No capítulo anterior...

Ang se agachou na frente de Bella:

– Olha, o motivo pelo qual vim procurar você em primeiro lugar foi para arrastá-la até a biblioteca para uma missão relacionada a Edward.

– Achou o livro?

– Não exatamente – disse Ang, estendendo uma das mãos para ajudar Bella a sair da piscina. – A obra-prima do Sr. Cullen ainda está misteriosamente desaparecida, mas eu talvez meio que tenha hackeado a ferramenta de busca literária da Sra. Victoria, e algumas coisas apareceram. Achei que podia achá-las interessantes.

– Obrigada – disse Bella, erguendo-se para fora com a ajuda de Ang. – Vou tentar não ser tão irritantemente melosa em relação a Edward.

– Tanto faz – disse Ang. – Apenas se apresse e se seque logo. A chuva deu uma trégua, e não quero ser pega sem guarda-chuva.

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Praticamente seca e de volta ao seu uniforme escolar, Bella seguiu Ang até a biblioteca. Parte da parede frontal tinha sido bloqueada pela fita amarela da polícia, então as garotas tiveram que se esgueirar pelo espaço estreito entre o catálogo de fichas e a seção de referências. Ainda cheirava a queimado, e agora, graças aos sprinklers e à chuva, ganhara um novo odor de mofo.

Bella olhou primeiro para onde a mesa da Srta. Victoria tinha estado, agora um círculo queimado quase perfeito no velho piso de ladrilhos no meio da biblioteca. Tudo num raio de quatro metros tinha sido removido. Tudo mais além daquilo estava estranhamente intacto.

A bibliotecária não estava em seu posto, mas uma mesa dobrável tinha sido armada para ela ao lado do lugar destruído. A mesa estava tristemente vazia, com somente uma nova luminária, um porta-lápis e um bloco de anotações cinza.

Bella e Ang trocaram uma careta antes de continuarem até os computadores nos fundos. Quando passaram pela sessão de estudos onde tinham visto Eric pela última vez, Bella olhou para a amiga. Ang manteve o rosto para a frente, mas quando Bella se aproximou e apertou sua mão, ela apertou bem forte de volta.

Elas puxaram duas cadeiras para um dos terminais de computadores, e Ang digitou seu login. Bella olhou em volta para ter certeza de que não tinha mais ninguém por perto.

Uma mensagem de erro em vermelho apareceu na tela.

Ang grunhiu.

– O quê? – Bella perguntou.

– Depois das 16h, preciso de permissão especial para entrar na internet.

Por isso esse lugar é tão vazio à noite.

Ang estava remexendo em sua mochila.

– Onde foi que coloquei aquela senha criptografada? – murmurou.

– Lá está a Srta. Victoria – disse Bella, acenando para a bibliotecária, que estava atravessando o corredor numa blusa preta justa e calças curtas verdes. Os brincos brilhantes roçavam em seus ombros, e ela tinha um lápis prendendo um lado do cabelo.

– Por aqui – Bella sussurrou alto.

A Srta. Victoria apertou os olhos para elas. Seus óculos bifocais tinham escorregado pelo nariz e, com uma pilha de livros debaixo de cada um dos braços, ela não tinha mão livre para empurrá-los de volta para o lugar.

– Quem é? – gritou ela, andando até lá. – Ah, Isabella. Angela – disse soando cansada. – Olá.

– Queríamos saber se a senhorita podia nos dar a senha para usar o computador. – Bella perguntou, apontando a mensagem de erro na tela.

– Não vão entrar naqueles sites de relacionamento, vão? Aqueles sites são coisa do diabo.

– Não, não, é uma pesquisa séria – disse Ang. – Você aprovaria.

A Srta. Victoria se inclinou sobre as garotas para desbloquear o computador. Com os dedos voando, ela digitou a senha mais longa que Bella já vira.

– Vocês têm vinte minutos – disse secamente, e foi se afastando.

– Deve bastar – cochichou Ang. – Achei uma dissertação crítica sobre os Guardiões, então até acharmos o livro podemos pelo menos saber do que se trata.

Bella sentiu alguém atrás dela e se virou para ver que a Srta. Victoria tinha voltado. Bella deu um pulo.

– Desculpe – disse ela. – Não sei por que você me assustou.

– Não, eu é que peço desculpas – disse a Srta. Victoria. Seu sorriso praticamente fazia seus olhos sumirem. – É só que tem sido tão difícil ultimamente, desde o incêndio. Mas não há motivo para eu despejar minhas mágoas nas minhas duas alunas mais promissoras.

Nem Bella nem Ang sabiam exatamente o que dizer. Uma coisa era se reconfortar mutuamente após o incêndio. A bibliotecária da escola meio que estava fora de sua alçada.

– Tenho tentado me manter ocupada, mas... – A Srta. Victoria não terminou.

Ang olhou nervosamente para Bella.

– Bem, podíamos ter alguma ajuda em nossa pesquisa, se, isto é, você...

– Posso ajudar! – A Srta. Victoria puxou uma terceira cadeira. – Vejo que estão pesquisando sobre os Guardiões – disse, lendo por cima de seus ombros. – Os Cullen eram de um clã muito influente. E por acaso conheço um banco de dados papal. Deixe-me ver o que consigo descobrir.

Bella quase engasgou com o lápis que estivera mastigando.

– Desculpe, você disse Cullen?

– Ah, sim, os historiadores rastrearam a família até a Idade Média. Eles eram... – Ela parou, procurando pelas palavras. – Um tipo de grupo de investigação e pesquisa, para explicar em termos leigos e modernos. Eles se especializavam num certo tipo de folclore de anjos caídos.

Ela se debruçou entre as garotas de novo e Bella se maravilhou com o jeito como seus dedos eram rápidos no teclado. A ferramenta de busca se esforçava para acompanhá-la, puxando artigo após artigo, fonte após fonte, tudo sobre os Cullen. O nome da família de Edward estava em toda parte, enchendo a tela. Bella se sentiu meio tonta.

A imagem de seu sonho voltou até ela: asas se desenrolando, seu corpo esquentando até ela arder e virar um monte de cinzas.

– Existem diferentes tipos de anjos para se especializar? – Ang perguntou.

– Ah, claro... É um campo amplo da literatura – disse a Srta. Victoria enquanto digitava. – Existem os que viraram demônios. E os que ficaram do lado de Deus. E até mesmo os que se ligaram a mulheres mortais. – Finalmente seus dedos pararam. – Hábito muito perigoso.

Ang disse:

– E esses tais de Guardiões têm alguma coisa a ver com o nosso Edward Cullen?

A Srta. Victoria tocou em seus lábios pintados de lilás.

– É bem possível. Eu mesma já me perguntei isso, mas não é da nossa conta ficar fuxicando nos assuntos dos outros alunos, não concordam? – Seu rosto pálido se enrugou quando ela olhou para seu relógio – Bem espero que tenha lhes dado o bastante para começarem o projeto. Não vou roubar mais do tempo de vocês. – Ela apontou um relógio na tela do computador. – Só tem mais nove minutos.

Enquanto ela andava de volta para a frente da biblioteca, Bella observou a postura perfeita da Srta. Victoria; ela poderia ter equilibrado um livro sobre a cabeça. Parecia tê-la animado um pouco poder ajudar as garotas com a pesquisa, mas, ao mesmo tempo, Bella não sabia o que fazer com toda aquela informação que tinha conseguido sobre Edward.

Ang sabia. Ela já havia começado a rabiscar furiosamente suas anotações.

– Oito minutos e meio – informou a Bella, entregando-lhe uma caneta e um pedaço de papel. – Tem coisa demais aqui para entender em oito minutos e meio. Comece a escrever.

Bella suspirou e fez o que a amiga dizia. Era um website acadêmico e chato com uma moldura azul fina em volta de um fundo bege. Em cima, um cabeçalho numa fonte severamente quadrada dizia: O CLÃ CULLEN.

Só de ler o nome, Bella sentia sua pele esquentar.

Ang bateu no monitor com a caneta, chamando a atenção de Bella de volta para sua tarefa.

Os Cullen não dormem. Parecia possível; Edward sempre parecia mesmo cansado. Geralmente são calados. Em cheio. Às vezes falar com ele era tão difícil quanto extrair um dente. Num decreto do século dezoito...

A tela ficou preta. O tempo acabara.

– Quanto conseguiu anotar?

Bella levantou seu pedaço de papel. Patético. Mas havia uma coisa da qual nem se lembrava de ter rabiscado: as bordas do papel estavam cheias de pequenas asas.

Ang lhe lançou um olhar de esguelha:

– É, já estou vendo que vai ser uma excelente ajudante na pesquisa – disse ela, rindo. – Talvez mais tarde possamos interpretar seus rabiscos. – Ela mostrou suas anotações, bem mais relevantes. – Tudo bem, tenho o suficiente para nos levar a outras fontes.

Bella enfiou o papel no bolso junto com a lista amassada que tinha começado a fazer sobre seus encontros com Edward. Estava começando a ficar igual a seu pai, que não gostava se ficar muito longe de sua trituradora de papel. Ela se abaixou para procurar uma lata de reciclagem e viu as pernas de alguém, que andava pelo corredor em direção a elas.

O andar era tão familiar quanto o dela mesma. Ela se endireitou de volta na cadeira – ou tentou se endireitar de volta – bateu com a cabeça no tampo da mesa do computador.

– Ai – gemeu, esfregando o lugar onde tinha batido a cabeça no incêndio da biblioteca.

Edward parou a alguns centímetros de distancia. Sua expressão mostrava que a última coisa que ele queria no mundo agora era dar de cara com Bella. Pelo menos ele tinha aparecido depois do computador desligar; não precisava descobrir que ela estava investigando sua vida ainda mais do que já achava.

Mas Edward parecia estar olhando através dela; seus olhos violeta-acinzentados estavam fixos em seus ombros, em alguma coisa – em outra pessoa.

Ang bateu no ombro de Bella, então apontou com o polegar em direção à pessoa parada atrás dela. Jacob estava inclinado sobre a cadeira de Bella e sorrindo para ela. Um raio súbito na tempestade lá fora mandou Bella praticamente para os braços de Ang em um pulo.

– Só uma tempestade – disse Jacob, inclinando a cabeça. – Vai passar logo. Uma pena, porque você fica bonitinha quando está com medo.

Jacob estendeu a mão. Ele começou em seu ombro, então tracejou o contorno de seu braço com os dedos até descer para sua mão. Bella piscou, aquilo era tão bom, e , quando ela abriu os olhos, havia uma pequena caixa de veludo vermelho-rubi em sua mão. Jacob a abriu, só por um segundo, e Bella viu de relance algo dourado.

– Abra mais tarde – disse ele. – Quando estiver sozinha.

– Jacob...

– Passei pelo seu quarto.

– Podemos... – Bella olhou para Ang, que estava fitando-os descaradamente com a atenção cativa de uma espectadora na primeira fila do cinema.

Finalmente saindo de seu transe, Ang abanou as mãos.

– Querem que eu vá embora. Entendi.

– Não, fique. – Jacob disse, parecendo mais doce do que Bella esperava. Ele se virou para Bella. – Estou indo. Mas mais tarde... Promete?

– Claro. – Ela sentiu-se corando.

Jacob pegou sua mão e levou-a junto com a caixinha para dentro do bolso da frente de seu jeans. Ela mal coube, e ela estremeceu quando sentiu os dedos de Jacob tocarem seus quadris. Então ele piscou e foi embora.

Antes mesmo de ela ter tido chance de recuperar o fôlego, Jacob estava de volta.

– Só mais uma coisa – disse, deslizando o braço atrás da cabeça dela e se aproximando.

Sua cabeça se inclinou para trás e a dele para frente, e suas bocas se tocaram. Os lábios de Jacob eram macios como sempre pareceram todas as vezes que Bella reparara neles.

Não foi um beijo longo, apenas um selinho, mas Bella sentiu como se tivesse sido muito mais. Ela não conseguiu respirar com o choque e a emoção e porque todos poderiam ver esse muito longo, muito inesperado...

– Mas que...!

A cabeça de Jacob tinha girado, e então ele estava dobrado ao meio, segurando o queixo, Edward estava parado atrás dele, esfregando o pulso.

– Fique com as mãos longe dela.

– Não ouvi – disse Jacob, levantando-se lentamente.

Ah. Meu. Deus. Estavam brigando. Na biblioteca. Por causa dela.

Então, num único movimento, Jacob precipitou-se na direção de Bella. Ela gritou enquanto seus braços começaram a se fechar à sua volta.

Mas as mãos de Edward foram mais rápidas. Ele afastou Jacob com força e o empurrou contra a mesa do computador. Jacob grunhiu enquanto Edward agarrava uma mecha de seu cabelo e batia sua cabeça na mesa.

– Eu disse para ficar com as suas mãos longe dela, seu merdinha babaca.

Ang guinchou, pegou seu estojo e andou nas pontas dos pés até a parede. Bella assistia enquanto ela balançava o estojo amarelo no ar uma, duas, três vezes. Da quarta vez, ele voou alto o suficiente para bater na pequena câmara preta aparafusada na parede. O golpe mandou a lente da câmara voando para a esquerda, em direção a uma pilha de livros de não ficção.

A essa altura, Jacob tinha empurrado Edward para trás e estavam se encarando enquanto andavam em círculos, os sapatos fazendo barulho no chão polido.

Edward começou a se abaixar antes de Bella sequer perceber que Jacob estava atacando. Mas ainda assim Edward não fora rápido o suficiente. Jacob acertou um soco que nocautearia qualquer um bem abaixo do olho de Edward, que recuou com a força do soco, atropelando Bella e Ang contra a mesa do computador. Ele se virou e murmurou desculpas embaralhadas antes de si virar de volta.

– Ah, meu Deus, parem! – Bella gritou, bem antes de ele lançar-se contra a cabeça de Jacob.

Edward segurou Jacob, acertando um monte de socos rápidos em seus ombros e nos lados de seu rosto.

– Que delícia – grunhiu Jacob, virando o pescoço de um lado para o outro como um boxeador. Ainda o segurando, Edward colocou suas mãos em volta do pescoço de Jacob e apertou.

Jacob revidou atirando Edward contra uma estante alta de livros. O impacto ecoou como uma bomba dentro da biblioteca, mais alto do que os trovoes lá fora.

Edward grunhiu e o soltou. Ele caiu no chão com um baque.

– O que tem mais para mostrar, Cullen?

Bella cambaleou, achando que ele talvez não conseguisse levantar. Mas Edward se pôs de pé rapidamente.

– Vou mostrar – sibilou ele. – Lá fora. – Ele deu um passo em direção a Bella, e depois se afastou. – Você fica aqui.

Então os dois saíram da biblioteca, pela saída dos fundos que Bella tinha usado na noite do incêndio. Ela e Ang ficaram paralisadas em seus lugares, se encarando, de queixo caído.

– Vamos – disse Ang, arrastando Bella até uma janela que dava para o pátio. Elas pressionaram os rostos contra o vidro, esfregando o embaçado que se formava ao respirarem.

A chuva estava caindo com muita força. O campo lá fora estava escuro, e a única luz era a que vinha das janelas da biblioteca. Estava tão lamacento e escorregadio que, na verdade, era difícil ver qualquer coisa.

Então as duas figuras correram para o meio do pátio comum. Os dois ficaram, instantaneamente ensopados. Eles discutiram por um momento, então começaram a andar em círculos um atrás do outro, com os punhos erguidos novamente.

Bella agarrou o peitoril e observou quando Jacob deu o primeiro passo, correndo até Edward e batendo nele com o ombro. Depois um chute rápido nas costelas.

Edward se ajoelhou, segurando um lado do corpo. Levante, Bella implorou para que ele reagisse. Sentia como se ela mesma tivesse levado um chute. Toda vez que Jacob atacava Edward, ela sentia a dor em seus próprios ossos.

Então não suportava olhar.

– Edward bobeou por um momento ali – anunciou Ang logo depois de Bella ter se virado de costas. – Mas ele reagiu e atingiu com tudo a cara de Jacob. Boa!

– Está gostando disso? – Bella perguntou, horrorizada.

– Meu pai e eu costumávamos assistir às lutas da UFC – disse Ang. – Parece que esses dois andaram acompanhando alguns treinamentos em artes marciais. Cruzado perfeito, Edward! – ela gemeu. – Ah, que droga.

– O que? – Bella olhou de novo. – Ele se machucou?

– Relaxa – disse Ang. – Alguém está indo lá separar a briga. Logo quando Edward estava reagindo.

Ang estava certa. Parecia o Sr. Cole atravessando o pátio. Quando ele chegou onde os dois estavam brigando, ficou parado e os observou por um momento, quase hipnotizado pela intensidade que estavam mostrando.

– Faça alguma coisa – sussurrou Bella, se sentindo enjoada.

Finalmente, o Sr. Cole segurou cada um pela nuca. Os três debateram-se por um momento até finalmente Edward se afastar. Ele sacudiu a mão direita, então andou em círculos e cuspiu algumas vezes na grama.

– Muito bonito, Edward – disse Bella, querendo, sem muito sucesso, ser sarcástica.

Agora estavam levando uma branca do Sr. Cole. Brusco, ele agitou as mãos para os dois, que o ouviram com as cabeças abaixadas. Jacob foi o primeiro a ser dispensado. Ele correu pelo campo até os dormitórios e desapareceu.

O Sr. Cole colocou uma das mãos no ombro de Edward. Bella estava louca para saber o que eles estavam falando, e se Edward seria punido. Ela queria ir até ele, mas Ang a impediu.

– Tudo isso por causa de uma jóia. Qual foi o presente, afinal?

O Sr. Cole foi embora e Edward ficou sozinho, parado debaixo da luz de um poste, olhando para o alto, para a chuva.

– Eu não sei – respondeu Bella, saindo da janela. – O que quer que seja, não quero. Especialmente não depois disso. – Ela voltou até a mesa do computador e tirou a caixa do bolso.

– Se você não quer, eu quero – disse Ang. Ela abriu a caixa, e depois olhou para Bella, confusa.

O objeto dourado que viram não era uma joia. Havia apenas duas coisas dentro da caixa: outra das palhetas pretas de guitarra de Jacob, e um pedaço de papel dourado.

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Me encontre amanhã depois da aula. Estarei esperando nos portões.

– J.


Ah! AMO esse capítulo.

Ai, se fosse gatos brigando por mim! Abana!

Espero que tenham gostado e não deixem de comentar.

Fallen já está na reta final, ou bem, mais ou menos. Então resolvi começar outra adaptação, chamada Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos.

Passem por lá. Vou ficar esperando.

Beijinhos.