Nome: Sparks
Autor: Skay Grey
Status: Em Andamento
Tipo: Slash
Shipper Principal: Draco/Harry
Censura: NC18 - Imprópria para Menores de 18 Anos
N/A: ESSE CAPITULO NÃO FOI BETADO!
Sparks
Capitulo – 25
Malfoy passou o dia inteiro evitando sua presença. Harry tomou coragem, levantou-se e insistentemente começou a seguir o loiro no bangalô que não parecia tão grande quanto era.
Quando o loiro sentava-se no sofá próximo a lareira, Harry fazia o mesmo, sem dizer nada a principio. Draco levantava-se procurando por algo para lhe distrair da presença do moreno, do cheiro dele, do rosto amistoso e iluminado voltado para si, mas não adiantava, quando se dava conta, lá estava ele, tão próximo e disponível que chegava a ser cruel.
Na parte da tarde Harry já estava cansado de puxar conversa, de propor alguma atividade leve ou perguntar o que estava acontecendo.
Draco também estava cansado de se defender como se o moreno fosse uma ameaça, então, sem mais alternativas, rendeu-se a companhia do outro, ainda que encarasse essa proximidade com muitas reservas.
- Xadrez? – Harry questionou descrente, com a proposta de Malfoy.
- Estou entediado, – Draco admitiu, soltando o ar com aspereza. – vai me dizer que você também não?
- É meio difícil ficar entediado com você por perto. – Harry respondeu com um ar malicioso, vendo o loiro reagir estranhamente ao seu comentário.
- O que quer fazer então? – Draco arqueou as sobrancelhas desafiadoramente, um tanto distraído pelas covinhas tentadoras que se formavam nas bochechas de Harry conforme ele arreganhava um de seus melhores sorrisos.
- Tomar banho. – Harry levantou-se da mesa, mudando o sorriso para uma careta que entregava seu estado físico.
Parecia que havia carregado uma tonelada de chumbo sobre o peito depois de ser severamente espancado.
A brincadeira de colar em Malfoy para se aproximar literalmente surtia resultados bons e agora ele percebia os ruins.
Mesmo que a dor fosse de certa forma, menos aguda do que no dia anterior, ele não poderia ter abusado de sua melhora, como fez.
- E onde eu me encaixo nisso? – Draco perguntou rapidamente, desviando o curso dos pensamentos de Harry para a sua presença.
- Preciso de ajuda para soltar as bandagens. Você não espera que eu tome banho parecendo uma múmia não é?
- Vou chamar um elfo para lhe ajudar. – Draco já levantava meio contrariado, caminhando na direção da cozinha quando Harry segurou seu pulso firmemente o fazendo parar.
- Por que não pode ser você? – A pergunta fora tão sólida e direta que Draco nem piscou ao encarar Harry.
- E por que, – Começou o loiro, lentamente entre dentes. – tem que ser eu? Tenho cara de auxiliar agora?
- Não, não tem. – Harry afrouxou o aperto de seus dedos sobre o pulso do loiro dando-se conta de que o pedido lhe parecia descabido também. Agira em um impulso e agora sentia-se embaraçado pela proposta que fez, ainda não tinha traquejos suficientes para seduzir Draco Malfoy mas ele continuaria tentando. – Você tem razão, - Concluiu, coçando a nuca. – me desculpe.
Harry virou-se para deixar a sala caminhando lentamente em direção a escada. O simples impacto do seus pés no assoalho o lembravam dolorosamente que ele ainda não tinha se fortalecido como imaginava.
Talvez, pensou o moreno com esperança, aquela sensação dolorida e super incomoda o abandonaria em horas se tomasse a poção e voltasse a se movimentar com mais cautela.
Quando Harry chegou no descanso da escada para seguir os outros degraus Malfoy bufou alto, fazendo com que Harry paralisasse para escutar o que viria a seguir.
- Harry? – Draco o chamou depois de soltar o ar lentamente.
- Sim? – Harry atendeu sem virar-se para encara-lo.
- Eu ajudo você com as malditas ataduras. Afinal, o que seria de você sem mim? – O loiro debochou sem humor.
Harry apertou os dedos no corrimão, enquanto sorria entusiasmado. Mal disfarçou o tom satisfeito quando respondeu:
- Obrigado. – Murmurou de forma simples, para continuar a subir os degraus.
Assim que Harry chegou no andar superior Malfoy escorregou pelo sofá até que suas costas praticamente se apoiassem no acento sentindo-se o rei dos idiotas.
Por que em nome dos deuses não conseguia simplesmente negar quando Harry pedia algo para ele? Pior! Por que raios estava ansioso em servir de elfo para o divertimento do moreno!
- Há que ponto eu cheguei Merlin! – Draco resmungou para si com certo desgosto. – Duvido que nesse momento Lúcios não esta se revirando no túmulo ao ver quão fraco e tão baixo seu único filho é!
Resignado, o loiro apertou as têmporas por um momento antes de seguir escada acima, ao contrário do que parecia, ajudar Harry com as ataduras não seria uma simples e enfadonha tarefa.
- Draco sumiu a dias e você não faz a menor idéia de onde ele esta? – Pansy perguntou indignada para o elfo velho e carrancudo que lhe atendia diante dos grandes portões da mansão Malfoy.
- Perdoe Shandow senhora. – O elfo começou a dizer, tentando explicar-se ao mesmo tempo que não disfarçava o desagrado que sentia pela presença incomoda de Pansy.
- Senhorita. – Corrigiu Pansy de modo afetado, não abrindo mão do único titulo respeitoso que lhe restara.
- Desculpe Shandow senhorita, - o elfo reforçou com uma reverencia grotesca, mostrando que mesmo contra a sua vontade ele ainda era capaz de desprender mais um pouco de educação quando necessário. – mas o amo Malfoy não permiti que...
Foi a vez de Pansy interromper o elfo:
- Eu sei, você e seus companheiros orelhudinhos são proibidos de falar a respeito da vida dele para qualquer criatura, sobre qualquer aspecto, a menos que o próprio Draco ordene. – A morena bufou irritadiça, revirando os olhos com a mania de perseguição do loiro e todo esse mistério que ele fazia de sua vida.
- Exato senhorita. – Shandow concordou e Pansy teve ganas de estrangula-lo com suas próprias mãos pelas grades que os separavam quando percebeu que a criatura disfarçava um sorriso satisfeito de vingança por vê-la fracassar em arrancar alguma informação sua.
- Esta bem. – Concordou ela, sem ter o que fazer, passando um cartão recém tirado do decote escandaloso para entregar ao elfo. – Mas assim que ele voltar, diga-lhe que a senhorita Etólie o procurou e lhe aguarda ansiosamente nesse endereço.
Shandow concordou vigorosamente com a cabeçona balançando feliz com a partida da morena que, sem demora girou nos tamancos sem ao menos dizer uma palavra de agradecimento ou de despedida.
- Shandow dirá senhora, - o elfo resmungou para si perversamente. – Shandow sempre faz tudo para que o amo fique feliz mesmo quando os seus amigos feios vem lhe incomodar.
Pansy chegou a sua BMW Z8 conversível vermelha batendo seus tamancos Prada um tanto ofendida pelo tratamento do elfo.
Por outro lado, Draco era bem sucedido no mundo bruxo e precisava se preservar de todas as formas para não ser alvo de bajuladores e aproveitadores ou da indesejada mídia. Ela entendia isso muito bem.
Viver no mundo trouxa como estrela de filmes adultos também tinha seu lado ruim, e por vezes ela foi obrigada a se esconder do assédio cru de fãs loucos ou de repórteres maldosos que tentavam de tempo em tempo descobrir sua verdadeira face, mesmo que seu nome só circulasse por canais que exibiam programação para maiores de dezoito anos e nunca tenha mostrado seu belo rosto diante das cameras.
Suas mascaras e fantasias se estendiam dos filmes para a vida real lhe resguardando de pequenos e grandes problemas com sua falsa identidade, tanto do mundo bruxo quanto do mundo trouxa.
Para aqueles que não eram mágicos, o fato de Pansy nunca, sobre circunstancia alguma, relevar seu rosto era um fetiche poderoso que engordava sua conta mais e mais e para ela, desse modo a vida parecia menos ruim.
Ao bater a porta com suavidade, girar a chave no contato e levantar a capota a morena começava a dar razão para o amigo.
Talvez Draco precisasse de um pseudônimo para momentos de fulga ou discretas aventuras, assim como ela adotou o Petit Étoile Seul como uma personalidade publica no mundo em que vivia. Todos a chamavam de Étoile sempre, sem saberem seu verdadeiro nome.
Nem quando assinava os contratos ou fazia seus exames de rotina a mulher deixava que a desacreditada Pansy participasse.
Quando deixou tudo para trás para enveredar por um caminho que na opinião de muitos era o mais fácil embora fosse exatamente ao contrário ela precisava sentir-se outra para que a nova personalidade não carregasse seus erros do passado, a deixando isenta do remorso dessa atitude.
Petit Étoile Seul¹ era uma mulher de negócios, exuberante, radiante, delicada porém firme, linda e sexy, charmosa, provocante, espontânea, elegante ao mesmo tempo indecorosa a sua maneira, que parecia disposta ao trabalho toda vez que uma camera virava em sua direção ou no primeiro raio de um flash.
No entanto, Pansy Parkinson evaporou das duas partes do mundo, a magica e a não magica por ser exatamente o oposto de Étoile, enquanto essa personalidade nascia, Pansy morria para enterrar a vergonha de sua família maligna, falida e escusa que a deixara na miséria em todos os sentidos possíveis depois da guerra e desde então Petit Étoile Seul nasceu e começou a brilhar solitariamente assim como seu nome indicava.
- Petit Étoile Seul... – Pansy murmurou sorridente, colocando seus óculos grande e arredondado Christian Dior, enquanto acelerava seu carro veloz para sentir o vento tocando sua pele, proporcionando a maravilhosa sensação de liberdade que em raros momentos chegava até ela.
Curiosamente, Pansy deixou escapar uma gargalhada nostálgica ao se lembrar da frase:
"Que Merlin te proteja mon Petit Étoile Seul..."
As ultimas palavras do loiro na plataforma de um pulguento terminal de ônibus, a beijando docemente na testa, assim como um irmão mais velho e zeloso faria ao dizer adeus para sua querida e frágil irmã menor provava que, independente de sua trajetória ela estaria sempre no coração de Draco e Draco estaria sempre em seu coração.
O loiro sempre esteve ao seu lado mesmo com toda a distancia e a escassez de noticias entre eles.
Mas Pansy sabia que ele não ficava lá muito contente por Petit Étoile Seul ser onome mais cobiçado no mundo erótico trouxa no momento.
Seu estilo de vida não agradaria a nenhum familiar, óbvio e por mais que Draco fosse liberal em praticamente todos os aspectos as escolhas de Pansy não o deixavam sossegado embora ele não interferisse em nada por respeitar demais seu jeito, suas qualidades e defeitos.
O dia em que deixaria Draco mais satisfeito com sua vida, ainda estava longe de chegar, mas ela estava literalmente trabalhando arduamente para que esse momento viesse ao seu encontro.
Mais dinheiro para lhe garantir uma boa qualidade de vida quando a velhice chegasse, permitindo-lhe uma longevidade tranqüila. Era o único sonho que se permitia, e quem sabe? Talvez quando Petit Étoile Seul saísse de cena uma nova mulher nasceria?
Uma mulher que definitivamente deixaria para trás suas duas desarranjadas e conturbadas vidas passadas!
Pansy mal podia esperar para nascer pela terceira vez, reinventando finalmente alguém que lhe desse não só orgulho como paz de espirito, embora soubesse: estava longe de se sentir preparada para tal.
- Posso entrar? – O loiro perguntou firme com a mão na maçaneta.
Harry inspirou profundamente, como se sorvesse coragem ao invés de ar.
- Esta aberto. – Alguns segundo se passaram até que finalmente, Harry ouviu o clique da porta abrindo-se, ele não era bom em seduzir ninguém mas estava disposto a ir fundo em seu objetivo, portanto não era hora de recuar.
- Achei que já estava nu me esperando. – Draco debochou despudoradamente, arriscando a própria sorte, mas fixando os olhos em um ponto acima do ombro do moreno.
- Não calculei que você estivesse tão animado para me ver pelado. – Retrucou Harry e por mais que estivesse sendo sarcástico suas bochechas fortemente vermelhas denunciavam a sua contrariedade pelo comentário do loiro.
Quando isso começou estávamos tão bem
Mas a noite nos fez de idiotas à luz do dia
Sim, estávamos morrendo de frustrações
Dizendo "Senhor, não me deixe cair em tentação"
Mas não é fácil quando ela volta pra você
Se você apenas irá, se apenas irá dizer "sim"
Deus, só Deus sabe que tenho dado o meu melhor
Mas eu estou tão cansado dessa solidão
Eu estou ficando cheio desta solidão...
Trechos separados e traduzidos de:
Yes - Coldplay
- Se fosse verdade, com essa lerdeza toda, você acabaria estragando minhas interessantes expectativas. – Draco adorava simplesmente ver Harry corado daquela maneira, por isso não tardou em responder quando se viu em cheque.
- O.k., em um minuto estarei pronto. – Harry começou a abrir a camisa folgada do pijama, bastante concentrado nos botões esperando que suas estúpidas bochechas vermelhas esfriassem, voltando ao normal.
- Você não pediu a minha ajuda? – Draco aproximou-se rapidamente, mostrando que seu calcanhar já dava sinais de melhora.
- O pijama eu mesmo posso...
Atordoado por ter seu espaço invadido pelo loiro, Harry não conseguiu pronunciar mais nada. As palavras desceram ruidosamente goela abaixo juntamente com o excesso de saliva.
Draco não o encarava, olhava para os botões com a mesma intensidade a qual enfrentava um dilema profissional. Quando terminou de abrir a camisa do moreno, passou os dedos suavemente pelo colarinho, auxiliando Harry, despindo seu tronco.
Um arrepiou assolou o corpo inteiro do moreno em uma velocidade impressionante e Draco mal relara em sua pele.
- Esta com frio? – Malfoy sorriu desdenhoso, entortando os lábios de forma provocativa, voltando sua atenção para o rosto do moreno depois de um longo e torturante silêncio.
Harry teria dito:
"Mesmo sendo um cretino você tem esse efeito terrível sobre mim e eu mal posso esperar por mais..."
No entanto, ele não tinha coragem suficiente para algo tão arrojado, ainda.
- É educado responder quando lhe fizeram uma pergunta direta. – Draco alfinetou sem lhe dar espaço.
- É melhor não dizer nada quando não se tem nada a dizer. – Harry deu as costas, se maldizendo, enquanto o loiro soltava uma sonora gargalhada.
Quanto mais era desaforado, mais Draco parecia apreciar, como um desafio a ser conquistado, infelizmente não era o tipo de conquista que agradaria ao moreno.
- Esta pronto? – Draco sussurrou no seu ouvido lentamente, como se tivesse calculado e planejado a fala para lhe arrancar o controle.
Ao sentir a respiração quente do loiro lhe provocando naquele tom aveludado e sexy suas pernas amoleceram e seu coração disparou como se fosse romper seu peito e conhecer o mundo.
- Sim. – Harry quase gaguejou, querendo desesperadamente estar pronto para algo muito além de se livrar das ataduras.
- Então vire-se e me deixe trabalhar um pouco mais. – Draco gracejou, tocando o pescoço do moreno com os lábios.
Como se tivesse levado um choque Harry virou-se instantaneamente. Com a pressa se atrapalhou no passo, oscilando na direção da boca de Draco e com isso o inevitável aconteceu.
Draco o segurou pela cintura e surpreso, prendeu o fôlego assim que os lábios de Harry chaparam-se aos seus.
Indo contra qualquer atitude racional o loiro manteve os olhos abertos enquanto incitava a boca de Harry com a língua, suavemente provando, para começar uma lenta e maravilhosa exploração.
O corpo tenso do moreno relaxou deixando o choque passar, dando lugar a sua redenção.
O loiro não poderia imaginar que era capaz de reter a respiração por tanto tempo, mas ao sentir o corpo do moreno amolecer em seu abraço um alivio enorme o invadiu e Draco pode soltar o ar lentamente e se permitir fechar os olhos degustando avidamente o momento.
Assim que fechou os olhos também, pousou os dedos trêmulos na base da coluna de Draco, lhe dando consentimento para ir em frente.
Como se o céu e o inferno pudessem ocupar o mesmo espaço o loiro se permitiu ir mais a fundo, deslizando sua língua fortuitamente para dentro dos lábios de Harry, buscando a língua do moreno, com uma doçura que desconhecia.
Nunca em sua vida havia apreciado um beijo lento. Beijos lentos eram o tipo de contato que lhe dava sono, mas assim como todas as outras regras que regiam seu universo, essa também não se aplicava a Harry Potter.
Quanto mais languido o beijo se tornava, mais Malfoy gostava e incentivava. Era como se Harry fosse intoxicante demais para ser saboreado apressadamente sem a devida dedicação.
Sem perceber Draco o apertava entre seu abraço, as vezes deixando que seus suspiros de prazer extravasasse, enquanto Harry fazia o mesmo, se colocando cada vez mais estreito nos braços fortes do loiro.
Sentindo as costelas partidas reclamarem Harry afastou-se um pouco, mas sem deixar os lábios de Draco desapontados.
O pequeno gesto chamou a atenção de Draco para o fato de que apertar Harry Potter com tanta gula provavelmente causava lhe dor.
Com toda coragem que conseguiu reunir, afastou-se interrompendo o beijo abrindo os olhos em seguida. Malfoy não sabia que em certo momento tinha fechado os olhos, mas bastou reabri-los para saber que não estava sonhando.
Harry não se mexeu, ao menos fechou a boca para respirar de forma correta.
O único pensamento gritante que passava por sua mente naquele instante era que jamais deveria começar algo com Draco Malfoy que não fosse até o final, principalmente agora que ansiava por realizar suas fantasias secretas de experimentar tudo que o loiro tinha oferecer, tendo certeza de que não era pouco.
Ambos se fitaram como dois belos bustos de marfim, memorizando cada detalhe um do outro.
Depois de um longo momento sem saber com prosseguir, acalmando sua respiração agitada Draco quebrou o gelo.
- Ainda quer tomar seu banho ou desistiu?
- Sim eu ainda quero. – Disse o moreno simplesmente com o cérebro ainda em pane.
O loiro pousou suas mãos sobre o tórax de Harry voltando a postura concentrada de antes. Harry teve que se conter para não fechar os olhos e gemer sentindo os dedos frios e hábeis de Draco desenrolando apressadamente as bandagens.
Assim que terminou, para seu próprio bem caminhou o mais firme possível para o andar de baixo, deixando Harry com todas as perguntas pairando sobre sua cabeça e um ponto de interrogação enorme estampado no rosto.
N/A: Em outra pesquisa rápida no google tradutor, que eu sempre uso para dar um charme a mais na fic, mon Petit Étoile Seul é simplesmente: minha Pequenina Estrela Sozinha, ou se preferir, solitária do português para o francês, o titulo combina perfeitamente para a personalidade que criei para "essa" Pansy Parkison.
N/A²: Pessoas, eu não devo pedir, só agradecer. Pela paciência, pelos comentários e por todo mundo que leu e ainda esta lendo e favoritando. Esta fic esta terminada sim, vou voltar a postar sim, mas preciso avisa-los que é uma fic triste (não toda, lógico, tudo tem limite), longa, sem beta (embora eu tenha lido essa fic inteira muitas vezes e sempre releio antes de postar qualquer capitulo) e as vezes faz mais sentido para mim do que para todas as outras pessoas que estão lendo. Espero que vocês continuem lendo e que gostem da fic até o final. Fiquei altamente assustada e emocionada quando voltei para a e vi os comentários. Ansiosa por postar mais e ver a reação de vocês mesmo que o medo de não agradar as vezes me paralise!
Beijos,
*Skay Grey*
