Depois de sobreviver as provas, trabalhos e experimentos desse quadrimestre, venho pedir desculpas pela demora muito considerável para atualizar, venho lhes trazer um capitulo que já estava pronto a algum tempo, mas como disse, estava hiper atarefada. Valeu a pena, já que estou recebendo notas muito boas! Claro que preciso alcançar a excelência, mas com bastante esforço e muito estudo, chego lá!

Bem, mas vamos voltar a fic que ficou meio abandonada! Capitulo anterior falei sobre Kaien, mas creio que muitos ainda devem se perguntar: Quem diabos é Geon? Certo? Esse capitulo vem apresentar um pouco sobre esse vilão e, como todo mundo ele tem um passado. Os capítulos em itálico são as lembranças dele, não quis escrever flash back, pois o tempo é aleatório nessas lembranças, não respeitando uma ordem completa, por assim dizer.

Minha querida beta Lara deu uma primeira olhada, mas ainda fará mais correções e quando isso ocorrer, reposto pra vocês. Mais uma vez, desculpem a demora. Não se preocupem que eu não deixarei a fic morre. Detesto não terminar o que começo. E isso não será exceção! Ok? Espero ainda ter leitores. Kkkkkkk Vamos ao espaço de agradecimento pelos reviews:

Um mega beijo molhado para: Paulo23 que jamais me abandona! Boa leitura!^^

JJ


"Sabemos o que somos, mas não sabemos o que poderemos ser".

[William Shakespeare]

...

Isso é o que você chama de notas? Não vou permitir que o nome da minha família caia na vergonha de um bastardo como você, Geon! – gritara um senhor de porte imponente e terno impecável.

Eu posso explicar, pai! Eu juro que posso! – implorara o garoto, com voz chorosa.

O adolescente observou com os olhos arregalados, aquele homem abrir com violência a própria calça e retirar o órgão sexual para fora, para terror do garoto.

Você merece mais um castigo, meu pequeno! Eu te dei uma chance, não foi? Agora vou te mostrar o que a acontece com perdedores em nossa família! – sussurrara em tom sombrio.

O corpo inerte do garoto loiro e de traços delicados sentiu a pressão daquelas mãos pesadas empurrando-o contra a parede.

Gritos ecoaram na imensa biblioteca daquela mansão, mas nenhum empregado deixou seus afazeres para socorrer aquela alma destruída.


O rosto banhado em suor contrastava com os cabelos dourados. Aquela máscara de segurança e altivez desaparecia sempre que adormecia e, suas piores lembranças lhe atacavam em sonhos.

Levantou-se nervoso e trêmulo. Aproximou-se até seu criado mudo e retirou a tampa da garrafinha de uísque, a qual sempre recorria quando estava atormentado.

– "Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente"! "O homem nasce bom e a sociedade o corrompe"! "Chorar é diminuir a profundidade da dor"... – sussurrou suas frases prediletas.

Repetiu-as inúmeras de vezes, enquanto tomava mais daquele líquido ardente, seu remédio preferido em noites tormentosas como aquela. As frases de Rousseau e Shakespeare sempre lhe vinham à boca, quando aquelas sucessivas imagens lhe acometiam. Seus temores, por mais que tentasse esquecer, povoavam seus sonhos quando estava ansioso ou aflito. Vivia em um cárcere de lembranças irrefutáveis.

Só conseguia eliminar aqueles sonhos de uma forma mais atroz: violentando Rukia. Seu sadismo era satisfeito plenamente com aquela garota frágil e de aparência infantil. Desde o primeiro momento em que a conheceu, desejou-a como sua cura, como sua vingança.

Ouvir seus gritos era o mesmo que escutar Bach e Mozart. Vislumbrar suas lágrimas escorrerem no rosto pálido, dava a mesma satisfação que ao contemplar seus quadros de Monet e Picasso, tesouros mais que queridos. Tudo o que pudesse fazer para vê-la sofrer, era materializado em seus pensamentos e lhe acalmavam a alma.

Um sorriso se escancarou naquele rosto transtornado.

Lembrar-se de Rukia sempre o deixava excitado e reanimado. Esquecia-se de seu inferno particular.

– Preciso de você, minha pequena! Acho que não poderei cumprir minha promessa de esperar que fiz a Yuri-chan! Não é mesmo? – falou para si mesmo, pegando um pequeno quadro de vidro com a foto de uma garotinha de olhos violetas.

Rukia aparentava ter oito ou dez anos e, tinha um sorriso inocente adornando a face pálida. O uniforme da escola apresentava a ostentação da família Kuchiki, já que o emblema era de um dos colégios mais caros do Japão. Um colégio de elite, lugar onde a viu pela primeira vez.

Geon beijou o quadro com veemência. Fechou os olhos e se imaginou ao lado dela. A garrafinha de uísque caiu no chão, sendo abandonada por seu dono. Havia sido trocado pelo único placebo realmente eficaz para aquele demônio, sua amada vítima.


Nossa que alegria receber alguém tão importante como você aqui, Aoki-sama! – comentava animada a diretora do colégio feminino de Tóquio.

Sabe que não nego convites de velhos amigos, Shimizu-san! Fico feliz por poder definir o conteúdo programático de química e física de suas alunas. Sei como é rigorosa nesses assuntos – falou Geon, indiferente aos olhares das professoras, enquanto caminhavam no longo corredor do colégio.

Visitas masculinas eram raras e, por isso, estava sendo alvo dos burburinhos das funcionárias e alunas que encontravam pelo caminho.

Ao saudar algumas professoras, acabou não percebendo uma dupla animada vindo em sua direção. Chocou-se com uma pequena aluna, derrubando-a no chão.

Desconcertado, ele estendeu a mão para a garotinha, que por conta da longa franja, não pode ver seu rosto naquele momento.

Desculpe minha falta, senhorita? – aguardou a resposta da menina.

Ao levantar o rosto, Geon percebeu-se encarado por um par de olhos violetas e uma carinha zangada.

Rukia! – respondeu, soltando-se da mão do rapaz.

Kuchiki-san, já lhe disse para aprender a usar o sobrenome. Volte pra sala, sim? – resmungou a diretora, por conta da displicência da menina.

Com o rosto corado pela vergonha de levar uma bronca, a menina reverenciou o rapaz com elegância e, saiu agarrada à coleguinha, que até aquele momento não abrira a boca, já que ficou apaixonada com a aparência daquele homem.

Perdoe minhas alunas, Aoki-sama, mas elas ainda são muito pequenas e precisam aprender muito sobre bons modos! Vamos? – retomou a diretora, mais animada.

Geon não lhe prestou muita atenção, e assentiu com a cabeça, mas não tirou os olhos da dupla até que elas sumissem no corredor que levava às salas.


Ainda se lembrava daquele encontro casual no colégio. Estava visitando uma antiga colega de faculdade, quando se deparou com aquele pequeno ser, cheio de vida e vigor. Rukia era uma menina irrequieta quando estava perto de suas coleguinhas.

A partir daquele dia, passou a investigar tudo o que podia sobre aquela menina. Teve suas esperanças de tê-la para si, destruídas quando descobriu que era filha de uma das famílias mais ricas do país. Não conseguira encontrar uma brecha para se aproximar dela, já que naquele colégio, preferiam contratar docentes femininas em seu quadro de profissionais, a pedido expresso dos pais das alunas.

Apertou o quadro na mão, enraivecido. Se não houvesse dado ouvidos para Yuri, já estaria com Rukia sob seus cuidados. Mas como havia feito uma promessa a ela, não conseguia desobedecê-la. Acima de tudo, priorizava cumprir suas promessas. Era sua forma de se sentir, ainda que pouco, como um ser humano.

– Yuri-chan terá de nos recompensar, não acha, minha pequena? – sussurrou ao quadro – Ela vai ter que nos deixar sozinhos por muito tempo... E teremos que fazer tudo para compensar o longo tempo que nos distanciamos... Fazer tudo o que gostamos e – interrompeu-se com um beijo barulhento. – Que te faz sofrer, certo? Preciso de minha lua... Preciso de você Tsuki-chan! – terminou, jogando-se na enorme king size.

As lembranças de sua frustração, na época que estava para desistir de encontrar uma forma de alcançar Rukia, invadiram-lhe os pensamentos. Um sorriso se delineou em seu rosto sofrido pela insônia.


Não suporto mais! Não existe outra forma que o sequestro! – Geon falou, desesperado com sua própria derrota em conseguir brechas para se aproximar de Rukia.

Já fazia dois anos que entrara naquela tortura. Seu quarto estava repleto de fotografias de vários tamanhos e formatos, muitos pregados na parede, representando sua obsessão por Rukia.

As primeiras imagens, no topo das outras, eram de quando ela tinha apenas dez anos. Sua primeira fotografia, enquanto ela praticava tênis no clube do colégio. A saia curta e meia longa, não lhe permitiram eternizar as formas da garotinha que tanto queria.

Mas conseguira oportunidades de fotografá-la em roupas mais expostas, como quando ela fazia natação ou dançava balé. Vibrava a cada imagem que conseguia roubar da menina.

Por mais discreto que tentasse ser, os guarda-costas da garota davam-lhe muito trabalho e, jamais conseguira chegar mais perto da menina.

Aquela distância, sem poder alcançá-la, lhe torturava. Estava mais magro, pois já não se alimentava direito. Seus trabalhos estavam ficando atrasados e decadentes. Já não participava mais das festas ou eventos científicos. Seu mundo fora virado de cabeça para baixo desde que a conhecera.

Imaginava-a em sua posse, concretizando cada fantasia que desejava. Mas aquela demora já o estava instigando a cometer uma loucura. Não podia mais esperar, precisava consumar seus desejos sujos naquele pequeno anjo, como a chamava quando retirava suas fotos.

Se fizer isso você perderá prestígio, suas pesquisas cairão na desgraça e a tomarão de você antes que concretize seus fetiches sexuais! – comentou Mayuri com desdém, para desespero de Geon.

Mas então o que devo fazer? Já não suporto mais ficar longe dela! Preciso me livrar dessa insanidade, ou vou ficar louco, Mayuri! Louco! – resmungou com desespero.

Afinal do que tanto falam, hein? Desde que conheço vocês dois, só falam dessa pirralha de grana! Quem é ela? Por que não me mostram uma dessas fotos? Aposto que não passa de uma moleca qualquer. Você é só um maldito rorikon, porque não pega qualquer garota e pronto? Deixa de ser esse cara xarope! Por favor! – reclamou Yuri, indignada.

Geon e Mayuri se entreolharam pensativos e, a contragosto, o loiro entregou uma de suas preciosas fotografias à morena.

Yuri pegou a foto com desprezo, mas arregalou os olhos quando reconheceu aquele par de olhos de cor incomum.

Só pode ser brincadeira... – falou trêmula, para espanto dos dois cientistas. – Tsuki-chan?


– Preciso de você meu anjo! Preciso de minha Tsuki ou irei morrer nesse inferno! – Geon sussurrou num gemido, observando a foto.

Daria seu passo mais arriscado, mas sabia que valeria a pena. Estava cansado de seguir os jogos de Yuri. Usaria seus próprios métodos para alcançar sua lua.

Levantou-se e retirou da gaveta do criado o mapa que recebeu de seu informante. A parte sublinhada mostrava que a região era erma o bastante para ninguém encontrar seus escassos moradores. Era o mapa para sua felicidade, para sua salvação.

Em suas mãos contemplava a localização exata de onde Rukia havia sido levada por Yamamoto. Sorriu diante de todas as possibilidades. Mas antes precisaria se livrar daquele moleque de cabelo laranja. Depois disso, seguiria para o prazer incondicional que recebia com sua lua.


Vários tubos de ensaio coloriam aquela sala de laboratório. Algumas caixas de vidro apresentavam corpos estranhos, que boiavam em um liquido transparente, mas por ser viscoso, negava ser a composição da água.

Yuri estava sentada numa mesa de mármore ao centro da sala. Seu vestido e avental eram brancos e, os cabelos negros estavam recolhidos no topo da cabeça com um coque apertado. A testa franzida mostrava o quanto estava insatisfeita ao esperar seu companheiro por tanto tempo.

– Terminou, Mayuri-sama? – reclamou pela enésima vez, irritando o cientista.

Aquele homem sacudiu uma prancheta de acrílico na direção da garota, que quase foi acertada, se não fosse por ter virado o corpo para o lado contrário com rapidez.

– Se quiser, vá falar com Geon, agora estou muito ocupado para ter que atender seus caprichos! – resmungou sem tirar os olhos do microscópio, enquanto anotava, com interesse, os resultados daquele experimento que analisava.

– Mas se foi você mesmo quem me disse uma vez, que toda vez que eu precisasse de ajuda, primeiro deveria vir até você! – reclamou Yuri, inflando as bochechas como uma criança.

Era sua atuação preferida quando estava diante de algum problema.

Mayuri ignorou a reclamação da garota, levantou-se e retirou um frasco da centrífuga. Observou-o com atenção e caminhou novamente a sua mesa, repleta de folhas, lâminas de análises e relatórios.

– Mas agora não tenho interesse! Já disse que estou ocupado, menina insuportável! Deveria ter deixado você morrer naquela mansão, Hisana! – falou elevando a voz aos poucos.

Yuri não esboçou nenhuma reação e, cruzou as pernas, deixando as cochas visíveis demais para o cientista, que como reação, estalou o bico e se voltou para o microscópio. A morena sorriu ao vê-lo derrotado.

– Você me adora e sabe disso! – exclamou cantante, para irritação do cientista.

– A única coisa que me interessa em você é essa sua amoralidade e capacidade de desempenhar vários papéis diferentes sem ser descoberta! Você e Geon não passam de brinquedos meus, minha cara. Isso e nada mais. Não se superestime! – devolveu, mordaz.

Yuri tocou a ponta do nariz e sorriu maliciosa.

– E isso incluía me meter na sua cama, doutor? – comentou, divertida.

O cientista encolheu os ombros, mas continuou seu trabalho, ignorando a pergunta.

– Preciso encontrar minha irmãzinha e, Geon-san ainda está dormitando em seu castelo! Preciso de sua ajuda, Mayuri... Faz isso por mim? – perguntou manhosa, debruçando-se de forma sensual na mesa.

Mayuri a observou do canto dos olhos e depois os revirou com indignação. Detestava quando ela fazia aquilo. Soava como se precisasse dela. Algo que não aceitava de forma alguma.

– Não vou repetir, Yuri! Se continuar me atentando, vou torturar você como uma cobaia! – respondeu em forma de aviso.

Yuri tapou a boca com as mãos com uma expressão de pavor em seus olhos. Pura encenação.

– E vai fazer o quê? Me dissecar como fez com sua esposa? – questionou altiva.

Mayuri girou a cadeira e observou, calado, a expressão de vitória daquela garota. Sorriu de forma maníaca. Tinha os cabelos com alguns tons grisalhos e o rosto magro. Os olhos amendoados brilharam animados.

– Mayuri Kurotsuchi, que sorriso foi esse? – questionou a jovem com preocupação.

– Adoro quando estou rodeado de pessoas sádicas como eu! – respondeu o cientista, enquanto se dirigia com um andar de predador até a jovem.

Agarrou-a pela cintura e a fez olhá-lo à força. As marcas do aperto apareceram na vermelhidão que surgia nas bochechas de Yuri. Esta sorria, deliciando-se por conseguir, mais uma vez, fazer o cientista frio perder seu autocontrole e, apresentar seu lado verdadeiro.

– Vai me ajudar a encontrar Tsuki? – perguntou após receber um beijo lascivo do cientista.

As carícias se tornaram violentas e rudes demais, os gemidos de dor e prazer da garota ecoaram no laboratório. Marcas avermelhadas surgiam nos braços finos e pescoço da jovem.

Da mesma forma que começou, parou de repente, deixando o vestido da garota rasgado, os cabelos bagunçados e os lábios vermelhos e cheios de marcas de mordidas. Yuri tentava respirar regularmente, enquanto observava o cientista se arrumar e voltar para seus afazeres, como se nada houvesse acontecido.

– Odeio quando você não termina o que começou... Aff! Não sei por que continuo com loucos como vocês! – reclamou irritada.

Bateu a porta com nervosismo, quando saiu da sala. Mayuri continuou com sua atenção na lâmina, mas agora ostentava um sorriso de satisfação. Ele não era muito diferente dela e, Geon fazia parte daquele mundo de loucuras.

Amavam o sofrimento alheio, cada um a sua própria maneira.


Urahara lia com atenção cada linha daquele relatório. Kuukaku o observava em silêncio, com extrema curiosidade.

– Então? – questionou com apreensão.

Kisuke suspirou cansado, esfregou os olhos várias vezes seguidas para tentar relaxar as vistas.

– Tem certeza de que era o pedaço do vestido?

Aguardou a morena responder. A expressão indignada de Shiba foi amenizada com o olhar apreensivo do loiro. Odiava que duvidassem de suas investigações, mas entendia a surpresa do amigo. Fora um achado que nem mesmo ela havia acreditado a princípio.

– Pelo menos foi o que minha fonte me assegurou... Eu sei que foi rápido, mas já havia me pedido antes para encontrar algo interessante. Isso foi o único que consegui. Pedimos para que fizessem uma análise urgente de DNA e ai está o resultado – finalizou diminuindo a voz.

– Isso só nos prejudica, Kuukaku. O sangue dos Kuchiki está no tecido, mas... – pausou pensativo – o tecido epitelial é de Rukia – terminou com uma entonação de derrota na voz.

Shiba se aproximou e deu uma leve palmada no ombro do companheiro. Também não entendia nada, mas o exame era inquestionável. Quando recebeu o primeiro resultado, fez questão de exigir mais outros dois para garantir e, todos incriminavam a garota que tentavam proteger.

Urahara fechou os olhos para raciocinar. Algo em sua mente gritava que não poderia concordar com aquilo. Como Rukia havia conseguido apagar as filmagens daquele dia? Como conseguiu matar o casal estando dopada? Como poderia ter esfaqueado a mãe com aquela diferença de tamanho? Não fazia sentido algum. Só existia rastros dela e do casal. Não tinha como acontecer isso se o quarto recebia visita de empregados para limpeza.

– Se ao menos tivéssemos as filmagens. Acredito que alguém da casa ajudou no assassinato, mas quem? Quem seria beneficiado com a morte do casal? – meditou a mulher em voz alta.

– Ainda não conseguiram encontrar nada sobre o passado de Rukia-chan? – perguntou para sair de seu próprio marasmo.

– Nada ainda. O único que conseguimos foi algumas informações sobre a senhora que cuidava dela, antes dos Kuchiki e, Yoruichi me falou o que Ichigo conseguiu com a garota! – respondeu se sentando na cadeira próxima a eles.

– E o que falou de novo?

– Parece que ela se lembrou de ter uma irmã mais velha, mas acho que você já estava prevendo isso, não é mesmo? – questionou brincalhona, fazendo uma careta.

O loiro sorriu.

– Então existe mesmo uma irmã mais velha? Fica chato desse jeito. Agora teremos que encontrar seu paradeiro!

– Mais trabalho pra minha vida. Vou querer um extra por isso, ok? E ainda tem aquelas garotas... Me odeia tanto assim, Kisuke? – perguntou com irritação fingida.

– Mas nem começamos ainda. E sabe que te amo! – respondeu animado.

Aquelas provas podiam ir contra Rukia, mas se conseguisse encontrar essa garota, provaria sua hipótese sobre o crime. Pelo menos quanto à autoria dela, uma aposta que fez depois de estudar a garota naquela reunião com Yamamoto. Não tinha dúvidas de que ela era inocente.


Vocabulário

Rorikon - ou loli-con é uma abreviatura de lolita complex, ou seja, complexo de lolita em inglês. A palavra é usada no Japão para pedofilia ou efebofilia.

Fonte: Wikipédia


Assim termina nosso capitulo. Um grande problema para Kia já que Geon, de alguma forma, descobriu seu paradeiro. Viram que o cara além de perturbado já sofreu abusos e é nesse ponto que quero chamar atenção de vocês: Vamos lutar contra essa violência infame contra as crianças. Pedófilo deve pagar por seus crimes, pois criança não pode ser enxergada como objeto sexual! Elas são o futuro de qualquer nação, e nada mais justo do que lutarmos por elas! Os próximos capítulos chegarão mais regulares! Espero todos vocês no capitulo que vem. Tem muita coisa a ser revelada! Segurem-se nas cadeiras e preparem os dedinhos para fazer as críticas, dar opiniões e sugestões! Ah!... Para quem quiser, iniciei uma nova fic (mensalista) de formato original no Nyah!Para quem quiser, basta acessar minha profile nela e encontrar o link da fic!^^. Bem bobinha no começo, mas acredito que muitos irão cair quando os próximos capítulos forem postados. Kkkkk Esse é o espírito de Meus olhos. Uma fic de época, mas sem linguagem rebuscada (nem que eu quisesse conseguiria, kkkkk), que mostrará que não existe deficiência maior, que a falta de sonhos e coragem para alcançá-los! Sejam todos bem vindos para lerem! O primeiro cap já foi postado. Conto com vocês! Agora saindo da propaganda, pois escrevi demais aqui, agradeço mais uma vez a todos vocês! Continuem torcendo por essa pesquisadora iniciante aqui. Em breve viajo para o exterior para expor alguns trabalhos e, adoraria que todos torcessem por meu sucesso, pois eu torço por todos vocês! Mega beijasso,

JJ