Capítulo 23
─Talvez eu possa alcançar isto. ─ Sakura murmurou quando contemplou ao jornal. ─E talvez eu não possa. ─
No fim, decidiu que não valia a pena. Ela estava virando as costas para um possível jornal, e ela não se preocupou. Enquanto ela flutuava estrada abaixo, uma brisa plácida soprou e as estrelas estavam fora numa noite sem nuvens, e ela não podia deixar de sorrir sobre a noite de ontem.
Ela tinha decidido que ela ia dar para Sasuke a chave esta noite, porque ela acreditou que ele iria fazer o voto de nunca prejudicar os irmãos dele.
E aquele olhar nos olhos dele... Ela pensou ele queria um futuro verdadeiramente com ela, por mais impossível que isso pudesse parecer.
Da mesma maneira que ela queria mais com o vampiro fascinante dela.
Ele estaria no princípio bravo sobre a chave? Sem dúvida. Mas depois de uma raiva, ele logo acalmaria. E se seus irmãos foram apanhados em algum lugar, realmente não havia nenhuma outra opção...
Enquanto ela se aproximava do solar, ela espiou movimentos perto da caixa de ferramentas. Ela fechou o rosto ao ver Sasuke.
O que ele estava fazendo lá fora?
Ela piscou para focar. Porque parecia que estava segurando um machado pela parte cortante. O que diabos ele está fazendo? Por que ele iria
A resposta horrorosa amanheceu nela, o machado caiu.
Tudo começou a girar.
O som da batida ainda estava ecoando com o sangue jorrado... ele cambaleou silenciosamente. Silencioso, não queria me alertar com um grito, não queria que eu tropeçasse nele removendo a própria mão quietamente dentro do escuro.
Mère de Dieu. Mãe de deus. A energia dela chamejou e escureceu. Ele empurrou uma toalha à ferida. O pano branco estava vermelho e gotejando com sangue em segundos. Loucura... Uma tempestade ferveu em cima de sua cabeça. Isso é muito. Quando a chuva começou a cair, ela finalmente teve ar o bastante para gritar.
A cabeça dele virou para cima e o corpo grande dele balançou. Ele estava friccionando os dentes contra a dor, enquanto eles iam um ao encontro do outro.
─ Não fique chateada, koeri.─ ele grunhiu, os olhos dele extasiados na face dela. A expressão dele era desenhada em agonia, mas não pela própria dor dele. ─ Isso vai... regenerar.
Ela mal podia ouvi-lo acima do zumbido no ouvido dela. ─Mas... mas...
─ Eu fiz isto para nós.
─ Oh, Deus... ─ A dor que ele deve estar sofrendo!
A face dele estava molhada da tempestade crescente, os cabelos negros chicotearam em cima das bochechas dele. ─Você poderia... você acha que você poderia me ajudar com a outra?
─ Sasuke, não!
─ Você pode fazer isto, Sakura. Poupará dias... de tempo curativo. Eu tenho que conseguir essas malditas coisas... fora de mim.
─ Por quê?─ Ela começou a lamentar.
─ Este é o primeiro passo. Eu tomei uma decisão consciente. Você está olhando para mim... como eu estivesse completamente louco novamente. ─ Com a voz hesitando ele perguntou, ─Eu estou?
─ Eu... não é por isso que estou tão chateada!─ pétalas de Rosa rodaram ao redor do corpo dela. Os cabelos dela começaram a chicotear, porém não pelo aumento do vento.
─ Então por que você parece chateada para mim?─ Ele estreitou os olhos, percebendo que a reação dela era mais que de horror. ─O que está acontecendo com você? Com o céu?
Ela o contemplou, os olhos dela inundados em lágrimas. ─ Sasuke, entre comigo para que eu possa cuidar de você. Eu tenho que te contar algo. D'accord?─Um raio golpeou perto.
─ Não. Fale-me agora. ─ Até mesmo depois do que ele há pouco tinha feito, ele adquiriu aquele olhar teimoso na face dele.
─ S'il te plait. Por favor, só me deixe cuidar de você.
─Agora, Sakura!
─ Eu... eu estarei de volta. ─ Ela rapidamente teleportou ao estúdio dela. Fez três tentativas antes de conseguir pegar a chave. Quando ela voltou, o temor por ele se sentava frio e pesado dentro dela. ─Eu iria dar isto hoje à noite a você. ─ ela sussurrou, oferecendo a chave.
As sobrancelhas dele reuniram como se ele não pudesse compreender o que era. Então os olhos dele ficaram selvagens. Ele lançou a cabeça para trás, um rugido profano de fúria ecoou na noite.
Ela ofegou, energia fumegando fora dela.
─ O que é isso? Sakura, que porcaria é isso?
Ela focalizou na face dele, tentando impedir o mundo girar. ─Só me deixe ajudá-lo.
─ Não chegue perto de mim!
─ Sasuke, por favor, escute! Eu ia dar isto.
─ Mentira! Cesse suas mentiras!─ ele berrou.
Ela apertou os olhos fechados, abrindo uma só vez ela ouviu o chocalhar das correntes. Ele arremessou a algema no chão em frente a ela.
E então ela aprendeu o que realmente era a raiva.
Não entendo… o que eu acabei de aprender...
A fúria se infiltrou pelas veias dele, abafando a dor. Ela o tinha mantido aqui voluntariamente. Mentido sobre a chave. Uma e outra vez.
Não ela. Eu nunca queria que ela me traísse.
Ele podia se ouvir começando a falar, mas não registrava as palavras, só tinha esta raiva que ele tinha que soltar antes que o queimasse por dentro.
Como a chuva caiu mais dura, as faíscas que brilhavam nela cresceram mais intensas. Com cada palavra, empalidecia a face dela, a imagem dela chamejando até mais. Os lábios dela se separaram como se ela estivesse horrorizada, como se ela não o reconhecesse depois de tudo.
Ele a ouviu dizer vagamente: ─Você vai dizer algo de que vai se arrepender, algo que você nunca poderá voltar atrás...
E então ele deve ter dito.
─Oh. ─ ela murmurou, parecendo que a tinham golpeado. Lágrimas derramaram dos olhos dela. Logo antes dela desaparecer, ela sussurrou: ─Adeus, vampiro.
Em algum lugar fora na noite, ele a ouviu chorando mais forte. Um rugido em resposta de dor foi rasgado de seu peito.
