YO-su!

Primeiramente, quero avisar que a 'Vila Mística' é uma criação minha, portanto, não existe no mundo real de Naruto.

Segundo, eu quero fazer um concurso de personagens, na qual será selecionado um personagem criado por VOCÊS para ser o terceiro membro da equipe da Nammy e do... Qual que era o nome dele mesmo? Takashi? Ah, sei lá, mas da equipe dos gêmeos melhores amigos da Hikari :3

A personagem irá aparecer na história com frequência, principalmente mais para frente, e ela pode ser 'como a Hikari', se quiserem.

Para participar do concurso, é só preencher a seguinte ficha e me enviar no Review:

Nome:

Idade(lembrando que não pode ter menos que 12 ou mais que 14):

Aparência:

É como a Hikari?

Se sim, qual o animal dele?(A Hikari tem um Cão, e a Kin um gato, entendem? É só escolher um animal e dizer quais características do animal sua personagem herdou)

Personalidade:

História:

O que mais gosta?

O que menos gosta?

Diga três palavras que descrevem ele:

Como gostaria de aparecer?

Quer um par romântico(ou seja, quer que eu Shippe o personagem com algum outro) ou não?

Yeah, e é isso. Agora, vamos esperar mais algumas horas pra mim poder encontrar o Hell-nii-chan e conversar com ele. Yeah, eu estou precisando de um abraço T.T

Capitulo XIV – Vila Mística

Dói...

Hikari pensava, quando sentiu a consciência voltar.

Está doendo...

Ela sentia seu pulmão arder em busca de ar que não vinha.

Estou... Morrendo?

Ela se sentiu... Triste por esse pensamento. Há anos desejava a morte, e agora que ela vinha, Hikari sentia-se triste.

Que jeito patético de morrer...

Ela pensou com irônia.

Uma ninja. Morrendo afogada... Eu devo ser a ninja mais patética do século...

Subitamente, sentiu raiva com esse pensamento.

Não quero morrer...

Ela sentiu o corpo pesado e frio. Seus machucados ardiam, seu pulmão doía, e seus batimentos ficavam cada vez mais fracos.

Eu... Não quero morrer...

Repetiu em seus pensamentos.

Mas o que uma cadelinha inútil como você pode fazer para evitar a temível morte? Dentro de sua cabeça, o demônio riu.

Cale a boca...

Foi a ultima coisa que pensou, antes de sucumbir a escuridão.

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-NARUTO-SENSEI! –berrou Shiroi, abrindo a porta da casa sem bater, totalmente afobado.

-Shiroi? –perguntou Naruto confuso, acordando. –São quatro da manha. O que você tá fazendo?

-Hikari... Sequestrada... Penhasco... –ele balbuciou freneticamente como se não conseguisse pronunciar as palavras corretamente.

-Espere, explique, o que aconteceu com a Hikari?! –Naruto se levantou de imediato, totalmente desperto.

-Eu a encontrei. –falou, tentando se acalmar. –Quando caminhava pela floresta. Ela foi sequestrada e eles... –ele hesitou, com um brilho de horror nos olhos. –Eles a...

Ele teve que parar de falar, por alguns segundos para se recompor.

-Eu também fui pego, então a ajudei e tentamos fugir. Ela me salvou, e caiu num penhasco. Precisamos ajuda-la! Ela está ferida, Naruto-sensei!

Naruto o encarou por alguns segundos, pensativo, mas, Natsume, que observava a conversa, desde o inicio, não parecia tão feliz.

-E você fugiu? Deixou ela cair do penhasco e FUGIU? –essas simples palavras tinham tanto poder que quase fizeram Shiroi recuar. Nunca tinha visto Natsume tão bravo.

-Precisamos ajudar Hikari-chan. –choramingou Kin, com um olhar triste.

-Precisamos. –concordou Naruto. –Vamos procura-la. Nos mostre aonde ela caiu, Shiroi.

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-Ela tá acordando vovó! –Hikari ouviu uma voz infantil dizer.

Eu não morri? Perguntou-se.

Ela sentiu uma súbita dor no corpo. Estava toda dolorida e seus machucados doíam ainda.

Ok. Das duas opções, uma. Ou eu estou viva, ou fui para o inferno. Pensou sombriamente. Nenhuma das duas opções é animadora.

Mesmo assim, ela se esforçou para abrir lentamente os olhos. A luz do lugar era fraca, de uma vela na mesa de cabeceira, de modo que seus olhos não sofreram. Ela parecia estar em algum tipo de quarto...

Seus olhos então viram duas pessoas, pela visão periférica. Instintivamente ela se encolheu e choramingou.

-Acalme-se, criança. –ela ouviu, e olhou para onde vinha a voz.

Era uma mulher, velha, com os traços de velhice bastante expostos. Tinha cabelos brancos e olhos castanhos gentis. Ela vestia algo que parecia ser um vestido antigo, e tinha um sorriso gentil no rosto, o que fez Hikari se acalmar instantaneamente.

-O-onde... –ela sentiu a garganta arranhar quando tentou fazer a pergunta, e percebeu como estava com sede. Estava ainda pior do que quando estava em cativeiro.

A mulher olhou para uma criança, uma garotinha de cabelos castanhos e olhos da mesma cor, que sorria fofa para Hikari. Ela parecia ser neta da mulher.

A criança encontrou o olhar da avó e assentiu, sorrindo e pegou um copo de água, entregando para Hikari.

Hikari segurou o copo, sorrindo agradecida e tomou tudo, em um gole,

-Você está na Vila Mística. –respondeu a velha, antes que Hikari pudesse perguntar.

-Nunca ouvi falar... –admitiu, envergonhada.

-Isso é bom. –falou a garotinha, sorrindo. –Assim ninguém pode vir atrás de nós.

-Por que viriam atrás de vocês? –perguntou Hikari, confusa.

-Por causa de nossas lendas. –respondeu a velha.

-Lendas?

-Sim, lendas de pessoas como você. –ela apontou.

Hikari então olhou para o lado, vendo a cauda. Levou uma das mãos a cabeça e notou que suas orelhas tinham voltado também. Ela parecia meio desesperada.

-O selo...

-Foi desfeito. É impossível ter selos nessa vila. É uma das magias dela. –explicou a velha.

-Você disse que há... Lendas sobre pessoas como eu? –perguntou Hikari, quando a ficha caiu.

A velha sorriu.

-Sim. Lendas muito interessantes, de fato.