Peço mil perdões por ter falhado com vcs este sábado,

mas fiquei sem internet o final de semana todo

Pra compensar vou postar dois capitulos hoje tá bem?

Sorry!

Beijos da Lu.


CAPITULO XIII

POV EDWARD

Quando Bella contou que viu sua mãe e meus pais enquanto estava em coma induzido, senti um arrepio na espinha.

- Vi minha mãe e seus pais, sei que parece estranho, mas eu os vi, falei com eles.

- Isso é impossivel meu amor, eles...

- Eles estavam lá Edward... – insistiu. - Sua mãe me disse pra cuidar do menino dela... – meu qeixo tremeu, minha mãe costumava dizer que eu era o seu menino, aquilo mexeu demais comigo. – Disse que estava orgulhosa de você assim como seu pai, ele beijou minha mão como costuma fazer. – senti as lágrimas escorrerem silenciosas pelo meu rosto. - Eles se orgulham de você e estarão olhando por nós, principalmente pelos dois ali. – disse apontando para nossos filhos que estavam no colo dos avós.

- Deve ter sido um sonho, amor. – insisti.

- Pode até ser, mas parecia tão real. – meu tio disse que era comum aquilo acontecer, Alice ficou impressionada e confesso que eu também, Bella subiu para amamentá-los e quando desceu acabou se exaltando.

Charlie insistiu para que Bella prestasse queixa contra Tanya, mas ela simplesmente se recusava a falar sobre o que houve aqui, Vick, Rose e Alice insistiram. Eu ouvia seu calado, seus argumentos tão fracos, todos tentavam entender como Tanya havia entrado em casa e o que disse a Bella.

- Como ela entrou aqui? – Jacob insistiu em saber. - Esse lugar parece uma fortaleza. – era obrigado a concordar com ele, como Tanya teve acesso a casa?

- E o que é pior, como ela entrou no seu quarto? – emendou Seth.

- Eu não sei... – Bella disse esfregando o rosto, estava impaciente, irritada. -Talvez ela tenha amizade com alguns funcionários, afinal de contas ela sabe de tudo que acontece aqui! – Alice e Emm olharam pra mim, mas Tanya sempre foi arrogante com os funcionários e duvido muito que tenha amizade com algum deles.

- Como assim? Acha que há alguém passando informações para ela? – Jazz ficou realmenrte preocupado com aquilo.

- Não sei, só sei que eu havia acabado de me trocar e quando sai do closet, me deparei com aquela mulher sentada na minha cama... – aos poucos Bella soltava uma coisa ou outra.

- Abusada! – Leah cuspiu furiosa.

- Exigi que saisse imediatamente dali e da casa, ela riu debochada dizendo que a casa era de Edward e não minha... Que eu não tinha o direito de estar ali, que... – aquilo não fazia bem a ela, a machucava dava pra sentir.

- Que o que Bella? – meu tio foi pra junto dela, parecia preocupado com ela. – Não guarde isso ai dentro, não fará bem a você e nem aos seus filhos. – Bella fechou os olhos e um soluço rompeu de seus lábios, corri pra junto dela a envolvendo em meus braços.

- Ela disse coisas horriveis... Aquela mulher me odeia, acha que não sou digna de ser uma Cullen... – disse se soltando de mim como se estivesse brava comigo, tentava secar o rosto, mas era inutil, as lágrimas não cessavam. – Fez questão de dizer o quanto a cama era macia e como vocês faziam loucuras sobre ela... – acusou furiosa. - Disse que perdeu a conta das vezes que transaram naquela mesma cama!

- Vadia! – disparou Alice, tia Esme ralhou em seguida.

- Acabamos discutindo, nos ofendendo mutuamente até que ela me deu uma bofetada e acabei revidando... Não sei exatamente como e em que momento ela me empurrou, acabei me desequilibrando e tudo desapareceu de repente, quando acordei estava na sala de parto... Estão satisfeitos? Isso responde a pergunta de todos vocês? Não quero mais falar sobre isso, quero simplesmente esquecer que aquela mulher existe, eu a quero longe da minha vida, da minha casa, da minha familia e principalemente a quero longe do meu marido! –cuspiu furiosa disparando escada acima, gemendo no processo.

- Vá falar com ela filho... – pediu tia Esme. – Ela está magoada, sentida demais. – assenti subindo.

- Porque não me contou? – perguntei assim que entrei no quarto, ela andava de um lado para outro, sua mão comprimia sua barriga o que me preocupou.

- Porque eu só queria esquecer. – insistiu.

- Bella, eu posso explicar...

- Explicar o que Edward?- ela não me deixava falar. - Essa casa é sua, você tinha uma vida antes de me conhecer... Confesso que não me agradou em nada saber que ficavam juntos aqui neste mesmo quarto, que transou com ela nessa mesma cama...

- E isso importa?

- Não, mas incomoda! Porque cada vez que fecho meus olhos imagino vocês dois aqui...

- Por favor, não faça isso com a gente... – pedi a envolvendo em meus braços, não poderia permitir que Bella deixasse aquilo entre nós, acabamos nos acertando e não tocamos mais naquele assunto.

No dia seguinte pedi para Maria providenciar uma cama nova, reuni os funcionários e descobri que um dos seguranças facilitou a entrada de Tanya na casa, em troca de uma boa soma em dinheiro. Ele tentou se justificar, mas o demiti sem pestanejar, Maria disse que sua sobrinha Lupe estava precisando de emprego assim como seu noivo Stefan, falei com Bella que para a minha surpresa aceitou contratá-la como babá, mesmo sendo jovem e muito bonita.

Ciumenta do jeito que era, aquilo me deixou intrigado, mas Maria me disse que Bella havia simpatizado com Lupe e o fato da sobrinha ser apaixonada por seu noivo ajudou e muito. Vick e Maria me ensinaram como trocar fraldas, entre outras coisas o que foi muito util, já que Bella parecia um zumbi nos primeiros dias.

- Onde aprendeu a fazer isto? – a cara dela foi impagavel, já que ela ainda apanhava um pouco.

- Maria e Vick me encinaram, porque, está errado? – Bella tinha os olhos semicerrados.

- Metido! – disse fazendo bico.

Bella era mesmo impossivel as vezes, com a ajuda de tia Esme e Maria passamos pela primeira semana, entre banhos e cuidado com o umbigo e toda aquelas coisas. Quando a cor dos olhos se firmaram, minha esposa quase surtou, não cansava de dizer: "eles tem os olhos como os seus, a boca como a sua e os cabelos são do mesmo tom."

Quando completaram um mês de vida, os batizamos e Emm e Rose se tornaram padrinhos de Anthony, Alice e Jasper de Elizabeth. As coisas foram entrando nos eixos e voltei a me dedicar a empresa, estava atolado de trabalho, reuniões intermináveis e pilhas de papéis que exigiam minha atenção.

- O que ainda faz por aqui? – disparou Vick ao entrar na minha sala, eu estava cheio de contratos para revisar.

- Quero adiantar um pouco isso aqui. – falei apontando para a pilha de papéis.

- Sabe que dia é hoje?

-Quatorze?

- Quatorze de fevereiro, Edward! É dia de São Valentin, dia dos namorados se esqueceu? – dei com a mão na testa, havia esquecido completamente, olhei no relógio e já passava das sete da noite. – Merda! Será que consigo pegar algo aberto ainda?

- Depende, do que tem em mente.

- Uma jóia.

- Vá a Leigthon, lá tem peças lindissimas. – assenti recolhendo minhas coisas, no caminho liguei para Bella avisando que me atrasaria para o jantar, minha irmã havia saido com Jazz e Emm viajou com Rose.

Confesso que ainda estava meio perdido sem saber o que dar a ela, mas ao entrar na Leigthon vi algo que ficaria lindo em Bella, estava louco pra entregar seu presente, ao chegar em casa subi correndo a encontrando no quarto.

- Bella? Amor onde você... – me calei ao vê-la saindo do closet, Bella usava um vestido vermelho com detalhes pretos completamente justo que molfdava perfeitamente suas curvas, estava linda, muito linda.

-Uau! Tinhamos algo marcado? – joguei a pasta sobre o sofá, retirando o paletó.

- Na realidade não, mas tenho um convite a lhe fazer. – Bella caminhava em minha direção como uma gata manhosa. – Quer jantar comigo hoje, em um lugar especial?

- Com você, vou pra qualquer lugar. – a puxei pra mim tentando beijá-la, mas Bella se desvenciliou.

- Vá tomar seu banho, senão nos atrasamos, te espero lá embaixo bonitão. – disse estalando um beijo em meus lábios, estava louco para aprofundar o beijo, mas Bella fugiu de mim.

- Isso se chama tortura Isabella. – resmunguei sem conseguir titar os olhos daquela bunda deliciosa.

- Não bonitão, isso se chama sedução... – provocou piscando pra mim. – Não demora, estou te esperando. – disparei para o banheiro ouvindo Bella rir com gosto, alguma ela estava aprontando, disso não tinha a menor duvida, mas o que exatamente? A encontrei no quarto das crianças, ela passava algumas instruções a Lupe e Maria.

- Qualquer coisa nos ligue, está bem? – Bella parecia hesitante.

- Tem certeza de que quer sair? Podemos ficar por aqui mesmo e...

- Não, vamos sair, eles vão ficar bem. – afirmou segura, nos despedimos deles e descemos para garagem. – Onde pensa que vai? – perguntou parando diante do seu carro, eu estava indo na direção do meu. – Hoje você é todo meu senhor Cullen, tome... – ela me estendeu a chave do carro. – Deixo você guiá-lo, está bem. – novamente ela piscou pra mim de forma tentadora.

- Como desejar senhora Cullen. – notei que havia uma bolsa de viagem no banco de trás. – O que está aprontando, Bella?

- Não estou aprontando nada, temos uma suite reservada no Beverly Hills Wilshaire.

- Você está linda! – realmente ela estava linda, quem olhasse para ela, não diria que havia acabado ser mãe, e de gêmeos, Bella estalou a lingua revirando os olhos. Ao atravessar o saguão do hotel em direção ao balcão, notei os ollhares sobre ela.

- Boa noite! Tenhos uma reserva no nome de Isabella Cullen.

- Sim senhora, aqui está a chave, em dez minutos o jantar será servido, como a senhora pediu.

- Obrigada! – agradeceu sempre simpática e atenciosa.

- Suite presidencial? O que tem em mente senhora Cullen?

- Uma noite somente nossa... – ela jogou os braços envolta do meu pescoço.- Uma noite repleta de amor e muito, mas muito prazer. – sussurrou contra os meus lábios, suas mãos acariciavam minha nuca me deixado completamente arrepiado, em um movimento rápido a prensei contra a parede do elevador tomando seus lábios em um beijo voraz. Nos apartamos ambos ofegantes, há um bom tempo não nos beijávamos daquela forma.

- Primeiro o jantar mocinho. – a suite era realmente linda, tudo ali exalava romance e luxuria, Bella havia pensado em tudo, cada minimo detalhe, havia pedido meu prato favorito, assim como o vinho que eu mais gostava.

- Gostou?

- Você pensou em tudo, está perfeito. – disse sorvendo mais um gole de vinho.

- Feliz dia dos namorados! – Bella ergueu a taça em um brinde.

- Feliz dia dos namorados, meu amor!

- Me dá um minuto? – pediu se levantando em seguida, vi minha esposa pegar a bolsa de viagem e se dirigir para o banheiro, me servi de mais vinho e fui para a enorme janela apreciar a vista.

- Fica quietinho! – Bella sussurrou, estava parada atrás de mim. – Vou vendá-lo agora. – ela cobriu meus olhos com um lenço de seda negro.

- Pra que isso Bella?

- Shhh... Fica quietinho, garanto que não irá se arrepender bonitão. – insistiu me conduzindo pelo quarto. – Agora sente-se. – simplesmente me deixei cair em uma cadeira confortável, senti algo em meus pulsos, pelo toque era seda, ela prendia meus punhos nos braços da cadeira.

- Bella?

- Confia em mim Edward?

- Cegamente. – afirmei sem hesitar um instante sequer.

- Essa noite você é todinho meu. – sussurrou com uma voz extremamente sexy me fazendo arrepiar novamente. – Completamente meu senhor Cullen. – Bella retirou a venda, o quarto estava à meia luz, iluminado por várias velas que exalavam um perfume delicioso.

(Erotic Lounge Music – You Tube)

Uma música sensual começou a tocar, Bella estava sentada em uma cadeira há alguns metros de mim com as pernas abertas, me dando plena visão do paraíso, ela usava aquela bendita máscara. Estava vestindo uma camisa preta justa, assim como a minúscula saia, meias de seda preta cobriam suas pernas até a altura das coxas presas por uma cinta liga provavelmente.

Arfei ao ver minha esposa dançar somente pra mim, e Bella era mesmo boa naquilo... Usando a cadeira de apoio rebolou e fez poses provocativas de tirar o fôlego, com um único puxão abriu a blusa revelando um sutiã muito bonito que sustentava seus seios agora fartos.

Ela deu alguns passos em minha direção, parando diante de mim, virou-se de costas e abriu o zíper da saia a deslizando lentamente por seu quadril revelando uma minúscula calcinha. Bella continuou dançando, me provocando a todo o momento enquanto se despia lentamente.

Quando se sentou sobre mim, desabotoou minha camisa enquanto distribuía beijos molhados em meu pescoço me deixando louco de desejo, abriu a camisa deslizando a língua pelo meu peito, sua língua brincava com o meu mamilo me fazendo arfar sob ela.

- Bella... – gemi alto sentindo meu corpo estremecer de prazer, suas mãos foram para o cinto se livrando da minha calça em seguida. Desta vez sentou- se de costas sobre mim, roçando seu corpo inteiro ao meu, parecia uma serpente, distribui beijos por suas costas que arqueou deixando sua boca muito próxima da minha, tentei beijá-la, mas Bella não deixou.

- Vou te levar ao paraíso, bonitão. – novamente ela usava aquele tom provocante.

- Isso é tortura!

- Oh sim, vou torturá-lo lenta e prazerosamente meu caro. – provocou.

- Bella... – voltei a gemer quando ela me acariciou sobre a boxer.

- Hmm... – soltou um gemido de satisfação. – Você está quase no ponto. – disse virando-se ficando de frente desta vez, com uma perna de cada lado do meu corpo. Tomou meus lábios em um beijo lento e extremamente sensual, ela brincava com minha língua e eu a com a dela, estava tão excitado que sentia meu membro latejar, soltei meus pulsos a prendendo em meus braços. Levantei-me a levando para a cama enquanto devorava seus lábios.

- Droga! Não tenho preservativo. – Bella sorriu marota virando-se, remexeu na mesinha de cabeceira balançando uma cartela de preservativos.

- Nossa diversão está garantida senhor meu marido. – voltei a beijá-la com voracidade, precisava estar dentro dela, há meses que não nos tocávamos desta forma, que não nos amávamos.

-Oh Deus... – gemi ao sentir seu corpo quente me receber com prazer e satisfação, suas unhas deslizavam por minhas costas enquanto eu investia contra ela cada vez mais fundo. Nos amamos de forma tão intensa, sem nos preocuparmos com nada, tão pouco com os gemidos altos... Estávamos completamente entregues ao prazer de estarmos um com o outro, sempre que nos aproximávamos do fim, mudávamos a posição para prolongar o prazer ao máximo, tentando encontrar o melhor encaixe.

Bella já demonstrava sinais de que o fim estava próximo, seu corpo estremeceu e novamente me deliciei com a cena de minha esposa tendo um orgasmo, o sétimo da noite, cai sobre o colchão a levando comigo, estávamos ambos suados e exauridos, mal sentia minhas pernas.

- Preciso de um banho, mas não consigo mover um músculo. – disse com o rosto afundado em meu peito, eu ainda estava dentro dela.

- Que tal uma hidro, vai ajudá-lo a relaxar, o que acha?

- Por isso eu te amo, sabia? – ela sorriu revirando os olhos, depois de um banho relaxante, minha esposa sentou-se na beira da cama pensativa.

- O que foi amor? – perguntei me sentando ao seu lado.

- Será que estão bem? – sorri meneando a cabeça, mas confesso que também estava pensando neles.

- Creio que sim, quer voltar pra casa?

- Não vai ficar chateado?

- Amor não seja absurda! São meus filhos e me preocupo com eles também. – recolhemos nossas coisas e voltamos para casa, já passava das três da manhã, passamos pelo quarto deles e os dois dormiam tranquilamente, o que nos deixou mais relaxados. – Bella? – a chamei estava sentado na cama com seu presente em minhas mãos.

- O que? – disse saindo do closet vestindo uma camiseta minha.

- Aqui está seu presente meu amor, feliz dia dos namorados. – ela pegou a caixa hesitante a abrindo lentamente.

- Oh meu Deus! – soltou tocando a gargantilha delicadamente.

- É uma gargantilha de brilhantes, delicada como você. – falei tirando a mesma da caixa, a colocando no pescoço de Bella. – Ficou perfeita em você.

- Oh Edward! – a maluca se jogou sobre mim me cobrindo de beijos. – Espera aqui, vou pegar seu presente, acabei me esquecendo de entregar.

- Pensei que meu presente tivesse sido a noite de hoje.

- Esse foi para nós dois seu bobo. – disse correndo até o closet. – Tome, espero que goste, é dificil de dar algo para alguém que já tem tudo. – abri a caixa e dentro havia um colar com duas placas que se abriam.

- O que diz aqui? – havia algo escrito na placa.

- Você é a razão pela qual respiro, a razão pela qual eu vivo,você e somente você é a razão da minha felicidade! - Bella colocou o colar em meu pescoço, enquanto recitava o que estava escrito pra mim, não me contive e a puxei para o meu colo, tomando seus lábios em um beijo completamente apaixonado.