Notas da Autora:

Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs.Fic 100% Beward

Obs. Historia para maiores de 18 anos.


Capítulo XXI

O Alienígena Esperançoso...

- Alice, tudo bem...

- Alec?! – ela guinchou, o rapaz loiro parou de andar e se voltou para ela.

- O quê no inferno, você faz aqui? – ele grunhiu olhando com horror para Alice e Kate.

Ouvi um rosnado e gemi ao ver Jazz encarando Alec com ódio.

Isso não vai acabar bem.

- O que houve? – Esme sussurrou olhando freneticamente entre todos, vi Edward e Emmett se apressando em ficar perto de Jazz, talvez para impedi-lo de atacar o homem.

Mas Alec parecia alheio ao alienígena furioso, ele se aproximou de Alice em longas passadas e agarrou o braço dela levantando-a, Kate choramingou, mas foi totalmente ignorada.

- Que porra você faz aqui? Como chegou até aqui?

- Eu me juntei a um grupo... ...mas e você, como veio parar por aqui?

- Uns caras estavam vindos para as bandas de cá, então, depois de tudo o que aconteceu... ...eu não poderia mais voltar para o nosso antigo grupo, sendo assim, quando eles me disseram que iriam tentar atravessar o mar, eu resolvi vir junto com eles.

- Certo... – ela deixou a palavra morrer se afastando das mãos que seguravam o seu braço com uma força descabida. Alice se pôs a envolver Kate protetoramente em seus braços.

- Você deve ir agora! – ele rosnou e ela deu um passo para trás.

- O... o quê?

- Eu tenho uma vida aqui e não quero ter dois estorvos na minha cola! Foi por isso que te deixei. – sussurrou, só para ela, mas Esme, Rosie e eu estávamos bem perto e ouvimos claramente.

Rosie parecia pronta para matar um, Esme olhava chocada para o rapaz, eu nem sabia o que pensar. Como poderia haver tanta crueldade em uma só pessoa? Ele nem se quer parecia arrependido de tê-la deixado para trás...

Embora estivéssemos um pouco longe dos rapazes, Jazz pareceu também ter ouvido as palavras grosseiras do louro agourento, ou pelo menos, entendido o que acontecia pela análise da expressão agoniada de Alice, pois de algum modo, ele se livrou do aperto dos rapazes e correu como um raio já acometendo a Alec.

Houve gritos dos jovens que haviam acabado de chegar, outros ainda, pareciam mais surpresos com a reação de Jazz.

O homem guinchou quando caiu no chão, tentou ainda empurrar o peso de cima de si, mas Jazz o manteve retido com a imponência de seu próprio corpo. Alec finalmente conseguiu focar em seu atacante, os olhos do louro arrogante, pareciam que iriam pular fora de sua cara de tão grandes...

- Porra, um alienígena?!

- Eu vou adorar ver você sangrar humano. – Jazz rosnou e deu um soco bem no nariz de Alec.

Ele gritou quando o sangue jorrou de seu nariz, ele se remexia desesperado para se levantar, mas Jazz conseguiu dar mais dois socos no meliante, antes dos rapazes o afastarem do lourinho de merda. Não foi fácil, pois Jazz se debatia querendo pegar Alec de novo. Eu duvidava que o ex de Alice saísse vivo se o alienígena o alcançasse.

- Jazzhappark, se controle, você ira assustar Kate! – ele piscou olhando para Edward, em seguida o seu olhar foi para Alice que agarrava a menina com um aperto de morte.

- Alice... – ele sussurrou e ela se apressou em alcançá-lo. Edward o soltou e rapidamente ele pegou Kate do colo de Alice, abraçando carinhosamente a menina com um braço e protetoramente Alice com o outro.

- Jazz... – ela balbuciou apertando a camisa do alien, ele somente a abrochou mais ainda, demonstrando que ela estaria segura ao lado dele...

- O que no inferno está acontecendo? – Carlisle finalmente falou, olhando entre o seu povo e o nosso pequeno grupo. – Vocês foram mais do que gentis até agora, mas por que atacaram um dos nossos rapazes?

Outros garotos ajudavam Alec, os mesmos com quem ele havia viajado em busca de comida. Havia uma jovem loira, baixinha e bonita ao lado de Alec, o nariz do rapaz parecia um pouco torto, mas era difícil saber ao certo com tanto sangue escorrendo por suas ventas, o olho esquerdo dele, bem como os lábios, pareciam começar a querer inchar.

- Ele é o seu filho? – perguntei a Esme que negou apressadamente.

- Não, não. Ele fez mesmo o que disse? – ela parecia enjoada e eu não a culpava.

Ainda me lembrava, perfeitamente, de como foi encontrar uma Alice assustada e muito grávida. Eu ainda conseguia rememorar a sua tristeza ao confessar que fora abandonada pelo pai de seu bebê. Estremecia ao cogitar o que poderia ter acontecido se não a tivéssemos encontrado. Talvez, ela e Kate pudessem estar mortas agora.

Assenti pronta para contar como havíamos encontrado Alice pela primeira vez, mas antes que eu falasse, Carlisle começou a brigar com os rapazes.

- Eu os recebi em minha casa de braços abertos e não vou tolerar brigas. Alec não fez nada para merecer o seu ódio. Ele é um ótimo rapaz e tem sido de grande ajuda para...

- Cale a boca, Carlisle! – Esme gritou o interrompendo.

- Esme?! – ela o ignorou se voltando para mim, a sua voz era alta e clara, além de deveras autoritária.

- Eu demando saber a verdade, agora!

- A verdade? Que verdade mulher?

- Quieto Carlisle! Diga-me Bella, o que realmente aconteceu?

- Bem, eu estava viajando com Edward, Emmett e Rosie já há alguns dias, então paramos em uma loja de conveniência abandonada para pegar suprimentos. Estávamos lá por apenas alguns minutos, quando Alice saiu do banheiro. Ela estava grávida e sozinha. – tentei me fazer o mais clara possível, para que todos me ouvissem.

- Oh Deus! – os rapazes que carregavam Alec pararam, olhando curiosamente para Alice e a menina no colo do alien.

- O que significa isso? – um deles perguntou.

- Alec, o que está havendo? – a garota loira ao seu lado, o fitava em desespero .

- Jane saia de perto dele. – Esme comandou.

- Mas mãe...

- Você abandonou essa moça grávida? – Carlisle se aproximou de Alec que assentiu empinando o queixo, Jazz rosnou.

- Ela só me atrapalhava, eu não queria filho algum.

- Rapaz, vá curar as suas feridas, depois eu quero você fora da minha casa.

- Mas...

- Não quero pessoas do seu tipo por aqui! – rosnou pausadamente aquelas palavras. – Levem-no para a ala médica, ajudem-no a se limpar, para que então ele possa partir – ordenou aos rapazes que se apressaram em obedecer, talvez só quisessem ficar longe de Jazz que lançava olhares mortais para Alec.

Assim que ele estava fora de vista, Alice e Jazz pareceram relaxar, ele beijou a testa dela e a de Kate, que grunhiu agarrando o rosto do alien sorrindo. O coração dele pareceu se derreter com o carinho da pequena.

- Eu nem sei o que dizer... – Esme murmurou ao meu lado. Cawrl se agitou em meus braços, me lembrando que ele estava ali, pois desde o começo da briga, eu tinha até esquecido dele, meu bebê ficara tão quietinho durante toda a pelega, se tornando quase oculto, olhei para o seu rostinho lindo e ele tinha os olhos arregalados.

Ri e ele se voltou para mim sorrindo amavelmente.

- Mhaa...

- Sim, meu amor... – beijei a sua testa, ele grunhiu e puxou uma mecha do meu cabelo a colando em sua boca e começou a mastigar.

- Eu nem sei o que dizer... – Carlisle sentou no degrau da escada, próxima a nós, ele esfregou o rosto com as duas mãos, como se parecesse confuso com o ocorrido.

- Não há muito a dizer ou fazer. Felizmente encontramos Alice e logo depois Jazz nos encontrou. Agora somos uma família.

Ele assentiu em acordo e olhou ao longe... Segui o seu olhar, que observava a bela loira que outrora estava ao lado de Alec, Jane, acho que era esse o nome dela. Ela abraçava a si mesma demonstrando desalento e solidão, mesmo ela estando rodeada por algumas garotas. As jovens tentavam consolar a moça que parecia prestes a chorar.

- Eles estavam começando a se relacionar... – confessou. – Embora eu lamente que a minha filha sofra, estou aliviado que tenhamos descoberto a verdade sobre o caráter dele, antes que fosse tarde demais...

Dessa vez ele olhava diretamente para Kate e Alice.

- Duvido que a minha Jane, tivesse tido a mesma sorte de encontrar um Jazz para cuidar dela, como Alice o teve.

- Sim, apesar dos pesares, Alice acabou muito bem. – ele concordou.

- O que farão agora?

- Temos que ir.

- Para onde? – perguntaram curiosos, Edward olhou para nós, em seguida de volta para Carlisle.

- Há uma coisa importante que preciso fazer.

- Nós precisamos. – o corrigi, ele riu.

- Sim nós!

- Podemos saber o que é?

- Bem, é algo que vai mudar as coisas, para melhor.

- Certo... – Carlisle olhou em volta, vendo que todos pareciam muito interessados no que estava sendo dito, se levantou indo até Edward. – Venha rapaz, vamos dar uma caminhada antes de vocês partirem.

- Tudo bem... – murmurou, mas antes de seguir Carlisle, beijou os meus lábios rapidamente e a testa de Cawrl. – Eu já volto!

Assim que estavam longe, Esme se levantou.

- Acredito que estejamos todos com fome. Vamos entrar!

Todos a seguimos para dentro, a fim de comer algo e acalmar os ânimos. Realmente precisávamos de alento, depois das fortes emoções vividas mais cedo.

Esme aproveitou para nos apresentar aos seus filhos, Jane era a mais nova, seguida por Peter, Benjamin e Garrett. Todos jovens, bons e muito maduros. Eles todos ficaram um pouco nervosos diante dos aliens, porém com Rosie grávida e Jazz dando beijos e brincando com Kate, e claro, o meu lindo Cawrl, sendo fofo, eles logo relaxaram.

Era obvio que nossos alienígenas não são nada parecidos como os grhotkrianos que nos atacaram no passado. Então, o receio passou rápido, vindo logo à curiosidade.

Os filhos de Esme, assim como os outros jovens que tinham viajado com eles, os encheram de perguntas. Bem, todos exceto Jane, ela parecia perdida e triste, eu lamentei por ela.

Não era fácil descobrir que o homem que se estava só começando a amar, era capaz de tanta crueldade.

Isso demonstrava que não importava que se fosse desse mundo ou de outro, a maldade poderia estar em qualquer lugar...

[...]

Eu estava no quarto dando o peito a Cawrl, quando Edward entrou, ele sorriu e sentou ao meu lado na cama.

- Olá Khadsca. – ele beijou a minha testa, em seguida a de Cawrl.

- Como foi com Carlisle. Contou a ele sobre a máquina?

- Sim. Expliquei como achamos Alice também.

- Isso é bom! Ainda não acredito que o nojento esteja aqui.

- Eu sei... Eu me senti mal em afastar Jazz dele. Se fosse com você, eu teria matado o infeliz.

- Isso é tão romântico, de um jeito estranho, mas romântico... – ele riu me dando um beijo rápido.

- Sou muito romântico. – piscou e eu sorri.

Quando Cawrl terminou, esfreguei o seu dorso, dando inofensivas tapinhas em suas costas, depois de ele arrotar, eu o passei para Edward que o abraçou beijando a sua testa.

- Phaakhi. – ele gritou, Edward congelou.

- Você disse phaakhi?

- Pahaakhi. – bateu as mãozinhas contra as bochechas de Edward.

- Bella, ele me chamou de phaakhi.

- Parabéns papai! – ele sorriu e ficou brincando com Cawrl por algum tempo.

Troquei de blusa porque a minha estava respingada de leite, ao terminar me juntei aos meus meninos. Eram bons esses pequenos momentos, nos quais podíamos ficar despreocupados. Só Deus sabe por quanto tempo ainda ficaríamos assim.

Depois que Cawrl adormeceu tranquilamente, Edward o entregou a mim e foi pegar as nossas mochilas, olhei para o quarto com saudades, mas, se Deus nos permitisse, em breve teríamos o nosso próprio lar. Assim que Edward acabasse de construir a máquina e a fizesse funcionar, podíamos por fim, fixar moradia.

Mal podia esperar para ter uma casa, um quarto, uma caminha.

- Vamos Bella? – olhei para o meu alien e assenti.

- Sim.

- Você pode ficar... – ele me lembrou e neguei.

- Já disse que vou com você. Pare de ser bobo! – ele bufou, mas eu pude ver um pequeno sorriso se formar em seus lábios.

- Certo, certo, vamos embora então minha humana teimosa. – dei uma risadinha, mas o segui feliz, como se houvesse alguma chance de eu deixá-lo ir sem mim...

Ao chegarmos à frente do hotel, Jazz e Emmett colocavam as mochilas no carro, Esme abraçava Alice e Rosie.

Aproximei-me delas, e, também, fui puxada para o abraço forte de minha mais nova amiga, ri tomando cuidado com Cawrl. Quando nos afastamos, ela nos deu um sorriso aguado.

- Foi um prazer tê-los conosco.

- Obrigada Esme, obrigada por nos acolher.

- A casa sempre estará aberta para vocês. – assenti.

- Me lembrarei disso!– ela beijou Cawrl e Kate que ainda dormiam.

Dei um adeus para as garotas que conheci lá e fui me juntar a Edward, ele apertava a mão de Carlisle.

- Espero que tudo dê certo para vocês.

- Vai dar! – Edward prometeu.

Carlisle olhou para os lados, antes de sussurrar.

- Como saberei se a sua máquina funcionou? – Edward sorriu e olhou para o céu, sempre cinza e com grandes nuvens negras que deixavam o mundo em um eterno dia nublado.

- Olhe para o céu e vai saber. – prometeu Edward mais firmemente dessa vez, Carlisle assentiu.

- Você está fazendo algo incrível rapaz, obrigado por se importar...

- Não seria filho do meu pai, se não me importasse.

Despedimos-nos de Carlisle e entramos no carro, com um último aceno, nos afastamos do prédio.

Alice suspirou olhando pela janela e peguei a sua mão, ela apertou a minha com um sorriso triste.

- Tudo bem querida?

- Eu não sei, eu sempre imaginei como seria revê-lo, pensei que... Bella, como ele pode não amá-la? – olhei com ternura para a menininha adormecida em seus braços.

- Há algo de errado com ele Alice, pois só alguém perturbado não amaria essa menina tão linda.

- Sim, o errado é ele. Eu só lamento por ele...

- Assim que se fala!

- Pensei que Jazz iria matá-lo... – falou de repente e ambas olhamos para Jazz. Ele olhava Kate com tamanha adoração, que dava até vontade de chorar.

Ele era o verdadeiro pai da pequena.

- Eu o faria, se não tivessem me afastado...

- Eu não teria me importado... – ela confessou e a puxei para um abraço do lado oposto ao que ela estava com a bebê adormecida em seu colo.

- Nenhum de nós teria... – rezingou Emmett.

- Entretanto já temos uma má reputação, só por sermos grhotkrianos, é melhor evitarmos matar humanos... – ressaltou Edward.

- Pelo menos você o arrebentou! – Rosie piscou, Jazz sorriu abertamente.

- Quebrei o seu nariz! – ele parecia muito orgulhoso de seu feito e rimos.

Não demorou muito para os bebês acordarem, então ficamos brincando com eles. Os rapazes se dividiam entre dirigir e descansar, fazendo paradas para comermos ou irmos ao banheiro.

Voltamos à rotina de viajar por dias, parando pelo menos duas vezes para acampar.

Nesse ritmo chegaríamos em breve ao nosso destino final.

O que deixava a todos nervosos e ansiosos. Em breve, saberíamos se Edward poderia mesmo salvar o mundo.

Duas semanas depois...

Saí da barraca me espreguiçando, sorri ao ver Cawrl sobre uma manta brincando com Kate. Alice havia passado mais cedo para roubá-lo de mim.

Fui até ele beijando a sua testa suada de tanto brincar com sua amiguinha.

- Maalhi. – gritou e meu coração disparou, só fazia alguns dias que ele havia aprendido a pronunciar a palavra corretamente.

E a cada vez que ele dizia, eu era uma poça no chão.

O meu rapazinho sabia como me deixar boba, assim como o seu pai.

Tal pai, tal filho.

- Cadê os rapazes? – perguntei sentando ao lado de Cawrl.

- Eles ainda não voltaram.

- Odeio quando vão buscar mantimentos sem a gente.

- Sim, morro de medo de algo lhe acontecer.

- Exatamente! A impressão que tenho, é que aquele cão caçador alien, que o outro comentou, poderá atacar a qualquer momento...

- Jaamer.

- É o nome dele?

- Sim, Jazz me disse. E pelas coisas que ele me contou, eu morro de medo de que eles topem com esse alien.

- O que ele te disse?

- Nada de bom, acredite... – ela olhou para Kate que brincava perto de Cawrl, o cabelo da pequena já estava ficando grande, ela era bem cabeluda para um bebê de cinco meses.

Cawrl parecia gostar do fato, pois ele pegava uma mecha e colocava na boca mastigando lentamente. Sorri e ele sorriu para mim, com o seu lindo sorriso desdentado.

- Eu quero um bebê de Jazz. – olhei para Alice que olhava Cawrl com um sorriso sonhador.

- Então tenha um!

- Mas acabei de ter Kate.

- E?

- Não é muito cedo?

- O que Jazz acha?

- Ele quer ter muitos bebês.

- Edward também... Mas eu lhe disse que agora não! Pelo menos não até Cawrl ser um pouco maior, ou o mundo parecer mais estabilizado.

- Então, vão evitar sexo?

- Bem...

- Eu não sei se poderia... – ri.

- Nos fizemos, mas sem ele gozar dentro. – confessei, ela riu.

- É um modo! Mas você acredita mesmo que ele sempre terá controle?

- Não! Todavia daremos um jeito! Contudo se estiver em nosso destino ter outro bebê, nos vamos com muita alegria... – dei de ombros.

- Está certa! Se for para ser, será. – Rimos contentes.

- Bom dia! – Rosie se juntou a nós esfregando o rosto e a barriga enorme.

- Bom dia Rosie!– falamos ao mesmo tempo, ela se largou na manta com as crianças.

Cawrl foi até ela deitando a sua cabeçinha na barriga de Rosie, ela riu passando os dedos no cabelinho ralo dele. Kate vendo que foi deixada de lado, foi se juntar a Cawrl.

Rimos vendo os bebês acariciarem a barrigona de Rosie.

O barulho de nosso carro nos fez olhar para a estrada, a van se aproximou mais até parar próximo a nós, levantando a poeira. Os rapazes saltaram sorridentes ao nos ver.

- Senhoritas... – Emmett cumprimentou.

- Senhoras! – dissemos juntas e ele riu.

- Sim, sim, perdoe-me senhoras! – piscou nos fazendo rir.

- Então por que demoraram? – perguntei, Edward sorriu abertamente.

- Achamos uma coisa.

- O quê?

- O local perfeito para enterrar a máquina.

- Sério?

- Sim, estávamos voltando de uma pequena cidade vazia, achamos poucas coisas por lá, mas quando passávamos por uma estrada, o meu rastreador começou a apitar.

- Ow, isso é... Tem certeza?

- Sim, o solo é fértil, espaçoso... É perfeito!

- Depois que você ligar a máquina, ela ficará exposta?

- Não! Ela vai se afundar na terra, mandando nutrientes para o solo e um tipo de energia que vai subir limpando os céus.

- Será que vai funcionar?

- Vamos ter fé... – Alice sussurrou e Rosie logo aquiesceu.

- Sim, vamos ter fé!

Depois de comer e descansar, nós levantamos o acampamento, já estávamos acampados ali há dois dias, então estávamos bem dispostos para ir até o ponto exato, sem contar que estávamos muito ansiosos para ver se a máquina de Edward realmente funcionaria.

A viagem até o local escolhido durou somente algumas horas.

Quando Edward estacionou e soltou do carro, pude vislumbrar que era um lugar bonito. Era grande e bem espaçoso, o solo parecia macio, não havia qualquer sinal de civilização por perto, devia ser bem afastado da cidade.

- E agora? – Emmett olhou para Edward, ele me olhou rapidamente e depois para os outros.

- Vamos verdadeiramente fazer isso! – todos concordaram.

Em expectativa, observamos Edward pegar a máquina que estava protegida dentro de sua enorme mochila, ele apanhou também uma pequena pá e começou a cavar. Depois de fazer um buraco cumprido, mas não muito fundo, ele colocou a máquina dentro e a ligou.

Todos prendem a respiração, enquanto víamos a máquina piscar e as luzes acenderem.

Edward se afastou do objeto, vindo até a mim, ele pegou Cawrl no colo e me olhou profundamente, a sua testa encostou-se à minha e a sua mão livre pousou em minha bochecha. Sorrindo, eu toquei a sua mão em um gesto de apoio e amor incondicional.

- Edward...

- Eu quero te dar o mundo Bella... – ele balbuciou.

- Você já me deu, quando me deu o seu amor e Cawrl. – ele sorriu francamente.

- Eu quero te dar o céu... – murmurou e eu abri a boca, para lhe dizer que eu já o tinha... O céu era irrelevante perto do amor que ele me deu, mas antes que eu falasse algo, um zumbido alto soou.

- Porra! – Emmett guinchou e me afastei de Edward.

Uma luz azul saiu da máquina, como uma espécie de laser, indo direto para as nuvens, como se fizessem um buraco nelas, olhei para a máquina e ela tremia e parecia estar se enterrando na terra, se ligando ao solo...

- Olhem... – gritou Alice apontando para o céu, todos nós olhamos abismados e eu não pude acreditar...


N/A: Ow esse final em

Será que a maquina funcionou Oo

Eu sei, eu sei, acabei em parte tensa de novo kkkk

Mas era pra dar uma emoção sabe, se não a historia perde a graça u.u

Quem acha que Jazz bateu pouco no Alec levanta a mão \o/

kkkkkkkkk

Enfim, no proximo saberemos se a maquina funcionou, o que vocês acham?

Ah uma novidade, infelizmente a Leh não pode mais betar pra nós :(

A vida off dela ta tentando derrubar ela fato u.u kkk

Então a Tuca vai ser minha beta agora

BEM VINDA TUCA

ENtão bora ler, comentar, xingar a Paulinha se for necessário, mandar beijos, construir altares, enfim o que preferirem u.u

Beijocas e fuiiii

.

N/B: CARAPANÃS me mordam... Quanta emoção! "Beuge" pela falta de sensibilidade daquele louro azedo dos chãos do mar morto... Ainda bem que o Jazz estava lá para proteger Alice eKate, muito meigo o alien de Grolkhlálálálá, sei lá... E os momentos ternos com os babies...aiaiaiaiaiai...eu já quero um também... Galera, será que a tal máquina funcionou? Rápido, comentem e façam bastante pressão emocional na "diva perva"... (...ela é bobinha e cede rapidinho... ) Quem sabe ela não posta mais um capítulo do nosso Alienward e de brinde não escreve sobre as últimas férias da Tattoo Girl e o seu agora Advogado Tatuado...hum?

Kisses in the moon light,

Tuca…