voz calma e fria.
Ela sorriu de forma indecente e lambeu a ponta do penis dele com destreza.
- Trés motivos. Primeiro Você poderá lutar com inimigos fortes, o makai é cheio deles e agora que meu pai morreu o mundo dos demonios voltara a ser o que era. Um local caótico, cheio de guerras e conspirações, traições e assassinatos – ela sorriu levemente – enfim um local perfeito.
- Hmmm... não estou convencido. Quais os outros dois?
Ela parou de chupa-lo e começou a masturbando-o lentamente.
- Segundo. Esta acontecendo uma pequena guerra no makai. As seis casas nobres devem ter se juntando para derrubar a casa Aensland, minha casa. Preciso que me ajude a retomar o poder. Você vai se divertir bastante lutando com aqueles nobres e quando vencermos... reinaremos juntos.
Ele ponderou alguns segundos, e enfim concordou com um aceno positivo.
- Aceito – ele fez uma pausa -... qual era o terceiro motivo?
Ela sorriu indecente.
- Vai poder foder comigo quando quiser.
Ele devolvou o sorriso.
- Devia ter dito logo isso, já era o suficiente para me convencer.
Morrigan se levantou devagar. Era muito bom chu ar aquele penis, mas ela tinha coisas a fazer, alem do mais teria bastante tempo para isso depois. Ela ergueu a mão esquerda para frente aonde havia um anel dourado com um rubi no centro.
- Quando eu vim para cá os nobres das outras casas devem ter selado todos os portais que ligam o mundo humano ao makai que estavam sobre o domínio da casa Aensland. Talvez já tenham derrubado meu castelo e o transformado em ruínas – disse ela de forma despreocupada.
- Se sabia disso porque não voltou logo ao invés de ficar sendo fodida o tempo todo?
Ela riu de forma suave.
- O sexo era mais importante... de qualquer forma não importa, mal sabem aqueles idiotas que eu não preciso daqueles portais para ir e vir entre os dois mundos. Eu carrego meu próprio portal.
O rubi emanou um brilho vermelho escuro e negro. As duas cores se mesclaram em uma esfera de energia que pairava no ar na frente de ambos. O portal surgiu, tinha três metros de diâmetro e emanava uma energia sinistra e sombria.
- Um portal portátil em forma de jóia... interessante – disse ele levemente surpreso.
- Presente de meu pai quando eu completei trezentos anos. A já ia esquecendo. Eu estava tão ocupada sendo fodida que esqueci de perguntar o seu nome.
- Dee. E o seu?
- Morrigan Aesland.
Os dois olharam para o portal a sua frente. Ele ergueu a mão.
- Bem, primeiro as damas.
Ela caminhou ainda nua para a passagem a sua frente. Sua bunda rebolava de forma sensual. Tudo nela era sensual. Morrigan foi envolvida e engolida pelo poder do portal e sumiu. Dee foi logo atrás e também o adentrou.
- Eu não sinto ele... – disse Lin-lin com um ar de tristeza o derrota – Donovan deve ter morrido.
Lei-lei retrucou de forma energética e irritada.
- Mas como?! Ele derrotou aquela coisa certo?! Claro que a derrotou caso contrario nos não estaríamos vivas ainda!
As duas haviam acordado a poucos minutos. O campo de batalha estava destruído. Não havia sinal de Donovan nem de Pyron. Estavam sentadas de joelhos no chão. Lin-lin usava seus poderes para cuidar dos ferimentos da irmã, se não fosse por seus poderes de cura Lei-lei já estaria morta tão graves eram os ferimentos.
- Nunca saberemos o que aconteceu Lei-lei – disse ela com uma expressão cansada – Pyron e Donovan provavelmente mataram um ao outro. Mas nunca teremos como ter certeza do que houve.
Lei-lei aceitou a verdade daquelas palavras com um suspiro de revolta. A derrota já havia sido humilhante agora soubera também que Donovan se fora. Aquilo era ruim demais para ser verdade.
- Verdade... – suspirou Lei-lei – agora voltamos a rotina de antes não é irmã? Pyron era o ser mais forte que existia, mas mesmo com a morte dele ainda existem muitos darkstalkers por ai.
- Sim... e Anita. Iremos cuidar de Anita, seria esse o desejo de Donovan.
- Anita, sim cuidaremos dela também... – respondeu Lei-lei – Donovan ficaria feliz com isso.
Demitri acordou em uma cama. Estava vestido com outras roupas (as suas roupas sempre rasgavam quando ele assumia sua forma demoníaca) estava em um quarto elegante e luxuoso.
- Finalmente acordou – ele ouviu uma voz familiar ao seu lado – que tipo de ser foi capaz de fazer isso com você? Quando te encontrei estava praticamente morto.
Ele olhou para o lado e viu Clarissa sentada em uma cadeira. Ela usava um vestido negro com um decote generoso. Estava também com algumas jóias de ouro. Não tinha a postura mais inoscente de antes. Agora portava um olhar de realeza e porder.
- Onde estou? – perguntou Demitri se levantando. Se sentia relativamente bem. Estava machucado, mas seu corpo estava maravilhosamente bem se ele lembrasse que quase morre-ra.
Ela deu um sorriso breve.
- Minha casa... é temporário. Uma rainha precisa de algo melhor, mas estou começando com cautela. Matei os ricos que viviam aqui e bebi o sangue deles, mas bem... isso não importa – ela o encarou preocupada – eu senti algo estranho, senti que você estava em perigo, que estava morrendo... não sei explicar isso. Segui meus instintos e de alguma forma sabia exatamente em que direção você estava. Te encontrei quase morto. Tive que agir rápido, lhe dei metade de meu sangue, mesmo assim não foi o suficiente. Matei mais três pessoas e te alimentei com o sangue deles – ela sorriu levemente – deu trabalho fazer tudo isso sozinha e enfraquecida, mas afinal eu consegui.
Demitri apenas concordou com um aceno discreto com a cabeça. Clarissa havia mudado. E quem diria havia salvado sua vida. Isso era uma coisa que ele jamais acreditaria ser possível.
- Sou seu criador. Temos um elo de sangue. Por isso você pode me sentir – explicou ele.
- Interessante, eu não sabia disso.
- Clarissa, aquilo que você me disse – disse mudando de assunto w a encarando seriamente – ainda pretende levar aquelas palavras a serio? Deseja ser uma rainha aqui no mundo dos humanos.
Ela o encarou com a mesma seriedade.
- Claro – disse decidia.
- Muito bem, eu irei lhe ajudar – ele sorriu – não tenho idéia de como voltar ao makai. Enquanto isso ficarei preso aqui neste mundo patético. É melhor que eu refaça meus exércitos de vampiros. Faremos isso juntos.
Ela sorriu de forma senusal. Se levantou devagar e foi ate uma mesa abrindo uma garrafa e enchendo duas tarças com uma bebida vermelha.
- Sangue de uma mulher virgem – disse oferecendo uma das tarças a Demitri – meu favorito!
Ele aceitou a tarça.
- Vamos reinar juntos então. Iremos construir um castelo mais magnífico que aquele seu antigo e um exercito de vampiros ainda maior – ela esticou a mão erguendo a tarça – mas dessa vez Demitri não reinarei como sua filha. Seremos amantes a dividir o poder... – ela sorriu maliciosa – e outras coisas também.
Ele esticou o braço também. E eles brindaram seu futuro juntos.
