Notas da Autora:

Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs. 100% Beward

Obs. BDSM – Vou tentar né? Por que nunca escrevi nada no estilo hehe.

Obs. Historia para maiores de 18 anos


Capítulo Vinte e Dois

- Sim, aconteceu outra morte em seu apartamento.

- Mas o apartamento está fechado, não está?

- Era pra estar, mas alguém entrou e matou outra mulher do mesmo modo.

- Foda-se! – ele grunhiu.

- Igualzinho? – perguntei e o loiro assentiu.

- Sim, amarrada.

- E quem era?

- Bem, a sua P. A, Irina Johnson.

Porra, isso que era complicar as coisas...

- E agora? Vão achar que foi Edward de novo?- grunhi e os dois se entreolharam.

- Na verdade, estamos achando que é algum serial, já que tem matado do mesmo modo.

- Mas primeiro queríamos saber onde passou o dia, Sr. Cullen. – já ia começar a reclamar, mas Edward me abraçou pelos ombros.

- Está tudo bem, Bella! Eu passei o dia em reuniões, algumas conferências e outras em salas fechadas com outros sócios e possíveis clientes.

- O seu advogado conseguiu provas de que o Senhor esteve na loja de jóias na hora do primeiro assassinato também, então, agora nós estamos mais preocupados que o Senhor seja a próxima vítima...

- O quê? – guinchei olhando para Edward.

- Calma Isabella...

- Mas ele disse... – Edward pegou o meu queixo com a mão livre e passou o seu polegar em meu lábio inferior.

- Vai ficar tudo bem, amor.

Eu queria reclamar e contestar, enfim, botar a boca no trombone, mas ele estava me dando aquele olhar mandão, bem próprio dele, então assenti e enterrei o rosto em seu peito, porém assim que nós estivéssemos sozinhos, eu iria falar... Ah, se ia...

- Bem, Sr. Cullen, se o Senhor não se importar, gostaríamos de fazer algumas perguntas.

- Não me importo, entrem, vamos até o escritório.

- Não é melhor chamar James? – pedi o olhando e ele sorriu.

- Não há a necessidade, Bella. Temos que colaborar com a Polícia para achar esse assassino o mais rápido possível. Pois ao contrário desses Senhores, acho que quem estaria em perigo é você...

- Srta. Swan?! – um dos policias murmurou me olhando, os meus olhos se arregalaram.

Eu? Por que eu?

- Bem, obviamente esse assassino tem um padrão, está pegando mulheres que têm interesse em mim. Tânia dava em cima de mim, mas eu nunca aceitei as suas investidas. De algum modo, ela foi ao apartamento com a clara intenção de me seduzir, e veja como acabou? Já Irina, ela morreu, justamente, depois de haver se declarado para mim.

- Acho que a Srta. Swan tem razão, melhor trazer o seu advogado para esclarecermos essas novas evidências.

- Se os Senhores acreditam que é necessário...

- Sim, seria melhor, amanhã de manhã?

- Claro, o mais cedo possível estarei na Delegacia.

Eles agradeceram e partiram, assim que eles foram, olhei preocupada para Edward.

- Acha mesmo que eu sou a próxima?

- Obviamente seria o mais acertado. Esse assassino, com certeza, tem algo contra as mulheres que me envolvo.

- Então, não seria Alice? – ele riu.

- Acho que não neném, sinto muito. – bufei.

- Então é Jane.

- Eu acredito que sim... ...mas o porquê não me entra na cabeça. Ela sempre foi tão gentil e controlada, nunca fez nada para que eu suspeitasse dela, todavia, eu não consigo pensar em mais alguém com tanto acesso a mim quanto ela, para poder ter conseguido fazer o que fez...

- A minha cabeça está dando um nó.

- A minha também neném. Venha, vamos logo comer, pois depois, eu preciso ligar para James.

- Ok.

Ele beijou a minha testa e com o braço ainda em meus ombros, me guiou para a sala de jantar. Paramos abruptamente, quando vimos os nossos pais inclinados em direção um do outro sorrindo, a mão de Esme no braço de meu pai.

Olhei rapidamente para Edward, que fazia uma careta e segurei a risada que queria escapar. Não sei se pai e Rosie era uma certeza, mas se pai desse "uns pegas" em Esme, Edward surtaria.

Ouvimos a campainha de novo, o que nos fez sair de nosso estupor e fomos nos sentar, mal nos sentamos, Rosie entrou na sala com um sorriso tímido.

- Olá.

- Rosie?! – pai ao vê-la sentou ereto e vi Esme franzir o cenho.

- Oh, isso vai ser bom... – Edward sussurrou e assenti.

- E quem é essa adorável menina?

- Hummm, Esme essa é Rosalie, a minha melhor amiga.

- É um prazer querida.

- Rosie, essa é a mãe de Edward, Esme. – Rosie sorriu.

- Como vai Sra. Cullen?

- Me chame de Esme, meu bem. – as duas sorriram uma para outra.

- Ah, Rosalie também é a namorada de Charlie. – Edward fez o favor de explicar, eu o olhei feio, ele somente sorriu.

A mãe de Edward deixou de sorrir e olhou entre o meu pai e Rosie, depois para o filho dela.

- Ah, entendo...

- Esme... – pai começou e ela negou ficando de pé.

- Eu perdi o apetite, com licença. – como um raio, ela deixou a sala e vi pai olhar, ansiosamente, em direção de onde ela havia sumido.

- O que houve com ela?

- Ela... – Edward começou e coloquei a mão em sua boca.

- Shiii... – ele arqueou uma sobrancelha e sorri docemente.

Ele tirou a minha mão de sua boca e se inclinou ao meu ouvido.

- Vou deixar a sua bundinha vermelhinha por isso... – me contorci já ansiosa por aquilo, ele riu.

- Charlie? – Rosie o olhou ansiosamente e ele suspirou.

- Não foi nada querida, venha jante conosco.

- Ok!

Ela se sentou no lugar em que antes Esme ocupara e rapidamente, outro prato fora colocado. Jantamos em silêncio e em pouco tempo acabamos a refeição. Ao terminarmos, cada um foi para o seu lado, pai agarrou Rosie e foi para o seu escritório, já Edward se inclinou para mim, novamente e beijou atrás de minha orelha, antes de sussurrar.

- Agora neném, eu quero que vá para o seu quarto e tire todas as suas roupas e espere por mim de quatro...

- Sim Senhor... – ofeguei, ele mordiscou o lóbulo de minha orelha e estremeci.

Rapidamente, me levantei e fui para o meu quarto, ao entrar, arranquei as minhas roupas do corpo e fiquei de quatro com a bunda empinada. Considerando que eu estava de costas para a porta, fiquei um pouco desconfortável com a posição, tipo, e se alguém entrasse?

Mas felizmente, Edward não demorou a entrar.

Ouvi os seus passos e o som da chave trancando a porta, a minha respiração já começou a ficar ofegante conforme sentia a sua presença ali, ele andou pelo quarto, indo de lá para cá, ouvia o som de seus passos e o farfalhar de roupas.

E quando, finalmente, a sua mão grande agarrou a minha bunda, eu suspirei a empinando mais.

- Tão ansiosa, a minha menininha travessa. – esfreguei as coxas, então o ouvi grunhir e afastá-las um pouco e me tocar, o seu dedo deslizou para dentro de mim e arfei.

- Está tão molhadinha, está ansiosa pelo meu pau, Isabella?

- Sim Senhor. – choraminguei me movendo de encontro ao seu dedo, recebi uma forte tapa na bunda.

- Quieta! – paralisei, sentindo a minha pele arder, mas em seguida, ele massageou a minha carne e a dor começou a se converter em prazer.

Suspirei empinando mais a bunda, ele riu.

- Adoro o seu entusiasmo para o prazer neném, é tão lindo ver essa sua bundinha rosada. – ele me deu outra tapa estalada, que me fez saltar.

Como sempre, as suas tapas nunca eram no mesmo lugar, logo depois de bater, havia a massagem, quando a sua mão massageava a pele dolorida, uma descarga de prazer passava por mim, eu podia sentir a minha excitação escorrer pelas coxas.

Ele deu mais algumas palmadas, seguidas de massagens e quando eu estava a ponto de gozar, afastou as minhas coxas e meteu a língua em minha buceta, o que me fez gozar imediatamente. Edward continuou me lambendo, chupando o meu prazer, já me deixado em ponto de bala para o próximo orgasmo.

Mas ao invés de me deixar vir de novo, ele se afastou.

- Quer meu pau, neném?

- Sim... Senhor... – murmurei entre gemidos e ele grunhiu... ...agarrando os meus quadris, ele empurrou o seu pau lentamente em mim.

E novamente, eu gozei só com a entrada de seu pau me preenchendo, esfregando todas as minhas terminações nervosas.

- Oh... Senhor...

- Foda-se! Eu amo sua buceta apertada. – ele gemeu, mal o meu orgasmo tinha acabado, ele começou a investir forte e rápido dentro mim.

O seu pau batendo bem fundo lá dentro, entrando e saindo deliciosamente, a minha buceta já piscava em sua volta e eu viria logo. O corpo de Edward se inclinou sobre o meu e as suas mãos agarraram os meus seios, ele segurou os meus mamilos e os puxou forte, gritei sentindo um novo orgasmo me alcançar.

- Sim, me aperte gostoso neném, goza no meu pau, vai...

- Oh... siiiim... – gritei sentindo o meu corpo já tremendo de novo, com os sinais de mais um orgasmo.

Jesus já era o terceiro.

- Foda-se, tão bom...

- Senhor... – choraminguei quando ele continuou torturando os meus mamilos, os beliscando, apertando e começou a chupar o meu pescoço.

A combinação de seu pau, as suas mãos e a sua boca foi o meu fim, eu vim forte, tremendo por debaixo dele. Edward grunhiu e gozou forte dentro de mim.

Caímos exaustos na cama, eu senti a sua boca em meu pescoço.

- Tudo bem, neném?

- Humrum. – ele riu e me virou, ficamos de frente um para o outro, eu notei que ele encarava os meus seios.

- Pobres biquinhos, estão vermelhinhos.

- Culpa do Senhor... – ele sorriu abertamente.

- De fato, então é meu dever fazê-los se sentir melhor.

Antes que eu perguntasse o que ele queria dizer com aquilo, a sua boca estava em meu seio, ele começou a chupar, arfei enquanto a sua língua se enrolava em volta do bico e ele mamava o meu peito.

Mesmo eu tendo acabado de gozar, a minha buceta piscou e gemi agarrando os seus cabelos, enquanto me entregava ao prazer. Edward continuou chupando os meus seios, lambendo, mordiscando, mamando, enfim, me deixando doida.

- Senhor, por favor... – implorei, a minha buceta piscava, um toque e eu gozaria, mas ele não me tocava, só dava atenção aos meus bicos.

Se antes eles estavam vermelhos, agora iriam ficar roxos, se ele continuasse com aquilo.

- O que você quer, neném? É só pedir e lhe darei... – ele afastou a boca de meu peito e gemi.

- Minha buceta... – suspirei e ele lambeu os lábios.

- Hummm, a sua deliciosa buceta... Ela quer a minha língua?

- Sim. Por favor, Senhor. – ele sorriu e afastou as minhas coxas.

Baloucei, quando ele beijou um dos lados internos da coxa e depois o outro, a minha buceta estava tão molhada que o meu clitóris parecia ter vida própria... Gemendo, ele colocou a boca em meu sexo, eu gritei, quando o contato de sua língua me fez vir imediatamente.

Edward continuou me chupando até eu virar uma poça sem forças, quando se deu por satisfeito, ele deitou ao me lado e acariciou a minha bochecha.

O mirei com um pequeno sorriso.

- Eu te amo...

- Também, te amo... – se inclinando, ele beijou os meus lábios.

- Que tal um banho, estamos uma bagunça.

- Seria ótimo! – sorrindo ele se levantou e me pegou no colo, passei os braços por seu pescoço, deitando a cabeça em seu peito.

Edward caminhou para o meu banheiro e relaxei contra ele, tentando me manter acordada, depois de tantos orgasmos, me sentia exausta.

[...]

- Tem certeza que está bem? – perguntei a Esme no café da manhã, ela ainda parecia um pouco chateada.

- Sim querida, eu só fiquei cansada ontem.

- Ambas sabemos que não foi isso. – ela riu.

- Sim, nós sabemos. Mas nós vamos ignorar isso.

- Está bem. Se for mesmo isso o que você quer...

- Eu quero! Agora, cadê Edward?

- Ele saiu bem cedo, tinha que ir a Delegacia.

- O quê? Já estão acusando ele, de novo?

- Na verdade não! Eles estão até achando que ele seria a vítima agora.

- Nossa! Isso que é uma reviravolta.

- Sim...

- E por que não foi com ele?

- Porque eu e você vamos fazer um tour em Nova York e depois algumas compras. – ela sorriu amplamente.

- Isso será ótimo, querida!

- Então, vá se preparar que sairemos em vinte minutos.

- Claro! – ela levantou rapidamente, prometendo voltar em breve, então correu para cima. Assim que estava longe, fui fazer algumas ligações.

Liguei para Jasper que atendeu no segundo toque.

- Bella.

- Hey Jazz! Como estão as coisas?

- Bem, na medida do possível.

- Onde você está?

- Eu aluguei um flat... É muito bom, e perto da galeria.

- Ah legal, eu... huh...

- Alice esteve aí? – ele murmurou e havia anseio em sua voz. Imagino que, ao mesmo tempo, em que ele queria distância, ele também quisesse que ela fosse atrás dele.

Pobre homem...

- Sim.

- E o que ela queria?

- Saber onde você estava.

- E o que disse?

- Que não sabia... Porque realmente eu não sabia e nem sei... Olha Jasper, você bem sabe que eu não gosto dela, e nem confio nela, mas ela me pareceu honesta ontem... Ela, inclusive, disse que te ama e te quer de volta.

- Sério? – havia tanta esperança em sua voz que me preocupei.

- Sim, mas escute...

- O quê?

- Se você realmente quer dar uma segunda chance a ela, não seja fácil...

- Como assim?

- Faça com que ela lute por você! Dê uma chance, mas diga que ela terá que tentar te reconquistar ou algo assim... – ele riu.

- É um bom plano.

- Sim! Ah, não a deixe mais dominar todo o relacionamento de vocês. É como Edward sempre diz, um DOM tem que fazer aquilo que deixa o seu Sub feliz, e não ao contrário, Jasper. Antes de ser Domme e Sub, vocês são um casal, e casais dividem as coisas. Deixe-a mandar no quarto, mas fora dele se imponha.

- Você deve me achar um molenga, né? - eu ri.

- Não, seu bobo! Eu só acho que com essa coisa toda de BDSM você acabou se esquecendo de algo importante...

- Do quê?

- De ser quem você é... Claro, que tem que respeitar a sua Domme, mas não é por isso que ela poderia te fazer de capacho.

- Você é muito sabida, sabia?

- Obrigada. – ele riu.

- Obrigado Bella! Os seus conselhos ajudaram muito... Eu vou atender da próxima vez que em que Alice me ligar e deixá-la saber que ela poderá tentar me reconquistar.

- É isso aí! Mostra para ela que não é só porque é ela quem manda no quarto de brincar, que ela poderá decidir sobre tudo.

- Hummm, ok!

Nós nos despedimos e assim que desliguei, disquei para Rosie, ela atendeu no segundo toque, com uma voz deveras grogue.

- Alô?

- Por favor, me diga que você não está na cama com o meu pai, porque daí eu ligo depois, não preciso desse trauma... – ela riu.

- Não sua besta, eu estou em minha casa.

Graças a Deus!

- Achei que iria dormir aqui.

- Eu também, mas Charlie não quis. Acho que ele ainda está bravo. – resmungou e rolei os olhos.

Bravo nada, o safado não queria esfregar Rosie na cara da mamãe Cullen.

- Bravo? Pelo outro dia?

- Sim. Ele não gostou muito de Emmett.

- Claro! E você, o que achou da mãe de Edward?

- Ela parecer ser incrível.

- Ela é ótima.

- Que bom que estão se dando bem.

- Verdade, quer fazer algo mais tarde?

- Posso ir aí... Podemos ver um filme, passar um tempo juntas...

- Sim, vai ser ótimo, Rosie.

- Edward não vai se importar?

- Não, ele é legal.

- Então, tudo bem, nós nos veremos à noite.

Despedimo-nos, e fui procurar Esme. Ela já deveria estar pronta, demorei mais do que o esperado ao telefone. Estava para entrar na sala quando ouvi vozes, parei e espiei para ver quem era e o porquê de parecerem tão alterados.

Surpreendi-me ao ver Esme e o meu pai.

- Não sei o porquê de você estar tão irritada...

- Eu não estou!

- Então, por que está me evitando? – ele grunhiu.

- Porque você é um homem comprometido.

- E o que isso tem demais?

- Charlie, por favor, não se faça de idiota! Você flertou comigo, ficou me tocando e todo sorrisos para mim, eu sou velha, mas não idiota. Se você está com aquela menina, não deveria ter aceitado o meu interesse.

- Então, você está interessada?

- Não estou mais!

- Mas...

- Quer saber? Eu vou seguiu o seu exemplo e o de Edward.

- Que exemplo?

- Sair com alguém mais jovem. Talvez seja isso que eu precise.

- Que inferno! Essa é a pior idéia que já ouvi.

- Pois eu acho uma ideia muito boa! E fique sabendo que já me disseram que eu estou inteirona! – ela empinou o queixo e a boca do meu pai caiu aberta.

- Quem te disse isso?

- Um rapaz muito atraente, agora com licença, eu vou sair.

- Com quem?

- Não é da sua conta.

- Esme... – ele grunhiu e achei melhor intervir, antes que as coisas piorassem.

- Esme, aí está você!

- Olá querida, vamos?

- Sim, sim, eu... – parei de falar quando a empregada anunciou uma visita.

- Sr. McCarty.

- O quê esse idiota faz aqui? – pai rosnou e gemi.

Merda!

- Eu não sei...

Emmett entrou logo em seguida e sorriu para todos.

- Olá família Swan! Hey, você eu não conheço.

- Ah, essa é a mãe de Edward.

- Ah, a adorável Sra. Cullen. – Esme riu.

- Ainda não tive o prazer de lhe conhecer, também.

- Emmett McCarty, seu criado. – ela riu, eu ouvi o meu pai bufar.

- Emmett, o que faz aqui?

- Ah, eu tinha algo para contar ao Cullen. Eu queria falar com ele antes que ele fosse para a Empresa, mas como não consegui falar com ele ao celular, resolvi aparecer.

- Ele está na Delegacia, prestando depoimento, deve ter desligado o celular.

- Entendo, ele vai voltar para casa?

- Não, acho que vai de lá, vai direto para a Empresa.

- Por que não vamos todos para lá? Eu ainda não conheci a Empresa. – Esme ofereceu, era uma ótima idéia.

- Claro! Tudo bem se nós formos com você? – olhei para Emmett que sorriu abertamente.

- Meu amor, um cara andando com duas beldades como vocês, é um cara de sorte! – ambas rimos e pai resmungou algo, mas Esme o ignorou e foi até Emmett, então, ela colocou o braço no dele.

- Você é um doce!

- E você é um mulherão. Tem certeza que é mãe do Cullen? Vamos, pode confessar, ele foi adotado, né? – ela gargalhou.

- Você é um galanteador.

- Eu faço o que eu posso. – ele piscou para mim e ri.

Pai, ao contrário, eu acho que se pudesse, mataria Emmett.

- Hummm pai, você vai com a gente?

- Imagino que ele vá se despedir da namoradinha. – Esme resmungou e Emmett olhou ansiosamente em volta.

- A infame Rosalie está por aqui?

- Ela não está! – pai rangeu os dentes, eu já estava começando a temer que tudo explodisse, bem na minha frente.

- Então vamos logo?

- Sim, eu vim de carro. Quem quer uma carona?

- Eu! – Esme e eu falamos ao mesmo tempo.

- Esme, não quer vir comigo? Assim poderíamos terminar a nossa conversa... – ela olhou para o meu pai e bufou.

- Já terminamos a nossa conversar Charlie, ou melhor, não há nada para conversarmos, enquanto você for um homem comprometido.

- Aí meu Deus! Charlie, você tá pegando as duas? – Emmett guinchou e foi o estopim, pai rosnou e foi para cima de Emmett.

Rapidamente, eu puxei Esme do caminho, antes que sobrasse para nós, enquanto os dois caíam no chão.

Agora, a minha dúvida era, pai estaria brigando por Rosie ou Esme?


N/A: WOW! Por essa eu não esperava... kkkkkkkkkkkkkk

Charlie pirou! Agora também tô na dúvida. Por quem esse PapaiDom estaria brigando? Pela Rosie ou pela Mamacullen Oo.

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Coisas incríveis como essas, só lendo as fics da Paulinha :p

Agora, finalmente a Polícia não desconfia mais de Edward \o/

Mas Edward acha que o assassino está atrás de Bellinha, será? Será que Bella corre perigo? Oo

Medo agora hein?

E quem será o assassino? Só eu acho que o que Emmett veio contar é importante, para o caso? Ou mais alguém ficou curioso?

Enfim, são muitos "e se", outros tantos "mas" e até agora nenhuma resposta... Fala sério! Eu estou me tornando uma verdadeira Agatha Christie... u.u *Lixa

Kkkkkkkkkkkkkkkkk

Bem, como sempre amandooooo os seus comments, as suas suspeitas, e principalmente as suas suposições sobre o porquê das mortes. Cada dia aparece ideias mais divas e loucas... kkkkkkk... Mas, eu num sei se já decidi o que realmente aconteceu, só vamos saber quando eu descobrir! :p kkkkkkkk

Agora me vou, fuiiiiiii povo, e nos vemos na terça que vem! ;)

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N/B: CRUZES! O Bang! Bang! Pow! Bow! Crash! Começou... E agora? Quem vencerá e ficará com a mocinha e a velhinha? Comments Please!

E o tal de Jasperrr, hum? Sei não, mas eu continuo com a pulga atrás da orelha... Muito santinho para o meu gosto... Ele tá dando uma de Kate, a ingênua songa monga... SONSA! Acho até que Emmett inclusive, se lembrou de onde ele conhecia o sobrenome de Irina e vai que ela é prima da Kate e sobrinha do Jaaaaassperrrr... HUMMMMM...MISTÉRIO!

TUCA